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		<title>Vítimas da Guerra Civil Espanhola são achadas em vala comum</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma equipe que trabalha na escavação de uma vala comum no monte de La Pedraja (norte) encontrou cerca de 60 corpos de vítimas da Guerra Civil espanhola (1936-1939). A equipe afirma que este é apenas um terço do total das &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/vitimas-da-guerra-civil-espanhola-sao-achadas-em-vala-comum/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2028" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/GCE.jpg"><img class="size-medium wp-image-2028 " title="GCE" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/GCE-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Vala comum com corpos de mortos na Guerra Civil espanhola foi encontrada em monte de La Pedraja - Foto AFP</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma equipe que trabalha na escavação de uma vala comum no monte de La Pedraja (norte) encontrou cerca de 60 corpos de vítimas da Guerra Civil espanhola (1936-1939).</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe afirma que este é apenas um terço do total das pessoas executadas por partidário de Francisco Franco que foram enterradas nessa vala.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Só foram descobertos os corpos, agora é preciso fazer um trabalho muito delicado para poder tirá-los por completo o mais rápido possível&#8221;, explicou o porta-voz do Grupo de Familiares das Pessoas Assassinadas em La Pedraja, Miguel Angel Martínez.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os responsáveis pela escavação, essa seria uma das maiores valas comuns encontradas na Espanha. A Guerra Civil espanhola deixou mais de 500 mil mortos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Lei da Memória Histórica, adotada no final de 2007 para reabilitar as vítimas da Guerra Civil, prevê que as instituições apoiem a abertura de valas comuns e a identificação de corpos, mas ainda não foi colocada em prática plenamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4641958-EI8142,00-Vitimas+da+Guerra+Civil+espanhola+sao+achadas+em+vala+comum.html" target="_self">Terra News</a></p>
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		<title>Marinha encontra cinco minas da 2ª Guerra Mundial enterradas em área urbana de Maragogi &#8211; Alagoas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 12:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
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		<description><![CDATA[Três meses após encontrar uma mina marítima enterrada no litoral de Maragogi (135 km de Maceió-AL), a Marinha anunciou que outras cinco minas utilizadas para destruir navios durante a Segunda Guerra Mundial foram localizadas na cidade litorânea. Das cinco minas, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/marinha-encontra-cinco-minas-da-2%c2%aa-guerra-mundial-enterradas-em-area-urbana-de-maragogi-alagoas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/midia-indoor-cotidiano-mina-alagoas-maragogi-segunda-guerra-mundial.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2024" title="midia-indoor-cotidiano-mina-alagoas-maragogi-segunda-guerra-mundial" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/midia-indoor-cotidiano-mina-alagoas-maragogi-segunda-guerra-mundial.jpg" alt="" width="200" height="285" /></a>Três meses após encontrar uma mina marítima enterrada no litoral de Maragogi (135 km de Maceió-AL), a Marinha anunciou que outras cinco minas utilizadas para destruir navios durante a Segunda Guerra Mundial foram localizadas na cidade litorânea.</p>
<p>Das cinco minas, três estão na parte urbana da cidade (sendo duas no centro) e duas enterradas na areia da praia. Há ainda a suspeita de que uma sexta mina esteja enterrada na parte urbana, mas as autoridades não confirmam.</p>
<p>Segundo o capitão dos Portos em Alagoas, André Pereira Meire, as minas estão localizadas em áreas de grande concentração de moradores e necessitam de uma grande operação para serem retiradas, transportadas e detonadas em segurança. O trabalho, porém, só deve ser realizado após as eleições de outubro, a pedido da Prefeitura de Maragogi.</p>
<p>&#8220;Essas minas foram enterradas por moradores em áreas que, naquela época, há 70 anos, não eram ocupadas. Só que a cidade cresceu e hoje elas estão em áreas urbanas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo Meire, todo o trabalho deve durar 25 dias. Uma equipe do Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais virá do Rio de Janeiro para auxiliar no trabalho. &#8220;Vários órgãos vão participar dessa operação, como prefeitura, Secretaria de Saúde, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, já que precisaremos interditar uma área de 150 metros de cada uma das minas e, claro, precisamos estar prontos se algo der errado&#8221;, explicou.</p>
<p>Apesar de não saber se as minas ainda têm potencial explosivo, Meire afirma que a remoção é necessária. &#8220;Um raio, por exemplo, pode detonar um artefato explosivo. E vamos supor que, daqui a 15 anos, por exemplo, esse assunto caia no esquecimento e alguém vá escavar e cause uma explosão. Por isso foi decidido, após análise de equipe técnica, que as minas serão retiradas.”</p>
<p>Moradores de Maragogi estão assustados. &#8220;Fico com receio porque sei que essa bomba pode causar uma grande explosão&#8221;, disse a comerciante Maria Aparecida, que vende artesanato na orla da cidade.</p>
<p><strong>Primeira mina detonada</strong><br />
No dia 11 de maio desse ano, funcionários que trabalhavam em uma obra de saneamento encontraram uma mina marítima enterrada a menos de dois metros de profundidade na areia da praia, no centro da cidade. Militares do esquadrão antibombas da Polícia Militar foram até o município, retiraram e detonaram a bomba em uma área deserta.</p>
<p>Porém, devido à força dos explosivos, estilhaços da bomba foram arremessados a quase 1 km de distância e atingiram casas, hotéis e estabelecimentos comerciais, que protestaram contra a detonação em uma área próxima aos prédios.</p>
<p>À época, os militares explicaram que escolheram o local por conta da dificuldade em remover a bomba para mais longe. Segundo eles, não havia um lugar completamente seguro para detonação.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/08/25/marinha-encontra-cinco-minas-da-2-guerra-mundial-enterradas-em-area-urbana-de-maragogi-al.jhtm" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>Irã faz disparo de teste de míssil terra-terra Fateh-110</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 12:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Míssil Terra-Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Míssil Terra-Terra Fateh 110]]></category>

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		<description><![CDATA[O Irã fez um disparo de teste de um míssil terra-terra de nova geração Fateh-110, que utiliza combustível sólido, informou a televisão estatal iraniana, que exibiu imagens do lançamento do projétil a partir de um veículo militar. A nova versão &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/ira-faz-disparo-de-teste-de-missil-terra-terra-fateh-110/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Missil-Fateh-110.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2021" title="Missil Fateh-110" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Missil-Fateh-110-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>O Irã fez um disparo de teste de um míssil terra-terra de nova geração Fateh-110, que utiliza combustível sólido, informou a televisão estatal iraniana, que exibiu imagens do lançamento do projétil a partir de um veículo militar.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova versão do Fateh-110 supera o raio de alcance do modelo anterior, que era de 150 a 200 km, segundo a emissora, que também exibiu imagens do míssil atingindo o alvo. Na sexta passada, o Irã anunciou um teste do míssil terra-terra Qiam, que tem alcance de 1.500 km.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu arsenal, o Irã dispõe atualmente de dezenas de mísseis de curto e médio alcance (até 2 mil km) e executa uma ambiciosa política de desenvolvimento da capacidade balística, em particular com um importante programa espacial.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4641260-EI308,00-Ira+faz+disparo+de+teste+de+missil+terraterra+Fateh.html" target="_blank">Terra News</a></p>
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		<title>DL-43 Nahuel &#8211; O Tanque Tigre Argentino</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 17:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Infantaria 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[DL-43 Nahuel]]></category>
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		<category><![CDATA[Tanque Argentino]]></category>
		<category><![CDATA[Tanque Médio Argentino]]></category>

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		<description><![CDATA[A Argentina, sem dúvidas, tentou nas décadas de 1940 e 1950, se tornar auto suficiente no âmbito bélico. À época, a tecnologia na produção bélica era muito mais homogênea do que viria a se tornar já em meados dos anos &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Argentina, sem dúvidas, tentou nas décadas de 1940 e 1950, se tornar auto suficiente no âmbito bélico. À época, a tecnologia na produção bélica era muito mais homogênea do que viria a se tornar já em meados dos anos de 1950 em diante. No curso da Segunda Guerra Mundial, a Argentina criou aquele que seria o primeiro MBT (Main Battle Tank – Veículo de Combate Principal) do  Exército Argentino, o tanque médio DL-43 </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Nahuel</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, que no idioma mapuche local, significa “Tigre”. Infelizmente para a Argentina, apenas 12 “Tigres” foram fabricados, e esta é sua história:</span></span></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Entre os anos 1936 e 1937, o Exército Argentino (EA), realizou uma série de manobras militares (de grande escala) na província de Córdoba, que resultou na definição de uma vasta gama de manobras e utilizações para o emprego de veículos blindados.</span></span></span></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Visando suprir suas forças armadas com equipamentos modernos, a Argentina optou, no ano seguinte, pela aquisição de 160 veículos blindados tchecos Skoda THNP-38, mas os planos argentinos acabariam por ser frustrados pela ocupação alemã da Tchecoslováquia, onde os tanques tchecos acabariam incorporados às forças armadas alemães, sob a designação “Panzer 38(t)” e a produção da Skoda seria voltada unicamente ao fornecimento de equipamentos para a Alemanha. Ao início da Segunda Guerra Mundial, a Argentina contava com doze blindados Vickers Carden Lloyd mod 1934 e seis  blindados Crossley mod 1924, além de não poder contar com o fornecimento de armas de seus tradicionais fornecedores europeus.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A situação manteve-se dentro destes patamares até que em 04 de junho de 1943, através de um golpe militar, o presidente Ramon S. Castillo renunciou, e o governo foi assumido por diversos líderes militares. Sob o governo militar, e em plena guerra mundial, não houve outra opção à Argentina, senão a de desenvolver localmente uma opção para modernizar seu exército. A tarefa de projetar e produzir um veículo blindado foi entregue aos engenheiros militares   Tenente-Coronel Alfredo A Baisi (diretor do Arsenal Esteban de Luca) e Major Francisco Aranda Villamil.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O projeto base (notadamente inspirado M4 Sherman) e uma maquete em madeira foram finalizados em apenas 45 dias e o primeiro protótipo foi concluído em apenas 60 dias após a ordem de produção ser emitida.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Apesar da capacidade industrial argentina estar consideravelmente melhor, graças às chamadas “Substituição de Importações”, que nada mais foram do que medidas adotadas para estimular a produção industrial argentina (a exemplo das medidas de industrialização brasileiras adotadas durante o primeiro governo de Getúlio Vargas), o parque fabril argentino era totalmente inexperiente em projetos relativos à indústria pesada, por isso mesmo, diversas instituições publicas e privadas foram contratadas para a produção das diversas partes do veículo:</span></span></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Chassis: 	Fabricados pelo Estaleiro do Ministério de Obras Públicas, situado 	em Isla Maciel (Isla Maciel é um bairro do distrito de Dock Sud, 	que pertence  à cidade de Avellaneda, vizinha à Buenos Aires);</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Anel 	de Proteção (Anel que fixa a torreta ao corpo do veículo): (1) 	Forjado nas Oficinas da Administração Estatal de Ferrovias; (2) 	Usinado nas instalações do Instituto Aerotécnico -IAe (antiga 	Fábrica Militar de Aviones), em Córdoba;</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Torreta: 	As torres (com 3 lugares) eram fundidas em uma peça única (à 	época apenas o soviético T-34 e o francês Somua S-35, empregavam 	torretas produzidas numa peça única) nas instalações da 	“Talleres Metalúrgicos San Martín – TAMET (Oficinas 	Metalúrgicas San Martin)</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Motorização: 	O motor escolhido para mover o Nahuel era um Lorraine-Dietrich EB 	12, com 12 cilindros em W, refrigerado a água, que desenvolviam 450 	hp, que foram fabricados pelo IAe, durante os anos de 1931 e 1932.</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Transmissão: 	A montagem de todo sistema de transmissão (motor + radiador+  	transmissão hidráulica de 5 marchas) era realizada pela empresa 	“Pedro Merlini”, situada no bairro de Caballito – Buenos Aires</span></span></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A rolagem do veiculo era feita por meio de lagartas de aço, compostas por 76 placas. A roda motriz foi instalada à frente e a roda de tensão era montada na traseira do tanque. O sistema de tensão também era composto por três conjuntos de rodetes duplos(sustentação/rodagem) e três rodetes simples (retorno), que eram suportados por meio de molas. Este sistema de rolagem permitia ao Nahuel atingir uma velocidade de até 40 quilômetros horários e vencer inclinações de até 30 graus.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O armamento principal utilizado nos DL-43 de pré-série, foi o canhão Krupp L30 Modelo 1909, de 75 milímetros, que era o também o armamento padrão da artilharia de campo do EA até o final da década de 1930, quando foram substituídos pelos canhões Bofors de também 75 milímetros. Embora já não estivesse mais em uso, ainda existiam diversos exemplares do canhão Krupp nos depósitos da “Dirección General de Materiales del Ejército – DGME”, inclusive alguns canhões novos, ainda em suas embalagens originais. Este canhão era uma peça de recuo hidráulico, com alcance máximo de 7700 metros (4,7856 milhas), que embora limitado pela sua montagem (carreta), tinha uma taxa de disparo na ordem de 20 disparos/minuto.</span></span></span></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O armamento secundário consistia de uma metralhadora Allan (produção nacional)de 7,65 milímetros, em montagem coaxial e 3 metralhadoras Madsen de 7,65 milímetros, montadas na dianteira, acionadas pelo operador do rádio.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A produção do Nahuel foi então autorizada, sendo que foram concluídos apenas 12 unidades até a produção ser encerrada em 1945. Todas os 12 exemplares foram postos em serviço ativo, mas em 1947 se encontravam inativos por conta de vários problemas mecânicos. Foi então que, graças ao novo diretor da Escola de Tropas Mecanizadas, Coronel José Epifanio Maria Sosa Molina (irmão do Ministro da Guerra), que os Nahuel foram enviados ao   Arsenal Esteban Luca, onde foram modernizados</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Escola de Tropas Mecanizadas criou a “Compañía de Tanques Medianos (Companhia de Tanques Médios), que contava com duas seções de tanques Nahuel cada. A comapnhia foi posta sob o comando do Capitão Júlio Alberto  Cáceres, e as seções sob o comando do Primeiro-Tenente Hector Pedro Nan e do Tenente José Javier de la Cuesta Ávila respectivamente.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Nos DL-43 modernizados, além da instalação de um rádio-comunicador Mk.19, foram melhoradas as escotilhas de acesso e a escotilha de guia do piloto. Além disto, as três metralhadoras frontais foram removidas. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esta foi a derradeira atualização do Nahuel. A guerra na Europa havia terminado, deixando os países praticamente em escombros. Entre os países aliados, havia uma quantidade impressionante de equipamentos bélicos excedentes, que estes se mostravam dispostos a vendê-los a preços muito baixos e até mesmo em troca de produtos agrícolas. O governo argentino, agora sob o comando do presidente Juan Domingo Perón, decidiu adquirir estes equipamentos bélicos.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ironicamente, os Nahuel foram substituídos pelos tanques M4 Sherman, que foram vendidos à Argentina pela Bélgica, como sucata, já que havia um embargo à venda de armamentos à Argentina. Os DL-43 Nahuel foram retirados do serviço em 1948, sendo entregues para o sucateamento em Buenos Aires.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Imagens:</strong></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank/' title='Nahuel_Tank'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank" title="Nahuel_Tank" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank4/' title='Nahuel_Tank4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank4" title="Nahuel_Tank4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-2/' title='Nahuel_Tank-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-2" title="Nahuel_Tank-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-3/' title='Nahuel_Tank-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-3" title="Nahuel_Tank-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-5/' title='Nahuel_Tank-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-5" title="Nahuel_Tank-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-6/' title='Nahuel_Tank-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-6" title="Nahuel_Tank-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-7/' title='Nahuel_Tank-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-7" title="Nahuel_Tank-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-8/' title='Nahuel_Tank-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-8" title="Nahuel_Tank-8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-9/' title='Nahuel_Tank-9'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-9" title="Nahuel_Tank-9" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/dl-43-nahuel-o-tanque-tigre-argentino/nahuel_tank-10/' title='Nahuel_Tank-10'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Nahuel_Tank-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nahuel_Tank-10" title="Nahuel_Tank-10" /></a>

<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="489">
<col width="130"></col>
<col width="351"></col>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="485"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Dados 			Técnicos</strong></span></span></p>
<hr size="1" /></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tipo</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tanque 			Médio</span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>País 			de origem</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Argentina"><span style="color: #000000;">Argentina</span></a></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">35 			ton</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Comprimento</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6,22 			m</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Largura</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,33 			m</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Altura</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,95 			m</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tripulação</strong></span></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5 			(piloto, operador de rádio/artilheiro, comandante, artilheiro e 			municiador)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Blindagem</strong></span></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">25-80 			mm em aço-níquel</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento 			Principal</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 			canhão Krupp L.30 Modelo 1909, de 75mm</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento 			Secundário</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 			metralhadora coaxial Allan 7,65 mm</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 			metralhadoras Madsen 7,65 mm fixas.</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Motorização</strong></span></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 			motor FMA-Lorraine Dietrich EB-12, 12 cilindros em W, 450 hp 			(12,85 hp / ton)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade 			máxima</strong></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">40 			km/h</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="130"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Autonomia</strong></span></span></span></td>
<td width="351"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">250 			km</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipedia: </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Nahuel"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://es.wikipedia.org/wiki/Nahuel</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Florida State University : </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mailer.fsu.edu/~akirk/tanks/argentina/argentina.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://mailer.fsu.edu/~akirk/tanks/argentina/argentina.html</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>EUA e Vietnã fazem primeiros exercícios navais em 37 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 10:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra do Vietnã]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnâ]]></category>

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		<description><![CDATA[Estados Unidos e Vietnã começarão nesta quarta-feira os primeiros exercícios navais conjuntos desde o final da guerra, há 37 anos, com participação do porta-aviões George Washington e do destróier americano John S. McCain, entre outros. O tenente americano Mike Morley &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/eua-e-vietna-fazem-primeiros-exercicios-navais-em-37-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estados Unidos e Vietnã começarão nesta quarta-feira os primeiros exercícios navais conjuntos desde o final da guerra, há 37 anos, com participação do porta-aviões George Washington e do destróier americano John S. McCain, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O tenente americano Mike Morley explicou em Danang, cidade portuária do litoral central do Vietnã, que as manobras começarão com simulações bélicas e operações de resgate.</p>
<p style="text-align: justify;">As duas forças navais também farão trabalhos de controle de danos e consertos, segundo Morley.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma comitiva militar vietnamita comandada pelo coronel Vu Dinh Hieu visitou esta manhã o destróier McCain, de cerca de nove mil toneladas de peso e com uma tripulação de cerca de 300 pessoas, no porto de Danang.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta embarcação de guerra americana participou com a Coreia do Sul no final de julho de outras manobras navais no Mar do Leste (Mar do Japão), destinadas a mostrar à vizinha Coreia do Norte o poderio militar dos aliados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os exercícios militares com o Vietnã lembram o 15º quinto aniversário da normalização das relações entre Washington e Hanói, mas também enviam uma mensagem à China em um momento no qual o diálogo bilateral com os Estados Unidos piorou em comparação com o ano passado, segundo analistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o regime comunista vietnamita, representa um respaldo a sua disputa com Pequim pela soberania sobre as ilhas Paracel e Spratly, no Mar da China Meridional.</p>
<p style="text-align: justify;">O porta-aviões George Washington atracou em Danang no último domingo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4614555-EI8143,00-EUA+e+Vietna+fazem+primeiros+exercicios+navais+em+anos.html" target="_blank">Terra</a></p>
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		<item>
		<title>Coreia do Sul reconhece perdão japonês para &#8220;superar passado&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 10:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo da Coreia do Sul reconheceu a vontade japonesa de superar um passado &#8220;infeliz&#8221; entre os dois países depois que o primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, pediu desculpas nesta terça-feira pela ocupação colonial da península coreana. Em comunicado oficial, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/coreia-do-sul-reconhece-perdao-japones-para-superar-passado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Governo da Coreia do Sul reconheceu a vontade japonesa de superar um passado &#8220;infeliz&#8221; entre os dois países depois que o primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, pediu desculpas nesta terça-feira pela ocupação colonial da península coreana. Em comunicado oficial, Kan expressou nesta terça o &#8220;profundo remorso&#8221; do Japão e pediu &#8220;desculpas de coração&#8221; pelos grandes danos e sofrimentos causados pela ocupação colonial japonesa (1910-1945), poucos dias antes de ser completado o centenário da anexação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resposta, o Ministério de Exteriores sul-coreano disse que Seul &#8220;presta atenção&#8221; ao fato de o Japão aceitar que a colonização japonesa foi contra a vontade do povo coreano e manifestar franqueza sobre erros passados. Seul expressou seu desejo de que &#8220;essa visão seja compartilhada por todo o povo do Japão&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Reconhecemos o comunicado do primeiro-ministro Kan como a vontade do líder e de seu Governo para superar um passado infeliz entre Coreia e Japão e para impulsionar brilhantes relações bilaterais futuras&#8221;, assinala. Seul também qualificou positivamente o compromisso japonês de realizar cooperação humanitária relacionada com o colonialismo e devolver patrimônios culturais sul-coreanos tomados durante a colonização, entre eles os documentos reais da Dinastia de Joseon (1392-1910).</p>
<p style="text-align: justify;">Seul expressou ainda seu desejo que as relações entre Coreia do Sul e Japão sigam avançando sobre a base de uma correta percepção e reflexão desse passado histórico &#8220;infeliz&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4614430-EI8143,00-Coreia+do+Sul+reconhece+perdao+japones+para+superar+passado.html" target="_blank">Terra</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Protótipo de helicóptero quebra recorde de velocidade</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 20:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Helicoptero]]></category>
		<category><![CDATA[Protótipo]]></category>
		<category><![CDATA[Sikorsky X2]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa americana Sikorsky é responsável pelos helicópteros com tecnologia X2, que pretende fazer com que as aeronaves cheguem a ser até duas vezes mais rápidas do que as atuais. Em um voo de aproximadamente 30 minutos, em uma base &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/prototipo-de-helicoptero-quebra-recorde-de-velocidade/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1925" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Sikorsky-X2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1925" title="Sikorsky X2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Sikorsky-X2-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Protótipo Sikorsky X2</p></div>
<p style="text-align: justify;">A empresa americana Sikorsky é responsável pelos helicópteros com tecnologia X2, que pretende fazer com que as aeronaves cheguem a ser até duas vezes mais rápidas do que as atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um voo de aproximadamente 30 minutos, em uma base de testes na Flórida, com um protótipo da nova tecnologia, o helicóptero foi capaz de chegar a 258 mph (milhas por hora). Isso é o equivalente a cerca de 400 km/h, e acima do recorde anterior de 249 mph, estabelecido em 1986.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma comparação, o AH-64 Apache (helicóptero oficial dos militares americanos) pode chegar a até 365 km/h. A velocidade pretendida pelos cientistas é chegar perto dos 300 mph &#8211; cerca de 480 km/h. Isso pode fazer da tecnologia X2 um instrumento bélico poderoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Este modelo futurista de helicóptero deve ficar pronto em breve. Ele conta com dois rotores principais, com quatro pás em cada. Já o rotor de cauda tem seis pás. Essa observação é notável, ao ser comparada com as habituais duas pás de cada um dos rotores.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia X2 foi premiada pela revista Popular Science &#8211; publicação centenária considerada a principal revista sobre tecnologia e ciência no mundo. A empresa Sikorsky recebeu o prêmio Best of What&#8217;s New (Melhor do que há de novo) do ano de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4613502-EI12882,00-Prototipo+de+helicoptero+quebra+recorde+de+velocidade.html" target="_blank">Terra News</a></p>
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		<item>
		<title>A Marinha Real Romena na Segunda Guerra Mundial</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 12:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Real Romena]]></category>
		<category><![CDATA[NMS]]></category>
		<category><![CDATA[Romanian Navy]]></category>
		<category><![CDATA[Romênia]]></category>

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		<description><![CDATA[Diferente de muitas outras nações envolvidas na Segunda Guerra Mundial, a Marinha Real Romena era praticamente inexistente. Suas forças marítimas eram basicamente de escolta e para defesa costeira e suas principais embarcações já eram bastante obsoletas quando da entrada do &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Diferente de muitas outras nações envolvidas na Segunda Guerra Mundial, a Marinha Real Romena era praticamente inexistente. Suas forças marítimas eram basicamente de escolta e para defesa costeira e suas principais embarcações já eram bastante obsoletas quando da entrada do país no conflito. A Marinha Real Romena era composta por duas grandes unidades táticas, a “Divisão Marítima” (Mar Negro) e a “Divisão Danúbio” (Rio Danúbio). Além destas duas unidades, também havia o pequeno “Destacamento Naval Sulina”, e o “Setor Naval do Alto Danúbio”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O organização destas forças era a seguinte:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Divisão Marítima</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">: Responsável para defesa do litoral do país. Contava com 23 embarcações principais em 22 de junho de 1941</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Força Naval Marítima</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Esquadra de Contratorpedeiros (Destróieres):</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Regele Ferdinand</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">, NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Regina Maria</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">, NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Marasesti</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Marasti(</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">estes eram os</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em> </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">principais navios de combate da Romênia, sendo que os dois primeiro eram os mais modernos, construídos entre 1928-1929). </span></span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Seção de Canhoneiras:</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Ghiculescu</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">, NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Stihi</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Dumitrescu</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> (todas construídas antes da Grande Guerra).</span></span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Seção de Corvetas:</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Naluca</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">, NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Smeul</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Sborul</em></span></span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupo de Submarinos e Torpedeiras:</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Submarino NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Delfinul</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> (lançado em 1936)</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Torpedeiras NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Viforul</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">, NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Vijelia</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Viscolul</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">)</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li> 
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comando Portuário de Constanta: Responsável pelo controle de toda região do Porto de Constanta</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li> 
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupo de Artilharia Costeira de Constanta: Encarregado da defesa costeira da região, composto por 6 bateria de artilharia</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li> 
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Esquadrilha de Hidroaviões</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 Esquadrões Aéreos, totalizando 20 aeronaves.</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li> 
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armazéns e Depósitos de Equipamentos e Materiais Navais</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupos de Apoio e Logística</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Caça-minas NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Amiral Murgescu</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> (o mais moderno navio da marinha real romena, lançado em 1939).</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Divisão Danúbio</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">: Responsável por defender a porção romena do rio Danúbio, contava com 17 embarcações em 22 de junho de 1941.</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Força Naval Fluvial</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Esquadra de Monitores: 3 embarcações</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Seção de Lanchas Torpedeiras: 2 embarcações</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Companhia de Desembarque Terrestre</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupo de Serviço</span></span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupo Tático “Tulcea”</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupo Fluvial: 2 monitores e 4 lanchas torpedeiras</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Setor de Defesa Subaquática</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comboio de Suprimentos e Abastecimento</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Destacamento Naval “Sulina</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">: Responsável pela segurança e defesa do delta do Danúbio</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Destacamento “Sulina</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Destacamento “Periprava”</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Destacamento Chilia Veche</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Seção de Patrulha</span></span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Setor do Alto Danúbio</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">: Responsável pela defesa costeira do Danúbio, entre Cazane e Portile-de-Fier</span></span>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Bateria de Atilharia: 2</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Seção de Rastreio e Busca</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Seção de Barcos Fluviais: 2 embarcações</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupo de Reserva do Regimento de Fuzileiros</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Grupo de Reserva do Regimento de Engenharia da Marinha</span></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A força naval do Mar Negro tinha como principais embarcações, os quatro contratorpedeiros (destróieres) *NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Regele Ferdinand</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Regina Maria</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Marasesti</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> e NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Marasti, </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">sendo que os dois primeiro eram os mais modernos, construídos entre 1928-1929, na Itália. O projeto foi baseado nos barcos britânicos da Classe Shakespeare. O armamento dos contratorpedeiros foi fornecido pela tradicional Bofors e o sistema de controle de fogo foi fornecido pela alemã Siemens. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Regele Ferdinand e o </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Regina Maria </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">eram simplesmente as mais poderosas unidades de superfície disponíveis ao Eixo, durante a chamada Guerra Naval do Mar Negro, mas foram empregados especialmente em missões de escolta e em 1944, foram utilizados para a evacuação da Criméia, por parte do Eixo. Quando da capitulação romena, em agosto de 1944, todos os contratorpedeiros foram capturados pelos soviéticos, sendo devolvidos somente em 1951, onde serviriam às Forças Navais da República Popular da Romênia, até o final da mesma década. O navio mais moderno de toda marinha real romena era o caça-minas NMS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Amiral Murgescu, </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>lançado em 1939.</em></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Já no Danúbio, a espinha dorsal da</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> marinha romena, era composta por sete monitores: NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Kogalniceanu</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Bratianu</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Lahovari</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Catargiu</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Basarabia</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Bucovina</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Ardeal</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">. Os primeiros quatro haviam sido construídos em 1907 e os outros três haviam sido construídos logo após a Grande Guerra. As lanchas torpedeiras também foram construídas em 1907 e cinco barcos fluviais foram adquiridos da Tchecoslováquia entre 1940 e 1941. Além disso, a Marinha Real Romena, requisitou diversas embarcações das suas companhias marítimas, como navios cargueiros, rebocadores, navios tanque, etc.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No outono de 1941 (hemisfério sul: primavera), a marinha foi reorganizada, sendo criados os Destacamentos Navais “Liman” e “Odessa”, com estruturas similares ao Destacamento “Sulina”. A “Força Naval Marítima” se transformou em uma formação maior, passando para o controle direto do Comando da Marinha. Seu lugar, dentro da “Divisão Marítima”, foi ocupado pele Destacamento “Sulina”.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A presença naval germânica na área não era muito importante até outubro de 1942. Estas operações eram controladas pelo Almirante do Mar Negro (&#8220;Admiral Schwarze Meer&#8221;), baseado em Varna, Bulgária. Uma vez que a Frota Soviética do Mar Negro era muito mais poderosa que as forças navais romenas, a marinha romena se limitou a executar apenas missões de escolta de comboios, colocação de minas marítimas e defesa costeira.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1943, o Grupo de Submarinos e Lanchas torpedeiras foi dividido, criando a “Esquadra de Submarinos”, que contava com 3 embarcações e a “Esquadra de Lanchas Torpedeiras”, que contava com 7 embarcações. Também foi criada dentro da “Divisão Danúbio”, a “Esquadra de Dragagem” e todos os monitores foram reunidos na “Frotilha de Monitores”. Também foi criado o “Setor do Médio Danúbio”, para defender a região de Calafat.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entre os anos de 1943 e 1944, novas peças de artilharia foram adquiridas da Alemanha e Itália, além de novas baterias costeiras. A mais importante destas novas baterias foi instalada nas proximidades de Constanta e Mangalia. Nas proximidades do Porto de Constanta, também foi instalada a chamada “Bateria Tirpitz” alemã, com 3 canhões de 280 milímetros e diversas montagens AAe ao seu redor.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Do início das hostilidades até agosto de 1944, a marinha real romena aumentou substancialmente o número de embarcações e marinheiros. A “Divisão Marítima” recebeu 6 novas lanchas torpedeiras, construídas em Galati, via licença holandesa (Classe Power), 2 submarinos (NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Rechinul</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> e NMS </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Marsuinul</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">), também construídos em Galati, através de licença Germano-Holandesa (U-boot IA), 5 pequenos submarinos italianos Tipo CB, 3 submarinos caçadores alemães KFK, 3 balsas de transporte e 8 rebocadores. A “Divisão Danúbio” recebeu um barco patrulha blindado (capturado dos soviéticos), 5 rebocadores com equipamento anti-magnético, 7 barcos de patrulha e 6 rebocadores. Além disto, diversas embarcações civis também foram incorporadas à marinha.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 19 de agosto de 1944, um dia antes da Ofensiva Soviética ter início, a Marinha Real Romena contava com 54 navios no Mar Negro (29 navios de combate e 25 navios auxiliares) e 137 navios e/ou barcos no Danúbio (37 navios de combate e 100 embarcações auxiliares), um regimento de fuzileiros navais, um regimento de engenheiros e um regimento de artilharia costeira.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A última reorganização da Marinha Real Romena ocorreu em 5 de setembro de 1944, quando todos os principais navios de combate romenos foram entregues aos soviéticos, que os internou no portos do Cáucaso. Os navios do Danúbio também foram capturados e utilizados pelos soviéticos até o final da guerra. As forças foram reorganizadas em três partes: “Comando das Forças Navais Marítimas”, “Comando Costeiro” e Comando das Forças Navais Fluviais”. Também foram criados três destacamentos: “Destacamento do Baixo Danúbio”, “Destacamento do Médio Danúbio” e “Destacamento do Alto Danúbio”.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">*NMS &#8211; Nava Majestatei Sale (Navio de Sua Majestade)</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Imagens:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong><span style="font-family: Georgia; color: #000000;">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_marasti_marasesti/' title='NMS_Marasti_Marasesti'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Marasti_Marasesti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NMS Marasti ao lado de seu irmão NMS Marasesti" title="NMS_Marasti_Marasesti" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_marasti-1917-1944/' title='NMS_Marasti-1917-1944'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Marasti-1917-1944-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NMS Marasesti" title="NMS_Marasti-1917-1944" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_marasti/' title='NMS_Marasti'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Marasti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NMS Marasti" title="NMS_Marasti" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_regelle-ferdinand/' title='NMS_Regelle-Ferdinand'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Regelle-Ferdinand-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NMS Regele Ferdinand" title="NMS_Regelle-Ferdinand" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/regele-ferdinand-1935/' title='Regele Ferdinand (1935)'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Regina-Maria-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NMS Regele Ferdinand - 1935" title="Regele Ferdinand (1935)" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/likhoi-forward-and-letuchy-while-in-soviet-service/' title='Likhoi (forward) and Letuchy while in Soviet Service'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Likhoi-forward-and-Letuchy-while-in-Soviet-Service-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Já sob bandeira soviética, o Likhoi (NMS Regele Ferdinand) e o Letuchy (NMS Regina Maria)" title="Likhoi (forward) and Letuchy while in Soviet Service" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/letuchiy-reginamaria/' title='Letuchiy-ReginaMaria'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/Letuchiy-ReginaMaria-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Letuchy (NMS Regina Maria)" title="Letuchiy-ReginaMaria" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_delfinul/' title='NMS_Delfinul'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Delfinul-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Submarino NMS Delfinul" title="NMS_Delfinul" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_catargiu/' title='NMS_Catargiu'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Catargiu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Monitor fluvial NMS Catargiu" title="NMS_Catargiu" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_eugen-stihi_canhoneira/' title='NMS_Eugen-Stihi_Canhoneira'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Eugen-Stihi_Canhoneira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhoneira NMS Eugen Stihi" title="NMS_Eugen-Stihi_Canhoneira" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms_vijelia/' title='NMS_Vijelia'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS_Vijelia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Torpedeira NMS Vijelia" title="NMS_Vijelia" /></a>
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<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/08/a-marinha-real-romena-na-segunda-guerra-mundial/nms-smeul_1920-1944/' title='NMS-Smeul_1920-1944'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/08/NMS-Smeul_1920-1944-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NMS Zmeul" title="NMS-Smeul_1920-1944" /></a>
</p>
<p></span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong></strong></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Romanian_Navy_between_1914-1918">http://en.wikipedia.org/wiki/Romanian_Navy_between_1914-1918</a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Forças Armadas Romenas na SGM: </span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.worldwar2.ro/organizare/?article=25"><span style="font-size: x-small;">http://www.worldwar2.ro/organizare/?article=25</span></a></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">World Naval Ships: </span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.worldnavalships.com/forums/showthread.php?t=5905"><span style="font-size: x-small;">http://www.worldnavalships.com/forums/showthread.php?t=5905</span></a></span></span></span></p>
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		<title>Os submarinos japoneses da classe Ko-hyoteki</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque ao Porto de Sydney]]></category>
		<category><![CDATA[IJN]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Ko-hyoteki]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Imperial Japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[NA-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pearl Harbor]]></category>
		<category><![CDATA[Submarino]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos Anões]]></category>

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		<description><![CDATA[ Os submarinos anões da classe Ko-hyoteki (literalmente “Alvo Tipo A”), receberam numeração de seus cascos, que eram precedidos pelo prefixo “HA”, mas esta identificação só podia ser vista nas placas de identificação do construtor, no interior do casco. Dentro da &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os submarinos anões da classe </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Ko-hyoteki</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> (literalmente “Alvo Tipo A”), receberam numeração de seus cascos, que eram precedidos pelo prefixo “HA”, mas esta identificação só podia ser vista nas placas de identificação do construtor, no interior do casco. Dentro da Marinha Imperial Japonesa, estas embarcações não recebiam nomes individuais, sendo tipicamente designados pelo número do casco do submarino-pai (o submarino que o transportava até o início da missão), e o sufixou “tou”. Exemplificando, o submarino anão incorporado no submarino I-24, recebia a designação “I-24tou” (embora este tivesse número de casco HA-19).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Foram construídas cerca de cinquenta unidades desta classe. Foi adotado o nome &#8220;Alvo Tipo A&#8221; justamente como medida dissimulatória, no caso de outra nação tomar conhecimento deste projeto, a Marinha Imperial poderia alegar que estes submarinos serviriam apenas como embarcações de treinamento para técnicas de combate. Além disso, estas embarcações também eram chamadas de “Tubos”, dentro da gíria da marinha.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Cada submarino era equipado com dois torpedos de 450 milímetros (17,7 polegadas) Tipo 97, já acomodados em tubos montados um sobre o outro, na proa. O torpedo Tipo 97 era baseado no projeto do incrível torpedo Tipo 93 “Long Lance”, porém com dimensional reduzido, para o uso em mini submarinos. Para o ataque à Pearl Harbor, estes torpedos apresentaram problemas de perda de oxigênio, o que forçou a utilização dos torpedos Tipo 91, concebidos para o uso aerotransportado. Posteriormente o Tipo 97 receberia os ajustes necessários, passando a ser designados Tipo 97 Especial (também conhecidos como Tipo 98). Este torpedo tinha uma carga de 350 quilogramas (772 libras), seu alcance era de 5,5 quilômetros (3,4 milhas) e atingia velocidade de até 81 quilômetros horários (44 knots), sendo empregado com sucesso no ataque ao Porto de Sydney. Além disto, cada submarino anão também transportava uma carga explosiva de 140 quilogramas, para a demolição da embarcação ou mesmo como arma suicida.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os dois primeiros submarinos anões, os Ha-1 e Ha-2, foram usados apenas para testes. Estes submarinos não dispunham de vela (torre), que seriam posteriormente adicionadas para estabilidade dentro de água.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O paradeiro das 50 unidades construídas é desconhecido, sabendo-se apenas o paradeiro de uns poucos submarinos, empregados em ataques contra os aliados. Dentre as ações onde sabidamente foram empregados submarinos anões, estão o ataque á base naval americana de Pearl Harbor, o ataque ao Porto de Sydney (Austrália), ataques às ilhas de Guam, Guadalcanal e Kiska e provavelmente o ataque à Madagascar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Ataque à Pearl Harbor</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A força de ataque japonesa empregou cinco submarinos anões para o ataque à base naval americana de Pearl Harbor, sendo lançados dos submarinos I-16, I-18, I-20, I-22 e I-24 (Respectivamente I-16tou, I-18tou, I-20tou, I-22tou e I-24tou). </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O submarino I-16tou, comandado por Masaji Yokoyama e operado por Sadamu Uyeda, enviou rádio, na tarde do dia 7 de dezembro, informando que seu ataque havia sido bem sucedido e a ele foi creditado o afundamento do encouraçado USS Arizona (BB-39). Fotografias aéreas, feitas por aviadores japoneses mostram o que aparentava ser um ko-hyoteki dentro da zona portuária, disparando seus torpedos em direção ao encouraçado e ao cruzador leve USS St. Louis (CL-49). Análises fotográficas mais completas, realizadas e, 1999, determinaram que não só havia um </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">ko-hyoteki em Pearl Harbor, mas que este havia disparado seus torpedos e um deles atingira o USS West Virginia (bem diferente do USS Arizona !).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O paradeiro do I-16tou permaneceu desconhecido até 2009, quando uma equipe de pesquisa financiada pela PBS Nova, localizou fora da entrada do porto os restos do naufrágio de um mini submarino e identificou positivamente como sendo os destroços da embarcação japonesa. Documentos desclassificados na década de 1960, indicaram que estes destroços haviam sido recuperados junto com outras embarcações, por conta do Desastre de West Loch, ocorrido em 1944 (o fato foi mantido em segredo na época). Após o salvamento (e provavelmente por falta de identificação), os destroços foram lançados ao mar, a cerca de 5 quilômetros ao sul de Pearl. A documentação revela que a tripulação do submarino recebeu ordens para afundar (com o uso da carga explosiva) o submarino. Um reporte da época, feito pelo Almirante Chester Nimitz, dá conta que nas imediações, havia sido recolhido um torpedo do mesmo tipo empregado nos mini submarinos. Este material (sobre esta descoberta) foi levado ao ar no programa de televisão </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Killer Subs in Pearl Harbor, </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">da PBS Nova e também foi noticiada pelo website I-16tou.com.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os destroços do I-18tou, que era comandado por Shigemi Furuno e operado por Shigenori Yokohama, foi localizado em 13 de junho de 1960, por mergulhadores da US Navy, em Keehi Lagoon, a leste da entrada de Pearl Harbor. O submarino foi abandonado após ser avariado por cargas de profundidade. Este submarino, foi içado pelo navio americano USS Current (ARS-22) e sua proa, que ainda continha seus torpedos foi removida e novamente lançada ao mar (havia muito risco das cargas explodirem a qualquer instante). O submarino foi então entregue ao Japão, onde foi restaurado e desde 15 de março de 1962, encontra-se em exibição na Academia Naval Imperial Japonesa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O I-20tou, que era comandado por Akira Hiro-o e tripulado por Yoshio Katayama, recebeu ordens para atacar um ponto próximo a Waikiki. Às 0637 horas (local) do dia 07 de dezembro de 1941, o destróier USS Ward (DD-139) localizou e atacou um submarino anão japonês, nas imediações de base naval de Pearl Harbor. Apesar dos registros e relatos, tal embarcação não foi encontrada, o que por muitos anos, manteve na dúvida se tal fato realmente aconteceu. Foi somente 61 anos depois, em 28 de agosto de 2002 que este fato pode ser finalmente esclarecido. O submersível de pesquisas da Universidade do Hawaii, localizou a cerca de 370 metros de profundidade, a uma distância de 8 quilômetros de Pearl Harbor, os destroços de um submarino anão. A vela do submarino havia sido atingida por um disparo de 3 polegadas, que matou instantaneamente o comandante Akira. Após análises mais detalhadas, foi constatado que se tratava do I-20tou, a embarcação citada nos registros do USS Ward.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O submarino I-22tou, tripulado por Naoji Iwasa e Naokicki Sasaki, conseguiu entrar no porto e disparar seus dois torpedos contra o Porta-Hidroaviões USS Curtiss (AV-4) e o Destróier USS Monaghan (DD-354). Felizmente nenhum destes torpedos atingiu seus alvos, mas acredita-se que tenham se chocado contra as docas de Pearl e o pontão de Ford Island. O submarino foi localizado e afundado às 0843 horas, pelo destróier USS Monaghan (DD-354). O submarino foi içado e posteriormente, quando da construção do novo cais do porto, foi enterrado, junto com os restos mortais dos tripulantes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Outro submarino que entrou no porto foi o I-24tou (HA-19), comandado por Kazuo Sakamaki e tripulado também por Kiyoshi Inagake. Após realizar seu ataque, acabou capturado quando encalhou na parte leste da praia de Oahu, ainda no dia 7 de dezembro de 1941. Inagake foi morto durante a ação de captura e o comandante Sakamaki se tornou o primeiro prisioneiro de guerra dos EUA na Segunda Guerra Mundial. Este submarino seria posteriormente levado através dos EUA, para ajudar a “convencer” a população da necessidade de adquirir “Bônus de Guerra”, necessários para o financiamento da guerra. Posteriormente seria considerado Objeto Histórico Nacional, e encontra-se em exibição no Museu Nacional da Guerra do Pacífico.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Ataque ao Porto de </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Sydney</span></span></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Na noite de 29 de maio de 1942, cinco grandes submarinos japoneses se posicionaram a cerca de 56 quilômetros a nordeste de Sydney. Às 3:00 (3:00 am) horas da mesma noite, um destes submarinos enviou um hidroavião para efetuar o reconhecimento na zona portuária de Sydney. Após chegar em seu destino, o hidroavião fez diversos círculos sobre o porto, retornando em seguida, onde o piloto reportou ter visto diversos encouraçados e cruzadores aportados. O oficial comandante da frotilha decidiu então atacar a porto, na noite seguinte, por meio de submarinos anões. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Durante o dia, os submarinos (submersos) se aproximaram do porto, ficando a uma distância de cerca de 11 quilômetros, de onde às 16:30 horas (4:30 pm) , foram lançados então os submarinos anões, para estes se dirigirem lentamente para o porto.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">As defesas portuárias detectaram a entrada do primeiro submarino anão às 20:00 horas (8:00pm), mas não antes deste ficar preso na rede anti-torpedo que havia sido colocada entre Green Point e George&#8217;s Head. Antes que o navio HMAS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Yarroma</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> estivesse pronto para abrir fogo, os tripulantes do submarino acionaram a carga explosiva, destruindo a embarcação e matando a eles mesmos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O segundo submarino adentrou no porto às 21:48 horas (9:48pm), e dirigiu-se a oeste, em direção à Harbour Bridge, o que ocasionou um alerta geral. Quando estava a cerca de 200 metros de Garden Island, o submarino japonês disparou seus torpedos contra o cruzador pesado USS Chicago (CA-29). Um dos torpedos rumou direto para Garden Island, mas não explodiu. O outro também errou o alvo, passando por baixo do submarino holandês K-9, indo de encontro à muralha do cais, onde encontrou pela frente, o navio HMAS Kuttabul, que explodiu, matando 21 tripulantes. Em meio à confusão, o submarino japonês deixou o porto, após cumprir sua missão, desaparecendo por completo. Em novembro de 2006, uma expedição localizaria o naufrágio do submarino anão japonês, a 30 quilômetros ao norte do porto e a cerca de 5 quilômetros da costa. O local do naufrágio é considerado sepultura marítima.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Uma terceira embarcação foi localizada pela tripulação do HMAS </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Yandra,</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> ainda na entrada do porto, que prontamente atacou o invasor com cargas de profundidade. Cerca de quatro horas depois, o submarino, recuperado do ataque, tentaria novamente adentrar o porto, mas mais uma seria atacado com cargas de profundidade. A frágil embarcação japonesa não resistiu ao ataque e afundou na Baía Taylor. Os tripulantes do submarino se suicidariam.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os dois submarinos afundados no porto foram recuperados pelas forças australianas, onde constataram ser idênticos, utilizando então suas partes, para reconstruir completamente um submarino, que foi posteriormente enviado à New South Wales, Victoria e South Australia, antes de ser finalmente enviado á Canberra, para o Memorial de Guerra Australiano, no ano de 1943, onde permanece até hoje.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><a name="Japanese_midget_submarine_attacks_on_Syd"></a><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Ataque a </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Madagascar</span></span></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 29 de maio de 1942, os submarinos japoneses I-10, I-16 e I-20 chegaram á Madagascar. O avião de reconhecimento enviado pelo submarino I-10, localizaria o encouraçado britânico HMS Ramillies ancorado no Porto Diego Suarez. No entanto o avião de reconhecimento foi localizado e o navio britânico então, logo mudou de doca. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os submarinos I-16 e I-20, prontamente enviaram seus mini submarinos para atacar o encouraçado britânico. Somente um dos submarinos anões conseguiu entrar no porto, onde prontamente lançou seus torpedos, pois estava sendo atacado por duas corvetas, com cargas de profundidade. Um dos torpedos atingiu o HMS Ramillies, infligindo pesados danos à embarcação, que posteriormente seria enviada para reparos em Durban e Plymouth. O outro torpedo atingiu e provocou o afundamento do navio tanque britânico British Loyalty (de 6993 toneladas), que posteriormente seria recuperado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os tripulantes do submarino japonês, Tenente Saburo Akieda e Cabo Masami Takemoto, abandonaram a embarcação (I-20b tou) na praia em Nosy Antalikely e se deslocaram a pé até Cabo Amber. Lá eles foram avistados e denunciados, enquanto furtavam mantimentos em um vilarejo, onde acabariam mortos em um confronto com os Royal Marines, três dias depois. O segundo submarino anão naufragou no mar e o corpo de um de seus tripulantes foi localizado flutuando no mar um dia depois.</span></span></p>
<p><strong>IMAGENS:<br />
</strong></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/midget-submarine/' title='midget-submarine'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/midget-submarine-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="midget-submarine" title="midget-submarine" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/uss_ward_dd-139/' title='USS_Ward_(DD-139)'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/USS_Ward_DD-139-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="USS Ward - DD-139" title="USS_Ward_(DD-139)" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_i-20tou-1/' title='Ko-hyoteki_I-20tou-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_I-20tou-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ko-hyoteki I-20tou, encontrado em 2002" title="Ko-hyoteki_I-20tou-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_i-20tou-2/' title='Ko-hyoteki_I-20tou-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_I-20tou-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ko-hyoteki I-20tou, encontrado em 2002" title="Ko-hyoteki_I-20tou-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_i-18tou-1/' title='Ko-hyoteki_I-18tou-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_I-18tou-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ko-hyoteki I-18tou sendo içado pelo ARS-22, em 1960" title="Ko-hyoteki_I-18tou-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_i-18tou-2/' title='Ko-hyoteki_I-18tou-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_I-18tou-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A tripulação do ARS-22 baixa o Ko-hyoteki I-18tou" title="Ko-hyoteki_I-18tou-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_i-18tou-3/' title='Ko-hyoteki_I-18tou-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_I-18tou-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ko-hyoteki I-18tou, aqui já em exposição no Japão" title="Ko-hyoteki_I-18tou-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ussmonaghandd354/' title='USSMonaghanDD354'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/USSMonaghanDD354-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="USS Monaghan - DD354" title="USSMonaghanDD354" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_i-22tou/' title='Ko-hyoteki_I-22tou'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_I-22tou-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ko-hyoteki I-22tou" title="Ko-hyoteki_I-22tou" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/uss_chicago_cl-29/' title='USS_Chicago_(CL-29)'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/USS_Chicago_CL-29-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="USS Chicago - CL-29" title="USS_Chicago_(CL-29)" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_ha-19/' title='Ko-hyoteki_HA-19'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_HA-19-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ko-hyoteki I-24tou (HA-19), quando da captura em 7 dez 1941" title="Ko-hyoteki_HA-19" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ha-19-on-display-in-fredericksburg-texas-during-world-war-ii/' title='HA-19 on display in Fredericksburg-Texas during World War II'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/HA-19-on-display-in-Fredericksburg-Texas-during-World-War-II-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HA-19 em Fredericksburg-Texas (EUA), durante a SGM" title="HA-19 on display in Fredericksburg-Texas during World War II" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_ha-19-2/' title='Ko-hyoteki_HA-19'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_HA-19-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ko-hyoteki I-24tou (HA-19), aqui com seu antigo comandante ao lado" title="Ko-hyoteki_HA-19" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/endorsement/' title='endorsement'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/endorsement-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Reprodução de um dos documentos desclassificados em 1960, sobre a presença de submarinos em Pearl Harbor" title="endorsement" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/ko-hyoteki_sydney/' title='Ko-hyoteki_Sydney'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Ko-hyoteki_Sydney-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um dos Ko-hyoteki recuperados após o ataque ao Porto de Sydney" title="Ko-hyoteki_Sydney" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/os-submarinos-japoneses-da-classe-ko-hyoteki/torpedo-tipo-97-especial-porto-de-sydney/' title='Torpedo Tipo 97 Especial - Porto de Sydney'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/Torpedo-Tipo-97-Especial-Porto-de-Sydney-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Torpedo Tipo 97 Especial - Porto de Sydney" title="Torpedo Tipo 97 Especial - Porto de Sydney" /></a>

<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="504">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="109"></col>
<col span="1" width="387"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="500" height="35" valign="top"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Dados da Classe</span></span></th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Operador:</span></span></td>
<td width="387"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/4f/Naval_Ensign_of_Japan.svg/22px-Naval_Ensign_of_Japan.svg.png" border="0" alt="" width="22" height="15" align="bottom" /> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Império do Japão</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Completados:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">50</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="500" height="32"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Características Gerais</span></span></th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Ko-hyoteki</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">(</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alvo Tipo “A”</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Deslocamento</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">47 toneladas (submerso)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="387"><a name="cite_ref-proceedings_0-1"></a><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">23,9 m (78 pés 5 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Boca:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1,8 m (5 pés 11 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 m (9 pés 10 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Propulsão:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor elétrico de 600 hp (447 kW), a 1800 rpm, alimentado por 192 pares de baterias de 2V cada (136 pares á frente e 56 a ré), acoplado a um propulsor contra-rotativo, tendo 1,35 m de diâmetro o de giro à direita e 1,25 m de diâmetro o de giro à esquerda</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície: 23 knots (43 km/h; 26 mph)<br />
Submerso: 19 knots (35 km/h; 22 mph)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">100 mn a 2 kn (190km a 3,7 km/h; 118 mi a 2.3 mph)<br />
80 mn a 6 kn (150 km a 11 km/h; 93 mi a 6.9 mph)<br />
18 mn a 19 kn (33 km a 35 km/h; 20 mi a 22mph)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Profundidade Máxima:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">30 m (98ft)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 torpedos de 450 mm (17.7 pol), transportados dentro dos tubos.<br />
1 carga de demolição de 140kg (300 lb).</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nota:</span></span></td>
<td width="387"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lastro: 2670 kg (5,900 lb), dispostos em 534 placas de chumbo de 5 kg (11 lb)cada</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Historic Naval Ships Association : </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.hnsa.org/ships/ha19.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.hnsa.org/ships/ha19.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Aerospaceweb.org: </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aerospaceweb.org/question/hydrodynamics/q0280.shtml"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.aerospaceweb.org/question/hydrodynamics/q0280.shtml</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Japan-101: </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.japan-101.com/history/Ko-hyoteki_class_submarine.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.japan-101.com/history/Ko-hyoteki_class_submarine.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia (inglês): </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ko-hyoteki_class_submarine"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Ko-hyoteki_class_submarine</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sérvia pede à ONU saída dialogada ao litígio com Kosovo</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 16:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Albania]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Independencia de Kosovo]]></category>
		<category><![CDATA[Kosovo]]></category>
		<category><![CDATA[Sérvia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sérvia propôs nesta quarta-feira à Assembleia Geral das Nações Unidas uma resolução na qual pede apoio a uma saída dialogada do impasse sobre Kosovo e reitera sua oposição à independência unilateral desse território.   O documento dessa solicitação faz &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/servia-pede-a-onu-saida-dialogada-ao-litigio-com-kosovo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Sérvia propôs nesta quarta-feira à Assembleia Geral das Nações Unidas uma resolução na qual pede apoio a uma saída dialogada do impasse sobre Kosovo e reitera sua oposição à independência unilateral desse território.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O documento dessa solicitação faz parte de atividades diplomáticas anunciadas pela Sérvia depois de a Corte Internacional de Justiça (CIJ) argumentar na semana passada que a proclamação da independência de Kosovo não violou o direito internacional, uma decisão que significou um grande revés para Belgrado. &#8220;A secessão unilateral não é uma forma aceitável para solucionar questões territoriais&#8221;, assinala o texto do documento, entregue hoje à Assembleia Geral pela missão da Sérvia na ONU.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O documento pede às partes envolvidas &#8220;que encontrem uma solução mutuamente aceitável de todos os assuntos abertos mediante diálogo pacífico, em interesse da paz, segurança e cooperação na região&#8221;, segundo o texto da resolução, ao qual a Agência Efe teve acesso. A resolução foi apresentada depois das consultas com vários Estados, inclusive todos os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e China), informa Ministério de Exteriores sérvio em comunicado. A nota acrescenta que o chefe da diplomacia sérvia, Vuk Jeremic, viajou hoje a Nova York, onde falará com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, sobre a situação em Kosovo depois do parecer expresso pela CIJ no último dia 22.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Jeremic também irá a um encontro do Movimento dos Não-Alinhados e se reunirá com embaixadores de países-membros da ONU para apresentar a posição da Sérvia e os próximos passos de sua estratégia para defender a integridade territorial e a soberania, indica o comunicado. A nota assinala que, para a próxima semana, está prevista uma sessão do Conselho de Segurança da ONU dedicada à questão de Kosovo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Após a decisão da CIJ, as autoridades sérvias mantiveram a firme posição de rejeitar a autoproclamada independência do território e anunciaram que pedirão o apoio internacional para continuar negociando uma saída diplomática ao conflito. Belgrado insiste que os albano-kosovares não tiveram direito à secessão e que a CIJ evitou se pronunciar a respeito. A ofensiva diplomática sérvia se centrará agora em prevenir novos reconhecimentos da independência do Kosovo, proclamada por Pristina em 17 de fevereiro de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;"> Até agora, 69 países, entre eles EUA e a maioria de membros da União Europeia, reconheceram a soberania de Kosovo, enquanto nações como Brasil, Espanha, Rússia, China e Índia se negaram a fazê-lo.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4590129-EI8142,00-Servia+pede+a+ONU+saida+dialogada+ao+litigio+com+Kosovo.html" target="_blank">Fonte: Terra News/EFE</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Caça Vickers Tipo 432</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[RAF]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Vickers]]></category>
		<category><![CDATA[Vickers Type 432]]></category>

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		<description><![CDATA[ No decorrer da Segunda Guerra Mundial, a indústria aeronáutica sofreu enormes transformações, especialmente no que diz respeito à tecnologia. As aeronaves se tornaram mais velozes, podiam voar mais alto, transportar mais armamentos e realizar tipos específicos de missões. Foi em &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/caca-vickers-tipo-432/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No decorrer da Segunda Guerra Mundial, a indústria aeronáutica sofreu enormes transformações, especialmente no que diz respeito à tecnologia. As aeronaves se tornaram mais velozes, podiam voar mais alto, transportar mais armamentos e realizar tipos específicos de missões. Foi em virtude destas mudanças que o Ministério da Aeronáutica do Reino Unido, emitiu em 1939, as especificações para a produção de uma aeronave propelida por dois motores, que deveria ser equipada com canhões de 20 ou 40 milímetros, para a interceptação de bombardeiros de grande altitude.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para A Vickers apresentou sua proposta, de uma aeronave propelida por motores Rolls-Royce Griffon, que seria equipada com um canhão de 40 milímetros em montagem flexível. O projeto foi encorajado pelo Ministério da Aeronáutica, especialmente porque seriam necessárias poucas modificações para atender as especificações “F.6/39”, para o desenvolvimento de um caça equipado com canhões de 20 milímetros. Mais tarde, o projeto foi novamente adequado às novas especificações “F.22/39 (1939)”, emitidas através do Requerimento Operacional 76 (Operational Requirement – OR – 76), dando origem ao Vickers Type 414. Este projeto seria novamente adequado às posteriores especificações “F.14/40 (1940)” e finalmente às especificações “F.7/41(1941)”, estas emitidas através o OR 108.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A proposta final da Vickers, foi chamada de Vickers Tipo 432, um caça bimotor, que lembrava muito um deHavilland Mosquito (fator este que levou a aeronave a ser apelidada de “Tin Mossie” &#8211; Mosquito Minúsculo). Esta aeronave seria equipada com motores Rolls-Royce Merlin 61, sua cabine em forma de bolha, semelhante a um “astrodomo” aumentado, seria pressurizada e seria armado com nada menos que 6 canhões Hispano de 20 milímetros.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O vôo inaugural do Type 432 aconteceu no dia 24 de dezembro de 1942 e logo nos primeiros vôos foram descobertos severos problemas, especialmente para o taxiamento e para o pouso, o que tornou necessária a substituição dos ailerons Tipo Irving, pelos novos Tipo Westland, o que no entanto, provocou a modificação da seção de cauda.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mesmo com estas modificações, a velocidade máxima estimada de 700 quilômetros horários (435 milhas por hora), a uma altitude de 8535 metros (28000 pés), nunca foi atingida com os motores Merlin 61, que em altitudes superiores a 7000 metros (23000 pés) não operavam satisfatoriamente. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Um segundo protótipo estava sendo construído, já com diversas alterações para melhorar seu desempenho (denominado Vickers Tipo 446), quando o Ministério da Aeronáutica determinou, em 1 de maio de 1943, que o projeto escolhido para entrar em produção seria o seu concorrente, o Westland Welkin. Mediante esta nova realidade, o segundo protótipo foi imediatamente descontinuado e, o primeiro protótipo foi mantido pela Vickers até o final de 1944, para testes, quando foi então finalmente desmantelado, tendo realizado 30 vôos.</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Imagens:</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/caca-vickers-tipo-432/vickers432-4/' title='vickers432-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/vickers432-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="vickers432-4" title="vickers432-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/caca-vickers-tipo-432/vickers432-1/' title='vickers432-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/vickers432-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="vickers432-1" title="vickers432-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/caca-vickers-tipo-432/vickers432-2/' title='vickers432-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/vickers432-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="vickers432-2" title="vickers432-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/07/caca-vickers-tipo-432/vickers432-3/' title='vickers432-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/07/vickers432-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="vickers432-3" title="vickers432-3" /></a>
</p>
<p></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Dados Técnicos</strong></span></span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="456" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="166"></col>
<col span="1" width="280"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">17,34 m (56 pés 10 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12,00 m (39 pés 3 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">34,19 m (13 pés 9 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">41,80 m² (450 pés²)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7427 kg (16373 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo de Decolagem: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9150 kg (20168 lb) </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 motores Rolls-Royce Merlin 61, desenvolvendo 1520 hp cada</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">612 km/h a 4570m de altitude (380 mph a 15000 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">546 km/h a 4570 m de altitude (339 mph a 15000 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2415 km (1500 milhas)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">14 m/s (2750 pés/min) </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11280 m (38000 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6 canhões Hispano de 20mm, montados na fuselagem central</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vickers_Type_432">http://en.wikipedia.org/wiki/Vickers_Type_432</a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">AirWar.ru: <a href="http://airwar.ru/enc/fww2/vickers432.html">http://airwar.ru/enc/fww2/vickers432.html</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estátua de Stalin é retirada de praça em sua cidade natal</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/06/estatua-de-stalin-e-retirada-de-praca-em-sua-cidade-natal/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 11:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Gori]]></category>
		<category><![CDATA[Stalin]]></category>
		<category><![CDATA[União Soviética]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma enorme estátua de bronze de Joseph Stalin em sua cidade natal de Gori, na Geórgia, foi desmontada durante a noite sem que a população tivesse sido informada, informou o governo nesta sexta-feira. Todo o sigilo em torno da operação &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/06/estatua-de-stalin-e-retirada-de-praca-em-sua-cidade-natal/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/06/Stalin.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1865" title="Stalin" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/06/Stalin-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Uma enorme estátua de bronze de Joseph Stalin em sua cidade natal de Gori, na Geórgia, foi desmontada durante a noite sem que a população tivesse sido informada, informou o governo nesta sexta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o sigilo em torno da operação se deve ao fato de que o ex-ditador ainda é muito popular neste Estado do Cáucaso.</p>
<p style="text-align: justify;">A estátua de seis metros se encontrava na praça central de Gori desde o começo da década de 1950 e, nos últimos anos, foi tema de controvérsia, quando o governo do presidente pró-ocidental Mikhail Sakhashvili sugeriu que fosse retirada.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos habitantes de Gori defendem apaixonadamente a memória de Stalin e se declararam totalmente contra a ideia.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4522194-EI8142,00-Estatua+de+Stalin+e+desmontada+em+segredo+em+sua+cidade+natal.html" target="_blank">Fonte: Terra News</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criminosos Nazistas são proclamados Heróis da Ucrânia</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 12:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Anti Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Criminosos de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Nazistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>

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		<description><![CDATA[A delegação russa entrou na Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa com a iniciativa de preparar uma resolução a respeito da proclamação de Stepan Bandera e Roman Chukhevich heróis da Ucrânia. Konstantin Kosschov, presidente do Comitê da Duma para problemas &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/criminosos-nazistas-sao-proclamados-herois-da-ucrania/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A delegação russa entrou na Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa com a iniciativa de preparar uma resolução a respeito da proclamação de Stepan Bandera e Roman Chukhevich heróis da Ucrânia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Konstantin Kosschov, presidente do Comitê da Duma para problemas internacionais, que chefia a delegação da Federação Russa nesta assembléia, informou que o documento foi preparado juntamente com um grupo de colegas prestigiosos da Europa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Nas solenidades por ocasião do Dia da União Nacional, festejado a 22 de janeiro, o presidente da Ucrânia Viktor Iushenko declarou que tinha outorgado a Stepan Bandera o título de Herói da Ucrânia “por ter defendido a idéia nacional e pela luta por um Estado ucraniano independente”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Durante a Segunda Guerra Mundial o chefe da organização de nacionalistas ucranianos colaborava estreitamente com os fascistas e participou da formação de unidades ucranianas de SS.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Fonte:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><a href="http://portuguese.ruvr.ru/2010/01/29/4628481.html" target="_blank">Voz da Rússia</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>FNM &#8220;Cutia&#8221; (VETE T-1 A-1)</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 13:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Blindado Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[FNM]]></category>
		<category><![CDATA[FNM Cutia]]></category>
		<category><![CDATA[Veiculo de Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[VETE T-1 A-1]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira tentativa de desenvolvimento de um veículo militar com lagartas, em território brasileiro, ocorreu em 1930, quando no Rio Grande do Sul, três tratores agrícolas foram adaptados com torres e alguma blindagem, e utilizados durante a Revolução de 30, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A primeira tentativa de desenvolvimento de um veículo militar com lagartas, em território brasileiro, ocorreu em 1930, quando no Rio Grande do Sul, três tratores agrícolas foram adaptados com torres e alguma blindagem, e utilizados durante a Revolução de 30, tendo maior efeito como arma psicológica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entre 1958 e 1959, os alunos do 3º ano do Curso de Engenharia Industrial e de Automóveis do Instituto Militar de Engenharia (IME), desenvolveram o projeto de um veículo de transporte, tomando como base o veículo francês VP-90, criado em 1952. Naquela ocasião, o veículo foi apresentado em forma de maquete, denominado VETE-58 (Viatura Escola Técnica do Exército – ano 1958). Foi então em 1965, que surgiu a oportunidade da retomada deste projeto, que foi renomeado VETE T1 “Cutia”, apelido do então chefe do projeto, Major José Luiz de Castro e Silva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Diversas indústrias foram selecionadas para dar forma ao projeto do Cutia, sendo que a inconteste maioria dos trabalhos de fabricação ficaram ás cargo da Fábrica Nacional de Motores – FNM, maior indústria automobilística brasileira da época, cuja maioria acionária era de propriedade do governo federal brasileiro. A FNM entregou o protótipo ao EB, no segundo semestre de 1965 (com o logotipo da FNM na frente do veículo), onde o mesmo recebeu a designação oficial de “Carro Militar de Reconhecimento VETE T-1 A-1. </span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O “Cutia” tinha o chassi feito em aço dobrado a frio e seus componentes eram praticamente todos produzidos pela indústria automobilística nacional. O motor era um Alfa Romeo de 4 cilindros em linha e que produzia 95 hp (o motor era produzido sob licença pela FNM – a Alfa Romeo era proprietária de 15% da FNM). O motor e o tanque de combustível ficavam na traseira do veículo, a descoberto. Cada rodete da lagarta possuía sua suspensão independente das demais. Sua velocidade máxima era de 80 quilômetros horários na estrada e 50 quilômetros horários em terreno irregular.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A capacidade era de quatro pessoas sentadas ou duas deitadas, dependendo do emprego. O perfil do veículo permitia proteger razoavelmente os tripulantes contra disparos de longa distância (armas leves) e estilhaços de granadas. Seu armamento regular era uma metralhadora 7.62 milímetros (.30), mas podia transportar também um lança-rojão (bazuca) na parte de trás do veículo. Quando os tripulantes realizavam a missão deitados, o veículo podia transportar até 8 caixas de munição para a metralhadora (250 disparos cada) e 8 projéteis para o lança-rojão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A idéia inicial era a fabricação de 100 exemplares, para equipar unidades de reconhecimento do EB. Também haviam planos para seu emprego como trator leve, transporte de pessoal e veículo anti-tanque.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mas nem tudo foi simples assim. A indústria nacional não tinha experiência na fabricação deste tipo de veículo, e mesmo países com maior experiência, têm problemas quando do desenvolvimento de projetos. Após exaustivos testes, foram constatados alguns problemas mais ou menos graves:</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">1) Sua lagarta era muito estreita, o que impossibilitava o uso em terrenos lamacentos, pois atolava com facilidade;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">2) O fato de ser aberto, deixava seus tripulantes vulneráveis a disparos de armas e mesmo a bombas caseiras, como o famoso “coquetel Molotov”;</span></p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">3) O combustível (gasolina), acondicionado em um tanque exposto, poderia explodir facilmente se atingido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Aliado a isso, era mais simples continuar importando equipamento americano, tendo em vista que com base num acordo militar entre os dois países, o custo dos mesmos era baixo. Assim o projeto acabou por sem cancelado</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p> Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/vete-58/' title='VETE-58'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/VETE-58-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Protótipo VETE-58" title="VETE-58" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/cutia-vetet-1a-1-emtestestesnosarredoresdafnm-arquivo-castroesilva-dez1965/' title='cutia-vetet-1a-1-emtestestesnosarredoresdafnm-arquivo-castroesilva-dez1965'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/cutia-vetet-1a-1-emtestestesnosarredoresdafnm-arquivo-castroesilva-dez1965-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FNM Cutia, em testes nos arredores da FNM - Dez 1965 - foto: Alfafnm.wordpress.com" title="cutia-vetet-1a-1-emtestestesnosarredoresdafnm-arquivo-castroesilva-dez1965" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/cutiaemtestestesnafnm-arquivo-castroesilva-nov1965/' title='cutiaemtestestesnafnm-arquivo-castroesilva-nov1965'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/cutiaemtestestesnafnm-arquivo-castroesilva-nov1965-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FNM Cutia, em testes nos FNM - Nov 1965 - foto: Alfafnm.wordpress.com" title="cutiaemtestestesnafnm-arquivo-castroesilva-nov1965" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/cutia-1966/' title='Cutia-1966'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Cutia-1966-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FNM &quot;Cutia&quot;, com camuflagem vistosa, apresentado como novo veículo blindado Brasileiro pela revista americana Military Review - 1966" title="Cutia-1966" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/img-6290/' title='img-6290'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/img-6290-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Motor Alfa Romeo 4 cilindros" title="img-6290" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/blindadofnm1/' title='blindadofnm1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/blindadofnm1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="blindadofnm1" title="blindadofnm1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/blindadofnm-1965-museudoexercito/' title='blindadofnm-1965-museudoexercito'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/blindadofnm-1965-museudoexercito-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="blindadofnm-1965-museudoexercito" title="blindadofnm-1965-museudoexercito" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/img-6288/' title='img-6288'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/img-6288-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Painel do FNM Cutia (o mesmo utilizado no FNM JK)" title="img-6288" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/cutia-onomedoblindado/' title='cutia-onomedoblindado'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/cutia-onomedoblindado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Logo &quot;Cutia&quot;" title="cutia-onomedoblindado" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/propaganda-cutia/' title='propaganda Cutia'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/propaganda-Cutia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Propaganda do FNM &quot;Cutia&quot;" title="propaganda Cutia" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fnm-cutia-vete-t-1-a-1/cutiafeiradoatlantico1996pavilhaodesaocristvao_arquivomanoeljorge/' title='cutiafeiradoatlantico1996pavilhaodesaocristvao_arquivomanoeljorge'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/cutiafeiradoatlantico1996pavilhaodesaocristvao_arquivomanoeljorge-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Cutia em exposição na &quot;Feira do Atlântico&quot; - 1966" title="cutiafeiradoatlantico1996pavilhaodesaocristvao_arquivomanoeljorge" /></a>

<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Fontes:<br />
<a href="http://alfafnm.wordpress.com/outros-veiculos-fabricados-pela-fnm/" target="_self">Alfafnm</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>FAB apresenta no RS seu 1º avião não tripulado</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 16:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Hermes 450]]></category>
		<category><![CDATA[UAV]]></category>
		<category><![CDATA[VANT]]></category>

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		<description><![CDATA[ A Força Aérea Brasileira (FAB) apresentou nesta segunda-feira seu primeiro Veículo Aéreo Não-Tripulado (Vant). A demonstração da aeronave foi feita na Base Aérea de Santa Maria (RS), com as presenças do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e de representantes &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/fab-apresenta-no-rs-seu-1%c2%ba-aviao-nao-tripulado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Força Aérea Brasileira (FAB) apresentou nesta segunda-feira seu primeiro Veículo Aéreo Não-Tripulado (Vant). A demonstração da aeronave foi feita na Base Aérea de Santa Maria (RS), com as presenças do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e de representantes do Exército e da Marinha.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_1844" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/hermes450s.jpg"><img class="size-medium wp-image-1844" title="hermes450s" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/hermes450s-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Hermes 450</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p style="text-align: justify;">O equipamento em avaliação é o Hermes 450, fabricado pela empresa israelensa Elbit Systems. A produção do avião não-tripulado tem a participação de uma subsidiária no Brasil, a empresa Aeroeletrônica, de Porto Alegre. &#8220;Nosso objetivo é aprender com as Forças Armadas quais são as necessidades futuras para a operação do Vant no Brasil. Apoiamos o projeto a fim de criar em Santa Maria um centro de excelência em Vant no Brasil&#8221;, afirmou Vitor Jaime Neves, diretor-executivo da Aeroeletrônica.</p>
<p></font></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Vant mede 6 m de comprimento e 10 m de envergadura (da ponta de uma asa a outra). Voa a 110 km/h, pode atingir cerca de 5 mil metros de altitude e permanecer por mais de 15 horas em voo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O equipamento chegou ao País em 9 de dezembro do ano passado e, ao longo do mês de janeiro, militares da FAB iniciaram o seu treinamento com o apoio de especialistas israelenses.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A FAB espera concluir a etapa de avaliação até o final do ano. Nesse período, também participarão do Grupo de Trabalho representantes do Exército e da Marinha.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8220;Além de ser uma aeronave de grande autonomia com baixo custo de aquisição e operação, ainda propicia informações em tempo real com risco humano inexistente pelo fato de não ser tripulado. Essa novidade tecnológica, até então adotada por outras nações, hoje se faz realidade em nosso País&#8221;, disse o Comandante do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR) Tenente-Brigadeiro-do-Ar Gilberto Antonio Saboya Burnier. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Polícia Federal já opera aviões não-tripulados</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
Em outubro do ano passado, a Polícia Federal arrematou 15 aeronaves não-tripuladas para fazer a vigilância da Amazônia e sobrevoar as favelas. Controlados à distância, os equipamentos da empresa israelense IAI (Israel Aerospace Industries) foram comprados por R$ 345 milhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os aviões do modelo Heron são usados por órgãos de defesa de países como EUA e Canadá. No Brasil é usado para mapear e monitorar todo o território nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Com 16 m de envergadura e uma autonomia de vôo de 36 horas, os &#8220;aviões espiões&#8221; da Polícia Federal são capazes de enxergar túneis subterrâneos e monitorar o contrabando de armas, o tráfico de drogas e os grupos armados nas fronteiras e nas favelas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, explicou em setembro de 2009 que as aeronaves permitem a identificação de pessoas até mesmo em baixo da copa das árvores, após a emissão de um tiro, pelo calor gerado. Também serão capazes de interagir com satélites.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Fontes:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4423760-EI306,00-FAB+apresenta+no+RS+aviao+nao+tripulado.html" target="_blank">Terra News</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Caça-Pesado japonês Rikugun Ki-93</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 13:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Bimotor]]></category>
		<category><![CDATA[Caça-pesado]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Rikugun]]></category>
		<category><![CDATA[Rikugun Ki-93]]></category>

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		<description><![CDATA[ Em meados de 1941, uma equipe do Instituto Aerotécnico do Exército Japonês (Rikugun Kokugijutsu Kenkyujo, também conhecido como “Giken”), deu início aos estudos para a criação de uma aeronave militar avançada. Com base nesses estudos, foram criados diversos esboços preliminares, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em meados de 1941, uma equipe do Instituto Aerotécnico do Exército Japonês (</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Rikugun Kokugijutsu Kenkyujo</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, também conhecido como “Giken”), deu início aos estudos para a criação de uma aeronave militar avançada. Com base nesses estudos, foram criados diversos esboços preliminares, de caças pesados bimotores, que seriam equipados com motores radiais Mitsubishi Ha-211 e cuja velocidade máxima era estimada em torno dos 680 km/h (422 mph). Em julho do ano seguinte, um destes esboços do Giken, foi então selecionado e entregue ao “Primeiro Arsenal Aéreo do Exército (</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Dai-Ichi Rikugun Kokusho</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> &#8211; </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Kosho</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">), baseado em Tachikawa, onde seria refinado para desenvolvimentos posteriores. Foi então no Kasho, que este projeto teve sua motorização modificada, para a adoção dos mais poderosos Mitsubishi Ha-214, além da inclusão de um canhão.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No dia 22 de fevereiro de 1943, foi aprovada uma ordem para a construção de dois protótipos, designados Ki-93. O Ki-93 era um monoplano de asa baixa, de construção inteiramente metálica. Os dois tripulantes sentavam-se em tandem, no cockpit que era situado bastante à frente da fuselagem. Abaixo do cockpit ficava uma grande gôndola ventral, onde era montado o canhão pesado. Foram planejadas duas variantes da aeronave, o Ki-93-Ia, que seria um caça interceptador de bombardeiros, equipado com um canhão de 57 milímetros e dois canhões de 20 milímetros e o Ki-93-Ib, uma aeronave de ataque anti-embarcação, equipada com um canhão de 75 milímetros e com duas bombas de 250 quilogramas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro protótipo se mostrou excessivamente pesado, uma vez que os motores desenvolviam uma potência muito inferior à esperada (1970 hp reais, em contraste com os 2700 hp esperados). O primeiro vôo do Ki-93 ocorreu no dia 8 de abril de 1945, apresentando características de controle muito boas, mas infelizmente a aeronave foi danificada durante o pouso. O protótipo foi consertado e realizou um segundo vôo, mas logo em seguida foi destruído durante um bombardeio realizados por aviões americanos B-29. O segundo protótipo não foi concluído antes do final do conflito.</span></p>
<p>Galeria: </p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/rikugun_ki-93-7/' title='Rikugun_Ki-93-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Rikugun_Ki-93-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rikugun_Ki-93-7" title="Rikugun_Ki-93-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/rikugun_ki-93-1/' title='Rikugun_Ki-93-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Rikugun_Ki-93-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rikugun_Ki-93-1" title="Rikugun_Ki-93-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/rikugun_ki-93-2/' title='Rikugun_Ki-93-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Rikugun_Ki-93-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rikugun_Ki-93-2" title="Rikugun_Ki-93-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/rikugun_ki-93-3/' title='Rikugun_Ki-93-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Rikugun_Ki-93-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rikugun_Ki-93-3" title="Rikugun_Ki-93-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/rikugun_ki-93-4/' title='Rikugun_Ki-93-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Rikugun_Ki-93-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rikugun_Ki-93-4" title="Rikugun_Ki-93-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/rikugun_ki-93-5/' title='Rikugun_Ki-93-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Rikugun_Ki-93-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rikugun_Ki-93-5" title="Rikugun_Ki-93-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/05/o-caca-pesado-japones-rikugun-ki-93/rikugun_ki-93-6/' title='Rikugun_Ki-93-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/05/Rikugun_Ki-93-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rikugun_Ki-93-6" title="Rikugun_Ki-93-6" /></a>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="493" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="164"></col>
<col span="1" width="319"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Versão:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ki-93-1a</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">19,00 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">14,22 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,85 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">54,75 m²</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7686 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso de Decolagem: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10660 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 motores radiais de 18 cilindros em dupla estrela Mitsubishi Ha-214, desenvolvendo 1970 hp cada. </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">624 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">350 km/h </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance</span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3000 km </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">665 m/min</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12050 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="319" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Versão Interceptador: 1 canhão Ho-401, de 57 mm , 2 canhões Ho-5, de 20 mm e 1 metralhadora de 12.7 mm a ré;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Versão Ataque: 1 canhão Tipo 88, de 75 mm, 1 metralhadora de 12.7 mm e 1 ou 2 bombas de 250 kg. </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Rod&#8217;s Warbirds: </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.ijaafphotos.com/jbwki931.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.ijaafphotos.com/jbwki931.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia: </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rikugun_Ki-93"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Rikugun_Ki-93</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Kawasaki Ki-100 Goshikisen &#8211; O Caça &#8220;Tipo 5&#8243; da IJAAF</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 17:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Goshikisen]]></category>
		<category><![CDATA[IJAAF]]></category>
		<category><![CDATA[Japãp]]></category>
		<category><![CDATA[Kawasaki ki-100]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meados de 1944, um dos melhores aviões de caça da Força Aérea do Exército Imperial Japonês, era o Kawasaki Ki-61. Esta era a única aeronave em produção, a empregar um motor com cilindros em linha (Kawasaki Ha-40), que nada &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em meados de 1944, um dos melhores aviões de caça da Força Aérea do Exército Imperial Japonês, era o Kawasaki Ki-61. Esta era a única aeronave em produção, a empregar um motor com cilindros em linha (Kawasaki Ha-40), que nada mais era do que a versão japonesa do motor alemão Daimler-Benz DB-601. Este caça também era o primeiro avião japonês a ser produzido com blindagem e tanques de combustível auto-selantes. Mas a aeronave apresentava seus problemas, especialmente se comparada com os modelos americanos e europeus que se via obrigado a combater.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Para solucionar especialmente sua defasagem quanto a velocidade e rasão de subida, frente aos inimigos, foi criada a versão Ki-61 II, que seria equipada com o novo motor Kawasaki Ha-140, de 1500 hp. Entretanto este novo motor também apresentava problemas de confiabilidade e, frente aos crescentes bombardeios aéreos que a Japão vinha sofrendo, foi ordenado então em outubro de 1944, que a Kawasaki utilizasse os motores Mitsubishi Ha-112-II Kinsei (Vênus). Além disso, no início de 1945, um bombardeio aéreo destruiu a fábrica de motores da Kawasaki, deixando cerca de 280 aviões Ki-61, presos ao solo por falta de motores, algo impensável para uma nação que se via pressionada pelas cada vez maiores formações de bombardeiros inimigos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Foi então que com base em estudos realizados com um Focke-Wulf Fw-190, importado pelo Japão, que se chegaram à conclusão que seria possível adaptar o motor radial Mitsubishi Ha-112-II, que tinha 14 cilindros dispostos em dupla estrela, era 54 quilogramas mais leve que o Kawasak Ha-140 e desenvolvia a mesma potência com maior confiabilidade, nas fuselagens do Ki-61 II. Três engenheiros receberam a tarefa de projetar as adaptações necessárias para tal. Eram eles:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Takeo Doi – Engenheiro-Chefe;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Makato Owada – Assistente de Takeo Doi;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Tomio Oguchi – Chefe da divisão de motores da Kawasaki Kagamigahara.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A princípio desenvolveram apenas um novo nariz, com chapas rebitadas, mas logo perceberam que devido á diferença de peso dos motores, a cauda do Ki-61 II era muito pesada, assim removeram também os contrapesos originais do Ki-61 II e assim recuperaram o centro de gravidade da aeronave. O resultado das modificações pode ser observado pela primeira vez em 1 de fevereiro de 1945, quando o novo modelo realizou seu primeiro vôo. As modificações deixaram a nova aeronave 329 quilogramas (725 lb) mais leve que o Ki-61, reduzindo a carga alar de 189 kg/m² (38.8lb/ft²) para 175 kg/m² (35.8 lb/ft²). Estas mudanças melhoraram as características de vôo da aeronave, especialmente a manobrabilidade e o tamanho da curva de giro. O Alto-Comando do Exército, surpreso com as características de vôo da nova aeronave, ordenou que ela fosse posta em produção imediatamente, sob a designação </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Goshikisen</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> (</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Go</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> = Cinco; </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>shiki</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> = Tipo; </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>sentoki</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> = Caça) ou Caça do Exército Tipo 5. A designação interna da companhia era </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Ki-100-1-Ko</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Todas as fuselagens do Ki-61-II e Ki-61-III foram modificadas para a nova aeronave. As primeiras 271 aeronaves (Ki-100-Ko) tinham sua fuselagem tipo “razorback&#8221;, e foram entregues entre março e junho de 1945. As 118 aeronaves subsequentes (</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Ki-100 I-Otsu</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">) tiveram sua fuselagem modificada para permitir uma melhor visibilidade traseira, recebendo um novo tipo de canopy. Estes aparelhos foram produzidos entre maio e julho de 1945. Também foram construídas três unidades Ki-100-II, equipadas com superchargers, para serem empregadas como interceptadores dos bombardeiros B-29, que voavam a grandes altitudes, mas nenhum dos exemplares foi empregado em combate. O armamento das aeronaves consistia de dois canhões Ho-5, de 20 milímetros (250 disparos cada), montados na fuselagem e duas metralhadoras Ho-103, de 12,7 milímetros (.50 polegada) montadas nas asas (250 disparos cada).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">As aeronaves entregues foram equiparam os seguintes “Sentai*”: 5º, 17º, 18º, 20º, 59º, 111º, 112º, 200º e 244º. Além destes “Sentai, também foram entregues caças Ki-100 ao 81ª Companhia Independente de Caça. Também receberam os novos caças, as Escolas de Pilotos de Akeno e Hitachi, sendo que muitos dos instrutores destas escolas, realizaram missões operacionais secundárias, obtendo excelentes resultados.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A primeira operação de combate com os Ki-100, ocorreu na noite de 09 de março de 1945 (sem perdas). Já a primeira perda de um caça Ki-100, ocorreu no dia 07 de abril de 1945, quando o Primeiro-sargento Yasuao Hiema, do 18º Sentai, foi abatido por um bombardeiro B-29, após repetidas passadas de ataque a uma formação de bombardeiros. Não demorou para que os pilotos aliados se dessem conta que se tratava de um novo e formidável oponente, mas não seria fácil para os japoneses.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em meados de abril de 1945, o Major Yasuhiko Kuroe, um veterano altamente experimentado em combate, deu início aos trabalhos do “Circo Voador”, uma unidade equipada com aeronaves aliadas capturadas, incluindo um Mustang. O “Circo Voador” viajava por diversas bases operacionais no Japão, para mostrar aos pilotos, quais eram as melhores maneiras de combater as aeronaves inimigas. Em 25 de julho de 1945, 18 caças Ki-100 do 224º Sentai, se depararam com 10 Hellcats do Fighter Squadron 31 (VF-31) do porta-aviões USS Belleau Wood&#8217;s. Os pilotos japoneses alegaram ter obtido 12 vitórias, sofrendo apenas 2 baixas. Desta ação, ambos os lados alegaram ter obtido vitória, mas avaliações posteriores concluíram que ambos os lados perderam 2 aeronaves, e destas 1 em colisão (o Major Tsutae Obara, pilotando seu Ki-100, chocou-se com o Hellcat do Aspirante Edwin White. Ambos morreram). A última perda de um Ki-100 ocorreu no dia 14 de agosto de 1945, quando o Primeiro-Sargento Fumihiko Tamagake, do 244º </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Sentai,</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> foi abatido por um Mustang.</span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-admin/post-new.php#cite_note-Picarella_2005.2C_p._73-3"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">De acordo com relatos obtidos de combatentes que escoltavam formações de bombardeiros e tomando dados decorrentes de avaliações pós-guerra, é possivel afirmar que em mãos de pilotos habilidosos, os Ki-100 eram capazes de confrontar a imensa maioria dos caças americanos, incluindo os P-51D Mustang e P-47N Thunderbolt, especialmente em médias altitudes. O Ki-100, junto com o Ki-84 e o Kawanishi NiK-J da IJN, eram os únicos caças japoneses capazes de enfrentar os caças aliados em pé de igualdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>*Na fase final da Segunda Guerra Mundial, a IJAAF, era organizada da seguinte forma:</em></span></span></p>
<ol>
<li><span style="font-size: x-small;"><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Hikodan (Força Aérea) – Formado por 2 ou mais “Sentai”;</span></em></span></li>
<li><span style="font-size: x-small;"><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Sentai ou Hikosentai (Grupo de Aviação) &#8211; Formado por 2 a 4 “Hikotai”;</span></em></span></li>
<li><span style="font-size: x-small;"><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Hikotai (Esquadrão) – Formado por 3 ou mais “Shotai”;</span></em></span></li>
<li><span style="font-size: x-small;"><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Shotai (Esquadrilha) – Formada por 3 ou 4 aeronaves.</span></em></span></li>
</ol>
<p>Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kinsei_51_aircraft_engine/' title='Kinsei_51_aircraft_engine'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kinsei_51_aircraft_engine-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Motor da Família Kinsei (Ha 51)" title="Kinsei_51_aircraft_engine" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/canhao-japones-ho-5_20mm/' title='canhao japones Ho-5_20mm'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/canhao-japones-Ho-5_20mm-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhão Ho-5, de 20mm" title="canhao japones Ho-5_20mm" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/metralhadora-ho-103/' title='Metralhadora Ho-103'><img width="150" height="101" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Metralhadora-Ho-103-150x101.gif" class="attachment-thumbnail" alt="Metrtalhadora Ho-103, de 12,7mm" title="Metralhadora Ho-103" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_4/' title='Kawasaki_Ki-100_4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Ko" title="Kawasaki_Ki-100_4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_5/' title='Kawasaki_Ki-100_5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Ko" title="Kawasaki_Ki-100_5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_8/' title='Kawasaki_Ki-100_8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Ko, do 111º Sentai" title="Kawasaki_Ki-100_8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_1/' title='Kawasaki_Ki-100_1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu" title="Kawasaki_Ki-100_1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_2/' title='Kawasaki_Ki-100_2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu" title="Kawasaki_Ki-100_2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_3/' title='Kawasaki_Ki-100_3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu, inacabado" title="Kawasaki_Ki-100_3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_6/' title='Kawasaki_Ki-100_6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu" title="Kawasaki_Ki-100_6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_7/' title='Kawasaki_Ki-100_7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu" title="Kawasaki_Ki-100_7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_11/' title='Kawasaki_Ki-100_11'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu" title="Kawasaki_Ki-100_11" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_13/' title='Kawasaki_Ki-100_13'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu" title="Kawasaki_Ki-100_13" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_14/' title='Kawasaki_Ki-100_14'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu" title="Kawasaki_Ki-100_14" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_111_esq/' title='Kawasaki_Ki-100_111_esq'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_111_esq-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ki-100-1-Otsu, do 111º Sentai" title="Kawasaki_Ki-100_111_esq" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_9/' title='Kawasaki_Ki-100_9'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kawasaki_Ki-100_9" title="Kawasaki_Ki-100_9" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_10/' title='Kawasaki_Ki-100_10'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Pilotos observam a marca de 1 vitória obtida com o Ki-100" title="Kawasaki_Ki-100_10" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_12/' title='Kawasaki_Ki-100_12'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um grupo de Ki-100 em solo" title="Kawasaki_Ki-100_12" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/kawasaki-ki-100-goshikisen-o-caca-tipo-5-da-ijaaf/kawasaki_ki-100_15/' title='Kawasaki_Ki-100_15'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Kawasaki_Ki-100_15-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe do radiador do Ki-100" title="Kawasaki_Ki-100_15" /></a>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="491" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="166"></col>
<col span="1" width="315"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Versão: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ki-100-I Ko</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12,00 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,82 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3,75 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">20,00 m²</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2525 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso de Decolagem: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3495 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor radial de 14 cilindros em dupla estrela Mitsubishi Ha-112-II (Tipo 4), desenvolvendo 1500 hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade máxima: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">580 km/h </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">400 km/h </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance Máximo: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2200 km </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance de Combate:</span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1400 km </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida</span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">835 m/min </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11000 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="315" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 canhões Ho-5, de 20mm, instalados na fuselagem;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 metralhadoras Ho-103, de 12,7 mm, montadas nas asas</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Rod&#8217;s Warbirds &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.ijaafphotos.com/jbwki1001.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.ijaafphotos.com/jbwki1001.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Pacific War On Line &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://pwencycl.kgbudge.com/K/i/Kinsei_aircraft_engine.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://pwencycl.kgbudge.com/K/i/Kinsei_aircraft_engine.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kawasaki_Ki-100"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Kawasaki_Ki-100</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Aviastar &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aviastar.org/air/japan/kawasaki_ki-100.php"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.aviastar.org/air/japan/kawasaki_ki-100.php</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lonesentry &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.lonesentry.com/ordnance/20-mm-aircraft-cannon-ho-5-browning-principle.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.lonesentry.com/ordnance/20-mm-aircraft-cannon-ho-5-browning-principle.html</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CCF FDB-1 &#8211; O Canadá cria seu warbird (tarde demais)</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 19:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Biplanos]]></category>
		<category><![CDATA[Caça Biplano. Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Canadian Car & Foundry]]></category>
		<category><![CDATA[FDB-1]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Gregos]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano de 1934, o engenheiro georgiano (expatriado e naturalizado americano) Michael Gregor (nascido Mikhail Leontyevich Grigorashvili), deixou seu trabalho, junto ao também naturalizado americano Igor Severski, para criar sua própria empresa de aeronaves, a Gregor Aircraft, onde projetou e &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/ccf-fdb-1-o-canada-cria-seu-warbird-tarde-demais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No ano de 1934, o engenheiro georgiano (expatriado e naturalizado americano) Michael Gregor (nascido </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Mikhail Leontyevich Grigorashvili</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">), </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">deixou seu trabalho, junto ao também naturalizado americano Igor Severski, para criar sua própria empresa de aeronaves, a Gregor Aircraft, onde projetou e construiu o avião leve GR-1. Dois anos depois, foi procurado pela empresa canadense “Canadian Car &amp; Foundry (Fundição e Veículos Canadenses, também conhecida como Can-Car), que nada mais era do que a principal fabricante canadense de veículos ferroviários e rodoviários, mas que já atuava no campo aeronáutico, produzindo sob licença, aeronaves Curtiss, de Havilland, Consolidated, Bristol e Hawker, e que estava interessada agora em desenvolver suas próprias aeronaves.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1938, muitos observadores aeronáuticos duvidavam dos méritos dos emergentes monoplanos, em contraste com os já consagrados e confiáveis biplanos, haja visto que a maioria das aeronaves de linha de frente das principais forças aéreas mundiais, era composta por biplanos. A União Soviética havia desenvolvido recentemente seu Polikarpov I-16 e Grã-Bretanha e Alemanha, que eram as principais potências engajadas no desenvolvimento de monoplanos, continuavam a adquirir os caças biplanos Gloster Gladiator e Heinkel He 51, respectivamente. Na Itália, os caças biplanos Fiat CR.32, estavam sendo substituídos pelos novos Fiat CR.42 e nos Estados Unidos, a US Navy operava exclusivamente com biplanos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Semelhante em tamanho ao americano Grumman F2F, Michael Gregor projetou uma aeronave capaz de atuar como caça e caça-bombardeiro, que também poderia ser utilizada a partir de bases em terra ou em porta-aviões. Semelhante a outras aeronaves do tipo, a visão do piloto em vôo nivelado era excelente, mas era bastante pobre para a aterragem. Possuía um trem de pouso retrátil, operado hidraulicamente, que se recolhia `a frente da asa, em compartimentos abertos. Como outros biplanos contemporâneos e monoplanos de asa alta, as asas tinham a configuração de “asa de gaivota”, unidas à fuselagem perpendicularmente, para propiciar um menor arrasto.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Sua fuselagem, de seção circular, era fabricada com tubos de aço recobertos por lâminas metálicas rebitadas. As asas também eram de construção inteiramente metálica, assim como todas as superfícies de controle. O alcance previsto era de 1585 quilômetros (985 milhas), estimado a partir da carga de 95 galões de combustível, armazenados internamente em dois tanques de formato semicircular, montados na lateral da fuselagem. Sua estrutura foi projetada para suportar esforços 60 por cento acima das especificações originais e seu armamento consistia de duas metralhadoras de 12,7 milímetros (.50 polegada) sincronizadas, mas estas nunca foram utilizadas na realidade. Além disso, a aeronave era capaz de transportar duas bombas de 50 kg (116 lb), sob as asas. Em linhas gerais, a aeronave era muito semelhante aos modelos Seversky da época (detalhe este influenciado pelo próprio Gregor). Como característica especial, podemos citar o cockpit com cobertura deslizante, que possibilitava acesso rápido aos controles da pequena aeronave. Outro fator interessante eram os acionamentos das superfícies de controle, que ao invés de serem feitas por cabos, tinham seu acionamento comandado por um conjunto de tubos, à exceção do leme, que era parcialmente controlado por cabos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Quando o protótipo foi concluído, este recebeu a denominação “FDB-1” (Fighter Dive Bomber Model 1 – Caça-bombardeiro de Mergulho Modelo 1), que além de ser robusto e sólido, tinha uma aparência extremamente elegante. O pintado de cinza escuro, recebeu então o registro “CF-BMB”, pintado nas laterais, com tinta branca. Além disto, foram pintadas dez faixas horizontais brancas no leme.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Ainda em 1938, através de acordos de cooperação entre os países membros da comunidade britânica, foi ordenada a construção de um modelo em madeira, para ser testado no túnel de vento da Hawker Aircraft, na Inglaterra. Este fopi concluído em meados de dezembro de 1938, em meio a uma atmosfera de medo, acerca dos rumores de que espiões alemães estariam infiltrados na fábrica.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Foi também em dezembro de 1938, no dia 17, que o FDB-1 realizou seu primeiro vôo, realizado no Aeroporto Bishopfield, em Thunder Bay, tendo aos controles o piloto de testes da Can-Car, George Adye. O piloto detectou e anotou prontamente o grave problema de visibilidade para a decolagem e aterrissagem.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1941, Ted Smith, que também realizou diversos vôo teste, foi mais sucinto em sua descrição acerca da visibilidade: “Cego como o Inferno”. Além disto, detectou que os controles era sensíveis demais, o que foi confirmado posteriormente por George Adye, que durante a aterrissagem , fez a aeronave virar de costas, mas que graças à sua robustez, sofreu poucos danos. Este acidente fez com que fosse incorporado ao avião, um pára-quedas de cauda.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A velocidade máxima obtida foi de 420 quilômetros horários (261 mph) a 3990 metros de altitude (13100 pés), utilizando o mesmo motor dos Grumman F2F, os velhos Pratt &amp; Whitney R-1535-72, de apenas 700 hp. Com a instalação do Pratt &amp; Whitney R1535-SB4-G, de 750 hp, esperava-se que a aeronave atingisse os 500 quilômetros horários (300 mph), mas Michael Gregor havia projetado sua aeronave para que esta pudesse comportar o poderoso Pratt &amp; Whitney R-1830 Twin Wasp, de 1200 hp, e previa uma velocidade máxima de 587 quilômetros horários (365 mph).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mesmo empregando o motor de 700 hp, a aeronave de Gregor apresentava excelente manobrabilidade quando comparado ao Grumman F2F. Sua taxa de ascensão era de 1067 metros por minuto (3500 pés/min), contra os 625 metros por minuto (2050 pés/min)do F2F. Seu teto era de 9800 metros (32000 pés), cerca de 1520 metros (5000 pés) a mais que o modelo americano.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Após oito meses de testes, o FDB-1 foi enviado à Base Aérea de Saint-Hubert, nas proximidades de Montreal, para testes preliminares junto à Royal Canadian Air Force – RCAF (Força Aérea Real Canadense). Após extensos testes, as avaliações dos pilotos apontaram vibrações excessivas no canopy durante vôos em grandes velocidades e em manobras mais bruscas. Infelizmente para a Can-Car e para Gregor, a aeronave deveria ser aperfeiçoada. Mesmo assim, a criação de Gregor era capaz de superar qualquer monoplano contemporâneo, quando de combates de engajamento, mesmo o primeiro tento velocidade inferior ao seu oponente. O FDB-1 tinha taxa de ascensão 1/3 superior aos novos caças britânicos Hawker Hurricane e Supermarine Spitfire. Devido a esta característica, o piloto de testes Ted Smith afirmou que o FDB-1 deveria ser empregado para missões em regiões montanhosas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Num último esforço, a Can-Car inscreveu em janeiro de 1940, sua aeronave na Corrida Aérea Nova Iorque-Miami, mas uma queda insperada na pressão do óleo, obrigou a aeronave a abandonar a corrida logo após a decolagem. Dois meses depois, durante um vôo de demonstração, realizado na </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Base Aérea de Saint-Hubert, o avião chamou a atenção de autoridades mexicanas presentes, mas o governo canadense a licença para exportação e não haviam mais clientes potenciais para um caça biplano na época.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O destino final do FDB-1 foi tão insólito quanto sua existência. Após seu fracasso, o avião foi então depositado em um hangar em Cartierville, no Aeroporto de Montreal, permanecendo lá até 1945, quando um incêndio destruiu a aeronave e lançou Michael Gregor à obscuridade.</span></p>
<p> </p>
<p> 
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/ccf-fdb-1-o-canada-cria-seu-warbird-tarde-demais/gregor-fdb-1_5/' title='Gregor FDB-1_5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Gregor-FDB-1_5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O CCF FDB-1 durante a construção" title="Gregor FDB-1_5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/ccf-fdb-1-o-canada-cria-seu-warbird-tarde-demais/gregor-fdb-1_2/' title='Gregor FDB-1_2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Gregor-FDB-1_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Da Esquerda para a Direita: George Ayde – Piloto de Testes da Can-Car, David Boyd  - Representante da Can-Car e Michael Gregor – projetista do FDB-1" title="Gregor FDB-1_2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/ccf-fdb-1-o-canada-cria-seu-warbird-tarde-demais/gregor-fdb-1_1/' title='Gregor FDB-1_1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Gregor-FDB-1_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="CCF FDB-1 (também conhecido como Gregor FDB-1)" title="Gregor FDB-1_1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/ccf-fdb-1-o-canada-cria-seu-warbird-tarde-demais/gregor-fdb-1_3/' title='Gregor FDB-1_3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Gregor-FDB-1_3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Gregor FDB-1_3" title="Gregor FDB-1_3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/ccf-fdb-1-o-canada-cria-seu-warbird-tarde-demais/gregor-fdb-1_6/' title='Gregor FDB-1_6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Gregor-FDB-1_6-150x150.gif" class="attachment-thumbnail" alt="Gregor FDB-1_6" title="Gregor FDB-1_6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/04/ccf-fdb-1-o-canada-cria-seu-warbird-tarde-demais/gregor-fdb-1_4/' title='Gregor FDB-1_4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/04/Gregor-FDB-1_4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O FDB-1 sendo reabastecido" title="Gregor FDB-1_4" /></a>
</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="472" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="165"></col>
<col span="1" width="297"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Modelo: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">FDB-1 </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">15,80 m (51 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6,60 m (21 pés 8 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,86 m (9 pés 5 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">18,02 m² (29,3 pés²)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1306 kg (2880 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo de Decolagem: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1860 kg (4100 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor radial Pratt Whitney R-1535-SB4-G Twin Wasp, desenvolvendo 750 hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade máxima: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">420 km/h (261 mph)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">386 km/h (240 mph)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1585 km (985 milhas)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Taxa de Ascenção: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1067 m/min (3500 pés/min)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9800 m (32000 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="165" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 metralhadoras de 12,7 mm (.50 pol)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1) Airwar.ru &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/fdb1.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/fdb1.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2) Wikipedia.org &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Canadian_Car_and_Foundry_FDB-1"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Canadian_Car_and_Foundry_FDB-1</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3) The Long Island Early Fliers Club &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.longislandearlyfliers.org/news_archive/09july_gregor.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.longislandearlyfliers.org/news_archive/09july_gregor.html</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Caça Francês Arsenal VG.39</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-caca-frances-arsenal-vg-39/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-caca-frances-arsenal-vg-39/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 19:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Arsenal VG.39]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[  Buscando o aprimoramento do caça VG.33, a equipe de projetos da Arsenal em 1939, uma versão aprimorada do caça, denominada VG.39     . As principais diferenças desta modificação eram a adoção do motor Hispano-Suiza HS 12Y-89 (em uma &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-caca-frances-arsenal-vg-39/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_1777" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Arsenal_VG-39.jpg"><img class="size-medium wp-image-1777" title="Arsenal_VG-39" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Arsenal_VG-39-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Arsenal VG.39</p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p style="text-align: justify;">Buscando o aprimoramento do caça VG.33, a equipe de projetos da Arsenal em 1939, uma versão aprimorada do caça, denominada VG.39</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>.</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> As principais diferenças desta modificação eram a adoção do motor Hispano-Suiza HS 12Y-89 (em uma secção prolongada do nariz) e nova configuração de armamentos. Neste motor não estava prevista a instalação do canhão de 20mm no eixo da hélice, ao invés disto, estava prevista a instalação de 6 metralhadoras 7.7 milímetros nas asas. Para uma segunda versão, denominada VG.39bis, o motor HS 12Y seria substituído pelo mais potente HS 12Z, de 1600 hp, e receberia um canhão de 20 milímetros. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro vôo do Arsenal VG.39, ocorreu no dia 3 de maio de 1940, e já apresentou um desempenho excelente, atingindo uma velocidade máxima de 625 quilômetros horários a 5700 metros de altitude, sem perda de manobrabilidade. Todos os pilotos que testaram o VG.39, gostaram muito da aeronave, mas o rápido avanço alemão fez com que os testes fossem interrompidos e a aeronave enviada à Toulouse-Blagnac. Em 15 de junho de 1940, para evitar a captura da aeronave, os franceses destruíram o protótipo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Durante a fase de projetos, a equipe da Arsenal também desenvolveu outras variantes, como o VG.40, que seria equipado com o motor britânico Rolls-Royce &#8220;Merlin&#8221; III (1030 hp) e o caça geminado VG.42, num arranjo praticamente idêntico ao alemão Messerschmitt Bf.109Z e ao americano North American P-82. Também foi criada um interceptador de grande altitude, denominado VG.50, que seria equipado com o motor norte-americano Allison V-1710-39 com dois superchargers. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Após a queda da França, os trabalhos no caça VG.39 não tiveram continuidade, por conta das imposições impostas pelos alemães. Embora fosse seguramente um dos melhores caças projetados na França, as autoridades alemãs preferiram dar continuidade à produção dos caças Dewoitine D.520C.1 e Bloch MB.155 (embora ambas aeronaves tenham servido de base para a criação de caças excelentes, como o Dewoitine D.550 e Bloch MB.157). </span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="456" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="166"></col>
<col span="1" width="280"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10,80 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,75 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3,32 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">14,00 m²</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2210 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo de Decolagem: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3000 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor Hispano-Suiza HS-12Y-89, desenvolvendo 1200 hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">625 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">586 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1200 km </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1021 m/min </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11000 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="280" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6 metralhadoras MAC M-39, de 7.7 mm, montadas nas asas</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Prevista a instalação na versão [bis], de 1 canhão Hispano-Suiza HS-404, de 20 mm </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/vg39.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/vg39.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aviastar.org/air/france/arsenal_vg-39.php"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.aviastar.org/air/france/arsenal_vg-39.php</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E a Briga Continua&#8230; Parte II : &#8220;Ouro dos Tolos ?&#8221;</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/e-a-briga-continua-parte-ii-ouro-dos-tolos/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 14:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Falklands]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[Ilhas Falklands]]></category>
		<category><![CDATA[ilhas Malvinas]]></category>
		<category><![CDATA[Malvinas]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>

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		<description><![CDATA[As ações da Desire Petroleum caem pela metade após temor que o poço está sendo perfurado ao largo das ilhas Falkland não seja economicamente viável. Ações de outras empresas que operam fora das Falklands também caiu em meio a temores &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/e-a-briga-continua-parte-ii-ouro-dos-tolos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>As ações da Desire Petroleum caem pela metade após temor que o poço está sendo perfurado ao largo das ilhas Falkland não seja economicamente viável.</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Ações de outras empresas que operam fora das Falklands também caiu em meio a temores de que as reservas da região pode decepcionar. Este é o primeiro poço a a ser perfurado ao largo das ilhas em mais de uma década, o que provocou um incidente diplomático com a Argentina, que renovou seu pedido de soberania das ilhas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">As ações da Desire despencaram em 48,5% no comércio na metade da manhã. Em comunicado aos acionistas, a Desire Petroleum informou que os resultados iniciais do campo de extração Liz 14/19-1, localizado na Bacia Norte das Falklands, mostraram que as quantidades de petróleo pode ser pequenas e de má qualidade. No entanto, a empresa informou que vai disponibilizar maiores detalhes sobre as perfurações no final da semana, salientando que talvez seja necessário perfurar a maiores profundidades para encontrar gás e petróleo em maior quantidade e qualidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Até que novos testes sejam realizados, “não será possível determinar a importância dos hidrocarbonetos encontrados e se o poço será perfurado mais profundamente ou se este será selado e abandonado”, declarou a empresa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Duas outras empresas do Reino Unido que estão perfurando na região são a Rockhopper e Falkland Oil and Gas, cujas ações caíram 26% e 11,4%, respectivamente. A Rockhopper também tem a participação de 7,5% do Liz. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Apesar do anúncio decepcionante, Alan Sinclair, analista da Seymour Pierce, pensa que a queda das ações foi exagerada: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>&#8220;Deve-se ter em mente que a Desire possui seis potenciais campos de extração e que o Liz é apenas o primeiro a ser explorado”. </em></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O início da perfuração ao largo das Falklands, mês passado, deu início a uma nova crise diplomática entre Grã-Bretanha e Argentina. A Argentina ameaçou tomar &#8220;medidas adequadas&#8221; para parar a exploração de petróleo nas águas em torno das ilhas, as quais se declara soberana e chama de Ilhas Malvinas, e está buscando o apoio dos países latino-americanos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Já o Ministro da Defesa britânico Bill Rammell, disse que o governo britânico têm o direito &#8220;legítimo&#8221; para construir uma indústria de petróleo nas suas águas. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A sonda de perfuração contratada pela Desire, que foi levada às Falklands, foi rebocada Invergordon em Firth Cromarty nas Highlands escocesas. O projeto envolveu também o maior lote de equipamentos a serem transferidos de Aberdeen &#8211; um porto-chave para o petróleo e gás no Mar do Norte. Cerca de 9.000 toneladas de equipamentos foram enviados de Aberdeen para as Falklands.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Fonte:</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">BBC News &#8211; <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/8592734.stm">http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/8592734.stm</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pyongyang ameaça ataque nuclear a quem tentar derrubar Kim</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/pyongyang-ameaca-ataque-nuclear-a-quem-tentar-derrubar-kim/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/pyongyang-ameaca-ataque-nuclear-a-quem-tentar-derrubar-kim/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 11:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=1771</guid>
		<description><![CDATA[A Coreia do Norte ameaçou realizar um &#8220;ataque nuclear sem precedentes&#8221; contra qualquer tentativa de derrubar o regime comunista de Kim Jong-il, informou a agência oficial norte-coreana KCNA, citada pela sul-coreana Yonhap.   A ameaça aconteceu depois que a imprensa &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/pyongyang-ameaca-ataque-nuclear-a-quem-tentar-derrubar-kim/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Coreia do Norte ameaçou realizar um &#8220;ataque nuclear sem precedentes&#8221; contra qualquer tentativa de derrubar o regime comunista de Kim Jong-il, informou a agência oficial norte-coreana KCNA, citada pela sul-coreana Yonhap.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A ameaça aconteceu depois que a imprensa sul-coreana informou na semana passada que especialistas em segurança nacional de Coreia do Sul, China e Japão se reunirão em abril em Pequim para discutir possíveis respostas a um possível colapso do regime norte-coreano. Um porta-voz do exército norte-coreano qualificou como &#8220;sonho inalcançável de um lunático&#8221; o fato de esperar uma situação de emergência em seu país que provoque a queda do regime de Kim Jong-il, e assegurou que quem tentar derrubá-lo será vítima de um &#8220;ataque nuclear sem precedentes de um Exército invencível&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o porta-voz, Coreia do Sul e Estados Unidos não têm intenções de melhorar suas relações com a Coreia do Norte, e só se dedicam a elaborar um plano para acabar com o regime de Pyongyang. As ameaças norte-coreanas acontecem pouco depois que o general Walter Sharp, responsável pelos 28,5 mil soldados americanos desdobrados na Coreia do Sul, destacou há uma semana a possível instabilidade na Coreia do Norte. O país comunista atravessa uma grande crise econômica devido às sanções internacionais impostas pelo lançamento de um foguete de longo alcance e o teste nuclear do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4341361-EI8143,00-Coreia+do+Norte+ameaca+ataque+nuclear+em+caso+de+tentativa+de+derrubar+Kim.html" target="_blank">Terra News</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ex-membro das SS é condenado à prisão perpétua por assassinatos na II Guerra</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/ex-membro-das-ss-e-condenado-a-prisao-perpetua-por-assassinatos-na-ii-guerra/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 12:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[SS]]></category>

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		<description><![CDATA[Berlim, 23 mar (EFE).- O antigo membro das SS nazistas Heinrich Boere foi condenado nesta terça-feira à prisão perpétua por um tribunal da cidade alemã de Aachen, que lhe considerou culpado de um triplo assassinato cometido na Holanda durante a &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/ex-membro-das-ss-e-condenado-a-prisao-perpetua-por-assassinatos-na-ii-guerra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Berlim, 23 mar (EFE).- O antigo membro das SS nazistas Heinrich Boere foi condenado nesta terça-feira à prisão perpétua por um tribunal da cidade alemã de Aachen, que lhe considerou culpado de um triplo assassinato cometido na Holanda durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Como membro do comando exterminador &#8220;Feldmeijer&#8221; das temidas forças das SS, Boere, atualmente com 88 anos, participou do assassinato de três civis holandeses, em 1944.</p>
<p>Os juízes do Tribunal de Aachen aceitaram a solicitação de pena proposta pela Promotoria, enquanto a defesa tinha reivindicado a absolvição, argumentando que Boemer já tinha sido processado no passado pelos mesmos crimes.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/03/23/ex-membro-das-ss-e-condenado-a-prisao-perpetua-por-assassinatos-na-ii-guerra.jhtm" target="_blank">UOL News</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O mini-caça francês Roussel R.30</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 18:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Roussel R.30]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1934, a Marcel Bloch projetou o MB.150, conforme a solicitação da Armée de l&#8217;Air, para adquirir um novo caça. Infelizmente, o MB.150 perdeu a disputa para o Morraine Salnier M.S.406. Mesmo assim a aeronave recebeu algumas modificações e em &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-mini-caca-frances-roussel-r-30/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1934, a Marcel Bloch projetou o MB.150, conforme a solicitação da Armée de l&#8217;Air, para adquirir um novo caça. Infelizmente, o MB.150 perdeu a disputa para o Morraine Salnier M.S.406. Mesmo assim a aeronave recebeu algumas modificações e em 1937, foi enviada ao <em>Centre d&#8217;Essais du Materiel Aerien</em> &#8211; CEMA (Centro de Testes de Equipamentos Aéreos), que acabou por considerar o projeto interessante, desde que recebesse algumas modificações. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1938, o irmão do projetista do MB.150, decidiu então criar uma aeronave, baseada no MB.150, que basicamente se tratava de uma versão mais leve e menor que seu antecessor. Era pretendido instalar um motor de 1030 hp na nova aeronave, em contraste com o motor de 940 hp empregado no MB.150, que mesmo assim o deixaria com quase a metade do peso do outro caça. Mas para os vôos de teste, foi instalado um motor radial Gnome-Rhône 14M, de apenas 690 hp. Em abril de 1939, durante o primeiro vôo do Roussel R.30, a aeronave atingiu uma velocidade de 520 quilômetros horários, cerca de 90 quilômetros horários mais rápido que o MB.150 e era equipado com dois canhões Hispano-Suiza HS 404, de 20 milímetros e tinha um pod sob a fuselagem que o permitia transportar uma bomba de até 250 quilogramas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Esta aeronave acabou por chamar a atenção da Armée de l&#8217;Air, que solicitou que esta aeronave fosse enviada ao CEMA, onde foram realizados exaustivos testes, com resultados satisfatórios. Foi então sugerido que os canhões fossem substituídos pelos Oerlikon AS, de mesmo calibre. O CEMA também solicitou que fossem realizadas modificações para a instalação de novo motor Gnome-Rhône 14M, com 800 hp. Mas infelizmente estas modificações, bem como a produção seriada, nunca foram realizados, por conta da invasão alemã. O protótipo foi transferido de Paris à Bordeaux, onde acabou por ser queimado.</span></p>
<p>Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-mini-caca-frances-roussel-r-30/roussel-r-30-4/' title='Roussel R-30-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Roussel-R-30-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Roussel R.30" title="Roussel R-30-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-mini-caca-frances-roussel-r-30/roussel-r-30-1/' title='Roussel R-30-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Roussel-R-30-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Roussel R.30" title="Roussel R-30-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-mini-caca-frances-roussel-r-30/roussel-r-30-2/' title='Roussel R-30-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Roussel-R-30-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Roussel R.30" title="Roussel R-30-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/o-mini-caca-frances-roussel-r-30/roussel-r-30-3/' title='Roussel R-30-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Roussel-R-30-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Roussel R.30" title="Roussel R-30-3" /></a>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="455" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="164"></col>
<col span="1" width="281"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7,72 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6,10 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,10 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10,00 m² </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1030 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo de Decolagem: </span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1470 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor radial de 7 cilindros Gnome-Rhone 14M, desenvolvendo 690 hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima: </span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">520 km/h </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">475 km/h </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1200 km </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida:</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">19 m/s </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6000 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação: </span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="164" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="281" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 canhões Hispano-Suiza HS-404, de 20 mm,<br />
1 bomba de 250 kg </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">AirWar.ru &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/roussel30.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/roussel30.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">James S &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://jamess.free.fr/spip/article.php3?id_article=177&amp;id_document=90"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://jamess.free.fr/spip/article.php3?id_article=177&amp;id_document=90</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia.org &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Roussel_R.30"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://de.wikipedia.org/wiki/Roussel_R.30</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Renard R-36: Um caça legitimamente Belga</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Bélgica]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Renard aircraft]]></category>
		<category><![CDATA[Renard R-36]]></category>
		<category><![CDATA[Renard R-37]]></category>
		<category><![CDATA[Renard R-38]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos anos de 1930, a Bélgica estava buscando modernizar sua força-aérea e parte desta modernização teria bastante influência também, na modernização da própria indústria aeronáutica belga. Uma das propostas de origem interna da Bélgica, era o caça Renard R-36. Esta &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Nos anos de 1930, a Bélgica estava buscando modernizar sua força-aérea e parte desta modernização teria bastante influência também, na modernização da própria indústria aeronáutica belga.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Uma das propostas de origem interna da Bélgica, era o caça </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Renard R-36</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">. Esta aeronave, projetada por </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Alfred Renand, foi projetada para substituir os já obsoletos Fairey Firefly II. O protótipo, que fez seu primeiro vôo no dia 5 de novembro de 1937, realizou uma bateria de testes no ano seguinte, sendo aprovado pelo governo belga, no segundo semestre de 1938. Os resultados, considerados muito satisfatórios, fizeram com que o governo encomendasse previamente 40 exemplares deste caça nacional, que deveriam ser entregues em dois anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mas infelizmente para Renard, os fatos não se desenrolaram conforme o previsto. No dia 17 de janeiro de 1939, o protótipo código </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>OO-ARW</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, caiu próximo à Nivelles, matando seu piloto, o tenente Eric van Spoelberg. A investigação oficial não foi capaz de determinar se houve alguma falha estrutural, no entanto concluiu que a causa mais provável para o acidente, foi um defeito ocorrido com o equipamento de rádio, causado durante uma série de manobras com elevada força G, o que danificou os controles, incapacitando o piloto de controlar a aeronave. Após esta conclusão, a encomenda das aeronaves foi cancelada, em favor da fabricação, sob licença, do caça britânico Hawker Hurricane, que seria realizado pela SABCA.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mesmo assim, a aeronave chamou a atenção e foram criadas algumas variantes:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">R-37 – Criado a pedido da Força Aérea Francesa, este R-36 foi equipado com um motor radial Gnome-Rhône 14N21.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">R-37B – versão biposta do R-37</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">R-38 – Criado a pedido do governo belga, este caça recebeu um novo motor, o Rolls-Royce Merlin II</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">R-40 – Criado a pedido do governo francês, era basicamente o R-36 com motor RR Merlin.</span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="454" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="147"></col>
<col span="1" width="297"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Versão </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">R-36 </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11,64 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,64 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,90 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">20,00 m² </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1700 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Carregado:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2400 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor 12 cilindros Hispano-Suiza Ycrs Tipo 2, desenvolvendo 910 hp</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade máxima:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">515 km/h </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">465 km/h </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">890 km </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12000m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="147" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="297" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 canhão de 20mm;<br />
4 metralhadoras Browning 7,7 mm;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">até 8 bombas de 10 kg </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Desenvolvido pela empresa belga Construções Aeronáuticas G. Renard, o caça <strong>Renard R-37</strong> era uma versão modernizada do caça Renard R-36, projetada por Alfred Renard, especificamente para a Armée de l&#8217;Air (Força Aérea Francesa). Em virtude das necessidades específicas de seu cliente, o motor Hispano-Suiza 12Y (usado no R-36) foi substituído pelo motor Gnome-Rhône 14N-21, de 1040hp de potência. Esta nova configuração teve que abandonar o canhão de 20 milímetros que disparava através do eixo da hélice, desta forma, o armamento da aeronave passou a ser de quatro metralhadoras 7,7 milímetros montadas nas asas (com a possibilidade de substituir duas delas por metralhadoras de calibre 13 milímetros).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O caça R-37 (inacabado) foi exibido no Salão de Bruxelas, em 1939. Também foi criada uma versão biposta, para treinamento, e que podia transportar uma carga de bombas maior. Mas infelizmente, em maio de 1940, com a invasão alemã, todos os projetos tiveram que ser abandonados e o protótipo do R-37 foi capturado pelos alemães. Sob a supervisão alemã, a aeronave foi concluída e provavelmente enviada à Alemanha. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="453" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="145"></col>
<col span="1" width="298"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Versão</span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">R-37 </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11,64 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento: </span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,64 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura: </span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,90 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">20,00 m² </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio</span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1960 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso carregado:</span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2460 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização: </span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor radial Gnome-Rhône 14N-21, desenvolvendo 1040hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">545 km/h (altitude) / 430km/h – ao nível do mar</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">485 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">995 km </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12900 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação: </span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="145" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="298" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4 metralhadoras Browning 7,7mm instaladas nas asas (2 podiam ser substituídas por metralhadoras Madsem de 13mm);<br />
até 8 bombas de 10kg </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Desenvolvido pela empresa belga Construções Aeronáuticas G. Renard, o Renard R-38 foi criado atendendo uma solicitação da Aéronautique Militaire Belge (Força Aérea Belga). A pedido da força aérea, este novo caça deveria ser equipado com um motor de 12 cilindros Rolls-Royce Merlin II. Assim como o R-37, o canhão de 20 milímetros teve que ser abandonado, só que desta vez por não receber a autorização para tal, assim, a configuração do armamentro permaneceu exatamente a mesma do R-37.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O protótipo, que recebeu o registro civil OO-ATK, realizou seu primeiro vôo no dia 18 de julho de 1939. No dia 4 de agosto, a aeronave sobrevoou as instalações da SABCA, sob a supervisão de representantes da Força Aérea Belga. Durante este vôo, a aeronave atingiu uma velocidade de 545 km/h, o que era um desempenho excelente para aeronaves do final dos anos de 1930. Mas pouco tempo depois a Alemanha invadiu a Bélgica, o que impossibilitou a continuidade do desenvolvimento da aeronave por lá. Numa tentativa de dar continuidade aos trabalhos, a aeronave foi evacuada para a França, em um aeródromo de Bordeaux (estava previsto transferir à aeronave para o Marrocos), mas esta acabaria por ser capturada pelos alemães antes de ser novamente transferida. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="452" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="146"></col>
<col span="1" width="296"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Modificação: </span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">R-38 </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11,64 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,80 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura: </span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,90 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar: </span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">20,00 m² </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1950 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso carregado:</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2600 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor Rolls-Royce Merlin II, desenvolvendo 1020 hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">545 km/h (altitude) / 430km/h – ao nível do mar</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">486 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1350 km</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida:</span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">980 m/min</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto: </span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12900 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes: </span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="146" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="296" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4 metralhadoras Browning 7,7mm instaladas nas asas (2 podiam ser substituídas por metralhadoras Madsem de 13mm);<br />
até 8 bombas de 10kg </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Galeria:</strong></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-36-1/' title='Renard_R-36-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-36-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-36" title="Renard_R-36-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-36-2/' title='Renard_R-36-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-36-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-36 em vôo" title="Renard_R-36-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-36-3/' title='Renard_R-36-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-36-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-36" title="Renard_R-36-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-36-4/' title='Renard_R-36-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-36-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-36" title="Renard_R-36-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-36-5/' title='Renard_R-36-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-36-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-36" title="Renard_R-36-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-37-1/' title='Renard_R-37-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-37-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-37" title="Renard_R-37-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-37-2/' title='Renard_R-37-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-37-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-37" title="Renard_R-37-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-37-3/' title='Renard_R-37-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-37-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-37, ainda em construção" title="Renard_R-37-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-38-1/' title='Renard_R-38-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-38-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-38" title="Renard_R-38-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-38-2/' title='Renard_R-38-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-38-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-38" title="Renard_R-38-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/renard_r-38-3/' title='Renard_R-38-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Renard_R-38-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Renard R-38" title="Renard_R-38-3" /></a>

<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/r36.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Airwar.ru (1)</span></span></a></p>
<p><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/r37.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Airwar.ru (2)</span></span></a></p>
<p><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/r38.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Airwar.ru (3)</span></span></a></p>
<p><a href="http://www.aviastar.org/air/belgium/renard_r-38.php"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Aviastar.org</span></span></a></p>
<p><a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Renard_R-36"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipedia</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/renard-r-36-um-caca-legitimamente-belga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Avia S-199 Mezek: O &#8220;Messerschmitt&#8221; tchecoslovaco</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Avia S-199 Mezek]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Messerschmitt Bf 109G]]></category>
		<category><![CDATA[S-199]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Tchecoslováquia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=1721</guid>
		<description><![CDATA[A história do Avia S-99 e S-199 teve início em 28 de maio de 1935, quando a Bayerishe Flugzeugwerke GmBH (posteriormente Messerschmitt AG) apresentou o protótipo de um caça, denominado Bf 109V1. Este viria a se tornar o “pai” de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">A história do Avia S-99 e S-199 teve início em 28 de maio de 1935, quando a Bayerishe Flugzeugwerke GmBH (posteriormente Messerschmitt AG) apresentou o protótipo de um caça, denominado Bf 109V1. Este viria a se tornar o “pai” de uma dinastia de caças. Ao longo dos anos, o Ministério da Propaganda do Reich, chefiado por Joseph Goebbels, tratou de transformar esta aeronave, no melhor caça do mundo. E embora tivesse diversos defeitos, foi utilizado pela Alemanha, do início ao fim da Segunda Guerra Mundial, sendo produzido em diversas fábricas nos países conquistados e também sendo inclusive exportado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Um dos países que produziu estas aeronaves foi a então Checoslováquia, dominada pela Alemanha ainda ao início do conflito, e que posteriormente acabaria por cair nas mãos do controle soviético. Ao o final da guerra, a força aérea checoslovaca contava com 72 caças britânicos Supermarine Spitfire Mk IX, 26 caças soviéticos Lavoichin La-5 e 54 caças La-7. Este número era aproximadamente ¼ do número considerado ideal. Para tentar contornar esta situação, o governo da Checoslováquia decidiu então, fazer uso da grande quantidade de peças produzidas durante a guerra, para a fabricação e reparo das aeronaves alemãs, e que ainda se encontravam estocadas (também receberiam grande número de partes capturadas pela URSS). Desta forma, as fabricantes Avia e Aero, deram início à montagem de diversas unidades do caça Messerschmitt Bf 109G-10, sob a designação Avia C-10 e do treinamento biposto Messerschmitt Bf 109G-12, sob a designação Avia C-110. Pouco tempo depois, em 1947, estas aeronaves foram redesignadas S-99 e CS-99 respectivamente.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Quando estas aeronaves entraram em serviço, foi constatado um novo problema, os motores Daimler-Benz DB-605, utilizados nas aeronaves, tinham uma vida útil muito curta, o que significava manutenção constante. Aliado a isto, surgiu um novo problema; O depósito onde eram armazenados os motores, foi inteiramente destruído por um incêndio. Agora se fazia necessária uma alternativa que possibilitasse a continuidade da produção, pois para produzir os motores BD-605 e peças de reposição, seria necessário um grande investimento, que ao mesmo tempo inviável financeira e tecnicamente, haja visto que seria necessário dispender uma grande quantidade de tempo e dinheiro para produzir motores aeronáuticos, que em virtude da tecnologia, já estariam obsoletos antes de serem novamente produzidos. Como resultado, foi decidido então, adotar o mais confiável motor Junkers Jumo 211, cuja quantidade remanescente no país, era mais do que suficientes para a produção das aeronaves planejadas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">A adoção destes motores entretanto, trouxe novos problemas. Como este motor havia sido criado para o uso em bombardeiros, ele era mais pesado (que o DB-605), tinha potência inferior (que o DB-605) e não tinha o mecanismo de sincronização para as metralhadoras. Isto acarretou na necessidade de dispender uma grande tempo de trabalho, para a adaptação de um mecanismo de sincronização, que também deveria ser bastante diferente do anterior, pois estes motores jumo utilizavam hélices com pás bastante grandes (as mesmas do Heinkel He 111). Este “novo” motor ficaria pronto somente em 25 de abril de 1947 e, para poder ser utilizado, foi necessário realizar mais algumas modificações nas aeronaves, que passaram a ser designadas S-199 e CS-199 respectivamente.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Em relação ao “Messerschmitt” original, a aeronave se diferenciava por conta da cobertura do motor, da hélice e de diversas outras mudanças menores. O armamento também foi alterado; o S-199 era equipado com duas metralhadoras de 13 milímetros Mg 131, sincronizadas (no nariz) e dois canhões de 20 milímetros MG 151/20, instalados nas asas. Também havia a possibilidade de instalar duas metralhadoras de 7.92 milímetros montadas em pods especiais. De acordo com as informações, o “Messerschmitt” checoslovaco, equipado com o motor Junkers Jumo 211F, teve seu desempenho reduzido em relação ao seu ancestral alemão. A velocidade máxima caiu de 630 quilômetros horários, para 540 quilômetros horários e, o teto caiu de 11000 metros (36200 pés) para 9000 metros (29600 pés). O peso adicional do motor alterou o centro de gravidade da aeronave, tornando o pouso e a decolagem, ainda mais complicados. E além disto tudo, por conta do mecanismo de sincronização adaptado, em diversas ocasiões, as pás das hélices eram simplesmente arrancadas quando as metralhadoras de 13 milímetros eram acionadas. Por conta destes problemas, os pilotos checoslovacos, logo apelidaram as aeronaves de “Mezek”, uma redução de Messerschmitt, mas que em checo significa “Mula”. Na verdade, os S-199 tinham sim, um comportamento muito semelhante ao das mulas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Dentro da força aérea checoslovaca, os pilotos tinham opiniões bastante diferentes a respeito do S-199. Em combate, a aeronave era bastante simples de ser pilotada e tinha boas qualidades de vôo, o que tornava possível treinar e preparar rapidamente centenas de pilotos jovens. Por outro lado, a dificuldade em pousar e decolar, a enorme força de torque e o problema com a sincronização das metralhadoras, fazia com que a aeronave sofresse muitos acidentes. Entretanto o S-199-E se transformou em uma lenda da aviação na Checoslováquia, tendo inclusive sido modificado em meados dos anos de 1950, para utilizar o mesmo armamento do MiG 15.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Os checoslovacos no entanto, compreenderam rapidamente que era necessário vender estas aeronaves, mas vender este equipamento como “Primeira Linha”, numa Europa que recentemente havia saído da guerra e já utilizava equipamentos mais avançados, era praticamente impossível em 1947-1948. Levando em conta isso, o governo checoslovaco aprovou a venda, em abril de 1948, por um preço de 190&#8217;000 dólares cada, de 25 aeronaves S-199 ao recém criado Estado de Israel, mesmo com a estrita proibição da Organização das Nações Unidas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">O acordo de venda firmado com Israel, previa também o fornecimento de peças de reposição, munições (inclusive bombas de 250 e 500 kg) e treinamento de duas semanas para os pilotos. Em maio de 1948, os primeiros pilotos israelenses chegaram secretamente à Base Aérea de Budejovice, estande entre eles Ezer Weissman, futuro comandante da Força Aérea Israelense. Uma vez tendo recebido o treinamento para pilotar os “Messerschmitts” da Bohemia, foi dado início ao envio das aeronaves à Israel. Os S-199 foram então completamente desmontados e transportados por via aérea, utilizando aviões C-46 Comando ou C-54 Skymaster, que faziam a ponte aérea Budejovice-Ekron. Em Israel, as aeronaves foram montadas por mecânicos checos, que simultaneamente treinavam os mecânicos israelenses. Ao final de junho de 1948, 12 destas aeronaves já estavam prontas para uso e, ao início de agosto, as entregas haviam sido concluídas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Mas nem tudo correu conforme o planejado. Em 23 de maio, um C-46 Comando foi perdido, quando tentou pousar em meio a uma tempestade de areia (os C-46 voavam no limite do alcance e não havia combustível reserva para rotas alternativas). Outro C-46 realizou um pouso forçado em Atenas (Grécia), onde a carga foi apreendida e a tripulação presa. E finalizando, um S-199 foi perdido durante o período de treinamento na Checoslováquia. Ao final das contas, Israel comprou 25 aeronaves e recebeu somente 22 delas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Os S-199 adquiridos por Israel, foram utilizados na guerra contra o Egito (iniciada pelo Egito, dois minutos após Israel ser considerado oficialmente um estado independente). Os primeiros pilotos israelenses eram judeus de diversas nações, veteranos da Segunda Guerra Mundial, que haviam combatido a Alemanha. Estes aprenderam rapidamente que a melhor maneira de checar o mecanismo de sincronização, era disparar uma rajada curta logo após a decolagem. Se tudo estivesse de acordo, seguiam com sua missão, caso contrário, ou tentavam pousar, ou saltavam da aeronave, próximo à base aérea. Ao final de 1948, Israel contava com apenas 13 destas aeronaves, que seriam substituídas até 1950, por caças Spitfire e Mustang.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Ao todo, as fábricas “Avia” e “Aero”, fabricaram 450 aeronaves S-199 (S-210, na designação interna das fábricas) e 82 aeronaves CS-199 (24 destas foram convertidas para a versão S-199). Durante a produção, a modificação mais difundida, foi a mudança da cobertura do cockpit, do tipo “Messerschmitt” para o tipo Bolha. A produção, que teve início em 1947, se estendeu até 1949. O último exemplar (em serviço na Guarda de Segurança Nacional da Checoslováquia) foi retirado de serviço em 1957.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Galeria:</strong></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-99-1/' title='Avia S-99-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-99-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia S-99" title="Avia S-99-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-99-2/' title='Avia S-99-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-99-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia CS-99" title="Avia S-99-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-1/' title='Avia S-199-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia S-199" title="Avia S-199-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-2/' title='Avia S-199-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia S-199, com canopy tipo bolha" title="Avia S-199-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-3/' title='Avia S-199-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vista frontal do Avia S-199. note o tamanho das pás da hélice" title="Avia S-199-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-4/' title='Avia S-199-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia S-199-4" title="Avia S-199-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-5/' title='Avia S-199-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia S-199-5" title="Avia S-199-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-6/' title='Avia S-199-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia S-199 com as insígnias da Força Aérea Israelense" title="Avia S-199-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-7/' title='Avia S-199-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia S-199 com as insígnias da Força Aérea Israelense" title="Avia S-199-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco/avia-s-199-8/' title='Avia S-199-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/Avia-S-199-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Painel do Avia S-199" title="Avia S-199-8" /></a>

<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Dados Técnicos: S-199</strong></span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="453" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="156"></col>
<col span="1" width="287"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9,92 m (32 pés 6 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,94 m (29 pés 4 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,59 m (8 pés 6 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">16,20 m² (174 pés²)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2650 kg (5,840 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3740 kg (8,245 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor de 12 cilindros em V invertido, Junkers Jumo 211F, desenvolvendo 1350 hp</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">540 km/h (336 mph)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">400 km/h (250 mph)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">850 km (530 milhas)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Teto de Serviço:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9000 m (28,600 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11 m/s (2,200 pés/min)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="287" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 canhões MG 151/20, de 20 mm, com 150 projéteis;</p>
<p>2 metralhadoras MG 131, de 13mm, com 300 projéteis;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Havia a possibilidade de transportar 2 metralhadoras de 7,92mm e/ou até 280 kg de bombas (1 x 250 kg ou 4 x 70 kg)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Airwar.ru &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/s199.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/s199.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Avia_S-199"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Avia_S-199</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">101 Esquadrão &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://101squadron.com/"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://101squadron.com</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Livraria Virtual &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/History/avia.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/History/avia.html</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Japão confirma pacto secreto com os EUA na Guerra Fria</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/japao-confirma-pacto-secreto-com-os-eua-na-guerra-fria/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/japao-confirma-pacto-secreto-com-os-eua-na-guerra-fria/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 10:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Secreto]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério japonês de Exteriores admitiu nesta terça-feira pela primeira vez a existência de pactos secretos com os Estados Unidos durante a Guerra Fria, algo que os sucessivos governos do Partido Liberal-Democrata (PLD) tinham negado durante décadas. Os pactos entre &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/japao-confirma-pacto-secreto-com-os-eua-na-guerra-fria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério japonês de Exteriores admitiu nesta terça-feira pela primeira vez a existência de pactos secretos com os Estados Unidos durante a Guerra Fria, algo que os sucessivos governos do Partido Liberal-Democrata (PLD) tinham negado durante décadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pactos entre Tóquio e Washington abordavam desde a passagem de armas nucleares pelo Japão até o uso das bases militares dos EUA no arquipélago sem consulta prévia.</p>
<p style="text-align: justify;">A existência destes acordos foi confirmada nesta terça-feira por uma comissão especial criada pelo Governo do Partido Democrático (PD) em setembro, dez dias após sua chegada ao poder após uma histórica vitória eleitoral. Até então, os sucessivos Governos do PLD &#8211; que governou o Japão de forma quase ininterrupta durante os últimos 54 anos &#8211; tinham negado que houvesse qualquer acordo não revelado com Washington.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro japonês de Exteriores, Katsuya Okada, apresentou as conclusões da comissão em entrevista coletiva, na qual lamentou que os governos anteriores não tenham reconhecido a existência dos pactos, selados nas décadas de 60 e 70.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais controverso é um &#8220;acordo tácito&#8221; que, segundo a comissão, permitiria a passagem de navios dos EUA com armas nucleares pelo Japão, único país que sofreu ataques nucleares e que mantém os princípios de não possuir, produzir nem permitir armas atômicas em seu território.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não podemos estabelecer claramente se houve passagem de armas nucleares. Não podemos desfazer essa dúvida&#8221;, admitiu Okada perante cerca de 200 jornalistas. Além da possível passagem de armas nucleares, Tóquio aceitou então que Washington utilizasse suas bases militares no Japão sem consulta prévia em caso de uma crise na península coreana, segundo a comissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas também provaram que, em 1972, coincidindo com a devolução da província de Okinawa &#8211; que permanecia sob controle americano &#8211; ao Japão, Tóquio aceitou custear US$ 4 milhões que deveriam ter sido pagos por Washington para a recuperação de terras danificadas pelo uso militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suas conclusões, a comissão tachou como &#8220;desonestos&#8221; os governos anteriores do Japão por não terem reconhecido os pactos, algo &#8220;inaceitável sob princípios democráticos&#8221;. O atual Governo japonês, liderado por Yukio Hatoyama, chegou ao poder com a promessa de manter uma política mais independente em relação ao governo dos EUA, seu principal aliado em segurança.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4309332-EI8143,00-Japao+confirma+pacto+secreto+com+os+EUA+na+Guerra+Fria.html" target="_blank">Terra</a></p>
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		<title>Post e Neudorf PN-3: O warbird da Estônia</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Estônia]]></category>
		<category><![CDATA[PN-3]]></category>
		<category><![CDATA[Post e Neudorf]]></category>
		<category><![CDATA[Post e Neudorf PN-3]]></category>
		<category><![CDATA[Protótipo]]></category>
		<category><![CDATA[URSS]]></category>

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		<description><![CDATA[A história da indústria aeronáutica da Estônia não apresenta muitos eventos importantes ou interessantes (pelo menos aparentemente), isto porque nunca havia apresentado uma aeronave genuinamente nacional. Por outro lado, foi responsável pela criação de uma série de cópias de outras &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/post-e-neudorf-pn-3-o-warbird-da-estonia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">A história da indústria aeronáutica da Estônia não apresenta muitos eventos importantes ou interessantes (pelo menos aparentemente), isto porque nunca havia apresentado uma aeronave genuinamente nacional. Por outro lado, foi responsável pela criação de uma série de cópias de outras aeronaves.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Mas em 1936, os engenheiros Post e Neudorf, do Aeroclube da Estônia, deram início ao desenvolvimento de uma aeronave moderna, que seria capaz de substituir os Potez 25A2 e os Letov S.228, ambos produzidos sob licença. No ano seguinte, o projeto foi apresentado ao representantes da Aviação do Exército. Segundo os projetistas, a aeronave poderia ser empregada como aeronave de treinamento de pilotos, reconhecimento fotográfico e observação. Por conta disto, as autoridades militares autorizaram a construção de um protótipo, mas configurado como aeronave de reserva, pois à época, a Estônia estava em negociações com outros países, para adquirir tecnologia aeronáutica moderna (que poderia ser incorporada ao seu projeto nacional). O principal interesse era negociar com a Holanda a compra de caças Fokker D.XXI e Fokker G.I. Também haviam negociações com a Grã-Bretanha, para a compra de aeronaves britânicas Supermarine Spitfire Mk.I e Westland Lysander Mk.I e com a alemanha, para a compra de aviões Henschel Hs 126A. De todas as negociações, a única que rendeu resultados, foi a compra dos Hs 126A, que acabou por dar o impulso necessário para o desenvolvimento final do projeto estoniano.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">O protótipo, denominado PN-3, foi finalizado no verão (inverno no hemisfério sul) de 1939. A série de testes de vôo, foi realizada pelo piloto Peter Olf. Os representantes da aviação militar estoniana ficaram bastante satisfeitos com os resultados, mas infelizmente não houve tempo hábil para a aeronave ser produzida em série. Ocorre que à época a União Soviética aumentava sua pressão sobre as nações do Báltico e no verão de 1940, a Estônia sucumbiu diante da pressão soviética, se transformando em um dos estados soviéticos. Com a anexação, a absoluta maioria das aeronaves estonianas foram enviadas para o desmantelamento (por serem consideradas obsoletas). Não se sabe ao certo o paradeiro do protótipo, mas muito provavelmente teve o mesmo destino do letão Stampe-et-Vertongen SV.5 e do lituano ANBO-41, que foram enviados à URSS para avaliação. Se isto ocorreu, é possível que tenha “sobrevivido” a 1940, mas muito provavelmente tenha sido destruído em 1941, para evitar cair em mãos alemãs, ou mesmo que tenha sido capturado por eles.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Galeria:</strong></span><br />

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/post-e-neudorf-pn-3-o-warbird-da-estonia/pn-3/' title='PN-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/PN-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Post e Neudorf PN-3" title="PN-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/post-e-neudorf-pn-3-o-warbird-da-estonia/pn-3-3/' title='PN-3-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/PN-3-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Esquema de Cores do PN-3 (fonte: Airwar.ru)" title="PN-3-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/post-e-neudorf-pn-3-o-warbird-da-estonia/pn-3-2/' title='PN-3-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/PN-3-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Três vistas do PN-3" title="PN-3-2" /></a>
</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="454" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="166"></col>
<col span="1" width="278"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10,65m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9,00m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3,38m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wing area, [m]2</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"> </td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Mass, the kgf</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"> </td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff">  <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">the empty aircraft</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"> </td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff">  <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">the normal takeoff</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"> </td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor Rolls-Royce Kestrel XI, desenvolvendo 570hp</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">ND</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">ND</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">ND</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">ND</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">ND</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">ND</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="166" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="278" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 metralhadoras de 7,92mm (.303 pol) </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Airwar.ru &#8211; <a href="http://www.airwar.ru/enc/spyww2/pn3.html">http://www.airwar.ru/enc/spyww2/pn3.html</a></span></span></p>
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		<title>Handley-Page HP.75 Manx</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 16:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Handley Page HP.75 Manx; Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[X-planes; protótipo; Asa Voadora]]></category>

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		<description><![CDATA[O Handley Page HP.75 Manx, foi uma aeronave-conceito, criada pelo engenheiro Gustav Victor Lachmann (Gustav nasceu em Dresden, na Alemanha, no ano de 1896. Em 1929, mudou-se para a Grã-Bretanha, para trabalhar na Handley-Page, onde permaneceu até o final de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/handley-page-hp-75-manx/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Handley Page HP.75 Manx, foi uma aeronave-conceito, criada pelo engenheiro Gustav Victor Lachmann (Gustav nasceu em Dresden, na Alemanha, no ano de 1896. Em 1929, mudou-se para a Grã-Bretanha, para trabalhar na Handley-Page, onde permaneceu até o final de sua carreira. Morreu em 1966), no final dos anos de 1930. O nome “Manx” é homônimo a uma mutação genética que ocorre em gatos, fazendo com que nasçam sem cauda (como a aeronave).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O HP.75 chamava atenção por algumas de suas características externas, como a ausência de cauda, motores em montagem “pusher” (as hélices ficam voltadas para trás, “empurrando” a aeronave para frente) e trem de pouso triciclo (bastante incomum na época), porém este era retrátil somente nas asas, sendo a perna do nariz fixa.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Manx foi criado inicialmente para participar de um programa de pesquisa que buscava investigar problemas ocorridos em aeronaves “sem cauda”. As asas parcialmente enflechadas, tinham estabilizadores verticais montados em suas extremidades, para o controle de rolamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A construção do protótipo foi subcontratada à Dart Aircraft, de Dunstable, em 1938. A fase inicial de desenvolvimento apresentou diversos problemas, que causariam o atraso na construção da aeronave, que seria finalizada somente em 1939. Porém, antes que a mesma fosse entregue para testes, a aeronave precisou ser totalmente reprojetada, isto porque o HP.75 era muito pesado e a integridade estrutural das asas necessitavam uma nova borda de ataque.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mudanças realizadas, em meados de 1940, o HP.75 estava então pronto para iniciar a fase de testes de vôo, entretanto uma inspeção preventiva bastante meticulosa, revelou que as estruturas alares estavam ainda com uma séria deterioração, sendo então necessários extensos reparos. Este problema (e alguns outros que surgiriam), acabara por atrasar o vôo inaugural da aeronave, que se daria somente em junho de 1943 (as informações são conflitantes neste ponto, algumas citam dia 11 e algumas dia 25).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mais uma vez, a sorte não acompanhou o HP.75. O vôo inaugural teve que ser abruptamente abortado, uma vez que a cobertura do cockpit se desprendeu durante uma passagem da aeronave, mas felizmente não houveram incidentes maiores e a aeronave pousou em segurança.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os testes com o HP.75 foram encerrados em abril de 1946 (praticamente 8 anos ter sido construído). Neste tempo todo, o Manx realizou aproximadamente 30 vôos, que somaram pouco mais de 17 horas de vôo. A aeronave acabou por ser desmantelada em 1952.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Galeria:</strong></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/handley-page-hp-75-manx/hp-75-manx-6/' title='HP-75 Manx-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/HP-75-Manx-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HP-75 Manx-6" title="HP-75 Manx-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/handley-page-hp-75-manx/hp-75-manx-1/' title='HP-75 Manx-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/HP-75-Manx-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HP-75 Manx-1" title="HP-75 Manx-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/handley-page-hp-75-manx/hp-75-manx-2/' title='HP-75 Manx-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/HP-75-Manx-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HP-75 Manx-2" title="HP-75 Manx-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/handley-page-hp-75-manx/hp-75-manx-3/' title='HP-75 Manx-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/HP-75-Manx-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HP-75 Manx-3" title="HP-75 Manx-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/handley-page-hp-75-manx/hp-75-manx-4/' title='HP-75 Manx-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/HP-75-Manx-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HP-75 Manx-4" title="HP-75 Manx-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/handley-page-hp-75-manx/hp-75-manx-5/' title='HP-75 Manx-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/03/HP-75-Manx-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HP-75 Manx-5" title="HP-75 Manx-5" /></a>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="455" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="159"></col>
<col span="1" width="286"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12,19m (40 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5,59m (18 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">N/D</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">22,76m² (246 pés²)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1361 kg (3,000 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso de Decolagem</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1814 kg (4,000 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 motores DeHavilland Gipsy Major II, desenvolvendo 140 hp cada</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">236 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro:</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">192 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">N/D </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4575 m (15,000 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="159" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes</span></span></td>
<td width="286" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 (Piloto + Observador)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Airwar.ru &#8211; </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/xplane/manx.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.airwar.ru/enc/xplane/manx.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipedia.org (inglês): </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Handley_Page_Manx"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Handley_Page_Manx</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O EFW N-20 “Aiguillon” &#8211; O Jato Suíço</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 13:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Avião a Jato]]></category>
		<category><![CDATA[EFW N-20 Aiguillon]]></category>
		<category><![CDATA[EFW N-20.2 Arbalète]]></category>
		<category><![CDATA[Suíça]]></category>

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		<description><![CDATA[O EFW N-20 “Aiguillon”, foi o primeiro avião à jato projetado pela Suíça, sendo concebido na segunda metade da década de 1940, pela “Eidgenössische Flugzeugwerke Emmen” (Fábrica Federal de Aeronaves de Emmen).   Ainda durante a Segunda Guerra Mundial, os &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-efw-n-20-%e2%80%9caiguillon%e2%80%9d-o-jato-suico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O EFW N-20 “Aiguillon”, foi o primeiro avião à jato projetado pela Suíça, sendo concebido na segunda metade da década de 1940, pela </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>“Eidgenössische Flugzeugwerke Emmen”</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> (Fábrica Federal de Aeronaves de Emmen).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ainda durante a Segunda Guerra Mundial, os engenheiros suíços perceberam que seu país, que mantém uma política histórica de neutralidade, necessitaria buscar os meios para modernizar sua força aérea, uma vez que as nações beligerantes já contavam com tecnologias aeronáuticas muito mais avançadas. Como a indústria aeronáutica suíça não tinha nenhuma experiência na construção de aeronaves à jato, um sem número de modelos em escala, foram criados para testes em túnel de vento. Na segunda metade da década de 1940, foi então apresentado o projeto de um avião “moderno”, capaz de atuar na função de caça-bombardeiro.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O projeto era bastante revolucionário, uma aeronave sem cauda, com asas enflechadas, com um perfil bastante parecido com o americano Vought F7U. Para realizar os testes do design, especialmente do enflechamento das asas, foi decidido então construir um planador, em escala 1:3,5. Este planador, construído em madeira, era equipado com um foguetes de combustível sólido, que eram capazes de fazer o planador atingir a altitude necessária para os testes. O primeiro vôo deste simulador, ocorreu no dia 17 de abril de 1948. Uma série de outros vôos foram realizados, até que em 1 de julho de 1949, a aeronave sofreu um grave acidente durante a operação de pouso, fazendo assim, necessária a construção de uma nova aeronave.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Uma vez que os dados iniciais se mostraram satisfatórios, decidiu-se então construir um protótipo, mas ainda em escala reduzida. A aeronave recebeu quatro motores à reação “Turboméca Piméné”, que desenvolviam 0,98 kN (220 lbf) de empuxo, sendo capazes de levar a aeronave a uma velocidade de 750 km/h (466 mph). Estas foram instaladas próximos à raiz das asas, sendo duas sobre as asas e duas abaixo delas. Esta aeronave recebeu a designação N-20.2 Arbalète (Balestra), tendo realizado seu primeiro vôo no dia 16 de novembro de 1951, encontra-se atualmente em exibição no “Museu Suíço do Transporte, em Lucerna – Suíça”.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Graças à excelente manobrabilidade obtida com o N-20.2, foi decidido então construir o primeiro protótipo em escala 1:1 (as dimensões do N-20 são semelhantes às do P-16). No protótipo, não foi instalado o HUD (Head Up Display) que estava no projeto.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O EFW N-20, era dotado de canards retráteis, que eram responsáveis por aumentar significativamente as características de vôo em baixa velocidade. Outra característica é que em caso de emergência, o nariz da aeronave podia ser alijado, retornando ao solo com o auxílio de um pára-quedas. Mas uma característica muito mais interessante, era o fato que o N-20 seria equipado com quatro motores à jato (instalados internamente, no bordo de ataque de cada asa) e oito pós-combustores. O fluxo de gás expelido pelos motores, podia ser dirigido dirigido diagonalmente aos flaps, o que possibilitavas a decolagem em distâncias bem curtas. Além de projetar a aeronave, os engenheiros suíços queriam também nacionalizar o máximo possível dos equipamentos, inclusive os motores, para isso, foi dado início aos trabalhos de desenvolvimento do propulsor SM-1 (versão suíça dos motores britânicos Armstrong-Siddeley Mamba), com seus 6,2 kN (1400 lbf).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Embora a aeronave tivesse seu desempenho estimado em torno dos 1000 quilômetros horários, os engenheiros haviam projetado a aeronave para atingir os 1200 quilômetros horários, o que se fosse atingido, faria com que a Suíça tivesse uma aeronave superior a qualquer outra de seu tempo, mas logo se percebeu que os SM-1 não eram capazes de gerar o empuxo necessário para a aeronave, fazendo necessária a adoção de um novo propulsor, desta vez o propulsor de duplo estágio SM-5, que seria capaz de gerar 14.7kN (3300lbf) de empuxo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O protótipo foi concluído em 1952 e como o propulsor SM-5 ainda não havia sido finalizado, a aeronave foi equipada com quatro motores SM-1, para tornar possível os testes de solo e alguns ajustes técnicos da aeronave. Mesmo com sua baixa potência, o N-20 realizou um breve vôo (e único), em 8 de abril de 1952, durante testes de taxiamento.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No ano seguinte, antes dos motores SM-5 estarem concluídos, o Parlamento Suíço subitamente ordenou o cancelamento do projeto, alegando ser arriscado continuar investindo o dinheiro da nação neste projeto. Pouco depois, diversas empresas ligadas ao desenvolvimento, solicitaram ao parlamento, autorização para finalizar o projeto por conta própria, para que os já investidos 15 milhões de francos suíços, não fossem jogados por água abaixo e para tentar ao menos, que a aeronave pudesse ser oferecida para vendas ao exterior. O parlamento mais uma vez, negou a continuidade do projeto (em base por conta dos acordos informais entre os bancos e seus vizinhos), alegando que os envolvidos não poderiam assumir os riscos do desenvolvimento de uma aeronave militar por conta própria. Coincidência ou não, foi neste mesmo ano que a Suíça recebeu seus primeiros jatos DeHavilland DH-100 Vampire, provenientes da Grã-Bretanha. O EFW N-20 encontra-se exposto atualmente no Museu Aeronáutico de Dübendorf, na Suíça.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><a name="Bewaffnung1"></a><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Armamentos</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O projeto do N-20 previa a instalação de dois canhões de 20 milímetros, como armamento de defesa. Além disto, foram previstas quatro configurações para os diferentes empregos planejados:</span></span></p>
<ol>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">4 canhões de 20 mm;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">16 bombas de 50 kg;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">36 foguetes de 87mm</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">24 bombas de iluminação, 4 câmeras e 500 litros de combustível.</span></span></li>
</ol>
<p> </p>
<h2><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Galeria:</span></span></h2>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-efw-n-20-%e2%80%9caiguillon%e2%80%9d-o-jato-suico/turbomeca-pimene/' title='Turbomeca Pimene'><img width="150" height="112" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Turbomeca-Pimene-150x112.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Turboméca Piméné" title="Turbomeca Pimene" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-efw-n-20-%e2%80%9caiguillon%e2%80%9d-o-jato-suico/efw_n-20-2-2/' title='EFW_N-20-2-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/EFW_N-20-2-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="EFW N-20.2 Arbalète (foto: Museu Suíço do Transporte, em Lucerna – Suíça)" title="EFW_N-20-2-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-efw-n-20-%e2%80%9caiguillon%e2%80%9d-o-jato-suico/efw_n-20-2/' title='EFW_N-20-2'><img width="150" height="121" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/EFW_N-20-2-150x121.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto rara, mostrando o EFW N-20.2 Arbalète (atrás) e o EFW N-20 Aiguillon (à frente)" title="EFW_N-20-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-efw-n-20-%e2%80%9caiguillon%e2%80%9d-o-jato-suico/armstrong_whitley_mamba_asm3/' title='Armstrong_Whitley_Mamba_ASM3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Armstrong_Whitley_Mamba_ASM3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Propulsor Armstrong Whitley Mamba 3 (semelhante ao SM-1)" title="Armstrong_Whitley_Mamba_ASM3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-efw-n-20-%e2%80%9caiguillon%e2%80%9d-o-jato-suico/efw_n-20-1/' title='EFW_N-20-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/EFW_N-20-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="EFW N-20 “Aiguillon”, em exposição no Museu Aeronáutico de Dübendorf - Suíça (foto: Museu Aeronáutico de Dübendorf )" title="EFW_N-20-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-efw-n-20-%e2%80%9caiguillon%e2%80%9d-o-jato-suico/efw_n-20-3/' title='EFW_N-20-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/EFW_N-20-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="EFW N-20 “Aiguillon”, em exposição no Museu Aeronáutico de Dübendorf - Suíça (foto: Museu Aeronáutico de Dübendorf )" title="EFW_N-20-3" /></a>

<h2><a name="Technische_Daten1"></a><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Dados Técnicos</span></span></h2>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Envergadura: 12,60 m </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Comprimento: 12,6 m </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Altura: 3,67 m </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Peso Vazio (equipado): 6550 kg </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Carga Adicional: 2450 kg </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Propulsores: 4 motores Swiss Mamba SM-01, desenvolvendo 6 kN de empuxo cada </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Armamento: conforme indicado acima </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Velocidade de Cruzeiro: 1,000 km/h (estimado) </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Velocidade Máxima Nivelada: 1200 km/h (estimado) </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Teto de Serviço: 11000 m </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Alcance: 500 km </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Distância para Decolagem: 232 m</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Distância para Pouso: 237 m </span></span></li>
</ul>
<h2><a name="Quellen1"></a></h2>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia (inglês): <span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/FFA_N-20">http://en.wikipedia.org/wiki/FFA_N-20</a></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia (alemão): <span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://66.196.80.202/babelfish/translate_url_content?.intl=br&amp;lp=de_en&amp;trurl=http%3A%2F%2Fde.wikipedia.org%2Fwiki%2FEidgen%25C3%25B6ssische_Flugzeugwerke_Emmen_N-20">http://de.wikipedia.org/wiki/Eidgen%C3%B6ssische_Flugzeugwerke_Emmen_N-20</a></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">AirWar.ru:<span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/fighter/n20.html">http://www.airwar.ru/enc/fighter/n20.html</a></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">World at War:<span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://worldatwar.net/chandelle/v2/v2n2/switzers.html">http://worldatwar.net/chandelle/v2/v2n2/switzers.html</a></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Museu Suíço do Transporte &#8211; Lucerna:<span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.verkehrshaus.ch/index.cfm?dom=4">http://www.verkehrshaus.ch/index.cfm?dom=4</a></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Museu Aeronáutico de Dübendorf: </span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.airforcecenter.ch/navy/mainnav.php?langy=d"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.airforcecenter.ch/navy/mainnav.php?langy=d</span></span></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E a briga continua&#8230;</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/e-a-briga-continua/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/e-a-briga-continua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 12:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Falklands]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[Malvinas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Reino Unido fêz “todos os preparativos necessários” para proteger as Ilhas Falkland, disse o Primeiro Ministro Gordon Brown. O ministério de defesa negou relatórios que esteja enviando uma força-tarefa ao arquipélago, no entanto lembrou que a Grã-Bretanha têm presença &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/e-a-briga-continua/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>O Reino Unido fêz “todos os preparativos necessários” para proteger as Ilhas Falkland, disse o Primeiro Ministro Gordon Brown.</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O ministério de defesa negou relatórios que esteja enviando uma força-tarefa ao arquipélago, no entanto lembrou que a Grã-Bretanha têm presença naval permanente no Atlântico Sul e que mantêm um efetivo de 1000 soldados nas ilhas. Já Willian Hague, membro do secretariado de assuntos internacionais da Grã-Bretanha, teria garantido à BBC, que a presença militar britânica na região será reforçada. Junto a isso, o tablóide “The Sun” publicou reportagem informando que três embarcações da Marinha Real Britânica estão se dirigindo ao local. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A correspondente da BBC para assuntos de defesa, Caroline Wyatt, acredita que o Contratorpedeiro (Destroíer) HMS York e o Navio-Tanque RFA Wave Ruler deverão se juntar ao já presente HMS Clyde, baseado permanentemente nas ilhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Ministro dos Negócios Estrangeiros David Miliband disse que toda a exploração petrolífera britânica na área está “completamente de acordo com a lei internacional”. Além disso, acrescentou que: “Nós mantemos a segurança das Falklands, e são realizadas patrulhas rotineiras, que ainda continuam.” </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Buenos Aires reivindica a soberania sobre as Ilhas Falkland, que chama Islas Malvinas e tem ameaçado não permitir que nenhuma companhia petrolífera, que não tivesse ligação com a Argentina, posso explorar petróleo ou gás nas águas em torno do país.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na terça-feira, 16 de fevereiro, a presidente argentina, Cristina Fernández, assinou um decreto que exige que todas as embarcações que viajam entre Argentina e as ilhas, devem obter prévia permissão argentina para tal. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No ano passado, diplomatas argentinos entregaram 800kg (1.760 libras) de documentos à ONU, dizendo serem estes, fruto de 11 anos de pesquisa, onde o país requer a ampliação de seus territórios marítimos continentais, em 1.700.000 quilômetros quadrados (650.000 milhas quadradas), o que incluí as Ilhas Falkland e os arquipélagos da Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, territórios que a Argentina disputa a soberania com a Grã-Bretanha, a mais de 170 anos. Igualmente estão em disputa com o Chile, territórios da Antártida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O governo argentino também declarou que se a Grã-Bretanha realizasse qualquer forma semelhante de reivindicação, a Argentina faria imediatamente uma objeção formal.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/8521429.stm">http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/8521429.stm</a></span></p>
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		<title>Grupo do Rio apoia Argentina sobre Malvinas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 11:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Malvinas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Argentina obteve apoio de líderes da América Latina e do Caribe a suas reclamações contra a exploração petrolífera do Reino Unido nas Ilhas Malvinas durante a cúpula do Grupo do Rio na segunda-feira. No encontro, também conhecido como Cúpula &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/grupo-do-rio-apoia-argentina-sobre-malvinas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Argentina obteve apoio de líderes da América Latina e do Caribe a suas reclamações contra a exploração petrolífera do Reino Unido nas Ilhas Malvinas durante a cúpula do Grupo do Rio na segunda-feira.</p>
<div id="SearchKey_Text1" style="text-align: justify;">
<p>No encontro, também conhecido como Cúpula da Unidade da América Latina e Caribe, no balneário mexicano de Playa del Carmen, a presidente argentina, Cristina Kirchner, conseguiu o apoio das nações da região ao seu país, que mantém uma histórica disputa com a Grã-Bretanha pela soberania do arquipélago.</p>
<p>O governo argentino reagiu nas últimas semanas após conhecer as intenções da empresa Desire Petroleum de iniciar a exploração de petróleo nas ilhas.</p>
<p>&#8220;O importante é ter conseguido um apoio muito, muito forte à legitimidade de nossas reclamações e fundamentalmente também ao que é a nova atividade petrolífera, a partir da nova plataforma que foi instalada&#8221;, disse Cristina.</p>
<p>Fontes diplomáticas argentina garantiram que o presidente mexicano, Felipe Calderón, disse na reunião a portas fechadas que os países haviam aprovado o documento apoiando a Argentina na disputa territorial.</p>
<p>Outros líderes também tornaram público seu apoio à Argentina.</p>
<p>&#8220;É uma das mais grosseiras demonstrações do velho colonialismo unido ao novo, o neocolonialismo&#8221;, disse o presidente venezuelano, Hugo Chávez, numa referência aos trabalhos da empresa britânica que, apesar das reclamações, iniciou na segunda-feira os trabalhos de exploração.</p>
<p>Apesar disso, a presidente argentina disse que seu país não considera a tomada de medidas mais graves que não estejam contempladas no direito internacional.</p>
<p>Durante o encontro —ao qual os jornalistas não têm acesso por conta das rígidas medidas de segurança que os impedem de se aproximar do hotel onde os presidentes se reúnem— as empresas latino-americanas e caribenhas buscam ainda a criação de um novo organismo diplomático regional que exclua os Estados Unidos.</p>
<p>Depois do que muitos classificaram como um fracasso da Organização dos Estados Americanos (OEA) em unir uma região dividida entre a esquerda e a direita, os países da região tentam estabelecer um bloco que os permita ter uma voz única em fóruns multilaterais sem o domínio de Washington.</p>
<p>A ideia é que o novo organismo reúna o Grupo do Rio e a Comunidade do Caribe (Caricom) e funcione em paralelo à OEA, órgão criticado em seu papel como guardião da democracia regional após seus esforços infrutíferos de reverter o golpe de Estado em Honduras.</p>
<p style="text-align: justify;">(Reportagem adicional de Mica Rosenberg e de Guido Nejamkis em Buenos Aires)</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4280904-EI294,00.html" target="_self">Terra News</a></p>
</div>
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		<title>&#8220;Não queremos ser colonizados pela Argentina&#8221;, diz representante do governo das Falklands/Malvinas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 20:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[O governo das ilhas Malvinas (Falklands) reiterou nesta segunda-feira (22) que a população do arquipélago não tem interesse em ser incorporada à Argentina, uma reivindicação histórica de Buenos Aires que voltou a ganhar espaço nas últimas semanas. Hoje, a companhia &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/nao-queremos-ser-colonizados-pela-argentina-diz-representante-do-governo-das-falklandsmalvinas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo das ilhas Malvinas (Falklands) reiterou nesta segunda-feira (22) que a população do arquipélago não tem interesse em ser incorporada à Argentina, uma reivindicação histórica de Buenos Aires que voltou a ganhar espaço nas últimas semanas. Hoje, a companhia de petróleo britânica Desire Petroleum iniciou suas operações de prospecção petrolífera nas proximidades do arquipélago com a perfuração de um primeiro poço, anunciou a empresa em um comunicado.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<h3><a href="http://www3.uol.com.br/redir/gd-noticias-argentina-ilhas-malvinas.jhtm"></a></h3>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">“Não queremos ser colonizados pela Argentina”, afirmou por telefone ao <strong>UOL Notícias</strong> a parlamentar Emma Edwards, desde a cidade de Stanley, capital das Malvinas. “Queremos ser independentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">A polêmica sobre a nacionalidade das Malvinas voltou à cena nas últimas semanas, com o anúncio de que a prospecção de petróleo no arquipélago seria retomada. A iniciativa foi o suficiente para tocar a ferida de Buenos Aires, que em 1982 perdeu para o Reino Unido a guerra pelo controle da ilha, mas nunca desistiu de argumentar que as Malvinas seriam legitimamente argentinas (<em>veja box ao lado</em>).</p>
<div style="text-align: justify;">
<h3>O conflito das Malvinas</h3>
<p>Atualmente, a administração interna do arquipélago é exercida pela população local por meio da Assembleia Legislativa e do Conselho Executivo. Como não há partidos políticos, todos os parlamentares são eleitos como independentes e não existe oposição formal. O chefe do poder Executivo é Tim Thorogood.</p>
<p>As questões externas e a defesa das Malvinas são controladas pelo Reino Unido por meio de um governador. Este cargo é ocupado hoje por Alan Huckle, que oficialmente representa a rainha Elizabeth 2ª.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para tentar bloquear as atividades de perfuração, Buenos Aires emitiu um decreto proibindo a circulação de navios em qualquer rota Argentina-Malvinas sem prévia autorização. Mas, segundo a parlamentar kelper, a medida causou mais barulho do que consequências práticas, já que as perfurações foram iniciadas hoje, como planejado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os equipamentos para as perfurações, produzidos na Europa, já estão aqui na ilha”, afirmou Edwards. “[Esse decreto] é só mais uma dessas coisas que os argentinos fazem.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“O petróleo é nosso”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais pontos citados pela Argentina em suas frequentes petições à ONU sobre o tema é que as Malvinas seriam um resquício de imperialismo britânico, sem autogoverno, em plena América do Sul. A representante do governo kelper, de sua parte, discorda das críticas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós já somos muito independentes, podemos criar nossas leis, nossos próprios impostos, eleger democraticamente nossos representantes. A única coisa em que o Reino Unido tem voz é na política externa, mas todas as decisões nessa área também são apresentadas e discutidas com o governo local”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa independência diz respeito também ao petróleo, afirma Emma Edwards. “Tudo o que diz respeito ao petróleo é decidido aqui. [O primeiro-ministro britânico] Gordon Brown defendeu nossa autonomia para isso e reiterou que este petróleo pertence ao povo das Falklands.”</p>
<p style="text-align: justify;">Essa população, segundo a parlamentar, é formada principalmente por descendentes de britânicos e de escoceses, mas inclui também comunidades de chilenos e argentinos, entre outros. “Mas nós já estamos aqui há nove gerações, nascidos e criados aqui, nós não somos britânicos, somos nativos, somos falklanders”, defende Edwards.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Argentina em busca de apoio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As declarações da parlamentar chegam no mesmo dia em que a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, se pronuncia em Cancún (México), durante a cúpula do Grupo do Rio, pedindo que seus vizinhos da América Latina se posicionem a seu favor na disputa diplomática com o Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não entendo porque a América do Sul ficaria do lado da argentina nessa questão. Esperamos que o resto da América do Sul aceite o princípio da autodeterminação. Nós não queremos ser argentinos”, comenta a parlamentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa posição dura reflete um histórico de tensão latente desde a guerra das Malvinas, em 1982, quando uma tentativa da Buenos Aires de retomar a ilha à força acabou com cerca de mil mortos, em sua maioria argentinos. Desde então o Reino Unidos mantém um contingente militar fixo no arquipélago.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós nunca tivemos realmente um comércio com argentina. Temos relações principalmente com Chile, com o Reino Unido, mas é difícil ter uma relação próxima com um país que quer vir aqui colonizar você”, responde Emma Edwards.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<h3><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2010/02/21/ult1808u135977.jhtm"></a> </h3>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ovelhas e petróleo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A questão no petróleo também não é nova. Em 1998, seis poços foram furados no norte das Malvinas, mas a companhia interrompeu os investimentos porque o preço do petróleo (então a US$ 10,35 o barril) não tornava a prospecção viável. Hoje, com o barril a US$ 75, o conjunto de petroleiras com concessões na área, lideradas pela Desire Petroleum, revisaram as contas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um documento com data de 11 de janeiro no site da Desire cita nove cenários diferentes, com o petróleo a US$ 50, US$ 75 e US$ 100, e com três diferentes níveis de produção. De acordo com a projeção, oito dos nove cenários são viáveis, o que justificaria a retomada da prospecção.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma economia baseada na pesca e na criação de ovelhas, o nascimento de uma indústria petroleira pode significar muito dinheiro em caixa, mas a parlamentar prefere não trabalhar com hipóteses.</p>
<p style="text-align: justify;">“Existe uma regulação sobre os impostos que serão recolhidos se houver exploração de petróleo. Mas pode não haver nenhum óleo, assim com pode haver muito. É prematuro especular o que vai acontecer com um dinheiro que ainda não existe”, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;">E é verdade que o Reino Unido reforçou as tropas na ilha para garantir a exploração do petróleo? “Não sabemos sobre o movimento de tropas na ilha. Essa é uma questão que é tratada por Londres. Só Londres pode informar”, responde Edwards, que, como todo kelper, também é súdita da rainha Elizabeth 2ª.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/02/22/nao-queremos-ser-colonizados-pela-argentina-diz-representante-do-governo-das-malvinas.jhtm" target="_blank">UOL NEWS</a></p>
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		<title>Bombardeiro-Torpedeiro Fokker T.IX</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 19:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Fokker]]></category>
		<category><![CDATA[Fokker T.IX]]></category>
		<category><![CDATA[holanda]]></category>

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		<description><![CDATA[ Tomando como base a experiência obtida com a criação do bombardeiro médio T.V e do reconhecimento T.VIII, a divisão de projetos da Fokker, deu início ao projeto de uma aeronave, com características muito superiores às anteriores, no ano de 1938. &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bombardeiro-torpedeiro-fokker-t-ix/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;">Tomando como base a experiência obtida com a criação do bombardeiro médio T.V e do reconhecimento T.VIII, a divisão de projetos da Fokker, deu início ao projeto de uma aeronave, com características muito superiores às anteriores, no ano de 1938.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;">A construção do primeiro protótipo teve inicio em 1939. O avião tinha um projeto simples, sendo basicamente um bimotor monoplano, equipado com dois motores refrigerados a ar, Bristol Hercules. A tripulação consistia de cinco pessoas. O armamento proposto consistia de um canhão de 20 milímetros e quatro metralhadoras de 7,7 milímetros. A aeronave também tinha capacidade para transportar até 2000 quilogramas de bombas ou 2 torpedos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">No dia 10 de setembro de 1939, o Fokker T.IX realizou seu primeiro vôo, tendo aos controles, o piloto de testes da Fokker. A aeronave, inicialmente marcada com o código “701”, teve esta marcação alterada para “970”, após ser enviada para testes em outra base aérea holandesa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Os testes com o protótipo foram realizados sem maiores incidentes, até que em 8 de março de 1940, por conta de um problema de projeto, o trem de pouso apresentou falhas, causando severos danos à aeronave. À época, a Alemanha havia iniciado sua invasão e não houve tempo para reparar a aeronave, assim sendo, recolheram o T.IX a um hangar, onde permaneceria no aguardo do desfecho das operações militares na Holanda. Como o desfecho das operações não foram favoráveis à Holanda, a aeronave acabou por cair em mãos alemãs, que decidiram não restaurar o avião, mas sim remover peças e componentes, para seus próprios fins, deixando os restos da aeronave relegados ao esquecimento. Com o final do conflito, a aeronave foi resgatada e enviada ao museu aeronáutico de Gilze-Riyen, onde permaneceu até 1960, quando foi entregue para ser desmantelada.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><strong>Galeria:</strong></span></span><br />

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bombardeiro-torpedeiro-fokker-t-ix/fokker_t-ix-6/' title='Fokker_T-IX-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Fokker_T-IX-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fokker_T-IX-6" title="Fokker_T-IX-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bombardeiro-torpedeiro-fokker-t-ix/fokker_t-ix-1/' title='Fokker_T-IX-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Fokker_T-IX-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fokker_T-IX-1" title="Fokker_T-IX-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bombardeiro-torpedeiro-fokker-t-ix/fokker_t-ix-2/' title='Fokker_T-IX-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Fokker_T-IX-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fokker_T-IX-2" title="Fokker_T-IX-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bombardeiro-torpedeiro-fokker-t-ix/fokker_t-ix-3/' title='Fokker_T-IX-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Fokker_T-IX-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fokker_T-IX-3" title="Fokker_T-IX-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bombardeiro-torpedeiro-fokker-t-ix/fokker_t-ix-4/' title='Fokker_T-IX-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Fokker_T-IX-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fokker_T-IX-4" title="Fokker_T-IX-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bombardeiro-torpedeiro-fokker-t-ix/fokker_t-ix-5/' title='Fokker_T-IX-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Fokker_T-IX-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fokker_T-IX-5" title="Fokker_T-IX-5" /></a>
</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="473" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="184"></col>
<col span="1" width="279"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">24,70 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">16,50 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5,10 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">88,30 m²</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6500 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo de Decolagem:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11200 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 motores radiais Bristol Hercules II, desenvolvendo 1375 hp cada.</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">440 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">398 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2720 km</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8000 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="184" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="279" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 canhão de 20 mm;<br />
4 metralhadoras 7,7mm;<br />
Até 2000 kg de bombas ou 2 torpedos</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span></p>
<p><a href="http://www.airwar.ru/enc/sww2/fokt9.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.airwar.ru/enc/sww2/fokt9.html</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Bombardeiro Belga LACAB GR-8 &#8220;Doryphore&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Bélgica]]></category>
		<category><![CDATA[bombardeiro]]></category>
		<category><![CDATA[LACAB GR-8]]></category>

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		<description><![CDATA[No início dos anos de 1930, os líderes da Força Aérea Belga, pareciam estar obcecados com a idéia de adquirir uma aeronave multifuncional, capaz de atuar como bombardeiro, torpedeiro e reconhecimento de longo alcance. Em busca desta aeronave, a força &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-bombardeiro-belga-lacab-gr-8-doryphore/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">No início dos anos de 1930, os líderes da Força Aérea Belga, pareciam estar obcecados com a idéia de adquirir uma aeronave multifuncional, capaz de atuar como bombardeiro, torpedeiro e reconhecimento de longo alcance. Em busca desta aeronave, a força aérea enviou às empresas belgas, as devidas especificações. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A Companhia Stampe-et-Vertongen, apresentou o projetos “Stampe SV.10” e a Les Atelier de Constructions Aéronautiques Belges &#8211; LACAB, apresentou o LACAB GR-8. Ambos os projetos apresentavam muitos pontos em comum, o que acabaria por determinar que o projeto do GR-8 tivesse continuidade. Vale lembrar que esta aeronave foi criada numa época em que a aeronáutica que foi marcada pelo fim de uma era e o surgimento de outra (biplanos e monoplanos), desta forma, esta nova aeronave reunião características modernas e também obsoletas. Como moderno, podemos citar o cockpit fechado, o desenho que buscava melhor qualidade aerodinâmica e o transporte de bombas internamente. Já no que diz respeito à características obsoletas, podemos citar a configuração biplana e o trem de pouso fixo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A aparência externa do GR-8 (em contraste com o SV.10, de linhas bastante arredondadas), empregava muitas linhas retas, um traço herdado dos projetos de origem francesa da época. Como era esperado, o design reunia também estas duas características, linhas retas e arredondadas. Os motores radiais Gnome-Rhone 14K, eram montados em gôndolas instaladas na parte posterior da asa superior. A tripulação variava de 3 a 5 pessoas, dependendo do tipo de missão.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Foi construído somente um exemplar do GR-8, que foi concluído no início de 1936, tendo realizado seu primeiro vôo em 22 de fevereiro (de acordo com algumas fontes, esta data é 14 de maio!). Nesta época, as autoridades belgas ainda confiavam plenamente no uso de aeronaves de configuração biplana, tanto que um de seus chefes confidenciaria:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Foi dado sinal verde, após a recusa em autorizar testes adicionais do SV.10, que em grande parte, não superou as expectativas. O bombardeiro GR-8, pelo contrário, noz fez pensar se não estaríamos decretando o fim prematuro, do uso de biplanos.”</em></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Foi também nesta época, que o Governo Republicano Espanhol, buscava adquirir equipamento bélico moderno e já vinha se familiarizando com informações preliminares acerca dos testes do GR-8, que de maneira geral, satisfazia as necessidades espanholas. Tal interesse se tornaria mais concreto, quando foi assinado um acordo, par ao envio de um protótipo à Espanha, para fins de avaliação, contudo, devido ao embargo imposto à Espanha, por parte da Liga das Nações (liga esta em que a Bélgica também era participante), o acordo foi cancelado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Buscando obter uma maior experiência internacional, a Bélgica decidiu manter o projeto. Mais tarde, quando realizava um vôo teste, no dia 4 de abril de 1938, a aeronave sofreu um acidente, danificando enormemente o protótipo, mas apesar dos severos danos, foi decidido que a aeronave seria reparada. Os trabalhos de conserto duraram impressionantes dois anos, sendo que durante os mesmo, diversas modificações foram realizadas. De acordo com a versão oficial, em maio de 1940, quando da invasão alemã, a aeronave estava em perfeitas condições de vôo, no entanto foi severamente danificada por um bombardeio aéreo alemão, e após a ocupação, a aeronave foi desmantelada.</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Galeria:</span></span></strong><br />

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-bombardeiro-belga-lacab-gr-8-doryphore/lacab-gr-8/' title='LACAB GR-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/LACAB-GR-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="LACAB GR-8 &quot;Doryphore&quot;" title="LACAB GR-8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-bombardeiro-belga-lacab-gr-8-doryphore/lacab-gr-8-2/' title='LACAB GR-8-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/LACAB-GR-8-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="04 de abril de 1938, o LACAB GR-8 &quot;Doryphore&quot; sofre severos danos causados por um acidente, em Evere - Bélgica. foto: BAHA.BE - Daniel Brackx" title="LACAB GR-8-2" /></a>
</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="92"></col>
<col span="1" width="164"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="11" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">18,00 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">13,45 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,15 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">65,00 m² </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3400 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Carregado: </span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5200 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 motores radiais Gnome-Rhone GR 14K, desenvolvendo 780hp cada. </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">360 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1000 km</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8800 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">03 a 05</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="36%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="64%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6 metralhadoras Browning, de 7,62mm<br />
Até 800 kg de bombas ou<br />
1 Torpedo</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><a href="http://airwar.ru/enc/bww2/lacabgr8.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/bww2/lacabgr8.html</span></span></a></p>
<p><a href="http://www.baha.be/Webpages/Navigator/Photos/MilltaryPics/interbellum/lacab_gr8.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.baha.be/Webpages/Navigator/Photos/MilltaryPics/interbellum/lacab_gr8.htm</span></span></a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/LACAB_GR.8"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/LACAB_GR.8</span></span></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Pensando em comprar?</strong></span></p>
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font-weight:normal;color:;">Camiseta, Luftwaffe, Segunda Guerra, Alemanha , Aviação,&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$29.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151487443" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=111163286_152.jpg&v=I" alt="Touca De Piloto Da Luftwaffe, Segunda Guerra , Aviação" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151487443" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Touca De Piloto Da Luftwaffe, Segunda Guerra , Aviação&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$149.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153892462" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=130384612_9468.jpg&v=I" alt="6841 - Placa Decorativa Aviação Avião Senta Pua" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153892462" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">6841 - Placa Decorativa Aviação Avião Senta Pua&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$27.00</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149201022" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=139107959_7930.jpg&v=I" alt="Coleção Aviões Da Segunda Guerra - Kits Para Montar" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149201022" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Coleção Aviões Da Segunda Guerra - Kits Para Montar&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$160.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=150446025" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=137189984_6718.jpg&v=I" alt="Caneca, Luftwaffe , Segunda Guerra , Alemanha, Avião,aviação" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=150446025" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Caneca, Luftwaffe , Segunda Guerra , Alemanha, Avião,aviação&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$25.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149886586" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=140772623_787.jpg&v=I" alt="16 Aeromodelos Promocionais Da Mabel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149886586" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">16 Aeromodelos Promocionais Da Mabel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$20.00</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-bombardeiro-belga-lacab-gr-8-doryphore/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Lamentaria se fosse verdade, diz Amorim sobre urânio no Irã</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/lamentaria-se-fosse-verdade-diz-amorim-sobre-uranio-no-ira/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/lamentaria-se-fosse-verdade-diz-amorim-sobre-uranio-no-ira/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 18:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Urânio 80%]]></category>
		<category><![CDATA[Urânio Enriquecido]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, evitou comentar a notícia de que o Irã tem capacidade para enriquecer urânio em 80%, mas disse que &#8220;lamentaria&#8221; se fosse informado a respeito. &#8220;Eu não tive notícia ainda. Não houve nenhuma declaração &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/lamentaria-se-fosse-verdade-diz-amorim-sobre-uranio-no-ira/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dl>
<dt style="text-align: justify;">O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, evitou comentar a notícia de que o Irã tem capacidade para enriquecer urânio em 80%, mas disse que &#8220;lamentaria&#8221; se fosse informado a respeito. &#8220;Eu não tive notícia ainda. Não houve nenhuma declaração a respeito e eu lamentaria se fosse verdade, porque aí seria um nível elevado&#8221;, disse. O ministro concedeu entrevista nesta manhã acompanhado do ministro dos Negócios Estrangeiros da Suécia, Carl Bildt, que também comentou a polêmica iraniana. &#8220;Tem que haver um acordo político em algum momento, mas há pressões crescentes no conselho de segurança (da Organização das Nações Unidas) e o Irã deve tomar conhecimento disso&#8221;.</dt>
</dl>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div id="SearchKey_Text1">
<p style="text-align: justify;">Nesta quinta-feira, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que seu país tem capacidade para enriquecer urânio até 80%, mas por enquanto não está interessado em chegar a esse nível. Em discurso durante a celebração do 31º aniversário da Revolução, o líder disse que seu país é &#8220;suficientemente valente&#8221; para &#8220;anunciar antecipadamente&#8221; se estivesse desenvolvendo uma bomba atômica.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O enriquecimento de urânio é uma etapa importante para o desenvolvimento de armas nucleares. Para ser utilizado em bombas, ele precisa ser enriquecido a niveis de 90%.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O governo do Irã afirmou também que esta semana que iniciou o enriquecimento a 20%. Para Amorim, isso é &#8220;totalmente esperado e normal&#8221;. &#8220;O urânio a 20% é uma coisa totalmente esperada e normal, o tratado de não-proliferação permite. Claro que teria sido útil que as propostas apresentadas já tivessem sido negociadas e não fosse necessário que o Irã produzisse esse urânio&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O chanceler afirmou que, quando visitou o Irã, há cerca de três meses, disse ao presidente iraniano que &#8220;seria útil não iniciar o enriquecimento para ter mais tempo para negociação&#8221;. O ministro acredita que o início do enriquecimento pode gerar desconfiança.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O grande problema nessa questão nuclear é a confiança. Então, qualquer ação, de um lado ou de outro, especialmente do Irã, porque ele é que está sendo examinado, pode gerar desconfiança. Preferíamos que não tivesse havido esse início de enriquecimento a 20%, mas não creio que isso feche as portas totalmente à negociação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Para Amorim, é preciso que haja &#8220;flexibilidade&#8221; para se chegar a um acordo &#8220;que atenda as preocupações iranianas e também as ocidentais&#8221;. &#8220;Nós temos exatamente as mesmas preocupações que todos os governos ocidentais têm, mas achamos que o caminho não é o das sanções, porque isso vai enrijecer as posições, vai tornar cada vez mais difícil negociar&#8221;.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4259668-EI7896,00-Lamentaria+se+fosse+verdade+diz+Amorim+sobre+uranio+no+Ira.html" target="_self">Terra News</a></em></p>
<p> </p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Caça Húngaro Weiss Manfred WM-23 Ezüst Nyil</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Ezust Nyil]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[Weiss Manfred WM-23]]></category>
		<category><![CDATA[WM-23]]></category>

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		<description><![CDATA[O WM-23 “Ezüst Nyil” (Flecha de Prata), foi o único caça monoplano, monomotor, totalmente desenvolvido e fabricado na Hungria. Este trabalhou coube à empresa Weiss Manfred Repülőgép és Motorgyár Rt., e foi iniciado no final dos anos de 1930. À &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-caca-hungaro-weiss-manfred-wm-23-ezust-nyil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O WM-23 “Ezüst Nyil” (Flecha de Prata), foi o único caça monoplano, monomotor, totalmente desenvolvido e fabricado na Hungria. Este trabalhou coube à empresa </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Weiss Manfred Repülőgép és Motorgyár Rt., e foi iniciado no final dos anos de 1930. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
À época, os esforços dos engenheiros húngaros, para a criação de uma aeronave, não estavam tendo bons resultados. Observando isto, o chefe do departamento de projetos da Weiss Manfred, engenheiro Bela Salo, propôs o desenvolvimento de uma aeronave, tomando como base, o caça alemão Heinkel He 112. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Não se tratava de copiar as linhas da aeronave, mas sim de criar uma aeronave baseada na aplicação de semelhantes elementos técnico-estruturais-aerodinâmicos. Foi somente nas asas que os engenheiros húngaros seguiram por um caminho totalmente diferente. Ao invés de utilizar asas de construção inteiramente metálica, os engenheiros da Weiss Manfred optaram por reempregar asas de madeira.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro protótipo do WM-23, foi batizado de Ezüst Nyil (Flecha de Prata), foi equipado com um motor radial de dulpa estrela, Weiss Manfred WM K-14/B, uma cópia produzida sob licença, do francês “Gnôme-Rhône 14K Mistral Major”. Também foram instaladas duas metralhadoras Danuvia (Gebauer) GEP, de 12.7 milímetros (.50 pol). Estava previsto substituir estas metralhadoras, na versão de produção, por dois canhões Mauser MG 151/20, de 20 milímetros. Alem disso, também estava previsto instalar mais duas metralhadoras Danuvia (Gebauer) GAP de 8 milímetros.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro vôo aconteceu no dia 23 de fevereiro de 1940. Os testes com a aeronave tiveram início na primavera (Hemisfério Sul:Inverno) de 1940, e se estenderam até o início de 1941. No mês de abril de 1941, a aeronave sofreu um acidente, que resultou na destruição do aileron direito. Como à época, as indústrias húngaras haviam iniciado a produção sob licença, do caça alemão Messerschmitt Bf 109G, os trabalhos para restauração do WM-23 não foram permitidos, tampouco foi dado início aos trabalhos de criação das versões de reconhecimento WM-23B, biposta de treinamento WM-23G e na versão modernizadas WM-123 Ezüst Nyil II.</span></p>
<p>Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-caca-hungaro-weiss-manfred-wm-23-ezust-nyil/wm23-2/' title='wm23-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/wm23-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="wm23-2" title="wm23-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-caca-hungaro-weiss-manfred-wm-23-ezust-nyil/wm23-1/' title='wm23-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/wm23-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="wm23-1" title="wm23-1" /></a>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="454" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="160"></col>
<col span="1" width="284"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9,60 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9,10 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3,10 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">23,50 m²</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2100 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2600 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo de Decolagem:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3290 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor radial de dupla estrela Weiss Manfred WM K-14 / B, desenvolvendo 1020hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">530 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">472 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">600 km</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Duração do Vôo</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1:45 hora </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Taxa de Ascenção:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1000 m/min</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9000 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulante:</span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="160" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="284" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 metralhadoras Danuvia (Gebauer) GEP de 12,7mm</p>
<p>Proposto:<br />
2 canhões Mauser MG 151/20, de 20 mm<br />
2 metralhadoras Danuvia (Gebauer) GEP de 8mm </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/wm23.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/wm23.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
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<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>.</strong></span></span></span></p>
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font-weight:normal;color:;">Ipê-400 - Huingria - Aviação&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$10.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153887330" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=116607617_8478.jpg&v=I" alt="Hungria 1954 - Aviação - Aeromodelismo" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153887330" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Hungria 1954 - Aviação - Aeromodelismo&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$12.00</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153676396" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120463628_5728.jpg&v=I" alt="Hungria - Aviação - Série Completa Y A372/75 Nnn" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153676396" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Hungria - Aviação - Série Completa Y A372/75 Nnn&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$9.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669994" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=126337221_6585.jpg&v=I" alt="Ms7648a - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação, Mc." style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669994" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Ms7648a - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação, Mc.&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$6.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669995" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=126337221_6585.jpg&v=I" alt="Ms7648 - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669995" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Ms7648 - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$6.00</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669636" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=126337221_6585.jpg&v=I" alt="Ms7648a - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação, Mc." style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669636" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Ms7648a - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação, Mc.&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$6.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669638" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=126337221_6585.jpg&v=I" alt="Ms7648 - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153669638" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Ms7648 - Hungria - Selos De Série - Escola De Aviação&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$6.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153653030" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=88969029_8066.jpg&v=I" alt="Ms5829 - Hungria - Selos De Série, Escola De Aviação" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153653030" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Ms5829 - Hungria - Selos De Série, Escola De Aviação&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$6.00</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Caça Holandês De Schelde S-21</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[De Schelde]]></category>
		<category><![CDATA[De Schelde S-21]]></category>
		<category><![CDATA[holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Protótipo Avançado]]></category>
		<category><![CDATA[S-21]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial, a empresa holandesa “De Schelde”, estava desenvolvendo uma aeronave no mínimo interessante, inteiramente metálica, cujas linhas gerais lembram o Fokker D.XXIII (ou o posterior SAAB J-21 sueco). A grande maioria dos componentes &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/o-caca-holandes-de-schelde-s-21/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial, a empresa holandesa “De Schelde”, estava desenvolvendo uma aeronave no mínimo interessante, inteiramente metálica, cujas linhas gerais lembram o Fokker D.XXIII (ou o posterior SAAB J-21 sueco).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A grande maioria dos componentes da aeronave estavam concentrados na pequena gôndola central. O piloto ficava posicionado na parte dianteira da gôndola, de onde tinha uma excelente visibilidade frontal e lateral, graças ao excelente nariz envidraçado. Entretanto, por causa da configuração, a visibilidade traseira era inexistente, assim sendo, esta deficiência era sanada em parte, pela utilização de um periscópio, que apesar da limitação, permitia ao piloto, ao menos saber se estava sendo seguido ou saber o que o estava seguindo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Tal &#8216;inconveniente” não era tão perturbador, pois os engenheiros estimavam que por conta de suas qualidades aerodinâmicas, a aeronave atingisse velocidades superiores aos 600 quilômetros horários, algo muito à frente da maioria dos aviões da época. Para atingir tal velocidade, o S-21 era equipado com um motor alemão Daimler-Benz DB 600G (França e Grã-Bretanha recusaram o fornecimento de motores), capaz de produzir 1085 cavalos-vapor.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O armamento proposto era igualmente impressionante: 1 canhão Madsen de 23 milímetros, instalado no nariz e 4 metralhadoras de 7.92 milímetros (.303 polegada). Existem referências da instalação de canhões de 20 milímetros a ré.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O caça S-21 tinha um grande potencial, mas seu desenvolvimento requeria algum tempo, até mesmo porque sua concepção era imensamente diferente do “convencionalmente” empregado para a função. A fabricação do protótipo foi iniciada no final de 1939 e, quando da invasão alemã, em maio de 1940, a aeronave ainda não estava concluída. Posteriormente a aeronave foi capturada pelos alemães, que a estudaram minunciosamente, mas não finalizaram a construção do protótipo. Seu paradeiro é desconhecido, mas provavelmente tenha sido desmantelado.</span></p>
<div id="attachment_1652" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/De-Schedle-S21-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1652" title="De Schedle S21-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/De-Schedle-S21-1-300x147.jpg" alt="" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">De Schelde S-21</p></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="88"></col>
<col span="1" width="168"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="11" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,99 m </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7,44 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura: </span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,59 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1700 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2500 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor Daimler-Benz DB 600G, desenvolvendo 1085 hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">600 km/h (estimada)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Cruzeiro: </span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">540 km/h (estimada)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">950 km</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto: </span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10000 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="35%" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento (proposto): </span></span></td>
<td width="65%" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 canhão Madsen de 23mm<br />
4 metralhadoras .303 pol (7,92mm) </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/s21.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/s21.htm</span></span></a></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Pensando em Comprar?</span></span></p>
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font-weight:normal;color:;">Align T-Rex 450 Sport + Gyro 780 Super Combo Kx015076 Pro&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$1,299.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149856125" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=149856125_4445.jpg&v=I" alt="Walkera 5&#35;4 Helicóptero Elétrico 4ch 2.4ghz Rtf Coaxial" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149856125" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Walkera 5&#35;4 Helicóptero Elétrico 4ch 2.4ghz Rtf Coaxial&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$498.87</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Koolhoven FK-55: Um avião à frente do seu tempo!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 18:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Koolhoven]]></category>
		<category><![CDATA[Koolhoven FK-55]]></category>
		<category><![CDATA[Protótipo Avançado]]></category>

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		<description><![CDATA[O FK-55 foi um caça, projetado pela empresa holandesa Koolhoven em 1936. se tratava verdadeiramente de uma aeronave totalmente à frente de seu tempo. A aeronave era impulsionada graças à força de um motor de cilindros em V, refrigerado a &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/koolhoven-fk-55-um-aviao-a-frente-do-seu-tempo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O FK-55 foi um caça, projetado pela empresa holandesa </span>Koolhoven em 1936. se tratava verdadeiramente de uma aeronave totalmente à frente de seu tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p style="text-align: justify;">A aeronave era impulsionada graças à força de um motor de cilindros em V, refrigerado a água, instalado logo atrás do cockpit, próximo ao centro de gravidade. Este motor estava acoplado a uma hélice contra-rotativa, bipá “Rathje”, de passo variável, responsável para que o efeito de torque fosse anulado, conferindo melhor controlabilidade e manobrabilidade à da aeronave. O ar necessário para a troca térmica dos radiadores de água e óleo, era captado por entradas de ar localizadas no nariz da aeronave. O arranjo não convencional também contribuía pra conferir uma excelente visibilidade ao piloto.</p>
<p></font></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A fuselagem do FK-55 tinha a “marca registrada” da Koolhoven. As secções frontal e central eram feitas com estrutura metálica, recoberta por painéis de madeira (ou compensado). Já a secção da cauda tinha estrutura de compensado conformado, com as peças unidas por parafusos. As asas tinham a estrutura feita de compensado, recebendo diversos reforços metálicos nos pontos de maior estresse.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A aeronave também era equipada com amortecedores, para absorver o impacto do pouso. O armamento consistia de quatro metralhadoras calibre 7,7 milímetros, montadas nas asas (com provisão de 500 projéteis) e um canhão de 20 milímetros, montado no eixo da hélice.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A aeronave no entanto tinha seus problemas. A configuração de asas altas tornava praticamente impossível a instalação de um trem de pouso retrátil nas asas, obrigando assim, a instalação deste equipamento na fuselagem principal. Mas devido à localização do motor, sua refrigeração era bastante prejudicada pelo trem de pouso retrátil, o que acabou por obrigar pela adoção de um trem de pouso fixo, o que fazia com que a performance de vôo da aeronave fosse bastante prejudicada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, uma maquete em tamanho real (inclusive com armamento), foi apresentada no Salão de Aeronáutica de Paris, no ano de 1936. Mas seria somente em maio de 1938, que a aeronave seria concluída. O protótipo foi então enviado de Rotterdam à Eindhoven, onde se iniciariam os preparativos para os vôos de teste. A aeronave fora equipada com um motor Lorraine Petrel, de 12 cilindros em V, que desenvolviam 860hp, embora já fosse planejada a substituição, pelo mais poderoso Lorraine Sterna, capaz de produzir 1200hp na decolagem e 900 hp em vôo.</p>
<p></font></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Finalmente, no dia 30 de junho de 1938 (cerca de um ano antes do americano Aerocobra, aeronave de configuração similar), o FK-55 decolou do aeroporto de Velshap, tendo aos controles, Thomas Koppers, piloto de testes da Koolhoven, que para a surpresa de todos, realizou um vôo de apenas dois minutos, pousando em seguida.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em solo, nem o piloto, nem a empresa, emitiram qualquer esclarecimento sobre os motivos para a interrupção do teste. Mas após este fato estranho, a empresa decidiu não mais continuar o desenvolvimento da aeronave, passando a dar prioridade a outra aeronave mais “convencional”. Aparentemente, a Koolhoven teve um vislumbre que seu avião, era revolucionário demais para seu tempo e que seria necessário dispender muito tempo e dinheiro até este se tornar de fato operacional.</span></p>
<p> </p>
<p><strong>Galeria:</strong></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/koolhoven-fk-55-um-aviao-a-frente-do-seu-tempo/koolhoven-fk-55_4/' title='Koolhoven FK-55_4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Koolhoven-FK-55_4-150x150.gif" class="attachment-thumbnail" alt="Diagrama mostrando a instalação do motor" title="Koolhoven FK-55_4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/koolhoven-fk-55-um-aviao-a-frente-do-seu-tempo/koolhoven-fk-55_1/' title='Koolhoven FK-55_1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Koolhoven-FK-55_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Maquete do Koolhoven FK-55" title="Koolhoven FK-55_1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/koolhoven-fk-55-um-aviao-a-frente-do-seu-tempo/koolhoven-fk-55_2/' title='Koolhoven FK-55_2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Koolhoven-FK-55_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Koolhoven FK-55" title="Koolhoven FK-55_2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/koolhoven-fk-55-um-aviao-a-frente-do-seu-tempo/koolhoven-fk-55_3/' title='Koolhoven FK-55_3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Koolhoven-FK-55_3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Koolhoven FK-55 durante a fase de testes" title="Koolhoven FK-55_3" /></a>

<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="449" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="156"></col>
<col span="1" width="283"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9,60 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9,25 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Altura: </span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,60 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">16,00 m²</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1600 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo: </span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2280 kg </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor de cilindros em V, Lorraine Petrel, desenvolvendo 860 hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima: </span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">560 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Cruzeiro:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">475 km/h</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1200 km</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1020 m/min </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Teto: </span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10100 m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulantes:</span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="156" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento: </span></span></td>
<td width="283" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 canhão FN Browning de 20 mm<br />
4 metralhadoras FN Browning de 7,7 mm </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/fk55.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/fk55.html</span></span></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Pensando em Comprar?</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No Mercado Livre você encontra o que procura:</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Polikarpov ITP &#8211; Um Caça Realmente Pesado</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 12:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça Pesado Monomotor]]></category>
		<category><![CDATA[Polikarpov]]></category>
		<category><![CDATA[Polikarpov ITP]]></category>
		<category><![CDATA[Protótipo]]></category>
		<category><![CDATA[União Soviética]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Polikarpov ITP (Istrebitel Tyazholiy Pushechniy; Russo: Истребитель Тяжелый Пушечный; Caça Pesado c/Canhões) foi projetado pela União Soviética em 1940, antes da entrada desta na Segunda Guerra Mundial. O ano de 1940 foi bastante agitado para o Escritório de Projetos &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Polikarpov ITP (</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Istrebitel Tyazholiy Pushechniy</em></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">; Russo: Истребитель Тяжелый Пушечный; Caça Pesado c/Canhões) foi projetado pela União Soviética em 1940, antes da entrada desta na Segunda Guerra Mundial. O ano de 1940 foi bastante agitado para o Escritório de Projetos Polikarpov. Foram refinados e implementados os caças da série I-180, foi dado também início à produção da série I-185 e também houve ativa participação na organização e construção da Estação Experimental Nº 51, após desentendimentos ligados ao </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">OKB Mikoyan.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>1) Proposta</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em novembro de 1940, a Polikarpov iniciou a criação de um caça pesado monomotor, baseado no projeto do I-174, que deveria ser equipado com o motor AM-37P ou M-105P. Esta aeronave seria armada somente com canhões, cujos objetivos seriam:</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Proporcional alta combatividade com aeronaves inimigas, principalmente a destruição de bombardeiros. </span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Ter capacidade para destruir de alvos terrestres, como tanques, carros blindados, baterias antiaéreas, etc </span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Ser capaz de atuar também como Bombardeiros de Mergulho. </span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No final de 1940, o OKB Polikarpov enviou o projeto preliminar ao Instituto da da Força Aérea, para avaliação. A proposta foi avaliada e em 11 de janeiro de 1941, o Chefe-Adjunto para Assuntos da Força Aérea, Tenente-General FA astakhov, aprovou o projeto, considerando adequada a proposta para os objetivos apresentados, concluindo que os parâmetros básicos de avaliação deveriam ser próximos aos do I-200. O armamento proposto consistia de um canhão ShFk 37, de 37 milímetros, com 50 projéteis e dois canhões ShVAK de 20 milímetros, cada um com 200 projéteis </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O OKB Polikarpov, imaginando previamente que as exigências seriam aproximadas a isto, apresentou dados preliminares muito semelhantes aos do I-200, e além disso o ITP contava com uma grande vantagem, a excelente visibilidade frontal da aeronave. Em essência, o OKB Polikarpov apresentou a proposta para a criação de uma nova classe de aeronave, no ano de 1941, coisa que seria somente repetida em 1945, via OKB Yakovlev.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>2) Avaliação</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A estrutura da aeronave seria inteiramente feita em aço 30 HGSA, sendo revestida por lâminas de duralumínio. Os quatro tanques de combustível eram feitos também em duralumínio, um na secção central da aeronave, dois nas laterais e um de reserva, sob o assoalho do cockpit. As asas também metálicas, dispunham de um sistema de compensação axial de peso. O Trem de pouso era equipado com amortecedores hidráulicos, afim de absorver o impacto no pouso. Os sistema de freios era pneumático e a aeronave dispunha também de um sistema para acionamento do trem de pouso em caso de emergência.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Um outro detalhe muito interessante, é que a aeronave foi projetada de tal forma, que era possível remover o motor inteiro sem a necessidade de “desmontar” a aeronave. O radiador era do tipo “à óleo”, e ficava posicionado abaixo do motor. No dorso da aeronave estavam instalados sistemas de aquecimento/refrigeração para água do motor.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">As estimativas mostram que, em condições típicas de combate, o piloto de um ITP, armado com um canhão de 37 milímetros e dois de 20 milímetros, teria condições de destruir um Panzer IV Ausf G (atacando pela lateral), abrindo fogo distância de 300-400 metros, ou um blindado Sd Kfz 250 em ataque frontal, o que significava melhor resultado que o IL-2, equipado com seus canhões ShVAK-23. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entretanto, para que a nova aeronave pudesse fazer tal tipo de ataque, se fazia necessário a adição de blindagem, que por sua vez só seria praticável, com a redução de peso. Buscando tal redução foram realizadas algumas modificações. Primeiramente, poderiam reduzir 150 quilogramas, reduzindo os reservatórios de combustível e lubrificantes. Em seguida a munição foi reduzida em 30%, o suficiente para a aeronave fazer duas ou três passadas sobre o alvo. No total, foram eliminados cerca de 200 quilogramas, que levando em consideração a alta velocidade do ITP e sua manobrabilidade, compensariam os 385 quilogramas de blindagem que deveriam ser adicionados ao avião.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>3) Aprovação</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O armamento agora consistia de um canhão ShFK-37, de 37 milímetros, com 50 projéteis e dois canhões sincronizados ShVAK de 20 milímetros, com 140 projéteis cada. Surgiu também a possibilidade de utilizar os foguetes RS-82, em pontos fixos sob as asas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro vôo ocorreu em 23 de fevereiro de 1942, tendo aos controles, o piloto AN Nikashin, no entanto, em virtude de diversos defeitos no motor, o teste (realizado na Sibéria) não logrou êxito. A aeronave foi então enviada a Moscou, onde ficou aguardando o novo motor M-107PA e nesse meio tempo, teve o canhão de 37 milímetros substituído por outro canhão de 20 milímetros , com 200 projéteis.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Obviamente que com estas alterações, o ITP não poderia ser considerado uma caça, mas seu desempenho contra blindados leves era superior ao do Il-2, pois contava com três canhões e podia mergulhar em ângulos de até 60 graus sobre os alvos em terra. Entretanto não houve tempo para mais vôos teste, especialmente para comparativos com o IL-2, pois foi ordenado que a aeronave fosse transferida.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Para o segundo protótipo (ITP M-2), o OKB Polikarpov foi forçado a utilizar EDB. Para esta construção foi utilizado um motor AM-37 e três canhões sincronizados ShVAK de 20 milímetros. Em dezembro de 1942, o motor foi substituído pelo mais potente AM-39 e as rodas do trem de pouso foram modificadas, substituindo as atuais 700 x 220mm, pelas menores 650x200mm. O primeiro vôo ocorreu somente em novembro de 1943, mas os testes de vôo não foram finalizados antes de 1944. O projeto todo acabaria por ser abandonado, pois à época, a indústria soviética já produzia aeronaves com desempenho igual ou superior aos alemães.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Galeria:</strong></span><br />

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/polikarpov-itp-1/' title='Polikarpov ITP - 1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Polikarpov-ITP-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Polikarpov ITP M-1" title="Polikarpov ITP - 1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/polikarpov-itp-2/' title='Polikarpov ITP - 2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Polikarpov-ITP-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Polikarpov ITP M-1" title="Polikarpov ITP - 2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/polikarpov-itp-3/' title='Polikarpov ITP - 3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Polikarpov-ITP-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Polikarpov ITP M-1" title="Polikarpov ITP - 3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/polikarpov-itp-4/' title='Polikarpov ITP - 4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Polikarpov-ITP-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Polikarpov ITP M-1" title="Polikarpov ITP - 4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/polikarpov-itp-5/' title='Polikarpov ITP - 5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Polikarpov-ITP-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Polikarpov ITP M-1" title="Polikarpov ITP - 5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/polikarpov-itp-2-1/' title='Polikarpov ITP 2 - 1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Polikarpov-ITP-2-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Polikarpov ITP M-2" title="Polikarpov ITP 2 - 1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/polikarpov-itp-2-2/' title='Polikarpov ITP 2 - 2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Polikarpov-ITP-2-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Polikarpov ITP M-2" title="Polikarpov ITP 2 - 2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/shvak-20/' title='ShVAK-20'><img width="150" height="79" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/ShVAK-20-150x79.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhão ShVAK-20mm" title="ShVAK-20" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/shvak_bf109/' title='shvak_bf109'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/shvak_bf109-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Asa de um Bf 109, atingido por uma rajada de um ShVAK-20" title="shvak_bf109" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/polikarpov-itp-um-caca-realmente-pesado/shfk37/' title='shfk37'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/shfk37-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ShFK-37, em montagem típica sob a asa" title="shfk37" /></a>
</p>
<p><a name="AutoNumber2"></a></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="456" bordercolor="#c0c0c0">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="183"></col>
<col span="1" width="263"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Polikarpov ITP</strong></span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"> </td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="13" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">10,00</span></span> m</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">9,20</span></span> m</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">2,65</span></span> m</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Superfície Alar</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">16,50 m²</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">2910 kg</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Peso Carregado:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">3570</span></span> kg</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Motorização</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor АМ-39, 1800hp </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade máxima: </span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">540 km/h (ao nível do mar)<br />
655 km/h (a 2500 m)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">980</span></span> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">km</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Taxa de Ascenção:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">835</span></span> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">m/s</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">11500</span></span> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">m</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" height="12" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="263" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">1 canhão W-37, de 37 mm<br />
2 canhões ShVAK de 20mm</span></span> <span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;"><br />
4 bombas de 100-kg ou 8 RS-82</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">posteriormente</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">3 canhões ShVAK de 20mm<br />
4 bombas de 100 kg ou 8 foguetes RS-82</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="455" rules="cols" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="183"></col>
<col span="1" width="262"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="183" bgcolor="#f7fbff"> </td>
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>ShVAK 20mm</strong></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" bgcolor="#f7fbff"><a name="tl11"></a><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calibre:<br />
Comprimento:<br />
Peso:<br />
Taxa de Disparo:<br />
Velocidade de Boca:</span></span></td>
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">20mm<br />
1679 mm<br />
40 kg<br />
700-800 disparos/min<br />
815 m/s</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo de Munição:</span></span></td>
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Incendiária-Fragmentação e Perfuradora de Blindagem</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="455" rules="cols" bordercolor="#99ccff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="183"></col>
<col span="1" width="262"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="183" bgcolor="#f7fbff"> </td>
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>ShFK 37</strong></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" bgcolor="#f7fbff"><a name="tl111"></a><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calibre:<br />
Peso:<br />
Taxa de Disparo:<br />
Velocidade de Boca:</span></span></td>
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">37mm<br />
302,5 kg<br />
169 disparos/min<br />
894 m/s</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="183" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo de Munição:</span></span></td>
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">HE-Incendiária-Traçante (OST-37)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Perfuradora de Blindagem &#8211; Incendiária-Traçante (BZT-37)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td rowspan="2" width="183" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Eficiência</span></span></td>
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">BZT-37: 30mm/45º &#8211; 500m</span></span></td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="262" bgcolor="#f7fbff"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">OST-37: 15mm/2º &#8211; 200m</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/itp.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/itp.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ShVAK_cannon"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/ShVAK_cannon</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/weapon/guns/shvak.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/weapon/guns/shvak.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://airwar.ru/weapon/guns/shfk37.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/weapon/guns/shfk37.html</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Polikarpov_ITP"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Polikarpov_ITP</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Pensando em Comprar?</strong></span></span></p>
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font-weight:normal;color:;">Aeromodelo Cessna 182 Avião 4 Ch Art Tech Lançamento !!!&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$369.99</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149628020" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=90476054_4071.jpg&v=I" alt="Vector Kit" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149628020" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Vector Kit&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$149.99</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149444333" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=92258233_9316.jpg&v=I" alt="Cabo Simulador Usb Interface Futaba Esky Jr - Pronta Entrega" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149444333" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Cabo Simulador Usb Interface Futaba Esky Jr - Pronta Entrega&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$29.90</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151523635" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=151523635_3576.jpg&v=I" alt="Automodelo Semi-Profissional 4x4 1/18 Super Rápida, Linda!!!" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151523635" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Automodelo Semi-Profissional 4x4 1/18 Super Rápida, Linda!!!&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$274.99</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149627656" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=90148572_9635.jpg&v=I" alt="Aeromodelo Para Radiocontrole Por R$ 99,99" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149627656" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Aeromodelo Para Radiocontrole Por R$ 99,99&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$99.99</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151260496" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=125376309_6148.jpg&v=I" alt="Planta Aeromodelo F-16 Escala 1/6 Turbina Ou Motor .91" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151260496" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Planta Aeromodelo F-16 Escala 1/6 Turbina Ou Motor .91&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$49.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149088619" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=145281415_9216.jpg&v=I" alt="Align T-Rex 450 Sport + Gyro 780 Super Combo Kx015076 Pro" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149088619" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Align T-Rex 450 Sport + Gyro 780 Super Combo Kx015076 Pro&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$1,299.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149856125" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=149856125_4445.jpg&v=I" alt="Walkera 5&#35;4 Helicóptero Elétrico 4ch 2.4ghz Rtf Coaxial" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149856125" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Walkera 5&#35;4 Helicóptero Elétrico 4ch 2.4ghz Rtf Coaxial&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$498.87</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bloch MB.162 &#8211; O Bombardeiro Estratégico Francês</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 12:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Bloch MB.162]]></category>
		<category><![CDATA[Bombardeiro Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrimotor]]></category>

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		<description><![CDATA[ Até o final dos anos 1930, a Europa negligenciou o desenvolvimento de bombardeiros estratégicos pesados, e a França não fugiu a esta regra. Foi somente após o início da remilitarização alemã, promovida por Adolf hitler, que a França percebeu a &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bloch-mb-162-o-bombardeiro-estrategico-frances/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Até o final dos anos 1930, a Europa negligenciou o desenvolvimento de bombardeiros estratégicos pesados, e a França não fugiu a esta regra. Foi somente após o início da remilitarização alemã, promovida por Adolf hitler, que a França percebeu a necessidade do desenvolvimento deste tipo de aeronave. Num primeiro momento, a França deu início a um programa, chamado <em>A20</em>, que visava converter aviões de passageiros (longo alcance), em bombardeiros estratégicos, conforme as exigências militares.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1936, “Sud Aviation” incorporou a fabricante de aviões “Société des Avions Marcel Bloch”. Este por sua vez, havia tido grande êxito com seus aviões quadrimotores “Bloch MB.160 e Bloch MB.161, que tinham alcance de 7000 quilômetros. Curiosamente, duas aeronaves Bloch receberiam a mesma designação, o primeiro deles foi denominado “MB 162 Raid”, criado para participar das então comuns corridas aéreas dá década de 1930. A intenção era que a aeronave participasse da corrida “Istres-Damasco-Paris”, de 1937 (que seria vencida pelos italianos Savoia-Marchetti S.M.79C), mas os trabalhos não foram finalizados a tempo, sendo então substituído por um MB.160. O projeto foi então abandonado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O segundo MB.162 também derivava do MB.160, foi criado por Henri Déplante e Lucien Servanty, em resposta à categoria “B5” do programa “A20”, um bombardeiro de longo alcance, para cinco tripulantes. A aeronave, embora tivesse dimensões ligeiramente inferiores ao Boeing B-17, apresentava performance comparável a este. Outro ponto interessante de se observar é que embora fosse baseada nos projetos dos modelos MB.160 e MB.161, não guardava tantas semelhanças em relação aos modelos originais. As asas em particular, eram totalmente novas e completamente diferentes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a name="Konstruktion"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Bloch MB.162 era uma aeronave de construção inteiramente metálica, com asas baixas e cauda dupla. Seus quatro motores eram abastecidos por oito tanques laterais, que podiam armazenar até 6500 litros de combustível. O trem de pouso era acionado hidraulicamente, assim como as portas da baía de bombas. O armamento defensivo era composto por dua metralhadoras MAC-1934, de 7,5 milímetros e por dois canhões Hispano-Suiza Hs-404, de 20 milímetros. Tinha a capacidade para transportar internamente até 3600 quilogramas de bombas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Uma maquete em escala real, foi apresentada ao público, em novembro de 1938, no “Salon de l&#8217;Aeronautique” em Paris. Nesta ocasião, previa-se equipar a aeronave com quatro motores de cilindros em linha, Hispano-Suiza 14 A12/13. A construção do protótipo, em Courbevoie, no entanto, foi postergada até o final de 1939, em favor da construção do MB.161.01. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">As peças da aeronave foram então transferidas por via rodoviária à Villacoublay, onde a aeronave foi montada na primavera (outono no Hemisfério Sul) de 1940. O primeiro vôo da aeronave se deu no dia 01 de junho de 1940, equipado então com quatro motores radiais “Gnome-Rhône 14N/28, de 1100hp cada. Nesta ocasião, o exército alemão já avançava rapidamente dentro da França, por isso, a aeronave foi rapidamente enviada para Bordeaux, afim de não cair nas mãos inimigas, mas infelizmente para a França, os alemães logo tomariam o aeródromo de Mérignac e confiscariam a aeronave.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O avião foi então entregue à Focke-Wulf, que aparentemente em 1942, realizou diversos testes e algumas missões para “liberar” agentes secretos alemães. Em 1943, a avião foi enviado à Finow, na Alemanha, onde foi incorporado ao I/KG 200, que era uma unidade equipada com várias aeronaves de longo alcance. O Bloch MB.162 fazia parte do 1º Staffel, onde permaneceu até 1944. Seu paradeiro posterior é desconhecido. </span></span></p>
<p> </p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bloch-mb-162-o-bombardeiro-estrategico-frances/bloch-mb-160/' title='Bloch MB-160'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Bloch-MB-160-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bloch MB.160" title="Bloch MB-160" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bloch-mb-162-o-bombardeiro-estrategico-frances/bloch-mb-162-1/' title='Bloch MB-162-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Bloch-MB-162-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bloch MB.162" title="Bloch MB-162-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bloch-mb-162-o-bombardeiro-estrategico-frances/bloch-mb-162-2/' title='Bloch MB-162-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Bloch-MB-162-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bloch MB.162" title="Bloch MB-162-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bloch-mb-162-o-bombardeiro-estrategico-frances/bloch-mb-162-3/' title='Bloch MB-162-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Bloch-MB-162-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bloch MB.162, equipado com motores em linha Hispano-Suiza" title="Bloch MB-162-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/02/bloch-mb-162-o-bombardeiro-estrategico-frances/bloch-mb-162-4/' title='Bloch MB-162-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/02/Bloch-MB-162-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bloch MB.162" title="Bloch MB-162-4" /></a>

<p><a name="Konstruktion1"></a></p>
<h5><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Características</span></span></h5>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Envergadura: 29,15m<br />
Comprimento: 22,16m<br />
Altura: 4.75m<br />
Superfície Alar: 118m²<br />
Peso Vazio: 11990kg<br />
Peso Máximo: 19000kg</p>
<p>Motorização:: 4 motores radiais Gnome &amp; Rhône 14 N 48/49, desenvolvendo 1100 hp cada<br />
Velocidade Máxima: 480km/h (a 5000 m de altitude)<br />
Teto: 9000m<br />
Alcance: 2400km</p>
<p>Tripulação: 5</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><br />
Armamento:<br />
2 metralhadoras MAC-1934, de 7.5mm<br />
2 canhões Hispano-Suiza HS-404, de 20mm</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Carga de Bombas: Até 3600 kg</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.dassault-aviation.com/en/passion/aircraft/military-bloch-aircraft/mb-162.html?L=1"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.dassault-aviation.com/en/passion/aircraft/military-bloch-aircraft/mb-162.html?L=1</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://ww2photo.mimerswell.com/air/fr/bloch/mb162.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://ww2photo.mimerswell.com/air/fr/bloch/mb162.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aviafrance.com/298.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.aviafrance.com/298.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Bloch_MB.162"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://de.wikipedia.org/wiki/Bloch_MB.162</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html">http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html</a><a href="http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html"><br />
</a></span></span></span></span><a href="http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html"><span style="color: #000080;"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></span></a></p>
<p><span style="color: #000080;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></a></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></a></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></a></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/bww2/mb162.html"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></a></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-admin/"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Pensando em comprar??<br />
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		<title>VEF I-16, O falcão da Letônia</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 16:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Kārlis Irbītis]]></category>
		<category><![CDATA[Latvia]]></category>
		<category><![CDATA[Letônia]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mindial]]></category>
		<category><![CDATA[VEF I-16]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1934, o Ministro da Aviação francês, Pierre Kots, anunciou uma competição para o desenvolvimento de novas aeronaves, incluindo caças. Desta competição resultaria a criação do excelente Renault-Caudron C-690, que por sua vez, serviria de base para a criação de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Em 1934, o Ministro da Aviação francês, Pierre Kots, anunciou uma competição para o desenvolvimento de novas aeronaves, incluindo caças. Desta competição resultaria a criação do excelente Renault-Caudron C-690, que por sua vez, serviria de base para a criação de diversas novas aeronaves. Uma destas aeronaves, foi o letão VEF I-16.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O projeto para a criação desta aeronave, que teve início no outono de 1938 (primavera no Hemisfério Sul), foi entregue ao chefe de projetos da Divisão de Aeronáutica da VEF (</span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><strong>Valsts Elektrotehniskā Fabrika</strong></span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> &#8211; Fábrica Eletrotécnica Estatal), engenheiro Kārlis Irbītis, que já havia projetado anteriormente outras aeronaves. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Irbitis encomendou então à Checoslováquia o motor Walter Sagitta I SR, de 12 cilindros. Também encomendou junto à Propellerwerk Schwarz, uma hélice bipá de passo fixo (mas já havia planejado substituir posteriormente por uma hélice tripá). E a instrumentação de vôo foi encomendada junto à norte americana Kollsman.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O design básico do I-16 baseava-se no modelo anterior, o I-15, porém haviam mudanças significativas. Embora o primeiro protótipo tenha sido fabricado com o trem de pouso fixo, o projeto já previa a mudança para trem de pouso retrátil, quando da produção em série. Outro ponto bastante interessante de se observar, era que o cockpit (instrumentação e assento) era fabricado como uma unidade completamente independente do restante da aeronave, que era posteriormente fixado à aeronave por meio de seis parafusos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O protótipo também não foi equipado com nenhuma espécie de armamento, mas mais uma vez, o projeto já previa a adoção de duas metralhadoras .303 polegadas internamente. Também havia a possibilidade de se instalar duas metralhadoras sob as asas e também foram realizados estudos para a instalação de dois canhões de 20 milímetros sob as asas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Afim de manter o projeto longe dos olhares curiosos, foi construído um novo hangar, na periferia de Riga, onde futuramente seriam fabricados os I-16 de série. A construção do protótipo se iniciou em 1938, mas diversos problemas impediram a finalização do I-16 antes da primavera de 1940 (HS: Outono). Um exemplo disso, foi a impossibilidade de obter a resina fenólica utilizada no C690, que deveria ser aplicada às superfícies de madeira da aeronave. Na tentativa de contornar este problema, foi utilizada então, uma grossa camada de verniz para móveis, proveniente da Polônia. Também houveram atrasos na entrega de alguns componentes, os instrumentos de vôo só foram entregues em 1939 e o motor somente em 1940. O primeiro vôo finalmente ocorreu em 1940, tendo aos controles o piloto Konstantins Reichmanis.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Nesta ocasião, após 20 minutos de vôo tranquilo acima de 1000 metros (3000 pés) de altitude, o motor simplesmente parou, mas o piloto conduziu a aeronave ao solo em segurança. Uma avaliação posterior concluiu que o problema foi causado por conta da baixa pressão na linha de combustível. O problema foi corrigido e a aeronave realizou pelo menos mais dois vôos antes do país ser invadido pela União Soviética, em 17 de junho de 1940. Durantes estes testes, o I-16 atingiu uma velocidade de 460 quilômetros horários a uma altitude de 4000 metros (13100 pés).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O custo total do protótipo foi de 130568,00 Latis (cerca de 27000 dólares), sendo que a metade deste valor foi gasto com a compra do motor e dos componentes importados. A fabricação do protótipo demandou 36456 horas/homem (1/3 deste total foi gasto no desenvolvimento do projeto).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A Ocupação Soviética</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Quando a União Soviética invadiu a Letônia, um grupo de funcionários da VEF (aparentemente integrantes do submundo comunista), formou uma milícia que de forma bastante organizada, tomou o controle da fábrica, com o intuito de evitar que qualquer tipo de informação fosse destruída, além de realizar vigilância permanente nos empregados considerados peças-chave, enquanto aguardavam instruções de Moscou</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Em fevereiro de 1941, o Major-General Feodorov, tomou conhecimento dos projetos aeronáuticos da VEF, particularmente do I-15 e I-16, que foram descobertos em uma casa abandonada. No mês seguinte, Irbitis recebeu uma ordem direta de Feodorov, para supervisionar a fabricação de uma unidade de cada um dos projetos, para enviar à Moscou para avaliação. Eram eles: I-12, I-15a, I-15b, I-126, I-17 e I-18.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">À exceção do I-16, todos os outros aviões foram entregues rapidamente à URSS, conforme ordenado. Quanto ao I-16, eram necessários mais alguns ajustes do motor antes do envio. Os aviões enviados à URSS foram testados, mas não chamaram a atenção, uma vez que já havia entrado em produção o novo caça soviético LaGG 3, que tinha desempenho superior aos aviões letões. Enquanto isso na Letônia, os integrantes do departamento aeronáutico da VEF (menos Irbitis) foram considerados “desnecessários” para a finalização do I-16 e um após o outro, foram desaparecendo, sendo enviados às prisões soviéticas na Sibéria.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Os diversos problemas de motorização do I-16 foram responsáveis pela permanência da aeronave em Riga, assim em junho de 1941, quando então a Alemanha invade a Letônia, encontra o exemplar intacto da aeronave.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A Ocupação Alemã</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Diferente dos soviéticos, os alemães demonstram interesse na aeronave e ordenam a continuidade dos trabalhos no I-16. Uma vez solucionados os problemas técnicos do motor, o VEF I-16 é entregue aos pilotos de testes Miķelsonam e E. Radzītim, que realizaram diversos vôos de prova sobre o aeródromo </span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Kalnciems. Após a realização de uma série de testes de vôo, a aeronave foi confiscada pela Luftwaffe e enviada para Berlim, onde após uma extensa análise, chegou inclusive a ser recomendado para produção (mas nunca passou da recomendação). Entretanto o destino final do protótipo é desconhecido. Kārlis Irbītis reportou no pós guerra, ter ouvido rumores de que sua aeronave havia sido vendida a uma nação neutra. Se este fato for verdade, o mais provável é que a aeronave tenha sido perdida durante sua viagem de entrega, pois jamais foi descrita na relação de aeronaves ativas de alguma nação.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Identificações e Insígnias</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O símbolo conhecido como “Suástica”, é adotado por diversas nações e culturas ao redor do mundo, a muito séculos antes do nascimento de qualquer nazista. Este símbolo tradicionalmente representava (em alguns países ainda representa) ações positivas. Na Letônia, o símbolo é chamado “</span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><em>Ugunskrusts”, </em></span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">que significa literalmente “Cruz de Fogo”, sendo representado por uma suástica vermelha.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A aviação da Letônia adotou o uso da Cruz de Fogo” em 1919, e seu uso foi mantido até 1940, quando da invasão soviética. Durante a ocupação soviética, a aeronave não recebeu identificações soviéticas (ou não foi fotografada com tais identificações). Com a ocupação alemã, a Força Aérea da Letônia adotou como emblema, uma cruz negra, pintada sobre um campo branco. As aeronaves que confiscadas pela Alemanha recebiam identificações alemãs. Infelizmente a maior parte das fotos existentes do I-16, mostram a aeronave com identificações da Alemanha nazista, e não com as identificações da Letônia.</span></span></p>
<p> </p>
<p>Galeria: </p>
<p> 
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/renault-caudron-c-690/' title='Renault Caudron C-690'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Renault-Caudron-C-690-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O francês Renault-Caudron C-690" title="Renault Caudron C-690" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/karlis-irbitis/' title='Karlis Irbitis'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Karlis-Irbitis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kārlis Irbītis, aqui no Canadá, no Pós Guerra" title="Karlis Irbitis" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-1/' title='VEF_I-16-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF I-16, durante a fabricação na Letônia" title="VEF_I-16-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-2/' title='VEF_I-16-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF I-16, numa das raras fotos com a insígna da Letônia" title="VEF_I-16-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-3/' title='VEF_I-16-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O VEF I-16, já com as marcações alemãs, código AW+10" title="VEF_I-16-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-4/' title='VEF_I-16-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-4" title="VEF_I-16-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-5/' title='VEF_I-16-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-5" title="VEF_I-16-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-6/' title='VEF_I-16-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-6" title="VEF_I-16-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-7/' title='VEF_I-16-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-7" title="VEF_I-16-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-8/' title='VEF_I-16-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-8" title="VEF_I-16-8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-9/' title='VEF_I-16-9'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-9" title="VEF_I-16-9" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-10/' title='VEF_I-16-10'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-10" title="VEF_I-16-10" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-11/' title='VEF_I-16-11'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-11" title="VEF_I-16-11" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-12/' title='VEF_I-16-12'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VEF_I-16-12" title="VEF_I-16-12" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/letonia-cocar-1918-40/' title='letonia-cocar 1918-40'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/letonia-cocar-1918-40-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cocar da Força Aérea da Letônia 1919 - 1940" title="letonia-cocar 1918-40" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/letonia-cocar-1941-44/' title='letonia-cocar 1941-44'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/letonia-cocar-1941-44-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cocar da Força Aérea da Letônia 1941 - 1944" title="letonia-cocar 1941-44" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/vef-i-16-o-falcao-da-letonia/vef_i-16-13/' title='VEF_I-16-13'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/VEF_I-16-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ilustração mostrando o esquema de cores original (Letão) do VEF I-16" title="VEF_I-16-13" /></a>
</p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Características Gerais</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tripulação:</strong> 1 </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Comprimento:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 7,30 m (23 pés 11 pol) </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Envergadura:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 8,23 m (27 pés 0 pol)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Altura:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 2,70 m (8 pés 10 pol)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Superfície Alar:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 11,43 m² (123 pés²)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso Vazio:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 1100 kg (2,420 lb)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso com Carga:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 1540 kg (3,388 lb)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Propulsão:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 1 motor 12 cilindros em V invertidos Walter Sagitta I-SR, de 540 hp</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade Máxima: </strong>483 km/h (261 knots, 300 mph) a 7900 m (25,900 ft)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Alcance :</strong>805 km (438 MN, 500 milhas)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Teto de Serviço: </strong>8100 m (26,600 pés)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Carga Alar: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">136 kg/m² (28 lb/pé²)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nenhum (Proposto: </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 metralhadoras Browning .303 pol &#8211; 7,92 mm)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><a href="http://lv.wikipedia.org/wiki/Kārlis_Irbītis"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://lv.wikipedia.org/wiki/K%C4%81rlis_Irb%C4%ABtis</span></span></a></p>
<p><a href="http://latvianaviation.com/VEF_I-16.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://latvianaviation.com/VEF_I-16.html</span></span></a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/VEF"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/VEF</span></span></a></p>
<p><a href="http://airwar.ru/enc/fww2/i16l.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://airwar.ru/enc/fww2/i16l.html</span></span></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Pensando em Comprar?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">No Mercado Livre você encontra o que procura</span></span></p>

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font-weight:normal;color:;">Kit Harry Potter Varinha Mágica + Óculos Festas Fantasia&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$47.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=152093441" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=119251844_4383.jpg&v=I" alt="Robe Adulto Fantasia Harry Potter Capa Presente Baile Festa" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=152093441" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Robe Adulto Fantasia Harry Potter Capa Presente Baile Festa&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$119.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455438" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=99218872_3413.jpg&v=I" alt="Bola Pomo De Ouro Fantasia Harry Potter Original Festa Jogo" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455438" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Bola Pomo De Ouro Fantasia Harry Potter Original Festa Jogo&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$19.00</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=154150795" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=99215869_3467.jpg&v=I" alt="Vassoura Mágica Fantasia Harry Potter Presente Festas Baile" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=154150795" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Vassoura Mágica Fantasia Harry Potter Presente Festas Baile&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$67.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455558" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=143332214_1373.jpg&v=I" alt="Coruja Hedwing Fantasia Harry Potter Acessório Magia Filme" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455558" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Coruja Hedwing Fantasia Harry Potter Acessório Magia Filme&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$49.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151314866" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=103883437_199.jpg&v=I" alt="Radiologia Tomografia Multi-Slice Livro E Dvd Filme" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151314866" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Radiologia Tomografia Multi-Slice Livro E Dvd Filme&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$40.00</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		<title>A.C.M.A (vespa) TAP Mle 56 e Mle 59</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 12:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[ACMA TAP]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[TAP]]></category>
		<category><![CDATA[Veiculo Aero-Transportado]]></category>
		<category><![CDATA[Vespa Militar]]></category>

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		<description><![CDATA[  A A.C.M.A. TAP (Troupes Aeról Portées), era um veículo militar criado a partir da famosa scooter italiana Vespa, e foi utilizado pelas tropas de pára-quedistas franceses na Indochina e na Argélia. Foram produzidos dois modelos deste veículo pela francesa &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>A.C.M.A. TAP</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> (</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Troupes Aeról Portées),</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> era um veículo militar criado a partir da famosa scooter italiana Vespa, e foi utilizado pelas tropas de pára-quedistas franceses na Indochina e na Argélia.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Foram produzidos dois modelos deste veículo pela francesa ACMA (</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Ateliers de Construction de Motocycles et Automobiles – Oficinas de Construção de Motocicletas e Automóveis), </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">que já produzia sob licença, o mini Vespa 400.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O primeiro modelo, fabricado em 1956, recebeu a designação </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>“ACMA TAP Modèle 56”</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">. Se tratava basicamente de uma scooter Vespa 125 cilindradas, que era equipada com um canhão norte americano 75 mm Mk 20 sem recuo, montado embaixo do assento e apoiado no escudo frontal da scooter. Este canhão, com peso total de apenas 52 quilogramas, tinha um alcance de até 6400 metros e era capaz de perfurar até 100 milímetros de blindagem.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Este canhão de 75 milímetros, foi criado em 1943, nos Estados Unidos, para suporte de fogo. Embora tivesse baixa penetração de blindagem, se comparado aos tradicionais canhões de infantaria, era excelente contra depósitos de munições e para o uso contra inimigos entrincheirados em cavernas (comum no PTO). Com o final da Segunda Guerra Mundial, muitos destes canhões foram deixados em poder das forças francesas, para reorganização de seu efetivo militar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A idéia inicial era utilizar estes veículos, como apoio de infantaria avançada. Os soldados e as scooters, seriam lançadas próximo às linhas inimigas, e empregariam o leve veículo, para se posicionar rapidamente e atacar veículos blindados leves e posições inimigas. As equipes para tal, eram de cinco pessoas, que operariam o armamento e se moveriam com sua ajuda. Existem os relatos que tripulações bem treinadas, eram capazes de disparar seus canhões com o veículo em movimento. Foram produzidas cerca de 600 unidades deste modelo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Algumas scooters, principalmente as de apoio, tinham instalados compartimentos laterais para o transporte de munições.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1959, a ACMA passou a produzir o modelo 59, que era basicamente a mesma coisa do anterior, só que agora era utilizada uma scooter Vespa 150 cilindradas. Foram produzidos 800 exemplares deste modelo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A grande vantagem da ACMA TAP, era seu baixíssimo custo. Cada uma destas “Vespas” custava apenas 500 dólares. Já os canhões eram “sobras de guerra”, e não tinham praticamente custo nenhum.</span></span></p>
<p>Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-tap-1/' title='Vespa-TAP-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-TAP-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A.C.M.A. TAP - Argélia" title="Vespa-TAP-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-tap-2/' title='Vespa-TAP-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-TAP-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vespa-TAP-2" title="Vespa-TAP-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-tap-3/' title='Vespa-TAP-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-TAP-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vespa-TAP-3" title="Vespa-TAP-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-tap-4/' title='Vespa-TAP-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-TAP-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Soldado do 1° C.L.A  próximo à khel Allemegne, na Argélia" title="Vespa-TAP-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-tap-5/' title='Vespa-TAP-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-TAP-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vespa-TAP-5" title="Vespa-TAP-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-tap-6/' title='Vespa-TAP-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-TAP-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vespa-TAP-6" title="Vespa-TAP-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-tap-7/' title='Vespa-TAP-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-TAP-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vespa-TAP-7" title="Vespa-TAP-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/vespa-150-tap-saumur-general-estienne-museum/' title='Vespa 150 TAP - Saumur Général Estienne museum'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Vespa-150-TAP-Saumur-Général-Estienne-museum-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vespa 150 TAP - Em exposição no Museu Saumur Général Estienne - França" title="Vespa 150 TAP - Saumur Général Estienne museum" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/a-c-m-a-vespa-tap-mle-56-e-mle-59/75m20/' title='75M20'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/75M20-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhão 75mm Sem Recuo MK 20, aqui em operação na Coréia" title="75M20" /></a>

<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vespa_150_TAP"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Vespa_150_TAP</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.symboles-et-traditions.com/articlesmembres/targui/lpa/vespa/page-vespa.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.symboles-et-traditions.com/articlesmembres/targui/lpa/vespa/page-vespa.htm</span></span></a></span></span></p>
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		<item>
		<title>Canhão Pesado Anti-Tanque 12,8cm PaK 44</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[12]]></category>
		<category><![CDATA[8cm PaK 44]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Canhão Anti-Tanque]]></category>
		<category><![CDATA[Krupp]]></category>
		<category><![CDATA[PAK 44]]></category>
		<category><![CDATA[World War Two]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[O 12.8 cm Pak 44, (Panzerabwehrkanone) foi um canhão anti-tanque alemão, utilizado nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Sua criação foi o resultado das experiências alemãs no Fronte Leste, em 1943. O Exército alemão havia se deparado com os &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/canhao-pesado-anti-tanque-128cm-pak-44/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>12.8 cm Pak 44</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, (Panzerabwehrkanone) foi um canhão anti-tanque alemão, utilizado nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Sua criação foi o resultado das experiências alemãs no Fronte Leste, em 1943.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Exército alemão havia se deparado com os canhões soviéticos de 122 milímetros e logo perceberam a necessidade de um equipamento similar. A nova arma foi desenvolvida inicialmente como canhão de campo, designada “Kanone K 44”, entretanto, os pesados IS-2 já estavam cada vez mais presentes nos combates, assim, foi decidido que a nova arma deveria ser utilizada também como arma anti-tanque e apesar de sua designação, esta arma nada tem em comum com o 12,8 cm Flak, a não ser o seu calibre nominal.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O calibre de 128 milímetros foi escolhido por já existir todo o equipamento de produção para este calibre, tendo em vista que este calibre já era utilizado em armamentos navais. Os contratos de projeto foram entregues à Rheinmetall Borsig e à Krupp, que entregaram seus primeiros protótipos para testes, na segunda metade de 1944. Após as primeiras avaliações, o modelo da Rheinmetall Borsig foi deixado de lado, passando à Krupp, a tarefa de continuar o desenvolvimento da nova arma. Mesmo assim, com um peso total de 11 toneladas, o que deixava impraticável o uso da nova arma em muitas circunstâncias, faria com que o projeto fosse cancelado o PAK 44 não era facilmente transportado, por isso o projeto seria encerrado brevemente.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Durante os testes, o “12,8 cm PAK 44” obteve uma penetração de 200 milímetros (7,9 pol) a 100 metros (110 jardas) de distância, uma taxa semelhante ao PAK 88. Por outro lado, a penetração a 2000 metros (2200 jardas) foi de 148 milímetros (5,8 pol).</span></span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="39"></col>
<col span="1" width="27"></col>
<col span="1" width="21"></col>
<col span="1" width="25"></col>
<col span="1" width="18"></col>
<col span="1" width="22"></col>
<col span="1" width="16"></col>
<col span="1" width="16"></col>
<col span="1" width="16"></col>
<col span="1" width="19"></col>
<col span="1" width="19"></col>
<col span="1" width="18"></col>
</colgroup>
<thead>
<tr>
<th rowspan="3" width="15%"> </th>
<th rowspan="3" width="11%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calibre/<br />
Compr</span></span></th>
<th colspan="4" width="34%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Projétil</span></span></th>
<th colspan="6" width="41%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Penetração (mm)</span></span></th>
</tr>
<tr>
<th rowspan="2" width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo</span></span></th>
<th rowspan="2" width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nome</span></span></th>
<th rowspan="2" width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso<br />
(kg)</span></span></th>
<th rowspan="2" width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Vel<br />
Saída<br />
(m/s)</span></span></th>
<th rowspan="2" width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Âng<br />
</span></span></th>
<th colspan="5" width="35%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Distância (m)</span></span></th>
</tr>
<tr>
<th width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">100</span></span></th>
<th width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">500</span></span></th>
<th width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1000</span></span></th>
<th width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1500</span></span></th>
<th width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2000</span></span></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="15%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">12,8cm K.40<br />
12,8cm Flak 40</span></span></td>
<td width="11%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">128mm<br />
L61</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">APC</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Pzgr.</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">26.40</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">880</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">30°</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">201</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">176</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">150</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">132</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">120</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="15%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">12,8cm PaK 44,<br />
12,8cm </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">P.J.K.</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">80,<br />
12,8cm K 44<br />
12,8cm K 81</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">12,8cm K 81/1</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">12,8cm K 81/2]</span></span></td>
<td rowspan="2" width="11%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">128mm<br />
L55</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">APC</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Pzgr.</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">26.40</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">860</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">30°</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">189</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">166</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">143</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">127</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">117</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">APCBC</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Pzgr.43</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">28.30</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">845</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">30°</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">187</span></span></td>
<td width="6%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">178</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">167</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">157</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">148</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Aproximadamente 50 peças foram montadas em plataformas já existentes. As montagens feitas em plataformas francesas receberam a designação “K 81/1”, enquanto que as montagens em plataformas soviéticas receberam a designação “K 81/2”. Ambos os modelos no entanto, eram extremamente pesados, impossibilitando seu uso. Ainda em 1943, havia sido iniciado o projeto para empregar esta arma nos “Jagdtiger” (Sd.Kfz. 186). O PAK 44 também foi empregado inicialmente no tanque super pesado “MAUS”. Cerca de 100 peças, nestas condições, foram empregadas em veículos caça tanques, designadas também como PAK 80.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Era comum à época, que uma nova arma tivesse seu nome alterado diversas vezes. Neste caso específico, o canhão recebeu as denominações K 44, PAK 44, Kanone 81, PAK 81 e Pjk 80. O equipamento aceito para serviço, continha as denominações PAK 4X.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No caso do K 44 e PAK 44, a única diferença é em relação a seu uso, uma vez que as armas são idênticas. </span></span></p>
<h2><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Variantes</span></span></h2>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>12.8 cm Kanone 44</strong></span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>12.8 cm Pak 44</strong> </span></span></li>
<li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>12.8 cm Kanone 81/1</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> &#8211; K 44 montado na plataforma do canhão francês 155mm GPF-T. </span></span></li>
<li><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>12.8 cm Kanone 81/2</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> &#8211; K 44 montado na plataforma do obuseiro soviético 152mm mod1937. </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>12.8 cm Kanone 81/3</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> &#8211; K 44 montado na plataforma média Gerat 579. </span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>12.8 cm Pak 80 / Pjk 80</strong> &#8211; Pak 44 montado no Jagdtiger (Sd.Kfz. 186)</span></span></li>
</ul>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/canhao-pesado-anti-tanque-128cm-pak-44/krupp_k_44_2/' title='Krupp_K_44_2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Krupp_K_44_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="12,8 cm PaK 44 em posição de tiro - Fonte: German Artillery Of World War Two&quot; Ian V. Hogg - 1975" title="Krupp_K_44_2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/canhao-pesado-anti-tanque-128cm-pak-44/krupp_k_44_1/' title='Krupp_K_44_1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Krupp_K_44_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="12,8 cm K 44 em posição de transporte - Fonte: German Artillery Of World War Two&quot; Ian V. Hogg - 1975" title="Krupp_K_44_1" /></a>

<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="527">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="178"></col>
<col span="1" width="341"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Canhão Pesado Anti-Tanque</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Origem</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alemanha</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Serviço</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1944—1945</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Usuário</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alemanha</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Conflito</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Segunda Guerra Mundial</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="178">
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Projetista</strong></span></span></p>
</td>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Krupp</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Projeto</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1943</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fabricante</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Krupp</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Produção</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1944</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nº Produzido</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">51 (aprox)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10160 kg (22,400 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento Cano</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7,023 m (276.5 pol) L/55</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Munição</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Semi Fixa</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso da Munição</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">28 kg (62lb) &#8211; HE<br />
28,3 kg (62 lb) &#8211; AP</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calibre</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">128 mm (5.0 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Culatra</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Semi-Automática de Bloco Deslizante Horizontal</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Recuo</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Hidropneumático</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Plataforma</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Cruciforme</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Elevação</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">-7° 51&#8242; a +45° 27&#8242;</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Transverso</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">360°</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Saída</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">935 m/s (3,070 pés/seg)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="178"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance Máximo</span></span></th>
<td width="341"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">24410 m (26,700 jd)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">FONTES:</span></span></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/12.8_cm_PaK_44"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/12.8_cm_PaK_44</span></span></a></p>
<p><a href="http://gva.freeweb.hu/weapons/german_guns9.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://gva.freeweb.hu/weapons/german_guns9.html</span></span></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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font-weight:normal;color:;">Brazão Da Polícia Militar De São Paulo Película Auto-Adesiva&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$3.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151075518" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=140362666_6490.jpg&v=I" alt="Tinta Para Modelismo Humbrol - Acrylic Gloss  - 6 Frascos" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151075518" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Tinta Para Modelismo Humbrol - Acrylic Gloss  - 6 Frascos&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$67.99</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=152577826" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=76031587_881.jpg&v=I" alt="Testors-Conjunto De Tintas Para Militaria-Na Caixa" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=152577826" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Testors-Conjunto De Tintas Para Militaria-Na Caixa&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$138.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151797547" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=131997995_468.jpg&v=I" alt="12 Soldadinhos De Plástico Japoneses - Escala 1:32" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151797547" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">12 Soldadinhos De Plástico Japoneses - Escala 1:32&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$10.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=150044728" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=150044728_9085.jpg&v=I" alt="Tanque De Guerra - M113 Morteiro&#40;g&#41; Airfix  1:72 Ho Oo" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=150044728" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Tanque De Guerra - M113 Morteiro&#40;g&#41; Airfix  1:72 Ho Oo&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$45.00</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149348873" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=144084616_4613.jpg&v=I" alt="Lote De Figuras Militares Ho" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149348873" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Lote De Figuras Militares Ho&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$23.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151134576" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=90167417_273.jpg&v=I" alt="Diorama Miniaturas Uniforme Militar Avião Tanque Armadura" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151134576" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Diorama Miniaturas Uniforme Militar Avião Tanque Armadura&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$5.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=152483241" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=123670326_8075.jpg&v=I" alt="Militaria Barraca Para 10 Homens, Mod.255, Ho&#40;1:87&#41;" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=152483241" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Militaria Barraca Para 10 Homens, Mod.255, Ho&#40;1:87&#41;&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$18.90</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Canhão Pesado de Infantaria de 149mm &#8220;sIG-33&#8243;</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/canhao-pesado-de-infantaria-de-149mm-sig-33/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/canhao-pesado-de-infantaria-de-149mm-sig-33/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha Nazista]]></category>
		<category><![CDATA[Canhão de Infantaria]]></category>
		<category><![CDATA[Heer]]></category>
		<category><![CDATA[nazi]]></category>
		<category><![CDATA[schweres Infanterie Geschütz 33]]></category>
		<category><![CDATA[sIG-33]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=1536</guid>
		<description><![CDATA[ O canhão de 150mm sIG 33 (schweres Infanterie Geschütz 33) foi a canhão pesado padrão da infantaria alemã, durante a Segunda Guerra Mundial. Criado na década de 1920, foi adotado oficialmente em 1933, daí sua denominação. Também foi o maior &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/canhao-pesado-de-infantaria-de-149mm-sig-33/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1537" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/SIG-33-Museu-Militar-Belgrado-Servia.jpg"><img class="size-medium wp-image-1537" title="SIG-33-Museu Militar Belgrado - Servia" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/SIG-33-Museu-Militar-Belgrado-Servia-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">sIG-33, em exposição no Museu Militar de Belgrado - Sérvia (foto: Wikipedia)</p></div>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O canhão de 150mm </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>sIG 33</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> (</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><strong>s</strong></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>chweres </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><strong>I</strong></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>nfanterie </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><strong>G</strong></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>eschütz 33</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">) foi a canhão pesado padrão da infantaria alemã, durante a Segunda Guerra Mundial. Criado na década de 1920, foi adotado oficialmente em 1933, daí sua denominação. Também foi o maior canhão de infantaria já empregado por qualquer nação.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A história do sIG-33 tem início na década de 1920, através das análises dos relatos dos líderes de esquadrão, numa avaliação que poderia ser considerada uma análise tecno-tática do conflito.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Estado Maior do Exército alemão, agora com uma força limitada a cem mil homens por conta das imposições do Tratado de Versalhes, necessitava urgentemente “corrigir” diversos pontos levantados através das observações coletadas, para buscar otimizar ao máximo sua força atual. Como resultado, foi observado que para evitar brechas, cada pelotão deveria ser equipado com suas próprias peças de artilharia, possibilitando assim, a manutenção do território e ou seu avanço. Porém, para isto, se fazia necessária a adoção de peças capazes de serem movidas rapidamente, para que todo o poder de fogo pudesse ser manobrado para a área necessária.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No entanto, as armas comumente empregadas pelas divisões, ainda mais em uma época em que as peças eram movidas essencialmente por cavalos, haviam se demonstrado catastróficas, para o emprego com tal necessidade de manobra. Assim sendo, foi recomendado o uso de peças leves, com calibre de 75 milímetros, intermediárias com calibre de 105 milímetros e de peças pesadas, com calibre de 149 milímetros.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Devido às imposições do Tratado de Versalhes, a Krupp, tradicional fabricante de armamentos, estava terminantemente proibida de fabricar tais equipamentos, sendo constantemente inspecionada, então, para contornar esta restrição, foi entregue à Rheinmetall a tarefa de produzir os protótipos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os protótipos foram apresentados em 1927, porém a Rheinmetall não produzira o modelo de 105 milímetros e em seu lugar, apresentara uma peça de 210 milímetros. Os outro dois protótipos foram o de 75 milímetros e o de 149,1 milímetros. Como o canhão de 210 milímetros se mostrou excessivamente pesado, foi então decidido pelo emprego da peça de 149 milímetros. O sIG-33, foi desenvolvido inteiramente no período pré-nazista, mas foi adotado oficialmente apenas em 1933, entrando em produção seriada em 1936. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em termos mais técnicos, esta arma era um obuseiro. Seu peso era de aproximadamente 1800 quilogramas, o mesmo de um canhão “normal” de 75 milímetros e cerca de ¼ do peso de um canhão de 149 milímetros. Mesmo assim, eram necessários seis cavalos e três homens, quando da necessidade de movimentação desta arma.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">As primeiras unidades deste canhão eram montadas em carretas com rodas inteiramente de madeira, posteriormente substituídas por rodas metálicas (sem pneus) e por fim, as rodas metálicas eram recobertas com borracha.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Na tentativa de reduzir o peso do canhão, foi criada uma versão (Ausf B), onde a estrutura de aço foi substituída por uma estrutura de alumínio fundido, tornando a arma cerca de 150 quilogramas mais leve. Porém, no início da guerra em 1939, o projeto teve que ser revisto, voltando a utilizar a estrutura de aço, pois a alumínio deveria ser direcionado para a fabricação de aeronaves para a Luftwaffe.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O cano, tinha o comprimento de onze calibres, empregava um sistema hidro-pneumático para o amortecimento do recuo. A velocidade de boca ficava em torno dos 240 m/s, o que era extremamente baixo, uma vez que em média, a velocidade de boca de um projétil de 149 milímetros, era superior em pelo menos duas vezes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Foram desenvolvidos quatro tipos de granadas para este canhão. Segue abaixo uma tabela comparativa:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="545">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="100"></col>
<col span="1" width="98"></col>
<col span="1" width="144"></col>
<col span="1" width="186"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td width="100" bgcolor="#f0f0f0"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Carga</strong></span></span></td>
<td width="98" bgcolor="#f0f0f0"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tipe</strong></span></span></td>
<td width="144" bgcolor="#f0f0f0"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso</strong></span></span></td>
<td width="186" bgcolor="#f0f0f0"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Carga Explosiva</strong></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="100"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">I Gr 33</span></span></td>
<td width="98"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">HE</span></span></td>
<td width="144"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">38 kg (84 lb)</span></span></td>
<td width="186"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,3 kg (18 lb) amatol</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="100"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">I Gr 38 Nb</span></span></td>
<td width="98"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fumaça</span></span></td>
<td width="144"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">40 kg (88 lb)</span></span></td>
<td width="186"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">óleo/pumice</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="100"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">I Gr 39 Hl/A</span></span></td>
<td width="98"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="file:///wiki/Shaped_charge"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Carga-Oca</span></span></a></span></span></td>
<td width="144"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">25,5 kg (56 lb)</span></span></td>
<td width="186"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="file:///wiki/RDX"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">ciclonita</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">/</span></span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="file:///wiki/Trinitrotoluene"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">TNT</span></span></a></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="100"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Stielgranate 42</span></span></td>
<td width="98"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Demolição</span></span></td>
<td width="144"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">90 kg (200 lb)</span></span></td>
<td width="186"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">27 kg (60lb) amatol</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></span></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<div id="attachment_1538" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/SIG-33GD.jpg"><img class="size-medium wp-image-1538" title="Bild 146-2006-0057" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/SIG-33GD-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Artilheiros da Divisão Grossdeutchland municiando um sIG-33</p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<p style="text-align: justify;">Durante seus primeiros dez anos de carreira no Heer, o sIG-33 se demonstrou uma excelente arma de apoio para as tropas. Seu poder de fogo era bastante apreciado e sua movimentação era simples, desde que realizada com a quantidade necessária de cavalos. Normalmente cada batalhão contava com duas peças sIG-33 e quatro peças de 75 milímetros.</p>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O sIG-33 também foi montado sobre chassis motorizados. O primeiro chassi a ter o sIG-33 montado, foi o Panzer I, porém foram modificadas pouco mais de uma centena de exemplares. Também foram usados chassis dos Panzer II e dos Panzer 38(t) checos. No entanto a melhor adaptação ocorreu quando da montagem destes canhões nos tratores de artilharia franceses Lorraine.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A partir de 1943 iniciou seu declínio. As forças soviéticas passaram a empregar em larga escala os morteiro de 120 milímetros, que embora fossem uma cópia do morteiro alemão “</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Granatwerfer 42 12 cm”</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, pesavam apenas 280 quilogramas. Seu peso inferior e sua taxa de disparo propiciavam uma excelente cobertura de fogo para a infantaria. Obviamente estes não tinham condições de serem empregados contra veículos, por falta de acuracidade, mas para tal, os soviéticos empregavam canhões anti-carro, que em suma, eram bem mais simples de eficazes que o sIG-33. </span></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="470">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="110"></col>
<col span="1" width="352"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Canhão Pesado de Infantaria</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Origem</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alemanha</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="466"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></th>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Serviço</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1927-1945</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Usuário</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alemanha Nazista</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Conflito</span></span></th>
<td width="352"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="file:///wiki/World_War_II"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Segunda Guerra Mundial</span></span></span></a></span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Projeto</span></span></th>
<td width="352"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Rheinmetall</span></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ano Projeto</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1927-33</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fabricantes</span></span></th>
<td width="352"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Rheinmetall</span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">, AEG-Fabriken, Bohemisch Waffenfabrik</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Produção</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1936-1945</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Unidades Produzidas</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">+/- 4600</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="466"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Especificações</span></span></th>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1800 kg (4,000 lb)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento Total</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,42 m (14.5 ft)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento do Cano</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11 calibres (165 cm / 65 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Largura</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,06 m (6.75 ft)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calibre</span></span></span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">149.1 mm (5.87 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Recuo</span></span></span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">hidro-penumático</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Elevação</span></span></span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">0° a +73° ou -4° to +75°</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Transverso</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11.5°</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Taxa de Disparo</span></span></span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2-3 disparos por minuto</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade de Saída</span></span></span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">240 m/s (787 ft/s)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="110"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance Efetivo</span></span></th>
<td width="352"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4700 m (5,100 jd)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/15_cm_sIG_33"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/15_cm_sIG_33</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/SIG_33_15_cm_(obice"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://it.wikipedia.org/wiki/SIG_33_15_cm_(obice</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">)</span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Pensando em Comprar?</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">No Mercado Livre você encontra o que procura!</span></span></p>

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font-weight:normal;color:;">Parede Muro Pedra Em Resina Dumont Ho 1:87 Réplica Faller&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$9.90</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151028048" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=145485169_4286.jpg&v=I" alt="Miniatura 6 Figuras Equipe Médica Paciente Ho 1:87 Preiser" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151028048" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Miniatura 6 Figuras Equipe Médica Paciente Ho 1:87 Preiser&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$34.99</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		<title>Programa FX-2:Jobim fará relatório próprio sobre caças para levar a Lula</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 10:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Arranjos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Programa FX-2]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nelson Jobim levará ao presidente Lula relatório próprio sobre a renovação da frota da Força Aérea Brasileira e poderá rever o critério de pontuação que pôs em primeiro o caça sueco Gripen NG. A informação consta &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/programa-fx-2jobim-fara-relatorio-proprio-sobre-cacas-para-levar-a-lula/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ministro da Defesa Nelson Jobim levará ao presidente Lula relatório próprio sobre a renovação da frota da Força Aérea Brasileira e poderá rever o critério de pontuação que pôs em primeiro o caça sueco Gripen NG.</p>
<p style="text-align: justify;">A informação consta em reportagem da colunista <strong>Eliane Cantanhêde</strong> e de <strong>Fernando Rodrigues</strong>, na <strong>Folha</strong> desta sexta-feira (8).</p>
<p style="text-align: justify;">A Aeronáutica manteve ranking antecipado pela <strong>Folha</strong> na última terça-feira que traz em último lugar o caça francês Rafale, preferido do Planalto. &#8220;É importante ver se a pontuação bate com a posição da gente, que é baseada na Estratégia Nacional de Defesa e prioriza a transferência de tecnologia&#8221;, disse Jobim à <strong>Folha</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro e Lula defendem negócio com a França porque o país é &#8220;parceiro estratégico&#8221;, com o qual há acordo militar. Jobim, porém, disse que analisará o relatório da Aeronáutica antes de levar ao presidente sua conclusão. Os 36 caças custarão até R$ 10 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Paris, em evento com a presença do chanceler Celso Amorim, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, defendeu reforma no Conselho de Segurança da ONU e elogiou o Brasil. Amorim voltou a falar sobre os caças e disse que &#8220;o barato, às vezes, sai caro&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Fonte:<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u676253.shtml" target="_blank"> UOL</a></p>
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		<title>Programa FX-2: Amorin &#8211; &#8220;O Barato às Vezes Sai Caro&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dassault]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Programa FX-2]]></category>
		<category><![CDATA[Rafale]]></category>

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		<description><![CDATA[Lúcia Müzell Direto de Paris O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, voltou a comentar o vazamento do relatório da Força Aérea Brasileira (FAB) sobre a compra de novos caças para a Defesa. &#8220;Caberá ao presidente, que lidera o País &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/programa-fx-2-amorin-o-barato-as-vezes-sai-caro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dt>Lúcia Müzell</dt>
<dd>Direto de Paris</dd>
<dd></dd>
<p style="text-align: justify;">O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, voltou a comentar o vazamento do relatório da Força Aérea Brasileira (FAB) sobre a compra de novos caças para a Defesa. &#8220;Caberá ao presidente, que lidera o País politicamente, tomar a decisão, levando em conta todos os dados, técnicos e outros. As vezes os técnicos dão uma impressão que vai num sentido e muitas vezes o barato sai caro&#8221;, disse Amorim, que um dia após a divulgação do relatório foi a Paris, onde participou nesta quarta-feira de um simpósio de economia que também contou com a presença do presidente francês, Nicolas Sarkozy.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro deu a entender que a decisão do governo brasileiro não deverá se basear apenas no preço como fator decisivo da opção da FAB pelos caças suecos Gripen NG, da Saab, ao invés dos franceses Rafale, da Dassault.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É claro que os dados técnicos também são importantes, mas outras considerações também são importantes. (&#8230;) Não estou diminuindo o valor do trabalho feito, nem estou dizendo que ele é o único fator&#8221;, afirmou o ministro, dizendo que o processo de decisão ainda está em curso e a palavra final caberá apenas ao presidente Lula.</p>
<p style="text-align: justify;">Sarkozy abriu o evento na manhã de hoje e incluiu o Brasil diversas vezes em seu discurso. Diante de Amorim, e por duas ocasiões, lembrou da admiração e da amizade que mantém com o presidente Lula e o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quem pode pensar que, hoje, podemos resolver os problemas do mundo sem o Brasil?&#8221;, afirmou, ao defender a inclusão dos grandes países emergentes no Conselho de Segurança e o alargamento do G-8 &#8211; o grupo dos oito países mais ricos do mundo &#8211; para o G20 &#8211; que inclui emergentes, como o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria estratégica entre o Brasil e a França é a principal razão para que o presidente Lula e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, prefiram os Rafale aos outros concorrentes, por mais que o preço das aeronaves francesas seja quase o dobro do que os Gripen custariam, conforme a empresa sueca.</p>
<p style="text-align: justify;">Amorim, no entanto, negou que houvesse interesses por trás dos elogios de Sarkozy. Para ele, fazer uma relação entre as palavras do presidente francês e o possível fracasso da venda dos Rafale seria &#8220;pensar pequeno&#8221;. O brasileiro foi um dos palestrantes da primeira mesa-redonda do evento e, em francês, defendeu a maior inserção dos emergentes na governança global.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao deixar o simpósio, ele se reuniu com o conselheiro diplomático do Palácio do Eliseu, Jean-David Levitt. Na saída do encontro, o ministro brasileiro disse que a conversa foi &#8220;ótima&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Amorim disse que o tema da venda dos caças foi abordado, mas de uma forma &#8220;serena&#8221;, sem preocupações por parte dos franceses. Este, conforme Amorim, não foi o tema principal da reunião.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eles estavam interessados, e eu ficaria surpreso se não estivessem. A palavra que ele (Levitt) usou sempre foi serenidade&#8221;, disse Amorim. &#8220;Eu disse: &#8216;olha, não sou eu quem negocia isso&#8217;.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4191644-EI306,00-O+barato+as+vezes+sai+caro+diz+Amorim+sobre+compra+de+cacas.html" target="_blank">Terra</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Programa FX-2: Presidente Francês prometeu desconto para vender aeronaves</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 13:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dassault]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Programa FX-2]]></category>
		<category><![CDATA[Reffale]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o publicado dia 05 e 06 de janeiro de 2010, pelos respeitados jornais franceses &#8220;Le Monde&#8221; e &#8220;Libération&#8221;, a fabricante francesa de aeronaves Dassault,  deverá vender seus caças ao Brasil, pelo mesmo valor que os vende á França. De acordo &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/programa-fx-2-presidente-frances-prometeu-desconto-para-vender-aeronaves/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo o publicado dia 05 e 06 de janeiro de 2010, pelos respeitados jornais franceses &#8220;Le Monde&#8221; e &#8220;Libération&#8221;, a fabricante francesa de aeronaves Dassault,  deverá vender seus caças ao Brasil, pelo mesmo valor que os vende á França.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com as publicações, a empresa francesa deverá reduzir o valo em 40%, ou seja, o valor inicialmente firmado em 96 milhões de euros, deverá ser reduzido para 50 milhões de euros. Esta redução haveria sido definida verbalmente entre o presidente brasileiro e o francês, em novembro passado.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>Fontes:</p>
<p> <a href="http://www.lemonde.fr/economie/article/2010/01/05/rafale-dassault-aurait-reduit-de-40-le-prix-de-vente-au-bresil_1263685_3234.html" target="_blank">Le Monde</a></p>
<p><a href="http://www.liberation.fr/economie/0101612198-bresil-vent-mauvais-pour-le-rafale" target="_blank">Libération</a></p>
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font-weight:normal;color:;">Gravata Fantasia Harry Potter Original Presente Festa Baile&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$35.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149047747" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=99191671_520.jpg&v=I" alt="Cachecol Fantasia Harry Potter Original Presente Festa Filme" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149047747" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Cachecol Fantasia Harry Potter Original Presente Festa Filme&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$37.00</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149121382" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=99065106_8500.jpg&v=I" alt="Kit Harry Potter Varinha Mágica + Óculos Festas Fantasia" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149121382" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Kit Harry Potter Varinha Mágica + Óculos Festas Fantasia&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$47.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=152093441" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=119251844_4383.jpg&v=I" alt="Robe Adulto Fantasia Harry Potter Capa Presente Baile Festa" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=152093441" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Robe Adulto Fantasia Harry Potter Capa Presente Baile Festa&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$119.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455438" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=99218872_3413.jpg&v=I" alt="Bola Pomo De Ouro Fantasia Harry Potter Original Festa Jogo" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455438" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Bola Pomo De Ouro Fantasia Harry Potter Original Festa Jogo&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$19.00</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=154150795" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=99215869_3467.jpg&v=I" alt="Vassoura Mágica Fantasia Harry Potter Presente Festas Baile" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=154150795" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Vassoura Mágica Fantasia Harry Potter Presente Festas Baile&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$67.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455558" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=143332214_1373.jpg&v=I" alt="Coruja Hedwing Fantasia Harry Potter Acessório Magia Filme" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148455558" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Coruja Hedwing Fantasia Harry Potter Acessório Magia Filme&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$49.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151314866" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=103883437_199.jpg&v=I" alt="Radiologia Tomografia Multi-Slice Livro E Dvd Filme" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151314866" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Radiologia Tomografia Multi-Slice Livro E Dvd Filme&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$40.00</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		<title>Projeto FX-2 : Palavra Final será do Presidente</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 19:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Acertos informais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Maracutaias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto FX-2]]></category>

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		<description><![CDATA[ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá a última palavra sobre a compra de aviões de combate e Paris continua confiando nas chances do Rafale, pelo qual o chefe de Estado brasileiro já afirmou sua preferência &#8211; apesar de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/projeto-fx-2-palavra-final-sera-do-presidente/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá a última palavra sobre a compra de aviões de combate e Paris continua confiando nas chances do Rafale, pelo qual o chefe de Estado brasileiro já afirmou sua preferência &#8211; apesar de relatório do Comando da Aeronáutica que teria avaliado o caça Gripen NG, da empresa sueca Saab, como o melhor para o projeto de renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8220;A decisão final sempre é política&#8221;, sentenciou nesta quarta-feira em Genebra o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, referindo-se à licitação para a compra de 36 aviões de combate lançada pelo Brasil, um contrato que vai render bilhões de dólares ao vencedor.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8220;A decisão final sempre é política, porque é tomada por órgãos políticos&#8221;, declarou Amorim. &#8220;É óbvio que vamos estudar e levar em conta o conteúdo dos relatórios técnicos, mas a decisão final cabe ao ministro da Defesa (Nelson Jobim) e ao presidente da República&#8221;, comentou o chanceler durante um encontro com jornalistas.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8220;A decisão será tomada pelo presidente da República, com a ajuda do Conselho de Defesa. Não é uma decisão exclusivamente militar&#8221;, insistiu.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
O Rafale da Dassault está concorrendo na licitação com o F/A-18 Super Hornet da Boeing e o Gripen NG da Saab.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Força Aérea Brasileira (FAB) prefere o Gripen e até o Super Hornet para modernizar sua frota, por considerar o Rafale caro demais.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Segundo as conclusões de um relatório de 30.000 páginas ao qual a Folha de São Paulo afirmou ter tido acesso, &#8220;o fator financeiro foi decisivo para colocar o Gripen NG, ainda em fase de projeto, na primeira posição&#8221;. &#8220;O Gripen é o mais barato dos três&#8221;, justificou.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Segundo a Folha, &#8220;a Saab vende o Gripen pela metade do preço do Rafale, ou seja, cerca de 70 milhões de dólares, e a hora de voo é quatro vezes mais barata que a do Rafale&#8221;.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Nesta quarta-feira, o ministro francês da Defesa, Hervé Morin, e comparou o Rafale a uma Ferrari e o Gripen a um Volvo.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8220;O Rafale é o único avião multimissões do mundo, ou seja, o único que pode cumprir ao mesmo tempo missões de defesa, de ataque e de reconhecimento&#8221;, afirmou Morin.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8220;O Gripen não é um avião multimissões. O Gripen é um avião que não voa, que não existe e que ainda não saiu do papel&#8221;, ironizou.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Rafale nunca foi vendido no exterior mas o presidente da França, Nicolas Sarkozy, obteve em setembro um acordo de princípio de Lula em favor do caça francês, graças a promessa de uma transferência de tecnologia sem restrições.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A construtora Dassault afirmou que se Brasília escolher o Rafale, os seis primeiros aparellhos serão montados na França e os outros 30 no Brasil.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A presidência francesa se recusou a comentar as informações da Folha, dizendo-se tranquila com o resultado da licitação e as chances do Rafale.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;São apenas rumores publicados por um jornal. É preciso saber que estamos numa competição acirrada, e numa competição como esta todos os rumores são colocados na mesa por uns e outros&#8221;, explicou Morin.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: UOL</p>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Pensando em Comprar?<br />
No Mercado Livre você encontra o que procura</span></div>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </p>
<p></span></span></p>

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font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801198" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801198" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148596360" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=94720685_1028.jpg&v=I" alt="Livro Oficina De Aeromodelismo - Construção, Dicas E Truques" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148596360" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Livro Oficina De Aeromodelismo - Construção, Dicas E Truques&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$46.62</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801196" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801196" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151665782" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=151665782_3817.jpg&v=I" alt="Cd Espírita Mensagens De Luz Chico Xavier" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151665782" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; 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		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em Imagens: Uma Viagem ao longo da Cortina de Ferro</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/em-imagens-uma-viagem-ao-longo-da-cortina-de-ferro/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/em-imagens-uma-viagem-ao-longo-da-cortina-de-ferro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 12:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Cortina de Ferro]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>

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		<description><![CDATA[A vinte anos atrás, a Alemanha, dividida pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial, foi reunificada. No entanto, ainda hoje, encontramos sinais deste passado. Clicando no link abaixo (Redireciona ao website da BBC), é possível viajarmos, em imagens, ao longo da Cortina de Ferro &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/em-imagens-uma-viagem-ao-longo-da-cortina-de-ferro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A vinte anos atrás, a Alemanha, dividida pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial, foi reunificada.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, ainda hoje, encontramos sinais deste passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Clicando no link abaixo (Redireciona ao website da BBC), é possível viajarmos, em imagens, ao longo da Cortina de Ferro que separava os dois países.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/in_pictures/8429885.stm" target="_blank">Em Imagens: Uma Viagem ao longo da Cortina de Ferro</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: BBC.co.uk</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Pensando em Comprar?<br />
No Mercado Livre você encontra o que procura</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>

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font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801198" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801198" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149941970" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=149941970_277.jpg&v=I" alt="Dvd Com Imagens Ferroviarias" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=149941970" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Dvd Com Imagens Ferroviarias&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$40.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148962903" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=148962903_9420.jpg&v=I" alt="Dvds De Papel Modelismo - Modelos Em Papel&#40;espetacular&#41;" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148962903" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Dvds De Papel Modelismo - Modelos Em Papel&#40;espetacular&#41;&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$19.90</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801196" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41; 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font-weight:normal;color:;">Papel Modelismo - 1 Dvd Ou 4 Cd´s - Frete Grátis P/ Deposito&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$19.90</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151665782" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=151665782_3817.jpg&v=I" alt="Cd Espírita Mensagens De Luz Chico Xavier" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151665782" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Cd Espírita Mensagens De Luz Chico Xavier&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$6.90</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Morre aos 93 anos, sobrevivente dos dois ataques nucleares ao Japão</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/morre-aos-93-anos-sobrevivente-dos-dois-ataques-nucleares-ao-japao/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 12:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Bombardeio Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[sobrevivente nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Tsutomu Yamaguchi]]></category>

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		<description><![CDATA[ Dia 06 de agosto de 1945, Tsutomu Yamaguchi, então com 29 anos de idade, estava em Hiroshima, tratando de negócios, quando o bombardeiro americano B-29 “Enola Gay”, lançou sobre a cidade a bomba atômica chamada “Little Boy”. Yamaguchi sofreu séria &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/morre-aos-93-anos-sobrevivente-dos-dois-ataques-nucleares-ao-japao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/yamaguchi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1400" title="yamaguchi" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/yamaguchi.jpg" alt="Tsutomu Yamaguchi" width="226" height="170" /></a>Dia 06 de agosto de 1945, Tsutomu Yamaguchi, então com 29 anos de idade, estava em Hiroshima, tratando de negócios, quando o bombardeiro americano B-29 “Enola Gay”, lançou sobre a cidade a bomba atômica chamada “Little Boy”.</p>
<p style="text-align: justify;">Yamaguchi sofreu séria queimaduras, por isso ele permaneceu em Hiroshima mais um dia, antes de retornar à sua cidade natal, Nagasaki, que seria alvo da segunda bomba atômica no dia 09 de agosto de 1945.</p>
<p style="text-align: justify;">É sabido que muitas outras pessoas teriam sido expostas às duas explosões nucleares, no entanto, somente o Sr. Tsutomu Yamaguchi foi oficialmente reconhecido pelo governo japonês (am março de 2009), como sobrevivente de ambos os ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos as pessoas que sobreviveram aos ataques, receberam o certificado de <em>hibakusha, </em>que os qualificam a receber compensações por parte do governo, incluindo tratamentos médicos e custos com funerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sobreviventes à exposição radioativa desenvolveram um sem número de doenças, especialmente câncer, por muitos anos após a exposição.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o informado pelas agências , faleceu ontem, dia 05 de janeiro de 2010, aos 93 anos de idade, o Sr. Tsutomu Yamaguchi, vitimado por um câncer no estômago.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/8443295.stm" target="_blank"> BBC News</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Pensando em Comprar?<br />
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		<item>
		<title>Programa FX-2: Lula deve ignorar relatório da FAB sobre compra de caças</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 11:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
		<category><![CDATA[Programa FX-2]]></category>

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		<description><![CDATA[O relatório técnico da Força Aérea Brasileira sobre a compra de 36 caças, que indicou o modelo Gripen NG, da empresa sueca Saab, como a melhor opção para o governo Brasil, não deve ser levado em conta pelo presidente Luiz &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/programa-fx-2-lula-deve-ignorar-relatorio-da-fab-sobre-compra-de-cacas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O relatório técnico da Força Aérea Brasileira sobre a compra de 36 caças, que indicou o modelo Gripen NG, da empresa sueca Saab, como a melhor opção para o governo Brasil, não deve ser levado em conta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua decisão, segundo afirmam auxiliares. A informação é do jornal <em>Estado de S. Paulo</em> desta quarta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">O modelo escolhido deve ser o francês Rafale, fabricado pela Dassault, terceiro colocado na avaliação da FAB. O modelo da americano F-18 Super Hornet da Boeing foi o segundo melhor avaliado pela FAB. Conforme já adiantou o presidente, sua escolha deve ser política e estratégica para consolidar as relações do País com a França.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4189046-EI306,00-Lula+deve+ignorar+relatorio+da+FAB+sobre+compra+de+cacas.html" target="_blank">Terra</a></p>
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		<title>Programa FX-2: Relatório da FAB aponta preferência por modelo de caça sueco</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 11:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caças]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[FX-2]]></category>

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		<description><![CDATA[O relatório técnico feito pela Força Aérea Brasileira (FAB) sobre os modelos de caças oferecidos ao governo do Brasil pela França, Suécia e EUA, apontou o modelo Gripen NG, da sueca Saab, como a melhor opção de compra. O concorrente &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/programa-fx-2-relatorio-da-fab-aponta-preferencia-por-modelo-de-caca-sueco/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O relatório técnico feito pela Força Aérea Brasileira (FAB) sobre os modelos de caças oferecidos ao governo do Brasil pela França, Suécia e EUA, apontou o modelo Gripen NG, da sueca Saab, como a melhor opção de compra. O concorrente francês, Rafaele, fabricado pela Dassault, ficou em terceiro e o F-18 Super Hornet, da Boeing, em segundo. As informações são do jornal <em>Folha de S. Paulo</em> desta terça-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação teria sido entregue pela FAB ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, e contrariaria, tecnicamente, a preferência política do governo brasileiro pelo modelo da França, conforme anunciou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes mesmo da conclusão da avaliação feita pela FAB. O preço de US$ 70 milhões (metade do valor pedido pela França, segundo a Saab) e o custo de manutenção teriam sido fatores determinantes para a indicação do modelo sueco, que ainda está em fase de projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4187007-EI306,00-Relatorio+da+FAB+aponta+preferencia+por+modelo+de+caca+sueco.html" target="_blank">Terra</a></p>
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		<title>Líder Anti-Nazista Freya Von Moltke morre nos EUA, aos 98 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 15:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Atentado contra Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Circulo Kreisau]]></category>
		<category><![CDATA[Freya von Moltke]]></category>
		<category><![CDATA[von Moltke]]></category>

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		<description><![CDATA[Freya von Moltke, que vivia em Vermont (EUA) desde 1960, faleceu vítima de uma infecção, no dia 1º de janeiro de 2010, de acordo com o informado pelo seu filho.     Nascida Freya Deichmann, na cidade de Colônia, em &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/01/lider-anti-nazista-freya-von-moltke-morre-nos-eua-aos-98-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Freya-von-Moltke.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1392" title="Freya-von-Moltke" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2010/01/Freya-von-Moltke.jpg" alt="Freya von Moltke" width="226" height="170" /></a>Freya von Moltke, que vivia em Vermont (EUA) desde 1960, faleceu vítima de uma infecção, no dia 1º de janeiro de 2010, de acordo com o informado pelo seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Nascida Freya Deichmann, na cidade de Colônia, em 1911, ela conheceu seu esposo, aos 18 anos de idade e casou-se dois anos depois, em 1931.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Ela e seu esposo Helmuth, eram opositores do regime nazista, desde seu início, auxiliando os judeus e outras vítimas das perseguições nazistas. Em 1942 e 1943, participou, junto com seu esposo, de debates secretos, na propriedade de sua família, em Kreisau , na Silésia. Tais debates tinham como principal ponto, a discussão de planos para a re-implantação da democracia na Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Este grupo de pessoas, se tornaria conhecido como “Círculo Kreisau”, do qual faziam parte Helmuth e Freya Von Moltke, aristocratas, clérigos e diplomatas, que planejaram um atentado para assassinar Hitler, em 1944, mas que infelizmente não foi bem sucedido. Diversos integrantes deste grupo foram capturados e executados, acusados de traição. Seu esposo, Helmuth Von Moltke, foi executado em janeiro de 1945.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">No final da guerra, Freya e seus dois filhos, fugiram para a África do Sul, onde trabalhou como assistente social. Em 1956, retornou à Alemanha, onde publicou seu primeiro livro sobre o “Círculo Kreisau”. Em 1960, mudou-se para Vermont, nos  EUA, onde publicou mais trabalhos a respeito da resistência alemã.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A antiga fazenda de sua família, na Silésia, hoje pertence à Polônia, e é atualmente utilizada como centro de reconciliação entre Alemanha e Polônia, além de ser utilizada como local de conferências para a integração das nações européias.</p>
<p> </p>
<p>Em 2002, ela disse em uma entrevista:</p>
<p><em><strong>&#8221; Eles planejaram e puseram em prática, uma das mais importantes ações para o bem da humanidade à época.&#8221;</strong></em></p>
<p>Fonte:<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8438970.stm" target="_blank"> BBC News</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>BOAS FESTAS!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Feliz Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[MAIS UM ANO SE INICIA! GOSTARÍAMOS DE AGRADECER AOS LEITORES DO DEADLYBIRDS/DEADLYBLOG, PELO APOIO E CONFIANÇA DEPOSITADOS DURANTE O ANO QUE SE PASSOU. ESPERAMOS EM 2010, DAR CONTINUIDADE A ESTE IMENSO TRABALHO, DE DIFUNDIR CONHECIMENTO E NÃO DEIXAR ESQUECER AS BARBÁRIES COMETIDAS NO &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/boas-festas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/VE-Day-Paris_550x542.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1388" title="VE-Day-Paris_550x542" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/VE-Day-Paris_550x542.jpg" alt="" width="550" height="542" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>MAIS UM ANO SE INICIA!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>GOSTARÍAMOS DE AGRADECER AOS LEITORES DO DEADLYBIRDS/DEADLYBLOG, PELO APOIO E CONFIANÇA DEPOSITADOS DURANTE O ANO QUE SE PASSOU.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>ESPERAMOS EM 2010, DAR CONTINUIDADE A ESTE IMENSO TRABALHO, DE DIFUNDIR CONHECIMENTO E NÃO DEIXAR ESQUECER AS BARBÁRIES COMETIDAS NO PASSADO, PARA QUE ELAS NÃO RESSURJAM NO FUTURO.</strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><strong>DESEJAMOS UM FELIZ 2010 A TODOS, E </strong><strong>MAIS UMA VEZ  RENOVAMOS A ESPERANÇA DE PAZ E ENTENDIMENTOS ENTRE AS NAÇÕES.</strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;">São os votos de<br />
Adriano De Toni<br />
Webmaster Deadlybirds/Deadlyblog</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Submarino finlandês Vesikko, a origem do Tipo IIA alemão</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 13:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Crichton-Vulcan]]></category>
		<category><![CDATA[Finlândia]]></category>
		<category><![CDATA[Iv S]]></category>
		<category><![CDATA[U-boat Tipo IIA]]></category>
		<category><![CDATA[Vesikko]]></category>

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		<description><![CDATA[ A história do desenvolvimento de submarinos na Europa, no período após a Grande Guerra, tem muitas circunstâncias em que é difícil definir quem serviu de base para quem. A Alemanha sofreu uma série de severas restrições após o final da &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A história do desenvolvimento de submarinos na Europa, no período após a Grande Guerra, tem muitas circunstâncias em que é difícil definir quem serviu de base para quem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Alemanha sofreu uma série de severas restrições após o final da Grande Guerra, entre elas, a nação era proibida de possuir submarinos, que tanta destruição haviam causado durante o conflito. Visando manter ou aperfeiçoar os conhecimento acerca da construção de submarinos, para um rápido reaparelhamento quando do final das sanções (que por conta do Tratado de Versalhes, iriam até 1939), a Deutsche Kriegsmarine (Marinha de Guerra da Alemanha), subsidiou a criação de uma empresa , em território holandês, no ano de 1922, de uma empresa voltada para o projeto e construção de submarinos. Esta empresa, que era uma joint-venture entre os estaleiros alemães “AG Vulcan (Kiel), Germaniawerft (Kiel) e AG Wesser (Bremem), se chamava “</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>NV Ingenieurskantoor voor Scheepsbouw den Haag- IvS</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> (holandês</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>: Escritório de Engenharia para Construção Naval). </em></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Embora fosse de origem alemã, a empresa, instalada na Holanda, não estava sujeita às restrições impostas à Alemanha, assim poderia supervisionar livremente a construção de submarinos, desde que não fosse em território alemão. Ainda em 1927, a IvS construiu dois submarinos para a Espanha, posteriormente vendidos à Turquia. Estes submarinos claramente eram baseados nos submarinos alemães Tipo UB III, da Grande Guerra.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1930, a </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Crichton-Vulcan</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> (empresa finlandesa do ramo da construção naval), construiu três submarinos de 500 toneladas, a pedido da Marinha Real Finlandesa. Estes submarinos eram de projeto e supervisão da IvS. Em 1931, a IvS encomendou junto à </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Crichton-Vulcan</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, a construção de um submarino de 250 toneladas. As autoridades finlandesas permitiram tal desenvolvimento, mas se reservaram o direito de prioridade para a compra do submarino, o que foi aceito pela IvS.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A embarcação receberia a designação CV-707, tendo sua quilha batida em 1º de agosto de 1931 e sendo lançada em 10 de maio de 1933. Após seu lançamento, até o início de 1934, o submarino passou por uma série de testes, conduzidos pela Kriegsmarine, nas imediações do arquipélago de Turku (Finlândia). O CV-707 foi na realidade, a base do desenvolvimento dos submarinos alemães Tipo IIA. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1934, o submarino foi entregue à marinha finlandesa, que realizou uma série de testes com o protótipo, mas na Alemanha, já se encontravam em produção seis submarinos Tipo IIA, nos estaleiros da Deutsche Werke, em Kiel. A marinha finlandesa prossegui com seus testes no ano seguinte, adquirindo-o em definitivo, quando então o renomeou “</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vesikko</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">” (finlandês: Doninha).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entre 1936 e 1939, o </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vesikko</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> foi utilizado em diversas manobras e em treinamentos. Com o início das hostilidades da Guerra de Inverno, em 30 de novembro de 1939, entre Finlândia e URSS, o </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vesikko</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> passou a ser utilizado em patrulhas no Golfo da Finlândia, quando atacou sem sucesso, o Cruzador Pesado </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Kirov</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> e o encouraçado </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Marat</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, que já haviam sido pesadamente danificados pelas defesas costeiras finlandesas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1941, na chamada “Guerra de Continuação”, voltou à ativa no Golfo da Finlândia, quando no dia 03 de julho, torpedeou o navio mercante soviético </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vyborg</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">. Em 1944, por conta das imposições do armistício de 19 de setembro, todos os submarinos finlandeses deveriam retornar às suas bases, e em janeiro de 1945, a Finlândia receberia ordens para desarmar sua frota submarina, ordem esta supervisionada pelos aliados, inclusive a URSS.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1947, de acordo com o Tratado de Paris, a Finlândia estava proibida de possuir submarinos, assim, todos eles foram vendidos para a Bélgica, onde seriam desmantelados em 1953, à exceção do </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vessikko</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, que recebeu nova pintura, sendo transformado em Museu. O submarino teve em sua vela pintado o código U-19, e era apresentado como um legítimo submarino alemão. Quando nos anos de 1960, foi descoberto que se tratava do </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vesikko</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, houve uma grande mobilização na Finlândia, para a compra do submarino e sua posterior devolução.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Com o auxílio de doações provenientes de diversas empresas e de ex-tripulantes do submarino, o </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vesikko</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> foi transportado para </span><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Suomenlinna</span></strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> e reconstruído. No aniversário da marinha finlandesa, em 9 de julho de 1973, o </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Vesikko</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> foi aberto ao público e, o último membro da tripulação daquele submarino, dava aos visitantes uma inesquecível mostra do conhecimento técnico que aqueles antigos marinheiros deveriam ter para o cumprimento do seu dever.</span></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Comparação entre o CV-707 e o Tipo IIA</span></strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="452">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="112"></col>
<col span="1" width="172"></col>
<col span="1" width="156"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th width="112"> </th>
<th width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>CV-707</em></span></span></th>
<th width="156" valign="top"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Type IIA U1-U6</em></span></span></th>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10 de maio de 1933</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1934-1935</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="448"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Deslocamento (toneladas)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">254</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">254</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Submerso</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">303</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">303</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Total</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">381</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">381</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="448"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Dimensões (metros)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">40,9</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">40,9</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Boca</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,1</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,1</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calado</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,2</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3,8</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="448"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade (knots)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">13</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">13</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Submerso</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6,9</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="448"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance (Milhas Náuticas)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1350 (2500 km) a 8 knots (15 km/h)</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1000 (1900 km) a 8 knots (15 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Submerso</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">40 (74 km) a 4 knots (7,4 km/h)</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">35 (65 km) a 4 knots (7,4 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Propulsão</span></span></td>
<td colspan="2" width="332"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Diesel-Elétrica</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"> </td>
<td colspan="2" width="332"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 motores MWM Diesel 700hp (520 kW)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"> </td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 × Siemens Electric 360 hp (270 kW)</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 × Siemens Electric 402 hp (300 kW)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">17-20</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">22-24</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento</span></span></td>
<td width="172"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 tubos para torpedos de 533mm(na proa) – 5 torpedos</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 canhão Madsen 20mm/60</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 metralhadora 12,7mm</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">20 minas</span></span></td>
<td width="156"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 tubos para torpedos de 533mm(na proa) – 5 torpedos</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Profundidade</span></span></td>
<td colspan="2" width="332"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">150 m</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/vesikko-suursaari-07_1941/' title='Vesikko - Suursaari 07_1941'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Vesikko-Suursaari-07_1941-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Vesikko, em Suursaari - julho de 1941" title="Vesikko - Suursaari 07_1941" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/vesikko-hanko-08_1941/' title='Vesikko - Hanko-08_1941'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Vesikko-Hanko-08_1941-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Versikko em Hanko - agosto de 1941" title="Vesikko - Hanko-08_1941" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/vesikko/' title='Vesikko'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Vesikko-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Versikko em Hanko - agosto de 1941" title="Vesikko" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/vesikkos_crew/' title='Vesikko&#039;s_crew'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Vesikkos_crew-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tripulação do Versikko - 1941" title="Vesikko&#039;s_crew" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/vesikko_suomenlinnassa-1/' title='Vesikko_suomenlinnassa-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Vesikko_suomenlinnassa-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vesikko em Suomenlinassa - 2007" title="Vesikko_suomenlinnassa-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/vesikko_suomenlinnassa-2/' title='Vesikko_suomenlinnassa-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Vesikko_suomenlinnassa-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vesikko em Suomenlinassa - 2007" title="Vesikko_suomenlinnassa-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/interior-versikko/' title='Interior-Versikko'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Interior-Versikko-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Interior do Vesikko - Suomenlinassa - 2007" title="Interior-Versikko" /></a>

<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span></p>
<p><a href="http://uboat.net/boats/vesikko.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://uboat.net/boats/vesikko.htm</span></span></a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Finnish_submarine_Vesikko"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Finnish_submarine_Vesikko</span></span></a></p>
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			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/submarino-finlandes-vesikko-a-origem-do-tipo-iia-alemao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Segredos da Guerra Fria &#8211; Parte 1: O Resgate do Submarino Soviético K-129</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 12:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[1974]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Glomar Explorer. Hughes Glomar Explorer]]></category>
		<category><![CDATA[K-129]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Jennifer]]></category>
		<category><![CDATA[SOSUS]]></category>
		<category><![CDATA[URSS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=1366</guid>
		<description><![CDATA[  Não é de hoje que segredos são guardados a sete chaves. Documentos são arquivados ou alterados, pessoas simplesmente desaparecem, outras tem as identidades alteradas, locais tem seus nomes modificados. Tudo isso é ainda feito, para evitar que acontecimentos sejam &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">  <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Não é de hoje que segredos são guardados a sete chaves. Documentos são arquivados ou alterados, pessoas simplesmente desaparecem, outras tem as identidades alteradas, locais tem seus nomes modificados. Tudo isso é ainda feito, para evitar que acontecimentos sejam revelados ao mundo, acontecimentos que em alguns casos, poderiam levar nações à guerra e ao caos, ou simplesmente para desviar a atenção de algo ainda mais importante.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">No Século XX, o mundo assistiu a acontecimentos, em escalas nunca antes vislumbradas. Duas Grandes Guerras Mundias, a agonia de antigos impérios, o nascimento de “novos impérios” e a um tipo ainda não experimentado de guerra, a Guerra Fria. E foi justamente nestes longos 45 anos de Guerra Fria, que por mais de uma vez, o mundo esteve a ponto de vivenciar sua maior e mais destruidora guerra, a guerra nuclear.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Às vezes, fatos aparentemente sem importância, eram capazes de tomar proporções incomensuráveis. Um destes fatos ocorreu no final da década de 1960, mais precisamente em 1968, o naufrágio do submarino soviético K-129. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>1 &#8211; Submarino Soviético K 129</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O submarino diesel-elétrico soviético K-129, era um dos 23 submarinos da classe 629A (Codinome OTAN: Golf II). Todas as 23 unidades desta classe, foram comissionadas entre 1958 e 1962. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O submarino K-129, foi encomendado em 1958, sendo concluído em 1960. No ano de 1966, os submarinos 629A/Golf II, tiveram seus sistemas de lançamento de mísseis D-1, substituídos pelo novo sistema D-4, muito mais moderno. O projeto original do 629A/Golf II, utilizava os mísseis R-11 FM “Scud”, mas com a substituição do sistema de controle, estes submarinos receberam os novos mísseis balísticos R-21 (codinome OTAN: SS-N-5), capazes de transportar ogivas nucleares de até 1 megaton. Estes mísseis eram os primeiros mísseis soviéticos capazes de serem lançados com o submarino submerso. Após a modernização, o K-129, sob o comando do Capitão V.I. Kobzar, foi incorporado à Esquadra do Pacífico, sendo alocado no 15º Esquadrão de Submarinos, baseado na Base Naval Rybachiy, em Kamchatka. O 15º Esquadrão estava sob o comando do Almirante Rudolf A. Golosov. Em janeiro de 1968, o 15º Esquadrão de Submarinos, fazia parte da 29ª Divisão de Mísseis Balísticos, comandada pelo Almirante Viktor A. Dygalo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Após concluir com sucesso duas missões de patrulha, em 1967 (cada missão durara 70 dias), o K-129 foi escolhido para iniciar uma nova patrulha em fevereiro de 1968. Esta nova patrulha teria início no dia 24 de fevereiro e estava programada para ser concluída em 05 de maio do mesmo ano. A nova missão incluía também testes de mergulho de grande profundidade (dentro do suportado pelo submarino). Após os testes de mergulho, o submarino voltando a superfície, fez contato via rádio, para reportar que tudo havia transcorrido positivamente. Além dos contatos normais de checagem, nenhuma outra comunicação foi realizada, até o submarino chegar ao local programado para sua missão.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em meados de março de 1968, as autoridades soviéticas foram informadas que o K-129 não havia respondido a dois contatos de checagem. Por conta disso, foi emitida uma mensagem urgente, instruindo o submarino a romper o silêncio de rádio. Como nada ocorreu, foi emitida uma mensagem de caráter urgentíssimo, solicitando contato imediato, que mais uma vez não teve resposta. Na semana seguinte, a marinha soviética declarou o K-129 como “desaparecido”, iniciando uma busca naval e aérea maciça, onde foram empregados navios, aeronaves e submarinos, que esquadrinharam o Pacífico Norte, entre Kamchatka e Vladivostok, mas nada encontraram.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">No auge da Guerra Fria, a movimentação soviética no Pacífico chamou prontamente a atenção dos EUA, que mais que de imediato analisou e concluiu que provavelmente se tratava da perda de um submarino, mas a julgar pela proporção, se tratava de algo muito importante.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Os EUA, usando todo seu aparato de inteligência naval, triangularam informações e, a partir de dados relevantes obtidos do SOSUS, datados de 08 de março de 1968, determinaram um provável ponto para o naufrágio, que curiosamente estava totalmente fora do local onde as forças soviéticas realizaram suas buscas e de onde o submarino deveria estar, o que ajudaria ainda mais a acobertar as operações de busca americanas. O SOSUS detectou uma grande explosão submarina, cuja localização era 40º N, 180 º W. Este local, se situa a pouco mais de mil milhas náuticas do arquipélago do Hawai.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Já o sistema de localização soviético se mostrou inadequado para determinar a localização de sua belonave desaparecida e, pouco tempo depois, as atividades navais retornaram aos padrões normais.</span></span></p>
<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="413">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="112"></col>
<col span="1" width="293"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Nome:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">&#8220;K-129&#8243;</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Encomendado:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">26 de janeiro de 1954</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Construtor:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.fas.org/nuke/guide/russia/slbm/629.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Estaleiro nº 402 – Severodvinsk e/ou estaleiro nº 199 – Komsomol Na Amur</span></span></a></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Completado:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1960</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tipo/Classe</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">SSBK / 629A &#8211; Golf II</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Deslocamento:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2794 ton – superfície;</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3553 ton – submerso.</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Comprimento:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">100 metros (328 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Boca:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,53 metros (28 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Calado:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">8,53 metros (28 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Profundidade de Mergulho:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">260 metros (projeto);</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">300 metros (máximo)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Propulsão:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 motores diesel, cada um desenvolvendo 2000 shp e 3 motores elétricos, desenvolvendo 5200 shp. 3 eixos</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade Máxima:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">17 knots (31,5 km/h) na superfície;</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12 knots (22 km/h) submerso</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Navegação:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">17600 km/9500 mn -70 dias</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tripulação:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">83</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="112"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento:</strong></span></span></td>
<td width="293"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Sistema de Lançamento D-4 &#8211; com 3 mísseis balísticos R-21 (SS-N-5).</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6 tubos de torpedo de 533 mm</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>1.1 &#8211; Míssil Balístico R-21 (SS-N-5)</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Desenvolvido a partir do R-15, o míssil R-21 foi inicialmente projetado pelo OKB-586 (Departamento de Projetos de Mikhail Yangel e Yuzhnoye), em março de 1958. Em 17 de março de 1959, o projeto foi entregue então ao SKB-385 (Departamento de Projeto de Foguetes Victor Makeyev).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O projeto originalmente se destinava a equipar os submarinos da classe 629A (Golf II), sendo necessário para tal, o sistema chamado “Complexo D-4”. Seu primeiro lançamento bem sucedido ocorreu em 1960, e o primeiro lançamento de um míssil R-21 padrão, ocorreu em 1962.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Diferente dos projetos ocidentais, o R-21 utilizava um lançador a base de combustível sólido, para ejetar o míssil do tubo lançador, antes que o motor principal fosse acionado. Este arranjo permitia que os mísseis pudessem ser lançados de profundidades de até 60 metros. O propulsor do R-21 utilizava o combustível à base de ácido nítrico IRFNA AK-271/TG-02. O AK-271 era uma mistura de 73 por cento de ácido nítrico e 27 por cento de tetróxido de nitrogênio, tendo como agente passivo, o iodo. Isso dava ao R-21, uma alcance de 1400 quilômetros (o dobro do alcance das primeiras gerações de mísseis lançados submersos).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Estes mísseis substituíram os mísseis de primeira geração R-11 FM e R-13, transportados pelos submarinos classes 629 (Golf) e 658 (Hotel). Permaneceram em serviço até 1991.</span></span></p>
<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="415">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="102"></col>
<col span="1" width="305"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Míssil Balístico lançado de Submarino</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Origem:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">União de Repúblicas Socialistas Soviéticas &#8211; URSS</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Serviço:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1963 &#8211; 1991</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Usuário:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">URSS</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">16,5 ton</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">13 m (42 pés 8 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Diâmetro:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1,2 m (47 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ogiva:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nuclear</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Potência:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">800kt</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Propulsor:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Foguete de combustível líquido – Estágio Simples</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance Operacional:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1300 km (700 mn), aumentado posteriormente para 1650 km (890 mn)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Sistema de Guia:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Inercial</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Acuracidade:</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,8 km</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Plataforma de Lançamento</span></span></th>
<td width="305"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Submarinos Classes Golf II e Hotel II</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>2 &#8211; Sistema de Vigilância Sonora (SOund SUrveillance System) &#8211; SOSUS </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">SOSUS é o acrônimo de SOund SUrveillance System (Sistema de Vigilância Sonora). Este sistema teve seu desenvolvimento iniciado em 1949, pela US Navy (Marinha dos EUA). O sisteme, cujo orçamento anual inicial era de 10 milhões de dólares, foi criado com arma anti-submarina. Consiste de diversas estações submarinas de captação sonora, que tem como finalidade detectar a presença de submarinos inimigos. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ao final da Segunda Guerra Mundial, a URSS criou uma enorme frota de submarinos (de propulsão diesel-elétrica). Estes motores, embora silenciosos, emitem ondas sonoras de baixa frequência. O SOSUS tinha como alvo primário, a captação destas ondas e, com base nas triangulações de dados (cruzamento de dados enviados por cada uma destas bases de captação), seria possível determinas com bastante precisão, o posicionamento dos submarinos soviéticos. As bases SOSUS foram instaladas no Atlântico Norte, entre a Groenlândia, Islândia e Reino Unido. Também foram instaladas bases no Oceano Pacífico. A partir de 1973, o sistema SOSUS passou a fazer parte de um novo sistema de vigilância, o SURTASS, e mais recentemente, em 1996, passou a integrar o IUSS – Integrated Undersea Surveillance System (Sistema Integrado de Vigilância Submarina).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 1961, o SOSUS rastreou o USS George Washington (SSBN 598), durante sua viagem dos EUA ao Reino Unido. No ano seguinte, captou e rastreou o primeiro submarino convencional soviético. Em 1963, os EUA conseguiram determinar o local do naufrágio do USS Thresher (SSN 593) graças às captações do SOSUS. Em 1964, o SOSUS localizou um submarino soviético da classe Foxtrot, nas Bahamas, durante a Crise dos Mísseis de Cuba. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Também em 1968, detectou e rastreou os primeiros submarinos soviéticos Victor e Charlie e em 1974, detectou o primeiro submarino classe Delta.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Embora não fosse capaz de determinar “milimetricamente” a posição do naufrágio, as triangulações do SOSUS, foram capazes de determinar a a´rea em que o submarino estava, e que permitiu aos EUA, a ocasião perfeita para estudar a sua preciosa carga, os mísseis balísticos soviéticos SS-N-5.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>3 &#8211; Operação </strong><em><strong>Sand Dollar</strong></em><strong> (Dólar de Areia) e o USS Halibut – SSGN-587</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em julho de 1968, após a URSS encerar suas buscas pelo K-129, a U.S. Navy deu início á Operação <em>Sand Dollar</em>&#8220;, enviando o submarino SSGN-587 (USS Halibut) de Pearl Harbor, para o local do naufrágio. O SSGN-587, havia sido equipado em 1965, com equipamentos para busca subaquáticas de grande profundidade, sendo em 1968, o único submarino do inventário dos EUA, adequado para efetuar a missão de encontrar e fotografar o naufrágui do K-129, numa região onde a profundidade ultrapassa os 4000 metros.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Após três semanas de buscas, o USS <em>Halibut</em> finalmente localizou seu alvo (tempo bastante custo, se comparado aos 5 meses gastos pelos EUA, também em 1968, para localizar o USS Scorpion, afundado no Atlântico). Após localizar o submarino soviético, o USS Halibut passou algumas semanas fotografando de todas as maneiras, o seu alvo. O total ultrapassou as 20000 fotos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O feito do USS Halibut lhe rendeu em 1968, uma Citação Presidencial, assinada pelo então presidente Lyndon Johnson. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 1970, tomando como base estas fotografias, o Secretário de Defesa, Melvin Laird, e o Assessor para a Segurança Nacional, Henry Kissinger, propuseram ao presidente da republica, a criação de um plano clandestino, para recuperar o submarino, para que os EUA pudessem estudar a tecnologia soviética empregada nos mísseis e se possível, recuperar material criptografado. O presidente Nixon aceitou a proposta, entregando à CIA, a tarefa de recuperar a embarcação.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>4 &#8211; Projeto Jennifer</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>&#8220;Jennifer&#8221;</strong> era o codinome do projeto criado pela CIA (Agencia Central de Inteligência dos EUA), para a recuperação do submarino soviético naufragado K-129. O “Projeto Jennifer” foi uma das mais complexas, caras e secretas operações de inteligência, ocorridas durante a Guerra Fria (o custo totoal estimado é de 800 milhões de dólares).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Por mais incrível que possa parecer, os Estados Unidos se viram obrigados a desenvolver tecnologias para garantir uma estabilização precisa dos equipamentos sobre o alvo, além é claro, do desenvolvimento de métodos para a preservação de papel, exposto por anos às águas marinhas. Estes métodos de preservação deveriam ser suficientemente eficientes, para possibilitar a recuperação e leitura dos livros de códigos soviéticos, sepultados junto com o submarino.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>4.1 – O USNS Glomar Explorer (T-AG-193) / Hughes Glomar Explorer</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A “Global Marine Development Inc.”, uma subsidiária da “Global Marine Inc.”, que por sua vez era uma das empresas pioneiras na exploração de águas profundas, foi contratada para projetar, construir e operar o &#8220;USNS Glomar Explorer&#8221;, um navio que seria construído especialmente para resgatar secretamente, o submarino soviético k-129, do fundo do mar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A construção do navio teve início 1972, nos estaleiros da “Sun Shipbuilding”, na Pennsylvania. Para não levantar suspeitas, a CIA entrou em contato com o bilionário Howard Hughes, (cujas companhias já haviam recebido diversos contratos para o desenvolvimento e fabricação de armamentos, equipamentos e satélites, para as forças armadas), que concordou em “emprestar” seu nome, para dar veracidade à historia que o navio iria realizar perfurações no leito oceânico, em busca de manganês, para exploração comercial.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O fundo do casco do Glomar Explorer abria, a meia nau (a abertura tinha 18 metros de comprimento), dando acesso direto ao mar, por onde uma grande garra mecânica, desenvolvida pela Lockheed e chamada “Capture Vehicle – CV” (chamada carinhosamente de “Clementine” pela tripulação), era baixada, utilizando um sistema parecido com o utilizado para colocação de tubulações em poços de petróleo submarinos (secções tubulares rígidas, de 18 metros de comprimento cada, iam sendo acopladas à garra, uma a uma, até a garra chegar ao fundo do mar). Toda esta operação era feita a partir de uma tinha uma doca interna, chamada “Piscina Lunar”, que era totalmente coberta, para evitar que o conteúdo da doca pudesse ser visto por outro navio, alguma aeronave ou mesmo satélites espiões. </span></span></p>
<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="414">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="102"></col>
<col span="1" width="304"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nome:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">USNS <em>Glomar Explorer</em></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Sun Shipbuilding &amp; Drydock – Chester, Pennsylvania</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1º de novembro de 1972</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Serviço:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1º de julho de 1973</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Minerador/Perfurador Submarino (Resgate)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Deslocamento:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">51310 ton</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">189 m (619 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Boca:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">35 m (116 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calado:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">14 m (46 pés)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Propulsão:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5 motores Nordberd, 16 cilindros diesel, acoplados a geradores de Corrente Alternada (4160 V), que acionam 6 geradores de corrente continua </span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10 knots (19 km/h / 12 mph)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="102"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="304"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nenhum</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4.2 &#8211; Resgate</span></span></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O Hughes Glomar Explorer partiu, no dia 19 de junho de 1974, de Long Beach, na Califórnia, em direção ao local do resgate, onde chegou no dia 4 de julho. Chegando ao local do resgate, foram iniciados os preparativos para o resgate do submarino (a operação toda duraria mais de um mês).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Durante este período, pelo menos dois navios soviéticos “visitaram” o Glomar Explorer, o rebocador oceânico &#8220;SB-10&#8243; e o Navio Soviético de Instrumentação de Alcance de Mísseis (em inglês: Soviet Missile Range Instrumentation Ship &#8211; SMRIS) &#8220;Chazma&#8221;.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Foram necessários dois dias de trabalho, para que a guarra chegasse ao fundo do mar, a quase 5000 metros de profundidade, quando em seguida, a garra se fecharia lentamente, com seu “Objeto Alvo” (Target Object – TO) em seu interior. Os reportes liberados, indicam que no dia 12 de agosto de 1974, quando o submarino soviético já havia sido erguido em quase 2000 metros, a “Clementine” sofreu uma falha estrutural e o “Objeto Alvo” se partiu, afundando novamente em diversos pedações. Somente uma pequena parte da seção dianteira, com aproximadamente 12 metros de comprimento, permaneceu no interior da garra, sendo içada à bordo do navio.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Junto com a seção do submarino, os corpos de seis tripulantes soviéticos foram resgatados. Estes tripulantes receberam os atos fúnebres militares, sendo então sepultados no mar. A cerimônia foi filmada e, em 1992, o então diretor da CIA, Robert Gates, viajou à Moscou, onde entregou a bandeira resgatada do K-129 e uma cópia do filme (contendo a cerimônia de sepultamento dos tripulantes), ao então presidente russo, Bóris Yeltsin.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>5 – Segredos Descobertos</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">No final de 1974, o repórter investigativo do “The New York Times”, Seymour Hersh, descobriu a história e planejava publicá-la. Como não podia deixar de ser, antes da publicação, o jornal procurou obter maiores detalhes que comprovassem a veracidade daquela fantástica história e, foi quando o governo dos EUA, com sua “diplomacia”, entrou em contato com o jornal, solicitando que a história não fosse publicada imediatamente, argumentando que a revelação da operação, poderia causar um incidente internacional. Tal argumento foi aceito, conforme Bill Kovach, então chefe do escritório do “The New York Times” em Washington, declararia em entrevista concedida em 2005.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O incidente internacional foi evitado, mas o “The New York Times” perdeu sua chance de publicar esta matéria com exclusividade. Em 1975, o “The Los Angeles Times” publicou a história. Entretanto, não se tem conhecimento das ações da URSS após tomar conhecimento do fato.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>6 – Destruição de Provas </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">No dia 5 de junho de 1974, a sede das empresas de Howard Hughes, em Los Angeles, foi roubada e muitos documentos de Hughes desapareceram. Dez dias antes, o Procurador Especial da Justiça Federal dos EUA, Willian Turner, havia solicitado judicialmente, o recolhimento de toda documentação de Hughes, para examinar a participação do bilionário, através de uma de suas empresas, no chamado “Escândalo Watergate”. A investigação também buscava evidências do envolvimento de Hughes com o crime organizado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Era sabido que Hughes mantinha em seu poder, cópias de todo o tipo de documento em que ele estivesse envolvimento. Alguns destes documentos, poderiam revelar casos de corrupção em todas as esferas políticas, uma vez que ele mantinha este arquivo pessoal , a mais de 40 anos. Embora Hughes não tenha participado “diretamente” da “Operação Jennifer”, o fato de ter “emprestado” seu nome, o ligou ao episódio. Os documentos jamais foram recuperados.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>7 – Segredos Realmente Descobertos?</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 2005, parte da documentação a respeito desta operação, foi “desclassificada”, ou seja, deixou de ser secreta e consequentemente liberada para acesso. A documentação liberada, dá conta que a garra mecânica, sofrera uma falha, rompendo-se, e com ela, grande parte do submarino, em pedaços, mergulhou novamente ao fundo do mar. Justamente por estar despedaçado, não foi possível recuperar mais nada.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ocorre que em alguns aspectos, as informações não coincidem. De acordo com um engenheiro da Lockheed, que estavam a bordo do Glomar Explorer, não foi recuperado nenhum míssil, nenhum livro de códigos ou decodificador, apenas dois torpedos nucleares. Já outros tripulantes, afirmam terem visto livros de códigos e outros materiais que despertaram grande interesse da CIA.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O sistema de içamento , utilizado no Glomar Explorer, foi desenvolvido pela empresa “Western Gerar Corporation, de Everett, Washington. Em seus relatos, os responsáveis citam que:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">“<span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O K-129 havia se partido em duas partes principais, provavelmente no impacto, uma vez que as seções estavam muito próximas. A seção dianteira , de aproximadamente 41 metros de comprimento (136 pés) foi a designada como “Target Object”. O CV havia sido configurado para resgatar apenas uma das partes, não havia a intenção de se resgatar as duas partes, nem seria possível, devido à tensão no sistema do elevador.”</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Estas palavras nos dão mais uma evidência, de que a história ainda nos esconde muita coisa. As condições no local eram conhecidas, sabia-se que o submarino estava partido e que apenas uma das partes interessava. Certamente, numa operação de tal calibre, os sistemas e equipamentos, estariam preparados para operar em condições muito severas. Também era de se esperar, que os engenheiros, afim de garantir a “não falha” dos equipamentos, os tivessem projetado para suportar peso muito maior do que o previsto. Talvez, a história que o submarino foi içado inteiro e se rompeu durante o resgate, nada mais seja do que um despiste, para encobrir real operação, que era resgatar somente uma parte do submarino.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>8 – Teorias</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Desde 1975, quando a história foi revelada, diversas teorias a respeito deste fato foram criadas. Desde as mais simples, como uma falha mecânica, às mais conspiratórias, como a tentativa deliberada de disparar um míssil nuclear contra os EUA. O fato é que seja o que for, cada teoria encontra embasamento, mesmo que ínfimo, para se justificar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>8.1 – Ataque à Pearl Harbor</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Kenneth Sewell, em seu livro “<em>Red Star </em><em>Rogue: The Untold Story of a Soviet Submarine&#8217;s Nuclear Strike Attempt on the U.S.</em><em>”</em> (2005), nos oferece diversas teorias e especulações a respeito do K-129. Uma destas teorias, é a que o submarino, estaria sob o comando direto da KGB, e que tinha como missão, lançar um míssil nuclear em Pearl Harbor. A tese é que a URSS, acusaria a China de lançar o míssil, na tentativa de provocar uma guerra nuclear entre EUA e URSS (vale lembrar que missões secretas deste tipo, certamente não seriam de conhecimento doas “forças regulares”, apenas da KGB). O esperado, é que os EUA, enfurecidos com o ataque (denunciado pela URSS) iniciariam um ataque contra a China, que não teria como revidar um ataque maciço americano.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tal tese, encontra apoio no seguinte:</span></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">As relações entre China e URSS se encontravam bastante deterioradas na década de 1960, que culminaria nos “combates” entre os dois exércitos, em 1969, que quase se transformou em guerra aberta. Documentos liberados com o final da URSS, dão conta que a nação tinha planos para uma guerra nuclear contra a China, da mesma manira que os tinha com os EUA.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O submarino soviético afundou em um local totalmente fora da área onde a URSS esperava encontrá-lo. Tal fato colabora para que ele seja considerado como “rebelde”, e portanto, totalmente possível de tentar realizar um ataque “não programado”.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Quando os documentos a respeito da “Operação Jennifer” foram “desclassificados” em 2005, diversas das fotos se tornaram publicas. Nestas fotos se pode ver que o dano que teria resultado no naufrágio do K-129, se deu na parte posterior da vela, junto aos tubos lançadores dos mísseis. Ocorre que de um modo geral, os mísseis tem um sistema de segurança, para evitar o disparo “não autorizado”. Este sistema consistem em uma carga interna de explosivos, que é detonada, evitando o lançamento do míssil e o armamento da ogiva nuclear. Pela extensão dos danos, muitos especialistas afirmam, que houve uma tentativa “não autorizada” de lançar pelo menos um míssil.</span></span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O livro também “revela” que a Operação Jennifer foi totalmente bem sucedida e que os EUA se apoderaram de códigos e equipamentos de codificação, bem como do tão esperado míssil soviético.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>8.1 Olho por Olho</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peter Huchthausen, Capitão reformado da Marinha dos Estados Unidos, é ex-Adido Naval dos EUA em Moscou. Em 1987, enquanto ainda era Adido Naval, teve uma breve conversa com alguns almirantes soviéticos, acerca do K-129. Ele relata que em determinado momento, o Almirante Peter Navojtsev, tomou a palavra de disse:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">“<span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Capitão, você é muito jovem e inexperiente, mas você vai aprender que existem muitos assuntos, que nossas nações acordaram em não discutir. E um destes assuntos é a razão que nos levou a perder o K-129”</em></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 1995, quando então Peter Huchthausen, começou a trabalhar em um livro sobre a força submarina soviética, ele entrevistou pessoalmente o Almirante Victor Dygalo. Quando o assunto “K-129” foi abordado, o almirante lhe disse, que a verdadeira história do K-129 não havia sido revelada, por cauda de um acordo informal entre os comandos navais dos dois países (URSS e EUA). O propósito disto, disse ele, era encerrar qualquer trabalho acerca das perdas dos submarinos USS Scorpion e K-129. Além disto, o antigo almirante soviético teria dito:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">“<span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Esqueça este assunto, e tenha esperanças que chegará o tempo em que a verdade será dita às famílias das vítimas.”</em></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>9 – Conclusão</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Como certo, podemos apenas afirmar, que o submarino soviético K-129, teve uma curta carreira. Embora tenham sido liberados alguns documentos e imagens, a mais importante parte dos documentos, permanece secreta, tanto nos EUA, quanto na Rússia.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">As muitas perguntas sem resposta, provavelmente nunca serão respondidas em sua totalidade. Mediante oque pode ser apurado, é estranho por exemplo, que a URSS não tenha manifestado sua indignação, quando em 1975, a história foi publicada. Bastante provável por exemplo, que a Marinha Soviética, tenha modificado ou trocado seus códigos navais, mediante tão assustadora ameaça, de que seus códigos tenham sido descobertos e decifrados pelo inimigo. Também é muito estranho, que mesmo hoje, 20 anos depois do fim da URSS (e 35 anos depois de realizada a operação Jennifer), os EUA não tenham “desclassificado” os documentos a respeito do ocorrido.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Muito provavelmente, o naufrágio do K-129, não se trate apenas de um acontecimento isolado. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/dn-sn-86-00740-2/' title='DN-SN-86-00740'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Image_Submarine_Golf_II_class1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Submarino Soviético Classe 629A (OTAN: Golf II)" title="DN-SN-86-00740" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/missil-r-21-2/' title='Míssil R-21'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Míssil-R-211-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Míssil Balístico R-21 (OTAN: SS-N-5)" title="Míssil R-21" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/usns-glomar-explorer-t-ag-193-2-2/' title='USNS Glomar Explorer-T-AG-193-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/USNS-Glomar-Explorer-T-AG-193-21-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Hughes Glomar Explorer (USNS Glomar Explorer-T-AG-193-2)" title="USNS Glomar Explorer-T-AG-193-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/usns-glomar-explorer-t-ag-193-3-2/' title='USNS Glomar Explorer-T-AG-193-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/USNS-Glomar-Explorer-T-AG-193-31-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Diagrama do USNS Glomar Explorer-T-AG-193-2" title="USNS Glomar Explorer-T-AG-193-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/segredos-da-guerra-fria-parte-1oresgate-do-submarino-sovietico-k-129/usns-glomar-explorer-t-ag-193-4/' title='USNS Glomar Explorer-T-AG-193-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/USNS-Glomar-Explorer-T-AG-193-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vista do &quot;Piscina Lunar&quot; do USNS Glomar Explorer-T-AG-193-2" title="USNS Glomar Explorer-T-AG-193-4" /></a>
</p>
<p></span> </p>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></div>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Fontes:</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Soviet_submarine_K-129_(1960"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Soviet_submarine_K-129_(1960</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">)</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.navsource.org/archives/09/49/49193.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://www.navsource.org/archives/09/49/49193.htm</span></span></a></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/USNS_Glomar_Explorer_(T-AG-193"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/USNS_Glomar_Explorer_(T-AG-193</span></span></a></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">)</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://w3.the-kgb.com/dante/military/explpics.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">http://w3.the-kgb.com/dante/military/explpics.html</span></span></a></span></span></p>
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		<title>Polícia encontra a inscrição &#8220;Arbeit macht frei&#8221; roubada de Auschwitz</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 10:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Auschwitz]]></category>
		<category><![CDATA[Campo de Extermínio]]></category>
		<category><![CDATA[Polônia]]></category>
		<category><![CDATA[Profanação]]></category>
		<category><![CDATA[Roubo]]></category>

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		<description><![CDATA[Inscrição roubada do campo de extermínio de Auschwitz é encontrada pela polícia <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/policia-encontra-a-inscricao-arbeit-macht-frei-roubada-de-auschwitz/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A polícia polonesa anunciou ter encontrado a placa com a inscrição &#8220;Arbeit macht frei&#8221; roubada na entrada do campo nazista de extermínio em Auschwitz-Birkeneau, no sul da Polônia. &#8220;Detivemos no norte da Polônia cinco homens de idades compreendidas entre 20 e 39 anos. A inscrição foi encontrada, cortada em pedaços&#8221;, declarou à AFP o porta-voz da polícia de Cracóvia, Dariusz Nowak.</p>
<p style="text-align: justify;">A placa com a frase em alemão &#8220;Arbeit macht frei&#8221; (O trabalho nos faz livres) simboliza, para a maioria, o cinismo sem limites da Alemanha nazista.</p>
<p>O roubo do item foi considerado uma verdadeira profanação.</p>
<p>&#8220;Foi um ato abominável que remete à profanação e que constitui um novo testemunho do ódio e da violência contra os judeus&#8221;, disse Sylvan Shalom, ministro israelense do Desenvolvimento Regional.</p>
<p>O Memorial do Holocausto em Jerusalém (Yad Veshem) também manifestou sua indignação.</p>
<p>&#8220;Este ato constitui uma verdadeira declaração de guerra, cometido por indivíduos cuja identidade desconhecemos, embora suponho que tenham sido neonazistas movidos pelo ódio contra os estrangeiros&#8221;, disse o presidente do Memorial, Avner Shalev.</p>
<p>&#8220;Ter colocado essa inscrição na entrada do campo de extermínio, onde a esperança de sobrevivência estava reduzida a nada, mostrava o cinismo atroz dos nazistas&#8221;, comentou Pawel Sawicki, porta-voz do museu de Auschwitz.</p>
<p>O slogan vulgarizado pelo pastor alemão Lorenz Diefenbach, morto em 1886, em seu livro &#8220;Arbeit Macht Frei&#8221;, foi retomado pelos nazistas em 1930.</p>
<p>No início, os nazistas o utilizavam com fins de propaganda na luta contra o elevado desemprego na Alemanha, mas, anos mais tarde, se converteu num slogan dos campos de trabalho e extermínio alemães.</p>
<p>A ideia de utilizá-la nos campos é atribuída ao SS Theodor Eicke, um dos chefes da concepção e organização das redes de campos nazistas.</p>
<p>&#8220;Arbeit macht frei&#8221; figurava na entrada dos campos de Dachau, Gross-Rosen, Sachsenhausen, Theresienstadt, Flossenburg e Auschwitz, o maior de todos os campos de extermínio.</p>
<p>Fabricada em julho de 1940 por um prisioneiro polonês, o ferreiro Jan Liwacz, a inscrição de Auschwitz é de aço, mede cinco metros e tem uma particularidade: a letra B da palavra Arbeit está invertida.</p>
<p>Segundo uma interpretação perpetuada pelos sobreviventes, o B invertido simbolizava insubmissão e a resistência à opressão nazista, explicou Sawicki.</p>
<p>Quando, em 27 de janeiro de 1945, o exército soviético libertou Auschwitz, a inscrição foi desmontada e ia ser levada para o Leste de trem.</p>
<p>No entanto, Eugeniusz Nosal, um prisioneiro polonês recém-libertado, subornou um guarda soviético com uma garrafa de vodca para recuperá-la.</p>
<p>Escondida durante dois anos na prefeitura de Oswiecim (nome polonês do campo de Auschwitz), a inscrição voltou a seu lugar original em 1947, quando o campo de extermínio virou museu e memorial.</p>
<p>Entre 1940 e 1945, o regime nazista alemão exterminou 1,1 milhão de pessoas em Auschwitz-Birkenau.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte : <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2009/12/20/ult34u228793.jhtm" target="_blank">AFP/UOL</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Auschwitz &#8211; A infame inscrição “Arbeit Macht Frei”, fixada na entrada do campo de concentração, foi furtada</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 11:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha Nazista]]></category>
		<category><![CDATA[Arbeit Macht Frei]]></category>
		<category><![CDATA[Auschwitz]]></category>
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		<category><![CDATA[Campos de Extermínio]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Extermínio]]></category>
		<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Polônia]]></category>

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		<description><![CDATA[A infame inscrição “Arbeit Macht Frei”, fixada na entrada do campo de concentração nazista de Auschwitz, na Polônia, foi furtada. A inscrição, que era feita em metal, e estava instalada sobre os portões de acesso ao capo de concentração, teve &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/auschwitz-a-infame-inscricao-%e2%80%9carbeit-macht-frei%e2%80%9d-fixada-na-entrada-do-campo-de-concentracao-foi-furtada/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>A infame inscrição “Arbeit Macht Frei”, fixada na entrada do campo de concentração nazista de Auschwitz, na Polônia, foi furtada.</strong> </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Auschwitz_gate.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1351" title="Auschwitz_gate" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Auschwitz_gate-300x225.jpg" alt="Auschwitz_gate" width="300" height="225" /></a>A inscrição, que era feita em metal, e estava instalada sobre os portões de acesso ao capo de concentração, teve seus parafusos de fixação removidos e foi roubada, durante a noite. A polícia polonesa realiza buscas sobre o paradeiro da peça.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A inscrição nunca havia sido retirada de seu local original, desde que havia sido instalada, em 1940. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Durante a dominação nazista, milhares de prisioneiros passaram sob a inscrição, cujas palavras significam “O Trabalho Liberta”, mas a imensa maioria foi morta em execuções ou trabalhando até o fim de suas forças.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Jarek Mensfelt, do Museu de Auschwitz-Birkenau, diz estar completamente atônito com o ocorrido. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>&#8216;Deliberado&#8217;</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Isto é muito mais que um simples furto. Isto é uma profanação.”</em>, disse o Sr. Mensfelt à BBC. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ele disse ainda, que os visitantes vão à Auschwitz para &#8220;<em>rezar, visitar e relembrar&#8221;</em> e que não ocorrem atos de vandalismo e depredação no lugar. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Quem quer que tenha feito isso, é alguém que conhece nosso sistema de segurança, porque todo o local é fechado à noite, patrulhado por seguranças e também temos um sistema de câmeras de vigilância.” </em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;Isto não foi um ato isolado – este foi um ato planejado e organizado.&#8221; </em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A inscrição original, que ocasionalmente era removida por pessoal autorizado, para manutenção, foi substituída por uma réplica. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O furto ocorreu coincidentemente, alguns dias após o governo alemão ter destinado um fundo de 60 milhões de Euros, para a manutenção e preservação do campo. Auschwitz, que recebe mais de um milhão de visitantes por ano, foi transformado em museu, no ano de 1947.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Fonte: <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8420053.stm" target="_blank">BBC News</a></span></p>
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		<title>Aviões não-tripulados dos EUA são alvo de hackers no Iraque</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 18:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Iraque]]></category>
		<category><![CDATA[Predator]]></category>
		<category><![CDATA[Predatos]]></category>
		<category><![CDATA[UAV Predator]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal The Wall Street Journal, o exército americano desconfia que o Irã esteja por trás destas operações. Os rebeldes xiitas iraquianos estariam usando o software SkyGrabber, que custa cerca de US$ 25 na internet, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/avioes-nao-tripulados-dos-eua-sao-alvo-de-hackers-no-iraque/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal <em>The Wall Street Journal</em>, o exército americano desconfia que o Irã esteja por trás destas operações. Os rebeldes xiitas iraquianos estariam usando o software SkyGrabber, que custa cerca de US$ 25 na <a style="color: #000; font-weight: bold; text-decoration: none;" onmouseover="CntxLinks.Show('internet', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  internet ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();" href="javascript:CntxLinks.MakeCall('internet')">internet</a>, para interceptar os vídeos enviados automaticamente pelos aviões para as bases militares americanas, de acordo com uma fonte próxima ao assunto entrevistada pelo jornal americano.</p>
<p style="text-align: justify;">Um representante da empresa responsável pelo software que os rebeldes iraquianos estariam utilizando, a russa SkySoftware, afirmou que não tinha conhecimento de que o programa poderia ser usado desta forma. &#8220;O SkyGrabber foi desenvolvido para interceptar músicas, fotos, vídeos e outros materiais que as pessoas colocam na internet, e não dados militares ou comerciais, apenas conteúdos legais&#8221;, escreve Andrew Solonikov por email ao jornal americano.</p>
<p style="text-align: justify;">O SkyGrabber é um programa que intercepta downloads realizados via satélite por outros usuários, sem necessidade de conexão com a internet, apenas uma antena via satélite.</p>
<div id="attachment_1346" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/predador.jpg"><img class="size-medium wp-image-1346" title="predador" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/predador-300x225.jpg" alt="UAV Predator" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">UAV Predator</p></div>
<p style="text-align: justify;">O problema foi descoberto por militares americanos no Iraque no final de 2008, quando um laptop apreendido junto com um militante xiita preso continha arquivos com diversas imagens de vídeos enviados pelos aviões não-tripulados, conhecidos como Predator. Em julho deste ano, mais arquivos de vídeos com imagens interceptadas dos aviões foram encontrados em laptops de outros rebeldes, levando alguns oficiais a concluírem que diversos grupos rebeldes estariam tendo acesso regular aos vídeos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a fonte entrevistada pelo <em>WSJ</em>, os militares encontraram &#8220;dias e dias, horas e mais horas&#8221; de arquivos com imagens interceptadas. &#8220;Estas imagens já fazem parte do material deles&#8221;, disse a fonte ao jornal.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os repórteres do <em>Wall Street Journal</em>, estas interceptações marcam o surgimento de uma guerra cibernética nas áreas de conflitos sob intervenção dos Estados Unidos e também apontam uma potencial vulnerabilidade das aeronaves não-tripuladas, principal argumento utilizado pelo presidente Barack Obama para convencer a população sobre a viabilidade do envio de mais tropas ao Iraque e ao Afeganistão. Os vídeos roubados também mostram, segundo o jornal, que os adversários dos americanos continuam encontrando maneiras simples de enfrentar a sofisticada <a style="color: #000; font-weight: bold; text-decoration: none;" onmouseover="CntxLinks.Show('tecnologia', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  tecnologia ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();" href="javascript:CntxLinks.MakeCall('tecnologia')">tecnologia</a> militar dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">O exército americano afirma estar trabalhando para evitar novas interceptações, com soluções como codificar as imagens, mas admite ainda não ter certeza se o problema foi completamente resolvido. Adversários militares dos Estados Unidos também teriam interceptado imagens enviadas por aviões não-tripulados em outros locais de combate, como Afeganistão e Paquistão.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4162955-EI4799,00-Avioes+naotripulados+dos+EUA+sao+alvo+de+hackers+no+Iraque.html" target="_blank"> Terra News</a></p>
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		<title>Irã testa versão avançada de míssil de médio alcance</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 16:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Mísseis]]></category>
		<category><![CDATA[Sajjil -2]]></category>
		<category><![CDATA[Sanções]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo do Irã testou nesta quarta-feira uma versão mais avançada de um míssil de médio alcance, de acordo com informações da televisão estatal iraniana. Segundo a emissora, o novo míssil Sajjil-2 tem um alcance maior do que as versões &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ira-testa-versao-avancada-de-missil-de-medio-alcance/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo do Irã testou nesta quarta-feira uma versão mais avançada de um míssil de médio alcance, de acordo com informações da televisão estatal iraniana.</p>
<div id="attachment_1343" class="wp-caption alignleft" style="width: 236px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/091216123833_iran226.jpg"><img class="size-full wp-image-1343" title="091216123833_iran226" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/091216123833_iran226.jpg" alt="Míssil Sajjil-2 - Divulgação AFP" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Míssil Sajjil-2 - Divulgação AFP</p></div>
<p style="text-align: justify;">Segundo a emissora, o novo míssil Sajjil-2 tem um alcance maior do que as versões testadas anteriormente e pode viajar por 2 mil quilômetros &#8211; o que colocaria ao alcance do Irã locais como Israel e bases dos Estados Unidos no Golfo Pérsico.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o correspondente da BBC para o setor de defesa Nick Childs, quando o Irã testou pela primeira vez o míssil Sajjil, em 2008, o exercício marcou um avanço importante no programa de defesa do país.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sajjil, segundo Childs, não era um míssil com um alcance muito maior ou mesmo com uma maior carga do que os outros sistemas já existentes. Mas já era um míssil de combustível sólido, ao invés dos combustíveis líquidos usados nos sistemas de médio alcance que o Irã vinha testando.</p>
<p style="text-align: justify;">Childs afirma que os mísseis com combustíveis sólidos apresentam uma vantagem: uso mais fácil e rápido, já que o combustível pode ficar dentro do projétil. O combustível líquido não pode ser mantido dentro dos mísseis, e o processo de abastecimento pode demorar horas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091216_iranmisseisfn.shtml" target="_blank">BBC News</a></p>
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		<title>O Incrível Torpedo Japonês Tipo 93 &#8220;Long Lance&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 11:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Long Lance]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Imperial Japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[Tipo 93]]></category>
		<category><![CDATA[Torpedo Tipo 93]]></category>

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		<description><![CDATA[  O desenvolvimento do torpedo Tipo 93 “Long Lance”, teve início ainda no ano de 1928, no Japão, sob os auspícios do Almirante Kaneji Kishimoto e o Capitão Toshihide Asakuma. Conhecido também como “Torpedo de Oxigênio, entrou em operação no &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/o-incrivel-torpedo-japones-tipo-93-long-lance/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></div>
<div id="attachment_1328" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Tipo-93.jpg"><img class="size-medium wp-image-1328" title="Tipo 93" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Tipo-93-300x190.jpg" alt="Torpedo Tipo 93, em exposição defronte ao Quartel General da US Navyto - Japão" width="300" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Torpedo Tipo 93, em exposição defronte ao Quartel General da US Navyto - Japão</p></div>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento do torpedo Tipo 93 “Long Lance”, teve início ainda no ano de 1928, no Japão, sob os auspícios do Almirante Kaneji Kishimoto e o Capitão Toshihide Asakuma. Conhecido também como “Torpedo de Oxigênio, entrou em operação no ano de 2593, segundo o Calendário Imperial Japonês, daí seu nome “93”, que são os dois últimos dígitos do ano. O termo “Long Lance” foi cunhado no pós-guerra, pelo historiador Samuel E. Morison, que dispendeu muito de seu tempo durante a guerra, no Teatro de Operações do Pacífico.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Àquela época, a mais poderosa inimiga em potencial da Marinha Imperial Japonesa, era a Esquadra do Pacífico Norte-Americana.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A doutrina militar americana, presumindo um movimento japonês contra as Filipinas (uma possessão dos EUA), foi responsável pela criação de uma linha de combate, capaz de combater no Pacífico , para defender ou retomar, caso necessário, as Filipinas e destruir a armada japonesa. O Japão, por sua vez, que possuía muitos encouraçados, assim como os EUA, criou um plano que consistia basicamente em utilizar embarcações mais leves, como Cruzadores e Destróieres, para atacar furtivamente a frota americana, em incursões noturnas. Após a esquadra americana ser reduzida suficientemente, (o Japão) empregaria seus encouraçados (ainda sem ter sofrido nenhum dano) para atacar e destruir a força americana, em um combate de grandes proporções (o que curiosamente era esperado pelos EUA, conforme descrito no Plano de Guerra Laranja).</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A Marinha Imperial investiu pesadamente no desenvolvimento do torpedo, uma vez que esta era uma das principais armas navais capazes de danificar seriamente os encouraçados, com suas espessas blindagens e seus sistemas de defesa. Os engenheiros japoneses se focaram na utilização de oxigênio puro, ao invés de ar comprimido, como oxidante para o propulsor do torpedo. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">As vantagens da utilização do oxigênio puro são enormes:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Como o ar contém apernas 21 por cento de oxigênio, os demais gases não-oxidantes, especialmente o nitrogênio, são expelidos pelo propulsor do torpedo, gerando uma trilha de bolhas, que permite a rápida localização do torpedo e as consequentes contra-medidas, já o oxigênio é totalmente consumido, não gerando a trilha de bolhas e dificultando sua detecção (no entanto, quando usado à noite, como todos os outros torpedos, deixava um rastro bio-luminescente, gerado por ;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Sendo puro, o conteúdo das garrafas de oxidante, é gasto totalmente, o que permite reduzir o tamanho da garrafa (para torpedos de menor alcance) e/ou obter maior alcance e velocidade, utilizando garrafas de mesmo tamanho que as empregadas em torpedos com ar-comprimido.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Por outro lado, o uso de oxigênio puro é mais perigoso, especialmente para o manuseio, o que faz necessária uma longa fase de testes e adaptações, antes que o torpedo possa ser utilizado operacionalmente. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O alcance e velocidade do Tipo 93 são surpreendentes:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">22000m (13,67 milhas) a 48-52 knots (96,4 km/h / 60 mph) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">33000m (20,51 milhas) a 37-39 knots (72,3 km/h / 47 mph) </span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">40400m (25,11 milhas) a 33-35 knots (64,9 km/h / 41 mph)</span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-indent: -0.5cm; margin-left: 1.25cm;" align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Apesar disto, como era de costume, a Marinha Imperial Japonesa, costumava divulgar as especificações com dados inferiores aos reais, como forma de ludibriar os possíveis oponentes. Assim sendo, dentro deste costume, as especificações davam conta que o Tipo 93 tinha um alcance máximo de 11000 metros (6,8 milhas) e velocidade máxima de 42 knots (77,8 km/h – 48 mph).</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Sua carga explosiva era de 490 quilogramas (1,080 lb), no entanto, o Tipo 93 tinha um diâmetro de 610 milímetros (24 polegadas), sendo maior que o padrão utilizado nos submarinos (533 mm/ 21 polegadas), desta maneira, eram instalados apenas em embarcações de superfície. Como comparação, o torpedo padrão americano, lançado de destróieres, era o Mark 15, que tinha um alcance máximo de 13500 metros a 26,5 knots (49,1 km/h) ou 5500 metros a 45 knots (83 km/h), com uma carga explosiva de 375 quilogramas (825 lb).</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O Tipo 93 podia ser desmontado em diversas partes. Sendo as seguintes, da frente para trás:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ogiva;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Câmara de Ar;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Flutuador Frontal;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Compartimento do motor;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Flutuador Traseiro;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Estabilizadores de Cauda;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Hélices Propulsoras.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O “Tipo 93 Modelo 1” era equipado com um motor de dois cilindros opostos. O<span style="font-family: Verdana, sans-serif;">s engenheiros japoneses descobriram que para controlar melhor a queima do oxidante, o propulsor deveria ser acionado inicialmente com ar comprimido (era instalado um tanque, com cerca de 13,5 litros, chamado “Ar Comprimido Tipo 1”), que era substituído gradualmente, conforme ia sendo consumido, pelo oxigênio puro (na realidade se tratava de Oxigênio com 98% de pureza, chamado de “Ar Comprimido Tipo 2”, que era acondicionado em um tanque de cerca de 40 litros). Tal conceito somente seria finalmente concluído em 1935. </span>Dentro da Marinha Imperial Japonesa, era extremamente proibido empregar o termo “Oxigênio”, pois seu uso era altamente secreto. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Para o uso dos torpedos, era necessária uma limpeza completa das tubulações de combustível, antes da instalação do reservatório de oxigênio, pois este em contato com óleo, se torna altamente explosivo. A limpeza completa da tubulação de um torpedo demorava entre 4 e 5 dias. O motor acionava um eixo que estava acoplado a um conjunto de hélices contra-rotativas, cada uma com quatro pás. Este sistema era importante para manter a direção do torpedo quando em direção a seu alvo. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A orientação do torpedo era feita por estabilizadores e lemes, instalados na cauda, acionados por ar-comprimido altamente pressurizado (40,5 litros de ar a 230 atm). Estes eram comandados por também era equipado com um giro-estabilizador e com um medidor de profundidade. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A profundidade de operação era ajustada manualmente, geralmente em 5 metros. O giroscópio, que tinha 150 milímetros de diâmetro e 80 milímetros de espessura, era acionado quando o torpedo era lançado. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A marinha japonesa equipou muitos destróieres e cruzadores com estes torpedos, além de um equipamento que permitia o rápido recarregamento dos lançadores, único entre as marinhas da época. Esta união entre longo alcance, velocidade, carga explosiva e rearmamento, transformava estes navios em formidáveis atacantes.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em diversas ocasiões, os navios japoneses lançaram seus torpedos a distancias de até 20 quilômetros do alvo, pegando desprevenidos diversos navios aliados, que não notavam a aproximação dos torpedos até estes estarem muito próximos, uma vez que a prática usual dos aliados era disparar os torpedos a menos de 10 quilômetros de distância.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">As perdas ocasionadas pelos Tipo 93, eram muitas vezes creditadas pelos aliados, a submarinos japoneses que supostamente lançariam seus torpedos a distâncias surpreendentemente curtas, dando apoio às embarcações de superfície, pois simplesmente não tinham como explicar serem atingidos por torpedos quando o inimigo estava muito distante. Somente em 1943, quando um Tipo 93 foi capturado intacto pelos EUA, é que estes tomaram conhecimento do grande potencial desta arma e ao imenso perigo a que estavam expostos.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Por outro lado, os torpedos Tipo 93, não estavam isentos de falhas. Utilizando um oxidante tão poderosos, tinham grande tendência a explodirem, quando comparados a torpedos convencionais. A simples explosão de um destes torpedos, a bordo de seus navios lançadores, era capaz de infringir pesados danos aos cruzadores e até mesmo causar o naufrágio, no caso dos destróieres. Por conta disso, era comum quando sob ataque aéreo, que os comandantes de belonaves japonesas, ordenassem à tripulação, que os torpedos deveriam ser lançados ao mar. Durante a Batalha de Samar, o destróier americano USS Samuel B. Roberts, com seus canhões de 127 milímetros, atingiu os tubos lançadores do cruzador japonês Chōkai, explodindo os torpedos, o que causou a destruição do leme e das máquinas, provocando o adernamento da embarcação.</span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></span></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<div id="attachment_1327" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Tipo-95-Museu-Yamato.JPG"><img class="size-medium wp-image-1327" title="Tipo 95 - Museu Yamato" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Tipo-95-Museu-Yamato-300x200.jpg" alt="Torpedo Tipo 95, em exposição no Museu Yamato - Japão" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Torpedo Tipo 95, em exposição no Museu Yamato - Japão</p></div>
<p align="justify">Foram criadas outras versões para este torpedo, uma delas com diâmetro de 450 milímetros (17,7 polegadas), destinada ao uso em mini-submarinos, porém não teve rendimento satisfatório, ocasionando sua substituição pelos Tipo 91. A outra versão era a Tipo 95, uma versão para ser utilizada em submarinos, em seus lançadores padrão de 533 milímetros (21 polegadas). Os Tipo 95 tiveram seu rendimento altamente satisfatório.</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><a name="toc"></a></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="395">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="122"></col>
<col span="1" width="265"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Origem:</span></span></p>
</th>
<th width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Japão</span></span></span></span></span></span></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Serviço:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1933 &#8211; 1945</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Usuário:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="text-decoration: none;">Marinha Imperial Japonesa</span></span></span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Projetistas:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Almirante Kaneji Kishimoto;<br />
Capitão Toshihide Asakuma</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Projeto:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1928-1933</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p style="text-decoration: none;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Variantes:</span></span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="text-decoration: none;">Tipo 95 e Tipo 97</span></span></span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Peso:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2,8 – 3 toneladas</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">9 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Diâmetro:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">610 mm (24 polegadas)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance Efetivo:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">22000m (a 50 knots)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance Máximo:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">40400m (a 36 knots)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Carga Explosiva:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">490 kg</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="122">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></p>
</th>
<td width="265">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">52 knots (96 km/h)</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Fonte: <a title="Tipo 93" href=" http://en.wikipedia.org/wiki/Type_93_torpedo" target="_blank">Wikipedia.org</a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Destróieres Alemães Classe 1934 e 1934A &#8211; Segunda Guerra Mundial</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/destroieres-alemaes-classe-1934-e-1934a-segunda-guerra-mundial/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 17:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Cacciatorpediniere]]></category>
		<category><![CDATA[Classe 1934]]></category>
		<category><![CDATA[Contratorpedeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Destroyer]]></category>
		<category><![CDATA[Kriegsmarine]]></category>
		<category><![CDATA[Zerstörer]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro do modelo organizacional da Kriegsmarine, o Destróier (alemão: Zerstörer / Português: Contratorpedeiro) tinha sua classe geralmente determinada pelo ano do projeto. Algumas vezes, por causa do tamanho e armamento, algumas destas belonaves são classificadas como “Flottentorpedoboot”, ou Torpedeiros. As &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/destroieres-alemaes-classe-1934-e-1934a-segunda-guerra-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Dentro do modelo organizacional da Kriegsmarine, o Destróier (alemão: Zerstörer / Português: Contratorpedeiro) tinha sua classe geralmente determinada pelo ano do projeto. Algumas vezes, por causa do tamanho e armamento, algumas destas belonaves são classificadas como “Flottentorpedoboot”, ou Torpedeiros.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">As características gerais de cada classe, são geralmente as mesmas encontradas na primeira unidade construída, embora possam ser encontradas diferenças individuais em embarcações da mesma classe, particularmente nas unidades modernizadas.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Zerstörer 1934</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>(Tipo 1934)</strong></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<div id="attachment_1319" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Destroieres-Alemaes-Tipo-1934.jpg"><img class="size-medium wp-image-1319" title="Destroieres Alemaes - Tipo 1934" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Destroieres-Alemaes-Tipo-1934-300x161.jpg" alt="Destóieres Classe 1934" width="300" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Destóieres Classe 1934</p></div>
<p align="justify">Literalmente “Destróier 1934”, foi a primeira classe de destróieres (contratorpedeiros) construídos na Alemanha após a Grande Guerra. Construídos de forma bastante rápida, os quatro integrantes desta classe, cujo primeiro foi iniciado em outubro de 1934 (e o último em janeiro de 1935), eram embarcações grandes e de perfil elegante, pesadamente armadas com 8 lançadores de torpedos e 5 canhões de 127 milímetros. Esta classe também é conhecida como “Classe Tipo 34 ou Classe Tipo 1934”. Para os aliados, a designação era</p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Classe Maas.</em></span></span></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os 15 anos em que os estaleiros alemães foram proibidos de construir belonaves, aparentemente não deveriam criar tantos problemas, mas não foi bem isso que ocorreu. Era clara a influência britânica no design geral da embarcação, mas por outro lado, era evidente o típico estilo alemão. Suas linhas eram sóbrias, suas laterais eram baixas, tinham um desenho limpo e eram pintadas com tonalidades claras. Devido ao seu perfil e à sua proa curta, a embarcação tendia a encher o convés de proa de água, mesmo em águas relativamente calmas, além de impossibilitar o uso de seu armamento frontal. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A propulsão era feita por duas turbinas de alta pressão, que na teoria seriam capazes de desenvolver incríveis 70&#8217;000 shp, superando diversas belonaves francesas, principal “rival” alemão. Entretanto este sistema se mostraria desapontador posteriormente. Muito caro e de difícil manutenção, também apresentava muita vibração, quando operava em velocidades mais altas.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O armamento principal era constituído pelos novos canhões de 127 milímetros C34/45, de 45 calibres de comprimento, escolhidos para tentar equilibrar a força das bordadas dos equivalentes franceses, á época equipados com canhões geminados de 130 ou 138 milímetros). Por outro lado, se comparados aos equivalentes britânicos, os navios alemães tinham capacidade para transportar pouco mais da metade da munição transportada pelos britânicos.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O armamento antiaéreo era composto por 6 canhões de 20 milímetros e quatro canhões de 37 milímetros. Além disso, a embarcação podia transportar até 60 minas, acomodadas no deck da popa.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Embarcações:</strong></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z1 (Leberecht Maas)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor: Deutsche Werke, Kiel</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 15 de outubro de 1934</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 18 de agosto de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 14 de janeiro de 1937</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Leberecht Maas</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-style: normal;">Afundado no dia 22 de fevereiro de 1940, por fogo amigo, durante a</span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em> Operação Wikinger (Viking)</em></span></span></p>
<p align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z2 (Georg Thiele)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor: Deutsche Werke, Kiel</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 25 de outubro de 1934</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 18 de agosto de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 27 de fevereiro de 1937</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Georg Thiele</em></span></span></p>
<p style="font-style: normal;" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Afundado no dia 13 de abril de 1940.</span></span></p>
<p align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z3 (Max Schulz)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor: Deutsche Werke, Kiel</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 02 de janeiro de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 30 de novembro de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 08 de abril de 1937</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Max Schulz</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-style: normal;">Afundado no dia 22 de fevereiro de 1940, por fogo amigo (atingido por bombas e colidiu com duas minas alemãs), durante a</span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em> Operação Wikinger</em></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z4 (Richard Beitzen)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor: Deutsche Werke, Kiel</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 07 de janeiro de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 30 de novembro de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 13 de maio de 1937</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Richard Beitzen</em></span></span></p>
<p style="font-style: normal;" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Sobreviveu à guerra, sendo desmantelado em 1947</span></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="372">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="109"></col>
<col span="1" width="255"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="368" height="35" valign="top">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Características Gerais</span></span></p>
</th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Deutsche Werke, Kiel</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construção:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1934–1935</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Operação:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1937–1947</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Completados:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Perdidos:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo:</span></span></td>
<td width="255"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Destroyer"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Destróier (Contratorpedeiro)</span></span></a></span></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Classe:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Zerstörer 1934 (Tipo 1934)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Deslocamento:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2230 ton</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tonelagem:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3160 ton</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">119 m (390ft 5 in)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Boca:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11,3 m (37 ft 1 in)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calado:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,23 m (13 ft 11 in)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Propulsão:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 turbinas Wagner, desenvolvendo 70000 shp &#8211; 2 eixos</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">36 nós (67 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1900 mn (3500 km) a 19 nós (35 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">325</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="255">• <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5 canhões de 127 mm (5 pol)<br />
• 4 canhões AAe de 37 mm<br />
• 6 canhões Aae de 20 mm<br />
• 8 tubos de torpedos de 533mm (21 pol)<br />
• 60 minas</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">
<p style="TEXT-INDENT: -1.27cm; MARGIN-LEFT: 1.27cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="TEXT-INDENT: -1.27cm; MARGIN-LEFT: 1.27cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Zerstörer 1934A</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>(Tipo 1934A)</strong></span></span></p>
<p style="TEXT-INDENT: -1.27cm; MARGIN-LEFT: 1.27cm" align="justify">
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Buscando resolver os problemas apresentados pelas quatro embarcações anteriores, os engenheiros alemães decidiram realizar alguns ajustes, como por exemplo aumentar o comprimento do casco em seis metros na linha d&#8217;água (4,4 metros no total). Esta modificação serviria para dar maior estabilidade ao navio, além de permitir transporte de uma quantidade maior de combustível. Isto no entanto representou um aumento de apenas 140 milhas náuticas (280 quilômetros) no alcance operacional. Esta modificação aumentaria em 200 toneladas o deslocamento da embarcação. Os depósitos de munições no entanto, permaneceram inalterados, deixando o contratorpedeiro, ainda na mesma desvantagem diante dos similares britânicos.</span></span></p>
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="justify">
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Não é consenso entre historiadores e especialistas militares, que esta se trate de uma nova classe de destróieres. Muitos alegam que seja apenas uma modificação “normal” dentro da classe, ou seja, uma “sub-classe”, enquanto que outro grupo alega que a mudança constituiu na criação de um novo tipo de destróier. Os dois últimos navios entregues, já contavam com algumas das modificações adotadas na classe 1936. Foram construídas 12 unidades desta classe (ou sub-classe) e, somente 5 sobreviveriam à guerra. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Embarcações:</strong></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z5 (Paul Jakobi)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Deutsche Schiff- und Maschinenbau AG – DeSchiMAG, Bremen</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 15 de julho de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 24 de março de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 29 de junho de 1937</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Paul Jakobi</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Transferido à França em reparação ao afundamento do</span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><span style="FONT-WEIGHT: normal"> Desaix, </span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">desmantelado em 1958</span></span></span></span></p>
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z6 (Theodor Riedel)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Deutsche Schiff- und Maschinenbau AG – DeSchiMAG, Bremen</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 18 de julho de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 22 de abril de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 02 de julho de 1937</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Theodor Riedel</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Transferido à França em reparação ao afundamento do </span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><span style="FONT-WEIGHT: normal">Kleber,</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> desmantelado em 1958</span></span></span></span></p>
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z7 (Hermann Schoemann)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Deutsche Schiff- und Maschinenbau AG – DeSchiMAG, Bremen</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 07de setembro de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 16 de julho de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 09de setembro de 1937</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Hermann Schoemann</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Afundado no dia 02 de maio de 1942, pelo Cruzador-Leve </span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><span style="FONT-WEIGHT: normal">HMS Edinburgh</span></em></span></span></p>
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z8 (Bruno Heinemann)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Deutsche Schiff- und Maschinenbau AG – DeSchiMAG, Bremen</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 14 de janeiro de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 15 de setembro de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 08 de janeiro de 1938</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Bruno Heinemann</em></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Afundado por uma mina, perto de Calais, em 25 de janeiro de 1942</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z9 (Wolfgang Zenker)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Germaniawerft, Kiel</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 23 de março de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 27 de março de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 02 de julho de 1938</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Wolfgang Zenker</em></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Afundado por uma mina, perto de Calais, em 25 de janeiro de 1942</span></span></p>
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z10 (Hans Lody)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Germaniawerft, Kiel</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 01 de abril de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 14 de maio de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 13 de setembro de 1938</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Hans Lody</em></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Adernado/Encalhado em 13 de abril de 1940</span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z11 (Bernd von Arnim)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Germaniawerft, Kiel</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 26 de abril de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 08 de julho de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 06 de dezembro de 1938</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Hans Lody</em></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Adernado/Encalhado em 13 de abril de 1940</span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z12 (Erich Giese)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Germaniawerft, Kiel</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 03 de maio de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 12 de março de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 04 de março de 1939</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Erich Giese</em></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Afundado em 13 de abril de 1940</span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z13 (Erich Koellner)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Germaniawerft, Kiel</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 12 de outubro de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 18 de março de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 28 de março de 1939</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Erich Koellner</em></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Afundado em 13 de abril de 1940</span></span></p>
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z14 (Friedirch Ihn)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Blohm und Voss, Hamburgo</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 30 de março de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 05 de novembro de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 06 de abril de 1938</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Friedirch Ihn</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Transferido à URSS, serviu na Esquadra do Báltico, sob o nome </span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><span style="FONT-WEIGHT: normal">Pospeshniy</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">, sendo desmantelado em 1952</span></span></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z15 (Erich Steinbrinck)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Blohm und Voss, Hamburgo</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 30 de março de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 24 de setembro de 1936</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 31 de maio de 1938</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Erich Steinbrinck</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Transferido à URSS, serviu na Esquadra do Báltico, sob o nome </span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><span style="FONT-WEIGHT: normal">Pylkiy</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">, sendo desmantelado em 1958</span></span></span></span></p>
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p style="FONT-STYLE: normal; FONT-WEIGHT: normal" align="left">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Z16 (Friedrich Eckoldt)</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor:</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Blohm und Voss, Hamburgo</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento da Quilha: 14 de novembro de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançamento: 21 de março de 1935</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comissionamento: 28 de julho de 1938</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Observações: Posteriormente rebatizado </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>Friedrich Eckoldt</em></span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="FONT-WEIGHT: normal">Afundado no dia 31 de dezembro de 1942, pelo Cruzador-Leve </span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><span style="FONT-WEIGHT: normal">HMS Sheffield</span></em></span></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="372">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="109"></col>
<col span="1" width="255"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="368" height="35" valign="top">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Características Gerais</span></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construtor</span></span></td>
<td width="255" valign="top"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">DeSchiMAG – Bremen<br />
Germaniawerft – Kiel<br />
Blohm und Voss &#8211; Hamburgo</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Construção:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1935–1936</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Operação:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1937–1958</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Completados:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">16</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Perdidos:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tipo:</span></span></td>
<td width="255"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Destroyer"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Destróier (Contratorpedeiro)</span></span></a></span></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Classe:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Zerstörer 1934A (Tipo 1934A)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Deslocamento:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2400 ton</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tonelagem:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3206 ton</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">123,4 m (404 ft 10 in)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Boca:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11,3 m (37 ft 1 in)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calado:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,23 m (13 ft 11 in)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Propulsão:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 turbinas Wagner, desenvolvendo 70000 shp &#8211; 2 eixos</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">36,5 nós (67,6 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2040 mn (3780 km) a 19 nós (35 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação:</span></span></td>
<td width="255"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">325</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="109"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="255">• <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5 canhões de 127 mm (5 pol)<br />
• 4 canhões AAe de 37 mm<br />
• 6 canhões Aae de 20 mm<br />
• 8 tubos de torpedos de 533mm (21 pol)<br />
• 60 minas</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"> </p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os destróieres das classes 1934 e 1934A, se tornaram famosos não por seu poderio, mas sim pelo alto índice de perdas.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em fevereiro de 1940, durante a Operação Viking, os destróieres Z1 e Z3, foram atingidos por fogo amigo, numa operação realizada conjuntamente entre a Kriegsmarine e a Luftwaffe. As forças alemãs esperavam encontrar uma força naval britânica, em sua incursão ao Mar do Norte. Em meio a relatos completamente equivocados, foi ordenado que os bombardeiros atacassem uma esquadra que havia sido avistada nas proximidades, ocorre que esta era a esquadra alemã que também participava da missão. </span></span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></span></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<div id="attachment_1318" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Destroier-Alemao-Z11.jpg"><img class="size-medium wp-image-1318" title="Destroier Alemao Z11" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Destroier-Alemao-Z11-300x171.jpg" alt="Destróier Z11, após as batalhas navais de Narvik - 10 e 13 de abril de 1940" width="300" height="171" /></a><p class="wp-caption-text">Destróier Z11, após as batalhas navais de Narvik - 10 e 13 de abril de 1940</p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<p align="justify">Mais tarde, durante a invasão à Noruega, os destróieres classes 1934 e 1934A, participaram das operações de ataque à costa e também se confrontaram diretamente com as forças navais britânicas nas duas batalhas navais de Narvik (10 e 13 de abril de 1940), onde se tornariam famosos não pelo seu poderio, mas sim pelo alto índice de perdas. A Kriegsmarine perdeu, além de outras embarcações, 10 destróieres, sendo 5 destes, das classes 1934 e 1934A. São eles: Z2, Z9, Z11, Z12 e Z13.</p>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p align="justify"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Marinha do Brasil incorpora novo Navio-Patrulha</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 19:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Moderno]]></category>
		<category><![CDATA[Navio-Patrulha Macaé]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 9, o Navio-Patrulha “Macaé” será batizado e incorporado à Armada, tornando-se o mais novo Navio-Patrulha da Marinha do Brasil. A cerimônia ocorrerá na cidade de Fortaleza &#8211; CE, às 10 horas, e contará com a presença do &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/marinha-do-brasil-incorpora-novo-navio-patrulha/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Navio-Patrulha-Macae.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1312" title="Navio-Patrulha Macae" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Navio-Patrulha-Macae-300x225.jpg" alt="Navio-Patrulha Macae" width="300" height="225" /></a>No próximo dia 9, o Navio-Patrulha “Macaé” será batizado e incorporado à Armada, tornando-se o mais novo Navio-Patrulha da Marinha do Brasil. A cerimônia ocorrerá na cidade de Fortaleza &#8211; CE, às 10 horas, e contará com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Governador do Estado do Ceará, Cid Gomes, e do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.</p>
<p align="justify">Construído pela Indústria Naval do Ceará S.A. (INACE), seu nome é uma homenagem à cidade do litoral do estado do Rio de Janeiro, importante pólo de apoio à exploração marítima de petróleo no Brasil. O batimento de quilha do Navio-Patrulha “Macaé” foi realizado no dia 24 de novembro de 2006, sendo o primeiro de uma nova classe de Navios-Patrulha em construção. Utilizou-se o projeto do Navio-Patrulha francês Classe Vigilante 400 CL54, que foi alterado e aperfeiçoado, incorporando desenvolvimentos tecnológicos e melhorias no desempenho do navio.</p>
<p align="justify">Com uma autonomia de 10 dias e raio de ação com mais de 4.500Km, o  “Macaé” auxiliará na fiscalização das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), desenvolvendo atividades de patrulha naval, inspeção naval, salvaguarda da vida humana no mar, fiscalização de poluição marítima e proteção dos campos de petróleo no mar, além de contribuir para a segurança do tráfego marítimo nacional.</p>
<p align="justify">Buscando nacionalizar a execução do projeto de construção do Navio-Patrulha “Macaé”, a Marinha alcançou um índice geral de 60%. Dentre os modernos sistemas nacionalizados, cujo elevado grau de complexidade agregam tecnologia de ponta ao setor industrial associado, destacam-se:</p>
<p align="justify">- O Sistema de Controle e Monitoramento de Máquinas (SCM); e</p>
<p align="justify">- O Terminal Tático Inteligente (TTI).</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="center">CARACTERÍSTICAS GERAIS</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>Comprimento total</td>
<td>55,6 m</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Boca máxima</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">  9,3 m</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Calado máximo</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">  2,5 m</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Deslocamento</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">  500 t</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Sistema de propulsão</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">2 MCP MTU 16V 4000 M90</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Geração de energia</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">3 Grupos diesel-geradores MTU</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Velocidade máxima</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">21 nós</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Raio de ação a 15 nós</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">2.500 MN</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="431">
<p align="left">Autonomia</p>
</td>
<td width="226">
<p align="left">10 dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<p align="left">Sistema de Controle e Monitoração (SCM)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<p align="left">Sistema de Controle de Avarias (SCAv)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>TRIPULAÇÃO</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="586" valign="top">4 Oficiais + 2 destacados</td>
</tr>
<tr>
<td width="586" valign="top">30 Praças + 6 destacados</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>SENSORES</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="586" valign="top">Radar de Busca de Superfície (Banda X),<br />
VISION MASTER FT250 da SPERRY MARINE</td>
</tr>
<tr>
<td width="586" valign="top">Radar de Busca de Superfície (Banda S),<br />
VISION MASTER FT250 da SPERRY MARINE</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>ARMAMENTO</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="586" valign="top">01 Canhão 40mm L70 (AOS)</td>
</tr>
<tr>
<td width="586" valign="top">02 Metralhadoras 20mm GAM B01-2</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>OPERAÇÕES AÉREAS</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="586" valign="top">Capacidade de operar com aeronaves em fainas de recebimento de cargas e de pessoal</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a title="Marinha do Brasil" href="http://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/ccsm/1_np_macae/np_macae.html" target="_blank">Marinha do Brasil </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ordnance QF 17 Pounder &#8211; O Melhor Canhão Anti-Tanque Aliado da Segunda Guerra Mundial</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Anti-Tanque]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[QF 17 Pounder]]></category>
		<category><![CDATA[Sherman Firefly]]></category>

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		<description><![CDATA[Em abril de 1941, foi realizada uma conferência, organizada pelo Departamento de Projetos, onde estavam presentes membros do Ministério da Guerra e do Ministério de Suprimentos, sobre a criação de um substituto para o canhão QF 6 Pounder. Neste debate, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em abril de 1941, foi realizada uma conferência, organizada pelo Departamento de Projetos, onde estavam presentes membros do Ministério da Guerra e do Ministério de Suprimentos, sobre a criação de um substituto para o canhão QF 6 Pounder. </span></p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Neste debate, foi decidido que a nova arma deveria poder ser empregada tanto em tanques, como em montagens anti-tanque. Sua taxa de penetração deveria ser entre 120 e 150 milímetros (o que requereria um calibre em torno de 3 polegadas/76.2 milímetros), capaz de disparar a granada de 7.7 quilogramas (17 lb) a uma velocidade de 823 m/s (2700 fps). Além disto a nova arma deveria ter um transverso de 60 graus.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os primeiros protótipos foram concluídos no final de 1941 e os testes de campo foram concluídos ainda no início de 1942, quando foram emitidas as primeiras ordens de compra da nova arma. Infelizmente o início da produção não foi tranquilo como o esperado. Entre abril e dezembro de 1942, foram fabricados 670 dos novos canhões, mas o mesmo não aconteceu com suas plataformas de transporte. Em maio de 1942, as primeiras plataformas foram finalizadas, mas sua produção era extremamente lenta. Como havia a necessidade imperativa do envio das novas armas para as tropas que combatiam na África, e não haviam plataformas para a instalação dos canhões, foi ordenada a conversão das plataformas do QF 25 Pounder, que passaram a ser chamadas de “Plataformas 25/17 pdr”, recebendo o codinome “Pheasant”. As 150 plataformas 25/17pdr encomendadas, foram completadas para dezembro de 1942. Conforme havia a disponibilidade, o novo armamento era enviado. Em outubro de 1942, 59 canhões QF 17 Pounder e 27000 projéteis foram enviados ao Oriente Médio. Entre novembro de dezembro, outras 40 armas também, foram enviadas. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Vale lembrar que o equipamento completo pesava cerca de três toneladas, o que certamente limitava sua mobilidade e criava atrasos quando da necessidade de mover as peças para o uso imediato em outra posição. Este problema havia sido percebido ainda quando a arma estava em fase de testes, então, buscando solucionar este problema, foi sugerida a montagem da arma em um chassi auto-propulsado, mas logo ficou claro que a Grã-bretanha não tinha nenhum veículo capaz de acomodar adequadamente esta arma. Os tanques-cruzadores Cavalier e Cromwell, tinham torres projetadas para o canhão QF 6 Pounder, o que permitia que o diâmetro do anel da torre fosse de apenas 1450 milímetros. Montar um canhão QF 17 Pounder nessas torres, faria com que a eficiência de combate fosse eliminada, pois demandaria muito tempo para manusear a munição.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A solução pareceu surgir em março de 1942, quando foi apresentado o projeto do A.30, que teve seu protótipo concluído em agosto do mesmo ano. Infelizmente os testes e avaliações foram extensos e o tanque só seria aceito para o serviço em 1944, sob a denominação “Challenger”.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Muitas sugestões foram apresentadas para a criação de um caça-tanques, inclusive sendo sugerido utilizar o novo canhão no caça-tanques americano M10, mas em julho de 1942, se tornou evidente que não seria possível aguardar até 1943 para dispor destes veículos em quantidade. Para tentar contornar a situação, foram feitas avaliações para a montagem do QF 17 pounder nos tanques Crusader e Valentine, o primeiro por ter força e mobilidade, e o segundo por seu perfil baixo e sua confiabilidade. Também foram realizadas avaliações a respeito do tanque canadense Ram. Esses testes acabaram por decidir em favor do uso nos Valentine, mas seria necessária a adaptação da proteção utilizada no Cromwell. Mais uma vez, durante os trabalhos de adaptação, surgiram diversos problemas técnicos a serem superados, o que acabou por causar a modificação do mecanismo de carga, tornando a operação mais fácil. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Finalmente, em agosto de 1943, decidiu-se pela montagem de um QF 17 Pounder nas torres de um Sherman e de um M10, para testes. Em dezembro de 1943, os testes foram finalizados satisfatoriamente. Em janeiro de 1944, foram entregues os primeiros 20 Sherman a receber esta modificação, sendo batizados “Sherman Firefly” e, em março foi a vez dos M10. Ao final de maio de 1944, 527 tanques haviam recebido a nova arma, número este que subiu para 831 ao final de junho e, quando do final da guerra na Europa, superava as 4000 unidades. Além destes, foram produzidos 743 “Comets” com uma versão mais fraca do QF 17 Pounder, o 77mm HV.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Versões:</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O QF 17 Pounder foi fabricado em diferentes versões, cada uma delas adaptada para sua utilização: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mk I – Versão Original </span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mk II – Versão criada para utilização em tanques (Archer e Challenger) </span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mk III – Versão adaptada para uso da marinha, com sistema de carregamento automático – não utilizado. </span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mk IV – Para utilização nos Sherman &#8211; não utilizado </span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mk V &#8211; Versão criada para substituir o armamento padrão dos M10 Wolverine, criando assim o Achilles </span></li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mk VI &#8211; Com bloco da culatra reduzido, para tanques </span></li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mk VII – Similar à versão MK IV, utilizado nos Sherman</span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">77mm HV – Versão com o bloco da culatra menor e com cano mais curto (49 calibres), apesar de manter o mesmo calibre (76,2mm), adotou denominação diferente para evitar a mistura das munições, uma vez que as mesmas não eram intercambiáveis.</span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Munição </strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Obviamente, para a arma apresentar um bom desempenho, é necessário que sua munição também seja adequada ao emprego. O QF 17 Pounder utilizou diferentes tipos de munições, que foram sendo desenvolvidos conforme iam se fazendo necessárias. Seguem abaixo, uma lista com os diferentes tipos de munições criadas para este, que foi sem dúvida, o melhor canhão anti-tanque aliado da Segunda Guerra Mundial:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">AP – Armour Piercing (Perfuradora de Blindagem): O desenvolvimento da munição foi solicitado em agosto de 1941, sendo concluído em dezembro do mesmo ano. Os primeiros 10&#8217;000 projéteis AP foram entregues em junho de 1942, sendo utilizados em combate pela primeira vez em setembro.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">APC – Armour Piercing with Cap (Perfuradora de Blindagem, com Capa): O desenvolvimento da munição foi solicitado simultaneamente ao AP, em agosto de 1941, sendo concluído também em dezembro do mesmo ano. A munição APC foi empregada pela primeira vez em setembro de 1942.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">APCBC – Armour Piercing Capped with Ballistic Cap (Perfuradora de Blindagem, com Capa Balística):No verão (HS: Inverno) de 1943, foi solicitado o desenvolvimento da munição APCBC, sendo esta entregue inicialmente na primaversa (HS: Outono) de 1944.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">HE &#8211; High Explosive (Alto Explosivo): A munição HE teve sua produção retardada, sendo entregue somente no verão (HS: Inverno) de 1944, sendo substituída ainda no mesmo ano por uma versão melhorada, a HE RC.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">APDS – Armour Piercing, Discharging Sabot (Perfuradora de Blindagem, Corpo Descartável): A munição APDS foi criada tomando como base a munição APDS do canhão QF 6 Pounder. Se tornou disponível a partir de junho de 1944, sendo disponibilizada para uso em combate no mês seguinte. </span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="27"></col>
<col span="1" width="26"></col>
<col span="1" width="22"></col>
<col span="1" width="23"></col>
<col span="1" width="20"></col>
<col span="1" width="25"></col>
<col span="1" width="25"></col>
<col span="1" width="12"></col>
<col span="1" width="18"></col>
<col span="1" width="19"></col>
<col span="1" width="19"></col>
<col span="1" width="20"></col>
</colgroup>
<thead>
<tr>
<th rowspan="3" width="11%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Nome</span></span></th>
<th rowspan="3" width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Calibre/<br />
Comprimento</span></span></th>
<th colspan="4" width="35%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Projétil</span></span></th>
<th colspan="6" width="44%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Penetração (mm)</span></span></th>
</tr>
<tr>
<th rowspan="2" width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Tipo</span></span></th>
<th rowspan="2" width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Nome</span></span></th>
<th rowspan="2" width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Peso<br />
(kg)</span></span></th>
<th rowspan="2" width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Vel Boca<br />
(m/s)</span></span></th>
<th rowspan="2" width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Ângulo<br />
graus</span></span></th>
<th colspan="5" width="34%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Distância (m)</span></span></th>
</tr>
<tr>
<th width="5%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">91</span></span></th>
<th width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">457</span></span></th>
<th width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">914</span></span></th>
<th width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1371</span></span></th>
<th width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1828</span></span></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="4" width="11%"><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">QF 17 Pounder-<br />
Mk I a VII</span></span></td>
<td rowspan="4" width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">76,2mm<br />
/L55</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">AP</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Shot, </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">AP</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">, Mk. 3</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">T</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">7.68</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">884</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">30°</span></span></td>
<td width="5%"> </td>
<td width="7%"> </td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">109</span></span></td>
<td width="7%"> </td>
<td width="8%"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">APC</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Shot, </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">APC</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">, Mk. 4</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">T</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">7.71</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">884</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">30°</span></span></td>
<td width="5%"> </td>
<td width="7%"> </td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">118</span></span></td>
<td width="7%"> </td>
<td width="8%"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">APCBC</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Shot, </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">APCBC</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">, Mk. 8</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">T</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">7.71</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">884</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">30°</span></span></td>
<td width="5%"> </td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">140</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">130</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">120</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">111</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">APDS</span></span></td>
<td width="9%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Shot, </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">SVDS</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">, Mk. 1</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">T</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">3.46 a<br />
3.71</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1,204</span></span></td>
<td width="10%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">30°</span></span></td>
<td width="5%"> </td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">208</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">192</span></span></td>
<td width="7%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">176</span></span></td>
<td width="8%"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">161</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="379">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="137"></col>
<col span="1" width="234"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Tipo</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Canhão Anti-Tanque</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Origem</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Grã-Bretanha</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Serviço</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A partir de 1943</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Projeto</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">1941/42</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Produção</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">1942-</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Comprimento</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">55 calibres (4190mm)</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Caliber"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">Calibre</span></span></a></span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">76,2 mm (3 pol)</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Elevação</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">-6° a +16,5°</span></td>
</tr>
<tr>
<th width="137"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Transverso</span></th>
<td width="234"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">60° (30º a direita/30º a esquerda)</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;"> Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/17pdr/' title='17pdr'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/17pdr-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="QF 17 Pounder" title="17pdr" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/17pdr2/' title='17pdr2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/17pdr2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="QF 17 Pounder" title="17pdr2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/qf-17-pounder-batey-haosef-1/' title='QF-17-pounder-batey-haosef-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/QF-17-pounder-batey-haosef-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bateria de Qf 17 Pounder, em exposiçaõ no Museu ha-Osef - Israel" title="QF-17-pounder-batey-haosef-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/17_pounder_shellfortnelson/' title='17_pounder_shellfortnelson'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/17_pounder_shellfortnelson-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Munição AP padrão do QF 17 Pounder" title="17_pounder_shellfortnelson" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/shermanfirefly/' title='ShermanFirefly'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/ShermanFirefly-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sherman Firefly, com seu canhão QF 17 Pounder" title="ShermanFirefly" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/m10_achilles/' title='M10_Achilles'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/M10_Achilles-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="17 pdr Achilles, em La Roche en ardenne - França (foto:Jean-Pol GRANDMONT)" title="M10_Achilles" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ordnance-qf-17-pounder-o-melhor-canhao-anti-tanque-aliado-da-segunda-guerra-mundial/comet_tank_1/' title='Comet_tank_1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/Comet_tank_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tanque Comet" title="Comet_tank_1" /></a>

<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Fontes:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">WWII Equipment &#8211; <a href="http://www.wwiiequipment.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=75:17-pounder-anti-tank-gun&amp;catid=40:anti-tank&amp;Itemid=58">http://www.wwiiequipment.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=75:17-pounder-anti-tank-gun&amp;catid=40:anti-tank&amp;Itemid=58</a></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">British Weapons &#8211; <a href="http://gva.freeweb.hu/weapons/british_guns5.html">http://gva.freeweb.hu/weapons/british_guns5.html</a></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Wikipédia &#8211; <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ordnance_QF_17_pounder">http://en.wikipedia.org/wiki/Ordnance_QF_17_pounder</a></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Publicidade</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>

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<table style="border:1px solid #000000;"><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151314866" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=103883437_199.jpg&v=I" alt="Radiologia Tomografia Multi-Slice Livro E Dvd Filme" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151314866" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Radiologia Tomografia Multi-Slice Livro E Dvd Filme&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$40.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801194" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801194" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801198" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801198" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801196" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801196" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151665782" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=151665782_3817.jpg&v=I" alt="Cd Espírita Mensagens De Luz Chico Xavier" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151665782" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Cd Espírita Mensagens De Luz Chico Xavier&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$6.90</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153181187" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img2.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=153181187_6180.jpg&v=I" alt="Rota Comando- O Filme- Dvd -Novo E Lacrado" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=153181187" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Rota Comando- O Filme- Dvd -Novo E Lacrado&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$14.90</span></a></td></tr><tr><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151666383" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=145372402_2652.jpg&v=I" alt="Dvd Alemão Sobre Os Panzer Durante A Segunda Guerra Mundial" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=151666383" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">Dvd Alemão Sobre Os Panzer Durante A Segunda Guerra Mundial&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$67.00</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=154441921" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=124647948_9483.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;1 Livro + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5205557&go=/jm/item?site=MLB$$id=154441921" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;1 Livro + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$59.89</span></a></td><td align="center" valign="top"><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801287" target="_blank" style="border:none;"><img src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&f=120699058_9763.jpg&v=I" alt="KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel" style="border:1px solid #FFFFFF"></a><br><a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5672841&go=/jm/item?site=MLB$$id=148801287" target="_blank" style="font-size:11px;line-height:110%; font-weight:normal;color:;">KitÀ Prova De Fogo -&#40;2 Livros + 1 Dvd Filme&#41;  Tenda Gospel&nbsp;<span style="font-size:11px;color:;">R$72.89</span></a></td></tr><tr></tr></table>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AC1 Sentinel &#8211; O Tanque Cruzador Australiano da Segunda Guerra Mundial</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[AC1]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Sentinel]]></category>
		<category><![CDATA[Tanque Cruzador]]></category>
		<category><![CDATA[Tanque Sentinel]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando do início da Segunda Guerra Mundial, coube à Grã-Bretanha, resistir praticamente sozinha na Europa, aos ataques da poderosa Alemanha, enquanto que o Japão atacava seus territórios na Ásia. No Pacífico, os integrantes da “Commonwealth” se viam cada vez mais &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Quando do início da Segunda Guerra Mundial, coube à Grã-Bretanha, resistir praticamente sozinha na Europa, aos ataques da poderosa Alemanha, enquanto que o Japão atacava seus territórios na Ásia.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No Pacífico, os integrantes da “Commonwealth” se viam cada vez mais sob a sombra da ameaça japonesa. A Grã-Bretanha não tinha condições de enviar equipamentos em número suficiente para a defesa e, os Estados Unidos, que não estavam em guerra, não tinham uma produção grande o suficiente para atender a demanda internacional.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Foi face a esta situação, que em 1940, a Austrália decidiu projetar e criar um veículo blindado, capaz de suprir as necessidades de suas defesas blindadas. O projeto, iniciado em novembro de 1940, era de um “Tanque Cruzador” (ou Tanque de Cavalaria), um conceito criado pela Grã-Bretanha, no entre-guerras, no qual o veículo blindado (na verdade é o mesmo conceito do cruzador, aplicado no mar) deveria ser rápido e veloz, em geral com armamento intermediário, para emprego em operações independentes, sem o apoio da tradicionalmente lenta infantaria.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Como seu co-irmão canadense RAM, o AC1 (Australian Cruiser Tank Mk1) foi criado tomando como base, a motorização, o sistema de transmissão e casco inferior, do tanque médio americano M3, enquanto que a torre seguia as linhas do tanque britânico “Crusader”.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1942, o AC1 passou a ser chamado de “Sentinel&#8221; (Sentinela). A fabricação deste veículo ficou a cargo da “Chullora Tank Assembly Shops”, de Sydney, que iniciou a fabricação em série no mês de agosto de 1942. O projeto foi simplificado, passando a utilizar peças já fabricadas para outros tanques utilizados pela Austrália, uma medida necessária para aproveitar ao máximo os equipamentos fabris australianos. O casco era feito em uma peça única, assim como a torre. Este processo não era empregado em nenhum outro tanque contemporâneo.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O projeto original previa a adoção do canhão padrão QF 2 Pounder, de 40 milímetros, que seria posteriormente substituído pelo canhão QF 6 Pounder, de 57 milímetros. No entanto, a escassez deste novo armamento, obrigou o uso do canhão QF 2 Pounder, nas primeiras 65 unidades produzidas. Como armamento secundário, foram adotadas duas metralhadoras Vickers, uma no casco inferior e uma em montagem coaxial ao canhão. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para movimentar este tanque de 28 toneladas, foram aprovados os motores radiais Pratt &amp; Whitney Wasp e o Guiberson Diesel, mas não foi possível contar com a entrega de nenhuma das opções, por isso o Sentinel adotou uma configuração pouco ortodoxa, uma montagem de três motores Cadillac V8, de 5.7 litros, desenvolvendo cada um 330 hp.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Pouco depois, o AC1 “Sentinel” teve seu projeto aprimorado, dando origem ao AC3, um tanque com melhor blindagem de proteção e com armamento mais poderoso.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Na época, a Austrália dispunha de diversas peças do canhão 25 Pounder, um obus de 87,6 milímetros, que se mostrou facilmente conversível para o emprego como armamento principal do AC3. Os trabalhos para a conversão das peças já haviam se iniciado, quando então percebeu-se que a conversão era ainda mais adequada para o canhão 25 Pounder Curto. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O canhão era montado em uma torre totalmente transversal, mas que utilizava a mesma montagem do AC1. Esta era significativamente mais apertada que a do seu antecessor, mas agora o veículo tinha maior capacidade AP e também boa capacidade no uso de munições HE. A metralhadora instalada no casco e seu artilheiro, foram removidos, para permitir a armazenagem da munição do 25 Pounder. A motorização permaneceu a mesma de seu antecessor, porém agora os três motores eram montados em uma transmissão única.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1943, os EUA e a Grã-Bretanha, voltaram a fornecer regularmente equipamentos, graças à mudança na sorte da guerra. Quando o programa australiano de produção de tanques foi encerrado, em julho de 1943, um AC3 modelo já havia sido completamente terminado e a fabricação de uma série de 25 tanques já havia sido iniciada.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Numa tentativa de melhorar o poder de fogo dos tanques já produzidos, os engenheiros australianos testaram um arranjo, que simularia o recuo daquele que era considerado ao melhor armamento anti-tanque aliado à época, o canhão britânico 17 Pounder (76,2 mm). Como não havia a disponibilidade deste armamento para tal teste, os engenheiros montaram dois canhões 25 Pounder na torre, que quando disparados juntos, produziam um recuo significativamente superior ao do 17 Pounder, portanto, se o veículo suportasse tal estresse, certamente suportaria o canhão proposto. Posteriormente foi possível testar realmente o uso do 17 Pounder e, após diversos testes, foi aprovado para o uso, sendo então designado AC4.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Embora pareça estranho, os AC1 “Sentinel” foram utilizados somente para avaliações, não sendo empregados em missões operacionais. Quando o programa foi encerrado em 1943, todos os tanques produzidos foram retirados das unidades aonde eram testados e permaneceram estocados até o final da guerra, quando todos, menos três exemplares, foram desmantelados.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Um fato curioso, é que em 1943, o Batalhão de Tanques do 3º Exército, foi equipado com um esquadrão de tanques AC1. Estes tanques receberam algumas modificações para aparentarem com os tanques alemães e foram utilizados nas gravações do filme “The Rats of Tobruk”.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os três exemplares sobreviventes se encontram em exposição nos seguintes locais:</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Royal Australian Armoured Corps Tank Museum &#8211; Puckapunyal Victoria, Austrália (AC1 &#8211; NS 8030);</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Bovington Tank Museum – Dorset, Grã-Bretanha (AC1 &#8211; NS 8049);</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Treloar Technology Centre, no Australian War Memorial – Canberra, Austrália (AC3 – NS 8066).</span></span></p>
<p align="justify">
<strong>Galeria:</strong></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/ac1-sentinel/' title='AC1-Sentinel'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/AC1-Sentinel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="AC1 Sentinel, durante testes em campo" title="AC1-Sentinel" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/ac1-bovington-2/' title='AC1-Bovington-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/AC1-Bovington-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="AC1 Sentinel, em exposição no Museu de Tanques de Bovington - Dorset, GB" title="AC1-Bovington-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/ac1-bovington/' title='AC1-bovington'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/AC1-bovington-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="AC1 Sentinel, em exposição no Museu de Tanques de Bovington - Dorset, GB" title="AC1-bovington" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/ac3/' title='AC3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/AC3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="AC3, durante período de testes" title="AC3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/ac4/' title='AC4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/AC4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="AC1 com canhão QF 17  Pounder, designado posteriomente AC4" title="AC4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/qf2pounder/' title='QF2pounder'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/QF2pounder-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhão QF 2 Pounder, aqui na versão de artilharia de campo" title="QF2pounder" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/qf6pounder/' title='QF6pounder'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/QF6pounder-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhão QF 6 Pounder, aqui na versão de artilharia de campo" title="QF6pounder" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/25_pounder_short_1944/' title='25_pounder_Short_1944'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/25_pounder_Short_1944-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhão QF 25 Pounder Curto, aqui na versão de artilharia de campo" title="25_pounder_Short_1944" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/ac1-sentinel-o-tanque-cruzador-australiano-da-segunda-guerra-mundial/qf17pounder/' title='QF17pounder'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/12/QF17pounder-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canhão QF 17 Pounder, aqui na versão de artilharia de campo" title="QF17pounder" /></a>

<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p align="justify">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="412">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="131"></col>
<col span="1" width="273"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="408">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Especificações &#8211; AC1</span></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Projeto:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">1941</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Fabricante:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<h1 style="font-weight: normal;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">New South Wales Government Railways</span></span></h1>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Período de Produção:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">1942</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Unidades Fabricadas:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">65</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Peso:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">28,4 ton</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Comprimento:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">6,32 m (20 ft 9 in)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Largura:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">2,77 m (9 ft 7/8 in)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Altura:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">2,56 m (8 ft 4¾ in)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Tripulação:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">5 (Comandante, Artilheiro, Municiador/Operador, Piloto, Artilheiro Metralhador)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Blindagem:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Casco-Fronte: 65 mm;</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Casco – Laterais – 45 mm;</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Casco – Traseira: 45 mm;<br />
Torre:65 mm (em todos os lados)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Armamento Principal:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Canhão QF 2 Pounder (40mm) &#8211; 130 cargas</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Armamento Secundário</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">2 metralhadoras Vickers .303 pol (7,92mm) &#8211; 4250 cargas</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Motorização:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">3 motores Cadillac V8, de 5,7 litros, desenvolvendo 330 hp cada.</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Suspensão</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mola de Compressão Horizontal</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Alcance Operacional:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">240 km</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="131">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Velocidade:</span></span></p>
</th>
<td width="273">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">48 km/h (30 mph)</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Paciência de Israel para com o Irã diminui</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/paciencia-de-israel-para-com-o-ira-diminui/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 12:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba Atômica]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Sanções]]></category>

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		<description><![CDATA[Dieter Bednarz, Erich Follath e Christoph Schult Os líderes do Irã continuam a rejeitar compromissos quanto ao seu programa nuclear e estão a repelir a intervenção da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O Ocidente deverá responder com sanções mais &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/paciencia-de-israel-para-com-o-ira-diminui/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="selo"><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/der/"><img src="http://n.i.uol.com.br/jornais/fundo_branco/der.gif" border="0" alt="Der Spiegel" /></a></div>
<div id="credito-texto">Dieter Bednarz, Erich Follath e Christoph Schult</div>
<div style="text-align: justify;">Os líderes do Irã continuam a rejeitar compromissos quanto ao seu programa nuclear e estão a repelir a intervenção da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O Ocidente deverá responder com sanções mais rigorosas, mas é improvável que isso satisfaça Israel, que já possui planos de ataque.</div>
<p style="text-align: justify;">Seis homens sentam-se em torno de uma mesa, decidindo o futuro do mundo. Os homens, que representam os Estados Unidos, a Rússia, a China, a França, o Reino Unido e o Irã, analisam questões como: Teerã está de fato construindo uma bomba nuclear? As sanções surtem efeitos, e caso surtam, como elas deveriam ser intensificadas? Bombardear as instalações nucleares iranianas seria a única solução real, e quais seriam as consequências de tal medida?</p>
<div style="text-align: justify;">Esses homens não são políticos, mas sim cientistas e diplomatas que assumem papéis de outras pessoas. Todos eles são cidadãos israelenses. Isso não faz com que a experiência &#8211; que ocorreu duas semanas atrás no Instituto de Estudos de Segurança Nacional em Tel Aviv &#8211; seja menos espetacular. Os participantes nessa encenação, todos eles bastante familiarizados com as questões em pauta, foram capazes de adotar abordagens completamente diferentes daquelas dos políticos diante de cenários hipotéticos, pelo fato de não serem responsabilizados por nenhum resultado &#8211; positivo ou negativo &#8211; das suas decisões.</div>
<p style="text-align: justify;">O resultado do experimento deveria ter sido mantido em sigilo, mas esta parte dele vazou: o indivíduo que fazia o papel de representante dos Estados Unidos enfatizou as negociações e repeliu o confronto por muito tempo, enquanto o &#8220;Irã&#8221; se mostrava convencido de que possuía cartas excelentes neste jogo e via como remoto o risco de sanções verdadeiramente prejudiciais. &#8220;Israel&#8221; inicialmente pediu o isolamento internacional do Irã e a adoção de sanções econômicas devastadoras contra este país por parte da Organização das Nações Unidas (ONU), mas, a seguir, como último recurso, ameaçou atacar.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os planos estão prontos</strong><br />
Os resultados provavelmente agradaram ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, porque eles estão de acordo com a forma como o premiê pensa. Embora Netanyahu ainda não esteja preparado para enviar aviões de caça israelenses para bombardear as instalações nucleares iranianas, as forças armadas possuem planos prontos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Netanyahu afirmou com bastante frequência que jamais aceitará uma bomba nuclear iraniana. Ele não acredita no presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad quando este insiste que o programa nuclear do Irã tem fins exclusivamente pacíficos. Mas ele acredita em Ahmadinejad &#8211; um notório contestador da veracidade do Holocausto &#8211; quando o presidente iraniano ameaça repetidamente varrer Israel do mapa. Netanyahu traça paralelos entre a forma como a Europa procurou atender aos desejos de Hitler e a atual situação. &#8220;Estamos em 1938, e o Irã é a Alemanha&#8221;, diz o primeiro-ministro israelense. &#8220;Desta vez, porém, os judeus não permitirão que sejam usados como &#8216;cordeiros sacrificiais&#8217;&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Mas até mesmo os políticos que normalmente adotam uma postura menos radical, como o vice-primeiro-ministro Dan Meridor, ministro da Inteligência e da Energia Atômica de Israel, estão percebendo neste momento que a situação está evoluindo para um ponto crítico. Uma estreita maioria da população israelense atualmente é favorável ao bombardeio das instalações nucleares iranianas, enquanto 11% cogitariam deixar Israel caso Teerã adquirisse armas nucleares.</p>
<p style="text-align: justify;">Meridor afirma que os seus congêneres no governo dos Estados Unidos anunciam uma elevação drástica do nível de preocupação entre os vizinhos árabes moderados do Irã. &#8220;Atualmente, 90% das conversas entre os Estados Unidos e países como o Egito e a Arábia Saudita giram em torno do Irã, e 10% dizem respeito ao conflito israelense-palestino&#8221;, afirma Meridor.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estágio decisivo</strong><br />
Esta preocupação não se restringe à região. Em Washington e na União Europeia &#8211; e, mais recentemente, em Moscou &#8211; o foco deslocou-se drasticamente na direção do Irã. Após anos de manobras e dissimulações, e após um longo período de oportunidades perdidas, também por parte do Ocidente, o conflito está caminhando para um estágio decisivo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Em uma entrevista a &#8220;Der Spiegel&#8221; em meados de novembro, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, disse que não tinha a intenção de &#8220;remover da mesa&#8221; a opção militar. O seu congênere alemão, o ministro das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, participou de uma reunião no Ministério das Relações Exteriores de Israel na terça-feira passada, onde foi informado sobre os últimos relatórios de inteligência israelenses a respeito do programa nuclear iraniano. No dia seguinte, em Viena, quando estava ao lado do ganhador do Prêmio Nobel da Paz e diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohammed ElBaradei, que está deixando o cargo nesta semana, após ter chefiado a agência de fiscalização nuclear da ONU por 12 anos, Westerwelle afirmou que a &#8220;paciência da comunidade internacional para com o Irã não é infinita&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Teerã engajou-se por muito tempo em um jogo de gato e rato com a AIEA. Entretanto, como signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear, o Irã conta com privilégios &#8211; tais como assistência técnica para o uso civil da energia nuclear &#8211; e tem obrigações claramente definidas. O regime iraniano deixou repetidamente de cumprir tais obrigações, apesar de vários esforços para a promoção de entendimentos, especialmente por parte de ElBaradei. Isso gerou a fúria do governo do ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que chegou a interceptar telefonemas de ElBaradei.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">No seu relatório interno mais recente, datado de 16 de novembro de 2009, e marcado com a classificação &#8220;somente para uso oficial&#8221;, a AIEA adotou um tom incomumente duro. Segundo o relatório, é evidente que a instalação de Fordo para enriquecimento de urânio, perto da cidade de Qom, no noroeste do Irã, que os inspetores da ONU descobriram em setembro último, &#8220;precisava ter sido anunciada&#8221;, porque ela aparentemente estava em construção por um período bem maior do que o sugerido pelos iranianos. Um possível programa nuclear militar, que a liderança iraniana nega sistematicamente, gera questões &#8220;alarmantes&#8221;, segundo o relatório, enquanto Teerã continua recusando-se a permitir inspeções não anunciadas. Em suma, o relatório declara: &#8220;O Irã não cumpriu as suas obrigações. O seu comportamento não conduz ao estabelecimento de confiança&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;"><strong>A apenas um ano da bomba?</strong><br />
Por trás dos bastidores, em Viena, há sérias preocupações quanto à notícia de que o Irã poderia estar desenvolvendo um míssil de alcance intermediário Shahab-3 capaz de ser modificado para transportar armas nucleares e de atingir Tel Aviv. Há quem acredite que os cientistas iranianos conseguiram simular com sucesso a detonação de uma ogiva nuclear. A detonação é um dos problemas tecnologicamente mais difíceis na fabricação desse tipo de arma nuclear. Os especialistas acreditam que o Irã poderia demorar apenas um ano para adquirir o conhecimento e a quantidade suficiente de urânio altamente enriquecido para fazer uma verdadeira ogiva nuclear.</div>
<div style="text-align: justify;">Os relatórios de inteligência sobre uma reestruturação do Ministério da Defesa iraniano não são menos alarmantes. Segundo esses relatórios, um &#8220;Departamento de Aplicações Expandidas de Alta Tecnologia&#8221; (FEDAT) está atualmente sob grande pressão por parte do governo em Teerã para implementar um programa nuclear militar. Segundo um organograma do FEDAT obtido por &#8220;Der Spiegel&#8221;, o departamento está dividido em subdepartamentos para a mineração e enriquecimento de urânio, metalurgia, pesquisa de nêutrons, materiais altamente explosivos e suprimento de combustível nuclear (&#8220;Projeto 111&#8243;). O FEDAT é chefiado pelo misterioso Mohsen Fakhrizadeh-Mahabadi, uma das principais autoridades que a AIEA deseja entrevistar, embora Mahabadi tenha até agora se recusado a conversar com a agência.</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gestos para negociação</strong><br />
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez vários gestos ao Irã para uma negociação. Ele admitiu a ocorrência de erros históricos, como o golpe de 1953, apoiado pela Agência Central de Inteligência (CIA), que derrubou o primeiro-ministro Mohammed Mossadegh. Em uma mensagem de vídeo ao povo iraniano que coincidiu com o festival de Nowruz, que marca o início do ano novo iraniano, Obama falou sobre as grandes realizações civilizatórias da nação persa. Ele abandonou totalmente a exigência por parte de Washington de que Teerã abrisse mão do enriquecimento de urânio, algo que era uma exigência para negociações durante o governo do seu antecessor, George W. Bush.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">E Obama propôs, juntamente com outros membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e a Alemanha, um acordo de troca que permitiria que nenhuma parte saísse humilhada: o Irã enviaria uma grande parcela do seu urânio pouco enriquecido ao exterior durante um ano, à Rússia ou à Turquia, e em troca receberia elementos de combustível nuclear processado pela França.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O benefício para Teerã seria o recebimento, para o seu reator de pesquisas, de radioisótopos usados no tratamento do câncer, e dos quais o Irã necessita com urgência. O benefício para a comunidade internacional residiria no fato de que ela teria certeza de que os iranianos, durante o período coberto pelo acordo, não teriam nenhuma oportunidade de realizar as suas próprias atividades amplas de enriquecimento necessárias para a produção de urânio altamente enriquecido, o material utilizado para a fabricação de bombas nucleares.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A princípios os iranianos pareceram estar interessados, mas a seguir eles começaram a estabelecer condições. Finalmente, o ministro das Relações Exteriores, Manouchehr Mottaki, rejeitou a oferta, afirmando que Teerã não enviaria de forma alguma material radioativo para o exterior.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agarrando-se às últimas esperanças</strong><br />
Em um apelo quase desesperado, ElBaradei a seguir dirigiu-se diretamente à liderança iraniana, dizendo: &#8220;Vocês precisam se engajar em uma diplomacia criativa. Precisam entender que esta é a primeira vez em que contam com um compromisso genuíno por parte de um presidente norte-americano de conversar com vocês integralmente, com base no respeito e sem impor condições&#8221;. Nos seus últimos dias no cargo, o chefe da AIEA agarra-se à esperança de que ainda haja uma resposta final.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Mas atualmente o Irã prefere os gestos ameaçadores aos compromissos de qualquer tipo. Os iranianos ficaram tão furiosos devido a uma resolução apresentada pela Alemanha à diretoria da AIEA na última quinta-feira, que foi apoiada por Washington, Moscou e Pequim, que ameaçaram limitar a sua cooperação com a ONU. A resolução, que foi aceita no dia seguinte por uma grande maioria, consiste essencialmente em uma demanda de garantias por parte de Teerã de que o Irã não manterá em funcionamento nenhuma outra instalação nuclear não declarada. Em uma das maiores manobras militares dos últimos anos, a liderança iraniana passou cinco dias exibindo todos os seus equipamentos militares disponíveis, quase que como estivesse se preparando para o pior.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Mas a exibição de tanques e aviões de caças iranianos não tinha como intenção apenas intimidar o &#8220;agressor sionista&#8221; e os seus aliados. Os mulás também utilizaram a manobra para demonstrar a sua determinação e capacidade de agir no cenário interno, onde o regime está em conflito com a oposição nos últimos seis meses. Desde a eleição presidencial iraniana em junho passado, quando o inflexível Ahmadinejad privou o seu adversário reformista Mir Houssein Mousavi da vitória por meio de suposta fraude eleitoral, a oposição não dá trégua.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pagando o preço</strong><br />
O regime leva bastante a sério os gritos de protesto &#8220;Allahu akbar&#8221; (&#8220;Deus é grande&#8221;) e &#8220;Marg bar Dictator&#8221; (&#8220;Morte ao ditador&#8221;). Nos meses da revolução, em 1978 e 1979, milhões de iranianos usaram os mesmos slogans em protestos contra o xá Mohammad Reza Pahlavi e o seu brutal serviço de inteligência, o Savak.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Dezenas de apoiadores do &#8220;Movimento Verde&#8221; já pagaram pelos protestos com as suas vidas, e pelo menos 4.000 opositores do regime foram presos. Embora muitos deles tenham sido libertados alguns dias depois, os relatos de torturas e estupros só fizeram aumentar o ódio da população pelo regime. O idoso grande-aiatolá Hossein Ali Montazeri, que contestou a legitimidade do regime e declarou uma fatwa afirmando que as bombas nucleares são &#8220;anti-islâmicas&#8221;, está mais uma vez sob prisão domiciliar.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;O inimigo está por toda parte&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A liderança aumentou a pressão mais uma vez nas últimas semanas. Ela fortaleceu a temida Guarda Revolucionária, ou Pasdaran, formada por indivíduos que são considerados os apoiadores mais leais do regime, acrescentando a ela duas novas unidades para &#8220;combater as operações psicológicas do inimigo&#8221;. Uma outra nova unidade foi criada para monitorar os sites oposicionistas na Internet e combater &#8220;insultos e a disseminação de mentiras&#8221;. Essas unidades estão sob o comando da procuradoria-geral de Teerã, famosa pelos seus julgamentos teatrais. O país encontra-se em uma &#8220;guerra suave&#8221;, segundo o general da Pasdaran, Mohammad Bagher Zolghadr, &#8220;e o inimigo está por toda parte&#8221;. Um dos alvos da última onda de repressão foi a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Shirin Ebadi, cujo prêmio foi confiscado pelas autoridades.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A ira popular não está voltada apenas para o &#8220;ladrão de votos&#8221; no gabinete presidencial. Muitos acreditam que Ahmadinejad seja apenas um fantoche do líder revolucionário, o aiatolá Ali Khamenei, que anteriormente era praticamente intocável. Ele é o homem forte do poder; o homem que controla os serviços de inteligência, as forças armadas, a Guarda Revolucionária e as odiadas milícias Basij. É ele que determina as características básicas da política de governo e decide o rumo seguido pelo Irã no conflito em torno da questão nuclear.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Disposto a fazer acordos?</strong><br />
Mas até que ponto a liderança do país é capaz, neste momento, de agir? Será que ela levará em consideração a comunidade global neste conflito em torno do seu programa nuclear, ou o regime vê o confronto com o Ocidente como a sua oportunidade de sobrevivência?</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Segundo fontes conservadora em Teerã, o presidente Ahmadinejad recentemente deixou de se dispor a fazer acordos. Ele aparentemente esperava que poderia melhorar a sua reputação, altamente prejudicada devido ao desastre eleitoral, pelo menos no cenário internacional. Isso, segundo fontes em Teerã, explica por que motivo o principal negociador nuclear iraniano, Saeed Jalili, acenou com uma disposição a fazer concessões no histórica reunião de cúpula sobre a questão nuclear no início de outubro, em Genebra, um encontro no qual uma autoridade iraniana ficou frente a frente com uma autoridade graduada do &#8220;Grande Satã&#8221; pela primeira vez desde a revolução iraniana. Mas, para Khamenei, o acordo &#8211; o processamento de urânio no exterior, em troca de combustível nuclear &#8211; era inadmissível. Ironicamente, Mousavi, o político oposicionista, concorda com Khamenei.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Um motivo fundamental para a autoconfiança exibida pelos políticos iranianos é que eles não acreditam que Israel arriscar-se-ia de fato a atacar o Irã. Especialistas dos Estados Unidos também advertem contra o bombardeio de instalações nucleares iranianas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">David Albright, diretor da organização de pesquisas políticas ISIS, situada em Washington, acredita que um &#8220;ataque cirúrgico&#8221; contra as instalações nucleares seria totalmente impossível. Segundo Albright, ninguém sabe quantas instalações nucleares o Irã possui, e as centrífugas das instalações existentes, como Natanz, estão aparentemente instaladas em túneis escavados tão profundamente no subsolo que nem mesmo bombas especificamente projetadas para a destruição de bunkers seriam capazes de destruir qualquer coisa.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Os israelenses, por outro lado, acreditam que o Irã só está procurando ganhar tempo. O Mossad, a agência de inteligência de Israel, não começou a focar-se no Irã depois que Netanyahu chegou ao poder. As operações da agência há muito tempo já estavam dirigidas contra o Irã. Enviados israelenses visitam discretamente companhias europeias que exportam produtos para o Irã. Quando agitados executivos alemães insistem que os seus produtos são utilizados para fins estritamente civis, os israelenses apresentam fotos mostrando os componentes europeus instalados em uma das usinas nucleares iranianas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chances de sucesso</strong><br />
&#8220;O Ocidente aprova as sanções da ONU de dia e negócios com o Irã à noite, e Ahmadinejad aproveita-se dessa ambivalência&#8221;, disse a &#8220;Der Spiegel&#8221; o ministro israelense do Comércio, Binyamin Ben-Eliezer. Ben-Eliezer, um general da reserva, acredita de forma otimista que o Irã possa ser contido, mas ele acha que isso exigiria um embargo total: &#8220;Nada poderia entrar ou sair&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Com a economia iraniana enfraquecida, o regime sob pressões internas após a contestação dos resultados eleitorais e os russos distanciado-se do Irã, as chances de que as sanções tenham sucesso jamais foram tão boas, afirmam alguns diplomatas em Teerã.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O regime do Irã não é irracional&#8221;, garante o ministro da Inteligência Dan Meridor. Segundo Meridor, Ahmadinejad só tomará uma decisão contrária à fabricação da bomba atômica caso a posse desta arma ameace a sobrevivência do regime.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Outros, no entanto, acreditam que o cronograma para a escalada desse problema já existe, e que o conflito está caminhando para um ponto crítico. Eles acreditam que sanções mais duras terão início na primavera de 2010, seguidas de bombardeios aéreos talvez no verão de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, um membro do governo iraniano já fez ameaças preventivas: &#8220;Se o inimigo quiser testar o seu azar e disparar um míssil contra o Irã, antes que a poeira baixe os mísseis balísticos iranianos atingirão o coração de Tel Aviv&#8221;.</p>
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		<title>Congresso hondurenho rejeita restituição de Manuel Zelaya</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 09:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Congresso de Honduras rejeitou nessa quarta a restituição de Manuel Zelaya, por 111 votos contra a volta do presidente deposto ao poder e 14 a favor. Dessa forma, o parlamento ratificou a decisão tomada no dia 28 de junho, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/12/congresso-hondurenho-rejeita-restituicao-de-manuel-zelaya/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Congresso de Honduras rejeitou nessa quarta a restituição de Manuel Zelaya, por 111 votos contra a volta do presidente deposto ao poder e 14 a favor. Dessa forma, o parlamento ratificou a decisão tomada no dia 28 de junho, que destituiu Zelaya, levado à Costa Rica horas antes por um grupo de militares. O resultado, segundo o próprio governante deposto, representa um &#8220;delito&#8221;, classificado por ele como &#8220;vergonhoso&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma sessão que durou mais de sete horas e entrou a madrugada de quinta-feira, o Congresso cumpriu a responsabilidade que lhe foi atribuída pelo Acordo Tegucigalpa-San José, assinado em outubro por representantes de Zelaya e do governo <em>de facto</em>, liderado por Roberto Micheletti.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado final superou por larga margem a maioria exigida por lei para que o presidente deposto não voltasse ao cargo &#8211; dois terços dos parlamentares. &#8220;O povo hondurenho deve saber que a maioria dos deputados que ratificaram seu delito são cúmplices confessos, que estão de acordo com o sangue derramado por mártires&#8221;, disse Zelaya por telefone.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O que vai acontecer agora? Continuo na embaixada do Brasil lutando pela condenação da ditadura e agora também contra a fraude eleitoral que aconteceu no domingo. As eleições não representam uma saída para o país&#8221;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Zelaya, para quem o resultado da votação de hoje &#8220;é vergonhoso para a nação&#8221; afirmou ainda que &#8220;o mundo inteiro deve saber que a maioria dos deputados golpistas ratificou o golpe contra o presidente constitucional&#8221;. &#8220;Além disso, digo ao povo e à comunidade internacional que minha luta é pacífica e que continuo com meus princípios democráticos&#8221;, garantiu.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente deposto afirmou que no Congresso Nacional &#8220;havia 24 deputados que desde o princípio rejeitaram o golpe&#8221;, e que exigiam sua restituição ao poder, embora na votação de dessa quarta apenas 14 dos 128 parlamentares manifestaram apoio a ele. Em carta divulgada após a sessão, Zelaya disse que os hondurenhos &#8220;conheceram um a um os deputados e deputadas que traíram o Congresso e a democracia no dia 28 de junho (&#8230;) e violaram a Constituição&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Centenas de manifestantes pró-Zelaya que durante a manhã de hoje se concentraram próximo ao Congresso deixaram pouco a pouco o local sem tumultos, apesar do forte esquema de segurança em torno do parlamento.</p>
<p>Fonte: <a title="EFE / Terra News" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/golpehonduras/noticias/0,,OI4135989-EI14129,00-Congresso+hondurenho+rejeita+restituicao+de+Manuel+Zelaya.html" target="_blank">EFE/Terra News</a></p>
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		<title>Conservador, Porfírio Lovo vence eleições em Honduras</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 10:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porfírio &#8220;Pepe&#8221; Lobo, candidato conservador e opositor do presidente deposto Manuel Zelaya, venceu as eleições presidenciais de domingo em Honduras. O resultado da apuração de quase dois terços das urnas indica que Lobo foi eleito com quase 56% dos votos. &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/conservador-porfirio-lovo-vence-eleicoes-em-honduras/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1277" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Porfirio-Lovo.jpg"><img class="size-medium wp-image-1277" title="Porfirio Lovo" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Porfirio-Lovo-300x224.jpg" alt="Porfirio Lovo" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Porfirio Lovo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Porfírio &#8220;Pepe&#8221; Lobo, candidato conservador e opositor do presidente deposto Manuel Zelaya, venceu as eleições presidenciais de domingo em Honduras. O resultado da apuração de quase dois terços das urnas indica que Lobo foi eleito com quase 56% dos votos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as autoridades, mais de 60% dos eleitorado compareceu às urnas, apesar de campanhas por abstenção promovidas por simpatizantes de Zelaya, que defendeu a anulação do pleito. &#8220;Aqui não há vencedores ou vencidos, ganhou o povo hondurenho&#8221;, disse Lobo, do Partido Nacional de Honduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Lobo foi parabenizado pelo seu principal rival, o liberal Elvin Santos, que recebeu 38% dos votos. &#8220;Ao presidente eleito, dizemos: conte conosco&#8221;, disse Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em comício para celebrar os resultados das eleições deste domingo, Lobo declarou que parabenizava &#8220;o povo hondurenho que, apesar de todas as ameaça, saiu de casa para votar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Creio que Elvin Santos fará uma oposição muito cívica, formaremos um governo de unidade e integração&#8221;, afirmou. Lobo pediu ainda para que seja iniciado um diálogo com o movimento de oposição e resistência ao governo interino &#8220;para iniciar um processo de reconciliação de toda a família hondurenha&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o discurso, vários simpatizantes de &#8220;Pepe&#8221; Lobo saíram às ruas de Tegucigalpa comemorando a vitória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comparecimento</strong><br />
Os números oficiais falam em abstenção de menos de 40%, menor do que os 45% registrados em 2005. Mas a oposição, partidária do presidente deposto Manuel Zelaya, que encontra-se refugiado na embaixada brasileira, contesta estes números, afirmando que a abstenção teria sido de 65%.</p>
<p style="text-align: justify;">O comparecimento eleitoral era tido como ponto de embate entre as duas frentes na luta pela legitimidade do pleito. A comunidade internacional está dividida sobre o reconhecimento das eleições. Brasil, Argentina, Venezuela e Nicarágua estão entre os países que afirmam que o pleito é ilegítimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os Estados Unidos, que tinham condenado a deposição do presidente eleito Manuel Zelaya, dizem acreditar que o pleito é a melhor forma de resolver a crise política hondurenha. Muitos países disseram que vão esperar o desenrolar das eleições para se pronunciar.</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo, Zelaya pediu para que os EUA apoiassem uma eventual anulação do pleito e repetiu que não voltaria ao poder se o Congresso aprovasse sua restituição na votação prevista para a quarta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">O único incidente registrado durante as eleições gerais hondurenhas aconteceu no norte do país cidade de San Pedro Sula, onde a polícia reprimiu manifestantes que faziam campanha pela abstenção. A oposição fala que dezenas de pessoas foram detidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do cargo de presidente, estavam na disputa 128 assentos no legislativo e 298 de representantes locais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crise</strong><br />
A crise política em Honduras teve início em 28 de junho, quando o presidente eleito do país, Manuel Zelaya, foi destituído do cargo pelas Forças Armadas, acusado de violar a Constituição do país, e em seu lugar assumiu um governo interino, liderado pelo antigo presidente do Congresso, Roberto Micheletti.</p>
<p style="text-align: justify;">A deposição foi condenada por diversos países, entre eles o Brasil e os Estados Unidos, além de organizações como a OEA e a União Europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Zelaya voltou clandestinamente a Honduras e se abrigou na embaixada do Brasil, onde está desde o mês de setembro. Na próxima quarta-feira, como parte de um acordo intermediado pelos Estados Unidos, o Congresso deve votar se Zelaya voltará a ocupar a Presidência até o final de seu mandato em 27 de janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Micheletti afastou-se do cargo provisoriamente, podendo voltar ao poder dependendo da decisão do Congresso no dia 2.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a title="Terra" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4129560-EI8140,00-Opositor+de+Zelaya+vence+eleicao+presidencial+em+Honduras.html" target="_blank">Terra</a></p>
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		<title>Diários sexuais revelam o lado suave de Mussolini</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Alexander Smoltczyk &#8211; Der Spiegel A amante de Mussolini, Clara Petacci, registrou detalhes íntimos do seu relacionamento com &#8220;Il Duce&#8221; no seu diário. Os diários dela, recém-publicados, revelam Mussolini como sendo um viciado em sexo e antissemita que achava &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/diarios-sexuais-revelam-o-lado-suave-de-mussolini/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por: Alexander Smoltczyk &#8211; Der Spiegel</p>
<p style="text-align: justify;">A amante de Mussolini, Clara Petacci, registrou detalhes íntimos do seu relacionamento com &#8220;Il Duce&#8221; no seu diário. Os diários dela, recém-publicados, revelam Mussolini como sendo um viciado em sexo e antissemita que achava Hitler &#8220;muito agradável&#8221; &#8211; e que ocasionalmente sofria de impotência.</p>
<p>Em determinada ocasião, o &#8220;pequeno Führer&#8221; de Il Duce aparentemente o deixou na mão. &#8220;Era como se eu fosse feito de madeira. Nem um só pelo do meu corpo ficou ereto&#8221;, disse Benito Mussolini, surpreso. Maria José di Savoia, a mulher do rei Umberto 2º, fez tudo o que pode para seduzir o líder dos fascistas italianos na praia. Mas Benito simplesmente não foi capaz de corresponder às iniciativas de Maria José. &#8220;Eu não era um homem, mas sim um político&#8221;, disse ele.</p>
<p>Pelo menos foi dessa forma que Mussolini, que foi o primeiro-ministro da Itália durante 21 anos e que era conhecido como &#8220;Il Duce&#8221;, descreveu mais tarde a cena para a sua amante Clara &#8220;Claretta&#8221; Petacci, que a seguir registrou as palavras dele no seu diário.</p>
<p>Esses diários foram publicados pela primeira vez na semana passada, provocando uma consternação considerável em um dos descendentes de Mussolini. &#8220;Hoje em dia essa mulher seria condenada por espreitar os outros&#8221;, afirma Alessandra Mussolini, neta de Il Duce. Ela insiste que &#8220;nem uma só palavra&#8221; escrita por Petacci sobre o seu avô é verdadeira.</p>
<p><strong>&#8220;O seu gigante&#8221;</strong><br />
Os Mussolini nunca tiveram muita simpatia por Petacci, a única mulher que foi fiel a Mussolini literalmente até o final amargo.</p>
<p>O pai dela era um médico do Vaticano, e, quando adolescente, ela escrevia poemas sobre o &#8220;Duce, mio grandissimo Duce&#8221;. Ela tornou-se amante dele aos 19 anos. Em 1936, após uma separação de dois anos, ela tornou-se a principal e permanente concubina de Mussolini, a única que tinha direito a guarda-costas, um motorista e aposentos no Palazzo Venezia.</p>
<p>Ela o chamava de &#8220;Ben&#8221;, e ele referia-se a si próprio, de forma nada modesta, como &#8220;o seu gigante&#8221;. Diante de Claretta, sua confidente, ele reclamava das botas apertadas que tinha que usar sempre. Uma versão sentimentalizada da história dela foi transformada em filme em 1984, tendo Claudia Cardinale no papel principal.</p>
<p>Mussolini tinha tanta obsessão por sexo quanto pelo seu próprio poder. Até o dia da sua remoção do poder, 25 de julho de 1943, &#8220;todas as tardes uma mulher era trazida para ele&#8221;, recorda-se o seu criado, Quinto Navarra. As mulheres eram registradas no livro de hóspedes como &#8220;visitantes fascistas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Houve ocasiões em que eu tive 14 mulheres, e pegava três ou quatro delas todas as noites, uma após a outra&#8221;, disse Mussolini. Mas agora, insistiu ele, Claretta era a única. &#8220;Amore&#8221;, disse ele. &#8220;Por que você se recusa a acreditar em mim?&#8221;.</p>
<p>Mussolini passou grande parte da noite anterior a 13 de março de 1938, quando a Áustria foi anexada ao Reich alemão no Anschluss, tentando persuadir Claretta a não ser ciumenta, e os seus esforços tiveram sucesso. Ela escreveu: &#8220;Nós fizemos amor como nunca antes, até ele sentir dor no coração, e depois fizemos de novo. Depois disso ele adormeceu, exausto e feliz.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;O seu precioso corpinho só tremerá para mim&#8221;</strong><br />
O próprio Mussolini era altamente ciumento e certificava-se de que cada movimento da sua &#8220;bambina&#8221; fosse observado. &#8220;O seu precioso corpinho só tremerá para mim&#8221;, disse ele a Claretta, que era 29 anos mais nova do que ele. Petacci escreveu para passar o tempo que ficava esperando por ele. Ela escrevia rápida e abundantemente, tendo redigido quase 2.000 páginas só em 1938. Escrever era uma &#8220;terapia&#8221; para Petacci, segundo o editor Mauro Suttora, &#8220;porque ela passava os dias sem fazer nada, a não ser viver para Mussolini&#8221;.</p>
<p>Entretanto, em sua maioria as conversas de alcova registradas por Petacci, intercaladas de críticas à mulher de Mussolini, Ráchele, são um registro de vício em sexo, paixão inconsequente e hipocrisia. Em uma ocasião, por exemplo, Mussolini chora ao descrever os horrores da guerra na Espanha, onde 150 crianças tinham acabado de ser mortas em um bombardeio aéreo. &#8220;Imagine só, prédios inteiros destruídos, como se fossem feitos de papelão&#8221;. Mas a Itália havia ordenado a intensificação do bombardeio.</p>
<p>Houve várias publicações questionáveis nos últimos anos descrevendo Mussolini como um homem induzido, uma figura trágica que foi obrigada por Hitler a perseguir os judeus. Mas as notas de alcova de Petacci deixam pouca dúvida de que Mussolini era um completo antissemita. &#8220;Eu sou racista desde 1921&#8243;, confidenciou Mussolini a Petacci em agosto de 1938. &#8220;Eu não sei como eles podem acreditar que estou simplesmente imitando Hitler, que naquela época não tinha sequer nascido. É preciso dar aos italianos um senso de raça, de forma que eles não produzam mestiços, e não arruínem aquilo que há de belo em nós&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;Hitler realmente gosta muito de mim&#8221;</strong><br />
Após retornar da Conferência de Munique em 1938, ele declarou a Claretta. &#8220;O Führer é muito agradável&#8221;, disse Il Duce à sua amante. &#8220;Hitler é no fundo uma pessoa emotiva. Quando ele me viu, brotaram lágrimas dos seus olhos. Ele realmente gosta muito de mim&#8221;.</p>
<p>No entanto, Mussolini ficava meio irritado com as explosões de fúria de Hitler. &#8220;Centelhas saíram dos olhos dele, o seu corpo tremia, e ele só conseguiu se controlar com dificuldade. Eu, por outro lado, permaneci completamente calmo&#8221;. Na opinião de Mussolini, foi ele que salvou a conferência. &#8220;Fui eu que os trouxe de volta à questão pertinente. Eles se perderam na discussão. Hitler sinceramente me adora&#8221;.</p>
<p>Depois da conferência, Mussolini e Petacci tiraram férias em uma praia. Mussolini, enquanto folheava jornais franceses, ficou de repente de mau humor. &#8220;Esses judeus repulsivos&#8230; Eles deveriam ser todos destruídos&#8221;, disse Mussolini. &#8220;Eu criarei um banho de sangue da mesma forma que os turcos fizeram. Eu os isolarei e os aprisionarei. Eles conhecerão o punho de ferro de Mussolini. É hora de os italianos perceberem que não podem mais ser explorados por essas serpentes&#8221;.</p>
<p>Cinco semanas depois, ele colocou em vigor uma nova lei racial que declarava os &#8220;casamentos mistos&#8221; inválidos. Quando o papa Pio 11 fez objeções, Mussolini ficou furioso. &#8220;Nunca antes um papa prejudicou tanto a religião. Ele já perdeu quase o mundo inteiro&#8221;. E Mussolini continuou: &#8220;Ele faz coisas desonrosas. Como ele pode dizer que nós e os semitas somos iguais? Nós lutamos contra eles durante centenas de anos, e os odiamos&#8221;.</p>
<p>Essa é uma história antiga, e que não é exclusiva da Itália: a história de homens baixos e poderosos que têm o coração entre as pernas, cercam-se de garotas de cabaré e, no final, só sentem atração por coisas que são ainda mais poderosas e inescrupulosas do que eles. Uma sentença que Petacci atribuiu a Mussolini, &#8220;Eu sou como Napoleão&#8221;, poderia muito bem ter sido proferida por um dos seus sucessores modernos, alguém que gosta de ser chamado, não de Il Duce, mas de Il Cavaliere ou &#8220;Papi&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Doces nulidades</strong><br />
Após ter sido deposto em 1943, Mussolini, com o auxílio de Hitler, criou o Estado fantoche da República de Salò, no Lago Garda. Carletta ficou para trás, em Roma, mas o casal acabou se reunindo e, após fugirem e serem presos por militantes italianos, ela e Il Duce foram executados juntos em abril de 1945.</p>
<p>Petacci entregou os seus diários à condessa Rina Cervis. Em 1950, a polícia os desenterrou no lugar onde tinham sido escondidos, no jardim da condessa. Depois disso, eles foram mantidos em uma caixa no arquivo nacional, e só foram divulgados 70 anos após terem sido redigidos.</p>
<p>Mas será que os registros não passam de &#8220;conversas de alcova&#8221;, como alegam alguns especialistas em Il Duce? E, no caso de Petacci, será que o velho ditado romano se aplica? &#8220;Diga à sua amante tudo, e não apenas a verdade&#8221;.</p>
<p>&#8220;É claro que não vale a pena discutir as doces nulidades. Mas as supostas observações sobre politica são interessantes&#8221;, afirma Lutz Klinkhammer, do Instituto Histórico Alemão em Roma. &#8220;Quando se trata de política, por que Mussolini desejaria esconder tudo dela?&#8221; questiona Klinkhammer. &#8220;Pettaci não estava interessada em política. Por exemplo, as anotações dela sobre o antissemitismo de Il Duce basicamente confirmam as conclusões das nossas mais recentes pesquisas&#8221;.</p>
<p>Quando a minúscula República Salò chegou ao fim, em abril de 1945, Mussolini ofereceu à sua amante a opção de fugir para a Espanha, mas Petacci recusou. Pouco tempo depois, ela estava pendurada de cabeça para baixo, ao lado de Il Duce, sobre a Piazzale Loreto, em Milão, tendo sido fuzilada por militantes. Um homem que estava no local teria dito: &#8220;Uma coisa pode ser afirmada a respeito dela: ela tinha belas pernas&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a title="UOL News" href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/11/27/ult2682u1402.jhtm" target="_blank">UOL News</a></p>
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		<title>Reconhecer eleições em Honduras seria legitimar golpe, diz Amorim</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Honduras]]></category>
		<category><![CDATA[Intromissão]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou nesta quinta-feira em Manaus que o Brasil &#8220;não vai reconhecer&#8221; as eleições de Honduras, marcadas para este domingo. &#8220;Um golpe de Estado não pode ser legitimado&#8221;, disse Amorim, referindo-se à realização do &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/reconhecer-eleicoes-em-honduras-seria-legitimar-golpe-diz-amorim/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou nesta quinta-feira em Manaus que o Brasil &#8220;não vai reconhecer&#8221; as eleições de Honduras, marcadas para este domingo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um golpe de Estado não pode ser legitimado&#8221;, disse Amorim, referindo-se à realização do pleito sem que o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, tenha sido reconduzido antes ao seu posto.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro afirmou que, embora a posição brasileira seja oposta à dos Estados Unidos nesta questão, não há um confronto entre os dois países.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo dos Estados Unidos defende que o reconhecimento do resultado das eleições presidenciais em Honduras pode ajudar a colocar um fim à crise política que se instalou no país desde a deposição de Zelaya, em 28 de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Certamente no princípio os americanos também condenam o golpe, mas talvez por termos (na América Latina) sofrido na pele com golpes, seja diferente&#8221;, disse Amorim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8216;Branqueamento&#8217;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Também em Manaus, o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, afirmou nesta quinta-feira que a solução defendida pelos Estados Unidos para crise em Honduras representa o &#8220;branqueamento&#8221; de um &#8220;golpe de Estado preventivo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não se deveria reconhecer como legítima (a eleição de domingo) porque isso seria uma tentativa de branqueamento de um golpe de Estado. E, para nós, isto é algo extremamente grave, sobretudo se vem acompanhada da ideia de um golpe preventivo&#8221;, disse Garcia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Brasil não vai legitimar o branqueamento de um golpe.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se a comunidade internacional e Honduras querem legitimar estas eleições, vão ser responsabilizadas, no mínimo, pelo que vier a acontecer em Honduras. Podemos ter um longo período de instabilidade num Estado que era &#8216;tranquilinho&#8217;&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8216;Divergência&#8217;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Marco Aurélio Garcia mostrou a mesma posição de Amorim e negou que haja &#8220;crise&#8221; ou &#8220;confronto&#8221; entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O que há são divergências em alguns pontos, como nesta questão de Honduras&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ressaltou que não vê muitas possibilidades de Brasil e Estados Unidos afinarem suas posições em relação ao país-centro americano. &#8220;O tempo agora está contra nós&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Amorim e Garcia estão acompanhando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Manaus na Cúpula dos Países Amazônicos e França, que discute uma posição comum para a conferência da ONU sobre clima, que acontece em Copenhague, na Dinamarca, entre 7 e 18 de dezembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos oito chefes de Estados convidados por Lula para a cúpula de Manaus, no entanto, estarão presentes no encontro apenas o líder da Guiana, Bharrat Jagdeo, e o francês Nicolas Sarkozy.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a Cúpula, Amorim relativizou a ausência dos presidentes convidados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se não fosse pela iniciativa do presidente Lula, nem essa reunião de ministros teríamos aqui&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Todos os que estão aqui são representantes plenipotenciários de seus países, então não há esvaziamento da reunião&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a title="BBC News" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091127_marcoaurelio_vale.shtml" target="_blank">BBC News</a></p>
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		<title>Suprema Corte recomenda que Zelaya não volte à Presidência</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Honduras]]></category>
		<category><![CDATA[Zelaya]]></category>

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		<description><![CDATA[A Suprema Corte de Justiça de Honduras afirmou, em comunicado, que o presidente deposto, Manuel Zelaya, não deve ser restituído enquanto pesarem sobre ele pendências judiciais. “Enquanto esteja enfrentando casos judiciais, ele (Zelaya) não pode regressar ao poder”, afirmou o &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/suprema-corte-recomenda-que-zelaya-nao-volte-a-presidencia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Suprema Corte de Justiça de Honduras afirmou, em comunicado, que o presidente deposto, Manuel Zelaya, não deve ser restituído enquanto pesarem sobre ele pendências judiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Enquanto esteja enfrentando casos judiciais, ele (Zelaya) não pode regressar ao poder”, afirmou o porta-voz da Suprema Corte, Danilo Izaguirre, resumindo as recomendações entregues ao parlamentares hondurenhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o rechaço à restituição de Zelaya, a Suprema Corte ratifica a decisão tomada em agosto, quando avaliou a constitucionalidade da manobra que resultou na destituição do presidente eleito.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Tribunal, Jorge Rivera, afirmou à imprensa que por causa das pendências judiciais que Zelaya ainda possui, a Corte não aprofundará a questão da restituição do presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem ordens de prisão pendentes contra Zelaya por supostos delitos relacionados a uma consulta popular que pretendia realizar em 28 de junho. Além disso, pesam sobre ele outras acusações posteriores à sua saída da Presidência por supostos delitos administrativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acordo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As recomendações da Suprema Corte formam o último dos quatro pareceres que o Parlamento havia solicitado para vários setores do poder público.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do Tribunal, o Ministério Público, a Procuradoria Geral da República e a Comissão Nacional de Direitos Humanos já haviam emitido suas recomendações sobre a eventual restituição do presidente deposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Os parlamentares devem se reunir na próxima semana – após as eleições gerais, marcadas para domingo – para avaliar a possibilidade de Zelaya retomar a Presidência, seguindo os termos previstos no acordo Tegucigalpa-San José, firmado em outubro entre o líder deposto e o governo interino, liderado por Roberto Micheletti.</p>
<p style="text-align: justify;">O acordo prevê ainda que o Congresso decida sobre a volta do presidente eleito ao poder apenas após analisar as quatro opiniões.</p>
<p style="text-align: justify;">As resoluções apresentadas aos parlamentares podem não influenciar diretamente na decisão do Congresso, mas representam um golpe duro para as aspirações de Zelaya, que insiste que a saída para a crise política no país exige como primeiro passo sua restituição ao cargo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última semana, Zelaya pareceu haver abandonado toda a esperança quando deu por morto o acordo assinado em outubro. Apesar disso, fontes diplomáticas que promovem a negociação entre as duas partes em Honduras afirmaram à BBC Mundo que “o acordo segue funcionando”.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente deposto, que está refugiado na embaixada brasileira em Tegucigalpa desde o seu retorno ao país, em 21 de setembro, não pode sair da sede diplomática por conta das pendências judiciais, já que se sair da embaixada, pode ser preso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eleições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Tribunal Eleitoral informou na quinta-feira que já distribuiu o material eleitoral em todo o país e também nos centros de votação de que foram instalados em algumas cidades dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">O juiz suplente do Supremo Tribunal Eleitoral, Denis Gómez, afirmou à BBC Mundo que apesar dos rumores, “as eleições de domingo irão acontecer”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós, como Tribunal, administramos o aspecto da legalidade e da legitimidade, portanto para nós não ponto de retorno”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Como uma tentativa de ratificar a normalidade do processo, o Tribunal destaca a chegada a Honduras de vários observadores internacionais, apesar de todos eles terem sido enviados por organizações acadêmicas e nenhum por algum organismo multilateral.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na quinta-feira, o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou que o Brasil &#8220;não vai reconhecer&#8221; as eleições de Honduras.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um golpe de Estado não pode ser legitimado&#8221;, disse Amorim, referindo-se à realização do pleito sem que o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, tenha sido reconduzido antes ao seu posto.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro afirmou que, embora a posição brasileira seja oposta à dos Estados Unidos nesta questão, não há um confronto entre os dois países.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo dos Estados Unidos defende que o reconhecimento do resultado das eleições presidenciais em Honduras pode ajudar a colocar um fim à crise política que se instalou no país desde a deposição de Zelaya, em 28 de junho.</p>
<p>Fonte: <a title="BBC News" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091127_honduras_corte_np.shtml" target="_blank">BBC News</a></p>
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		<title>Graf Zeppelin &#8211; O Porta-Aviões alemão</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Flugzeugträger]]></category>
		<category><![CDATA[Graf Zeppelin]]></category>
		<category><![CDATA[Kriegsmarine]]></category>
		<category><![CDATA[Porta-Aviões]]></category>

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		<description><![CDATA[Em abril de 1934, o Alto Comando da Kriegsmarine (OKK) solicitou junto a Wilhelm Hadeler (que fora por nove anos, Professor Assistente de Construção Naval da Universidade de Berlim), a confecção de um projeto preliminar para a construção de um &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em abril de 1934, o Alto Comando da Kriegsmarine (OKK) solicitou junto a Wilhelm Hadeler (que fora por nove anos, Professor Assistente de Construção Naval da Universidade de Berlim), a confecção de um projeto preliminar para a construção de um Porta-Aviões.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1935, a Alemanha foi autorizada a construir Porta-Aviões, com deslocamento máximo de 38500 toneladas, através do Acordo Naval Anglo-Alemão, assinado em 18 de junho. Como consequência, Adolf Hitler anunciou oficialmente que a Alemanha iria construir Porta-Aviões, como forma de aumentar o poderio da Kriegsmarine. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No outono de 1935 (primavera no HS), um oficial da Luftwaffe, um da Kriegsmarine e um construtor, foram enviados ao Japão, para obterem os projetos dos equipamentos necessários para o deck de vôo. Nesta missão, também visitaram o porta-aviões japonês Akagi. A encomenda formal do primeiro porta-aviões da Kriegsmarine, foi feita em 16 de novembro de 1935.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A quilha foi batida um ano após a encomenda do navio, em 28 de dezembro de 1936. Mantendo uma tradição alemã, nenhuma embarcação recebia seu nome antes do seu lançamento, assim a belonave era chamada apenas de </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Flugzeugträger</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> A&#8221; (&#8220;Porta-Aviões A&#8221;). </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1938, o Gross Admiral Erich Raeder apresentou o ambicioso programa de construção naval, conhecido como “Plano Z”, onde estava prevista a construção de quatro porta-aviões até 1945. No ano seguinte, o programa foi revisto, reduzindo a quantidade de porta-aviões para dois. Finalmente, em 8 de dezembro de 1938, o porta-aviões alemão é lançado, sendo então batizado de “Graf Zeppelin” (Conde Zeppelin). A honra do batismo coube à filha do conde Zeppelin, condessa </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Hella von Brandenstein-Zeppelin</em></span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1939, quando da eclosão da Segunda Guerra Mundial, o porta-aviões já estava próximo de ser concluído, mas nem tudo eram flores. O sonho do porta-aviões alemão não era compartilhado por outras autoridades. O Almirante Karl Dönitz, submarinista na Grande Guerra, apregoava que o porta-aviões, seria alvo fácil para qualquer belonave de superfície inimiga, assim sendo, seria mais eficaz o emprego de submarinos. O Marechal do Império, Hermann Göring, chefe supremo da Luftwaffe, não aprovava a idéia da Kriegsmarine ter seus próprios aviões, tendo em vista que Kriegsmarine poderia planejar e efetuar missões de ataque aéreo, sem que a Luftwaffe e ele próprio ficasse com os louros.</span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Outro fator muito importante a ser considerado, era a inexperiência dos construtores alemães neste tipo de embarcação. Embora tivessem totais condições de estudar os projetos navais japoneses, estes não se mostraram adequados à adaptação, principalmente por conta das diferenças táticas e pelas condições de navegação em que seriam inseridos. A Kriegsmarine pretendia utilizar o porta-aviões em missões de ataque aos comboios aliados no Mar do Norte, onde as as constantes águas revoltas e gélidas, proporcionam normalmente péssimas condições de navegação, se comparadas às condições encontradas no Oceano Pacífico, quintal da marinha japonesa. Quanto ao emprego tático, na visão alemã, o porta-aviões deveria ser capaz de atacar navios mercantes e se defender do ataque de cruzadores e destróieres inimigos, praticamente sozinho, enquanto que dentro da tática japonesa, o porta-aviões era utilizado dentro de uma “força de ataque”, uma frotilha, que tinha como peça central o porta-aviões, utilizando cruzadores e/ou destróieres para apoio de fogo e defesa.</span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O casco do Graf Zeppelin era dividido em 19 compartimentos, a divisão padrão utilizada nas embarcações principais da Kriegsmarine. A blindagem do casco variava entre 30 e 100 milímetros. A casa de máquinas e os compartimentos à frente tinham blindagem de 100 milímetros, os compartimentos a ré tinham blindagem de 60 milímetros ( compartimentos à frente e casa de máquinas), a popa tinha blindagem de 80 milímetros (para proteção dos lemes) e a proa tinha blindagem de 30 milímetros. O cinturam principal tinha uma blindagem interna adicional de 20 milímetros, como defesa anti-torpedo. O piso tinha espessura de 30 milímetros. O piso variava sua espessura entre 20 e 60 milímetros. De modo geral, a espessura do piso era de 20 milímetros, tendo reforços nas áreas dos elevadores, chaminé e sobre a casa de máquinas (+20mm), e também sobre os depósitos de munições (+40mm).</span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1940, a proa do Graf Zeppelin foi reconstruída para o padrão “Atlântico”, o que aumentou o comprimento total da embarcação em 5,2 metros. </span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A proporção “comprimento-boca” original do Graf Zeppelin era de 9.26:1, o que proporcionava uma silhueta esquia ao navio, mas em maio de 1942, por conta das modificações solicitadas, foram instalados “flutuadores” nas laterais do casco, imediatamente abaixo da linha d&#8217;água laterais reduzindo a proporção para 8.33:1. Estes flutuadores tinham como função principal, conferir maior estabilidade ao navio, condição essencial para operar nas águas revoltas do Báltico, mas também proporcionavam maior proteção contra torpedos, além de servirem também como reservatórios auxiliares de combustível, proporcionando maior autonomia (cada “flutuador” tinha capacidade para transportar 1500 toneladas de combustível).</span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>1- Propulsão</strong></span></span></p>
<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Graf Zeppelin era equipado com 16 caldeiras de alta pressão “La Mont”, similares às utilizadas no cruzador “Admiral Hipper”, divididas em quatro baterias de quatro caldeiras. Cada bateria acionava uma turbina que estaca acoplada a um eixo de transmissão. Era estimado que em velocidade máxima, o conjunto todo produzisse 200&#8217;000 shp, capazes de proporcionar uma velocidade máxima de 35 nós (65 km/h). Antes da adição dos dois bojos laterais, o navio era capaz de transportar 5000 toneladas de combustível, o suficiente (com base em cálculos dos técnicos alemães) para que a embarcação tivesse um raio de ação de 15400 quilômetros a 19 nós (35 km/h), mas a experiência obtida com base em outras embarcações com sistema de propulsão similar, demonstra que estes números são superestimados.</span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para possibilitar uma melhor manobrabilidade, especialmente durante o processo de atracagem, foram instalados dois lemes-propulsores cicloidais “Voith-Schneider, à frente, na linha central. Estes propulsores permitiam que a belonave fosse manobrada dentro do porto, com velocidades de até 8 nós (15 km/h), e em condições de emergência, com velocidades acima dos 12 nós (22 km/h). Além disso, este sistema possibilitava que, caso os propulsores do navio estivessem danificados ou inoperantes, o navio poderia navegar com velocidade de até 4 nós (7,4 km/h) em águas calmas. Para evitar danos , quando não em uso, estes lemes-propulsores eram retraídos horizontalmente, para dentro de seus receptáculos, ficando protegidos por sua cobertura/base.</span></span></p>
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<p style="font-style: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>2 &#8211; Pista e Hangares</strong></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">A pista de pouso e decolagem do Graf Zeppelin, tinha o piso madeira, com largura máxima de 30 metros e comprimento de 242 metros, não se estendia por todo o comprimento do navio de comprimento e a largura máxima era de 30 metros. As extrtemidades da pista ficavam fora da superestrutura do navio, sendo sustendadas por uma estrutura de aço, num design semelhante aos utilizados pela marinha britânica.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">O primeiro porta-aviões alemão, tinha dois hangares, o superior, com 6 metros de altura, tinha 185 metros de comprimento por 16 metros de largura. O hangar inferior, com apenas 3 metros de altura, tinha 172 metros de comprimento por 16 metros de largura. Ao todo, os dois hangares somavam 5450 metros quadrados de área útil, onde seriam transportados 41 aviões (posteriormente 42 aviões), na seguinte disposição:</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Hangar inferior :</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">18 Torpedeiros Fieseler Fi-167</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Hangar Superior:</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">13 Bombardeiros de Mergulho Junkers Ju 87C ;</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">10 Caças Messerschmitt Bf 109T.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-indent: -0.64cm; margin-left: 2.5cm;" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Posteriormente, os Fieseler Fi-167 seriam eliminados, foi eliminado 1 Junkers Ju-87 e o número de caças foi aumentado de 10 para 30.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Para a movimentação das aeronaves, a porta-aviões contava com três elevadores elétricos, ao longo da linha central. Um na extremidade dianteira da pista, um a meia-nau e um mais a ré. Estes elevadores tinham formato octogonal e eram capazes de transportar cargas de até 5,5 toneladas entre os deques.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><strong>3 &#8211; Equipamentos Auxiliares</strong></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Para auxiliar a decolagem das aeronaves, o Graf Zeppelin contava com duas catapultas Deutsche Werke, de 23 metros de comprimento, instaladas na área frontal da pista. Estas catapultas haviam sido projetadas para acelerar um caça de 2500 quilogramas, a uma velocidade de 140 km/h, ou um bombardeiro de 5500 quilogramas a uma velocidade de 130 km/h.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">A montagem das catapultas permitia que tanto o elevador frontal, quanto o central, pudessem ser empregados para elevar as aeronaves que seriam catapultadas. Para tal, as aeronaves deveriam receber, ainda no hangar, o trole de lançamento, que era encaixado ao avião. Neste sistema, quando os aviões eram lançados, o trole se desprendia e era recolhido em uma espécie de grade metálica, sendo então posteriormente baixados para o hangar e reutilizados.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">A intenção da Kriegsmarine era de lançar TODAS as aeronaves via catapulta, deixando a decolagem &#8220;normal&#8221; apenas para emergências, como no caso de estarem danificadas por conta do combate. Em tese, os reservatórios de ar comprimido de cada catapulta armazenavam ar suficiente para lançar nove aeronaves, em intervalos de trinta segundos. </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Esta intenção esbarrava no fato que quando esvaziados, os reservatórios demandavam muito tempo para serem novamente enchidos, o que obrigatoriamente faria com que fossem realizadas decolagens de rolagem, em caso de combate. Por outro lado, este sistema, permitia que as aeronaves pudessem decolar e pousar simultaneamente, pois a pista principal não estaria ocupada por aeronaves prontas para decolagem.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Outro ponto interessante de ser observado, é que para facilitar os lançamentos via catapulta, as aeronaves do Graf Zeppelin, receberiam um pequeno tanque de combustível adicional, abastecido com uma mistura de gasolina 87 octanas e querosene, que permitia que as aeronaves pudessem ser lançadas imediatamente após serem levadas ao deque superior, sem a necessidade de aquecimento dos motores. Uma vez em voo, o piloto passaria a utilizar o tanque principal após o motor atingir a temperatura adequada.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Para o pouso, foram instalados quatro cabos de arrasto, posicionados logo após o fim do deque de vôo, com dois cabos de emergência instalados antes do elevador de meia-nau. No projeto original, estava prevista a instalação de quatro cabos na extremidade dianteira do deque, talvez para impedir que alguma aeronave caísse sobre a proa, mas na configuração final do Graf Zeppelin, estes cabos foram suprimidos. Para auxiliar os pousos noturnos, os cabos de arrasto eram iluminados por luzes de neon.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><strong>4 &#8211; Armamento</strong></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">O Graf Zeppelin foi equipado com armamento anti-aéreo independente, para grande angulação e baixa angulação. Ocorre que à época, as principais marinhas de guerra do mundo, já empregavam armamento anti-aéreo de &#8220;duplo proósito&#8221;, ou seja, os canhões AA eram capazes de operar tanto em baixa quanto em altas angulações.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">O armamento AA primário consistia de 12 </span></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><strong>FLAK 105 mm</strong></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">, montados aos pares, em 6 torres, três à frente e três a ré do castelo. O armamento AA secundário era composto por 22 canhões </span></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><strong>3.7 cm SK C/30</strong></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">, em montagem dupla Dopp LC30, instaladas ao longo do deque de vôo. Também foram instalados 20 canhões </span></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><strong>MG C/30</strong></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">, de 20mm, em montagem simples (posteriormente alterado para montagens quádruplas).</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">A nave alemã também recebeu uma série de armamentos anti-embarcação, quando as outras marinhas empregavam navios escolta para protegerem seus porta-aviões. O armamento anti-embarcação primário, consistia de dezesseis canhões </span></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="text-decoration: none;"><strong>15 cm SK C/28, </strong></span></em></span></span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">de 150 mm (os mesmos utilizados como armamento secundário no &#8220;Encouraçado de Bolso&#8221; Gneissenau), montados aos pares, instalados em oito casamatas blindadas, sendo que estavam posicionadas duas casamatas em cada um dos cantos do hangar superior.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">No projeto original, o Projetista -Chefe, pretendia instalar mais oito canhões, mas a proposta foi rejeitada, por conta da falta de espaço para mais munição.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Quando o porta-aviões estava em avançado estágio de construção, foi prevista uma revisão do armamentno, mas seria necesária uma grande modificação no projeto, o que por conta do consumo excessivo de tempo, foi abandonado, mantendo a proposta de armamento já apresentada. </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><strong>5 &#8211; Aeronaves</strong></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Como o cronograma de construção do porta-aviões previa que no final de 1938 este seria lançado, a Luftwaffe deu início em 1937, a um extenso programa de treinamento de pilotos, em sua base de treinamento em Travemünde. Este treinamento incluía pousos e decolagens para o treinamento de futuros pilotos. </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Uma pista foi pintada com os contornos do Graf Zeppelin, onde foram instalados cabos de arrasto fixados em dispositivos eletro-mecânicos de frenagem, fabricados pela DEMAG. </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">Os testes tiveram início em março de 1938, empregando aeronaves Heinkel He 50, Arado Ar 195 e Ar 197. Posteriormente o sistema foi substituído por um sistema mais forte, desenvolvido pela </span></span></span></span></span></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Atlas-Werke (de Bremen), sistema este com a devida resistência para segurar os Fieseler Fi 167 e Junkers Ju 87. Embora tenham ocorrido alguns problemas iniciais, os pilotos da Luftwaffe realizaram 1500 pousos bem sucedidos, de um total de 1800 tentativas.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">As decolagem foram realizadas utilizando uma catapulta de 20 metros de comprimento, projetada pela Heinkel e fabricada pela Deutsche Werke Kiel (DWK), que era capaz de acelerar as aeronaves a velocidades de até 145 km/h (90 mph), dependendo das condições do vento. Estes testes tiveram início em abril de 1940, sendo realizados 36 decolagens, que foram devidamente documentadas e filmadas.</span></span></p>
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<p align="justify">
<h2><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">6 – 1939 a 1945</span></span></h2>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Alemanha já havia iniciado a construção de seu segundo porta-aviões quando do início da Segunda Guerra Mundial, em 1º de setembro de 1939, mas poucos dias após, Grã-Bretanha e França declararam guerra à Alemanha. Uma vez que a construção das grandes belonaves de superfície demandava muito tempo, foi dada preferência pela construção de submarinos, muito mais rápidos de serem fabricados e com custo menor, além disso, estes já haviam mostrado na guerra anterior, o estrago que eram capazes de produzir. Foi por conta disto, que em 19 de setembro de 1939, os trabalhos no </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Flugzeugträger B</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> foram suspensos, até que em 28 de fevereiro de 1940, o Almirante Raeder ordenou que o casco, semi-completado, fosse desmantelado. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em abril (1940), a Alemanha conquistou a Noruega, o que se transformaria em outro balde de água fria nas esperanças de concluir o Graf Zeppelin. A Kriegsmarine era agora responsável pela defesa costeira e de numerosos portos noruegueses, e precisava urgentemente de peças de defesa costeira e anti-aérea. Durante uma conferência realizada em 29 de abril de 1940, o Almirante Raeder propôs a Hitler, parar temporariamente os trabalhos no Graf Zeppelin e utilizar seu armamento na defesa costeira da Noruega, argumentando que , como o comissionamento do porta-aviões estava previsto para o final de 1940, a instalação completa do armamento (no navio) demandaria pelo menos, mais oito meses de trabalho. Desta maneira, o armamento reservado para o navio poderia ser utilizado de imediato, enquanto que a Alemanha teria tempo suficiente para produzir novamente estas armas. Além disso, o sistema original de controle de tiro, havia sido vendido<br />
á União Soviética, via um acordo comercial entre as partes. Hitler concordou com a idéia de Raeder, assim, o armamento do porta-aviões foi retirado e distribuído.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 12 de julho de 1940, o </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Graf Zeppelin</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> foi transferido de Kiel para Gotenhafen (Gdynia), só saindo de lá após o início da invasão à URSS, quando foi transferido para Stettin, para salvaguardá-lo de possíveis ataques aéreos. Em novembro de 1941, voltou novamente para Gotenhafen, onde serviu por um breve período, como depósito de mantimentos flutuante para Kriegsmarine.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em nova conferência, desta vez em abril de 1942, o Almirante Raeder se reuniu com Hitler para debater os rumos da estratégia naval alemã, especialmente o uso dos porta-aviões em combate, apresentando fatos que comprovavam a eficácia de seu emprego, como o do emprego de porta-aviões:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O ataque britânico que devastou a frota italiana em Taranto;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O ataque que danificou mortalmente o encouraçado alemão Bismark;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A tentativa de ataque do Tirpitz aos comboios que seguiam à URSS, frustrada pela incursão de aeronaves britânicas, oriundas de seus porta-aviões;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">E finalmente, o grande golpe desferido pelos japoneses em Pearl Harbor, responsável pela perda de diversas embarcações americanas.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Na ocasião, Raeder, na ânsia de garantir proteção aérea às belonaves alemãs, informou Hitler que o porta-aviões poderia ser concluído em no máximo um ano, sendo necessários mais seis meses para os testes de comissionamento e treinamento da tripulação. No dia 13 de maio de 1942, com a devida autorização de Hitler, o Comando Supremo da Kriegsmarine, ordenou a retomada dos trabalhos para a finalização do porta-aviões.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Infelizmente para Raeder, os problemas estavam longe de terminar. Em 1942, as aeronaves planejadas para equipar o porta-aviões, já estavam ultrapassadas, mas o Reichsmarshall Goering, alegando que a indústria aeronáutica alemã já estava sobrecarregada, declarou que um novo projeto neste sentido, só teria lugar em 1946, e que os Junkers Ju-87C e Messerschmitt Bf 109T, deveriam ser utilizados até os novos aviões serem desenvolvidos.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Como estas aeronaves eram nada mais que aeronaves baseadas em terra, com modificações, seriam necessárias algumas modificações no projeto original, como por exemplo a modernização das catapultas, o reforço dos elevadores, dos pisos dos hangares e do deque de vôo. Também foi reforçada a cabine do controlador de vôo, a ponte de comando e o centro de controle de tiro.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Além disto, o avanço tecnológico fazia necessário a instalação de novos equipamentos, como o radar de busca e suas antenas e também “upgrades”, como no sistema de rádio-transmissão.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas o Graf Zeppelin não passaria por tudo isto incólume, na noite de 27-28 de agosto de 1942, o navio foi alvo de um ataque aliado. Nove bombardeiros Lancaster, dos esquadrões 97 e 106 da RAF, realizaram diversas passagens sobre o porto de Gotenhafen, para lançar suas bombas de 2500 quilogramas (5500 lb), mas não obtiveram sucesso.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 5 de dezembro de 1942, o Graf Zeppelin retornou a Kiel, onde receberia as modificações finais. Mas em janeiro de 1953, Hitler mudou completamente os planos. Desgostoso por conta dos resultados obtidos por sua marinha de superfície, ordenou que todas as grandes embarcações fossem retiradas de serviço e desmanteladas, e fosse dada prioridade total à fabricação de submarinos. O porta-aviões foi então levado a Stettin, onde permaneceu até o final da guerra, sendo então capturado pelo Exército Vermelho (URSS).</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>7- Destino</strong></span></span></p>
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">De acordo com os termos da Comissão Tripartite Aliada, os navios “Categoria C”, danificados ou inundados, deveriam ser destruídos ou afundados em alto mar, até a data limite de 15 de agosto de 1946. Porém os soviéticos decidiram recuperar a embarcação, que foi içada em março de 1946, mas devido à deterioração das relações entre as partes, o destino da embarcação permaneceu um mistério até o fim da URSS. Com a abertura de diversos arquivos secretos, finalmente se pode definir o paradeiro do Graf Zeppelin. </span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Por um breve período, ele foi designado “PO-101” (Base Flutuante 101), quando em 16 de agosto de 1947, o Graf Zeppelin foi usado como alvo, durante um exercício militar. O navio resistiu a 24 bombas, sendo afundado por dois torpedos, mas a localização exata não era sabida.</span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 12 de julho de 2006, o navio RV Sta Bárbara, da companhia petrolífera polonesa Petrobaltic, localizou o naufrágio de uma navio, com características muito semelhantes às do porta-aviões Graf Zeppelin, nas proximidades do porto polonês de Leba. No dia 26 de julho do mesmo ano, a marinha polonesa deu início a uma operação, para identificar o naufrágio, sendo que o mesmo foi identificado positivamente como sendo o Graf Zeppelin, que repousa a mais de 87 metros abaixo da superfície.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="447">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="105"></col>
<col span="1" width="334"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="443" height="35">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Características Gerais</span></span></p>
</th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Batimento Quilha:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">28 de dezembro de 1936</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Lançado:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">08 de dezembro de 1938</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Destino:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Utilizado como alvo, afundado em 16 de agosto de 1947</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Deslocamento</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">33550 ton</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">262,5 m (861 pés 3 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Boca:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">31,5 m (103pés 4 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Calado:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7,6 m (24 pés 11 pol)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Propulsão:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4 Turbinas, desenvolvendo 200&#8217;000 SHP, 4 eixos</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">35 nós (65 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Raio de Ação:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">15400 km (8520 mn) a 19 nós (35 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tripulação:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1720 tripulantes + 306 (aviação)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Armamento:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">16 canhões 15,5cm SK C/28 (155mm)<br />
12 Flak 105mm<br />
22 canhões AA 3,7 cm SK C/30 (37mm)<br />
28 Flak 20mm</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="105"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Aeronaves:</span></span></td>
<td width="334"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10 caças Messerschmitt Bf 109T (30).</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">18 Torpedeiros Fieseler Fi-167 (0).</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">13 Bombardeiros de Mergulgo Junkers Ju-87C (12)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Obs: Os números entre parênteses indicam a quantidade do modelo após 1942</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Galeria:</span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/graf-zeppelin-1/' title='Graf-Zeppelin-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Graf-Zeppelin-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Graf-Zeppelin-1" title="Graf-Zeppelin-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/rm-25-bild-13/' title='RM 25 Bild-13'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Graf-Zeppelin-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="1936 - O Graf Zeppelin tem sua quilha batida" title="RM 25 Bild-13" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/01_graf_zeppelin/' title='01_graf_zeppelin'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/01_graf_zeppelin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08 de dezembro de 1938 - Lançamento do Graf Zeppelin" title="01_graf_zeppelin" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/02_graf_zeppelin/' title='02_graf_zeppelin'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/02_graf_zeppelin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08 de dezembro de 1938 - Lançamento do Graf Zeppelin" title="02_graf_zeppelin" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/03_graf_zeppelin/' title='03_graf_zeppelin'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/03_graf_zeppelin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08 de dezembro de 1938 - Lançamento do Graf Zeppelin" title="03_graf_zeppelin" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/04_graf_zeppelin/' title='04_graf_zeppelin'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/04_graf_zeppelin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08 de dezembro de 1938 - Lançamento do Graf Zeppelin" title="04_graf_zeppelin" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/05_graf_zeppelin/' title='05_graf_zeppelin'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/05_graf_zeppelin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08 de dezembro de 1938 - Lançamento do Graf Zeppelin" title="05_graf_zeppelin" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/06_graf_zeppelin/' title='06_graf_zeppelin'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/06_graf_zeppelin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="08 de dezembro de 1938 - Lançamento do Graf Zeppelin" title="06_graf_zeppelin" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/180px-erich_raeder/' title='180px-Erich_Raeder'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/180px-Erich_Raeder-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Grande Almirante Erich Raeder" title="180px-Erich_Raeder" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/bild-101ii-mn-0945-08/' title='Bild 101II-MN-0945-08'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Bundesarchiv_Bild_101II-MN-0945-08_Schulboot__Drache__Doppelflak-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Flak 3,7cm SK C/30 em montagem dupla - aqui no Navio Escola &quot;Drache&quot;" title="Bild 101II-MN-0945-08" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/bild-146-1977-110-06/' title='Bild 146-1977-110-06'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Fieseler_Fi_167-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fieseler Fi-167" title="Bild 146-1977-110-06" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/rm-25-bild-62/' title='RM 25 Bild-62'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Graf-Zeppelin-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Graf Zeppelin em Kiel - 1940" title="RM 25 Bild-62" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/grafzeppelinn8/' title='grafzeppelinn8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/grafzeppelinn8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Graf Zeppelin após ser capturado pela URSS" title="grafzeppelinn8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/zeppelin1/' title='Zeppelin1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Zeppelin1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Graff Zeppelin em 1947, na URSS, pouco antes de ser afundado" title="Zeppelin1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/graf-zeppelin-o-porta-avioes-alemao/zeppelin2/' title='Zeppelin2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Zeppelin2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Graff Zeppelin em 1947, na URSS, pouco antes de ser afundado" title="Zeppelin2" /></a>

<p align="justify">
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Fontes:</span></span></p>
<ol>
<li>
<p align="left"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.maritimequest.com/warship_directory/germany/pages/aircraft_carriers/graf_zeppelin.htm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Maritime Quest</span></span></span></a></span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="left"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/europe/article693320.ece"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Times On Line</span></span></span></a></span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="left"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/German_aircraft_carrier_Graf_Zeppelin"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Wikipédia</span></span></span></a></span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="left"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.bundesarchiv.de/aktuelles/aus_dem_archiv/galerie/00159/index.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Bundesarchiv.de</span></span></span></a></span></span></span></p>
</li>
</ol>
<p align="left">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Encouraçado Otomano Mesudiye</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/encouracado-otomano-mesudiye/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[HMS B11]]></category>
		<category><![CDATA[Imperio Otomano]]></category>
		<category><![CDATA[Mesudiye]]></category>

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		<description><![CDATA[O Império Otomano se tornou famoso pelo emprego de peças de artilharia, muito antes que qualquer outro exército europeu. A inovação nesse campo foi o que tornou possível ao império, se manter através dos séculos. Infelizmente o mesmo não pode &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/encouracado-otomano-mesudiye/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Império Otomano se tornou famoso pelo emprego de peças de artilharia, muito antes que qualquer outro exército europeu. A inovação nesse campo foi o que tornou possível ao império, se manter através dos séculos. Infelizmente o mesmo não pode ser dito de sua marinha de guerra.</span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1866 ,o Sultão Abdülaziz, visitou a Rainha Vitória, da Grã-Bretanha, como forma de estreitar as relações entre os dois impérios. A atitude do sultão foi vista com bons olhos por parte da Grã-Bretanha, assim, foi dado início a algumas missões de cooperação ou colaboração entre as duas partes.</span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em uma destas missões, um representante da Royal Navy recebeu a tarefa de avaliar a marinha de guerra otomana. Após retornar à Inglaterra, sua resposta quando questionado sobre as deficiências da marinha otomana foi simples e enfática: “Não existe marinha!”</span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Disposto a reverter a situação, o Sultão Abdülaziz deu inicio a um ambicioso programa de modernização da marinha otomana, encomendando diversas belonaves junto à Grã-Bretanha, Áustria-Hungria e França.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Encomendado em 1871, junto ao “Thames Iron Works” (Estaleiros Tâmisa), na Grã-Bretanha, o encouraçado </span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Mesudiye</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> foi projetado pelo engenheiro Edward James Reed. Sua quilha foi batida em 1872, e seu lançamento se deu em 1874. Após sua intensa bateria de testes, foi finalmente comissionado em dezembro de 1875.</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">O </span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Mesudiye</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">, em seu projeto original, era um encouraçado “pré-Dreadnought” de bateria central. O Mesudiye foi o maior navio de seu tipo já construído, seu cinturão e a blindagem das casamatas era de 12 polegadas (305mm). Quando de seu comissionamento, era um dos mais poderosos navios do mundo.</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">No ano de 1903, o </span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Mesudiye</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> foi enviado aos estaleiros Ansaldo, em Gênova/Itália, para receber uma reforma completa. Na época, a modificação mais visível foi a substituição de seus três mastros originais, por apenas um. Outra modificação foi a substituição dos canhões principais.</span></span></span></p>
<p style="font-weight: normal;" align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Durante a Primeira Guerra dos Balcâs, o </span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Mesudiye</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> participou das duas batalhas navais contra a Marinha Real Helênica (Grega). Na Batalha de Elli, ocorrida em 16 de dezembro de 1912, não sofreu danos, mas na Batalha de Lemnos, ocorrida em 18 de janeiro de 1913, foi atingido, sendo danificado. Em ambas batalhas, a marinha otomana não foi capaz de furar o bloqueio naval grego ao estreito dos Dardanelos.</span></span></span></p>
<p style="font-weight: normal;" align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Em 1914, quando da entrada do Império Otomano na Grande Guerra, foi ordenado que o </span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Mesudiye</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> ancorasse ao sul de Dardanelos, próximo a Chanak, na Baía Sarisiglar, para ser utilizado como bateria flutuante. O capitão da embarcação, Besiktasli Arif Nebi, além de outros oficiais, protestaram veementemente contra isso, mas a opinião dos aliados alemães prevaleceu nesta determinação.</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No anoitecer do dia 13 de dezembro de 1914, o submarino britânico B-11, entrou no estreito dos Dardanelos, se esgueirando através da barragem de minas marítimas, e disparou seus torpedos a uma distância de 800 metros (2600 pés) no navio. A tripulação do navio estava fazendo suas refeições no deck inferior, mas alguns vigias avistaram o torpedo e o periscópio do submarino, alertando prontamente sobre o perigo. </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Mediante a presença do inimigo, o encouraçado abriu fogo em direção ao submarino, mas o encouraçado logo seria atingido pelo primeiro torpedo, que lhe causaria grande dano na proa. O </span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Mesudiye</span></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> afundaria apenas 10 minutos depois. A imensa maioria da tripulação conseguiu se salvar, mas 10 oficiais e 27 marinheiros foram ao fundo junto com o navio.</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O armamento do encouraçado seria posteriormente recuperado e utilizado em uma bateria costeira, que receberia o mesmo nome, e seria a responsável em 18 de março de 1915, por causar severos danos ao encouraçado francês “Bouvet”</span></span></p>
<p align="justify">
Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/encouracado-otomano-mesudiye/mesudiye-oto/' title='Mesudiye - Oto'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Mesudiye-Oto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Encouraçado Mesudiye" title="Mesudiye - Oto" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/encouracado-otomano-mesudiye/mesudiye-oto2/' title='Mesudiye-Oto2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Mesudiye-Oto2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Encouraçado Mesudiye" title="Mesudiye-Oto2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/encouracado-otomano-mesudiye/hms-b11/' title='HMS B11'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/HMS-B11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Submarino HMS B11" title="HMS B11" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/encouracado-otomano-mesudiye/dardanelle_raid_sinking_the_mesudiye/' title='Dardanelle_raid_sinking_the_Mesudiye'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Dardanelle_raid_sinking_the_Mesudiye-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Diagrama mostrando o caminho percorrido pelo HMS B11, até torpedear o Mesudiye" title="Dardanelle_raid_sinking_the_Mesudiye" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/encouracado-otomano-mesudiye/mesudiye-oto3/' title='Mesudiye-Oto3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/Mesudiye-Oto3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Mesudiye após adernar (foto: Jane´s Naval Looses 1897-1997)" title="Mesudiye-Oto3" /></a>

<p align="justify">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="427">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="141"></col>
<col span="1" width="278"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="423" height="32">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Características Gerais</span></p>
</th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="141"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Tipo:</span></td>
<td width="278"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Encouraçado de Bateria Central</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="141"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Deslocamento:</span></td>
<td width="278"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">9250 ton</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="141"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Velocidade Máxima:</span></td>
<td width="278"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">16 nós (30km/h)</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="141"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Tripulação:</span></td>
<td width="278"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">673</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="141"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Armamento:</span></td>
<td width="278"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">2 canhões de 240mm; 12 canhões de 152mm;<br />
14 canhões de 76mm; 10 canhões de 57mm e 2 canhões de47mm</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="141"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Nota:</span></td>
<td width="278"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Reformado na Itália &#8211; 1903</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Celebrações ao redor do mundo, marcam o fim da Grande Guerra</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cerimônias]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[Serão realizadas cerimônias em diversos países, para comemorar o fim da Grande Guerra (1914-1918). Angela Merkel foi a primeira chanceler da Alemanha a participar do evento francês em comemoração ao Dia do Armistício, principal evento francês (realizado em Paris), para &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/celebracoes-ao-redor-do-mundo-marcam-o-fim-da-grande-guerra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong><span style="background: #e6ecf9;">Serão realizadas cerimônias em diversos países, para comemorar o fim da Grande Guerra (1914-1918).</span></strong> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Angela Merkel foi a primeira chanceler da Alemanha a participar do evento francês em comemoração ao Dia do Armistício, principal evento francês (realizado em Paris), para marcar a data. O presidente francês Nicolas Sarkozy e a chanceler alemã, acenderam a “Chama Eterna”, aos pés da tumba do “Soldado Desconhecido”, sob o Arco do Triunfo. O gesto serve também para indicar uma nova era nas relações franco-germânicas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A reunião ocorre apenas dois dias após os mesmos haverem se participado das cerimônias que marcavam o aniversário de 20 anos da queda do muro de Berlim.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na Inglaterra, a Rainha, políticos e chefes das forças armadas, participaram em Londres, das cerimônias que marcam o final da Grande Guerra. Este ano também serão lembrados os veteranos britânicos da Grande Guerra, recentemente falecidos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Nos Estados Unidos, o Presidente Barack Obama participará da cerimônia do “Dia dos Veteranos”, onde depositará uma coroa de flores na tumba do “soldado desconhecido”</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>O Silêncio das Armas</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Grande Guerra terminou no dia 11 de novembro de 1918, às 11:00 horas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na costa leste da Austrália, por conta do fuso horário, foi um dos primeiros locais do mundo a celebrar o final da Grande Guerra. O nome dos cinco soldados mortos no Afeganistão, foram incluídos no Hall de Honra do Australian War Memorial, em Camberra. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na principal base britânica no Afeganistão, Camp Bastion, localizada na província de Helmand, um padre, rezou pelos mortos e feridos em todos os conflitos desde a Primeira Guerra Mundial. Segundo o informado pelo repórter Adam Mynott, da BBC, foi disparado um canhão e em seguida fez-se dois minutos de silêncio, em homenagem aos mortos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fonte: BBC &#8211; <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8354016.stm">http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8354016.stm</a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
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		<item>
		<title>Três Soldados Tchecos são suspenso por utilizarem insígnias nazistas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[República Checa]]></category>

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		<description><![CDATA[Três soldados checos que integravam a Força da Otan, no Afeganistão, foram suspensos pelo uso de símbolos nazi. Dois soldados teriam pintado insígnias das “Waffen SS” em seus capacetes, enquanto serviam no leste do Afeganistão. O Ministro da Defesa (da &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/tres-soldados-tchecos-sao-suspenso-por-utilizarem-insignias-nazistas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Três soldados checos que integravam a Força da Otan, no Afeganistão, foram suspensos pelo uso de símbolos nazi.</strong> </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Dois soldados teriam pintado insígnias das “Waffen SS” em seus capacetes, enquanto serviam no leste do Afeganistão. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O Ministro da Defesa (da Rep. Checa), Martin Bartak, disse que este comportamento era &#8220;inaceitável&#8221; e ordenou sua imediata suspensão. O oficial comandante dos soldados também foi suspenso, até que as investigações sejam concluídas.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><strong>&#8220;Não há lugar no exército para as pessoas que pensam desta maneira&#8221;</strong></em>, disse Bartak após o episódio, que foi revelado por um jornal. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tentativa de acobertamento</strong> </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O Tenente Jan Cermak, um comandante da Força de Reação Rápida, baseada na província de Logar, tinha seu capacete adornado com as insígnias da Brigada SS Dirlewanger, conforme noticiado ontem pelo jornal checo “Mlada Fronta Dnes” </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O jornal também informou que outro militar, o Sargento Hynek Matonoha, tinha pintado em seu capacete, uma letra &#8220;H&#8221; atravessada por uma espada – que era a insígnia da Divisão SS Panzer Hohenstaufen. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ainda de acordo com a reportagem, um soldado do mesmo grupo, teria dito que o Coronel Petr Prochazka, oficial comandante deles, havia sido informado do fato, mas tentou encobrir a história para proteger seus homens. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tais declarações deixaram o Ministro Bartak perplexo, pois segundo o que ele mesmo informou, estes dois soldados foram condecorados quando retornaram de seu serviço no Afeganistão</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O Ministro Bartak ordenou uma investigação &#8220;imediata e completa&#8221;, acrescentando que, se as alegações de uma tentativa de acobertar os fatos fosse verdadeira, o coronel será &#8220;severamente punido&#8221;. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Cerca de 330 soldados checos atuaram na equipe de reconstrução provincial de Logar, como parte da Assistência Internacional de Segurança da OTAN.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fonte: BBC (inglês) &#8211; <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8351996.stm">http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8351996.stm</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>CAC CA-12 Boomerang &#8211; O Caça Australiano</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[CAC Ca-12 Boomerang]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra do Pacífico]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 07 de dezembro de 1941, o Império do Japão lança uma série de ataques coordenados, que tinham a finalidade de “causar um forte impacto” nos Estados Unidos, retardando assim sua provável entrada no conflito, o que permitiria ao Japão, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 07 de dezembro de 1941, o Império do Japão lança uma série de ataques coordenados, que tinham a finalidade de “causar um forte impacto” nos Estados Unidos, retardando assim sua provável entrada no conflito, o que permitiria ao Japão, executar uma série de ações militares para tomarem o controle de regiões produtoras de materiais essenciais ao Império. A estratégia havia dado certo, o Japão conquistara em alguns meses, um vasto território no sul da ásia e no pacífico, incluindo a Tailândia, Malásia e Filipinas. Neste período, as forças aéreas aliadas (especialmente Reino-Unido, que já combatia na Europa e África) sofreram perdas devastadoras, frente aos ágeis e velozes caças japoneses.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Por questões políticas e culturais, a Royal Australian Air Force &#8211; RAAF (Força Aérea Real Australiana) era equipada com caças fabricados na Grã-Bretanha, porém naquela fase da guerra, a indústria aeronáutica britânica, não tinha condições de fornecer aeronaves à Austrália. As indústrias americanas, com capacidade produtiva muito maior, estavam empenhadas em fornecer aeronaves mais modernas para sua própria força aérea.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Não haviam muitas alternativas á Austrália, a saída seria criar e produzir uma aeronave própria. Na época, existia na Austrália uma empresa que fabricava aeronaves militares sob licença, a Commonwealth Aircraft Corporation – CAC, porém a única experiência que tinham, era na fabricação sob licença, do bombardeiro bimotor Bristol Beaufort e de um treinador armado, o CAC Wirraway.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Os Beaufort australianos eram equipados com motores radiais Pratt &amp; Whitney Twin Wasp, de 1200 hp, fabricados sob licença. Este era o mesmo motor utilizado no caça norte americano Grumman Wildcat, assim, por uma questão lógica, decidiu-se empregar este mesmo motores na nova aeronave.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A CAC entregou a tarefa de projetar a nova aeronave ao Supervisor Geral (e ex Projetista-Chefe) Lawrence Wackett e ao (novo) Projetista-Chefe Fred David, que iniciaram os trabalhos em 21 de dezembro de 1941, tomando como ponto de partida, as linhas do CAC Wirraway. Fred David, um judeu austríaco, que se refugiou na Austrália, havia trabalhado no departamento de projetos da Heinkel (antes da ascenção do nazismo) e também nas japonesa Mitsubishi e Aichi, por isso ele tinha grande conhecimento em projetos de caças, como o He 112 e o Mitsubishi A6M “Zero” (que agora se transformara no pior pesadelo dos pilotos aliados no Pacífico). </span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O trabalho dos dois projetistas de converteu no caça CAC CA-12 Boomerang, uma aeronave pequena, cujo projeto enfatizava a manobrabilidade e, que pretendia utilizar muitos dos componentes do CAC Wirraway, o que não acabaria acontecendo.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Levando em conta o projeto e as necessidades, a RAAF encomendou 105 exemplares do CA-12 Boomerang (Mk I) em 02 de fevereiro de 1942, quase quatro meses do primeiro protótipo fazer seu vôo inaugural, o que só ocorreria em 29 de maio de 1942.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Durante a fase de teste, o CA-12 se mostrou ser pesadamente armado, equipado com dois canhões de 20 milímetros e quatro metralhadoras de calibre .303 polegada (7,92mm). O CA-12 também contava com uma forte blindagem para o piloto, mas isto tinha um custo, a performance de vôo era simplesmente medíocre. Sua velocidade máxima era de 490 quilômetros horários (insuficiente para combater os A6M “Zero”), enquanto que seus equivalentes europeus já atingiam velocidades de 650 quilômetros horários. Os atarracados “Wildcat” e “Kittyhawk” americanos também eram muito mais velozes que o Boomerang australiano.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ainda no ano de 1942, a CAC começou a trabalhar em uma nova variante, a CA-14, que deveria ser equipada com os motores americanos Wright Cyclone R-2600, de 1700 hp. Esperava-se que esta melhora na motrização suprisse as deficiências da variante CA-12, mas infelizmente os 145 motores encomendados não foram entregues dentro do prazo estipulado, assim o supervisor Lawrence Wackett, autorizou equipar os CA-14, como os motores Pratt &amp; Whitney R-2800, de 1850 hp, que estavam disponíveis nas instalações da CAC, infelizmente o peso excessivo do novo motor, aumentava em muito os riscos da quebra do trem de pouso.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A CAC então decidiu empregar os mesmos Pratt &amp; Whitney Twin Wasp, de 1200 hp, adicionando um supercharger General Eletric B-2, além de utilizar uma nova caixa de transmissão e um novo sistema de refrigeração. O novo “retrabalhado” protótipo do CA-14 (agora designado CA-14A) teve um aumento de velocidade na ordem dos 30 por cento em relação ao CA-12, além de atingir um teto de cerca de 1200 metros (4000 pés) superior ao CA-12.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Seu desempenho podia ser comparado ao Supermarine Spitfire Vc e aos modelos iniciais do Republic P-47 “Thunderbolt” e North Americam P-51 “Mustang”, porém, à época, a RAAF já estava equipada com os britânicos Supermarine Spitfire (na função de interceptação) e já havia encomendado os North Americam P-51 “Mustang”, para emprego como escolta de bombardeiros e suporte aéreo de superioridade. </span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Tais circunstâncias acabaram por determinar o fim dos trabalhos de desenvolvimento do Boomerang. As aeronaves (Boomerang) utilizadas pela RAAF, receberam as designações CA-12, CA-13 e CA-19. Estas versões se referiam a pequenas melhoras e modificações. Foram construídos um total de 250 Boomerangs, 105 CA-12, (Números de Série RAAF A46-1/105), 95 CA-13 (Números de Série RAAF A46-106/200) e 49 CA-19 (Números de Série RAAF A46-201/249).</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O CA-14A foi empregado para desenvolver a 1ª Unidade de Apresentação da RAAF. No pós guerra foi empregado pelo departamento de Meteorologia.</span></span></p>
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<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Variantes:</strong> </span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; MARGIN-LEFT: 1cm" align="justify"> </p>
<ul>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">CA-12 (Mk I) &#8211; 105 produzidas (NS: A46-1 a A46-105);</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">CA-13 (Mk II) &#8211; Versão melhorada do CA-12, 95 produzidas (NS: A46-106 a A46-200);</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">CA-14 – Protótipo equipado com supercharger – 1 produzido (NS: A46-1001);</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">CA-19 &#8211; Versão de Reconhecimento Tático – 49 produzidos (NS:A46-201 a A46-249).</span></span></p>
</li>
</ul>
<h2><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Uso em Serviço</span></span></h2>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 19 de fevereiro de 1942, o Japão iniciou uma série de ataques aéreos à cidade de Darwin, na Austrália (seriam realizados mais de 100 raides entre 1942 e 1943). A forma como os primeiros ataques foram executados, acabou por cunhar o título de “Pearl Harbor da Austrália”. Era mais do que evidente a necessidade da Austrália aumentar sua força de caças. </span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Porém, quando os CA-12 passaram a equipar os três primeiros esquadrões de caça, a defesa aérea de Darwin já era feita por um número significativo de caças Curtiss P-40 Kittyhawk dos EUA (em janeiro de 1943, esta tarefa foi repassada à 1ª esquadrilha de Caça da RAAF, que recentemente havia retornado da Europa, reequipada com caças britânicos Supermarine Spitfire Vc).</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Os 83º e 85º Esquadrões, foram empregados para a defesa do espaço aéreo australiano, já o 84º Esquadrão, foi enviada à Ilha Horn, no Estreito Torres, para dar continuidade às missões de patrulhamento da área. Os CA-12 tiveram pouco sucesso nestas missões. O Boomerang sofria com sua pouca velocidade e baixa performance em grandes altitudes. Embora fortemente armados, raramente conseguiam se aproximar suficientemente dos caças japoneses, para se fazer sentir (contam registros, que numa destas raras vezes em que isto aconteceu, o armamento do CA-12 emperrou). Os CA-12 “Boomerang”,que equipavam a Esquadrilha Nº 84, foram substituídos por Curtiss P-40, apenas 8 meses após sua entrada em serviço.</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Após diversas missões, observou-se porém que o CA-12 tinha as características necessárias para ser empregado em missões de “Apoio Aéreo Aproximado”, devido às características da guerra na região. Possuía armamento pesado (para os padrões da época), era fácil de pilotar em baixas altitudes, tinha excelente blindagem, era bastante resistente a donos de combate e era incomparável no “Ground Looping” (capacidade da aeronave em fazer um giro quando em solo, possibilitando mudar de direção)</span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nesta nova função, foram locados nos Esquadrões Nº 4 e Nº 5, que utilizaram os CA-12 Boomerang, na Nova Guiné, na Campanha das Ilhas Salomão e na Campanha de Bornéu, obtendo sucesso. As missões eram feitas sempre com duas aeronaves, uma voava atenta ao solo e a outra atenta a possíveis aeronaves inimigas, executavam bombardeios, strafings, suporte aproximado à infantaria e calibragem de artilharia. </span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em ataques a grandes concentrações inimigas, atuavam em conjunto com aeronaves maiores. Nestas ocasiões, os CA-12 desciam para identificar o inimigo e lançavam bombas de fumaça de 9 quilogramas (20 lb) para marcar a localização. Com a marcação executada, as aeronaves maiores podiam lançar suas bombas de uma altitude segura. Na Campanha de Bougainville, houve uma das mais efetivas colaborações deste tipo, quando o 5º Esquadrão da RAAF, com seus Boomerang, fez as marcações para os Corsair da Royal New Zealand Air Force (Força Aérea Real Neo Zelandesa). </span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Os CA-12 também foram empregados pela 8ª Unidade de Comunicação da RAAF, na Nova Guiné, em missões de resgate aéreo.</span></span></p>
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<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Emprego na RAAF</strong></span></span></p>
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<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>2ª Unidade de Treinamento Operacional</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> &#8211; Outubro de 1942 – 1945;</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>4º Esquadrão</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> – Agosto de 1943 – Agosto de 1945 (Identificação Fuselagem: QE);</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>5º Esquadrão</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> – Novembro de 1943 – Agosto de 1946 (Identificação Fuselagem: BF);</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>83º Esquadrão</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> – Setembro de 1943 – Agosto de 1945 (Identificação Fuselagem: MH);</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>84º Esquadrão</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> – Abril de 1943 – Outubro de 1943 (Identificação Fuselagem: LB);</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>85º Esquadrão</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> – Maio de 1943 – Janeiro de 1945 (Identificação Fuselagem: SH);</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>8ª Unidade de Comunicação</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="FONT-WEIGHT: normal"> – Fevereiro de 1944 – Agosto de 1944 (Identificação Fuselagem: ZA)</span></span></span></p>
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<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Dados Técnicos (CA-12):</strong></span></p>
<ul>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tripulação:</strong> 1 </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Comprimento:</strong> 7,77 m (25 pés 6 pol) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Envergadura:</strong> 11,00 m (36 pés) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Altura:</strong> 2,92 m (9 pés 7 pol) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Superfície Alar:</strong> 20,9 m² (225 pés²) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso Vazio:</strong> 2437 kg (5,373 lb) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso Carregado:</strong> 3492 kg (7,699 lb) </span></span></p>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Motorização:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 1 motor radial Pratt &amp; Whitney R-1830 Twin Wasp, 1200 hp</span></span></li>
</ul>
<ul>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade Máxima:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 491 km/h (305 mph /265 nós) a 4730 m (15,500 pés) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Alcance:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 1500 km (930 milhas / 810 mn) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Teto de Serviço:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 8800 m (29,000 pés) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Taxa de Ascenção:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 14,9 m/s (2,940 pés/min) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento:</strong></span></span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li> 
<ul>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 canhões Hispano ou CAC de 20mm </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4 metralhadoras Browning de 0.303 pol (7.92 mm)</span></span></p>
</li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Bombas:</strong> Capacidade para transporte, quando não utilizava tanque externo de combustível</span></span></li>
</ul>
<p style="TEXT-INDENT: -0.5cm; MARGIN-LEFT: 1.25cm">  </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Galeria:</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-1/' title='CAC CA-12 Boomerang - 1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Linha de Montagem do CA-12 Boomerang (Foto: United States Library of Congress # FSA8E01090  (http://www.loc.gov)" title="CAC CA-12 Boomerang - 1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-4/' title='CAC CA-12 Boomerang - 4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Boomerangs da RAAF (cortesia: Australian War Memorial - http://www.awm.gov.au)" title="CAC CA-12 Boomerang - 4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-2/' title='CAC CA-12 Boomerang - 2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Boomerang do 5º Esquadrão RAAF (cortezsa: Australian War Memorial - http://www.awm.gov.au)" title="CAC CA-12 Boomerang - 2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-3/' title='CAC CA-12 Boomerang - 3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Boomerang do 5º Esquadrão RAAF (cortesia: Australian War Memorial - http://www.awm.gov.au)" title="CAC CA-12 Boomerang - 3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-5/' title='CAC CA-12 Boomerang - 5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Boomerang do 5º Esquadrão RAAF - Aeródromo Piva - Bougainville (cortesia: Australian War Memorial - http://www.awm.gov.au)" title="CAC CA-12 Boomerang - 5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-6/' title='CAC CA-12 Boomerang - 6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Boomerango do 4º Esquadrão RRAF - Nadzab - Nova Guiné - outubro de 1943 (cortesia: Australian War Memorial - http://www.awm.gov.au)" title="CAC CA-12 Boomerang - 6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-7/' title='CAC CA-12 Boomerang - 7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Boomerangs em solo (cortesia: Arthur Harding (Bob Harding) - The Aeroplane Art Company - http://www.aeroplaneart.com.au)" title="CAC CA-12 Boomerang - 7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/cac-ca-12-boomerang-o-caca-australiano/cac-ca-12-boomerang-8/' title='CAC CA-12 Boomerang - 8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/CAC-CA-12-Boomerang-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Boomerang do 83º Esquadrão RAAF - 21 de agosto de 1943 (Cortesia Queensland museun)" title="CAC CA-12 Boomerang - 8" /></a>
</p>
<p></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Fontes:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia.org &#8211; <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CAC_Boomerang">http://en.wikipedia.org/wiki/CAC_Boomerang</a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Australian War Memorial &#8211; <a href="http://www.awm.gov.au/">http://www.awm.gov.au/</a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">WW2 Fighters &#8211; <a href="http://ww2fighters.e-monsite.com/rubrique,commonwealth-boomerang,112097.html">http://ww2fighters.e-monsite.com/rubrique,commonwealth-boomerang,112097.html</a></span></span></p>
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		<item>
		<title>Israel intercepta navio que transportava armas do Irã para o Hezbollah</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 18:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Contrabando de Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Hezbollah]]></category>
		<category><![CDATA[Hipocrisia]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[A Marinha Israelense informou ter interceptado um navio que transportava centenas de toneladas de armas provenientes do Irã, que seriam entregues ao Hezbollah, no Líbano.   O Porta-Voz das Forças Armadas Israelenses informou que o navio “Francop”, que navegava sob &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/israel-intercepta-navio-que-transportava-armas-do-ira-para-o-hezbollah/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Marinha Israelense informou ter interceptado um navio que transportava centenas de toneladas de armas provenientes do Irã, que seriam entregues ao Hezbollah, no Líbano. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Porta-Voz das Forças Armadas Israelenses informou que o navio “Francop”, que navegava sob a bandeira de Antígua, foi interceptado a 160 quilômetros da costa israelense, nas proximidades do Chipre, sendo rebocado ao porto de Ashdod. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Um grupo de fuzileiros navais israelenses embarcou no Francop, um navio de apenas 137 metros de comprimento, depois que o capitão concordou em permitir a busca, mas não foi utilizada nenhuma espécie de violência contra a tripulação.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Porta-Voz também disse que a tripulação não tinha ciência que transportava contrabando. As armas estavam acondicionadas em diversos containeres. Que continham indicações de se tratar de mercadorias comuns. Ele também informou que &#8221; Todos os certificados da carga são carimbados nos portos de origem, e os certificados destes containeres foi carimbado em um porto iraniano.” </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em um transmissão realizada pela emissora estatal iraniana, o Ministro de Assuntos Exteriores da Síria, Sr. Walid Muallen, em visita ao Irã, afirmou que a embarcação não transportava nenhuma espécie de armametno iraniano, e na verdade, se tratava de equipamentos sírios exportados para o Irã.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu, disse que as armas se destinavam a ataques contra cidades israelenses.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Israel tem intensificado nos últimos meses, os esforços para combater o contrabando de armas aos militante do Hezbollah e do Hamas. Um grupo de fuzileiros navais israelenses embarcou no Francop, um navio de apenas 137 metros de comprimento, depois que o capitão concordou em permitir a busca, mas não foi utilizada nenhuma espécie de violência contra a tripulação.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Hezbollah não emitiu nenhuma pronúncia até o momento.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Fonte: BBC NEWS &#8211; <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/8341737.stm">http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/8341737.stm</a></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Canhão Naval 46 cm/45 (18.1&#8243;) Tipo 94</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[46cm/45 Tipo 94]]></category>
		<category><![CDATA[Armamento Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Canhões Yamato]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>

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		<description><![CDATA[Os canhões 460mm/45 (18.1&#8243;) instalados nos navios da classe Yamato, foram os mais poderosos canhões instalados em um navio de guerra. Reza a lenda que se alguém estivesse muito próximo dos canhões quando do disparo, o deslocamento de ar era &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/11/canhao-naval-46-cm45-18-1-tipo-94/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1196" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/yamato-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-1196" title="yamato-02" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/11/yamato-02-300x200.jpg" alt="O IJN Yamato, durante sua construção - Note o tamanho de seus impressionantes canhões" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">O IJN Yamato, durante sua construção - Note o tamanho de seus impressionantes canhões</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os canhões 460mm/45 (18.1&#8243;) instalados nos navios da classe Yamato, foram os mais poderosos canhões instalados em um navio de guerra. Reza a lenda que se alguém estivesse muito próximo dos canhões quando do disparo, o deslocamento de ar era tão grande, que as roupas eram simplesmente arrancadas do corpo.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">Estes canhões eram oficialmente designados pelos japoneses como “40 cm/45 Tipo 94&#8243; (15,9 pol), uma artimanha para ocultar o verdadeiro tamanho dos canhões. Tal artimanha somente seria descoberta pelos americanos após o término da segunda guerra mundial.</p>
<p>Mas apesar de equipados com canhões descomunais, os dois navios viram pouca ação para suas armas. O Yamato disparou seus canhões contra navios inimigos apenas em uma ocasião. Foi na Batalha de Samar, em outubro de 1944, contras os grupos de escolta americanos Taffy 1 e Taffy 3.</p>
<p>Provavelmente tendo acertando alguns disparos no USS Gambier Bay (CVE-73). Já quanto ao Musashi, é sabido que disparou seus canhões apenas uma vez, contra aviões, utilizando munições &#8220;sankaidan&#8221; (fragmentação incendiária), durante a Batalha do Mar de Sibuyan, em outubro de 1944. Existe o registro de que uma destas cargas explodiu dentro do cano, pondo a arma fora de uso.</p>
<p>Um total de 27 canhões foram produzidos, sendo que o primeiro foi concluído em março de 1938 e testado no campo de provas de Kamegakubi.</p>
<p>Dezoito canhões foram perdidos com os afundamentos do Yamato e do Musashi, dois canhões que se encontravam no campo de Kamegakubi foram desmantelados em novembro de 1945, de acordo com as ordens de desarmamento emitidas pelo U.S. Army.</p>
<p>Das outras sete armas restantes, que encontravam-se em diversos estágios de fabricação, cinco foram desmanteladas imediatamente e duas foram enviadas aos EUA para testes, sendo desmanteladas na década de 1950.</p></div>
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		<title>Presidente russo ataca tentativas de reabilitar Stalin</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Medvedev]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Stalin]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente russo, Dmitry Medvedev, atacou aqueles que tentam reabilitar a memória do ex-líder soviético Joseph Stalin em um vídeo publicado no site do Kremlin nesta sexta-feira, 30 de outubro, dia nacional em homenagem aos mortos durante o regime stalinista &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/presidente-russo-ataca-tentativas-de-reabilitar-stalin/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente russo, Dmitry Medvedev, atacou aqueles que tentam reabilitar a memória do ex-líder soviético Joseph Stalin em um vídeo publicado no site do Kremlin nesta sexta-feira, 30 de outubro, dia nacional em homenagem aos mortos durante o regime stalinista (1924-1953).</p>
<p style="text-align: justify;">Estou convencido de que a memória das tragédias nacionais é tão sagrada quanto a das vitórias. Mesmo agora, você escuta que as grandes perdas teriam sido justificadas por algum tipo de objetivo superior do Estado&#8221;, disse o presidente russo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v -->&#8220;O desenvolvimento de nenhuma nação, seu sucesso ou ambição não pode ser atingido ao preço de perdas humanas e sofrimento.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v -->&#8220;O dia 30 de outubro é o dia que lembra milhões de vidas arruinadas, de pessoas mortas sem julgamento ou investigações, de pessoas enviadas a campos (de trabalhos forçados, os gulags) e ao exílio, despidas de seus direitos civis. Famílias inteiras foram rotuladas de ‘inimigos do povo’&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br">&#8220;Milhões de pessoas morreram por causa do terror e acusações falsas. Impedidas até de serem devidamente sepultadas e por anos seus nomes foram riscados da história.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v -->Medvedev disse ser alarmante que muitos no país não tenham ideia destes acontecimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v -->&#8220;Há dois anos sociólogos pesquisaram e quase 90% de nossos cidadãos entre 18 e 24 anos de idade não sabiam dizer o nome de pessoas famosas que sofreram ou morreram nos anos de repressão. Isso preocupa.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v -->O presidente russo alertou ainda sobre os perigos de revisar a história dos tempos da repressão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v -->&#8220;Precisamos aceitar nosso passado como ele é&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v --><strong>O discurso de Medvedev contrasta com o movimento em voga no país de promover Stalin como um administrador eficiente que transformou a União Soviética em uma superpotência mundial.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="pt-br"><!-- v -->No governo do ex-presidente e atual premiê, Vladimir Putin, livros didáticos fossem reescritos, destacando os feitos de Stalin.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Neste mês, um tribunal russo rejeitou uma ação apresentada pelo neto de Stalin contra um jornal russo que ele acusava de ter difamado o ex-líder soviético.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: BBC &#8211; <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/10/091030_stalin_rc.shtml">http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/10/091030_stalin_rc.shtml</a></p>
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		<title>Agentes Químicos &#8211; Gás Mostarda</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Armas Químicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gás Mostarda]]></category>
		<category><![CDATA[Gases Vesicantes]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[Os “Mostarda de Enxofre” ou simplesmente “Gás Mostarda” é um agente químico vesicante, utilizado como arma. Quando em sua forma pura, é incolor, inodoro e líquido à temperatura ambiente. Na forma comumente utilizada como arma química, tem coloração marrom-amarelada e &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/agentes-quimicos-gas-mostarda/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os “Mostarda de Enxofre” ou simplesmente “Gás Mostarda” é um agente químico vesicante, utilizado como arma. Quando em sua forma pura, é incolor, inodoro e líquido à temperatura ambiente. Na forma comumente utilizada como arma química, tem coloração marrom-amarelada e tem um odor que lembra a mostarda.</p>
<p style="text-align: justify;">É conhecido por diversas nomenclaturas: HD, senfgas, Mostarda de Enfofre, Gás Vesiculoso, s-lost, lost, Kampfstoff LOST (a abreviação LOST refere-se aos nomes de Lommel e Steinkopf, que desenvolveram o processo de produção em massa durante a Grande Guerra, para a companhia alemã Bayer AG.), Cruz Amarela e Yperita.</p>
<p style="text-align: justify;">Agentes Mostarda, são regulados atualmente pelo CWC (Chemical Weapons Convention – Convenção de Armas Químicas) de 1993, incluídos na classe de agentes químicos de alto risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uso na Grande Guerra</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Utilizado pela primeira vez em 1917, ficou conhecido como “Yperita” porque o local onde se deu seu uso foi nas proximidades de Ypres. Após o ataque os britânicos decidiram criar seu próprio arsenal de gás mostarda (mas o único meio que lhes era possível à época era o processo Despretz–Niemann–Guthrie ), que foi utilizado pela primeira vez em setembro de 1918, durante o ataque à Linha Hindenburg.</p>
<p style="text-align: justify;">O gás era dispersado via aérea, em combinação com outros agentes químicos, o que lhe atribuía a coloração amarelada e o odor característico. Lançado através de granadas de artilharia, bombas aéreas, minas terrestres, morteiros, obuseiros e mesmo foguetes, teve uma taxa de letalidade de apenas 1% dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua principal efetividade era como agente incapacitante, uma vez que não existiam medidas de proteção eficazes contra a exposição deste agente. Mesmo que o soldado esteja utilizando uma máscara, o agente ataca a pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma característica deste tipo de agente químico é o surgimento imediato dos sintomas como vesículas e queimaduras. Em muitos casos, os efeitos continuavam a surgir até 12 horas depois da exposição. Apesar de não ser a intenção primária do uso deste tipo de agente, quando a exposição era elevada, se tornava letal, causando a morte entre 3 e 5 minutos, o que proporcionava ainda mais um estado de desorientação das tropas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso permanece ativo por um longo período. Quando o gás contaminava as vestes e equipamentos de um soldado, os outros soldados que tinham algum contato com este, também eram envenenados. Quando absorvido pelo solo, permanecia ativo por diversas semanas, evaporando-se muito lentamente, mesmo à noite, o que obrigava soldados de regiões muito contaminadas a abandonarem suas posições.</p>
<p style="text-align: justify;">Os soldados expostos a este agente químico sofriam graves lesões nas áreas expostas, sofriam cegueira temporária, vômitos, tinham os pulmões afetados, geralmente causando inflamação nos brônquios, sofriam hemorragias internas e/ou externas, causadas pelo rompimento de veias, tinham a mucosa atacada, o que causava seu desprendimento e com isso mais sangramentos e uma dor insuportável. Era comum nos hospitais, vítimas deste tipo de envenenamento, serem abrigadas a ser amarradas à cama, tamanha a dor.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ser a intenção primária do uso deste tipo de agente, quando a exposição era elevada, se tornava letal, causando a morte entre 3 e 5 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/agentes-quimicos-gas-mostarda/vitima-gas-mostarda-1918/' title='vitima gas mostarda-1918'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/vitima-gas-mostarda-1918-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Soldado vitimado por Gás Mostarda - 1918" title="vitima gas mostarda-1918" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/agentes-quimicos-gas-mostarda/vitima-gas-mostarda-1918b/' title='vitima gas mostarda-1918b'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/vitima-gas-mostarda-1918b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Soldado vitimado por Gás Mostarda - 1918" title="vitima gas mostarda-1918b" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/agentes-quimicos-gas-mostarda/vitima-gas-mostarda-1918c/' title='vitima gas mostarda-1918c'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/vitima-gas-mostarda-1918c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Soldados com Cegueira Temporária, causada por Gás Mostarda - 1918" title="vitima gas mostarda-1918c" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/agentes-quimicos-gas-mostarda/vitima-gas-mostarda-1918d/' title='vitima gas mostarda-1918d'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/vitima-gas-mostarda-1918d-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Soldados vitimado por Gás Mostarda - 1918" title="vitima gas mostarda-1918d" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/agentes-quimicos-gas-mostarda/soldado-22-regimento-de-infantaria-francesa-18mar1918/' title='Soldado 22 Regimento de Infantaria francesa- 18mar1918'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Soldado-22-Regimento-de-Infantaria-francesa-18mar1918-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Soldado do 22º Regimento de Infantaria (França), vitimado por gás mostarda em 18 de março de 1918" title="Soldado 22 Regimento de Infantaria francesa- 18mar1918" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/agentes-quimicos-gas-mostarda/vitima-gas-mostarda-2004/' title='Vitima gas mostarda - 2004'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Vitima-gas-mostarda-2004-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Inspetor da ONU vitimado acidentalmente por gás mostarda, durante manuseio" title="Vitima gas mostarda - 2004" /></a>

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		</item>
		<item>
		<title>Submarino desaparecido há 90 anos é encontrado na Estônia</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 16:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marinha 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[HMS E.18]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Navy]]></category>

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		<description><![CDATA[Os restos de um submarino da Marinha britânica, perdido há mais de 90 anos, foram encontrados no Mar Báltico, na costa da Estônia. O HMS E18, com três oficiais e mais uma tripulação de 28 pessoas, saiu para uma patrulha &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/submarino-desaparecido-ha-90-anos-e-encontrado-na-estonia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os restos de um submarino da Marinha britânica, perdido há mais de 90 anos, foram encontrados no Mar Báltico, na costa da Estônia.</p>
<div id="attachment_1115" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HMS-E-18.jpg"><img class="size-medium wp-image-1115" title="HMS E-18" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HMS-E-18-300x224.jpg" alt="HMS E.18" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">HMS E.18</p></div>
<p style="text-align: justify;">O HMS E18, com três oficiais e mais uma tripulação de 28 pessoas, saiu para uma patrulha em maio de 1916 e nunca mais foi visto. O submarino estava entre os vários que foram enviados para o Mar Báltico durante a Primeira Guerra Mundial por Winston Churchill, almirante da Marinha britânica na época, para interromper o envio de minério de ferro da Suécia para a Alemanha e dar apoio à Marinha russa.</p>
<p style="text-align: justify;">O submarino foi encontrado no último final de semana perto da ilha de Hiiumaa, que faz parte da Estônia, por uma companha de pesquisa da Marinha da Suécia. Os pesquisadores foram guiados por informações de um descendente australiano de um dos tripulantes, Darren Brown, um engenheiro aéreo de Melbourne, que passou anos pesquisando a história do submarino. O bisavô de Brown, o sinaleiro Albert Robinson, sobreviveu ao desaparecimento do E18 pois ficou doente com apendicite pouco antes da última patrulha.</p>
<p style="text-align: justify;">O E18 deixou sua base, no porto russo de Reval (que agora é Tallinn, capital da Estônia) na noite de 25 de maio de 1916, e começou sua viagem em direção ao oeste. No dia seguinte, o submarino teria entrado em combate e lançado torpedos contra um navio alemão. Dias depois, possivelmente no dia 2 de junho, o submarino teria atingido uma mina alemã e afundado.</p>
<p style="text-align: justify;"> O navio de pesquisa sueco MV Triad enviou um veículo operado com controle remoto e conseguiu as primeiras imagens que mostravam o submarino de 55 m de comprimento em boas condições de conservação. As águas do Báltico são geladas, ligeiramente salgadas e com pouco oxigênio e, com isso, os navios e submarinos naufragados sofrem menos desgaste e ferrugem do que em outros lugares.</p>
<p style="text-align: justify;">As fotos mostram o submarino com a escotilha aberta, o que sugere que ele estava na superfície quando atingiu a mina. &#8220;Sem sombra de dúvida, elas (as fotos) mostram um submarino na classe E e certos detalhes indicam que provavelmente é um E18&#8243;, afirmou David Hill, especialista em submarinos classe E que examinou as imagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Os navios e submarinos da classe E eram considerados os mais bem sucedidos da Grã-Bretanha durante a Primeira Guerra Mundial. Um outro submarino muito parecido, o E19, afundou quatro navios alemães de transporte em apenas um dia de outubro de 1915. O E18 foi o único submarino classe E que foi abatido durante uma missão no Báltico.</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8221;Queremos investigar a causa exata do naufrágio e honrar os que morreram, contando sua história&#8221;, disse Carl Douglas, dono da companhia de pesquisa que encontro o E18. Segundo Douglas, a descoberta foi resultado de quase uma década de trabalho. </p>
<p style="text-align: justify;"> As condições à bordo de um submarino da classe E eram simples e extremamente apertadas. Havia apenas um beliche, dividido entre os três oficiais. O resto da tripulação dormia onde podia. Os banheiros frequentemente eram apenas um balde. E o clima no Báltico era tão frio que a maior parte da estrutura do submarino congelava no momento em que alcançava a superfície.</p>
<p style="text-align: justify;">A história da última viagem do HMS E18 será mostrada em um documentário, Churchill&#8217;s Lost Submarine (&#8220;O Submarino Perdido de Churchill&#8221;, em tradução livre).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: BBC Brasil</p>
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		<title>30 de junho de 1934 &#8211; A noite dos Longos Punhais</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 11:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Noite dos Longos Punhais]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre os milhares de “camisas marrons”, que faziam parte das SA (Sturmabteilung), incluíam-se muitos membros que acreditaram realmente &#8216;no socialismo&#8217; , inicialmente pregado pelo Partido do Nacional Socialismo, queriam transformar-se em um verdadeiro exército revolucionário, ao invés de apenas fazer &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Dentre os milhares de “camisas marrons”, que faziam parte das SA (Sturmabteilung), incluíam-se muitos membros que acreditaram realmente &#8216;no socialismo&#8217; , inicialmente pregado pelo Partido do Nacional Socialismo, queriam transformar-se em um verdadeiro exército revolucionário, ao invés de apenas fazer parte do exército alemão regular.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mas ao alto-comando do exército e a seus comandantes conservadores, este exército potencial de SA´s , representava uma ameaça às antigas tradições militares alemãs e aos privilégios, que Adolf Hitler, havia prometido os generais, onde restauraria toda a glória militar e quebraria as &#8220;imposições&#8221; do tratado de Versalhes, que limitava o exército a um efetivo de 100.000 homens e impedia sua modernização.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Para Adolf Hitler, o comportamento do SA, era um problema que ameaçava agora, sua própria sobrevivência política e o futuro inteiro do movimento nazista.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os sentimentos anticapitalistas e de antitradição, freqüentemente expressados por líderes da SA, e ecoados por seus seguidores, também causou enorme preocupação aos grandes empresários, que haviam ajudado Hitler a assumir o poder. Hitler havia prometido que derrubaria o movimento de União Comercial e o Marxista, entretanto, agora seus próprios homens, com sua conversa de “Segunda Revolução”, soavam mais como os marxistas que estes mesmos. (A Primeira Revolução, é a ascensão do Nazismo ao poder, em meados de 1933.).</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A SA, que tinha como líder, Ernst Röhm, havia sido um dos principais instrumentos de repressão, no início da ambiciosa ascensão de Hitler, usando de extrema violência para conter manifestações nas ruas e para “silenciar” oponentes políticos. Entretanto, em 1934, um ano depois que Hitler assumiu o poder, a utilidade da SA, como uma força extremista, que usava de meios violentos para obter êxito, vinha perdendo sua eficácia, tendo em vista que Hitler necessitava agora da sustentação dos generais do exército e dos líderes de grandes indústrias, para reconstruir a Alemanha, após a Grande Depressão, reequipar as forças armadas e realizar finalmente seu objetivo, de anexar territórios para o povo alemão.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A classe média alemã, também temia e não simpatizava com os integrantes das SA, por causa de seu arrogante comportamento de gângsteres, tal como extorquir dinheiro dos proprietários locais de lojas, dirigindo pelas ruas com carros novos extravagantes e, como era noticiado com freqüência, espancando e assassinando civis inocentes, após beberem em exagero.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No fim de fevereiro de 1934, Hitler realizou uma reunião entre a SA e líderes do exército, incluindo Röhm e o ministro da defesa, o general Werner von Blomberg. Nesta reunião, Hitler informou a Röhm, qua a SA não seria uma força militar, mas seria limitada a determinadas funções políticas. Na presença de Hitler, Röhm deu seu aval e assinou um acordo com Blomberg.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p align="justify"> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entretanto, Röhm deixou logo saber que, não tinha nenhuma intenção de manter o acordo. Em abril convocou corajosamente uma conferência de imprensa e proclamou:</span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>&#8220;A SA é a Revolução Nacional Socialista!!&#8221;</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Dentro da SA, àquela época, havia uma divisão altamente disciplinada, denominada SS (Shutzstaffel), que havia sido criada em 1925, como guarda pessoal de Hitler. O comandante da SS, Heinrich Himmler, juntamente com seu segundo-em-comando, Reinhard Heydrich, e Hermann Göring, começaram a traçar um plano de ação a favor de Hitler, contra seu velho camarada Röhm, esperando obter alguma vantagem com sua queda.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No dia 04 de junho, Hitler e Röhm tiveram uma reunião confidencial, que durou cinco horas, indo até a meia-noite. Alguns dias mais tarde, Röhm anunciou que tiraria férias para tratar de “doenças pessoais” e a SA inteira estaria de licença até o mês de julho. Foi marcada também uma conferência dos líderes da SA, para junho 30, em um sítio, nos arredores de Munique, onde Hitler prometeu ouvir às reinvidicações da SA. Porém, em 17 de junho, o vice-chanceler Franz von Papen, que ajudou Hitler a assumir a chancelaria, deixou a todos espantados, fazendo um discurso criticando o comportamento anti-intelectual da SA e denunciando excessos, tais como a censura da imprensa. Papen também focalizou na possibilidade de uma “Segunda Revolução”, apregoada por Röhm e pela SA e incitou Hitler a por um fim a isso tudo, perguntando: &#8211; Teremos nós que passarmos por uma Revolução Anti-Marxista, para pormos em execução um programa marxista?</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Seu discurso aumentou drasticamente a tensão entre líderes do exército e líderes do SA e ameaçou ainda mais a posição de Hitler. Mas naquele momento, Hitler hesitava em atacar seu velho camarada Röhm. Alguns dias mais tarde, em 21 de junho, Hitler foi visitar o presidente, Paul von Hindenburg, em sua residência. Hindenburg estava com sua saúde precária e confinado a uma cadeira de rodas. O velho cavalheiro e o ministro da defesa, informaram a Hitler, que o problema da SA deveria ser resolvido ou o presidente declararia simplesmente a lei marcial, e deixar o exército alemão comandar o país, terminando desta forma com o regime nazista.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entretanto, Himmler e Heydrich, espalharam falsos boatos, que Röhm e a SA planejavam um golpe de estado (putsch), para assumir o poder.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A 25 de junho, o exército alemão foi colocado em alerta, mas posteriormente seria cancelado e, as tropas foram confinadas aos acampamentos. Um acordo secreto havia sido tratado entre Himmler e generais do exército, assegurando a cooperação entre os SS e o exército durante a ação contra as SA. O exército forneceria armas e toda a sustentação necessária, mas remanesceria nos acampamentos e deixaria os SS fazerem as ações necessárias.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na quinta-feira, 28 de junho, Hitler, Göring, e Goebbels, foram ao casamento de Gauleiter Josef Terboven em Essen. Hitler foi informado por telefone que havia a possibilidade de um putsch por parte de Röhm e que também havia a possibilidade de uma revolta por influentes conservadores não-nazistas, que queriam que Hindenburg declarasse a lei marcial e retirassem Hitler e do governo. Hitler enviou então Göring para Berlim, a fim de dialogar com a SA e os líderes conservadores. Os SS foram postos em alerta máximo.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Sexta-feira, 29 de junho, Hitler fez uma excursão programada para a inspeção de um campo de trabalho e foi então hospedar-se em um hotel nas proximidades de Bonn, para pernoite. Himmler, então o informara, através de um telefonema, que as tropas da SA, agrupadas em Munique, sabendo da vinda de Hitler, haviam feito varias ações nas ruas. Hitler decide então voar a Munique, para por fim à rebelião e confrontar-se com Röhm e outros líderes da SA, que estavam hospedados em Bad Wiessee, um resost nas proximidades de Munique.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Chegando em Munique perto do alvorecer do sábado, 30 de junho 30, Hitler requisitou primeiramente a prisão dos SA estavam no Quartel-General, em seguida, prosseguiu ao prédio do Ministério do Interior, onde, após a prisão de do comandante da SA de Munique, num gesto de histeria, arrancou-lhe a insígnia do uniforme.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em seguida, o avanço foi contra Röhm. Uma coluna das tropas e carros, onde estavam Hitler, Rudolf Hess, e outros, rapidamente seguiram em direção ao hotel onde estava Röhm e seus homens. Nesta ocasião, como foi relatado freqüentemente (confirmado em parte pelos nazistas), Hitler chegou ao hotel aproximadamente às 6:30 a.m. e adentrou com uma pistola em punho, para prender Röhm e outros líderes da SA. Entretanto, foi mais provável que o hotel foi tomado primeiramente pelos SS, antes de Hitler aproximar-se. Hitler então confrontou Röhm e os outros, enviando-os à prisão de Stadelheim, onde seriam mais tarde mortos pelos SS.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Uma exceção foi feita a Edmund Heines, um líder da SA, que fora encontrado na cama com um rapaz. Quando Hitler soube de tal fato, ordenou a execução imediata, ainda no hotel.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Um grande número de líderes da SA, incluindo Röhm, era homossexual. Antes da prisão, Hitler ignorou na maior parte das vezes este comportamento, por causa da necessidade do uso da SA durante sua ascensão para o poder, entretanto, sua utilidade agora havia desaparecido e mais tarde, a conduta homossexual seria usada em parte, como desculpa para os assassinatos.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Manhã de sábado, aproximadamente às 10:00 horas, uma ligação telefônica de Hitler, em Munique, a Göring, em Berlim, com a palavra código &#8216; Kolibri &#8216; (beija-flor), desencadeou uma onda de assassinatos violentos em Berlim e em outras 20 cidades. Os esquadrões da execução dos SS, junto com a Gestapo de Göring, perseguiram e assassinaram todos os líderes da SA e qualquer outro, de uma lista onde relacionavam-se inimigos políticos do Reich (A já conhecida Lista do Reich de pessoas não desejadas).</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Incluído na lista: Gustav von Kahr, que tinha se oposto a Hitler durante o Putsch de 1923 &#8211; encontrado morto a punhaladas, próximo a Dachau; Father Bernhard Stempfle, que havia escrito a dedicatória para o livro Mein Kampf, de Hitler, e sabia demasiadamente demais sobre ele, foi morto a tiros; Kurt von Schleicher, ex-chanceler da Alemanha e mestre em intrigas políticas, auxiliou Hitler a assumir a chancelaria, foi morto a tiros juntamente com sua esposa; Gregor Strasser, um dos membros fundadores do partido nazi e o segundo em importância no partido, imediatamente após Hitler; Karl Ernst, líder da SA em Berlim, que havia sido envolvido no incêndio do prédio do Reichstag, em fevereiro de 1933; Secretário de imprensa do vice-chanceler Papen, o líder católico Dr. Erich Klausener.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p align="justify"> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na noite de sábado, Hitler voou para Berlim e estava sendo aguardado no aeroporto por Himmler e Göring, em uma cena descrita mais tarde por Hans Gisevius, um oficial da Gestapo:</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em> </em></span></p>
<p align="justify"> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>&#8220;À sua maneira, afastado da frota de automóveis, uns 70 metros, Hitler parou para conversar com Göring e Himmler. Aparentemente não poderia esperar alguns minutos até que alcançar a chancelaria… de um de seus bolsos, Himmler retirou uma longa lista amassada. Hitler leu-a completamente, enquanto Göring e Himmler sussurraram incessantemente em sua orelha. Nós podíamos ver o dedo de Hitler abaixar lentamente na folha de papel. Pausou então por um momento em um dos nomes. Nessa ocasião, os dois conspiradores sussurraram com mais excitação. De repente Hitler balançou sua cabeça. Havia uma emoção muito forte, muita raiva no gesto, que todos puderam observar nele… finalmente que se moveram em direção aos carros, Hitler na frente, seguido por Göring e por Himmler. Hitler andava ainda com o mesmo passo lento. Pelo contraste, os dois que estavam “manchados de sangue”, a seu lado pareceram mais vívidos… &#8220;</em></span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Quanto para a Ernst Röhm – numa ordem direta de Hitler, foi ordenado que fosse dada uma pistola contendo uma única bala, para que se suicidasse, mas este se recusando disse: “-Se eu devo ser morto, o próprio Adolf deveria fazê-lo.” Dois oficiais dos SS, um deles era Theodore Eicke, comandante dos Totenkopf (caveiras) estavam em Dachau, entraram na cela de Röhm, e passados quinze minutos ouviu-se um disparo. Reportaram posteriormente, as últimas palavras de Röhm, que foram:<em>&#8220;Mein Führer, mein Führer!&#8221;</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na noite de domingo, dia primeiro de julho, enquanto ainda estavam ocorrendo algumas execuções, Hitler ofereceu um chá aos membros do Gabinete Governamental e suas famílias, com a intenção de mostrar que a situação estava voltando ao que era normal anteriormente.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p align="justify"> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Às 4:00 horas da segunda-feira, 02 de julho, a remoção sangrenta havia terminado. O número exato dos assassinatos é desconhecido, porque os documentos originais da Gestapo que se relacionam ao fato, foram destruídos. As estimativas variam entre 200/250 a 1.000 ou mais pessoas. Menos da metade de pessoas assassinadas, eram realmente oficiais da SA.</span></p>
<p align="justify">
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em um dos casos, um homem chamado Willi Schmidt, estava em casa tocando seu cello. Quatro homens da SS tocaram a campainha, entraram na casa e levaram-no, deixando sua esposa e três crianças para trás. Equivocadamente capturaram o sr. Willi Schmidt, crítico da música de um jornal de Munique, ao invés do outro Willi Schmidt, que constava na lista. Willi Schmidt fora assassinado e posteriormente seu corpo retornou a sua família em um caixão lacrado, com ordens da Gestapo, que não deveria ser aberto.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A 13 de julho, Hitler discursou no Reichstag, onde anunciou setenta e quatro mortes e as justificou:</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>&#8220;Se qualquer um me repreende e pergunta porque eu não recorri às cortes de justiça, tudo que eu posso dizer é isto: Naquela hora eu era responsável pelo destino do povo alemão e, desse modo, eu me transformei no juiz supremo dos alemães.&#8221;</strong></em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>&#8220;Não era nenhum segredo que, esta revolução teria que ser sangrenta; quando nós falarmos deste episódio, nós vamos nos referir como “ A noite dos Longos Punhais”. Todos deve saber, de agora em diante, que quem levantar sua mão para golpear o estado, terá como destino a morte.&#8221;</strong></em></span></p>
<p align="justify"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Proclamando-se o juiz supremo dos povos alemães, Hitler colocou-se de fato acima da lei, fazendo da sua palavra a lei, e instalando assim um sentido permanente do medo nos povos alemães.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Algumas semanas depois dos assassinatos, Hitler recompensou os SS, elevando-os para um status independente, como uma organização, A partir daquela ocasião, o líder da SS, o Reichsführer Heinrich Himmler, responderia diretamente a Hitler e a ninguém mais. Reinhard Heydrich, foi promovido a SS Gruppenführer (Tenente-General).</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p align="justify">
<p style="text-align: justify;">Os generais alemães, em virtude dos eventos sem precedentes daquela ocasião, alinharam-se a Hitler e, iniciaram a longa jornada que lhes conduziria à conquista do mundo e, que terminaria nas celas de Nuremberg, após a derrota.</p>
<p> </p>
<p align="justify"> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os “camisas marrons” remanescentes foram introduzidas no exército, depois que Hitler re-introduziu o alistamento militar, em 1935.</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A organização dos SS, sob comando de Himmler e Heydrich, se expandiria extremamente e transformar-se-ia em instrumento de assassinatos e terror maciços durante toda historia restante do terceiro reich, outros onze anos.</span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Galeria:</p>
<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></div>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/paul_von_hindenburg/' title='Paul_von_Hindenburg'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Paul_von_Hindenburg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Paul von Hindenburg" title="Paul_von_Hindenburg" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/werner-eduard-fritz-von-blomberg/' title='Werner Eduard Fritz von Blomberg'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Werner-Eduard-Fritz-von-Blomberg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Werner Eduard Fritz von Blomberg" title="Werner Eduard Fritz von Blomberg" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/heinrich-luitpold-himmler/' title='Heinrich Luitpold Himmler'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Heinrich-Luitpold-Himmler-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinrich Luitpold Himmler" title="Heinrich Luitpold Himmler" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/hermann-wilhelm-goring/' title='Hermann Wilhelm Göring'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Hermann-Wilhelm-Göring-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Hermann Wilhelm Göring" title="Hermann Wilhelm Göring" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/reinhard-tristan-eugen-heydrich/' title='Reinhard Tristan Eugen Heydrich'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Reinhard-Tristan-Eugen-Heydrich-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Reinhard Tristan Eugen Heydrich" title="Reinhard Tristan Eugen Heydrich" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/theodor-eicke-bundesarchiv/' title='Theodor Eicke - Bundesarchiv'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Theodor-Eicke-Bundesarchiv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Theodor Eicke" title="Theodor Eicke - Bundesarchiv" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/b-145-bild-f051632-0523/' title='B 145 Bild-F051632-0523'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Viktor_Lutze-Bundesarchiv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viktor Lutze" title="B 145 Bild-F051632-0523" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/adolf_hitler-bundeasarchiv/' title='Adolf_Hitler - Bundeasarchiv'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Adolf_Hitler-Bundeasarchiv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Adolf Hitler" title="Adolf_Hitler - Bundeasarchiv" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/erich-klausener/' title='Erich Klausener'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Erich-Klausener-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Erich Klausener" title="Erich Klausener" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/ernst-rohm/' title='Ernst Rohm'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Ernst-Rohm-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ernst Röhm" title="Ernst Rohm" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/fritz-von-papen/' title='Fritz von Papen'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Fritz-von-Papen-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fritz von Papen" title="Fritz von Papen" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/herbert-von-bose/' title='Herbert von Bose'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Herbert-von-Bose-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Herbert von Bose" title="Herbert von Bose" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/30-de-junho-de-1934-a-noite-dos-longos-punhais/kurt-von-schleicher-bundesarchiv/' title='Kurt von Schleicher - Bundesarchiv'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Kurt-von-Schleicher-Bundesarchiv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kurt von Schleicher" title="Kurt von Schleicher - Bundesarchiv" /></a>

<p> </p>
<p align="justify"> </p>
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		<title>Kayaba Ka-1 (Ka-Go) &#8211; O Autogiro do Exército Imperial Japonês</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 19:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
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		<description><![CDATA[Mesmo sendo praticamente desconhecido, o autogiro japonês Kayaba Ka-1 (ou Kayaba Ka-Go) tem seu lugar garantido na história da aviação, pois foi o primeiro engenho da família dos autogiros/helicópteros equipado com armamento a ser empregado operacionalmente na história. Sua história &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/kayaba-ka-1-ka-go-o-autogiro-do-exercito-imperial-japones/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Mesmo sendo praticamente desconhecido, o autogiro japonês Kayaba Ka-1 (ou Kayaba Ka-Go) tem seu lugar garantido na história da aviação, pois foi o primeiro engenho da família dos autogiros/helicópteros equipado com armamento a ser empregado operacionalmente na história.</span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Sua história remonta ao final da década de 1930, quando o Exército Imperial Japonês, passou a considerar a possibilidade de adotar o autogiro no auxilio à calibração de artilharia. Foi então, que para avaliar estas possibilidades, o Japão adquiriu junto aos Estados Unidos da América, um autogiro biposto Kellet KD-1A. Este autogiro era equipado com um motor radial de 7 cilindros Jacobs L-4M4 e dispunha do mais avançado sistema de controle produzido pela Kellet, mas infortunadamente, logo após sua chegada ao Japão, a aeronave foi danificada irrecuperavelmente em um acidente ocorrido durante testes de vôo em baixa velocidade.</span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Embora não houvesse condições de reparar o autogiro, o Exército Imperial enviou os destroços da aeronave à pequena companhia K.K Kayaba Seisakusho (Companhia Industrial Kayaba Ltda.), com instruções de desenvolver uma aeronave similar à americana. <span style="font-family: Verdana, Arial;">Atendendo então à solicitação do Exército Imperial, a equipe de engenheiros da Kayaba criou um autogiro biposto de observação, baseado no americano KD-1A, mas adaptado aos sistemas produtivos japoneses.</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Sob a designação Ka-1, o autogiro era movido por um motor Argus As 10c, de 8 cilindros em V invertido, desenvolvendo 240 hp. Este motor acionava uma hélice propulsora bipá e um rotor tripá. O kayaba Ka-1 foi finalizado em maio de 1941 e, foi no dia 26 deste mesmo mês, que o Ka-1 realizou seu primeiro vôo, em Tamagawa.</span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, Arial;">Durante o programa de testes, o Ka-1 demonstrou ser perfeitamente utilizável. Numa demonstração de sua capacidade, decolou após percorrer apenas 30 metros de pista. Além disso, baseando-se nos dados, sua manutenção em campo aparentava ser mais simples do que o previsto, o que antecipou a produção da aeronave para emprego em unidades de artilharia.</span></span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, Arial;">Mais tarde, quando o número das perdas de embarcações japonesas começou a aumentar significativamente, o Exército Imperial comissionou o Porta-Aviões Leve de Escolta </span>Akitsu Maru, um navio mercante convertido para ser utilizado na defesa costeira, mas que seria capaz de operar os Ka-1, devido às características deste impressionante autogiro. Entretanto a capacidade de carga do autogiro biposto era bastante limitada, então um pequeno número de unidades foi convertida para o emprego ASW (Guerra Anti-Submarina), tornando-os monopostos e com capacidade para transportar duas cargas de profundidade de 60 quilogramas cada. </span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, Arial;">O navio acabaria sendo afundado por submarinos americanos antes de iniciar suas atividades ASW, assim os Kayaba Ka-1 operaram a partir de bases terrestres, especialmente na defesa dos canais de Tsugara e da Coréia.</span></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: x-small;"><strong><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: x-small;">Galeria:</span></span></strong></span></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/kayaba-ka-1-ka-go-o-autogiro-do-exercito-imperial-japones/kayaba_ka-1_1/' title='Kayaba_KA-1_1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Kayaba_KA-1_1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&quot;Ka&quot;-Go Modelo II, equipado com o motor radial Jacobs L-4MA-7 240hp – Não  Produzido" title="Kayaba_KA-1_1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/kayaba-ka-1-ka-go-o-autogiro-do-exercito-imperial-japones/kayaba_ka-1_2/' title='Kayaba_KA-1_2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Kayaba_KA-1_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O  &quot;Ka&quot;-Go Modelo II era mais veloz que o Modelo I, mas tinha menor capacidade de carga." title="Kayaba_KA-1_2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/kayaba-ka-1-ka-go-o-autogiro-do-exercito-imperial-japones/kayaba_ka-1_3/' title='Kayaba_KA-1_3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Kayaba_KA-1_3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&quot;Ka&quot;-Go I em teste de vôo. O observador sentava-se no cockpit dianteiro e o piloto no cockpit traseiro." title="Kayaba_KA-1_3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/kayaba-ka-1-ka-go-o-autogiro-do-exercito-imperial-japones/kayaba_ka-1_4/' title='Kayaba_KA-1_4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Kayaba_KA-1_4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kayaba_KA-1_4" title="Kayaba_KA-1_4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/kayaba-ka-1-ka-go-o-autogiro-do-exercito-imperial-japones/kayaba_ka-1_5/' title='Kayaba_KA-1_5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Kayaba_KA-1_5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kayaba_KA-1_5" title="Kayaba_KA-1_5" /></a>

<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium;"><strong>Dados Técnicos</strong></span></p>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Tripulação</strong></span><strong>:</strong> 1-2</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Comprimento:</strong> 9,2 m (30 pés 2⅛ pol)</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Diâmetro Rotor:</strong> 12,2 m (40 pés ¼ pol)</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Peso:</strong></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Vazio:</strong> 775 kg (1,709 lb)</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Máximo:</strong>1170 kg (2,574 lb)</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Motorização:</strong> 1 motor Argus As 10c, V8 invertido, 241 hp</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Alcance:</strong> 280 km (174 milhas)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Teto:</strong> 3500 m (11,500 pés)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Taxa Ascenção:</strong> 5 m/s (980 pé/min)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Velocidade de Cruzeiro:</strong> 115 km/h (62 knots,71 mph)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Velocidade Máxima:</strong> 165 km/h (89 knots, 102 mph)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><strong>Armamento: </strong><span>2 Cargas de Profundidade de 60 kg (132 lb)</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte:</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: xx-small;">Aviastar.org &#8211; <a href="http://www.aviastar.org/helicopters_eng/kayaba_ka-1.php">http://www.aviastar.org/helicopters_eng/kayaba_ka-1.php</a></span></span></span></p>
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		<item>
		<title>Orçamentos em Defesa dos Países da América do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Efetivo de Forças]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dados mostram o número total de soldados ativos e de reservistas, o orçamento destinado à Defesa em 2007 e 2008, além do número de soldados para cada 100 mil habitantes em cada uma das nações. Os números foram condensados &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/orcamentos-em-defesa-dos-paises-da-america-do-sul/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Os dados mostram o número total de soldados ativos e de reservistas, o orçamento destinado à Defesa em 2007 e 2008, além do número de soldados para cada 100 mil habitantes em cada uma das nações.</p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">Os números foram condensados pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), uma das mais respeitadas organizações de análise de conflitos do mundo, e comentados por Salvador Raza, diretor do Centro de Tecnologia Relações Internacionais e Segurança (Cetris), com sede em Campinas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium;">Argentina</span></p>
<p><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong> R$ 3,4 bilhões<br />
<strong>Forças ativas:</strong> 76 mil<br />
<strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong> 153<br />
<strong>Reservistas:</strong> -<br />
<strong>Total:</strong> 76 mil</p>
<p align="justify">&#8220;Sofre com a degradação do material militar, que está desestruturado. A Argentina está em um processo de redesenho lento e demorado, que deverá levar cerca de 10 anos. As Forças Armadas sofreram muito nos últimos anos com a pressão do governo, que retirou grande parte da autonomia que eles tinham. Por isso, caíram brutalmente em capacidade operacional e de equipamentos. Além de tudo isso, a crise econômica que eles enfrentam gera ainda mais dificuldades.&#8221;</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Bolívia<br />
</span><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong> R$ 447 milhões<br />
<strong>Forças ativas:</strong> 46,1 mil<br />
<strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong> 498<br />
<strong>Reservistas:</strong> 37,1 mil<br />
<strong>Total:</strong> 83,2 mil</p>
<p align="justify">&#8220;A situação é parecida com o Paraguai, mas tem uma diferença: há três &#8216;Bolívias&#8217; na prática: La Paz, Santa Cruz e Cochabamba. Elas são regiões diferentes e com condicionamento diferente. A Bolívia nunca teve uma força armada expressiva, mas sempre teve um contingente militar orientado para ações policiais. Não é uma força armada forte. Ela sofreu muito nos conflitos do passado e não conseguiu voltar a ser o que era. A Bolívia se aproximou da Venezuela, mas agora mantém um distanciamento seguro. Ao longo dos últimos anos, as Forças Armadas foram voltadas para o combate ao narcotráfico.&#8221;</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Brasil</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 43 bilhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 326.435<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 170<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 1.340.000<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 1.666.435</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;Neste período de compras, o País está em um processo contratual. As Forças Armadas do Brasil estavam muito fracas em termos de equipamento, o material era obsoleto, havia a necessidade de reciclagem. No entanto, isso não significa que o Brasil estava desprotegido. Por trás disso havia uma potência regional, com capacidade de transformar toda a estrutura do País em poder de maneira rápida. Além disso, sempre tivemos um Exército grande. A Força Aérea possui um núcleo mínimo operacional e a Marinha consegue fazer ações limitadas de patrulha. Mesmo mal, um núcleo mínimo de tarefas podia ser feito aliado a esse potencial natural.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Chile</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 4 bilhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 60.560<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 368<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 40.000<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 100.560</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;No Chile, as Forças Armadas são modernas. Não são &#8216;top de linha&#8217;, mas são bem dimensionados. Um exército robusto, mecanizado e bom, especializado no homem, com soldados bem treinados. Tem uma marinha também robusta que em um dado momento era a maior da região, com bons submarinos e fragatas. A Força Aérea é bem equilibrada e relativamente moderna.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;">Colômbia</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 95 milhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 267.231<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 594<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 61.900<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 329.131</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;É a força armada mais sofisticada da América do Sul, não só pelo equipamento, mas também pela capacidade de se redesenhar de maneira muito rápida. Eles pensam longe, a universidade está muito presente. A Colômbia possui uma força armada que em termos de material está bem, mas em termos de conceito, está muito bem. Eles superam todos os outros.&#8221;</span></span></p>
<p align="left">
<p align="left">
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;">Equador</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 43,5 milhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 57.983<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 416<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 118.000<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 200.983</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;O Equador estava bem, mas parou no tempo. E nesta parada, estão repensando a função institucional para incorporar tarefas mais de polícia do que de força armada, em um movimento semelhante ao ocorrido na Bolívia.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;">Paraguai</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 234,9 milhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 10.650<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 156<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 164.500<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 175.150</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;O país está em uma situação que sempre esteve: muito ruim. Eles compraram alguns equipamentos brasileiros no passado, alguns caças Xavante. Eles estiveram durante muito tempo sob o guarda-chuva brasileiro, mas deixamos o Paraguai de lado e o equipamento deles está praticamente inutilizado. Em termos materiais, o país não tem, na prática, capacidade de defesa. No entanto, tem um exército zeloso e com espírito de corpo forte, talvez o mais forte que se pode encontrar.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;">Peru</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 2,34 bilhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 114.000<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 391<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 188.000<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 302.000</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;É um caso à parte. O Peru teve um crescimento político substantivo e a força armada cresceu junto. Elas são bem desenhadas, mas relativamente pequenas. Houve um esforço de modernização principalmente na área de exército e da Força Aérea para fazer frente a Chile, Equador e Bolívia. No entanto, elas não foram desenhadas para enfrentar múltiplas ameaças simultâneas. Podem enfrentar um conflito de média intensidade e outro pequeno, não mais do que isso. Nos últimos anos, este esforço foi mantido, com bom fluxo financeiro e de material internacional.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="left">
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;">Uruguai</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 529 milhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 25.382<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 739<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> -<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 25.382</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;Em situação diferente, o Uruguai reduziu as Forças Armadas em um desenho voltado para operações de paz. É o país que mais participa, em números relativos, de operações deste tipo. Eles fizeram uma opção por ser uma força de autodefesa pequena, praticamente voltada para a proteção da costa. São Forças Armadas voltadas para &#8216;manter o status&#8217;.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: medium;">Venezuela</span></p>
<p align="left"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong>Orçamento de defesa 2008:</strong></span><span style="font-size: small;"> R$ 5,7 bilhões<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Forças ativas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 115.000<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Soldados para cada 100 mil hab.:</strong></span><span style="font-size: small;"> 435<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Reservistas:</strong></span><span style="font-size: small;"> 8.000<br />
</span><span style="font-size: small;"><strong>Total:</strong></span><span style="font-size: small;"> 123.000</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;">&#8220;A Venezuela sofreu um &#8216;Booster Frio&#8217;, ou seja, uma injeção de material que não altera em igual proporção a capacidade de combatência, por não ter sido acompanhado de um desenvolvimento sistêmico das Forças Armadas. Isso não se transforma em poder, não gera novos mecanismo de doutrina e outros elementos, além de ter uma &#8216;curva de decaimento&#8217; muito rápida. Os equipamentos da Venezuela tendem a ficar obsoletos e aumentar o custo de manutenção. Eles fizeram uma alteração muito radical no desenho das Forças Armadas. Eles criaram um exército popular que orbita em torno do regular. Isso faz com que eles tenham criado uma outra força armada.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">Fonte: Terra</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Rogožarski IK-3 &#8211; O Falcão Iugoslavo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[IK-3]]></category>
		<category><![CDATA[Iugoslávia]]></category>
		<category><![CDATA[Rogozarski]]></category>
		<category><![CDATA[Rogozarski IK-3]]></category>

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		<description><![CDATA[Na primeira metade da década de 1930, as forças aéreas das maiores potências européias iniciaram a conversão de seus aviões biplanos para monoplanos, em grande parte por conta da melhoria de seus processos de produção aeronáutica. A indústria aeronáutica da &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm; font-weight: normal; padding: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Na primeira metade da década de 1930, as forças aéreas das maiores potências européias iniciaram a conversão de seus aviões biplanos para monoplanos, em grande parte por conta da melhoria de seus processos de produção aeronáutica. A indústria aeronáutica da Iugoslávia era considerada como “Segunda Qualidade” na Europa á época.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm; font-weight: normal; padding: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para mudar isso, em 1933 foi dado início a um projeto para a criação de um novo avião, mais moderno e em condições de lutar de igual para igual com seus adversários mais avançados, como o britânico Hawker hurricane Mk.I e o alemão Messerschmitt Bf 109E.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm; font-weight: normal; padding: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O projeto nasceu das pranchetas dos já renomados engenheiros Ljubomir Ilic e Kosta Sivcev, os criadores do primeiro avião inteiramente iugoslavo, o IK-L1. Junto com eles também estava o engenheiro Slobodan Zrnic. Estes estavam inteiramente convictos que levando-se em consideração a alta performance dos novos bombardeiros em desenvolvimento, a era dos biplanos e dos monoplanos de asas altas havia chegado ao fim. Somente monoplanos de asas baixas e com trem de pouso retrátil seriam capazes de reunir as características necessárias para manter a supremacia aérea.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm; font-weight: normal; padding: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1935, foram realizados os testes em túnel de vento, empregando-se para tal uma maquete. Os testes foram realizados na França. O projeto seguiu então sob o mais estrito segredo e em meados de 1936, toda a documentação havia sido entregue às autoridades para avaliação.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm; padding: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Em 1936 foi então autorizada a construção de um protótipo, denominado IK-3 (tratava-se do terceiro avião inteiramente iugoslavo, projetado por Ilic e Kosta). Diversas partes foram produzidas pela Ikarus A.D., mas a montagem final foi entregue à Rogozarski.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm; padding: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">A aeronave, de construção similar ao Hawker Hurricane, combinava elementos como tubos de aço soldados, madeira e tela. O motor instalado foi um Hispano-suiza 12Y-29, de 12 cilindros em V, refrigerados a água, desenvolvendo 920 hp a 3600 metros de altitude (11810 pés). O armamento instalado consistia de um canhão de 20 milímetros Oerlikon FF/SMK M.39 E.M., que disparava através do eixo principal e duas metralhadoras de 7,92 milímetros (.303 pol) FN-Browning, montadas na fuselagem, sobre o nariz. O protótipo fez seu vôo em 14 de abril de 1938, tendo como piloto o Capitão Milan Bjelanovic.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Seis pilotos realizaram os vôos de teste de um programa muito bem sucedido. Algumas alterações foram necessárias durante a fase de testes, como o ajuste da montagem do motor e dos trens de pouso. Este primeiro protótipo acabou por ser destruído em um acidente ocorrido no dia 19 de janeiro de 1939, quando era pilotado pelo Capitão Milan Pokorni. Após uma série de manobras acrobáticas, a aeronave entrou em um mergulho em alta velocidade, que não pode ser recuperado. Investigações posteriores do acidente apontaram que as causas do acidente não se deveram à aeronave, o que levou o Ministério da Aeronáutica a encomendar um lote inicial de 12 aeronaves.</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Diversas modificações foram incorporadas à versão de produção do IK-3:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Mais elementos estruturais foram adicionados ao canopy; </span></span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">O Pára-brisa passou a ser feito com vidro à prova de balas; </span></span></span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Passou-se a empregar o motor tcheco Avia H.S.12Y crs, cópia sob licença do motor Hispano-Suiza.</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Os primeiros IK-3 foram entregues no verão (HS: Inverno) de 1940 a um Esquadrão de Caça Experimental, onde seus pilotos logo aprovaram suas características. O Ik-3 era mais manobrável e podia fazer círculos mais fechados que os Messerschmitt Bf 109 e os Hawker Hurricane. Além disso a aeronave mostrou requerer menos manutenção.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">O sucesso das primeiras unidades chamou a atenção e logo planejava-se produzir a aeronave sob licença na Turquia, além de aumentar a produção interna da Rogožarski, com a encomenda de um segundo lote de 25 aeronaves. Esses planos porém acabaram por não se realizar, pois a produção do segundo lote teve início justamente no dia em que a Alemanha invadiu a Iugoslávia, 06 de abril de 1941.</span></span></span></p>
<p style="font-weight: normal;" align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para este segundo lote previsto, o fabricante estudava empregar um motor mais poderoso. Os motores em estudo eram:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Hispano-Suiza 12Y-51, de 1100 hp;</span></span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Daimler_Benz DB-601A, de 1100 hp;</span></span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Rolls-Royce Merlin III, de 1030 hp.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Quando do início da “Guerra de Abril”, somente 6 dos 12 Ik-3 estavam realmente em condições operacionais. Uma aeronave já havia sido perdida em um acidente, onde o piloto mergulhou com a aeronave no Rio Danúbio (uma investigação concluiu que o piloto desmaiou durante o mergulho), quatro aeronaves estavam fazendo manutenções programadas e uma aeronave estava recebendo as modificações previstas para o segundo lote de Ik-3.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">As seis aeronaves operacionais foram enviadas ao 161º e 162º Esquadrão de Caça (3 aeronaves por esquadrão) do 51º Grupo de Caça, que fazia parte do 6º Regimento de Caça da Real Força Aérea Iugoslava, que havia sido destacado para a defesa de Belgrado.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">Ambos os esquadrões estavam lotados no Aeroporto de Zemun. As seis aeronaves obtiveram 11 vitórias contra a Luftwaffe, antes de serem todas abatidas.</span></span></span></p>
<p><strong>Galeria:</strong></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/zrnic_ilic_sivcev/' title='Zrnic_Ilic_Sivcev'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Zrnic_Ilic_Sivcev-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O trio projetista (esquerda para a direita):Slobodan Zrnic,Ljubomir Ilic, Kosta Sivcev" title="Zrnic_Ilic_Sivcev" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/rogozarski-ik-3/' title='Rogozarski IK-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Rogozarski-IK-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Capitão Milan Bjelanovic aquecendo o motor do IK-3 momentos antes de realizar o primeiro vôo - 14/04/1938" title="Rogozarski IK-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/milan-pokorni/' title='Milan Pokorni'><img width="130" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Milan-Pokorni-130x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Capitão Milan Pokorni" title="Milan Pokorni" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/ik3-5/' title='ik3-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/ik3-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ik3-5" title="ik3-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/rogozarski-ik-3-2/' title='Rogozarski IK-3-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Rogozarski-IK-3-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rogozarski IK-3-2" title="Rogozarski IK-3-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/rogozarski-ik-3-3/' title='Rogozarski IK-3-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Rogozarski-IK-3-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rogozarski IK-3-3" title="Rogozarski IK-3-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/rogozarski-ik-3-4/' title='Rogozarski IK-3-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Rogozarski-IK-3-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O IK-3 do Capitão Savo Poljanec pousa com apenas uma das pernas, após dogfith simulado com um Bf 109E  da RFAI- Junho de 1940 (foto:Milan Micevski coll)" title="Rogozarski IK-3-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/rogozarski-ik-3-5/' title='Rogozarski IK-3-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Rogozarski-IK-3-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um dos IK-3 da segunda série, avaliados após a invasão alemã" title="Rogozarski IK-3-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/rogozarski-ik-3-o-falcao-iugoslavo/rogozarski-ik-3-6/' title='Rogozarski IK-3-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Rogozarski-IK-3-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Painel do IK-3" title="Rogozarski IK-3-6" /></a>

<p><span style="font-size: medium;"><strong>Características Gerais</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="456">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="97"></col>
<col span="1" width="113"></col>
<col span="1" width="115"></col>
<col span="1" width="131"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td width="97"> </td>
<td width="113">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Protótipo</strong></span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Série I</strong></span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Série II</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Envergadura</strong></span></span></p>
</td>
<td colspan="3" width="359">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">10,30m (33pés 10 pol)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Comprimento</strong></span></span></p>
</td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">7,85m</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">8,00m</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">8,10m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Altura</strong></span></span></p>
</td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">3,58m</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">3,50m</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">3,50m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Superfície Alar</strong></span></span></p>
</td>
<td colspan="3" width="359">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">16.50 m2</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso<br />
Vazio/Máximo</strong></span></span></td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">2077 kg<br />
2518 kg</span></span></td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">2170 kg<br />
2630 kg</span></span></td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">2170 kg<br />
2630 kg</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Combustível</strong></span></span></p>
</td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">249 kg/330 L</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">249 kg/330 L</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">249 kg/330 L</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Taxa Ascenção<br />
5000m</strong></span></span></td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">7 min</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">7 min 49 seg</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">N/D</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade<br />
Máxima</strong></span></span></td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">527 km/h<br />
5450m</span></span></td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">520 km/h<br />
5000m</span></span></td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">535-540km/h<br />
5000m</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="97" height="31">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade<br />
Cruzeiro</strong></span></span></td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">421 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">400 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">415-420 km/h</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade<br />
Mergulho</strong></span></span></td>
<td colspan="3" width="359">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">650 km/h</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade<br />
Decolagem</strong></span></span></td>
<td colspan="3" width="359">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">140 km/h</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade<br />
Aterragem</strong></span></span></td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">160 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">155 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">155 km/h</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Teto</strong></span></span></p>
</td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">10500 m</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">9400 m</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">9400 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Alcance</strong></span></span></p>
</td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">785 km</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">600 km</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">600 km</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Pista<br />
Decolagem</strong></span></span></td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">200 m</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">255 m</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">250 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Pista<br />
Aterragem</strong></span></span></td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">500 m</span></span></p>
</td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">510 m</span></span></p>
</td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">510 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tripulação</strong></span></span></p>
</td>
<td colspan="3" width="359">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">1</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97" height="29">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Motorização</strong></span></span></p>
</td>
<td width="113">
<p style="font-weight: normal; padding: 0cm;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">1 x Hispano-Suiza<br />
12Y-29, V12, 920hp</span></span></span></td>
<td width="115">
<p style="font-weight: normal; padding: 0cm;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">1 x Avia H.S<br />
12Y crs, V12, 920hp</span></span></span></td>
<td width="131">
<p style="font-weight: normal;" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;">Vide Acima</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="97">
<p align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento</strong></span></span></p>
</td>
<td colspan="3" width="359">
<ul>
<li> 
<ul>1 canhão <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-weight: normal;">Oerlikon FF/SMK M.39 E.M.</span></span></span></span><span style="color: #000080;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></span>, de 20 mm<br />
<span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-weight: normal;">2 metralhadoras FN-Browning M.38, de 7,92mm (.303 pol)</span></span></span></ul>
</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: </p>
<p><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://ik-3.50webs.com/History.htm"><strong>http://ik-3.50webs.com/History.htm</strong></a></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Escuadrón de Pelea 201 &#8220;Áquilas Aztecas&#8221; &#8211; O México vai à Guerra!</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Aquilas Aztecas]]></category>
		<category><![CDATA[Escuadrón de Pelea 201]]></category>
		<category><![CDATA[FAEM]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>

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		<description><![CDATA[Força Aérea Expedicionária Mexicana certamente em quase nada contribuiu para a vitória aliada, mas teve um grande valor político. O povo mexicano se uniu para receber com honras seus combatentes. Estes foram saudados como heróis no México e mesmo em &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Força Aérea Expedicionária Mexicana certamente em quase nada contribuiu para a vitória aliada, mas teve um grande valor político.</p>
<p align="justify">O povo mexicano se uniu para receber com honras seus combatentes. Estes foram saudados como heróis no México e mesmo em algumas cidades dos EUA. Estes heróis que combateram as forças do Eixo, eram parte das forças de libertação, que lutaram e obtiveram a vitória.</p>
<p>A participação do México em um combate ultra territorial trouxe-lhe prestigio e reforçou as relações com os Estados Unidos.</p>
<p align="justify">Provavelmente da mesma maneira de que a guerra contribuiu para melhorar as relações entre os EUA e México, a FAEM contribuiu também para melhorar as relações militares entre estes países.</p>
<p>A organização da FAEM, desde o princípio até seu envio ao PTO, contribuiu em alto grau para a melhora das relações militares entre México e EUA.</p>
<p align="justify">É sabido que a participação do México na segunda guerra mundial, combatendo as forças do Eixo é pouco registrado na história, o aspecto mais lembrado é certamente a contribuição por meio do fornecimento de matérias-primas. Ação esta que reflete a contribuição geral do país à causa dos aliados durante a segunda guerra mundial, mas não diminui a ação da única unidade mexicana que participou de uma batalha ultramarina, a Força Aérea Expedicionária Mexicana -FAEM , através de seu Escuadron 201.</p>
<p align="justify">Assim como o Brasil, o México também operou os &#8220;P 47D Thunderbolt&#8221;, porém uma gama de subvariantes, desde os P-47D 16RE &#8220;RazorBack&#8221; até o P-47D 30RA.</p>
<p align="justify"> Infelizmente porém os mexicanos tiveram muito mais problemas lingüísticos que os brasileiros, especialmente durante a fase de treinamentos.</p>
<p align="justify">O acordo estabelecido entre os EUA e o México, que regulamentava a participação do “Escuadron 201” , trazia na sua cláusula de número sete o seguinte registro: &#8220;Para evitar confusões e por razões da segurança, os aviões do grupo aéreo mexicano utilizarão as identificações regulares dos EUA, a insígnia mexicana deverá ser utilizada também, mas seu posicionamento dependerá da aprovação do comandante do teatro das operações&#8221;.</p>
<p align="justify"> Segundo o acordo de arrendamento e empréstimo, foi permitido aos integrantes do “Escuadron 201” o uso de aviões, equipamentos, instrutores e centros de treinamentos nos EUA, bem como o uso do equipamento que utilizariam em combate, da mesma forma como procediam com as unidades americanas. Inicialmente a unidade recebeu, nas Filipinas, os aviões (usados) e outros equipamentos, com previa o acordo. Os aviões do “Escuadron 201” usavam a estrela dos EUA nas laterias e uma sob a asa direita. Sob a asa esquerda era pintada a insígnia nacional mexicana (triângulo tricolor) e no leme da cauda eram pintadas três faixas verticais com as cores do México. Além disso, alguns aviões tinham uma faixa branca no nariz.</p>
<p align="justify"> A informação oficial nos dá conta que foram enviados 300 militares aos EUA para treinamento, incluindo aí pessoal de apoio em terra, mas também informa que neste caso também houve um grande problema de comunicação.</p>
<p align="justify">Diferentemente do que ocorreu com os brasileiros, os mexicanos não faziam a manutenção das aeronaves completamente &#8216;sós&#8217;, contavam com o apoio do pessoal americano também.</p>
<p>Importante salientar que as condições de combate foram muito diferentes entre os dois países, o México iniciou missões de ataque em junho de 1945. A FAEM voou 59 missões de combate.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/faem-7/' title='FAEM-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FAEM-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FAEM-7" title="FAEM-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/faem-1/' title='FAEM-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FAEM-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FAEM-1" title="FAEM-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/faem-2/' title='FAEM-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FAEM-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P-47D do Escudrón 201 sobrevoando as Filipinas-1945" title="FAEM-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/faem-3/' title='FAEM-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FAEM-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Pintura da Mascote &quot;Panchito&quot; feita sobre a sas de um &quot;Zero&quot; japonês abatido." title="FAEM-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/faem-5/' title='FAEM-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FAEM-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avião do Escuadrón 201 durante fase de treinamento nos EUA" title="FAEM-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/faem-6/' title='FAEM-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FAEM-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Formação do Escuadrón 201, 58º FG sobre as Filipinas - 1945" title="FAEM-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/escuadron-de-pelea-201-aquilas-aztecas-o-mexico-vai-a-guerra/faem-4/' title='FAEM-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FAEM-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Poster de propaganda da FAEM" title="FAEM-4" /></a>

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		</item>
		<item>
		<title>Canhão Naval Ansaldo 381/50, Modelo 1934</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Ansaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Canhão 381/50 mod.1934]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[OTO-Melara]]></category>
		<category><![CDATA[Regia Marina]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma arma poderosa para seu calibre, com um alcance máximo que superava o alcance de todos os outros encouraçados da época, apesar de ter pouca elevação. Este desempenho soberbo no entanto tinha um alto preço, a vida útil dos canhões &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Uma arma poderosa para seu calibre, com um alcance máximo que superava o alcance de todos os outros encouraçados da época, apesar de ter pouca elevação. Este desempenho soberbo no entanto tinha um alto preço, a vida útil dos canhões era apenas a metade dos armamentos de grande calibre de outras nações.</p>
<p align="justify">A Ansaldo fabricou os canhões usados nos navios “Littorio” e “Impero”, além de três dos canhões do “Roma”. A Odero-Terni-Orlando(OTO, Atual OTO Melara fabricou os canhões para o “Vittorio Veneto” e seis dos canhões do “Roma”.</p>
<p align="justify">Diversos canhões foram fabricados em duas partes, uma parte contendo toda a culatra e parte do cano e a outra parte que era a continuação do cano que continha a boca, unidos por uma rosca dentro de um revestimento de reforço (jacket), que tinha comprimento igual a 72 % do comprimento da arma. Todos os canhões usavam sistema hidro-pneumático de carga e disparo Welin. Os canhões da esquerda abriam a culatra para a esquerda e os canhões do centro e da direita abriam a culatra para a direita.</p>
<p align="justify">Os canhões Modelo 1934 eram extremamente precisos e com a munição usada nos testes, eram extremamente devastadores e poderosos. Infelizmente, os materiais e o processos de fabricação italianos eram muito diferentes dos usados em outras nações. Nos EUA, por exemplo, se a marinha desejasse testar uma amostra de granadas 16&#8243;, o fabricante simplesmente retirava uma unidade do estoque e a entregava para uso, conferindo diretamente assim a qualidade do material.</p>
<p align="justify"> Na Itália, a empresa que fabricava o armamento tinha a vantagem de poder fornecer as cargas para teste, fornecendo possivelmente para isso, amostras atipicamente boas, se comparadas com as entregues em série para a marinha. Este era o problema com o Modelo 1934: Todas as empresas que produziam a munição, não a produziram com a qualidade apropriada. O almirante Angelo Iachino queixou-se sobre isto em livros pós-guerra. Algumas ações foram bem sucedidas por causa que a qualidade das munições era boa e em outras ações, o fracasso ocorreu justamente devido à má qualidade das mesmas.</p>
<p align="justify"><strong>Galeria:</strong></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/381_50-1/' title='381_50-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/381_50-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vista da culatra do 381/50 (Foto: OTO-Melara)" title="381_50-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/381_50-2/' title='381_50-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/381_50-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Canos dos 381/50 (Foto: OTO-Melara)" title="381_50-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/vittorio_veneto_1940/' title='Vittorio_Veneto_1940'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Vittorio_Veneto_1940-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vista das Torres frontais do Vittorio Veneto - 1940 (Foto: Aldo Fraccaroli)" title="Vittorio_Veneto_1940" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/littorio-broadside/' title='Littorio Broadside'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Littorio-Broadside-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Littorio disparando seus canhões 381/50 durante a Batalha de Spartivento" title="Littorio Broadside" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/canhao-naval-ansaldo-38150-modelo-1934/roma-1943/' title='Roma-1943'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Roma-1943-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Encouraçado Roma - 1943 (Foto: Aldo Fraccaroli)" title="Roma-1943" /></a>

<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">
<strong>Designação:</strong> 381 mm/50 (15&#8243;) Modelo 1934</p>
<p align="justify"><strong>Uso:</strong> Italia (Classe Littorio)</p>
<p align="justify"><strong>Projeto: </strong>1934</p>
<p align="justify"><strong>Serviço</strong>: 1940</p>
<p align="justify"><strong>Peso da Arma </strong>:111664 kg</p>
<p align="justify"><strong>Comprimento Total : </strong>20,720 m</p>
<p align="justify"><strong>Comprimento do Cano:</strong> 19, 050 m</p>
<p align="justify"><strong>Cadência de Fogo:</strong> 1,3 disparos /minuto</p>
<p align="justify"><strong>Tipo da carga: </strong>Sacos (6)</p>
<p align="justify">
<strong>Peso dos Projéteis:</strong></p>
<p align="justify"><strong>APC </strong>- 885 kg</p>
<p align="justify"><strong>HE</strong> &#8211; 1774 kg</p>
<p align="justify">
<strong>Comprimento do Projétil:</strong></p>
<p align="justify"><strong>APC</strong> &#8211; 166,93 cm</p>
<p align="justify"><strong>HE</strong> – N/D</p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="justify"><strong>Carga:</strong> 222.2 kg NAC</p>
<p align="justify"><strong>Velocidade de Saída:</strong></p>
<p align="justify"><strong>APC</strong>: 850 m/s</p>
<p align="justify"><strong>HE</strong>: 870 m/s</p>
<p align="justify">
<strong>Pressão de disparo:</strong> 3200 kg/cm2</p>
<p align="justify"><strong>Vida Útil aproximada do cano:</strong> 110 &#8211; 130 disparos</p>
<p align="justify"><strong>Estoque de munição por canhão</strong>: 74</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pesquisador afirma que nazistas criaram &#8220;Fórmula da Juventude&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 18:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pesquisador argentino assegura que cientistas nazistas desenvolveram com sucesso durante a Segunda Guerra Mundial um método de rejuvenescimento formulado para prolongar o período fértil das alemãs e a vida do líder do Terceiro Reich, Adolf Hitler. O historiador Carlos &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pesquisador-afirma-que-nazistas-criaram-formula-da-juventude/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um pesquisador argentino assegura que cientistas nazistas desenvolveram com sucesso durante a Segunda Guerra Mundial um método de rejuvenescimento formulado para prolongar o período fértil das alemãs e a vida do líder do Terceiro Reich, Adolf Hitler.</p>
<p style="text-align: justify;">O historiador Carlos De Nápoli, autor de vários livros sobre o nazismo, volta a mergulhar neste período da história em &#8220;A Fórmula da Eterna Juventude&#8221; (em tradução livre do espanhol), baseado em documentos encontrados em uma casa em Buenos Aires, onde o médico nazista Joseph Mengele viveu durante o tempo em quem ficou refugiado na Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">No livro, De Nápoli levanta uma nova hipótese sobre a origem da aids e sobre a possível existência de um remédio desenvolvido pelo nazismo para curar quase todos os tipos de câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">Mengele, que conseguiu escapar da Alemanha no final da guerra, &#8220;era dono de várias propriedades e participações em laboratórios argentinos como sócio oculto&#8221;, explicou o historiador. Após esclarecer que considera uma &#8220;montagem&#8221; a morte de Mengele no Brasil, &#8220;como sustenta a história oficial&#8221;, De Nápoli ressaltou que os documentos encontrados foram escritos pouco antes de o médico apelidado de &#8220;anjo da morte&#8221; de Auschwitz retornar à Alemanha, em 1959.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um deles é um memorando dirigido a Hilda Ana Peters de Umbreit, sócia e testa-de-ferro de um de seus laboratórios argentinos&#8221;, disse. &#8220;Ali descreve a &#8216;Anita&#8217;, como a chamava, os passos necessários para obter a &#8216;fórmula da eterna juventude&#8217;, um processo que podia rejuvenescer uma pessoa entre 20 e 30 anos&#8221;, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento destaca, além disso, que a fórmula tinha sido testada com sucesso em um spa próximo ao campo de concentração de Auschwitz e cujo funcionamento De Nápoli pôde reconstruir com base em vários outros testemunhos, entre eles o da dinamarquesa Frieda Sorennsen, &#8220;uma bela septuagenária com aspecto de uma mulher de 40 anos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu primeiro encontro com Frieda, hoje dona de uma grande fortuna, aconteceu depois que De Nápoli visitou o túmulo do médico nazista Carl Vaernet em um cemitério em Buenos Aires, íntimo colaborador de Heinrich Himmler, líder das Tropas de Proteção de Hitler (SS).</p>
<p style="text-align: justify;">Graças a um funcionário do cemitério, De Nápoli soube da existência de Frieda, uma das pessoas que costumavam visitar o local, e posteriormente se reuniu com a enigmática mulher em um apartamento do bairro portenho de Recoleta.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele primeiro encontro, a dinamarquesa contou que um tratamento de Vaernet baseado em aplicações de hormônios tinha curado sua infertilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há alguns anos, finalmente a mulher confessou ter feito parte dessas experiências com hormônios em Auschwitz &#8211; extraídos a princípio dos assassinados nos campos de concentração -, que eram complementados com vitaminas, exercícios físicos e uma dieta composta rica em frutas e verduras e pouca carne.</p>
<p style="text-align: justify;">De Nápoli acredita que não foi Mengele, mas Karl Brandt, médico pessoal de Hitler, que esteve à frente desses experimentos, cujo segredo, segundo ele, &#8220;foi levado para o túmulo&#8221;, após ser processado pelo Tribunal de Nuremberg e enforcado em junho de 1948.</p>
<p style="text-align: justify;">Em &#8220;A Fórmula da Eterna Juventude&#8221;, o historiador argentino levanta, entre outras, duas inquietantes hipóteses sobre os sinistros experimentos do Terceiro Reich. Uma delas surge dos documentos de Mengele, que reconhece que o enxerto de testículos de macaco em humanos, como cientistas nazistas tinham testado, &#8220;produzia um rápido rejuvenescimento, embora seguido muitas vezes por uma doença desconhecida que levava à morte em questão de meses&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas de tal doença &#8220;desconhecida&#8221;, segundo De Nápoli, &#8220;são extraordinariamente parecidos com os da aids&#8221;. A outra, levantada por Frieda, é sobre um composto que, através de testes, levaram os nazistas a curar o câncer gerado pela injeções diárias de hormônios.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: EFE / Terra News<br />
<a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4038604-EI238,00-Pesquisador+afirma+que+nazistas+criaram+formula+da+juventude.html">http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4038604-EI238,00-Pesquisador+afirma+que+nazistas+criaram+formula+da+juventude.html</a></p>
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		<title>VL Myrsky &#8211; O Falcão Finlandês</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 17:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Finlândia]]></category>
		<category><![CDATA[VL Myrsky]]></category>

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		<description><![CDATA[A decisão de iniciar o desenvolvimento de um novo caça para a Força Aérea Finlandesa, se baseou nas experiências obtidas antes da chamada “Guerra de Inverno” (Confronto ocorrido entre a Finlândia e a União Soviética, entre 30 de novembro de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">A decisão de iniciar o desenvolvimento de um novo caça para a Força Aérea Finlandesa, se baseou nas experiências obtidas antes da chamada “Guerra de Inverno” (Confronto ocorrido entre a Finlândia e a União Soviética, entre 30 de novembro de 1939 e 13 de março de 1940.): É muito difícil às pequenas nações, adquirirem caças modernos, sem significativas perdas políticas.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Com base nessa experiência, a Força Aérea Finlandesa solicitou à Valtion Lentokonetehda (Fábrica Estatal de Aeronaves), uma proposta preliminar de um caça, no início de 1939. A Valtion Lentokonetehda preparou cinco propostas para serem apresentadas em maio de 1939. No mês seguinte, em 08 de junho, o Ministério da Defesa enviou o contrato a Fábrica Estatal de Aeronaves, para a projetar um novo caça monoposto.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">O projeto foi entregue a três projetistas: Arvo Ylinen, Martti Vainio e Torsti Verkkola. Em agosto de 1940, Arvo Ylinen se transferiu para a Universidade Tecnológica de Helsinki. Para a direção do projeto, foi nomeado então o engenheiro Edward Wegelius, com Vainio sendo o responsável pela aerodinâmica e Verkkola o responsável pelos cálculos estatísticos. O projeto do caça “nacional” recebeu a denominação </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"><strong>“Myrsky”</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"> (Tempestade). Nove meses antes de receber o contrato definitivo para a construção do primeiro protótipo, que foi entregue em 20 de dezembro de 1940, a VL já estava com a montagem da aeronave nos estágios finais. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">A aeronave, um monoplano de asas baixas, tinha um design convencional, com a estrutura da fuselagem feita em tubos de aço soldados. Devido às dificuldades na produção de duralumínio, a fuselagem era revestida por painéis de compensado. As asas eram feitas com estrutura e cobertura de compensado. Para dar vida ao avião, havia sido escolhido o motor Bristol Taurus III, mas devido à impossibilidade de sua obtenção, optou-se pelo motor radial Pratt &amp; Whitney R-1830 Twin Wasp.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">O primeiro </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"><strong>Myrsky I</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"> vvou pela primiera vez em 23 de dezembro de 1941. A aeronave demonstrou ser bastante funcional, mas muito pesada. No dia 30 de maio de 1942, a VL recebeu ordem para produzir três novos protótipos, com diversas modificações estruturais e outras mudanças, como o aumento da superfície alar em 1,3 metros quadrados e a modificação do armamento. O primeiro destes protótipos foi finalizado em 30 de abril de 1943, mas uma semana depois caiu durante o voo, matando o piloto. O segundo protótipo teve problemas com o trem de pouso após retomar os voos de teste, acabando por cair durante o voo, três meses depois. O último dos protótipos, durante avaliação em condições reais de combate, perdeu as asas durante um mergulho, no dia 17 de março de 1944. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Neste meio tempo, a VL iniciou a produção do primeiro modelo de série, denominado </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"><strong>Myrsky II</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">. As progressivas modificações introduzidas nas aeronaves de pré-série foram incorporadas ao modelo, como a estandardização do armamento (4 metralhadoras Lkk/42 de 12.7 milímetros). Ao final de julho de 1944, a VL entregou 14 exemplares do Myrsky II, com outras 16 unidades sendo finalizadas até o armistício de 4 de setembro de 1944. Após o armistício, a produção teve continuidade, com outras 30 unidades sendo entregues à Força Aérea até o dia 30 de dezembro. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Os Myrsky II foram alocados ao 12º Esquadrão de Reconhecimento Tático (TLeLv 12) e ao 16º Esquadrão de Reconhecimento Tático (este recebeu estas aeronaves somente opós o armistício). Quinze </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"><em>Myrsky</em></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"> realizaram 68 missões durante a “Guerra de Continuação”. Durante uma destas missões, os Myrsky se depararam com alguns Yakovlev Yak-7 soviéticos e entraram imediatamente em combate, mas depois de algum tempo, todos se retiraram, sem nenhuma perda em ambos os lados. Em outras duas missões, os Myrsky danificaram dois caças soviéticos durante o dogfight. Também houve a participação de 6 Myrsky em uma missão de bombardeio, realizada no dia 3 de setembro de 1944.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Os Myrsky II realizaram missões operacionais durante a “Guerra da Lapônia”, nos combates contra a Wehrmacht, segundo os termos do tratado Fino-Soviético (Tratado de paz firmado entre Finlândia e União Soviética, dando fim à Guerra de Continuação). Estas missões no entanto eram limitadas, por conta da baixa durabilidade de alguns componentes da aeronave, entre os quais, a cola que era empregada para a montagem da estrutura das asas, que tendia a se soltar quando submetida às baixas temperaturas do campo de batalha.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;">Ao final da Segunda guerra Mundial, os Myrsky remanescentes permaneceram em serviço até 1947, quando um deles foi perdido durante um mergulho, gerando assim a ordem para manter todos os restantes em solo.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Galeria:</strong></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-1/' title='VL Myrsky-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky - Protótipo" title="VL Myrsky-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-2/' title='VL Myrsky-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky - Protótipo" title="VL Myrsky-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-3/' title='VL Myrsky-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky - Código My-4" title="VL Myrsky-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-4/' title='VL Myrsky-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky - Código My-5" title="VL Myrsky-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-ii-1/' title='VL Myrsky II-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-II-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky II" title="VL Myrsky II-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-ii-3/' title='VL Myrsky II-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-II-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky II" title="VL Myrsky II-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-ii-4/' title='VL Myrsky II-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-II-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky II" title="VL Myrsky II-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/vl-myrsky-o-falcao-finlandes/vl-myrsky-ii-2/' title='VL Myrsky II-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/VL-Myrsky-II-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="VL Myrsky II (código My-6) Pós WWII" title="VL Myrsky II-2" /></a>

<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Característica Gerais</strong></span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tripulação:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 1 </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Comprimento:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 8,35 m (27 pés 5 pol) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Envergadura:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11,00 m (36 pés 1 pol) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Altura:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 3,00 m (9 pés 10 pol) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Superfície Alar:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 18,00 m² (193.7 pés²) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso Vazio:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 2485 kg (5,480 lbs) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Peso Máximo: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3213 kg (7,080 lbs) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Motor: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 motor radial de 14 cilindros em dupla estrela Svenska Flygmotor STW C-3G (Pratt &amp; Whitney R-1830 SC3-G Twin Wasp), desenvolvendo 1065 hp </span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Performance</strong></span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade Máxima:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 535 km/h (332 mph)</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade de Cruzeiro:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 470 km/h (291 mph)</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Teto:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 9500 m </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Razão de Subida:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">15 m/s (50 pés/s) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Alcance:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> 500 km (311 milhas)</span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.25cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento</strong></span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4 metralhadoras LKK/42, de 12,7 mm (.50 pol) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 bombas de 100 kg </span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">fontes:</p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.wwiivehicles.com/finland/aircraft/fighter/vl-myrsky.asp">http://www.wwiivehicles.com/finland/aircraft/fighter/vl-myrsky.asp</a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.aviastar.org/air/finland/vl_myrsky.php">http://www.aviastar.org/air/finland/vl_myrsky.php</a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://worldlingo.com/ma/enwiki/en/VL_Myrsky/4">http://worldlingo.com/ma/enwiki/en/VL_Myrsky/4</a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.airwar.ru/enc/fww2/myrsky.html">http://www.airwar.ru/enc/fww2/myrsky.html</a></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ikarus IK-2 &#8211; A Iugoslávia cria seu caça</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 17:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Ikarus Ik-2]]></category>
		<category><![CDATA[Iugoslávia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ikarus IK-2 foi um caça metálico monoposto, monoplano, de asas altas, projetado no início dos anos de 1930 por Kosta Sivčev e Ljubomir Ilić, para a Força Aérea Iugoslava, com a intenção de desenvolver a indústria aeronáutica nacional. O &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ikarus-ik-2-a-iugoslavia-cria-seu-caca/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Ikarus IK-2</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> foi um caça metálico monoposto, monoplano, de asas altas, projetado no início dos anos de 1930 por Kosta Sivčev e Ljubomir Ilić, para a Força Aérea Iugoslava, com a intenção de desenvolver a indústria aeronáutica nacional.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O protótipo, designado </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>IK-L1</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, foi encomendado à Ikarus A.D., no ano de 1934, sendo entregue para testes no ano seguinte. A aeronave foi equipada com um motor Hispano-Suiza 12Ycrs. O armamento consistia de um canhão HS-404, de 20 milímetros, montado sobre o motor e duas metralhadoras Darne, de 7,92 milímetros montadas nas laterais do motor.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O design era muito semelhante ao polonês PZL P.8, adotando inclusive o sistema de montagem das asas (Asas Pulawski), o que proporcionava ao piloto um excelente campo de visão. O trem de pouso era fixo, fixado à fuselagem e às asas através de barras estruturais. A hélice era tripá de passo ajustável (passo regulado manualmente com o motor desligado).</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro voo ocorreu no dia 22 de abril de 1935, sob o comando do Capitão Leonid Bajdak, um conhecido defensor dos biplanos. No terceiro teste de voo, a aeronave apresentou problemas e caiu. O piloto conseguiu saltar de pára-quedas e não sofreu nenhum ferimento, mas após o incidente, aumentou as críticas contra o monoplano, alegando que nunca seria confiável como caça. Investigações posteriores nos destroços, apontaram que a causa da falha foi ocasionada pela negligência da fábrica no que dizia respeito à cobertura das asas, assim sendo, foi decidido dar continuidade ao desenvolvimento da aeronave, ordenando-se a construção de um segundo protótipo, designado IK-2.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O segundo protótipo foi considerado apto para os testes em junho de 1936. O piloto agora era Dobnikar, que executou um voo de performance, num combate simulado contra um biplano (Hawker Fury), pilotado pelo Capitão Bajdak. Para espanto de muitos, o IK-2 suplantou o biplano em todos os aspectos, confirmando as expectativas dos jovens projetistas.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Baseando-se nos resultados dos testes preliminares, a Real Força Aérea Iuguslava, encomendou 12 aeronaves IK-2, sendo que todas elas foram entregues no ano de 1937. Quando a Alemanha nazi invadiu a Iugoslávia, no dia 06 de abril de 1941, a única unidade iugoslava equipada com os Ikarus IK-2 o “4º Regimento Aéreo”, composto pelos 33º e 34º Grupos Aéreos, lotados no aeródromo Bosanski Aleksandrovac, situado no noroeste da Bósnia. O 4º Regimento Aéreo tinha em seu inventário, 18 Hawker Hurricane e 8 Ikarus IK-2.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No dia 7 de abril de 1941, a Luftwaffe efetuou um ataque ao aeródromo de Banjaluka (localizado nas proximidades do 4º Regimento Aéreo), sede do 8º Regimento de Bombardeiros. Dez aeronaves foram destacadas para combater o inimigo. Cinco Hurricanes e cinco Ik-2 engajaram o grupo de escolta alemão, formado por 27 caças Messerschmitt Bf 109.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Após intenso dogfight, os caças alemães foram repelidos, incluindo-se aí, duas aeronaves abatidas, ao custo de dois Hurricanes e um Ik-2. No restante do curto confronto entre forças alemãs e iugoslavas, os Iuk-2 foram empregados em missões de ataque às colunas de veículos alemães, além de algumas missões de caça a aeronaves alemãs de reconhecimento, mas sem nenhum efeito. Os caças remanescentes, após avaliados pela Luftwaffe, foram transferidos para a recém formada “Força Aérea do Estado Independente da Croácia”.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Galeria:</strong></span></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ikarus-ik-2-a-iugoslavia-cria-seu-caca/ikarus_ik-2-3/' title='Ikarus_IK-2-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Ikarus_IK-2-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ikarus_IK-2-3" title="Ikarus_IK-2-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ikarus-ik-2-a-iugoslavia-cria-seu-caca/ikarus_ik-2-1/' title='Ikarus_IK-2-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Ikarus_IK-2-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ikarus_IK-2-1" title="Ikarus_IK-2-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ikarus-ik-2-a-iugoslavia-cria-seu-caca/ikarus_ik-2-2/' title='Ikarus_IK-2-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Ikarus_IK-2-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ikarus_IK-2-2" title="Ikarus_IK-2-2" /></a>

<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Características Gerais</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Tripulação: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>1 </strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Comprimento: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">7,88 m</span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong> </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">(</span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">25 pés 10 1/4 pol) </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Envergadura:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 11,40 m (37 pés 4 4/5 pol)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Altura: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">3,84 m (12 pés 7 1/8 pol)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Superfície Alar:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 18,00m² (193 3/4 pé²)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Peso Vazio:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 1502 kg (3,311 lb)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Peso Máximo:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 1857 kg (4,094 lb)</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Motor: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">1Hispano-Suiza 12Ycrs, 12 cilindros em V, desenvolvendo 860 hp</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Velocidade Máxima: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">435 km/h a 5000 m (270,3 mph a 16,400 pés)</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Velocidade de Cruzeiro:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> 250 km/h (155,3 mph)</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Alcance:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> 700 km (435 milhas)</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Teto de Serviço:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"> 12000 m (39,400 pés)</span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Armamento: </strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">1 canhão Hispano-Suiza HS.404, de 20mm, com 60 disparos</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">2 metralhadoras Darne, de 7,92 mm</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>FFVS-J22 &#8211; O Caça sueco da Segunda Guerra Mundial</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[FFVS-J22]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando do início da Segunda Guerra Mundial, a Força Aérea Sueca (Flygvapnet) estava equipada com os já muito obsoletos caças biplanos Gloster Gladiator (J 8 ). Buscando reverter esta situação, a Suécia encomendou aos Estados Unidos, 120 caças Seversky P-35 &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ffvs-j22-o-caca-sueco-da-segunda-guerra-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Quando do início da Segunda Guerra Mundial, a Força Aérea Sueca (</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Flygvapnet</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">) estava equipada com os já muito obsoletos caças biplanos Gloster Gladiator (J 8 ). Buscando reverter esta situação, a Suécia encomendou aos Estados Unidos, 120 caças Seversky P-35 (J 9) e 144 P-66 Vanguard (J 10). </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Entretanto, em 18 de junho de 1940, os Estados Unidos declararam embargo à exportação de armas e equipamentos militares a qualquer nação, exceto à Grã-Bretanha. Esta resolução pegou de surpresa a Suécia, que se via obrigada a buscar um novo fornecedor de aeronaves. Assim sendo, a </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Flygvapnet </em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">passou a considerar outras possíveis caças, como o finlandês VL Myrsky, o soviético Polikarpov I-16 (ambos considerados não-satisfatórios), também foi avaliado o Mitsubishi A6M Zero (de desempenho satisfatório, mas sua entrega era impraticável). </span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A solução momentânea foi adquirir alguns caças italianos Fiat C.R.42 (J 11) e Reggiane Re.2000 (J 20), enquanto a </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Flygvapnet</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> buscava alguma alternativa interna. A fabricante SAAB, que produzia seus bombardeiros SAAB B-17 e SAAB B-18, já trabalhava em plena capacidade, portanto foi necessário criar uma fábrica nova, especificamente para a produção de um caça. Esta fábrica recebeu a designação </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>“</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Kungliga Flygförvaltningens Flygverkstad i Stockholm &#8211; FFVS”</strong></em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> (&#8220;Fábrica de Aeronaves da Administração Aérea Real em Estocolmo&#8221;), sob a supervisão de Bo Lundberg.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O caça criado foi designado J 22, uma aeronave de construção simples. Tratava-se de um monoplano, com estrutura em metal, recoberta por placas de compensado moldado. O design era convencional, tanto para a fuselagem quanto para as asas. O trem de pouso era retrátil. O motor empregado no J 22 era uma cópia do motor radial americano Pratt &amp; Whitney R-1830 SC3-G Twin Wasp, produzido sem licença (algumas fontes afirmas que os royalties foram pagos posteriormente e algumas fontes afirmam que nunca foram pagos).</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O primeiro protótipo realizou seu primeiro voo em 21 de setembro de 1942, decolando do aeroporto de Bromma, para apresentação. Após a realização deste voo, 60 exemplares foram encomendados. A produção total do J 22 foi de 198 exemplares. As entregas tiveram início em outubro de 1943, finalizando em abril de 1946. Os FFVS J 22 equiparam sete esquadrilhas da Força Aérea Sueca, em especial a F3 e a F9 (Malmslatt e Goteborg). Estas aeronaves se tornaram muito populares entre os pilotos (mesmo tendo pouca visibilidade para o pouso), demonstrando boa performance e excelente manobrabilidade. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Duas diferentes versões foram produzidas, diferenciando-se apenas pelo armamento: </span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">J 22A – Equipada com duas metralhadoras 7.9mm e duas metralhadoras 13.2 mm.</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">J 22B – Equipada com quatro metralhadoras 13.2mm.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Embora o J 22 não tenha sido um avião de características excepcionais, a maior contribuição dada por ele, foi o conhecimento criado para o posterior estabelecimento da indústria aeronáutica sueca no pós guerra. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial;"><span style="font-size: small;"><strong>Galeria:</strong></span></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ffvs-j22-o-caca-sueco-da-segunda-guerra-mundial/ffvs-j22a-1/' title='FFVS-J22A-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FFVS-J22A-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FFVS-J22A" title="FFVS-J22A-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ffvs-j22-o-caca-sueco-da-segunda-guerra-mundial/ffvs-j22a-2/' title='FFVS-J22A-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FFVS-J22A-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FFVS-J22A" title="FFVS-J22A-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ffvs-j22-o-caca-sueco-da-segunda-guerra-mundial/ffvs-j22b-1/' title='FFVS-J22B-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FFVS-J22B-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FFVS-J22B" title="FFVS-J22B-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ffvs-j22-o-caca-sueco-da-segunda-guerra-mundial/ffvs-j22b-2/' title='FFVS-J22B-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FFVS-J22B-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FFVS-J22B" title="FFVS-J22B-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ffvs-j22-o-caca-sueco-da-segunda-guerra-mundial/ffvs-j22b-3/' title='FFVS-J22B-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FFVS-J22B-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Exemplar preservado do FFVS-J22 &quot;K Vermelho&quot;" title="FFVS-J22B-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/ffvs-j22-o-caca-sueco-da-segunda-guerra-mundial/ffvs-j22-painel/' title='FFVS-J22-painel'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/FFVS-J22-painel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Painel do FFVS-J22" title="FFVS-J22-painel" /></a>

<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="460" bordercolor="#000000">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="125"></col>
<col span="1" width="150"></col>
<col span="1" width="171"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Motor</strong></span></td>
<td colspan="2" width="325"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">1 motor radial SFA STWC3-G, de 14 cilindros, em dupla estrela, desenvolvendo 1065 hp (794kW)</span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="454">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Peso</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Vazio</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">2020 kg</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">4453 lb</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Máximo Decolagem</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">2835 kg</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">6250 lb</span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="454">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Dimensões</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Envergadura</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">10,00 m</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">32 pés 10 pol</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Comprimento</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">7,80 m</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">25 pés 7 pol</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Altura</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">2,60 m</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">8 pés 6 pol</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Superfície Alar</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">16,00 m</span><sup><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2</span></span></sup></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">172.22 pés²</span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="454">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Performance</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Vel Máxima</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">575 km/h</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">357 mph</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Teto</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">9300 m</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">30500 pés</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Alcance</strong></span></td>
<td width="150"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">1270 km</span></td>
<td width="171"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">789 milhas</span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="454">
<p align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Armamento</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>J 22A</strong></span></td>
<td colspan="2" width="325"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">2 metralhadoras 7,9mm e 2 metralhadoras 13,2mm</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>J 22B</strong></span></td>
<td colspan="2" width="325"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">4 metralhadoras 13,2 mm</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left">Fonte:</p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.simviation.com/fsdcbainj22.html">http://www.simviation.com/fsdcbainj22.html</a></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PZL.37 lós &#8211; O Bombardeiro Médio Polonês</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Bombardeiro Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Polônia]]></category>
		<category><![CDATA[PZL.37 lós]]></category>

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		<description><![CDATA[O PZL.37 Łoś (polonês: Alce) era um bombardeiro médio bimotor, projetado em meados da década de 1930, pela fabricante polonesa de aeronaves PZL. Esta aeronave já empregava asas com fluxo laminar, o que o tornava um dos mais avançados bombardeiros &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>PZL</strong></em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>.37 </strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>Łoś </strong></em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">(polonês: Alce) era um bombardeiro médio bimotor, projetado em meados da década de 1930, pela fabricante polonesa de aeronaves PZL. Esta aeronave já empregava asas com fluxo laminar, o que o tornava um dos mais avançados bombardeiros médios de sua época (pré-WWII).</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro protótipo (</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>PZL.37/I</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">), realizou seu primeiro voo no dia 13 de dezembro de 1936. O segundo protótipo (</span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>PZL.37/II)</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, além de algumas melhorias menores, tinha como maior alteração a configuração dos estabilizadores de cauda (geminados). Os primeiros 10 exemplares produzidos (1938) foram denominados </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>PZL.37A</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> , adotando a configuração de cauda do primeiro protótipo. As 19 unidades seguintes passaram então a adotar a configuração de estabilizadores geminados, recebendo a designação </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>PZL.37A bis. </strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-weight: normal;">Todas estas unidades foram equipadas com motores radiais </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Bristol Pegasus XII B</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-weight: normal;">, produzidos sob licença.</span></span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A aeronave tinha um layout convencional, era inteiramente metálica, de tamanho ligeiramente maior que o Lockheed L-10 Electra que a piloto americana Amelia Earhart utilizou para cruzar o atlântico alguns anos antes. A tripulação era composta por quatro integrantes: Piloto, Comandante-Bombardeiro, Rádio Operador e Artilheiro. O comandante ficava acomodado no nariz envidraçado da aeronave, operando também uma metralhadora. O Rádio Operador tinha sua acomodação acima da baía de bombas, operando também a metralhadora dorsal. O Artilheiro operava a metralhadora de ré.</span></p>
<p align="justify">
<p style="font-weight: normal;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O trem de pouso retraía para o interior das carlingas. Estes eram compostos de rodas geminadas com suspensão independente para cada roda. A motorização era composta por dois motores Bristol Pegasus. A versão PZL.37A utilizava motores Pegasus XII B (potência nominal 873-953 CV / 642-701 kW). A versão PZL.37B utilizava motores Pegasus XX (potência nominal 918-984 CV / 675- 723 kW). As bombas eram transportadas em dois compartimentos localizados na seção central das asas e no interior da fuselagem, totalizando 2580 quilogramas (2 × 300 kg e 18 × 110 kg). </span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A versão produzida em maior número foi a </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>PZL.37B</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> (Łoś II), com estabilizadores de cauda geminados e equipados com os novos motores Bristol Pegasus XX. A produção para a Força Aérea Polonesa teve início no outono de 1938 (SH: Primavera).</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Inicialmente a aeronave parecia condenada. Oito unidades foram perdidas em acidentes causados por problemas técnicos, sendo que a maioria destes com o leme. Após algumas mudanças estruturais no entanto, a aeronave tornou-se extremamente confiável. Se comparado a outros bombardeiros médios contemporâneos, o PZL.37B era mais veloz e mais fácil de pilotar. Além disso, por conta de seu trem de pouso geminado, podia operar em aeródromos de grama e mesmo terra. A carga de bombas também era superior à de seus contemporâneos, embora devido às dimensões , as bombas tinham tamanho limitado.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Apresentado oficialmente no Salão de Belgrado, em 1939, o PZL.37 despertou grande interesse. Foram então criadas versões especiais de exportação, que na sua maioria apenas mudavam a motorização. As encomendas foram: Iugoslávia – 20, Bulgária – 30, Romênia – 10, Turquia – 25, Grécia -12. Além disso a Bélgica e Espanha adquiriram licença para produção. Além destes, Finlândia, Dinamarca, Estônia e Irã estavam em negociações para adquirir a aeronave.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Força Aérea da Polônia iniciou o recebimento dos bombardeiros PZL.37B na primavera de 1939 (SH: Outono). Quando do ataque alemão no dia 01 de setembro de 1939, cerca de 86 aeronaves faziam parte do inventário, mas menos da metade destas foram empregadas em combate. 36 bombardeiros foram utilizados em quatro Esquadras de Bombardeio, eram elas a 11ª, 12ª, 16ª e a 17ª Esquadra. Os outros 50 bombardeiros restantes estavam lotados em unidades de treinamento, reserva ou estavam em reparos.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Estas aeronaves estavam alocadas em aeródromos improvisados em propriedades rurais, por este motivo, não foram destruídos pelos primeiros ataques da Luftwaffe aos aeródromos poloneses. No dia 4 de setembro, a situação desesperadora obrigou a empregar alguns destes bombardeiros em uma missão de ataque a uma coluna de veículos blindados alemães, algo que não fora planejado para a aeronave. O mais incrível foi que mesmo com perdas causadas pela cobertura aérea alemã, eles realmente conseguiram evitar o avanço da 16º Companhia Blindada alemã, nas imediações de Czestochowa e Radomsko. Em 16 de setembro, 46 bombardeiros PZL.37 foram empregados em combate, sendo que 10 aeronaves foram abatidas por caças alemães, 5 forma abatidas pela artilharia anti-aérea, 2 foram destruídas ainda em solo e outras 10 aeronaves foram perdidas por causas diversas. Além disto, outras aeronaves de reserva, treinamento e/ou ainda não finalizadas também foram destruídas em aeródromos ou nas linhas de produção.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Cerca de 26 ou 27 aeronaves foram levadas por suas tripulações à Romênia, na tentativa de se juntarem posteriormente às forças de combate, mas em outubro de 1940, o governo romeno confiscou as aeronaves, criando a 76ª Esquadrilha, onde foram lotados. Destas, algumas foram perdidas por conta da inexperiência das tripulações romenas. 15 delas participaram do ataque à URSS em 22 de junho de 1941. devido à falta de peças de reposição, diversas aeronaves foram sendo desmanteladas ou perdidas com o decorrer do tempo. Em abril de 1944, a 76ª Esquadrilha romena se rendeu, entregando seus 9 bombardeiros PZL.37 restantes. Em 1º de setembro de 1944, quando a Romênia passou a fazer parte das forças aliadas, os alemães destruíram pelo três aeronaves em solo. Outras aeronaves foram capturadas e testadas tanto pela Alemanha, quanto pela URSS.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Comparativo entre alguns Bombardeiros Médios contemporâneos ao PZL.37</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; margin-right: 7.27cm;"> </p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="7" width="495" bordercolor="#000000">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="42"></col>
<col span="1" width="27"></col>
<col span="1" width="34"></col>
<col span="1" width="34"></col>
<col span="1" width="29"></col>
<col span="1" width="32"></col>
<col span="1" width="35"></col>
<col span="1" width="47"></col>
<col span="1" width="36"></col>
<col span="1" width="26"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td width="42" height="30" bgcolor="#ffff00">
<p style="margin-left: 2.02cm; margin-right: -0.39cm;" align="center"> </p>
</td>
<td width="27" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Motor (kW)</strong></span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Envergadura(m)</strong></span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Comprimento (m)</strong></span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Peso (kg)</strong></span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>armamento</strong></span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Carga (kg)</strong></span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Vel Máx</strong></span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffff00">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Alcance</strong></span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>(km)</strong></span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffff00">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>Teto</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff">
<p style="margin-right: -0.08cm;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>PZL .37B</strong></span></span></p>
</td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 680 </span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">17.93</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">12.92</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">4935</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">3 x 7.9 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2595</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p style="margin-left: 0.03cm;" align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">412 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1750</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">5900 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>He-111P-2</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 810 </span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">22.5</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">16.4</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">6380</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">3 x 7.9 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2000</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">410 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1500</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">8000 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Do-17M-1</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 662</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">18.0</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">16.25</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">5610</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">4 x 7.9 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1000</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">365 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1375</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">6700 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Blenheim Mk. I</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 618</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">17.17</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">12.11</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">3674</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 7.7 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">454</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">418 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1810</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">8315 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Wellington Mk. IC</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 736</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">26.26</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">19.68</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">8417</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">6 x 7.7 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2041</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">378 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">4104</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">5486 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Fiat BR-20M</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 736</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">21.56</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">16.68</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">6500</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">3 x 12.7 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1600</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">440 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2750</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">8000 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>SM.79</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">3 x 735</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">21.32</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">16.25</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">7610</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 12.7mm</span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">3 x 7.7 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1200</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">433 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2000</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">7000 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>SB-2</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 632</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">20.33</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">12.27</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">4138</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">4 x 7.62 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1000</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">423 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2150</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">9560 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42" height="29" bgcolor="#ffffff"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Ki-21-II b</strong></span></span></td>
<td width="27" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2 x 1104</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">22.5</span></span></p>
</td>
<td width="34" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">16.0</span></span></p>
</td>
<td width="29" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">6070</span></span></p>
</td>
<td width="32" bgcolor="#ffffff">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1 x 12.7 mm</span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">4 x 7.7 mm</span></span></p>
</td>
<td width="35" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">1000</span></span></p>
</td>
<td width="47" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">486 km/h</span></span></p>
</td>
<td width="36" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">2700</span></span></p>
</td>
<td width="26" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">10000 m</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">
Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37a-1/' title='pzl37A-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37A-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37A" title="pzl37A-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37-1/' title='pzl37-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37B" title="pzl37-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37-2/' title='pzl37-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37B" title="pzl37-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37-3/' title='pzl37-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37B acidentado" title="pzl37-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37-4/' title='pzl37-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37B com cores e marcas da Real Força Aérea Romena" title="pzl37-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37-5/' title='pzl37-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37B com cores e marcas da Real Força Aérea Romena" title="pzl37-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37-6/' title='pzl37-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37B com cores e marcas da Real Força Aérea Romena" title="pzl37-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/pzl37-7/' title='pzl37-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/pzl37-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PZL.37B com cores e marcas da Real Força Aérea Romena" title="pzl37-7" /></a>

<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Características Gerais (PZL.37B)</strong></span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Tripulação:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 4 </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Comprimento:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 12,92 m (42 ft 5 in) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Envergadura:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 17,93 m (58 ft 10 in) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Altura:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 5,1 m (16 ft 9 in) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Superfície Alar:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 53,5 m² (576 ft²) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Peso Vazio:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 5110 kg (11,256 lb) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Peso Máximo:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 8865 kg (19,526 lb) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Peso Máximo de Decolagem: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">9105 kg (20,070 lb) </span></span></p>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Motorização:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 2 Motores radiais Bristol Pegasus XX , desenvolvendo 980 CV cada. </span></span></li>
</ul>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Velocidade Máxima:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 412 km/h a 2800 m, com carga de 1995 kg. </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Alcance:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 2600 km (1615 mi) com 1760 kg de bombas e tanques extras. </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Raio de Combate:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 1000 km (620 mi) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Teto de Serviço:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 7000 m (23,000 ft) </span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Taxa de Ascenção:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> 4,7 m/s (925 ft/min) </span></span></p>
</li>
<li><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Armamento: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">3 metralhadoras </span></span></span><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;">karabin maszynowy obserwatora wz.37, de 7,9mm.</span></span></span></span></span></span></span></li>
</ul>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Carga de Bombas: </strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">2580 kg (5,683 lb) &#8211; 18 x 110 kg + 2 x 300 kg</span></span></p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/pzl-37-los-o-bombardeiro-medio-polones/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Avia B.35/B.135 &#8211; Um legítimo &#8220;Warbird&#8221; tcheco</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Avia B.35]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Tchecoslováquia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=783</guid>
		<description><![CDATA[Em 1937, o engenheiro Frantisek Novotny iniciou os trabalhos no projeto de um novo caça, criado a partir das determinações do Ministério da Aeronáutica da Tchecoslováquia, que tinha como objetivo substituir os já obsoletos caças biplanos Avia B.534. Inicialmente planejava-se &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1937, o engenheiro Frantisek Novotny iniciou os trabalhos no projeto de um novo caça, criado a partir das determinações do Ministério da Aeronáutica da Tchecoslováquia, que tinha como objetivo substituir os já obsoletos caças biplanos Avia B.534. </span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Inicialmente planejava-se instalar um motor Hispano-Suiza 12Y-37, de 1000 hp, fabricado sob licença pela Avia, mas quando o contrato para a produção da aeronave foi firmado no início de 1938, tornou-se evidente que o motor proposto não ficaria pronto a tempo, sendo decidido então instalar o motor padrão do caça B.534, no primeiro protótipo. </span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Como característico nos aviões da década de 1930, a construção era mista. A fuselagem era comporta por tubos de aço soldado, recobertos por lâminas de liga leve. As asas eram elípticas, com estrutura em madeira, sendo recobertas por compensado no bordo de ataque e por lâminas de liga leve no restante da estrutura. A Hélice era bipá de passo fixo. O trem de pouso, previsto inicialmente para ser retrátil, foi alterado no primeiro protótipo, adotando-se assim um trem fixo (esta modificação foi realizada para que pudessem ser iniciados os testes de vôo o mais rapidamente possível). As alterações permitiram deixar o protótipo pronto para testes de vôo no verão de 1938 (SH: Inverno).</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O primeiro protótipo, designado B.35-l já contava também com as provisões necessárias para a instalação de duas metralhadoras Tipo 30, de 7,72mm, que seriam montadas na parte superior do nariz.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Durante os voos iniciais, o piloto, não acostumado à pilotagem de um monoplano, tentou realizar um “Steep Turn” a baixa altitude, logo após uma corrida em alta velocidade. O resultado da manobra foi uma aceleração acima do máximo previsto, ocasionando a perda de um elevon, que levou<br />
à queda da aeronave e a morte do piloto.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os trabalhos então tiveram continuidade, com a construção de outros dois protótipos. O primeiro deles (designação B.35-2) teve incorporadas modificações resultantes das experiências com o primeiro protótipo, realizando seu primeiro vôo em fevereiro de 1939. Já o terceiro protótipo (designação B.35-3) foi o primeiro a adotar o trem de pouso retrátil. Também teve outra modificação significativa: O projeto foi revisado, permitindo agora a instalação de um canhão de 20 milímetros. </span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Pouco depois, enquanto o B.35-3 ainda estava sendo construído, a República da Tchecoslováquia foi dissolvida pela Alemanha Nazi, a Slováquia declaro independência e a Boêmia e a Morávia tornaram-se protetorados da Alemanha. Mesmo assim, a expectativa de exibir a aeronave no Salão Internacional Bruxelas foi concretizada e, quando retornou á Cakovice, foi dado início ao programa de testes (Agosto de 1939).</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A aeronave chamou a atenção da Bulgária, permitindo assim que o programa, sob estrito acompanhamento alemão, fosse continuado, mas ao mesmo tempo, foi abandonada a intenção de utilizar uma motorização mais poderosa. Empregando o mesmo motor do B.35, deu-se origem a um novo protótipo, denominado B.135-I (D-IBPP). A mudança em relação ao B.35 era basicamente a substituição dos bordos de ataque curvos, por bordos de ataque retos.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O governo búlgaro encomendou 12 exemplares deste modelo, além de 62 motores, ao mesmo tempo em que adquiriu a licença para a produção da aeronave nas instalações da DAR. A pretensão búlgara era produzir a aeronave sob denominação </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>DAR 11 </strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em><strong>Ljastuvka</strong></em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> (&#8220;Andorinha&#8221;). Entretanto a empresa búlgara mostrou-se incapaz de produzir a aeronave e somente os 12 exemplares checos acabaram por ser construídos.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Planos subsequentes para a produção da aeronave foram interrompidos pelo RLM. Além disso, interrompeu o envio dos motores faltantes à Bulgária (foram entregues apenas 35), como parte de sua estratégia para encorajar a Bulgária a adquirir os aviões alemães Messerschmitt Bf 109.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em serviço, os B-135 apresentaram contínuos problemas em seus motores, sendo relegados a função de aeronaves de treinamento. Mas mesmo assim, quatro exemplares acabaram por ser empregados em missões de combate, em 30 de março de 1944, atacando as formações de bombardeiros americanos que voavam dentro do espaço aéreo búlgaro, após atacarem as instalações de refino de petróleo romenas de Ploesti. Um B-24 Liberator teria sido abatido pelo Tenente-Aviador Yordan Ferdinandov. O bombardeiro teria caído entre Trun e Breznik, segundo relatos do próprio piloto. Segundo fontes búlgaras, todas as quatro aeronaves, sob o comando do Capitão Atanasov, teriam participado do ataque ao B-24, ocasionando assim sua queda.</span></p>
<h2>
Galeria:</h2>
<h2>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia_b534/' title='Avia_B534'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia_B534-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Biplano Avia B.534" title="Avia_B534" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b136-7/' title='Avia B136-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B136-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B136-7" title="Avia B136-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b35-1/' title='Avia B35-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B35-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B-35/I" title="Avia B35-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b35-1b/' title='Avia B35-1b'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B35-1b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B.35" title="Avia B35-1b" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b35-1c/' title='Avia B35-1c'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B35-1c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B35-1c" title="Avia B35-1c" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b35-1d/' title='Avia B35-1d'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B35-1d-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B35-1d" title="Avia B35-1d" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b35-1e/' title='Avia B35-1e'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B35-1e-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B35-1e" title="Avia B35-1e" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b35f/' title='Avia B35f'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B35f-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B.35 em sua configuração final" title="Avia B35f" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia135commission/' title='Avia135Commission'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia135Commission-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Integrantes da comissão búlgara enviada à Tchecoslováquia posam defronte a um Avia B.135" title="Avia135Commission" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b135-1/' title='Avia B135-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B135-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B.135 com cores e marcas da Força Aérea Búlgara" title="Avia B135-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b135-2/' title='Avia B135-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B135-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B135-2" title="Avia B135-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b135-3/' title='Avia B135-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B135-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B135-3" title="Avia B135-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b135-5/' title='Avia B135-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B135-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B135-5" title="Avia B135-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b135-4/' title='Avia B135-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B135-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B135-4" title="Avia B135-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b135-6/' title='Avia B135-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B135-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B135-6" title="Avia B135-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia-b135-8/' title='Avia B135-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia-B135-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B135-8" title="Avia B135-8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia135left/' title='Avia135left'><img width="150" height="120" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia135left-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B.135 com cores e marcas da Força Aérea Búlgara" title="Avia135left" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/avia-b-35b-135-um-legitimo-warbird-tcheco/avia135crash/' title='Avia135Crash'><img width="150" height="126" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Avia135Crash-150x126.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Avia B.135 com marcações nazistas, acidentado" title="Avia135Crash" /></a>
</h2>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="443" bordercolor="#000000">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="90"></col>
<col span="1" width="166"></col>
<col span="1" width="174"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td width="90">
<p align="center"> </p>
</td>
<td width="166">
<p align="center"><span style="font-size: medium;"><strong>Avia B.35</strong></span></p>
</td>
<td width="174" valign="top">
<p align="center"><span style="font-size: medium;"><strong>Avia B.135 </strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90"><strong>Tipo</strong></td>
<td width="166">
<p align="center">Caça</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">Caça</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Tripulação</td>
<td width="166">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90"><strong>Motor</strong></td>
<td width="166">
<p align="center">Avia (Hispano-Suiza) 12 Ycrs</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">Avia ( Hispano-Suiza) 12 Ycrs</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Cylindros</td>
<td width="166">
<p align="center">12 V</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">12 V</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">HP</td>
<td width="166">
<p align="center">890</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">890</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Hélice</td>
<td width="166">
<p align="center">Bipá</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">Bipá</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="437">
<p align="center"><strong>Dimensões</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Envergadura</td>
<td width="166">
<p align="center">10,85 m (35 ft 7 in)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">10,85 m (35 ft 7 in)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Comprimento</td>
<td width="166">
<p align="center">8,50 m (27 ft 11 in)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">8,50 m (27 ft 11 in)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Altura</td>
<td width="166">
<p align="center">2,60 m (8 ft 6 in)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">2,60 m (8 ft 6 in)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Superfície alar</td>
<td width="166">
<p align="center">17,00 m² (183 ft²)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">17,00 m² (183 ft²)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="437">
<p align="center"><strong>Peso</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Vazio</td>
<td width="166">
<p align="center">1690 kg (3,726 lb)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">20630 kg (4,548 lb)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Carga</td>
<td width="166">
<p align="center">2,200 kg (4,850 lb)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">2547 kg (5,615 lb)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="437">
<p align="center"><strong>Performance</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Velocidade Máxima</td>
<td width="166">
<p align="center">495 km/h (308 mph)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">534 km/h (332 mph)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Velocidade de Cruzeiro</td>
<td width="166">
<p align="center">N/D</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">460 km/h (286 mph)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Razão de Subida</td>
<td width="166">
<p align="center">13,0 m/s<br />
(2,560 ft/min)</td>
<td width="174">
<p align="center">13,5 m/s<br />
(2,657 ft/min)</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Teto</td>
<td width="166">
<p align="center">N/D</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><a name="sources24"></a><a name="sources23"></a>27,890&#8217;1<br />
8,500 m1</td>
</tr>
<tr>
<td width="90">Alcance</td>
<td width="166">
<p align="center">500 km (311 milhas)</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center">550 km (342 miles)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" width="437">
<p align="center"><strong>Armamento</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="90"> </td>
<td width="166">
<p align="center">2 x 7,7mm</p>
</td>
<td width="174">
<p align="center"><a name="sources30"></a><span lang="en-US">1 x 20mm<br />
</span><span lang="en-US">2x 7.7 mm </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="en-US"> </p>
<h2 lang="en-US"></h2>
<p lang="en-US">
<p lang="en-US">
<p lang="en-US"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">fonte:</span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Avia_B.35"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">http://en.wikipedia.org/wiki/Avia_B.35</span></span></a></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.wwiivehicles.com/czechoslovakia/aircraft/fighter/avia-b-135.asp"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">http://www.wwiivehicles.com/czechoslovakia/aircraft/fighter/avia-b-135.asp</span></span></a></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.histaviation.com/Avia_B_35_and_B_135.html"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><span lang="pt-BR">http://www.histaviation.com/Avia_B_35_and_B_135.html</span></span></span></a></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>N.N.3 Surcouf &#8211; O Cruzador Submarino francês</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/n-n-3-surcouf-o-cruzador-submarino-frances/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/n-n-3-surcouf-o-cruzador-submarino-frances/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 14:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[N.N.3 Surcouf]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=778</guid>
		<description><![CDATA[O Tratado Naval de Washington (1921/1922) estabeleceu estritos limites para a construção naval das cinco maiores potências navais da época (Reino Unido da Gra-Bretanha, Estados Unidos da América, Império do Japão, República da França e Reino da Itália), entretanto, possíveis &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/n-n-3-surcouf-o-cruzador-submarino-frances/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Tratado Naval de Washington (1921/1922) estabeleceu estritos limites para a construção naval das cinco maiores potências navais da época (Reino Unido da Gra-Bretanha, Estados Unidos da América, Império do Japão, República da França e Reino da Itália), entretanto, possíveis restrições à fabricação de submarinos foram omitidas.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">A França, tomando ciência disso, decidiu buscar uma possível vantagem tática, planejando uma classe de cruzadores submarinos. A classe consistia de três embarcações, tendo como o NN3 </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">, como primeiro ( e único) a ser fabricado.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">A proposta do emprego destes cruzadores submarinos era de navegar submerso, mas a localização e o engajamento do inimigo se daria na superfície. Para auxiliar na tarefa de localização, o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> transportava um hidroplano de observação </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Besson</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> MB.411, em um hangar interno, construído junto à vela.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Para o combate, o submarino era equipado com seis tubos de torpedos de 550 milímetros (padrão francês), quatro tubos de torpedos de 400 milímetros, e uma torre equipada com dois canhões “</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>203mm/50 Modéle 1924</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">”, montados à frente da vela. Os canhões contavam com 60 cargas e sua mira era feita através de um sistema que permitia a mira em até 11 quilômetros de distância. Teoricamente o hidroplano seria empregado para orientar a mira do observador, empregando os canhões em seu alcance máximo (39 km). A embarcação contava ainda com canhões e metralhadoras anti-aéreas, montadas sobre o hangar.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-style: normal;">Além do que já foi apresentado, o</span></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em> Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> transportava internamente um bote de 4,5 metros de comprimento. Tinha também um compartimento capaz de abrigar 40 prisioneiros. Seus tanques de combustível tinham a capacidade para armazenar quantidade suficiente para navegar 10&#8217;000 milhas náuticas (+- 18&#8217;520 quilômetros). Para tudo isso, o submarino dispunha da capacidade de transportar víveres suficientes para patrulhas de até 90 dias.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Pouco depois de seu lançamento, o Tratado Naval de Londres (1931) finalmente contemplaria restrições para o projeto de submarinos. Cada um dos signatários não poderia possuir mais do que três submarinos de grandes proporções. O deslocamento padrão não poderia exceder as 2845 toneladas e não poderiam utilizar armamento com calibre superior a 155 milímetros (6.1 polegadas). O </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> excedia todos estes limites, mas por conta da falta de restrições do tratado anterior e por já estar concluído, ele acabou por ser excepcionalmente excluído das restrições, com a condição que seus dois irmãos não fossem concluídos.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Mas apesar de suas impressionantes especificações, o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> provou ser um submarino muito problemático:</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Era muito difícil fazer o enquadramento durante o mergulho e não navegava adequadamente na superfície quando do mar agitado. Outro frande problema era a sua baixa velocidade de submersão, demorando dois minutos para atingir apenas 12 metros de profundidade, o que o transformava em um excelente alvo para aeronaves.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Em 1940, o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> encontrava-se baseado em Cherbourg,mas com a invasão alemã em junho, foi enviado então para Brest, de onde com apenas um dos motores e com um leme emperrado, conseguiu fugir para a Inglaterra.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Posteriormente, em 3 de julho, a Royal Navy executou o bloqueio aos portos onde barcos franceses encontravam-se aportados, dando um ultimato: Retomar o combate contra a Alemanha ou serem afundados. A imensa maioria aceitou combater os alemães, com exceção da Esquadra da África do Norte (baseada em Mers-el-Kebir) e com as embarcações aportadas em Dakar, onde os britânicos abriram fogo, causando centenas de baixas francesas. </span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Embarcações francesas aportadas no Canadá e na Grã-Bretanha também foram assaltadas por marinheiros e soldados aliados, ocorrendo justamente a bordo do </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> , o único incidente grave:</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Dois oficiais britânicos e um sub-oficial francês foram feridos mortalmente, além de um mergulhador britânico, morto a tiros pelo médico da embarcação.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">As diferenças entre britânicos e franceses, por conta destes fatos, foi tamanha que a Inglaterra decidiu repatriar os marinheiros capturados, utilizando para tal, um navio hospital. O navio no entanto acabou sendo afundado (pelos alemães) durante a travessia do canal, mas muito franceses acusavam a Inglaterra pelo ato.</span></span></span></p>
<h2><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-weight: normal;">Em agosto de 1940, os reparos do </span></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em><span style="font-weight: normal;">Surcouf</span></em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-weight: normal;"> foram concluídos e o submarino foi então incorporado à Marinha Francesa Livre (</span></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em><span style="font-weight: normal;">Forces Navales Françaises Libres</span></em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-weight: normal;">, FNFL). Para seu emprego em missões de escolta. Mas por conta das tensões entre os dois países, por conta do uso do submarino, os dois lados passaram a fazer acusações. Os britânicos acusaram o </span></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em><span style="font-weight: normal;">Surcouf</span></em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-weight: normal;"> de fazer espionagem e atacar navios britânicos. Os franceses acusavam a Inglaterra de roubar sua embarcação e que a tripulação apenas se defendeu de um ataque. A Inglaterra por sua vez argumentava que os oficiais mortos, haviam sido enviados ao submarino apenas para observação.</span></span></span></span></span></h2>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">O capitão do submarino era Louis Blaison, o único integrante da tripulação original a não ser deportado. O submarino foi então enviado à base britânica de Halifax, na Nova Escócia, de onde tinha a missão de escoltar comboios transatlânticos. Um ano depois, em 28 de julho de 1941, o submarino foi enviado aos Estados Unidos, onde receberia reparos nos estaleiros de Portsmouth, New Hampshire. Após deixar o estaleiro, o submarino seguiu para Nova Londres- Connecticut. Até hoje não é claro como os EUA permitiram que uma embarcação que navegava sob uma bandeira não reconhecida por aquele país, recebesse repaos em seu território. No dia 27 de novembro de 1941, o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> partia dos EUA com destino à Halifax.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Em dezembro do mesmo ano, o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> realizou uma missão, transportando i Almirante Émile Muselier (representante da França Livre) ao Canadá. Quando encontravam-se em Ottawa, o capitão do Surcouf, foi abordado pelo repórtes Ira Wolfert, que o questionou sobre os rumores que o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> iria participar de uma operação para libertar o arquipélago de Saint-Pierre e Miquelon (um arquipélago francês localizado a 30 quilômetros aos sul de Newfoudland, sob o controle de Vichy).</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Apesar dos muitos rumores, o fato é que em 20 de dezembro de 1941, o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf </em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">se uniu às corvetas francesas Minosa, Alysse e Aconit e, em 24 de dezembro, tomaram o controle das ilhas, sem nenhuma resistência. Em janeiro de 1942, foi decidido enviar o Surcouf ao Pacífico, para uma operação que visava libertar a Martinica do controle de Vichy.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Em rota ao Taiti, via Canal do Panamá, o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> foi avistado na noite de 18 de fevereiro de 1942, a cerca de 130 quilômetros do porto de Cristóbal (lado atlântico do Panamá), pelo navio mercante americano SS Thompson Lykes, que aproveitando-se da escuridão, abalroou a submarino, que imediatamente começou a naufragar. </span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Segundo relatos posteriores, a tripulação do navio, confirmou que após o ataque, ouviam-se os gritos de socorro dos náufragos, mas por acreditarem se tratar de um submarino alemão e que poderiam existir outros submarinos na área, o navio manteve seu curso sem parar para resgatar os sobreviventes.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Posteriormente, uma comissão de inquérito realizada pela França, chegaria à conclusão que o </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> seria vítima de “fogo amigo”, conclusão esta também sustentada pelo vice-almirante Auphan, que posteriormente disse que: </span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">“</span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>por razões de cunho político, o submarino foi abalroado à noite, no mar do Caribe, por um cargueiro americano.”</em></span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-style: normal;">Posteriormente surgiriam diversas teorias, especialmente de conspirações, para justificar o afundamento do </span></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Surcouf</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-style: normal;">, porém nenhuma delas pode ser confirmada. Também não foi possível ainda localizar o naufrágio. O fato é que seu afundamento permanece um mistério e provavelmente assim permanecerá.</span></span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Galeria:</strong></span></span></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/n-n-3-surcouf-o-cruzador-submarino-frances/nn3_surcouf-2/' title='NN3_Surcouf-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/NN3_Surcouf-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NN3_Surcouf-2" title="NN3_Surcouf-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/n-n-3-surcouf-o-cruzador-submarino-frances/nn3_surcouf-1/' title='NN3_Surcouf-1'><img width="150" height="118" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/NN3_Surcouf-1-150x118.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="NN3_Surcouf-1" title="NN3_Surcouf-1" /></a>

<p lang="pt-BR" align="center"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="454">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="116"></col>
<col span="1" width="330"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="450" valign="top">
<p lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><strong>Especificações Técnicas</strong></span></span></span><span style="color: #ffffff;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><strong><br />
</strong></span></span></span></th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Encomendado:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Dezembro de 1927</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Lançado:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">18 de outubro de 1929</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Comissionado:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Maio de 1934</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Afundado:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">18 de fevereiro de 1942</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="450" height="32">
<p lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Características</strong></span></span></p>
</th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Deslocamento:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Superfície: 3250 toneladas<br />
Submerso: 4304 toneladas<br />
Vazio: 2880 toneladas</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Comprimento:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">110,00 m (361 ft)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Boca:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">9,00 m (29 ft 6 in)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Calado:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">7,25 m (23.8 ft)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Propulsão:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Superfície: Dois motores diesel Sulzer, desenvolvendo 7600 hp<br />
Submersão: Dois motores elétricos , desenvolvendo 3400 hp</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Velocidade:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Superfície: 18,5 knots (34, 3 km/h)<br />
Submerso: 10 knots (20 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Alcance:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Superfície: 18520 km (10000 milhas náuticas) a 10 knots (20km/h) / 12600 km (6800 milhas náuticas) a 13,5 knots (25 km/h)<br />
Submerso: 130 km (70 milhas náuticas) a 4,5 knots (8,3 km/h) / 110 km (60 milhas náuticas) a 5 knots (9 km/h)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Tempo de Serviço:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">90 dias</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Profundidade teste:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">80 m (250 ft)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Capacidade carga:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">280 toneladas</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Tripulação:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">8 oficiais e 110 marinheiros</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Armamento:</span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">2 canhões 203mm/50 Modele 1924, montagem geminada<br />
2 canhões de 37 mm AA<br />
4 metralhadoras de 13,2 mm AA<br />
6 tubos de torpedo de 550 mm (14 torpedos)<br />
4 tubos de torpedo de 400 mm (8 torpedos)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="116">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Avião embarcado: </span></span></p>
</td>
<td width="330">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">1 hidroplano Besson MB.411</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os Submarinos Cargueiros italianos da Classe &#8220;R&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 14:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Classe R]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Regia Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Smg Remo]]></category>
		<category><![CDATA[Smg Romolo]]></category>
		<category><![CDATA[Sommergibili]]></category>

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		<description><![CDATA[1942, a Alemanha domina praticamente toda Europa. A blitzkrieg alemã, antes veloz e decisiva, já não existia mais, a oeste a blitz havia sido parada pela Grã-Bretanha e a leste era a vez da União Soviética se fazer sentir. Materiais &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/os-submarinos-cargueiros-italianos-da-classe-r/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">1942, a Alemanha domina praticamente toda Europa. A blitzkrieg alemã, antes veloz e decisiva, já não existia mais, a oeste a blitz havia sido parada pela Grã-Bretanha e a leste era a vez da União Soviética se fazer sentir. Materiais importantes ao esforço de guerra, como borracha, verniz, cobre, tungstênio, níquel, cobalto, quinino e fibras vegetais (algodão, etc), tornavam-se escassos e dentro dos territórios conquistados não havia produção para suprir as necessidades, contudo, estes materiais podiam ser obtidos, em parte, junto ao seu aliado no Extremo Oriente, entretanto faltava à Alemanha uma via de transporte para estes materiais.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A tão sonhada conquista da União Soviética, que possibilitaria acesso direto ao Japão, não se concretizava e, o transporte marítimo era muito difícil. Mesmo podendo navegar quase sem problemas pelo Índico, até a África, faltava à Alemanha, meios para entrar no Mediterrâneo, uma vez que as duas vias de acesso estavam sob controle aliado (britânicos). Também não podiam simplesmente contornar a Europa e adentrar pelo Mar do Norte, pois tinham que passar pelas escoltas aliadas e por seus próprios submarinos, que espreitavam e caçavam especialmente à noite, apenas buscando silhuetas no horizonte.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Itália, por conta da extensa cobertura aérea e marítima imposta pela Grã-Bretanha no Mediterrâneo, enfrentava problemas logísticos deste tipo desde o início de sua participação na guerra. No dia 18 de junho de 1940, apenas 8 dias após a Itália declarar oficialmente guerra, o submarino Zoea ( e esta seria apenas a primeira de várias viagens desta natureza) partia de Nápoles, com destino a Tobruk, transportando 60 toneladas de munições para o exército italiano.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os dois países (Alemanha e Itália), chegaram à conclusão que deveriam utilizar o submarino, como meio de transporte de cargas vitais, entre a Europa e o Japão. Como forma de pagamento, era oferecida a troca de tecnologia, a venda de armamentos, projetos e até mesmo o auxílio técnico, necessário para a implantação projetos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na segunda metade de 1942, a </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Supermarina</em></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> (Alto-Comando da Regia Marina) ordenou a construção de 12 submarinos da Classe R. Esta encomenda, por conta da urgência da guerra, foi dividida entre três estaleiros:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">TOSI – (de Taranto, e também o desenvolvedor do projeto) – 6 submarinos;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">C..R.D.A. (de Monfalcone) – 3 submarinos;</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O.T.O. (de La Spezia) – 3 submarinos</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Esta classe foi concebida especialmente para atuar em missões de transporte de carga, uma vez que embarcações de superfície encontravam cada vez mais dificuldade em atravessar os bloqueios aliados e, submarinos convertidos tinham pouca capacidade de carga.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Dada sua necessidade urgente, a produção dos submarinos seguia com grande prioridade. O ROMOLO, que teve sua quilha batida em 21 de julho de 1942, foi lançado em 21 de março de 1943 e entregue à Regia Marina, junto com o REMO, no dia 19 de junho de 1943.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Estes foram os únicos submarinos desta classe concluídos antes do armistício de setembro de 1943, sendo que os dois foram construídos nos estaleiros TOSI. As demais embarcações estavam em estágios avançados de construção, mas não foram concluídas após o armistício (o casco R12 foi concluído parcialmente no pós-guerra, mas acabou sendo utilizado como tanque flutuante em Ancona, até os anos de 1970, sob designação GR 523).</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O projeto era definitivamente inovador, tanto por suas dimensões quanto pelo uso mais racional de seu espaço interior. Seu casco, com 87 metros de comprimento, 7.8 metro s de altura e boca de 6.13 metros, era composto internamente por dois grandes compartimentos, um à frente e um a ré, com capacidade para transportar até 610 metros cúbicos ou 600 toneladas de carga. Para facilitar a carga e a descarga, a embarcação contava com quatro gruas retráteis, montadas no deck principal. O sistema de propulsão era composto por dois motores diesel TOSI, de 2600 hp e dois motores elétricos Marelli, de 900 hp. Esta propulsão era capaz de fazer o submarino atingir uma velocidade de 13 nós na superfície e 9 nós submerso. Seu alcance era de 20&#8217;000 quilômetros, navegando a 9 nós. O armamento consistia de três canhões anti-aéreos de 20 milímetros retráteis e dois tubos para torpedos de 450 milímetros. A tripulação era composta por 7 oficiais e 56 sub-oficiais e marinheiros. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No entanto, a vida operacional dos irmãos ROMOLO e REMO, não foi nem de longe, longa quantos a dos irmãos fundadores de Roma. Após um período de treinamento reduzido ao máximo, por conta da urgência da guerra, o ROMOLO partiu em sua primeira (e última) missão, sob o comando do Tenente Comandante Alberto Crepas, um veterano da Batalha do Atlântico.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">De acordo com os registros italianos, o ROMOLO partiu de Taranto, com destino a Nápoles, no dia 15 de julho de 1943 (pouco menos de um mês após ter entrado em serviço). Entretanto o contato foi perdido três dias depois e não houve mais qualquer informação a respeito do mesmo até o final da guerra. Somente no pós guerra, quando pesquisadores puderam ter acesso a relatórios de operações britânicas na a´rea, que o destino do ROMOLO foi finalmente descoberto.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Uma aeronave da RAF (Royal Air Force – Força Aérea Real britânica) avistou e atacou um submarino que navegava na superfície, às 03:20 horas do dia 18 de julho de 1943, a sudeste do Cabo Spartivento, a cerca de 15 milhas da costa calabresa. A embarcação tentou se defender do ataque utilizando artilharia anti-aérea, mas provavelmente tenha sido atingida por uma (ou mais) das cinco bombas lançadas contra a embarcação. Meia hora depois, o submarino foi visto navegando em baixa velocidade, deixando um rastro de combustível, no curso 010º, afundando sem sobreviventes por volta das 05:50 horas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">De acordo com uma comissão italiana que avaliou os fatos com base nestes relatos, o fato de nenhum tripulante ter sobrevivido, apesar de estarem muito próximos à costa, indica que o que causou o afundamento do ROMOLO não foi o impacto direto da bomba, mas provavelmente pela explosão das baterias do submarino, que teriam causado a asfixia da tripulação, ou pela explosão do depósito de munições.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Remo também não teve uma vida muito longa, apenas três dias depois (21 de julho de 1943), foi emboscado por uma patrulha britânica, sendo torpedeado pelo submarino britânico HMS UNITED, afundando imediatamente, contudo, diferente de seu irmão, diversos marinheiros do REMO foram salvos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/os-submarinos-cargueiros-italianos-da-classe-r/alberto_crepas/' title='alberto_crepas'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/alberto_crepas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tenente Alberto Crepas" title="alberto_crepas" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/os-submarinos-cargueiros-italianos-da-classe-r/romolo/' title='romolo'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/romolo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Smg Romolo" title="romolo" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/os-submarinos-cargueiros-italianos-da-classe-r/romolo_turrini/' title='romolo_turrini'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/romolo_turrini-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Smg Romolo (foto: Turrini)" title="romolo_turrini" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/os-submarinos-cargueiros-italianos-da-classe-r/remo/' title='remo'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/remo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Smg Remo, durante fase final de construção" title="remo" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/os-submarinos-cargueiros-italianos-da-classe-r/remo_turrini/' title='remo_turrini'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/remo_turrini-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Smg Remo (foto: Turrini)" title="remo_turrini" /></a>

<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left">Fonte: Regia Marina : <span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.regiamarina.net/subs/submarines/romolo/romolo_us.htm">http://www.regiamarina.net/subs/submarines/romolo/romolo_us.htm</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Semovente 105/25 &#8211; O Caça-Tanques Italiano</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 13:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Caça-Tanques]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Semovente 105/25]]></category>

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		<description><![CDATA[Este projeto teve início ainda no ano de 1940. A idéia era criar um Caça-Tanques (Semovente – em italiano) com maior poder de fogo que os tradicionais canhões de 75 milímetros.     Foi proposto então utilizar o canhão Ansaldo &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Este projeto teve início ainda no ano de 1940. A idéia era criar um Caça-Tanques (Semovente – em italiano) com maior poder de fogo que os tradicionais canhões de 75 milímetros.</span></span></span></p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></span></span></span></p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Foi proposto então utilizar o canhão Ansaldo 105/25 (calibre de 105 milímetros e cano de 25 calibres de comprimento), montado sobre o chassi do “Carro Armato Pesante P.26/40”, decidiu-se usar o chassi do Tanque Médio M42, porém mais largo, redesignado M.42L. Por conta das característica externas do veículo (largo e de perfil baixo), este foi apelidado de “Bassotto” (lit. Baixinho), mas que nada devia aos Caça-Tanques inimigos.</span></span></span></p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A produção teve início no início de 1943. Aproximadamente 30 exemplares foram fabricados pela Ansaldo antes do armistício italiano. Deste total, cerca de 8 exemplares foram lotados na 135ª Divisione di Cavalleria Corazzata Ariete II (135ª Divisão de Cavalaria Blindada Ariete II), e utilizados contra as forças alemãs em Roma, em 08 de setembro de 1943. Apesar de sua baixa cadência de tiro, era capaz de infringir severos danos aos tanques médios alemães.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p lang="pt-BR" align="justify"> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-style: normal;">Após esta data, os alemães, que consideravam o Semovente 105/25, um veículo com boas qualidades, capturaram os exemplares disponíveis e os redesignaram “</span></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Sturmgeschütz M43 mit 105/25 853(i). </em></span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p lang="pt-BR" align="justify"> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Wermacht também ordenaria posteriormente a produção mais unidades do Semovente 105/25, além de alguns exemplares equipados com outros armamentos, como o canhão 75/46 (11 exemplares &#8211; designação italiana M.42T e designação alemã StuG M43 825(i)), e o canhão 75/34 (29 exemplares &#8211; designação alemã StuG M43 mit 75/34 851(i)).</span></span></span></p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="font-style: normal;" lang="pt-BR" align="justify"> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ao todo, foram produzidas 131 unidades deste veículo, que embora tivesse qualidades excelentes, demorou demais para ter qualquer influência no esforço de guerra italiano. </span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Galeria:</strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> 
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/semovente_105_35-5/' title='Semovente_105_35-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Semovente_105_35-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Semovente_105_35-5" title="Semovente_105_35-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/semovente_105_35-1/' title='Semovente_105_35-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Semovente_105_35-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Semovente_105_35-1" title="Semovente_105_35-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/semovente_105_35-2/' title='Semovente_105_35-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Semovente_105_35-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Semovente_105_35-2" title="Semovente_105_35-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/semovente_105_35-3/' title='Semovente_105_35-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Semovente_105_35-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sturmgeschütz M43 mit 105/25 853(i)" title="Semovente_105_35-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/semovente_105_35-4/' title='Semovente_105_35-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Semovente_105_35-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto comparativa entre Semovente 75/18 (esq) e o 105/25 (dir)" title="Semovente_105_35-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/semovente_105_35-6/' title='Semovente_105_35-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/Semovente_105_35-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Diversos Semoventes 105/25 alinhados" title="Semovente_105_35-6" /></a>
</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="4" width="459">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="148"></col>
<col span="1" width="294"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="451">
<p lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-size: small;"><strong>Semovente 105/25</strong></span></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="451" bgcolor="#ddddbb">
<p lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Características Gerais</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Tripulação:</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">3 (comandante/artilheiro, piloto, municiador/operador de rádio)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148" bgcolor="#f0f0f0">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Comprimento:</span></span></p>
</td>
<td width="294" bgcolor="#f0f0f0">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">5,10 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Largura:</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">2,40 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148" bgcolor="#f0f0f0">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Altura:</span></span></p>
</td>
<td width="294" bgcolor="#f0f0f0">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">1,75 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Peso:</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">15,8 ton</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="451" bgcolor="#ddddbb">
<p lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Blindagem e Armamento</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Blindagem</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Mínima: 8mm / Máxima: 75 mm</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Armamento Principal</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Canhão de 105 mm, com 48 cargas</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Armamento Secundário</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">1 metralhadora Breda 8mm, com 864 projéteis</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="451">
<p lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Mobilidade</strong></span></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Motor:</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">1 motor a gasolina FIAT, desenvolvendo 192 hp</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148" bgcolor="#f0f0f0">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Velocidade Máxima</span></span></p>
</td>
<td width="294" bgcolor="#f0f0f0">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">35 km/h</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="148">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Autonomia</span></span></p>
</td>
<td width="294">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">180 km</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> 25</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/semovente-10525-o-caca-tanques-italiano/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Carro Pesante P26/40 – o Pesado Italiano da Segunda Guerra Mundial</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 12:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Carro Armato Pesante P26/40]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Regio Esercito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=745</guid>
		<description><![CDATA[Em 1940, o Estado Maior do Exército (Stato Maggiore del Esercito) emitiu as especificações para a criação de um novo carro de combate, que deveria ser equipado com um canhão de 75 milímetros, ter peso máximo de 25 toneladas, utilizar &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1940, o Estado Maior do Exército (</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Stato Maggiore del Esercito</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">) emitiu as especificações para a criação de um novo carro de combate, que deveria ser equipado com um canhão de 75 milímetros, ter peso máximo de 25 toneladas, utilizar um motor diesel e receber a designação P26. O projeto do P-26 foi criado ainda em 1940, entretanto enquanto o Estado Maior continuava com sua preferência por um motor diesel, os fabricantes (leia-se FIAT-Ansaldo) queriam utilizar um motor a gasolina.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas embora houvesse essa discordância, a indústria italiana ainda não dispunha de um motor diesel ou a gasolina, com a potência necessária (pelo menos 300hp ou 220kW) para equipar este novo veículo. Por questões políticas, a indústria italiana retardou o desenvolvimento de novos motores, especialmente os movidos a diesel, até que finalmente fosse determinado que o novo veículo utilizasse um motor de 420hp (310kW) a gasolina.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O projeto original previa a instalação de três metralhadoras, mas posteriormente uma foi removida. Cada uma das metralhadoras dispunha de 600 projéteis, quantidade muito inferior aos veículos italianos da série M, que dispunham de 3000 projéteis.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O armamento principal selecionado originalmente foi o 75/18, posteriormente alterado para o melhorado 75/34. (pelo sistema italiano, &#8220;75/34&#8243; refere-se a um canhão de 75 mm de diâmetro e cano com comprimento igual a 34 calibres). O design inicial do P26 era muito semelhante ao M11/39, só que com armamento maior e mais blindagem. O depósito interno de munição para o armamento principal consistia de 65 projéteis (bastante inferior ao T-34 e ao Sherman, que dispunham de 90 projéteis cada).</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Após o </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Regio Esercito</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> se deparar em confronto com os tanques soviéticos T-34, foi decidido inclinar a blindagem frontal do P26 e substituir seu canhão por um de maior eficiência. A velocidade de boca para munição AP era de 557 metros por segundo, tornando-o efetivo contra tanques médios aliados até 1000 metros de distância. Já a munição HE era capaz de perfurar 120 milímetros de blindagem a 1500 metros de distância. Seu desempenho era comparável a muitos canhões contemporâneos, mas inferior aos “</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>75 kwk L48”</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> e “</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>75 kwk L70</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">” alemães, este último o canhão adotado no “</span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Panzer V Panther</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">”.</span></span></p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="2" width="950" frame="void" rules="cols">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="39"></col>
<col span="1" width="44"></col>
<col span="1" width="54"></col>
<col span="1" width="76"></col>
<col span="1" width="56"></col>
<col span="1" width="64"></col>
<col span="1" width="67"></col>
<col span="1" width="69"></col>
<col span="1" width="58"></col>
<col span="1" width="371"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td colspan="10" width="944" valign="top">
<p align="justify"> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="4" width="39" height="41" valign="top">
<p align="justify"> </p>
</td>
<td colspan="8" width="524" bgcolor="#990000">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>75mm Breda 75/34 M39 L / 34</strong></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Penetração de blindagem (mm) com angulação de 30° </span></span></span></td>
<td rowspan="4" width="371" valign="top">
<p align="justify"> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="44" bgcolor="#000000">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Tipo</span></span></span></p>
</td>
<td width="54" bgcolor="#000000">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Peso </span></span></span></p>
</td>
<td width="76" bgcolor="#000000">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Velocidade </span></span></span></p>
</td>
<td width="56" bgcolor="#666666">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">100 m</span></span></span></p>
</td>
<td width="64" bgcolor="#000000">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">500 m</span></span></span></p>
</td>
<td width="67" bgcolor="#666666">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">1000 m</span></span></span></p>
</td>
<td width="69" bgcolor="#000000">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">1500 m</span></span></span></p>
</td>
<td width="58" bgcolor="#666666">
<p align="justify"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">2000 m</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="44">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">AP</span></span></p>
</td>
<td width="54">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">5,2 kg</span></span></p>
</td>
<td width="76">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">557 m/s</span></span></p>
</td>
<td width="56">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">90</span></span></p>
</td>
<td width="64">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">70</span></span></p>
</td>
<td width="67">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">51</span></span></p>
</td>
<td width="69">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">37</span></span></p>
</td>
<td width="58">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">28</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="44">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">HEAT</span></span></p>
</td>
<td width="54">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">4,2 kg</span></span></p>
</td>
<td width="76">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">310 m/s</span></span></p>
</td>
<td width="56">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">120</span></span></p>
</td>
<td width="64">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">120</span></span></p>
</td>
<td width="67">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">120</span></span></p>
</td>
<td width="69">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">120</span></span></p>
</td>
<td width="58">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="10" width="944" valign="top">
<p align="justify"> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A blindagem máxima do P26 era de 60 milímetros, mas ainda era rebitada, ao contrário dos mais modernos tanques, que tinham a blindagem soldada. A blindagem, embora inclinada, tinha inclinação mais modesta que a do T-34, embora fosse mais espessa (frontal: 50mm/45º contra 45mm/60º no T-34). O sistema da torreta e suspensão eram similares. Embora esta última fosse menos confiável que a do T-34. Além disso, a velocidade máxima era inferior.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O P26 foi concebido para ser usado como arma anti-tanque, o que deixava seu interior bastante apertado. Apesar disso, seu design era relativamente moderno, embora não empregasse técnicas mais modernas, como as placas de blindagem soldadas, sistema de suspensão melhor e cúpula para o comandante. Sua blindagem, bastante resistente para os padrões italianos, era capaz de resistir aos impactos das armas anti-tanque britânicas como a QF 2 pounder (40mm), mas vulnerável às mais modernas armas criadas em 1943, como as britânicas QF 6 pounder (57mm) e QF 17 pounder (76 mm), capazes de penetrar mais de 100 milímetros de blindagem em distância de combate normais.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Apesar destes inconvenientes, o P26 foi o único tanque italiano com características comparáveis aos tanques médios aliados e alemães surgidos mais ou menos no meio da guerra. Embora tenha sido considerado um tanque pesado por seus projetistas, pela classificação internacional o P26 é considerado um tanque médio (25-30 toneladas) e, representa a evolução final dos projetistas italianos.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Um total de 1200 exemplares foram encomendados, mas apenas alguns poucos exemplares foram concluídos antes do armistício de 1943 (máximo 5 exemplares). Após esta data (além da fuga de Mussolini e a criação da República Social Italiana – RSI), as instalações fabris ao norte da Itália ficaram sob o controle da Wehrmacht, que após diversas avaliações, considerou o P26, como o único veículo de combate italiano digno de produção. A Ansaldo produziu aproximadamente cem unidades até o final da guerra. Muitos destes veículos não receberam motorização, por causa da escacez de motores, sendo empregados como baterias estáticas.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os exemplares usados em combate receberam a designação </span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Panzerkampfwagen P40 737(i).</em></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"> Alguns destes exemplares foram utilizados em Anzio</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Galeria:</strong></span></span></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-proto/' title='P26_40-proto'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-proto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Protótipo P26/40" title="P26_40-proto" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40_75-18/' title='P26_40_75-18'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40_75-18-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Protótipo P26/40 equipado com um canhão 75/18 - 1941" title="P26_40_75-18" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40_75-32/' title='P26_40_75-32'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40_75-32-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Protótipo P26/40 equipado com um canhão 75/32-1941" title="P26_40_75-32" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40_20jul1942/' title='P26_40_20jul1942'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40_20jul1942-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P26_40_20jul1942" title="P26_40_20jul1942" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p-26_40-recons1942/' title='P-26_40-recons1942'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P-26_40-recons1942-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P-26_40-recons1942" title="P-26_40-recons1942" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-2/' title='P26_40-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P26_40-2" title="P26_40-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-3/' title='P26_40-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P26_40-3" title="P26_40-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-karstjager-1945/' title='P26_40 karstjager-1945'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-karstjager-1945-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P 26/40 da Karstjäger - 1944" title="P26_40 karstjager-1945" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-karstjager05-4945/' title='P26_40-karstjager05-4945'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-karstjager05-4945-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P 26/40 da Karstjäger - capturado pelos ingleses na Áustria - maio de 1945" title="P26_40-karstjager05-4945" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-fiat/' title='P26_40-FIAT'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-FIAT-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Coluna de P26/40, nas instalação da Ansaldo/Fiat" title="P26_40-FIAT" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40_25abr1945-milao/' title='P26_40_25abr1945-milao'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40_25abr1945-milao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P26/40 capturado por partizans - 25 de abril de 1945 - Milão" title="P26_40_25abr1945-milao" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-museu/' title='P26_40-museu'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-museu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P26/40 preservado no Museu da Motorização Militar de Cecchignola - Roma Itália" title="P26_40-museu" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/carro-pesante-p2640-%e2%80%93-o-pesado-italiano-da-segunda-guerra-mundial/p26_40-1/' title='P26_40-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/P26_40-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P26/40 preservado no Museu da Motorização Militar de Cecchignola - Roma Itália (Foto: Giorgio Brigà)" title="P26_40-1" /></a>

<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="380">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="103"></col>
<col span="1" width="269"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="376">
<p align="center"><strong>Carro Armato Pesante P26/40</strong></p>
</th>
</tr>
<tr>
<th width="103">Tipo:</th>
<td width="269">Tanque Pesado (Tanque Médio)</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Origem:</th>
<td width="269">Itália</td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="376">
<p align="center"> </p>
</th>
</tr>
<tr>
<th width="103">Usuários:</th>
<td width="269">Itália, República Social Italiana, Alemanha Nazista</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Conflitos:</th>
<td width="269">Segunda Guerra Mundial</td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="376">
<p align="center"> </p>
</th>
</tr>
<tr>
<th width="103">Projeto</th>
<td width="269">1940</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Fabricante</th>
<td width="269">Ansaldo (FIAT)</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Produção</th>
<td width="269">1943-1944</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Exemplares</th>
<td width="269">103</td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="376">
<p align="center"><strong>Especificações</strong></p>
</th>
</tr>
<tr>
<th width="103">Peso</th>
<td width="269">26 toneladas</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Comprimento</th>
<td width="269">5,80 m (19.03 pés)</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Largura</th>
<td width="269">2,80 m (9 pés 2 pol)</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Altura</th>
<td width="269">2,50 m (8 pés 2 pol)</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Tripulação</th>
<td width="269">4 (comandante/artilheiro), municiador, piloto, radio-operador)</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="376">
<hr size="1" /></td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Blindagem</th>
<td width="269">Torre:Frontal 50 mm</p>
<p>Lateral e Traseira: 40 mm</p>
<p>Teto: 20 mm<br />
Corpo:</p>
<p>Frontal: 50 mm</p>
<p>Lateral e Traseira: 40 mm</p>
<p>Assoalho: 14 mm</p>
<p> </td>
</tr>
<tr>
<th width="103"><strong>Armamento Primário</strong></th>
<td width="269">1 canhão Breda 75/34</td>
</tr>
<tr>
<th width="103"><strong>Armamento Secundário</strong></th>
<td width="269">2 metralhadoras Breda 38, de 8 mm</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Motor</th>
<td width="269">V-12 SPA 342 diesel, 24 cm³<br />
330 <span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="file:///wiki/Horsepower">hp</a></span></span> (242.55 <span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="file:///wiki/Watt">kW</a></span></span>)</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Potência/Ton</th>
<td width="269">11.53 hp/tonne</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Suspensão</th>
<td width="269">Molas Semi-elípticas</td>
</tr>
<tr>
<th width="103"><strong>Alcance Operacional</strong></th>
<td width="269">280 km (170 milhas)</td>
</tr>
<tr>
<th width="103">Velocidade</th>
<td width="269">Estrada: 40 km/h (25mph)<br />
Fora-de-estrada: 25 km/h (16mph)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="font-weight: normal;" align="justify">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: x-small;">fontes:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: x-small;">Italie1935-45 : </span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.italie1935-45.com/RE/photoscopes/photoscopep26.html"><span style="font-size: x-small;">http://www.italie1935-45.com/RE/photoscopes/photoscopep26.html</span></a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: x-small;">WW2Armor: </span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://ww2armor.jexiste.fr/Files/Axis/Axis/1-Vehicles/Italy/3-HeavyTanks/P26-40/1-Genesis-Production.htm"><span style="font-size: x-small;">http://ww2armor.jexiste.fr/Files/Axis/Axis/1-Vehicles/Italy/3-HeavyTanks/P26-40/1-Genesis-Production.htm</span></a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: x-small;">MVSN: </span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mvsn.forumcommunity.net/?t=11302891"><span style="font-size: x-small;">http://mvsn.forumcommunity.net/?t=11302891</span></a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: x-small;">Wikipédia: </span><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/P26/40"><span style="font-size: x-small;">http://it.wikipedia.org/wiki/P26/40</span></a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tanque Pesado M6 &#8211; Os EUA em busca do tanque ideal</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 11:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Tanque Pesado M6]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos Experimentais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando do início da Segunda Guerra Mundial (19139), os Estados Unidos da América possuíam uma pequena quantidade de tanques. A principal causa desta falta de veículos se devia ao orçamento bastante reduzido das forças armadas. Com o sucesso das táticas &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/tanque-pesado-m6-os-eua-em-busca-do-tanque-ideal/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Quando do início da Segunda Guerra Mundial (19139), os Estados Unidos da América possuíam uma pequena quantidade de tanques. A principal causa desta falta de veículos se devia ao orçamento bastante reduzido das forças armadas.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Com o sucesso das táticas de emprego de unidades blindadas, especialmente por parte da Alemanha, os Estados Unidos da América, perceberam que deveriam destinar mais recursos para o desenvolvimento de tanques, incluindo o de tanques pesados. Foram criados diversos programas para a criação e desenvolvimento deste tipo de veículo.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Observando uma recomendação das forças armadas, de 20 de maio de 1940, o Corpo de Ordenança do Exército dos EUA, deu início ao projeto de um tanque pesado, multi-torres. Este veículo deveria pesar 50 toneladas, seu armamento seria distribuído em duas torres principais e duas torres secundárias, além de montagens em posições fixas. As duas torres principais, receberiam cada uma, um </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><strong>Canhão de Baixa Velocidade T6</strong></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">, de 75 milímetros. Uma das torres secundárias receberia então um canhão de 37 milímetros e uma metralhadora coaxial de 7,62 milímetros (.30 pol). A outra torre secundária seria equipada com um canhão de 20 milímetros e também uma metralhadora coaxial, de 7.62 milímetros (.30 pol). Além deste armamento, duas metralhadoras de 7.62 milímetros seriam montadas na parte frontal do casco e duas metralhadoras de 7,62 (.30 pol) montadas nas extremidades traseiras.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">O projeto (aprovado em 11 de junho de 1949), recebeu a designação </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em><strong>Heavy Tank T1</strong></em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><strong> (Tanque Pesado T1)</strong></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">. O design era muito semelhante aos projetos multi-torres desenvolvidos na Europa, nas décadas de 1920 e 1930, especialmente o britânico </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em><strong>Vickers A1E1 Independent</strong></em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> e o soviético </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em><strong>T-35</strong></em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Por volta de outubro do mesmo ano, a equipe de projetistas do T1, acabou por “descobrir” porque a Europa havia abandonado este tipo de conceito:</span></span></span></p>
<ul>
<li>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Tamanho excessivo;</span></span></span></p>
</li>
<li>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Dificuldades na coordenação das ações da tripulação;</span></span></span></p>
</li>
<li>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Alto custo de fabricação.</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O projeto foi então revisto; as quatro torres foram removidas, dando lugar a somente uma. Esta nova torre tinha capacidade para três tripulantes (Comandante, artilheiro e municiador). O comandante sentava-se atrás, à esquerda, em uma cúpula (a mesma empregada no Tanque Médio M3), de onde também podia operar uma metralhadora .30 polegada (7,62 milímetros). À direita ficava o artilheiro, responsável por operar um Canhão Anti-Tanque M7, de 76,2 milímetros (3 polegadas) e/ou um canhão anti-tanque M6, de 37 milímetros. O municiador ficava no atrás à direita, de onde municiava o armamento principal ou operava uma metralhadora Browning .50 polegada, montada a ré.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Além deste armamento, outras quatro metralhadoras seriam montadas, duas Browning .50 polegada (12,7 milímetros) montadas no casco frontal frontal (operadas pelo co-piloto) e duas .30 polegada (7,62 milímetros) montadas na placa frontal, operadas eletricamente pelo piloto.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A tripulação era composta por 6 pessoas: Comandante (torre), Artilheiro (torre), Municiador (torre), Piloto (Corpo-esquerda), Co-Piloto (Corpo-Direita) e Municiador Auxiliar (corpo). </span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Outra grande modificação incorporada foi o desenvolvimento de um motor para esse colosso. A responsabilidade para a avaliação e escolha da motorização e do sistema de transmissão foi entregue à “Society of Automotive Enginners – SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos). A SAE acabou por escolher o motor radial a gasolina Wright G-200, mas mão chegaram a um consenso quanto à transmissão, recomendando avaliar o sistema de transmissão hidramática (suspensão automática, desenvolvida pela General Motors, introduzida em 1939), transmissão elétrica e transmissão de conversão de torque.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Entre os anos de 1941 e 1942, foram produzidos três protótipos, um com transmissão elétrica e dois com conversão de torque (uma versão com transmissão hidramática nunca foi concluída). Estes protótipos também se diferenciavam pelo tipo de casco; um tinha o casco feito com placas soldadas e dois eram feitos com partes fundidas (moldadas).</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Em 26 de maio de 1942 (dois anos depois do projeto ter sido iniciado), as duas versões com transmissão de conversão de torque receberam as denominações </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><strong>M6</strong></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> e </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><strong>M6A1</strong></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">. A denominação para o veículo com transmissão elétrica T1E1 foi </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><strong>M6A2</strong></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> (embora não tenha sido aprovado, sua produção foi recomendada). A recomendação foi produzir 115 unidades do M6A2 para os US Army e 115 unidades do M6 e M6A1 para venda aos aliados americanos.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">A produção foi iniciada em dezembro de 1942, com algumas pequenas modificações, como a utilização de um novo modelo de cúpula e a remoção da metralhadora de ré e de uma metralhadora dianteira, montada no casco. Porém nessa época, o Corpo de Ordenança do Exército havia perdido o interesse no projeto, isto porque as vantagens que o M6 oferecia sobre os tanques médios, como sua blindagem mais espessa e seu armamento um pouco mais poderoso, era perdido em parte por conta de sua silhueta alta, seu layout interno e sua confiabilidade. Além disso estavam certos que o novo tanque médio </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em><strong>“M4 Sherman”</strong></em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"> representava a solução mais adequada para as necessidades presentes e futuras, sendo também mais confiável, barato e mais fácil de ser transportado.</span></span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas mesmo assim, os trabalhos no M6 não foram cancelados. O protótipo T1E1 teve seu canhão M7 substituído por um canhão T7, de 90 milímetros, sendo considerado uma excelente plataforma. Mesmo assim seu layout inadequado foi notado mais uma vez. Em 1944, o Corpo de Ordenança recomendou utilizar os M6 já construídos, para a fabricação de um novo tanque de 77 toneladas, equipado com um canhão de 105 milímetros, o que foi rejeitado pelo general Eisenhower.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No final de 1944 (14 de dezembro), o M6 foi finalmente declarado obsoleto. Nenhuma das unidades produzidas foi utilizada em combate. Diversos M6 foram empregados para fins de propaganda, cruzando os Estados Unidos fazendo demonstrações, especialmente esmagando automóveis. No final da guerra, todas as unidades foram desmanteladas, exceto uma, que se encontra preservada no Museu da Ordenança do Exército dos Estados Unidos, em Aberdeen – Maryland.</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p lang="pt-BR" align="justify">Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/tanque-pesado-m6-os-eua-em-busca-do-tanque-ideal/htm6-m3-m3/' title='HTM6-M3-M3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HTM6-M3-M3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HTM6-M3-M3" title="HTM6-M3-M3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/tanque-pesado-m6-os-eua-em-busca-do-tanque-ideal/ht-m6-08dez1941-2/' title='HT-M6-08dez1941-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HT-M6-08dez1941-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HT-M6-08dez1941-2" title="HT-M6-08dez1941-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/tanque-pesado-m6-os-eua-em-busca-do-tanque-ideal/ht-m6-08dez1941-3/' title='HT-M6-08dez1941-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HT-M6-08dez1941-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HT-M6-08dez1941-3" title="HT-M6-08dez1941-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/tanque-pesado-m6-os-eua-em-busca-do-tanque-ideal/htm6-m3-m3-2/' title='HTM6-M3-M3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HTM6-M3-M31-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HTM6-M3-M3" title="HTM6-M3-M3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/tanque-pesado-m6-os-eua-em-busca-do-tanque-ideal/ht-m6/' title='HT-M6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HT-M6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HT-M6" title="HT-M6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/tanque-pesado-m6-os-eua-em-busca-do-tanque-ideal/ht-m6-08dez1941/' title='HT-M6-08dez1941'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/10/HT-M6-08dez1941-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HT-M6-08dez1941" title="HT-M6-08dez1941" /></a>

<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="397">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="125"></col>
<col span="1" width="263"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Tipo</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="TEXT-DECORATION: none">Tanque Pesado</span></span></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Origem</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Estados Unidos da América</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Serviço</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Somente Testes e Propaganda</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Usuários</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Exército dos Estados Unidos</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2" width="393">
<p lang="pt-BR" align="center"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Especificações</strong></span></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Peso</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">57,4 toneladas (126,500 lbs)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Com primento</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">8,43 m (27 ft 8 in) canhão à frente<br />
7,54 m (24 ft 9 in) canhão em descanso</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Largura</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">3,12 m (10 ft 3 in)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Altura</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">2,38 m (7 ft 10 in) alto da torre<br />
3,23 m (10 ft 7 in ) alto da metralhadora</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Tripulação</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">6</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="393">
<hr size="1" /></td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Blindagem</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Frontal: 83mm/30º<br />
Lateral Superior: 44 mm/20°<br />
Lateral Inferior: 70 mm/0°<br />
Frontal Torre: 83 mm/7°<br />
Lateral/traseira Torre: 83 mm/0°</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Armamento Principal</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">1 canhão de 76,2mm (3”) M7, com 75 projéteis<br />
1 canhão de 37mm (1,46”) M6, com 202 projéteis</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Armamento Secundário</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">2 metralhadoras Browning M2HB .50 (12,7mm) – 6900 projéteis<br />
2 metralhadoras Browning M1919A4 .30 (7,62mm) – 550 projeteis</span></span></td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Motorização</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Motor Radial 9 cilindros, a gasolina, refrigerado a ar Wright G200, desenvolvendo 825 hp</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Transmissão</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Mecânica, modelo 16001, 3 marchas (2 a frente e 1 a ré)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Suspensão</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Horizontal com molas cônicas de compressão </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Combustível</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">1810 litros (477 galões americanos)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Alcance Operacional</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">160 km (100 milhas)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<th width="125">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>Velocidade</strong></span></span></p>
</th>
<td width="263">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">235 km/h (22 mph)</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>A Última Carta</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 21:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[51th Highlander Division]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo a última carta enviada pelo Cabo Hugh Clearie, NS 3131652, Companhia D, 5º Batalhão Cameron, 152º Brigada de Infantaria, 51ª Divisão de Infantaria “Highlander”. O Batalhão Cameron tem sua origem em 1793, na Escócia. Atuou nas Guerras Napoleônicas, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/a-ultima-carta/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segue abaixo a última carta enviada pelo Cabo Hugh Clearie, NS 3131652, Companhia D, 5º Batalhão Cameron, 152º Brigada de Infantaria, 51ª Divisão de Infantaria “Highlander”.</p>
<p style="text-align: justify;">O Batalhão Cameron tem sua origem em 1793, na Escócia. Atuou nas Guerras Napoleônicas, Guerra da Criméia, Motin Indiano, Primeira Guerra Mundial e Segunda Guerra Mundial, entre outras. Na Segunda Guerra Mundial, fez parte da famosa 51ª Divisão Highlander.</p>
<p style="text-align: justify;">Datada de 30 de dezembro de 1944, esta carta não foi enviada à sua verdadeira mãe, mas sim à mãe de seu melhor amigo. Na carta ele escreve sobre o povo holandês e o jantar natalino, interrompido subitamente por causa do deslocamento dos Camerons às Ardenas. </p>
<p> </p>
<p>“<em>Querida Mãe Hunter</em></p>
<p style="text-align: justify;"> <em>Muito obrigado pelo seu excelente presente de Natal, que eu recebi a alguns dias atrás. Ele </em>(presente)<em> chegou no dia 28, dia do meu aniversário, então eu tive uma grande comemoração. Embora eu não escreva por muito tempo, eu estou sempre pensando em todos vocês e eu somente peço desculpas por não conseguir muitos cartões de natal para enviar, mas eu tenho esperança de em breve rever todos vocês. Eu viajei muitas milhas desde que eu deixei o lar, e vi muitos eventos excitantes,mas eu penso que o que mais marcou os rapazes foi a hospitalidade do povo dos países libertados. Não importa onde nós vamos, há sempre uma porta aberta para nós, e uma lareira acesa para nos sentarmos e nos aquecermos, especialmente quando nós deixamos a linha de frente para descansar.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os alemães tomaram praticamente tudo deles, assim eles não tem mais nada para nos oferecer, mas o que mais poderia querer um soldado, além do conforto de um lar nesta época do ano, quando tudo está encharcado, coberto de neve e gelado. A respeito daquela história sobre mim e o alemão, eu nunca sonhei em ir descansar em casa. De qualquer modo não comece a ficar preocupada Mãe, eu não vou fazer tolices como aquela o tempo todo. Nosso jantar de Natal foi interrompido este ano, como você provavelmente já leu, mas nós o tivemos em outra noite, com tudo o que deveria ter. Nós também tivemos diversos discursos, mas o melhor foi entoar as canções natalinas no final.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Assim Mãe, com estas poucas linhas que assinarei embaixo, eu faço votos que todos vocês mantenham a saúde perfeita e que 1945 possa trazer prosperidade e felicidade à família Hunter. Dê minhas lembranças a Auntie, Chris, Alex, Jim e ao papai</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Felicitações até nos vermos</em></p>
<p><em>Highland Laddie</em></p>
<p><em>Hughie. “</em></p>
<p> <br />
Hugh Clearie foi promovido a Sargento no Ano Novo e morto em ação  na Floresta Reichwald, no dia 9 de fevereiro de 1945, aos 26 anos de  idade. Encontra-se sepultado no cemitério MOOK WAR, sepultura I A 4</p>
<p>A carta acima foi enviada por um parente de Hugh Clearie a Richard Sands, que é proprietário e mantenedor do site <strong><em>&#8220;Keep &#8216;em Moving&#8221; </em></strong><a href="http://www.keep-em-moving.co.uk/">http://www.keep-em-moving.co.uk</a> , site este dedicado a seu pai, o sargento George Sands e a todos que combateram na 51<sup>th</sup> Highlanders Division, em especial aos “Camerons”. A carta foi originalmente postada no fórum “WW2Talk – <a href="http://www.ww2talk.com/">http://www.ww2talk.com</a></p>
<p> </p>
<p>A tradução para o português e sua publicação no Deadlyblog foi feita com a devida autorização  de Richard Sands.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nota de Esclarecimento</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/nota-de-esclarecimento/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/nota-de-esclarecimento/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 01:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 06 de outubro de 2009, a &#8220;ATBHost.net&#8221;, webhosting onde estava hospedado o Deadlybirds/Deadlyblog, encerrou suas atividades sem nenhuma espécie de aviso prévio. Tal atitude provocou a perda dos artigos postados no Deadlyblog do período posterior a julho/2009. Dentro do possível, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/10/nota-de-esclarecimento/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 06 de outubro de 2009, a &#8220;ATBHost.net&#8221;, webhosting onde estava hospedado o Deadlybirds/Deadlyblog, encerrou suas atividades sem nenhuma espécie de aviso prévio.</p>
<p>Tal atitude provocou a perda dos artigos postados no Deadlyblog do período posterior a julho/2009.</p>
<p>Dentro do possível, estarei repostando estes artigos no Deadlyblog.</p>
<p>Agradeço a compreensão de todos os que acompanham o Deadlybirds/Deadlyblog.</p>
<p> </p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Adriano De Toni<br />
Webmaster</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Destruição e morte em protestos de muçulmanos na China &#8211; pelo menos 140 mortos</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/07/destruicao-e-morte-em-protestos-de-muculmanos-na-china-pelo-menos-140-mortos/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/07/destruicao-e-morte-em-protestos-de-muculmanos-na-china-pelo-menos-140-mortos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 11:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Conrontos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo menos 140 pessoas morreram e 800 ficaram feridas durante um protesto na província de Xijiang, no oeste da China, no domingo, segundo informações do governo do país. Outras centenas de pessoas foram presas durante o incidente, que começou com &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/07/destruicao-e-morte-em-protestos-de-muculmanos-na-china-pelo-menos-140-mortos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 140 pessoas morreram e 800 ficaram feridas durante um protesto na província de Xijiang, no oeste da China, no domingo, segundo informações do governo do país.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<div id="attachment_725" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/07/xin_0620706061121671115385.jpg"><img class="size-medium wp-image-725" title="xin_0620706061121671115385" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/07/xin_0620706061121671115385-300x170.jpg" alt="Bombeiros conseguem controlar foco de incêndio na avenida Dawannanlu, em Urumqi, capital da região autônoma chinêsa de Xinjiang Uygur, no dia 5 de julho de 2009. (Foto: Xinhua/Shen Qiao)" width="300" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Bombeiros conseguem controlar foco de incêndio na avenida Dawannanlu, em Urumqi, capital da região autônoma chinêsa de Xinjiang Uygur, no dia 5 de julho de 2009. (Foto: Xinhua/Shen Qiao)</p></div>
<p>Outras centenas de pessoas foram presas durante o incidente, que começou com um protesto de pessoas da etnia muçulmana uigures na cidade de Ürumqi.</p>
<p>As autoridades dizem que os manifestantes destruíram carros e atacaram ônibus e transeuntes. Segundo a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, a polícia conseguiu restabelecer a ordem em seguida.</p>
<p>Mas líderes uigures exilados acusam os policiais de terem aberto fogo indiscriminadamente durante o que chamaram de &#8220;um protesto pacífico&#8221;.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Confrontos</strong></p>
<div id="attachment_726" class="wp-caption alignright" style="width: 209px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/07/xin_0620706061121500275224.jpg"><img class="size-medium wp-image-726" title="xin_0620706061121500275224" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/07/xin_0620706061121500275224-199x300.jpg" alt="Foto do dia 6 de julho de 2009 mostra loja em chamas em uma rua de Urumqi, capital da região autônoma de Xinjiang Uygur, no noroeste da China. Foto: Xinhua" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto do dia 6 de julho de 2009 mostra loja em chamas em uma rua de Urumqi, capital da região autônoma de Xinjiang Uygur, no noroeste da China. Foto: Xinhua</p></div>
<p>Os protestos ocorreram depois que dois migrantes uigures teriam sido mortos por um homem da etnia han (maioria na China) em uma briga, no mês passado, em uma fábrica na cidade de Shaoguan, na província de Guangdong, no sul da China.</p>
<p>O confronto teria deixado ainda 118 feridos.</p>
<p>Mas o governo de Xinjiang atribuiu a onda de violência do domingo à empresária Rebiya Kadeer, líder uigur que vive no exílio nos Estados Unidos.</p>
<div class="module ">
<div class="image img-w226"> &#8221;Uma investigação inicial mostrou que a violência foi idealizada pelo Congresso Mundial Uigur, liderado por Rebiya Kadeer, e de inclinação separatista&#8221;, disse o governo chinês em um comunicado, de acordo com a agência Xinhua.</div>
</div>
<p>Mas o vice-presidente da Associação Americana Uigur, Alim Seytoff, condenou o que chamou de &#8220;ações de mão pesada&#8221; das forças de segurança chinesas.</p>
<p>&#8220;Pedimos à comunidade internacional para condenar a morte de uigures inocentes pela China&#8221;, afirmou Seytoff.</p>
<p>A província de Xijiang é majoritariamente muçulmana, e a comunidade uigur reclama do domínio do governo central chinês.</p>
<p>Já o governo acusa separatistas uigures baseados em outros países de orquestrarem ataques contra chineses da etnia han, que representam cerca de 90% da população do país.</p>
<p>Segundo o correspondente da BBC na China Quentin Sommerville, a província de Xianjiang tem sido palco de tensões há muitos anos.</p>
<p> </p>
<p>Fonte BBC</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil é o 12º país do mundo que mais investe em defesa</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/07/brasil-e-o-12%c2%ba-pais-do-mundo-que-mais-investe-em-defesa/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/07/brasil-e-o-12%c2%ba-pais-do-mundo-que-mais-investe-em-defesa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 19:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rearmamento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é o 12º país do mundo que mais investe na área de defesa, segundo uma pesquisa realizada pelo instituto argentino Centro de Estudos Nova Maioria (CENM), à qual a BBC Brasil teve acesso nesta quarta-feira. Os dados do &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/07/brasil-e-o-12%c2%ba-pais-do-mundo-que-mais-investe-em-defesa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ingress">O Brasil é o 12º país do mundo que mais investe na área de defesa, segundo uma pesquisa realizada pelo instituto argentino Centro de Estudos Nova Maioria (CENM), à qual a BBC Brasil teve acesso nesta quarta-feira.</p>
<p>Os dados do documento, chamado &#8220;Balanço Militar da América do Sul 2008&#8243;, mostram que o Brasil gastou US$ 20,7 bilhões na área de defesa durante o ano de 2007.</p>
<p>Este montante representa mais da metade (53%) do total gasto no setor pelos 12 países-membros da Unasul (União dos Países da América do Sul) no mesmo período.</p>
<p>Em 2007, o gasto total na área de defesa dos países da Unasul foi de quase US$ 40 bilhões.</p>
<p>&#8220;O Brasil é o único país da Unasul que está entre os 15 países do mundo que mais gastaram em defesa em 2007&#8243;, diz o estudo.</p>
<p><strong>Ator global</strong></p>
<p>Os gastos do Brasil no setor de defesa representam a metade do que a Alemanha investiu no mesmo período, mas são superiores aos investimentos feitos por Austrália, Canadá e Espanha.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, os Estados Unidos são o país que mais investe em defesa no mundo, com cerca de 41% do gasto mundial, que foi de US$ 1,3 trilhão em 2007.</p>
<p>Já os investimentos do Brasil representam somente 1,5% do total global.</p>
<p>Segundo o diretor do CENM, Rosendo Fraga, é natural que o Brasil invista mais que os outros países da América do Sul no setor militar, devido às suas dimensões geográficas e ao seu PIB (Produto Interno Bruto), também muito superior aos dos demais.</p>
<p>&#8220;O Brasil é o único país da América Latina que tem vocação para ator global. Seu projeto de longo prazo não é ser um líder regional, mas uma potência global, como são os outros países que formam o grupo dos Bric (Rússia, China e Índia)&#8221;, afirma Fraga</p>
<p>&#8220;Os gastos militares do Brasil respondem a dois objetivos: segurança regional &#8211; que inclui Amazônia e regiões de fronteira &#8211; e se tornar uma potência global&#8221;, completa.</p>
<p>Segundo ele, o objetivo de se tornar uma &#8220;potência global&#8221; justifica projetos brasileiros como o do submarino nuclear e o recente acordo militar com a França.</p>
<p>Dados preliminares referentes ao ano de 2008 mostram que o Brasil teria aumentado seus investimentos militares, desembolsando US$ 27,5 bilhões no setor.</p>
<p>O estudo mostra ainda que houve um salto nos investimentos do Brasil na área da defesa. Em 2004, estes investimentos somavam apenas US$ 9,5 bilhões.</p>
<div class="module ">
<div class="box bx-info">
<h2 class="title">Os 15 países que mais gastaram em defesa em 2007</h2>
<div class="content">
<div class="body">
<ol>
<li>Estados Unidos &#8211; US$ 545,3 bilhões</li>
<li>Grã-Bretanha &#8211; US$ 63,2 bilhões</li>
<li>França &#8211; US$ 60,2 bilhões</li>
<li>China &#8211; US$ 46,7 bilhões</li>
<li>Japão &#8211; US$ 43,6 bilhões</li>
<li>Alemanha &#8211; US$ 41,8 bilhões</li>
<li>Itália &#8211; US$ 37,2 bilhões</li>
<li>Arábia Saudita &#8211; US$ 33,3 bilhões</li>
<li>Rússia &#8211; US$ 32,9 bilhões</li>
<li>Índia &#8211; US$ 28, 5 bilhões</li>
<li>Coreia do Sul &#8211; US$ 26,9 bilhões</li>
<li><strong>Brasil -US$ 20,7 bilhões</strong></li>
<li>Austrália &#8211; US$ 19,9 bilhões</li>
<li>Canadá &#8211; US$ 18,4 bilhões</li>
<li>Espanha &#8211; US$ 17,3 bilhões</li>
</ol>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p> </p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>América do Sul</strong></p>
<p>Segundo a pesquisa, em 2007, o Chile foi o segundo país sul-americano que mais gastou em defesa, com cerca de US$ 5,3 bilhões em investimentos.</p>
<p>Depois, aparecem a Colômbia, com US$ 4,5 bilhões, e a Venezuela, com US$ 2,5 bilhões em gastos militares.</p>
<p>Dados preliminares referentes ao ano de 2008, no entanto, informam que a Colômbia teria ultrapassado o Chile, gastando US$ 6,7 bilhões em defesa contra US$ 6,3 bilhões do atual segundo colocado na região.</p>
<p>Ao mesmo tempo, estima-se que a região como um todo gastou US$ 51,1 bilhões em defesa no ano passado.</p>
<p> </p>
<p><strong>PIB</strong></p>
<p>Outra comparação feita no estudo mostra que os gastos militares do Brasil em 2007 representaram 87% do orçamento de defesa total dos países do Mercosul &#8211; Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai &#8211; e são quase o triplo do que foi desembolsado pela Comunidade Andina de Nações &#8211; Bolívia, Colômbia, Equador e Peru.</p>
<p>Mas a posição do Brasil muda na comparação dos gastos militares de cada país da América do Sul em relação ao PIB.</p>
<p>O gasto militar do Brasil em 2007 foi de 1,58% do PIB.</p>
<p>Esta relação é menor do que o que país destinava para o setor em 1985 (3% do PIB) e 2002 (2,3% do PIB), segundo uma pesquisa publicada pelo CENM em 2004.</p>
<p>Na comparação investimentos em defesa versus o PIB, o Brasil ficou em sexto lugar na região, junto com a Bolívia.</p>
<p>A pesquisa aponta que Equador foi o país da América do Sul que mais dirigiu recursos do PIB para defesa (3,38%) em 2007.</p>
<p>Logo depois, aparecem Chile (3,27%) e Colômbia (2,63%).</p>
<p>A Venezuela, de acordo com o estudo, destinou 1,09% do PIB para defesa em 2007.</p>
<p>A Argentina é o país que menor porcentagem de seu PIB destinou, naquele ano, a esta área e ficou junto com o Suriname, com 0,92%.</p>
<p>O estudo da CENM é baseado em dados próprios, números oficiais de cada país e informações de organismos internacionais.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: BBC Brasil</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Bomba da Segunda Guerra é detonada na Alemanha</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 10:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[Berlim, 1 jul (EFE).- Uma equipe explodiu nesta madrugada na cidade alemã de Hannover uma bomba aérea da Segunda Guerra Mundial de várias centenas de quilos, o que forçou a retirada de seis mil pessoas das proximidades do local onde &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/07/bomba-da-segunda-guerra-e-detonada-na-alemanha/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Berlim, 1 jul (EFE).- Uma equipe explodiu nesta madrugada na cidade alemã de Hannover uma bomba aérea da Segunda Guerra Mundial de várias centenas de quilos, o que forçou a retirada de seis mil pessoas das proximidades do local onde o artefato foi encontrado.</p>
<p>A Polícia alemã assinalou que o estado deteriorado da bomba e de seu detonador impossibilitou sua mudança para outro lugar, e por isso a equipe de especialistas decidiu a detonar no local onde foi encontrada, por volta de 0h45 local (19h45 de terça-feira em Brasília).</p>
<p>Logo depois da detonação controlada, a Polícia e as forças de resgate, que tinham desdobrado um grande dispositivo de prevenção, permitiram que os moradores voltassem para suas casas.</p>
<p>A Polícia alemã informou hoje a explosão em uma floresta perto da localidade de Nidda, junto à cidade de Darmstadt, de outra bomba aérea aliada da Segunda Guerra Mundial, que deixou uma cratera de grandes dimensões.</p>
<p>As forças de segurança acreditam que esta bomba tinha 250 quilogramas e um detonador químico-mecânico de longa duração que se ativou sozinho.</p>
<p>A detonação, ouvida por um camponês que alertou as autoridades, deixou uma cratera de aproximadamente dez metros de diâmetro e derrubou cerca de dez árvores.</p>
<p>Fonte: EFE / UOL</p>
<p><!--uol cel sem widgets--></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Caproni-Campini CC-2</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 10:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Propulsores]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Campini-Caproni CC-2]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Jatos da WWII]]></category>
		<category><![CDATA[Jet Gênesis]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos primeiros aviões a reação do mundo: Muitos não sabem, mas a Itália foi a segunda nação do mundo, ficanda atrás apenas da Alemanha (Heinkel He 178, que realizou seu primeiro vôo no dia 24 de agosto de 1939), &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/06/caproni-campini-cc-2/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Um dos primeiros aviões a reação do mundo:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Muitos não sabem, mas a Itália foi a segunda nação do mundo, ficanda atrás apenas da Alemanha (Heinkel He 178, que realizou seu primeiro vôo no dia 24 de agosto de 1939), a fazer um avião a reação voar, o Campini-Caproni CC-2, do qual é conservado no &#8220;Museo della Scienza&#8221;, a fuselagem, para provas estáticas e um reator. Um exemplar completo está exposto no &#8220;Museo dell&#8217;Aeronautica&#8221;, em Vigna di Valle. Porém muitos não o consideram assim por não ser um &#8220;jato puro&#8221;, pois o compressor é acionado por um motor à pistão.</span></p>
<table style="text-align: justify;" border="0" width="75%">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<table border="0" width="75%">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/jumo_prop.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-715" title="jumo_prop" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/jumo_prop-300x89.jpg" alt="jumo_prop" width="300" height="89" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Esquema do reator Junkers Jumo</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<table border="0" width="75%">
<tbody>
<tr>
<td>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/isotta_fraschini_prop.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-714" title="isotta_fraschini_prop" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/isotta_fraschini_prop-300x99.jpg" alt="isotta_fraschini_prop" width="300" height="99" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Esquema do reator Campini</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">No ano de 1931, Campini apresentou ao Ministério da Aeronáutica, uma relação sobre o seu sistema de propulsão, que teve início no ano de 1929. Nesse mesmo ano fundou a Sociedade V.E.N.A.R. (Velivoli E Natanti A Reazione (Aeronaves e Embarcações à Reação), a primeira empresa do mundo a utilizar a propulsão à reação. Ainda em 1931, graças ao apoio da &#8220;Costruzioni Meccaniche Riva&#8221;, de Milão, construiu o primeiro barco do mundo propulsionado por uma turbina. Uma abertura captava a água que era enviada a uma bomba centrífuga, acionada por um motor Isotta Fraschini de 900 cv, graças á qual, a água era expelida por dois bocais tipo &#8220;Pelton&#8221;, que também eram utilizados como timão. Este barco superou a velocidade de 28 nós (+ de 50km/h), indo à Veneza, que seria provado posteriormente, em 1932. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_717" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/caproni_campini_cc2-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-717" title="caproni_campini_cc2-4" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/caproni_campini_cc2-4-300x110.jpg" alt="O Campini-Caproni CC-2 durante testes de ignição" width="300" height="110" /></a><p class="wp-caption-text">O Campini-Caproni CC-2 durante testes de ignição</p></div>
<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"></p>
<p style="text-align: justify;">A 5 de fevereiro de 1934, o Ministério da Aeronáutica e o Engº. Secondo Campini, assinaram um contrato, a fim construir dois aviões com motores de reação e uma fuselagem para testes experimentais; porém sua companhia do não dispunha de meios suficientes a fim realizar tal tarefa, assim sendo, se uniu à Societa&#8217; Aeroplani Caproni, de Taliedo, mantendo porém a responsabilidade pela execução do projeto. Em virtude dos resultados, a 17 de dezembro de 1935, o Engº Campini registrou nos EUA, uma licença, sob nº 2024274, para a criação de outro avião à reação, que infelizmente não foi construído. O prazo de entrega dos protótipos foi estabelecido até o dia 31 de dezembro de 1936, mas por causa de dificuldades técnicas e do aumento de custos, foi feito pedido á Sub-secretaria de Aeronáutica, para prorrogação do prazo. Foi cosntruída uma fuselagem para testes estáticos e um reator (conservados no Museo della Scienza), esse atingiu um empuxo de aproximadamente 700 quilogramas e dois protótipos receberam então Matrícula Militar M.M.487 e M.M.488, denominados Campini-Caproni CC.2. Além dos trabalhos em andamento, em 1939, o Engº Campini projetou um jato bimotor e um helicóptero a reação, denominados respectivamnte S.C. 3 e S.C. 5 (S.C.4 e S.C.6 suas respectivas variantes);mas em virtude do inicio do conflito, estes projetos não foram executados.</p>
<p></font></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/caproni_campini_cc2-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-718" title="caproni_campini_cc2-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/caproni_campini_cc2-1-300x136.jpg" alt="caproni_campini_cc2-1" width="300" height="136" /></a>No dia 27 agosto de 1940, o primeiro protótipo fez um vôo de prova de 10 minutos, sobre o aeródromo de Taliedo, pilotado pelo grande piloto italiano Mario De Bernardi. Posteriormente, a 16 de setembro, foi realizado outro vôo, com duração de 5 minutos O segundo protótipo fez seu vôo inaugural no mês de abril de 1941.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/caproni_campini_cc2-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-716" title="caproni_campini_cc2-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/caproni_campini_cc2-2-300x230.jpg" alt="caproni_campini_cc2-2" width="300" height="230" /></a>No dia 30 de novembro de 1941, às 14:47 horas, Mario De Bernardi e o engenheiro Giovanni Pedace (secretário da &#8220;Associazione Pionieri d&#8217;Italia&#8221;), realizaram um ôo oficial, a bordo do segundo protótipo, partindo do aeroporto &#8220;Linate Forlanini, em Milão, com destino ao aeroporto Guidonia, em Roma, sobrevoando Pisa, tendo concluído o vôo às 16:58 horas, após ter percorrido 475,554 km, numa velocidade média de 217,147 km/h; o pós-queimador não foi acionado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Foi um grande sucesso, tanto que Mussolini cumprimentou pessoalmente o piloto De Bernardi e imediatamente anunciou via rádio, a todo o mundo a façanha. Tal foi a repercução que, 3 nações enviaram seus cumprimentos à Itália por tal acontecimento. Este vôo foi homologado pela F.A.I.(Federation Aeronatique Internationale, com sede na França), como o primeiro vôo no mundo realizado por um avião a jato, pois não era sabido à época, do projeto secreto desenvolvido pela Heinkel, na Alemanha, do He178, que realizou seu primeiro vôo um ano antes, no dia 24 de agosto de 1939.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"></p>
<p style="text-align: justify;">
<table border="0" width="687" align="left">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Dados Técnicos</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Tipo/Função:</span></strong></span></div>
</td>
<td width="545">
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Aeronave Experimental à Reação</span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Variantes:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">CC2</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Motorização:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">Um propulsor Isotta Fraschini L. 121/R.C. 40<br />
desenvolvendo 888 HP</span><br />
</span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Envergadura:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">14,63 m </span></span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Comprimento:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">12,10 m </span></span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Altura:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,70 m </span></span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="55">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Peso</span></strong></span></div>
</td>
<td width="73"><strong><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Vazio:</span></strong></td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3460 kg </span></span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="73"><strong><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Máximo:</span></strong></td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4217 kg </span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Velocida Máxima: </span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A 3000m de altutude: 359,5 km/h</span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Teto:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4000<span style="font-size: x-small;"> m </span></span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Alcance:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">N/D</span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Razão de Subida:</span></strong></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">1,85 m/s</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Lugares:</span></strong></td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">2</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Armanentos:</span></strong></td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Nenhum</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><font face="Verdana" size="2"></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p></font></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bombas Azon e Razon- Os EUA em busca da bomba inteligente</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 12:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[AZON]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba guiada]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba Inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[RAZON]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
		<category><![CDATA[USAAF]]></category>
		<category><![CDATA[VB Bomb]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[ ATSC VB-1/VB-2 Azon Em abril de 1942, o Comando de Materiais da USAAF, que em 1944 passaria a fazer parte do Comando de Serviço Aero-Técnico (Air Technical Service Command &#8211; ATSC) deu início ao desenvolvimento da família de bombas guiadas &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/06/bombas-azon-e-razon-os-eua-em-busca-da-bomba-inteligente/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">ATSC VB-1/VB-2 <em>Azon</em></span></strong></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em abril de 1942, o Comando de Materiais da USAAF, que em 1944 passaria a fazer parte do Comando de Serviço Aero-Técnico (Air Technical Service Command &#8211; ATSC) deu início ao desenvolvimento da família de bombas guiadas VB (Vertical Bomb).</span></p>
<p class="western" style="text-align: center;"> </p>
<div id="attachment_697" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/vb-1-azon.jpg"><img class="size-medium wp-image-697" title="vb-1-azon" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/vb-1-azon-300x119.jpg" alt="Bomba Vertical VB-1 &quot;Azon&quot;" width="300" height="119" /></a><p class="wp-caption-text">Bomba Vertical VB-1 &quot;Azon&quot;</p></div>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A primeira destas bombas recebeu a designação oficial <span>VB-1, sendo obra da criação dos majores Henry J. Rand e Thomas J. O&#8217;Donnell, como resposta à necessidade de destruir as esguias pontes de madeira que compunham a famosa Ferrovia da Birmânia.</span><strong> </strong>Tratava-se de uma bomba de 450 quilogramas (1000 libras) M44, mas em fabricações posteriores aparentemente a bomba foi substituída pelo modelo padrão AN-M65. Basicamente a bomba recebia uma nova unidade de cauda, provida de giroscópio para manter a estabilidade do mergulho, onde era acoplada uma saia octogonal, onde eram instaladas as superfícies de controle. Nesta unidade de cauda também era instalada uma unidade de rádio-controle, que dispunha de uma bateria capaz de permitir a operação por três minutos e era também nessa unidade de cauda onde era instalado um flare que produzia 600&#8217;000 candelas.</span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Quando a VB-1 era lançada (de bombardeiros B-24 Liberator, especialmente modificados), o oficial-bombardeiro poderia seguir a trajetória da bomba por intermédio da grande intensidade luminosa do flare e através de um controle tipo joystick, fazer a correção apenas da trajetória lateral (azimute), uma vez que seu sistema de guia permitia apenas este tipo de correção (AZON = AZimuth ONly / Somente Azimute).<br />
</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A fase de desenvolvimento da <em>Azon</em> foi concluída em fins de 1943, quando então foi ordenado que a VB-1 fosse produzida em massa. Logo em seguida foi iniciado o desenvolvimento de uma versão maior, denominada VB-2. Esta nova bomba era baseada na bomba padrão de 900 quilogramas (2000 libras), mas aparentemente esta versão não foi produzida em grande quantidade. Foram produzidas 15000 unidades até novembro de 1944.<br />
</span></p>
<p class="western" align="justify">
<div></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_698" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/vb-2-azon.jpg"><img class="size-medium wp-image-698" title="vb-2-azon" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/vb-2-azon-300x159.jpg" alt="Bomba Vertical VB-2 &quot;Azon&quot;" width="300" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Bomba Vertical VB-2 &quot;Azon&quot;</p></div>
<div></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p class="western" align="justify">Na Birmânia as VB-1 e VB-2 foram usadas com grande sucesso para destruir nada menos que 27 pontes, incluindo-se entre estas a famosa Ponte do Rio Kwai, isto tudo utilizando-se apenas 496 bombas. Em Fevereiro de 1944 foram enviadas as primeiras VB à Europa, onde somente dez tripulações do 458º Grupo de Bombardeio, que em janeiro de 1944 foi transferido para a base Horsham ST Faith da RAF, próxima a Norwich – Inglaterra.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Entre junho e setembro de 1944, a 8ª Força Aérea americana realizou oito missões de ataque empregando bombas “Azon”, sendo que sete destas missões tinham como objetivo destruir pontes e uma tinha como objetivo destruir uma refinaria de óleo e depósitos de munição.<br />
</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Por conta de sua característica de correção da trajetória “Somente de Azimute”, as VB-1 foram empregadas particularmente contra alvos esguios e longos, como pontes ou ferrovias, uma vez que erros erra irrelevante se o alvo fosse atingido mais à frente ou mais para trás. Porém não tinha bom desempenho se utilizada como “bomba convencional”, uma vez que o bombardeiro não podia se evadir imediatamente após liberar as bombas e a sua acuracidade não era melhor por conta do curto alcance de seu equipamento de controle (apenas 1500 metros). Outra peculiaridade era o fato de não mais que cinco canais de rádio estarem disponíveis simultaneamente ao link de comando, o que inviabilizava o controle independente de mais que cinco bombas.<br />
</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em teoria, um mesmo grupo de bombas podia ser controlada simultaneamente por um mesmo canal de rádio, mas este opção era impraticável, pois a acuracidade era de apenas uma das bombas, isto porque devido aos sistema de estabilização, as bombas quando lançadas apresentavam uma dispersão significativa.<br />
</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">As bombas VB-1 e VB-2 foram retiradas do inventário da USSAF ao final da guerra, por conta do direcionamento de fundos para a produção da mais avançada família VB-3 e VB-4 Razon.</span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">
<h3 class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">ATSC VB-3/VB-4 <em>Razon</em></span></h3>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Praticamente em paralelo com o programa que originou as bombas “Azon”, a ATSC desenvolveu uma variante mais avançada, denominada Razon. O maior avanço nesta família era a capacidade de controlar a posicionamento horizontal e vertical da bomba. As designações <strong>VB-3</strong> e <strong>VB-4</strong> foram empregadas para as bombas de 450 quilogramas (1000 libras) e 900 quilogramas (2000 libras) respectivamente.<br />
</span></p>
<p class="western" align="justify">
<div></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_696" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/vb-3-razon.jpg"><img class="size-medium wp-image-696" title="vb-3-razon" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/vb-3-razon-300x127.jpg" alt="Bomba Vertical VB-3 &quot;Razon&quot;" width="300" height="127" /></a><p class="wp-caption-text">Bomba Vertical VB-3 &quot;Razon&quot;</p></div>
<div></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p class="western" align="justify">O controle de posicionamento era composto por duas saias octogonais posicionadas em tanden. Sua unidade de rádio-controle era bem melhor que as empregadas nas bombas Azon, contando agora com 47 canais diferentes de rádio. No entanto o principal problema a ser superado nas Razon era o indicador de posicionamento, que deveria permitir ao oficial-bombardeiro fazer uma avaliação correta do desvio da trajetória da bomba e assim corrigí-la de forma mais adequada.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">As bombas VB-3/VB-4 estavam prontas para serem utilizadas em combate no verão* de 1945 e, cerca de 3000 unidades foram produzidas até o final da guerra, mas nenhuma delas foi utilizada oficialmente durante a Segunda Guerra Mundial, sendo empregadas em combate quase cinco anos depois, durante a Guerra da Coréia, lançadas de bombardeiros B-29, onde seu desempenho se mostrou abaixo do esperado, pois seu tamanho, pois para compensar seu tamanho relativamente pequeno, eram necessários múltiplos acertos para destruir diversos alvos, como pontes de concreto, sendo então substituídas pela muito maior VB-13 (ASM-A-1) Tarzon.</span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">* Hemisfério Norte, correspondendo ao Inverno no Hemisfério Sul – meados de Junho a meados de setembro.</span></span></p>
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		<title>Veterano da Grande Guerra é o homem mais velho do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 16:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Veterano de Guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[Um britânico de 113 anos e veterano da Primeira Guerra Mundial, Henry Allingham, se tornou o homem mais velho do mundo após a morte do que até agora ostentava o título, o japonês Tomoji Tanabe, confirmou nesta sexta o Livro &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/06/veterano-da-grande-guerra-e-o-homem-mais-velho-do-mundo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_692" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/henry-allingham.jpg"><img class="size-medium wp-image-692" title="henry-allingham" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/06/henry-allingham-225x300.jpg" alt="Henry Allingham" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Henry Allingham</p></div>
<p>Um britânico de 113 anos e veterano da Primeira Guerra Mundial, Henry Allingham, se tornou o homem mais velho do mundo após a morte do que até agora ostentava o título, o japonês Tomoji Tanabe, confirmou nesta sexta o Livro Guinness dos Recordes.</p>
<p></p>
<p>Tanabe morreu hoje por causas naturais, também aos 113 anos, em sua casa de Miyakonojo (sul do Japão), segundo a agência local <em>Kyodo</em>.</p>
<p>Allingham, que celebrou seu último aniversário no dia 6 de junho, é um dos dois únicos sobreviventes que restam no Reino Unido da Primeira Grande Guerra, e também o único membro fundador vivo da Real Força Aérea britânica (RAF).</p>
<p>O idoso, que vive em uma residência para antigos militares cegos em Brighton (sudeste da Inglaterra), viveu uma primeira metade de ano cheia de eventos.</p>
<p>Em março passado recebeu a Legião de Honra da França por serviços militares e também foi nomeado o primeiro membro honorário vitalício da Real Associação Naval britânica.</p>
<p>Em seus 113 anos, Allingham viu três séculos e seis monarcas, e tem cinco netos, 12 bisnetos, 14 tataranetos e um tatataraneto.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: EFE</p>
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		<item>
		<title>Coreia do Norte prepara lançamento de míssil que pode atingir EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 23:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[A Coreia do Norte está preparando um míssil, concebido para atingir os Estados Unidos, cujo lançamento poderia ocorrer em semanas, aumentando a tensão depois do segundo teste nuclear subterrâneo realizado pelo país, informaram jornais sul-coreanos nesta segunda-feira, citando fontes não &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/06/coreia-do-norte-prepara-lancamento-de-missil-que-pode-atingir-eua/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Coreia do Norte está preparando um míssil, concebido para atingir os Estados Unidos, cujo lançamento poderia ocorrer em semanas, aumentando a tensão depois do segundo teste nuclear subterrâneo realizado pelo país, informaram jornais sul-coreanos nesta segunda-feira, citando fontes não identificadas do governo.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: justify;">Imagens de satélite e outros dados de inteligência sinalizaram nesta segunda-feira que o governo norte-coreano transportou seu mais avançado míssil de longa distância para a nova instalação de Dongchang-ni, próxima à China. Ele pode estar pronto para ser lançado nas próximas duas semanas, segundo relatou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornal &#8220;JoongAng Ilbo&#8221;, citando uma fonte do governo da Coreia do Sul, afirmou que pode se tratar de um míssil balístico intercontinental que pode atingir até 6.500 km de distância.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o Estado do Alasca e bases americanas na ilha de Guam, no Pacífico, além de todo o Japão, estariam ao alcance do míssil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em visita a Manila, nas Filipinas, o secretário de Defesa americano, Robert Gates, disse que, apesar de a Coreia do Norte estar trabalhando em seus mísseis de longo alcance, ainda não estavam claros os objetivos do país.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade no campo de lançamento ocorre depois de o Conselho de Segurança da ONU ameaçar punir Pyongyang pelo teste nuclear de 25 de maio, e antes de um encontro em Washington entre o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, e o americano, Barack Obama, em 16 de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente sul-coreano alertou, em sua mensagem semanal no rádio, que país &#8220;nunca irá tolerar&#8221; ameaças militares.</p>
<p style="text-align: justify;">A guarda costeira do sul estava escoltando barcos pesqueiros nas proximidades da ilha de Yeonpyeong, e a agência de notícias sul-coreana Yonhap informou que tropas da Coreia do Norte realizaram manobras anfíbias e manobras rápidas, o que poderia ser uma preparação para confrontos no mar.</p>
<p style="text-align: justify;">As Coreias encerraram a guerra de três anos em 1953 com uma trégua, mas Pyongyang disse na semana passada que deixará de cumprir as condições do armistício. O governo norte-coreano também contesta a fronteira marítima ocidental determinada pela ONU, ao redor da qual conflitos sangrentos com a Coreia do Sul ocorreram em 1999 e 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum incidente foi reportado na Zona Desmilitarizada que separa os dois países, e a vida parece normal no lado norte-coreano do rio Yalu, que marca a fronteira do país com a China.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meio à tensão na península coreana, o governo da Coreia do Norte anunciou que na próxima quinta-feira (4) começará o julgamento de duas jornalistas americanas, Laura Ling e Euna Lee, acusadas de entrar no país ilegalmente e de participar de &#8220;atos hostis&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aviso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As recentes ações da Coreia do Norte aconteceram após sinais de escalada da tensão enviados pelo regime comunista liderado por Kim Jong-Il.</p>
<p style="text-align: justify;">No final de abril, Pyongyang ameaçou realizar testes nucleares e com mísseis de longo alcance ao menos que o Conselho de Segurança se desculpasse pelas críticas feitas pelo lançamento feito em 5 de abril, que teve o objetivo de colocar um satélite em órbita, segundo o governo norte-coreano, mas que foi considerado pelo governos ocidentais como um teste de míssil balístico &#8211;uma infração das sanções impostas ao país em 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">Na semana passada, o governo norte-coreano ameaçou tomar outras medidas de &#8220;autodefesa&#8221; se o Conselho de Segurança provocasse o país &#8211;a ameaça foi entendida como uma referência a um teste com um míssil intercontinental.</p>
<p style="text-align: justify;">Ressaltando a ameaça, a Coreia do Norte designou uma grande área de sua costa ocidental como &#8220;não navegável&#8221; até o fim do próximo mês, de acordo com o jornal sul-coreano &#8220;Chosun Ilbo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a imprensa norte-coreana defende o posicionamento desafiador do país, que teria sido provocado pela Coreia do Sul e pelos EUA.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os imperialistas americanos e as marionetes da Coreia do Sul perpetraram ao menos 200 casos de espionagem aérea contra a República Democrática Popular da Coreia em maio, ou 30 casos a mais do que no mesmo mês do ano passado&#8221;, escreveu a agência oficial de notícias norte-coreana KCNA.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas dizem que a capacidade militar da Coreia do Norte, apesar de estar aumentando, ainda não é uma ameaça direta aos seus vizinhos. Eles dizem que a principal preocupação é que o regime norte-coreano tente vender a tecnologia nuclear para outros países.</p>
<p class="tagline">Fonte: Associated Press / UOL</p>
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		<item>
		<title>Coréia do Norte &#8211; O retrato de uma nação</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 14:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[chantagem internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[North Corea]]></category>

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		<description><![CDATA[ Cada vez mais, me impressiono com a capacidade que o ser humano tem em fazer bobagens. O louco da vez vem lá do outro lado do mundo, de um pais chamado “Coréia do Norte”.   A história da Coréia do &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/coreia-do-norte-o-retrato-de-uma-nacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Cada vez mais, me impressiono com a capacidade que o ser humano tem em fazer bobagens. O louco da vez vem lá do outro lado do mundo, de um pais chamado “Coréia do Norte”.</p>
<p class="western" style="text-align: center;"> </p>
<p class="western" align="justify">A história da Coréia do Norte começa após o final da Segunda Guerra Mundial, no ano de 1945. Nas semanas finais da guerra no Pacífico, os japoneses foram expulsos da península coreana e forças soviéticas e norte-americanas ocuparam a área. Os soviéticos estabeleceram-se ao norte do paralelo 38 e os norte-americanos ao sul. Formaram-se dois países que reclamavam o direito sobre toda a península, cada um proclamando ser o legítimo representante do povo coreano</p>
<p class="western" align="justify">Um regime de partido único tal qual o soviético foi implantado no país (norte), tendo como governante Kim Il Sung (que governou de 1948 a 1994). A paz se mantinha fragilmente até que no dia 25 de junho de 1950, a Coréia do Norte (contando com o apoio da China e URSS) invadiu a Coréia do Sul e deu início a uma grande guerra. O estado de guerra manteve-se até 27 de junho de 1953, quando foi então assinado um armistício entre as duas Coréias, criando uma zona desmilitarizada entre os dois países.</p>
<p class="western" align="justify">A Coréia do Norte, graças à ajuda da URSS e China, apresentava bons índices de desenvolvimento econômico e industrial durante todo o terceiro quarto do século XX. Mas a partir da crise do petróleo dos anos de 1970, o país sucumbiu diante da modernização tecnológica e econômica e não mais conseguiu se reerguer.</p>
<p class="western" align="justify">Com o fim da URSS, a China passou a desempenhar o papel de mantenedora política da Coréia do Norte, especialmente quando surgiam reclamatórias apresentadas pelos “inimigos do regime”, tais como Japão, Coréia do Sul e EUA.</p>
<p class="western" align="justify">
<div id="attachment_686" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/kim-jong-ii.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-686" title="kim-jong-ii" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/kim-jong-ii-150x150.jpg" alt="Kim Jong II" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Kim Jong II</p></div>
<p class="western" align="justify">Em 1994 morre o governante Kim Il Sung, após 46 anos no poder. Em 1997, Kim Jong II, o filho de Kim Il Sung, assumiu o comando do partido dos trabalhadores norte-coreano e adotou uma linha de governo seguindo a linha do pai, opondo-se à abertura econômica do país e inflando gastos com o setor militar, enquanto que o país passava (e ainda passa) por graves problemas.</p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">Mesmo com os graves problemas econômicos e sociais, a Coréia do Norte investiu pesado no setor militar, culminando com a fabricação e teste de um artefato nuclear no ano de 2006, quando então realizou sua primeira chantagem atômica, exigindo “incentivos econômicos” para paralisar seu programa nuclear.</p>
<p class="western" align="justify">A algum tempo, o dinheiro obtido com a primeira chantagem atômica se findou, e Kim Jong partiu para uma nova chantagem atômica, dando demonstrações de poder, lançando mísseis, realizando um novo teste nuclear e fazendo ameaças em palanques. </p>
<p class="western" align="justify">Atualmente, a Coréia do Norte passa por um gravíssimo problema de abastecimento agrícola, causado por “desastres naturais” e por um sistema de produção coletiva totalmente desorganizado e defasado. A falta de alimentos é gigantesca, milhares de pessoas morrem de fome e outras milhares conseguem sobreviver alimentando-se de ervas e cascas de árvores, enquanto que o governante investe os já escassos fundos nacionais para brincar com seus soldadinhos de chumbo. </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Falam que o brasileiro é um povo acomodado, que não reage contra governantes corruptos, que esperam sempre as coisas acontecerem, mas e o povo norte-coreano, até quando permitirão que esse ditador lunático permaneça no governo, até quando o povo norte-coreano vai suportar a miséria, a dor e a fome?</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Esse é o retrato de um país chamado “República Democrática Popular da Coréia”, que de democrático não tem nada e de popular só tem a miséria.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pyongyang ameaça atacar Seul e rejeita armistício de 1953</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 12:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Coréia do Norte ameaçou nesta quarta-feira a Coréia do Sul com uma resposta militar após a adesão Seul ao Programa de Segurança contra a Proliferação (PSI), além de ter anunciado que não está mais sujeita ao armistício de 1953 &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/pyongyang-ameaca-atacar-seul-e-rejeita-armisticio-de-1953/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Coréia do Norte ameaçou nesta quarta-feira a Coréia do Sul com uma resposta militar após a adesão Seul ao Programa de Segurança contra a Proliferação (PSI), além de ter anunciado que não está mais sujeita ao armistício de 1953 que encerrou a guerra da Coréia.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p>Pyongyang também advertiu que não garante a segurança dos navios que passam por sua costa oeste, de acordo com um comunicado militar divulgado pela agência oficial KCNA.</p>
<p>Seul, que tinha um status de observador no PSI, anunciou na terça-feira a decisão de integrar plenamente o programa, depois que a Coréia do Norte realizou um novo teste nuclear e lançou vários mísseis de curto alcance.</p>
<p>&#8220;Qualquer ato hostil contra nossa República, em particular deter ou inspecionar nossos navios se traduzirá de imediato em uma forte resposta militar&#8221;, adverte o Exército da Coréia da Norte no comunicado.</p>
<p>&#8220;Nosso Exército não está mais sujeito ao acordo de armistício, na medida em que os Estados Unidos fizeram os &#8216;fantoches&#8217; entrar no PSI&#8221;, completa o texto divulgado pelo destacamento militar norte-coreano do povoado neutro de Panmunjon, no centro da zona desmilitarizada.</p>
<p>&#8220;Se Pyongyang já não se considera sujeita ao armistício de 1953, a península coreana voltará ao estado de guerra&#8221;, adverte o Exército norte-coreano.</p>
<p>&#8220;Os que nos provocaram devem enfrentar uma sanção sem piedade e inimaginável&#8221;, ameaçou Pyongyang.</p>
<p>&#8220;Os imperialistas e os traidores que cercam Lee Myung-bak (presidente sul-coreano) empurraram a península coreana para o estado de guerra&#8221;.</p>
<p>As relações entre as duas Coréias, que sempre estiveram oficialmente em estado de guerra desde o conflito de 1950 a 1953, pioraram após a chegada ao poder em Seul, em fevereiro de 2008, de Lee Myung-bak, qualificado regularmente de &#8220;traidor&#8221; pelo regime norte-coreano.</p>
<p>Rompendo com a postura dos antecessores que buscaram uma conciliação com Pyongyang, Lee adota uma posição firme em relação ao Norte e condiciona a ajuda de seu país aos progressos verificáveis no process de fim do programa nuclear de Pyongyang.</p>
<p>A Coréia do Norte testou mais um míssil, o sexto em três dias, revelou nesta quarta-feira a agência de notícias sul-coreana Yonhap.</p>
<p>Pyongyang lançou um míssil de curto alcance no Mar Amarelo, informou a Yonhap.</p>
<p>Na segunda-feira, a Coréia do Norte desafiou o mundo com um teste nuclear subterrâneo e o disparo de três mísseis, antes de lançar outros dois mísseis, na terça.</p>
<p> </p>
<p>Fonte AFP / Terra News</p>
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		<title>Coréia do Norte informa que realizou 2º teste nuclear</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 13:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba Atômica]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Testes Nucleares]]></category>

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		<description><![CDATA[A Coréia do Norte assegurou nesta segunda-feira que realizou seu segundo teste nuclear, depois do feito em outubro de 2006, o que lhe acarretou sanções internacionais, informou a agência estatal norte-coreana KCNA citada pela sul-coreana Yonhap. &#8220;Como tinham solicitado nossos &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/coreia-do-norte-informa-que-realizou-2%c2%ba-teste-nuclear/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Coréia do Norte assegurou nesta segunda-feira que realizou seu segundo teste nuclear, depois do feito em outubro de 2006, o que lhe acarretou sanções internacionais, informou a agência estatal norte-coreana <em>KCNA</em> citada pela sul-coreana <em>Yonhap</em>.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p>&#8220;Como tinham solicitado nossos cientistas e técnicos, nossa República levou a cabo com sucesso outro teste nuclear subterrâneo neste 25 de maio, como parte das medidas para fortalecer seu poder nuclear em defesa própria&#8221;, disse a <em>KCNA</em>.</p>
<p>O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, reuniu de urgência seu Conselho de Segurança Nacional, depois que seu Governo informou que tinha acontecido um &#8220;terremoto artificial&#8221; no país comunista.</p>
<p>A Agência Meteorológica do Japão também detectou ondas sísmicas procedentes da Coréia do Norte nesta manhã (hora local), segundo um porta-voz do Ministério de Exteriores japonês citado pela agência local <em>Kyodo</em>.</p>
<p>O Instituto Geológico dos Estados Unidos informou por sua parte que um terremoto de 4,7 graus de magnitude na escala aberta de Richter sacudiu hoje a Coréia do Norte, sem que se tenham reportado até o momento, nem vítimas nem danos.</p>
<p>O terremoto teria acontecido, segundo esse instituto, a 375 km a nordeste de Pyongyang às 9h54 (21h54 de Brasília do domingo), a cerca de 10 km sob a superfície terrestre.</p>
<p>O porta-voz da Casa Presidencial sul-coreana, Lee Dong-kwan, disse também que às 9h54 seu governo detectou um &#8220;terremoto artificial&#8221; perto de Poongkye-ri, na província Norte de Hamkyong.</p>
<p>&#8220;O governo está ainda tentando verificar se se tratou na realidade de um teste nuclear, mas acredita que há uma possibilidade&#8221;, informou o porta-voz oficial sul-coreano.</p>
<p>O regime comunista norte-coreano tinha ameaçado no dia 29 de abril a levar a cabo um teste nuclear depois que o Conselho de Segurança da ONU condenou seu lançamento de um foguete de longo alcance no dia 5 de abril.</p>
<p>A Coréia do Norte realizou seu primeiro teste nuclear em outubro de 2006, três meses após lançar vários mísseis, entre eles um Taepodong de longo alcance, e isso lhe acarretou sanções e a condenação das Nações Unidas.</p>
<p> </p>
<p>Fontes: EFE / Reuters / Terra News</p>
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		<title>Nakajima J9Y &#8220;Kikka&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 15:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Propulsores]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Avião a Jato]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Jet Gênesis]]></category>
		<category><![CDATA[Nakajima Kikka]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a Segunda Guerra Mundial o mundo assistiu a uma nova revolução no que diz respeito ao vôo, com o surgimento dos helicópteros e dos aviões a jato. O jato nasceu em meados da década de 1930, quase que simultaneamente &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Durante a Segunda Guerra Mundial o mundo assistiu a uma nova revolução no que diz respeito ao vôo, com o surgimento dos helicópteros e dos aviões a jato. O jato nasceu em meados da década de 1930, quase que simultaneamente na Grã-Bretanha e na Alemanha, porém foi nesta última que seu desenvolvimento ganhou mais vulto, no início por ser potencialmente superior, mas a partir da segunda metade do conflito, o desenvolvimento se deu principalmente por uma necessidade. O Japão, aliado da Alemanha, percebeu o potencial deste novo tipo de propulsão, mas a falta de cooperação entre os aliados prejudicava muito a troca de informações e o consequente desenvolvimento bélico.</span></span></span><span style="color: #000000;"></span></span><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">A aeronave foi denominada Nakajima J9Y “Kikka” (Laranjeira em Flor), mas também era chamada <strong>Kōkoku Nigō Heiki</strong> (Arma Imperial nº 2). Em seu projeto inicial, o <em>Kikka</em> seria equipado com os jato propulsores Tsu-11,que a grosso modo eram apenas dutos de ar com um pós-combustor acoplado. Logo em seguida o projeto foi alterado para utilizar então os jatos centrífugos Ne-10 (TR-10), e também os jatos centrífugos Ne-12, estes nada mais eram que nada mais era do que os Ne-10 com um compressor axial de quatro estágios acoplado. Testes posteriores com estes propulsores revelaram que não os mesmos não tinham a capacidade para produzir o empuxo necessário para proporcionar um desempenho razoável à aeronave, por conta disso o projeto foi temporariamente paralisado.</span></span></span></span><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"> </span></span></span></span></span></span><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="western" align="justify"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">Posteriormente foi decidido então produzir um novo propulsor, baseado no propulsor axial alemão BMW 003. A falta de colaboração entre a Alemanha e o Japão retardou muito o desenvolvimento do propulsor, que apresentou muitos defeitos. Tais defeitos se deram na maior parte, porque os projetistas japoneses tiveram que se basear apenas em fotografias e em um diagrama do propulsor, obtidos pelo engenheiro Eichi Iwaya, mas mesmo apesar das adversidades, os projetistas japoneses conseguiram criar um reator aceitável, o Ishikawajima Ne-20.</span><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"> </span></span></span></span></p>
<p></span></span></span></span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Em 1944, após o adido militar japonês para a Alemanha ter assistido alguns vôos teste do Messerschmitt Me 262, a Marinha Imperial Japonesa requisitou junto à Nakajima, o desenvolvimento de um bombardeiro rápido de ataque. Entre os requisitos estava a necessidade de produzir a aeronave, em sua maior parte, por trabalhadores sem treinamento/conhecimento. Outro requerimento era que a aeronave deveria ter asas dobráveis, para permitir que pudessem utilizar cavernas e túneis como esconderijos, já em preparação para a defesa do Japão. O projeto ficou a cargo dos projetistas Kazuo Ohno e Kenichi Matsumura, que criaram uma aeronave que superficialmente lembrava o alemão Messerschmitt Me 262, embora fosse uma aeronave completamente diferente.</span></span></span></span></p>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Muitas vezes encontra-se referências de que o Kikka era a “cópia” japonesa do Me 262, mas tal afirmação é totalmente equivocada. Comparado ao alemão Messerschmitt the Me-262, o Nakajima J9Y Kikka, tinha um projeto dimensional notadamente menor e mais convencional, com asas e superfícies de controle com angulação bastante suave. A característica seção triangular do projeto alemão, era muito menos pronunciada no projeto japonês, por conta dos tanques de combustível menores. O trem-de-aterrissagem era do tipo triciclo, sendo a trem principal originário do A6M Zero e o braço do nariz era a roda de bequilha do bombardeiro Yokosuka P1Y. Somado a isso temos também o modo de fabricação e montagem, que era totalmente diferente.</span></span></span><span style="color: #000000;"> </span></span></div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<div><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"></span></span></span></span></div>
<p> </p>
<p class="western" align="justify"> <span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Quatro dias depois foi realizado o segundo vôo, desta vez utilizando foguetes auxiliares para decolagem. Na decolagem, por causa de um erro no alinhamento dos foguetes auxiliares, o piloto não percebeu que estes já estavam acionados e desligou os motores, como resultado a aeronave não atingiu a velocidade necessária para decolagem e sofreu danos quando chegou ao final da pista de decolagem. A guerra terminou antes que a aeronave pudesse ser reparada.</span></span></span><span style="color: #000000;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p class="western" align="justify"> <span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Por volta desta ocasião, o segundo protótipo já estava praticamente concluído e entre 18 e 25 novos aparelhos estavam em construção, sendo que um deles na versão biposta de treinamento. Outras versões também propostas eram a de reconhecimento e a de caça. Era esperado também que estes novos aviões fossem equipados os propulsores Ne-20 aperfeiçoados, conhecidos como Ne-20-Kai ou Ne-120, cujo desempenho planejado deveria ser de 20 a 30 por cento superior ao Ne-20.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">Finalmente no verão de 1945 (inverno no Hemisfério Sul) o projeto do <em>Kikka</em> estava progredindo novamente, mas infelizmente a situação do Japão àquelas circunstâncias era terrível e a Marinha Imperial ordenou a modificação da aeronave para a função de “Ataque Especial”, termo este reservado para armas kamikazes.</span></span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR" align="justify">
<div><span style="color: #000000;"></span></div>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"></p>
<p class="western" lang="pt-BR" align="justify"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"></span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR" align="justify"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">No pós-guerra, um <em>Kikka</em> foi enviado aos Eua para análises e avaliações na Base Aero Naval de Patuxent River, Maryland. Esta aeronave encontra-se atualmente exposta no Musei Nacional Aero-Espacial. Também foram enviados aos EUA para análise, dois propulsores Ne-20. Estes propulsores foram analisados pela Chrysler Corporation em 1946, informação esta revelada somente em 2005 por W.I. Chapman, que liderou o grupo de avaliação na época. Utilizando componentes destes dois propulsores, foi montado um propulsor funcional, que foi testado por em carga por 11 horas e 46 minutos. Os resultados das avaliações foram reunidos em um reporte, entregue às autoridades militares no dia 07 de abril de 1947, intitulado &#8220;<em>Japanese NE-20 turbo jet engine. Construction and Performance&#8221;</em> (Turbo-jato japonês Ne-20. Construção e Performance). Este reporte está atualmente em exposição no Museu Nacional de Ciências de Tóquio – Japão.</span></span></span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">
<p class="western" style="text-align: justify;" lang="pt-BR">
<p class="western" lang="pt-BR" align="justify">
<p class="western">
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<p class="western" align="justify">Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/messerschmitt-me-262/' title='Messerschmitt Me 262'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Messerschmitt-Me-262-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Messerschmitt Me 262" title="Messerschmitt Me 262" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/ne-20/' title='Ne-20'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Ne-20-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Jato propulsor Ishikawajima Ne-20" title="Ne-20" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/nakajima-j9y-kikka-3/' title='Nakajima J9Y Kikka-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Nakajima-J9Y-Kikka-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Nakajima J9Y Kikka no momento de sua decolagem, em 07 de agosto de 1945." title="Nakajima J9Y Kikka-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/nakajima-j9y-kikka-2/' title='Nakajima J9Y Kikka-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Nakajima-J9Y-Kikka-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nakajima J9Y Kikka" title="Nakajima J9Y Kikka-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/nakajima-j9y-kikka-1/' title='Nakajima J9Y Kikka-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Nakajima-J9Y-Kikka-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nakajima J9Y Kikka" title="Nakajima J9Y Kikka-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/nakajima-j9y-kikka-6/' title='Nakajima J9Y Kikka-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Nakajima-J9Y-Kikka-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Nakajima J9Y Kikka equipado com foguetes para auxiliar a decolagem" title="Nakajima J9Y Kikka-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/nakajima-j9y-kikka-4/' title='Nakajima J9Y Kikka-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Nakajima-J9Y-Kikka-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Segundo protótipo do Nakajima J9Y Kikka, na base americana de Patuxent River, Mariland - 1946" title="Nakajima J9Y Kikka-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/nakajima-j9y-kikka/nakajima-j9y-kikka-5/' title='Nakajima J9Y Kikka-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Nakajima-J9Y-Kikka-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Segundo protótipo do Nakajima J9Y Kikka, na base americana de Patuxent River, Mariland - 1946" title="Nakajima J9Y Kikka-5" /></a>

<p class="western">
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><strong>Dados Técnicos</strong></span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<ul>
<li>
<p class="western"><span lang="pt-BR"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><strong>Tripulação:</strong> 1 </span></span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Comprimento: 8,13 m (26 ft 8 in)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Envergadura: 10,00 m (32 ft 10 in)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Altura: 2,95 m (9&#8242; 9&#8243;)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Superfície alar: 13,2 m² (142ft²)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Peso</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Vazio: 2300 kg (5,071 lb) </span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Máximo: 3507 kg (7,716 lb)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Máx Decolagem: 4088 kg (8,995 lb) </span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Propulsão: Dois jato propulsores Ishikawajima Ne-20, desenvolvendo 9,4 kN (2,094 lbf) cada</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Velocidade Máxima: 695 km/h (433 mph)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Alcance: 937 km (586 mi)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Teto de Serviço: 12303 m (39,370 ft)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Taxa de Ascenção: 387 m/min (1,237 ft/min)</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Armamento: 4 canhões Ho-5, de 20mm</span></span></p>
</li>
<li>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Carga de bombas: até 1000 kg (2,205 lb)</span></span> </p>
</li>
</ul>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Irã lança foguete capaz de chegar ao espaço</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 10:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[República Islâmica]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, anunciou nesta quarta o lançamento de um novo foguete &#8211; batizado Sayil-2 &#8211; capaz de chegar ao espaço. &#8220;Hoje, a República Islâmica conseguiu um novo marco no que diz respeito à fabricação de foguetes. É &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/ira-lanca-foguete-capaz-de-chegar-ao-espaco/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, anunciou nesta quarta o lançamento de um novo foguete &#8211; batizado Sayil-2 &#8211; capaz de chegar ao espaço.</p>
<p>&#8220;Hoje, a República Islâmica conseguiu um novo marco no que diz respeito à fabricação de foguetes. É um novo e grande êxito da Organização Aeroespacial Nacional&#8221;, afirmou o governante durante um comício na cidade de Semman.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p>Segundo Ahmadinejad, citado pela agência local de notícias <em>Mehr</em>, o Siyil-2 possui duas cápsulas capazes de atravessar a atmosfera e entrar em órbita graças ao fato de ser alimentado com &#8220;combustível sólido&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este combustível o torna mais potente. Primeiro é lançado, e antes de atravessar a atmosfera perde uma de suas partes, enquanto a outra alcança o ponto aonde tem de chegar&#8221;, explicou Ahmadinejad.</p>
<p>O Irã colocou em órbita seu primeiro satélite de comunicações de fabricação integralmente nacional em fevereiro, fato que disparou o alarme sobre os avanços obtidos em seu programa de mísseis balísticos.</p>
<p>A República Islâmica nunca negou que fabrica mísseis de longo alcance, e até mesmo confirmou que tem em seus arsenais alguns como o Shahid-2, capaz de alcançar alvos a mais de dois mil quilômetros de distância.</p>
<p>No entanto, a comunidade internacional, com os Estados Unidos, Israel e as principais potências europeias na liderança, temem que o regime de Teerã esconda, sob seu programa nuclear civil, um suposto projeto militar destinado a dotar estes mísseis com ogivas nucleares.</p>
<p>O Irã sofre um rigoroso embargo de armas internacional há três décadas, mas as sanções não impediram que desde 1992 tenha iniciado um bem-sucedido programa nacional de armamentos.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: EFE / Terra News</p>
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		<title>A Batalha de Falklands &#8211; 08 de dezembro de 1914</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 23:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Batalhas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Falklands]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Navy]]></category>

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		<description><![CDATA[Animados ainda com o recente sucesso na Batalha de Coronel, que teve lugar à frente da costa sul do Chile, onde os alemães surpreenderam os britânicos, afundando dois dos cruzadores sob o comando do almirante Sir Christopher Cradock (inclusive a &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Animados ainda com o recente sucesso na Batalha de Coronel, que teve lugar à frente da costa sul do Chile, onde os alemães surpreenderam os britânicos, afundando dois dos cruzadores sob o comando do almirante Sir Christopher Cradock (inclusive a nau-capitânea de Cradock), os navios do Esquadrão do Leste Asiático, sob o comando do almirante Maximilian von Spee (cujos alvos primários eram navios mercantes e navios de tropas que navegassem no Atlântico Sul), tomaram curso a Port Stanley, nas ilhas Falkland.  A intenção de Spee era tomar a estação de radio e o depósito de carvão da ilha.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Entretanto, não era do conhecimento de Spee que, um esquadrão britânico (incluindo os dois modernos e velozes cruzadores-de-batalha <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Invencible</em> e <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Inflexible)</em>, estava em Port Stanley, justamente para o reabastecimento de carvão. O esquadrão havia sido enviado pelo então Ministro da Marinha, almirante Fisher, para reverter a derrota em Coronel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Cada um destes cruzadores-de-batalha era armado com oito canhões de 305mm (12 pol), enquanto que o <em>Scharnhorst</em> e o <em>Gneisenau</em>, sob o comando de Spee, eram equipados com canhões de 208mm (8,2 pol).  Os navios britânicos dispunham de uma significativa vantagem em poder de fogo. Além disso, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>o <em>Invincible</em> e o <em>Inflexible</em> estavam acompanhados por outros seis cruzadores, todos sob o comando do vice-almirante Sturdee. Eram eles os cruzadores blindados <em>Canarvon</em>, <em>Cornwall</em> e <em>Kent</em>; os cruzadores leves <em>Bristol</em> e <em>Glasgow</em>; e o velho <em>Canopus</em>, ancorado em Port Stanley para servir como bateria flutuante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Spee iniciou seu ataque no dia 8 de dezembro de 1914, tencionando reabastecer-se ao norte do estuário do Prata. Os cruzadores foram avistados, mas erroneamente assumiram que fossem navios da marinha japonesa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Com sua tripulação cansada, seus navios com poder de fogo inferior e em menor número, o resultado era inevitável.  Percebendo o engano quando já era tarde demais (além de perder a oportunidade de atacar a frota britânica atracada), Spee decidiu levar seu esquadrão para mar aberto, mas às 10:00 horas já estava sendo perseguido pelos britânicos. Às 13:20, tendo consciência que não teria chances de escapar dos velozes navios britânicos, decidiu então por engajar o inimigo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Apesar do sucesso inicial do <em>Scharnhorst</em> e do <em>Gnesienau, </em><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>que concentraram fogo no <em>Invincible</em> (comandado por Edward Binghan), que habilmente manobrou e se evadiu, Sturdee ordenou que seus pesados cruzadores, se posicionassem no limite do alcance de seus canhões e abrissem fogo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Quatro cruzadores alemães foram afundados, sendo que a nau-capitânea de Spee, o <em>Scharnhorst,</em> foi o primeiro a afundar, seguido pelo <em>Gneisenau</em>, <em>Nurnberg</em> e o <em>Leipzig</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Dez marinheiros britânicos morreram durante a batalha e nenhum dos navios britânicos sofreu danos sérios. Já os alemães perderam 2200 marinheiros, que morreram em combate ou se afogaram.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O único navio alemão a escapar foi o cruzador leve <em>Dresden</em>, que navegou por mais três meses antes de seu capitão se render ao largo das ilhas Juan Fernandez, no dia 14 de março de 1915. Tendo evacuado o navio, ele foi afundado detonando-se o paiol de munições.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Em conseqüência desta derrota, o comércio marítimo alemão foi enormemente reduzido.  O sucesso de Sturdee elevou tremendamente o moral britânico, revertendo completamente o fracasso em Coronel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><strong>Galeria:</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/maximilian_von_spee/' title='maximilian_von_spee'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/maximilian_von_spee-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Maximilian Graf von Spee" title="maximilian_von_spee" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/frederick_doveton_sturdee/' title='frederick_doveton_sturdee'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/frederick_doveton_sturdee-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sir Frederick Doveton Sturdee" title="frederick_doveton_sturdee" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_invincible/' title='hms_invincible'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_invincible-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HMS Invincible" title="hms_invincible" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_invincible-08-12-1914/' title='hms_invincible-08-12-1914'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_invincible-08-12-1914-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O HMS recolhendo sobreviventes do SMS Scharnhorst após a batalha - 08 de dezembro de 1914" title="hms_invincible-08-12-1914" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_kent/' title='hms_kent'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_kent-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HMS Kent" title="hms_kent" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_glasgow/' title='hms_glasgow'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_glasgow-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HMS Glasgow" title="hms_glasgow" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_cornwall/' title='hms_cornwall'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_cornwall-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HMS Cornwall" title="hms_cornwall" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_carnarvon/' title='hms_carnarvon'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_carnarvon-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HMS Carnarvon" title="hms_carnarvon" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_bristol/' title='hms_bristol'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_bristol-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HMS Bristol" title="hms_bristol" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/hms_canopus/' title='hms_canopus'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/hms_canopus-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="HMS Canopus" title="hms_canopus" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/sms_scharnhorst_by_arthur_renard/' title='sms_scharnhorst_by_arthur_renard'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sms_scharnhorst_by_arthur_renard-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SMS Scharnhorst - foto: Arthur Renard" title="sms_scharnhorst_by_arthur_renard" /></a>
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<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/sms_gneisenau/' title='sms_gneisenau'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sms_gneisenau-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SMS Gneisenau" title="sms_gneisenau" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/sms_dresden/' title='sms_dresden'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sms_dresden-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SMS Dresden" title="sms_dresden" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/sms-nurnberg/' title='sms-nurnberg'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sms-nurnberg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SMS Nürnberg" title="sms-nurnberg" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/a-batalha-de-falklands-08-de-dezembro-de-1914/falklandschlacht/' title='falklandschlacht'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/falklandschlacht-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Mapa mostrando o posicionamento das forças combatentes" title="falklandschlacht" /></a>
</p>
<p></span> </p>
<div><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </p>
<p></span></div>
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		<title>Australiano é condenado à prisão por negar Holocausto</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 10:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Negacionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Neo-nazismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O australiano Frederick Toben foi condenado nestq quarta-feira a três meses de prisão por negar repetidamente o Holocausto em textos publicados na internet e por possuir material revisionista. Toben, um historiador e professor aposentado de 64 anos, foi considerado culpado &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/australiano-e-condenado-a-prisao-por-negar-holocausto/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O australiano Frederick Toben foi condenado nestq quarta-feira a três meses de prisão por negar repetidamente o Holocausto em textos publicados na internet e por possuir material revisionista. Toben, um historiador e professor aposentado de 64 anos, foi considerado culpado de desacato por descumprir em várias ocasiões a ordem judicial que lhe obrigava a deixar de insultar os judeus no portal do Instituto de Adelaide.</p>
<p>O juiz do Tribunal Federal da Austrália do Sul concluiu hoje que Toben descumpriu as ordens da corte ditadas em 2002 e em 2007 para que deixasse de violar a lei australiana contra a discriminação racial, ao se referir aos judeus que se ofendem com a negação do Holocausto como seres com &#8220;uma inteligência limitada&#8221;.</p>
<p>Os advogados de Toben apelarão contra a sentença num prazo de duas semanas</p>
<p> </p>
<p>Fonte: EFE  / Terra News</p>
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		<title>Suposto criminoso nazista extraditado chega à Alemanha</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 16:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sobibor]]></category>

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		<description><![CDATA[O ucraniano John Demjanjuk, acusado de ser um criminoso de guerra nazista, foi deportado dos Estados Unidos e desembarcou em Munique, na Alemanha, às 9h15 (14h15, hora de Brasília) nesta terça-feira, do bimotor fretado em que viajou. Ele deverá ser &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/suposto-criminoso-nazista-extraditado-chega-a-alemanha/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ingress"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/demjanjuk.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-605" title="demjanjuk" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/demjanjuk.jpg" alt="demjanjuk" width="226" height="170" /></a>O ucraniano John Demjanjuk, acusado de ser um criminoso de guerra nazista, foi deportado dos Estados Unidos e desembarcou em Munique, na Alemanha, às 9h15 (14h15, hora de Brasília) nesta terça-feira, do bimotor fretado em que viajou.</p>
<p>Ele deverá ser submetido a julgamento no país.</p>
<p>Após exames preliminares, realizados no próprio aeroporto por um médico legista, Demjanjuk, de 89 anos, foi transferido para a prisão Stadelheim, em Munique. Ele deverá ficar internado na enfermaria da penitenciária e cumprir lá as primeiras formalidades para a abertura de um processo penal.</p>
<p>O caso promete se tornar um dos últimos grandes julgamentos de um criminoso de guerra nazista realizado na Alemanha.</p>
<p>O ucraniano é acusado de participação no massacre de pelo menos 29 mil judeus, quando trabalhava como guarda no campo de concentração de Sobibor, na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Demjanjuk nega as acusações e alega ter sido capturado pelos alemães na Ucrânia, tendo sido mantido como prisioneiro de guerra pelos nazistas.</p>
<p>Horas antes, agentes da imigração dos Estados Unidos foram até a casa onde ele morava e o levaram, em sua cadeira de rodas, até um prédio do governo em Cleveland, Ohio, de onde seguiu para o aeroporto.</p>
<p>Desde que foi indiciado por autoridades alemãs, no último mês de março, Demjanjuk lutava para não ser extraditado para o país, alegando que sua saúde era muito frágil para que ele fosse deportado.</p>
<p>Na última quinta-feira, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou um pedido de Demjanjuk para que ela interviesse no caso.</p>
<p>Em abril, ele chegou a ser levado de sua casa por agentes federais dos Estados Unidos, mas uma ordem judicial que suspendia sua deportação foi concedida.</p>
<p>A autorização para que ele fosse deportado foi dada, no início deste mês, por uma banca de três juízes de Ohio, que afirmaram que o processo de extradição poderia seguir se fossem tomados os cuidados necessários com a saúde do acusado.</p>
<p><strong>Passado </strong></p>
<p>Demjanjuk chegou aos Estados Unidos em 1952 como refugiado de guerra. Ele se fixou em Cleveland, Ohio, onde trabalhou em uma fábrica de automóveis.</p>
<p>Em 1988, ele foi extraditado e condenado à morte em Israel por crimes contra a humanidade, depois que um grupo de sobreviventes do Holocausto o identificou como &#8220;Ivan, o Terrível&#8221;, um guarda do campo de concentração de Treblinka conhecido por seu sadismo.</p>
<p>Mas a decisão foi revogada em 1993 pela Suprema Corte israelense, que concluiu que existiam dúvidas sobre se Demjanjuk era mesmo um guarda de Treblinka. O acusado voltou, então, aos Estados Unidos.</p>
<p>Em 2002, um juiz americano de imigração decidiu que existiam evidências suficientes de que Demjanjuk foi um guarda em campos nazistas e retirou sua cidadania. Em 2005, outro juiz determinou que ele poderia ser deportado para a Alemanha, Polônia ou Ucrânia.</p>
<p>Ele foi indiciado em março pelas autoridades alemãs por sua suposta participação na morte de 29 mil pessoas em 1943.</p>
<p> </p>
<p>Fonte:</p>
<p>Marcio Damasceno &#8211;  BBC Brasil</p>
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		<title>Savoia-Marchetti S.M.79 Sparviero</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 12:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Aerosilurante]]></category>
		<category><![CDATA[Gobbo Malledetto]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Regia Aeronautica]]></category>
		<category><![CDATA[S.M.79]]></category>
		<category><![CDATA[Savóia-Marchetti]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[ O SM 79 teve origem em 1934, projetado pelo engenheiro Alessandro Marchetti, como uma aeronave de carga, com possibilidade de transportar também 8 passageiros (versão S.79P). O primeiro avião foi entregue pela fábrica SIAI-Marchetti de Sesto Calende, em 28 de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/savoia-marchetti-sm79-sparviero/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_600" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-600" title="savoia_sm79-13" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-13-300x181.jpg" alt="Primeiro exemplar do S.79, com pintura e códigos civis - Aeroporto de Cameri - 02 de outubro de 1934" width="300" height="181" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro exemplar do S.79, com pintura e códigos civis - Aeroporto de Cameri - 02 de outubro de 1934</p></div>
<p> <span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O SM 79 teve origem em 1934, projetado pelo engenheiro Alessandro Marchetti, como uma aeronave de carga, com possibilidade de transportar também 8 passageiros (versão S.79P).</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O primeiro avião foi entregue pela fábrica SIAI-Marchetti de Sesto Calende, em 28 de setembro de 1934, com o código civil I-MAGO. Equipado com motores Piaggio, foram em seguida substituídos pelos Alfa Romeo, demosntrando rapidamente boas características, inclusive de velocidade.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><img class="size-medium wp-image-601 alignleft" title="savoia_sm79-14" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-14-300x208.jpg" alt="savoia_sm79-14" width="300" height="208" />Com insígnias da Regia Aeronautica, na versão S.79CS, de &#8220;Corsa&#8221;, com tripulação militar, participa de competições internacionais, obtendo excelentes resultados. Equipados com motores Piaggio P.XI, de 1000 hp, conquista em 1937 o primeiro mundia de circuito fechado de 2000 quilômetros, obtendo uma média de 428 km/h e com velocidade máxima de 444 km/h. Nomesmo ano, com a esquadrila &#8220;Sorci Verdi&#8221;, participa da corrida aérea Istres &#8211; Damasco &#8211; Paris, conquistando os três primeiros lugares, além do sexto e do oitavo lugar.</span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<div id="attachment_595" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-15.jpg"><img class="size-medium wp-image-595" title="savoia_sm79-15" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-15-300x211.jpg" alt="S.79T, código I-MONI, que realizou o vôo Roma-Rio de Janeiro, adquirido pelo Brasil - 1938 " width="300" height="211" /></a><p class="wp-caption-text">S.79T, código I-MONI, que realizou o vôo Roma-Rio de Janeiro, adquirido pelo Brasil - 1938 </p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">Em janeiro de 1938, três destes aparelhos, agora sob denominação S.79T &#8220;Transatlantico&#8221;, fazem a travessia de demosntração Italia &#8211; Brasil, chegando ao Rio de Janeiro em pouco mais de 24 horas. Duas destas aeronaves foram adquiridas pelo governo brasileiro e o terceiro foi doado pelo governo italiano ao Brasil.</p>
<div></div>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<div id="attachment_596" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-596" title="savoia_sm79-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-2-300x195.jpg" alt="S.M.79 da 193ª Squadriglia do 87º Gruppo do 30º Stormo, Sciacca (Sicília) - 1941" width="300" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">S.M.79 da 193ª Squadriglia do 87º Gruppo do 30º Stormo, Sciacca (Sicília) - 1941</p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">É com a versão militar S.79K o primeiro emprego em combate, durante a guerra civil espanhola, atuando como &#8220;Aviazione Legionaria&#8221;. Foram empregadas 99 unidade do S.M.79, que demosntraram ótima capacidade de bombardeio e combate, sendo denominado &#8220;incassatore&#8221; (era capaz de ser atingido diversas vezes sem contudo ser abatido, graças a sua estrutura composta de metal, madeira e tela), tanto é que finda a guerra na espanha, foram cedidos 80 destes aviões em perfeitas condições operacionais.</p>
<div></div>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<div id="attachment_597" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-597" title="savoia_sm79-4" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-4-300x208.jpg" alt="S.M.79 da 278ª Squadriglia, 132º Gruppo, em voo rasante" width="300" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">S.M.79 da 278ª Squadriglia, 132º Gruppo, em voo rasante</p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">Em 1939, sempre na versão S.79K, foi amplamente utilizado na ocupação da Albania e manteve-se em uso até a entrada na guerra em 1940. A versão S.79K tinha a comporta para carregamento de bombas de maodo não usual instalada da forma vertical, por causa do emprego original como transporte. Ao final de 1940 surge então uma versão destinada ao lançamento de torpedos, o S.79S.</p>
<div></div>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Uma outra versão, criada para realizar ataques a longa distância, como o ataque a Gibraltar, foi denominada S.79GA (Grande Autonomia), dotada de um tanque auxiliar na fuselagem e produzido sob licença pela O.M. Reggiane, que no ano de 1937 havia produzido a maior parte dos S.79K.</span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<div id="attachment_599" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-12.jpg"><img class="size-medium wp-image-599" title="savoia_sm79-12" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-12-300x200.jpg" alt="S.M.79 da 204ª Squadriglia do 41º Gruppo Aerosiluranti Gioia del Colle - 1943" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">S.M.79 da 204ª Squadriglia do 41º Gruppo Aerosiluranti Gioia del Colle - 1943</p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">As últimas versões militares foram o S.79bis e S.79 III. Fabricadas em 1942 e 1943, na maior parte nas oficinas da AUSA (Aeronautica Umbra) em Foligno. Os S.79 bis eram equipados com motores Alfa Romeo 128 RC.18 de 930 CV, os S.79 III recebiam motores Piaggio P.XI RC.40. A baía de bombas foi eliminada, dando lugar a um tanque auxiliar, que aumentou notavelmente a autonomia. Ambas as versões receberam supressores de chamas, para uso em vôos noturnos. A gondola ventral foi eliminada, com ganha de aerodinâmica, assim os S.79 III podiam chegar aos 475 km/h. Estas aeronaves foram empregadas como torpedeiros na ANR, no Gruppo Buscaglia, depois no Gruppo Faggioni.</p>
<div></div>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<div id="attachment_598" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-598" title="savoia_sm79-8" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/savoia_sm79-8-300x216.jpg" alt="S.M.79 da 279ª Squadriglia Aerosiluranti (Esquadrilha de Torpedeamento Aéreo), Rhodes - 1941" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">S.M.79 da 279ª Squadriglia Aerosiluranti (Esquadrilha de Torpedeamento Aéreo), Rhodes - 1941</p></div>
<div><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">A vida útil dos Savoia-Marchetti S.M.79 foi longa, manteve-se na ativa até 1953 na Itália, mas foi no Líbano, 25 anos depois do primeiro vôo, que deixou de operar, no ano de 1959.</p>
<p>Em 1946 o Líbano adquiriu 4 bombardeiros, denominados S.79L, revisados pela SIAI. Em 1949 foram convertidos para uso civel, na função de transporte de carga. Por mais dez anos se mantiveram na ativa, sem necessitarem de maiores reparos.</p>
<div></div>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Duas destas aeronaves, fabricadas em 1942 nas oficinas da Reggiane, estão expostas em museus na Itália, uma está no Museo Caproni, em Trento; a outra, depois de uma restauração completa, que reconverteu a aeronave para a antiga versão militar, se encontra no Museo Storico dell&#8217;aeronautica, em Vigna di Valle.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ao todo foram construídos 1200 S.79</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">
<table style="width: 433px; height: 459px;" dir="ltr" border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="433" align="left">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="57"></col>
<col span="1" width="75"></col>
<col span="1" width="543"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" width="683">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Dados Técnicos</span></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Tipo/Função:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Bombardeiro / Torpedeiro</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Variantes:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">P, T, CS, K, L, GA, bis, III</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Motorização:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 motores radiais Alfa Romeo 126 RC 34, </span></span></p>
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">desenvolvendo 780 CV cada.</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Envergadura:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">21,20 m </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Comprimento:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">15,63 m </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Altura:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4,60 m </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="57">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Peso</span></span></strong></p>
</td>
<td width="75">
<p class="western"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Vazio:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">6945 kg </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p class="western"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Máximo:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">10725 kg </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Velocida Máxima: </span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">435 km/h </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Teto:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7000 m </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Alcance:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1900 a 2300 km</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Razão de Subida:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">N/D</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Lugares:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">5 &#8211; 6</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Armanentos:</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">3 metralhadoras Breda-SAFAT de 12,7mm</span></span></p>
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">1 ou 2 metralhadoras Lewis de 7,7mm</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="136">
<p class="western" align="left"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Carga de Bombas</span></span></strong></p>
</td>
<td width="543">
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Interna: 1250 kg ou</span></span></p>
<p class="western" align="left"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Externa: 2 torpedos na barriga</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">
<div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-size: xx-small;">Fontes:<br />
Wikipédia &#8211; <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Savoia-Marchetti_S.M.79">http://it.wikipedia.org/wiki/Savoia-Marchetti_S.M.79</a><br />
</span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">A.M.S-Associazione Modellismo Storico &#8211; Verona – Italy: </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><a href="http://www.ams.vr.it/Documents/Sm.79%20drawpro/Sm.79%20drawpro.htm">http://www.ams.vr.it/Documents/Sm.79%20drawpro/Sm.79%20drawpro.htm</a></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Aircraft Profile 89. Giorgio Apostolo. Savoia Marchetti S.M.79 </span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Otan começa exercícios militares na Geórgia</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 19:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Geórgia]]></category>
		<category><![CDATA[Manobras Militares]]></category>
		<category><![CDATA[OTAN]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>

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		<description><![CDATA[  Os exercícios militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Geórgia começaram nesta segunda-feira com uma cerimônia oficial na base militar de Vaziani, cerca de 20 km a leste da capital Tbilisi.   O ato foi presidido &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/otan-comeca-exercicios-militares-na-georgia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Os exercícios militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Geórgia começaram nesta segunda-feira com uma cerimônia oficial na base militar de Vaziani, cerca de 20 km a leste da capital Tbilisi.</p>
<p> </p>
<p>O ato foi presidido pelo ministro da Defesa georgiano, David Sijarulidze, e pelo brigadeiro-general italiano Giovanni Savarese, que supervisiona, pela Otan, as manobras militares conjuntas, informou, de Vaziani, a rede de TV <em>Imedi</em>.</p>
<p>A primeira etapa dos exercícios, que acontecem dentro do programa da Otan &#8220;Associação para a Paz&#8221;, será realizado em nível de Estado-Maior e se estenderá até 19 de maio.</p>
<p>Dois dias depois começará a etapa no terreno, na qual participarão 1.100 soldados de nove países da Otan e cinco nações integrantes do programa &#8220;Associação para a Paz&#8221;, e que terminarão em 1º junho.</p>
<p>Os exercícios de Estado-Maior buscam elevar o grau de preparação dos países-membros em nível de brigadas multinacionais em situações de crise.</p>
<p>Para a Rússia, as manobras são uma &#8220;aberta provocação&#8221; e, dessa forma, a Otan premia a Geórgia, apesar de este país ter iniciado em agosto de 2008 um conflito para assumir o controle da Ossétia do Sul.</p>
<p>Tanto a Otan como as autoridades georgianas insistiram em que os exercícios, um simulacro de missão humanitária sob mandato das Nações Unidas e outro de defesa contra um ataque terrorista, acontecerão de acordo com o planejado.</p>
<p>Enquanto a Otan inicia seus exercítios na Geórgia, a chancelaria russa informou que a chefe do Escritório de Informação da Otan em Moscou e outro funcionário dessa instituição foram privados de suas credenciais diplomáticas, em resposta à expulsão de dois diplomatas russos de Bruxelas.</p>
<p>Os dois fazem parte ainda da missão diplomática do Canadá na Rússia, informou a agência oficial <em>RIA Novosti</em>, que acrescentou que a notificação foi entregue ao embaixador canadense em Moscou, Ralph Lysyshyn, na sede do Ministério de Assuntos Exteriores russo.</p>
<p>O chefe da missão canadense &#8220;foi informado de que a Rússia se viu obrigada a privar de suas credenciais diplomáticas a diretora do Escritório de Informação da Otan, Isabelle François, e Mark Opgenroth, outro funcionário do escritório&#8221;, assinalou a Chancelaria russa em comunicado.</p>
<p>Fonte: EFE</p>
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		<item>
		<title>Heinkel He 280</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 11:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Propulsores]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Avião a Jato]]></category>
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		<category><![CDATA[Jet Gênesis]]></category>
		<category><![CDATA[Luftwaffe]]></category>
		<category><![CDATA[Turbo-reator]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[  A entrada em serviço do He-280 ainda em 1943, provavelmente teria dado aos pilotos experientes da Luftwaffe, a possibilidade de defender os céus da Alemanha, pois a esta época as formações de bombardeiros se viam obrigadas a viajar sem &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A entrada em serviço do He-280 ainda em 1943, provavelmente teria dado aos pilotos experientes da Luftwaffe, a possibilidade de defender os céus da Alemanha, pois a esta época as formações de bombardeiros se viam obrigadas a viajar sem escolta, porque os aliados ainda não possuíam um caça que pudesse escoltar os bombardeiros até a Alemanha. Além disso, teria permitido que os pilotos menos experientes não fossem obrigados a entrar em combate prematuramente, como de fato ocorreu.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O He-280 tem sua origem no interesse de Ernst Heinkel para com a propulsão turbojato, interesse esse que teve início ainda na década de 1930. Com a chegada de Hans Joachim Pabst Von Ohain em 1936, um jovem pesquisador que vinha trabalhando num turbojato, durante seu doutorado na Universidade de Göttingen (ver He-178). Uma versão mais avançada do motor de Von Ohain, o HeS 1, foi testado em março 1937, usando hidrogênio gasoso como combustível. Foi testado posteriormente um motor mais poderoso, o HeS-3, instalado num He 118, o qual obteve bons resultados, o sucesso animou Heinkel a estudar a criação de um avião à reação, o He-178. Como era esperado, a fuselagem da aeronave ficou pronta antes do motor HeS 3, sendo que as primeiras versões do motor não tinham empuxo suficiente para decolar o He 178. Mesmo com esses problemas, Heinkel se manteve suficientemente otimista para iniciar o desenvolvimento de um caça a reação, por conta própria, em junho de 1939.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em vista da criação de um motor mais poderosa do HeS 3, o He-178 finalmente realizou se tornou o primeiro avião a reação a fazer um vôo totalmente autônomo, no dia 27 de agosto de 1939. Os responsáveis do RLM e da Luftwaffe não ficaram impressionados e Heinkel continuou as pesquisas usando recursos próprios. O RLM acreditava que um fabricante de aeronaves não deveria trabalhar no desenvolvimento de motores. Em novembro do mesmo ano, Heinkel contratou diversos engenheiros da Junkers, que apresentaram o projeto de um motor a reação que deveria obter 800 kg de empuxo, o motor foi chamado HeS-30, enquanto o grupo de Von Ohain continuou o desenvolvimento que culminou no HeS 8, que foi inicialmente previsto como propulsor do He-280.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Uma reorganização interna no Departamento de Motores do RLM, realizada pouco tempo após a demonstração do He 178, conduziu a novas designações para os propulsores Heinkel. O HeS 8 passaria a ser HeS 001 e o HeS 30, seria denominado HeS 006. Tal mudança foi realizada, porque o motor HeS 8 deveria estar pronto até o final do verão (inverno no HS) de 1940, e desenvolveria aproximadamente 700 quilogramas de empuxo.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Heinkel He-280 nasceu da imaginação de Robert Lusser, que durante o ano de 1939, trabalhou com Messerschmitt, como Diretor Técnico, assumindo o lugar de Heinrich Hertel. Na Messerschmitt, Lusser foi o chefe do Departamento de Projetos, que em 1939, já haviam iniciado os estudos para o Me 262. Em 1939, Lusser apresentou dois projetos ao RLM, todos os dois bi-reator, com os motores instalados em naceles sob as asas e com empenagem derivada, dotados de trem de aterrissagem triciclo e de asas baixas, de formato elíptico e de diedro positivo.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O primeiro projeto, denominado Heinkel He-180, tinha o cockpit instalado em posição muito recuada, atrás das asas, semelhante ao Me-209 V1. O segundo projeto, de forma semelhante, tinha o cockpit posicionado à frente das asas. Heinkel avaliou os dois e selecionou o segundo, o He-280 estava destinado a voar!</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esta aeronave tinha características muito semelhantes ao Me-262, com sua configuração ‘bi-motor’, asas baixas e armamento no nariz. Os propulsores foram instalados embaixo das asas para que se pudesse obter o máximo de flexibilidade, no caso da alteração de propulsores e reduzir os problemas de perda de empuxo, como ocorreu no He 178. Uma das grandes diferenças entre o Messerschmitt Me-262 e o Heinkel He-280, se encontrava na adoção do trem de aterrissagem triciclo desde o início do projeto, principalmente devido a experiência de Heinkel com motores a reação, que permitiram a ele saber que um dos efeitos do fluxo de gases, era derreter e queimar o asfalto das pistas.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A aeronave foi equipada com um assento ejetor a ar comprimido, indiscutivelmente o primeiro do mundo, e com uma cabine pressurizada. Em comparação com o Me 262, que tinha uma fuselagem triangular e a empenagem clássica, o He-280, com sua fuselagem oval e sua empenagem derivada, não tinha uma silhueta tão elegante quanto seu rival, mas tinha grande potencial para causar sérios problemas aos aliados.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O primeiro protótipo, o He-280 V1 (DL+AS), ficou pronto bastante tempo antes dos motores, assim sendo iniciou testes de vôo planado, sendo levado aos céus por um He-111. Os motores foram substituídos por “balastros”, uma espécie de peso, com forma e dimensão semelhante ao motor verdadeiro, para simular os pousos, o centro de gravidade e treinar algumas das características de vôo. Os vôos planados tiveram início em 22 de setembro de 1940, em Rechlin. No primeiro vôo, o He-280 atingiu uma velocidade de 175 km/h, em vôos subseqüentes, o He-280 voou a 550 km/h numa altitude de 4000 metros. O piloto que realizou os vôos planados foi o Flugzeugbaumeister (uma espécie de ‘piloto sênior’ de planadores) Paul Bader. </span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os vôo planados tiveram continuidade, uma vez que os dois primeiros propulsores reais foram instalados apenas no segundo protótipo. O He 280 V-1 nunca foi equipado com os turbo-reatores, mas posteriormente seria equipado com quatro pulso-jatos Argus 014 (os mesmos usados nas bombas voadoras V-1). O primeiro vôo do He-280 com pulso-jatos ocorreu no dia 13 de janeiro de 1943 e esta ocasião se transformou também num marco da história da aviação, porque o piloto Schenk teve que fazer uso do assento ejetor, devido à falta de empuxo para decolar (os pulso-jatos seriam usados para que a aeronave pudesse decolar sem a assistência de outra aeronave), assim transformou-se no primeiro piloto do mundo a usar um assento ejetor.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Finalmente em 1941, o Heinkel He-280 V2 (GK+CA) estava pronto para voar, já tendo instalado seus propulsores HeS-8A, uma evolução do HeS-3B, que fora usado no He-178, com a câmara de combustão agora instalada atrás do compressor. Mas os vazamentos de combustível ainda eram numerosos e para evitar um possível incêndio causado pelo acúmulo de combustível na carenagem, o primeiro vôo do He-280 foi realizado com os propulsores sem cobertura. As 15:18 horas do dia 30 de março de 1941, o primeiro caça jato-propulsado do mundo, o Heinkel He-280 V2, alça vôo pela primeira vez usando seus propulsores (cerca de seis semanas antes do primeiro protótipo britânico). O piloto deste vôo inaugural foi Fritz Schafer, o novo piloto da Heinkel, que teve que tomar o cuidado em não ultrapassar as 13000 PRM, isso porque o HeS-8A ainda não era equipado com um sistema que regulasse a mistura de acordo com a rotação.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No dia cinco de abril, com os propulsores completos, o protótipo realizou sua apresentação oficial ao RLM, incluindo-se aí, Ernst Udet. Os vôos foram constantemente interrompidos por causa de falhas nos propulsores, e o protótipo V-3 voaria somente em julho de 1942, usando propulsores de avaliação, desenvolvendo apenas 600 kg de empuxo.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Então em novembro de 1941, Udet cometeu suicídio, e Milch se tornou seu sucessor, Heinkel agora teria que um novo problema pela frente, as politicagens e favorecimentos de Milch à Junkers e a Messerschimitt.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No dia cinco de julho de 1942, Fritz Schafer realizou o primeiro vôo do He-280 V3 (GJ+CB). Os propulsores HeS-8A tiveram que ser desmontados e reparados diversas vezes. A velocidade de 700 km/h foi atingida em diversos vôos, até que no dia 8 de fevereiro de 1943, Shafer, tendo muita dificuldade em controlar a aeronave devido às fortes vibrações causadas pelo incêndio do motor da direita, foi obrigado a fazer um pouso forçado, de barriga. O He-280 V3 foi reparado e, num vôo teste atingiu a marca de 800 km/h. Foi constatado que o propulsor HeS-8A (001) nunca atingiria o empuxo esperado, além de ter um consumo excessivo de combustível. Os testes de vôo mostraram uma tendência da aeronave guinar e de sofrer oscilações na empenagem, em determinadas velocidades, mas as características do vôo eram excelentes como um todo.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">De fato, a HeS 006 estava com seu desenvolvimento atrasado, comparado com o Jumo 004 ou o BMW 003, porque Heinkel não concentrou seus esforços no desenvolvimento de apenas um propulsor. A BMW e a Junkers conseguiram finalmente superar a vantagem de três anos que Heinkel tinha no desenvolvimento deste tipo de propulsores. Ao final de 1939, Heinkel trabalhava em quatro projetos de propulsores, o 001, 006 e outros dois que usariam ‘turbo-fans’, sendo desenvolvidos ‘do zero’. Contava com uma equipe de aproximadamente 50 pessoas. Se os trabalhos de desenvolvimento tivessem sido concentrados no 006 ao invés do 001, o He-280 poderia ter realmente entrado em combate, cerca de um ano antes do Me-262.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Heinkel então se viu obrigado a adaptar o He-280 para usar um dos propulsores concorrentes. Embora tivesse preferência pelo BMW 003, a disponibilidade imediata era dos Jumo 004, impondo assim um grande e penoso trabalho para que os enormes e pesados Jumo 004 pudessem ser instalados no He 280. No dia 16 de março de 1943, o He-280 V2 decolou do aeródromo de Viena-Schwechat, usando dois propulsores Junkers Jumo 004. A aeronave atingiu facilmente a velocidade de 800 km/h, mas os trabalhos com esses propulsores não tiveram continuidade, devido ao grande diâmetro dos propulsores Jumo 004, que reduziram consideravelmente a altura da aeronave em relação ao solo. Os problemas descobertos durante os vôos teste seriam também corrigidos. Heinkel visava a construção de 15 protótipos do He-280B. Foram iniciadas negociações entre o RLM e Heinkel, para a construção de 300 caças He 280 B-1, entretanto a construção seria sub-contratada à Siebel Flugzeugwerke, porque Heinkel não teria condições de construí-las rapidamente sozinho. Para esta versão, que seria equipada com os Jumo 004, previa-se a utilização de seis canhões de 20 mm, MG151/20.<br />
Mas as avaliações de disponibilidade dos Jumo 004 demonstraram que o He-280 e o Me-262 não poderiam ser produzidos ao mesmo tempo. No dia 27 de março de 1943, é decretada ‘a morte’ do He-280, através de uma carta que Milch enviou a Heinkel:</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
</span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>“</em></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Meu caro Senhor Heinkel,<br />
É com pesar que eu tenho que informar você de minha decisão de cancelar o He-280 em favor do programa de desenvolvimento do Me-262. Como você mesmo sabe, a atual situação da guerra não nos permite desenvolver dois projetos simultaneamente. Mas eu peço a você que complete os protótipos em andamento, inclusive o V-9, para que estes sejam usados como plataformas de testes para os vários propulsores a jato que se encontram atualmente em desenvolvimento.</em></span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Todos os outros trabalhos de fabricação ou finalização de projetos deverão ser descontinuados. Eu peço que informe meu departamento sobre a natureza e quantidade de componentes existentes para o He-280, assim que o V-9 seja finalizado. Eu desejo expressar a minha mais sincera apreciação pelo trabalho que você vem desenvolvendo de longa data e de todo novo conhecimento obtido sobre aeronaves a jato, que é resultado direto de sua iniciativa.</em></span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Eu espero que a experiência que você adquiriu possa ser usada no desenvolvimento de novos projetos no futuro.</em></span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Termino aqui, com os melhores desejos e Heil Hitler</em></span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Do seu</em></span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Milch”</em></span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><br />
Após o abandono do He-280, os protótipos do He-280 serviram como ‘bancada de testes’. O He-280 V5 (GJ+CD) recebeu três MG 151/20, armamento previsto originalmente para ser usado na versão de série He-280A-1. Voou pela primeira vez em julho de 1943, mas acabou destruído ao realizar um pouso de emergência, quando seus motores incendiaram.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Heinkel He-280 V6 (NU+EA) foi equipado com dois MG 151/20 e dois MK108, mas nunca realizou algum vôo. O He-280 V7 (NU+EB) foi utilizado como planador pelo DFS, em companhia do He-280 V4, em Horsching, próximo a Linz &#8211; Áustria, e realizaram um grande número de vôos para estudo de altas velocidades.</span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O He-280 V8 (NU+EC) foi equipado com um par de Jumo 004 B, e voou pela primeira (e derradeira) vez no dia 19 de julho de 1943, após o vôo, os motores foram retirados e a aeronave serviu como planador para o estudo das qualidades aerodinâmicas das empenagens em V. Já o protótipo He-280 V9 nunca foi montado, suas peças foram mantidas Viena-Schwechat, para eventualidade de reparos nas outras aeronaves, este protótipo deveria ter sido usado pra testar os BMW 003. </span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"> </p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify">Imagens:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280-2/' title='heinkel_he280-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Arranjo para colocação do armamento no nariz do He-280" title="heinkel_he280-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v1-1/' title='heinkel_he280v1-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v1-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He 280 V-1, DL+AS" title="heinkel_he280v1-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v2-1/' title='heinkel_he280v2-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v2-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He 280 V-2, GK+CA, parte para seu vôo inaugural, no dia 31 de março de 1941" title="heinkel_he280v2-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v2-2/' title='heinkel_he280v2-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v2-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He 280 V-2, GK+CA, parte para seu vôo inaugural, no dia 31 de março de 1941" title="heinkel_he280v2-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v2-3/' title='heinkel_he280v2-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v2-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V-2, numa bela vista frontal" title="heinkel_he280v2-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v3-1/' title='heinkel_he280v3-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v3-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V-3, GJ+CB, sendo conduzido à pista" title="heinkel_he280v3-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v3-2/' title='heinkel_he280v3-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v3-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V-3, GJ+CB, durante o vôo" title="heinkel_he280v3-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v3-3/' title='heinkel_he280v3-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v3-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V-3, GJ+CB, quando realizou o pouso forçado no dia 08 de fevereiro de 1943" title="heinkel_he280v3-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v3-4/' title='heinkel_he280v3-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v3-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinel He-280 V-3, GJ+CB, no inverno 1942/43, preso ao solo devido às condições climáticas" title="heinkel_he280v3-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v3-5/' title='heinkel_he280v3-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v3-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V-3, GJ+CB, no inverno 1942/43, preso ao solo devido às condições climáticas" title="heinkel_he280v3-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v3-6/' title='heinkel_he280v3-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v3-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V-3, GJ+CB, com os motores HeS 006" title="heinkel_he280v3-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v7-1/' title='heinkel_he280v7-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v7-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V7, NU+EB, sem propulsores, após o cancelamento do programa em 1943." title="heinkel_he280v7-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/heinkel-he-280/heinkel_he280v7-2/' title='heinkel_he280v7-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/heinkel_he280v7-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Heinkel He-280 V7, NU+EB, sem propulsores, após o cancelamento do programa em 1943." title="heinkel_he280v7-2" /></a>

<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"> </p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"> </p>
<p></span></span></p>
<table border="0" cellspacing="1" width="746" align="center">
<tbody>
<tr>
<td bordercolor="#010000">
<div>
<table border="1" cellspacing="2" width="742" align="center" bgcolor="#999999">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><em><strong><span style="font-size: medium; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Dados Técnicos: </span></strong></em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><strong></strong></em></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="1" cellspacing="2" width="742">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Propulsão:</span></strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div>
<table border="0" cellspacing="2" width="560" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="90">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 A-1</span></span></div>
</td>
<td width="460">
<div><em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">Dois <span class="SpellE">Turbojatos</span> <span class="SpellE">HeS</span> 001A, desenvolvendo  700 kg de empuxo</span></span></em></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 B-1 </span></span></div>
</td>
<td>
<div><em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;"><span class="SpellE">Dois Turbojatos</span> Jumo 004B, desenvolvendo  900 kg de empuxo</span></span></em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"> </span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Envergadura:</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;" lang="EN-US" xml:lang="EN-US">12,00m </span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Comprimento:</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;" lang="EN-US" xml:lang="EN-US">10,20 m</span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Altura:</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;" lang="EN-US" xml:lang="EN-US">3,19 m</span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="140">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Peso:</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div>
<table border="0" cellspacing="2" width="570">
<tbody>
<tr>
<td width="75">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em>Vazio:</em></span></div>
</td>
<td width="485">
<div>
<table border="0" width="350">
<tbody>
<tr>
<td width="89">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 A-1</span></span></div>
</td>
<td width="251">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">3125 kg</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 B-1</span></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">N/D</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em>Máximo:</em></span></div>
</td>
<td>
<div>
<table border="0" width="350">
<tbody>
<tr>
<td width="89">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 A-1</span></span></div>
</td>
<td width="251">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">4300 kg</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 B-1</span></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">5170 kg </span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Vel. Máxima :</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div>
<table border="0" cellspacing="2" width="570">
<tbody>
<tr>
<td width="75">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em>Ao nível do mar::</em></span></div>
</td>
<td width="485">
<div>
<table border="0" width="350">
<tbody>
<tr>
<td width="89">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 A-1</span></span></div>
</td>
<td width="251">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">870 km/h </span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 B-1</span></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">800 km/h </span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em>A 6000m:</em></span></div>
</td>
<td>
<div>
<table border="0" width="350">
<tbody>
<tr>
<td width="89">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 A-1</span></span></div>
</td>
<td width="251">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">900 km/h </span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 B-1</span></span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">880 km/h </span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Teto :</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;" lang="EN-US" xml:lang="EN-US">11400 m</span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Alcance:</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div>
<table border="0" cellspacing="2" width="560" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="90">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 A-1</span></span></div>
</td>
<td width="460">
<div><em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">970 km </span></span></em></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 B-1 </span></span></div>
</td>
<td>
<div><em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">718 km </span></span></em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"> </span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Tx. Ascensão:</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div>
<table border="0" cellspacing="2" width="560" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="90">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 A-1</span></span></div>
</td>
<td width="460">
<div><em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">19,10 m/s </span></span></em></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">He-280 B-1 </span></span></div>
</td>
<td>
<div><em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">24,65 m/s </span></span></em></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"> </span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Lugares:</strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">1</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Armamentos:</span></strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div>
<table border="0" width="540">
<tbody>
<tr>
<td width="81">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">He 280 A-1</span></div>
</td>
<td width="449">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">Três canhões MG 151/20, de 20 mm</span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">He 280 B-1</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">Seis</span><span style="color: black;"> canhões MG 151/</span><span style="color: black;">20, de 20 mm</span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="2" width="730" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="142">
<div><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Carga de Bombas:</span></strong></em></span></div>
</td>
<td width="578">
<div>
<table border="0" width="537">
<tbody>
<tr>
<td width="81">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">He 280 A-1</span></div>
</td>
<td width="420">
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">Nenhuma</span></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">He 280 B-1</span></div>
</td>
<td>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color: black;">Previsão para transportar até 500 kg</span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www.deadlybirds.com.br/pt/alemanha/avioes/he280.htm"><em>http://www.deadlybirds.com.br/pt/alemanha/avioes/he280.htm</em></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Elektroboot Tipo XXI &#8211; A Alemanha reiventa o submarino</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 10:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Kriegsmarine]]></category>
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		<description><![CDATA[Tradicionalmente media-se a força de uma marinha de guerra via suas embarcações de superfície, e no contexto da Segunda Guerra Mundial, a marinha alemã estava longe de fazer frente à Grã-Bretanha, e até mesmo à França. No entanto, a Alemanha &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Tradicionalmente media-se a força de uma marinha de guerra via suas embarcações de superfície, e no contexto da Segunda Guerra Mundial, a marinha alemã estava longe de fazer frente à Grã-Bretanha, e até mesmo à França. No entanto, a Alemanha pretendia lançar mão de uma poderosa arma, que anos antes, na Grande Guerra, já havia mostrado seu poder de forma aterradora, a arma submarina.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">De grande eficácia na Grande Guerra, o emprego de submarinos deveria obstruir o fornecimento de suprimentos à Grã-Bretanha, obrigando assim a uma rendição ou no mínimo ou tratado de paz entre as duas nações, no entanto, quando do início das hostilidades, a Alemanha contava com apenas sessenta e três submarinos (2 unidades do Tipo I-A, 6 do Tipo II-A, 18 do Tipo II-B, 8 do Tipo II-C, 10 do Tipo VII-A, 11 do Tipo VII-B e 8 do Tipo IX-A). Dentre estes, apenas 46 estavam em condições de entrar em combate e, deste total, apenas 22 deles eram submarinos oceânicos, imprescindíveis para operações em alto mar.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Mesmo assim, apesar de um revés inicial nas operações, a frotilha de submarinos alemães passou a obter impressionantes êxitos, aterrorizando tanto o alto comando militar quanto as tripulações dos navios inimigos, especialmente os navios mercantes, que cruzavam os mares sozinhos e normalmente com velocidades de cruzeiro bastante baixas.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">No entanto a sorte da guerra submarina estava mudando de mãos, os Aliados agora navegavam em comboios, empregavam escoltas armadas, patrulhamento aéreo marítimo, estavam aperfeiçoando os sistemas de detecção anti-submarino e dispunham de uma gigantesca vantagem tática, a quebra dos códigos navais alemães. As perdas de navios mercantes ainda eram elevadas, mas a perda de submarinos e especialmente de tripulações experientes alemães estava se avultando. No ano de 1942, a Alemanha afundou 1100 navios (cerca de 6 milhões de toneladas) a um custo de 87 perdas (cerca de 4000 tripulantes), já no ano seguinte, as perdas somaram 237 submarinos.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">O principal submarino oceânico alemão era o Tipo VII, que embora já era sabidamente defasado, era mantido em produção para tentar manter a força submarina operacional, como ocorreu também em outras áreas das forças armadas alemães. Ao final de novembro de 1942, o OKK (Estado Maior da Marinha) enviou a Paris, três engenheiros navais para uma conferência com o Almirante Karl Dönitz, onde lhes foi apresentada a situação da força submarina alemã:</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">“<em>Aqui está a lista de nossas perdas. Estas se elevaram de 24 embarcações em 1940 para 33 em 1941. Durante o primeiro semestre de 1942, as cifras se mantiveram dentro dos limites aceitáveis, se considerarmos o constante acréscimo de submarinos empregados em operações navais. No entanto observem que no segundo semestre de 1942 as perdas perdas aumentaram rapidamente, com 9 perdas em julho, 12 perdas em agosto, 9 perdas em setembro e 14 perdas em outubro. Este último número foi me enviado alguns dias antes do final do mês, portanto pode ser maior que isto. </em></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><em>80% de nossas perdas se dá na superfície. Nossas embarcações não são verdadeiros submarinos, como vocês bem o sabem, mas é preciso que passem a ser. Não posso esperar a conclusão do propulsor Walther”</em></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> <strong>Karl Dönitz</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Os engenheiros informaram na ocasião, que já estavam trabalhando em um projeto de um submarino maior, equipado com baterias mais potentes e dotado de um casco muito mais hidrodinâmico, proporcionando melhores qualidades em submersão.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Em maio de 1943, quando o Almirante Dönitz convocou em Berlim o Alto Comando da Kriegsmarine e diversos técnicos navais para deixá-los aparte da terrível eficácia das novas defesas antisubmarinas dos Aliados, os fez entender que o METOX, apesar de sua potencial eficácia, não seria capaz de devolver o devido valos aos U-boots, uma vez que o RADAR, empregado pelos Aliados, não somente era capaz de avisar sobre a presença de U-boots, mas também era capaz de dar a localização praticamente exata dos mesmos, de modo que o inimigo podia se aproximar com precisão e destruí-los.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Descoberta a onda em que operavam os radares e seu funcionamento, era possível aos submarinos saberem se haviam sido detectados e então buscarem refúgio nas profundezas do mar, entretanto tal manobra acabava com quase todo seu valor ofensivo, uma vez que quando submersos eram lentos para se deslocar e movimentar, além de navegarem às cegas. Em teoria poderiam navegar a uma velocidade de 7 nós quando submersos, mas essa velocidade só podia ser mantida por uma hora, quando então as baterias se esgotavam por completo. Nenhum capitão se atrevia a navegar por mais de 40 minutos nessa velocidade, o normal era navegar em velocidades entre 2 e 4 nós. Mas essas condições eram impróprias para qualquer espécie de ataque, uma vez que os comboios aliados eram orientados a navegarem com velocidades mínimas entre 7 e 10 nós. A triste realidade é que os U-boots deveriam atacar estando praticamente na superfície e submergir apenas para se evadir, mas as defesas anti-submarino aliadas eram já tão efetivas, que os submarinos deveriam operar submersos quase que permanentemente, emergindo apenas ocasionalmente.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">A situação era tão terrível, que em maio de 1943, nem Dönitz nem o Estado Maior da Kriegsmarine se surpreenderam com a perda de 43 submarinos. Em junho de 1943 foram apresentados os projetos do novo submarino, ocasião em que Dönitz informou que a guerra submarina estava paralisada, visto que a defesa do inimigo superava toda a ofensiva alemã. A construção dos novos submarinos, denominados <em>“Elektroboote”</em> ou “<em>Tipo XXI</em>”, é urgente.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">O novo tipo de propulsão em teoria, deveria atingir os 17 nós navegando submerso, mas este projeto estava apenas no campo de estudo, não tendo recebido nenhuma ordem para desenvolvimento. Os engenheiros estimavam que se a ordem para o desenvolvimento fosse dada imediatamente, os primeiros exemplares poderiam entrar em operação no final do ano de 1944. A Dönitz não restaria outra alternativa além de manter seus ultrapassados U-boots no mar, que embora tinham pouquíssima eficácia contra o inimigo, ao menos serviam para manter uma grande quantidade de aeronaves inimigas ocupadas no patrulhamento marítimo, ao invés de serem empregadas no ataque direto à Alemanha.</p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-size: small;">O Tipo XXI se trata de um submarino médio, tanto por seu deslocamento quanto por suas dimensões, projetado pelo engenheiros Heinrich Oelfken e Heep, tinha comprimento total de 76,70 metros (9 metros mais longo que os submarinos Tipo VII-C). A vela posicionada sobre a base do casco tinha um formato hidrodinâmico, com 3,644 metros de altura, 2,4 metros de largura e 14,7 metros de comprimento, que servia de base para os seguintes elementos: torreta anti-aérea de proa, hidrofone horizontal GHG, rastreador ativo/passivo VHF FuMO 65 ou Radar aéreo extensivo, anel localizador ou FPR (de 1,3 metros de altura e diâmetro de 0,8 metro), periscópio de navegação (de 6,58 metros de comprimento estendido), periscópio de ataque, radar aéreo “Hohentwiel U”, snorkel (de 6,5 metros de comprimento estendido) recoberto com material absorvente de rondas de radar e com detector FuMB “Bali” acoplado e torreta anti-aérea de popa. A disposição dos mesmos na vela podia variar, conforme as introduções de melhorias nos equipamentos e/ou sensores.</span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Na proa do submarino eram instalados hidroplanos estabilizadores retráteis de 3,305 metros de comprimento e 1,2 metro de largura, capazes de girara 30 graus para cima e para baixo, facilitando a submersão da embarcação. Na popa também eram instalados outros dois estabilizadores fixos, em formato de flecha, com 5 metros de comprimento e 3,2 metros de largura. Nos estabilizadores eram instaladas as duas hélices tripás, com seus 2,15 metros de diâmetro e 850 quilogramas de peso cada, cujos eixos estavam inclinados 3º 12&#8242; para fora. A hélice de bombordo girava à esquerda e a de estibordo girava para a direita.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Na posição imediatamente posterior à hélice, estavam instalados profundores de 2 metros de comprimento e 1,497 metro de largura, capazes de girar 30 graus em cada sentido. O design di Tipo XXI dispunha de apenas um leme, com 2,6 metros de altura e 3,1 metros de comprimento, capaz de girar 35 graus para cada lado (em um teste, uma com uma das hélices parada e o leme posto a 25 graus, foi possível girar o submarino submergido em apenas 365 metros, sendo que o normal para o Tipo VII era girar entre 420 e 450 metros com ambas as hélices em movimento quando submerso e entre 800 e 1000 metros quando em superfície).</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">A inovação mais evidente à primeira vista nos Tipo XXI, em relação aos designs anteriores, era a remoção do canhão instalado no casco, melhorando sua hidrodinâmica e reduzindo a geração de ruído, que por sua vez dificultava sua localização por parte dos navios inimigos. Outra melhoria foi a supressão de protuberâncias desnecessárias, melhorando o perfil e com isso incrementar a velocidade de navegação, possibilitando assim que o novo submarino deixasse de ser um caçador passivo e se convertesse mais uma vez em caçador ativo, um verdadeiro “predador”.</p>
<p class="western" align="justify">O armamento ofensivo era composto por seis tubos lançadores de torpedos de 533 milímetros, todos à proa, cujo eixo longitudinal se encontrava inclinado em 2 graus abaixo em relação ao eixo longitudinal da embarcação. Estes tubos, três a bombordo e três a estibordo, tinham distanciamento de 1,25 metro entre seus centros, nos tubos centrais e 0975 metro de distância entre centros nos tubos superiores e inferiores.</p>
<p class="western" align="justify">Os projetistas alemães haviam também aperfeiçoado o sistema de recarga dos torpedos, empregando um revolucionário sistema hidráulico, que permitia a recarga total dos torpedos em metade do tempo necessário para a recarga de apenas um tubo lançador nos modelos tradicionais, sendo capaz de disparar 18 torpedos no tempo recorde de 30 minutos.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">A carga normal era de 23 torpedos (17 dispostos em frente aos tubos e 6 transportados internamente nos tubos, prontos para serem lançados) do novo tipo G7, nas versões “Geier” (localização acústica) e “Lerche” (guiado por cabos), que podiam ser substituídos por minas, transportando assim 17 torpedos e 12 minas.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Como armamento defensivo foi pretendido instalar quatro canhões anti-aéreo de 30 milímetros Flak 103/38, com 3540 disparos, mas como houveram problemas e atrasos, foram instalados quatro canhões geminados de 20 mm, com una cadência de tiro máximo de 480 disparos/minuto, com 16000 cartuchos no total, instalados em duas torres hidrodinâmicas, cada uma pesando 3,6 toneladas, separadas em 8 metros entre si, cuja função seriam apenas autodefesa contra aviões. Para garantir máxima cobertura, os canhões podiam girar 240 graus, sendo 120 graus para cada lado, com um ângulo de elevação desde -5º até +85º, com uma relação de 30 a 60º por segundo em elevação e de somente 30º/1&#8243; em giro, tendo alcance máximo de 4,9 km – em disparos de 45º e de 3,7 km em disparos de 85º.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western">Além disso, cada submarino transportava um fuzil MP-40, com 1400 projéteis e 10 pistolas Mauser com 650 projéteis no total.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western" align="justify">Em caso de ataques aéreos, a submersão a partir da cota zero, era da ordem de 18-20 segundos, quase a metade do tempo das embarcações tradicionais (o recorde era de 13 segundos). Seu casco fabricado em aço naval St52 (que continha em sua liga 1,6% de manganês e 0,16% de carbono) era aperfeiçoado em relação a seus antecessores, permitindo atingir com segurança profundidades de até 220 metros, sendo estimada a profundidade de ruptura em 330 metros, no entanto tal cota não era exata, como simples curiosidade, o relógio profundímetro do U-3001 tinha escala graduada até 400 metros.</p>
<p class="western" align="justify">A espessura do casco reforçado variava dependendo da região que se queria proteger, atingindo so 40 milímetros na vela, de 18 a 26 na sala de controle e alojamentos de proa e popa, entre 12 e 18 na seção das baterias, 16 milímetros nos equipamentos internos, 40 milímetros na quilha e 50 milímetros na área de armazenamento dos torpedos. Estas espessuras eram verdadeiras couraças se comparadas as espessuras entre 4 e 8 milímetros do revestimento do casco externo da embarcação.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western" align="justify">O comprimento total do casco reforçado era de 58,9 metros, 17,8 metros mais curto que o comprimento total do submarino. O submarino estava dividido internamente em oito seções, denominadas de proa a popa:</p>
<ol>
<li>
<p class="western" align="justify">Sala de Torpedos: com 168 m³, além dos 6 tubos lançadores de torpedos, ficavam os 17 torpedos de reserva, dispostos 8 à direita e 8 à esquerda do corredor central. Um torpedo era colocado na parte mais baixa do corredor central, corredor este que tinha apenas 60 centímetros de largura.</p>
</li>
<li>
<p class="western" align="justify">Alojamento de proa: com 215 m³, onde ficava o armário com as cartas de navegação, alojamento da tripulação, com 12 camas, chuveiro, 2 latrinas e 3 lavabos. Também ficava o alojamento dos suboficiais, com 5 camas, o alojamento do engenheiro-chefe, o alojamento do comandante, sala de rádio e a sala de escuta. Abaixo dos alojamentos estava o compartimento das baterias.</p>
</li>
<li>
<p class="western" align="justify">Sala de controle: Onde estava localizada a escotilha de 744 milímetros de diâmetro, que dava acesso à vela. Também é nesta sala que estavam os principais elementos de controle do submarino. A zona superior continha os periscópios de ataque e de navegação, como também o sistema de cálculo dos torpedos, e sobre o casco resistente se encontrava a ponte exterior, com o UZO, sistema ótico de guia, para o lançamento de torpedos em superfície.</p>
</li>
<li>
<p class="western" align="justify">Cozinha e Rancho: Onde estavam instalados os fogões, coifas e geladeira. A partir da cozinha era possível deixar o submarino, utilizando uma escotilha com saída a bombordo da vela. Abaixo da cozinha estava localizado o Rancho, onde era armazenada a comida.</p>
</li>
<li>
<p class="western" align="justify">Alojamento de popa: Com 24 camas (4 triliches e 6 beliches) e escritório.</p>
</li>
<li>
<p class="western" align="justify">Sala de Motores Térmicos: Com 107 m³, era onde se situavam os dois motores diesel MAN, o sistema de transmissão, compressores de ar Junkers 4FK 115, instalações de purificação de ar, motores auxiliares, condensadores, etc.</p>
</li>
<li>
<p class="western" align="justify">Sala de Motores Elétricos: Com 90 m³, era onde se localizavam os dois motores elétricos GU 365/30 &#8220;Hertha&#8221; (1.510/1.840 kW; 1.570/1.680 rpm; 330/502 V; 4.500/5.500 A), o sistema de transmissão destes, transformador de corrente elétrica, refrigerador da bomba d&#8217;água e elementos de comando e controle dos controles.</p>
</li>
<li>
<p class="western" align="justify">Sala de Máquinas de popa: Com 23 m³, continha o conjunto da bomba Nº 1, uma latrina, um torno mecânico para possíveis consertos em alto mar, controle de emergência das hélices e diversos tanques de oxigênio</p>
</li>
</ol>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">O projeto do Tipo XXI possuía além da escotilha principal da vela, outras quatro escotilhas que permitiam acesso ao interior, uma para acesso à sala de motores elétricos, uma sobre a cozinha, uma na sala de controle e uma escotilha de acesso inclinado, situada na sala de torpedos, para facilitar o carregamento dos mesmos no interior do submarino.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Sua propulsão era mista, para o deslocamento em superfície, utilizava os motores MAN M6V 40/46 KBB de 6 cilindros, que geravam 2000 cv cada. Para a navegação submersa utilizava os dois motores elétricos AEG 365/30 de 2500 cv cada. Os motores a combustão também podiam operar submersos graças ao sistema snorkel, que proporcionava ar mediante a um sistema de válvulas. Este dispositivo podia se estender por até seis metros acima da vela e era composto por dois tubos separados em 625 milímetros entre centros. O tubo maior, de 318 milímetros de diâmetro aspirava o ar e o outro, de 267 milímetros de diâmetro era responsável pela expulsão dos gases da combustão, que podiam ser liberados mesmo com o tubo submerso. Empregando este sistema poderia navegar até 10300 milhas náuticas a uma velocidade de 8 nós ou 15100 milhas náuticas a uma velocidade de 6 nós.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">O combustível para os motores a combustão era armazenado em 13 tanques, com capacidade para 234 toneladas de combustível (14,9% do peso total). Tal carga permitia ao submarino ter um raio de ação de 15700 milhas náuticas a 9 nós ou incríveis 5200 milhas náuticas a 15,6 nós</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Possuía também outros dois motores elétricos SSW 323/28 de 113 cv, que eram utilizados em navegação silenciosa a 5 nós de ser detectado. Além disso empregava um novo sistema de transmissão de mensagens a alta velocidade e curta duração, por meio de ondas longas, que permitia que pudesse manter contato praticamente ininterrupto com sua base, a uma profundidade de 20 metros. Utilizando estes motores, poderia navegar submerso por 256 milhas náuticas a uma velocidade de 6 nós, 333 milhas náuticas a 5 nós ou 487 milhas náuticas a 3 nós.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Para todo estes consumo elétrico, transportava em seu interior 62 baterias de 6 elementos, totalizando 372 acumuladores do tipo 44 MAL 740W, de 620 kg cada um, totalizando 230 toneladas ( 14,6 % do peso total). Este potencial acumulado permitia que o submarino pudesse navegar submerso durante 60 horas, a uma velocidade de 5 nós, 10 horas a 12 nós ou navegar a 18 nós durante 90 minutos. (podiam dessa maneira navegar por 25 mn a 15 nós, 79 mn a 10 nós ou 120 mn a 8 nós). Já seu antecessor, o Tipo VII-C podia navegar no máximo 45 minutos a 6 nós ou 20-30 horas a 2 nós.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">O sistema de localização/mira era guiado por um dispositivo de escuta (instalado à proa), com alcance de 40 milhas náuticas, que funcionava emitindo pulsos brevíssimos (milésimos de segundo, o que dificultava sua localização por parte do inimigo), capazes de localizar alvos com erro de apenas 50 metros na distância e de um grau no raio.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Tamanha era sua precisão que era possível localizar navios inimigos, determinar sua rota, posicionar-se para o disparo a 50 metros de profundidade e efetuar os disparos enquanto os hidrofones e demais aparatos localizadores permaneciam em operação. Para ataques de superfície, contava com um receptor de ondas ultra-curtas de 9 centímetros FuMB Ant 3 &#8220;Bali&#8221;, que era capaz de determinar se o submarino estava sendo varrido por radares inimigos. Possuía outro radar, denominado FuMO 65 “<em>Honentwiel</em>”.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western" align="justify">Embora possa parecer estranho inicialmente, dentre as melhorias aplicadas no Tipo XXI, destaca-se a instalação de um equipamento de ar condicionado e de refrigeração para os mantimentos, o que melhorava o nível de conforto da tripulação. Pensando também na segurança, foram instalados cinco contâineres herméticos, dois a na popa, dois na vela e um sobre os lançadores de torpedos, contendo botes infláveis.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western" align="justify">A tripulação era de 58 homens, composta por 6 <em>offiziere</em> (Kmdt, 2 W.O, W.I. y <em>Bordartz</em>), 4 <em>Oberfeldwebel</em> (Diesel, E-Maschinist, Obersteuermann y Funkmeister), 1 <em>Feldwebel</em> (<em>Bootsmann</em>), 14 <em>Unteroffiziere</em> (2 marinheiros., 8 técnicos., 2 funktechn. e 2 torpedotechn.) y 33 <em>Mannschaftsdienstgrade</em> (12 marinheiros, 16 técnicos., 3 funktech. y 2 torpedotech.).</p>
<p class="western"> </p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A tarefa de transformar o projeto em realidade foi entregue ao Departamento de Construção do Alto Comando da Kriegsmarine, que estabeleceu como prazo para construção e entrega das duas primeiras unidades o final do ano de 1944, o início da produção em escala no decorrer de 1945 e a entrega de unidades operacionais para não antes que 1946. Tais prazos não agradaram o OKK, que entrtegou o projeto ao Ministério dos Armamentos, sob comando de Albert Speer.</span></h2>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Otto Merker, diretor do Departamento Geral de Construções de Speer (que já havia trabalhado na construção de caminhões de bombeiros fabricados em seções) sugeriu substituir o tradicional sistema de fabricação em estaleiro, por algo semelhante ao que já havia vivenciado anteriormente, construir o submarino em diversas partes distintas, em locais independentes e apenas fazer a montagem final nos estaleiros.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Este novo sistema permitia por exemplo, facilitar a instalação de tubos e cabos internos, que seriam interconectados posteriormente, sem contar que em caso de dano por ataque, bastaria substituir apenas a seção danificada, deixando o submarino inoperante por um período de tempo muito menor.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western" align="justify">Com este método seria possível produzir o Tipo XXI em um período inferior a 260 mil horas e obtendo outra grande vantagem, como a produção seria dispersada, em caso de bombardeio aéreo, a cadeia produtiva seria pouquíssimo afetada. Embora nunca tenham atingido os prazos estipulados, o U-2501 foi estimado em 152&#8217;000 horas e foi construído em 255&#8217;000 horas, o U-2507 foi estimado em 101&#8217;000 horas e foi ,construído em 169&#8217;000 horas e o U-2540 foi estimado em 65&#8217;000 horas e foi construído em 110&#8217;000 horas. Mesmo assim o tempo era extremamente inferior às 215&#8217;000 horas necessárias para fabricar um Tipo VII-C ou as 450&#8217;000 horas necessárias para a construção de um Tipo IX-D2, tempos estes de 1943. Mesmo não atingindo os prazos estabelecidos, os cálculos mais otimistas davam conta que seriam necessários 176 dias para construir um submarino.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Diversas oficinas foram encarregadas da fabricação do novo submarino, sendo que a construção em série se iniciou entre agosto e setembro de 1944. Inicialmente são construídos 10 submarinos por mês, posteriormente aumentado para 15 e finalmente para 20 unidades mensais, mas os ataques aéreos retardaram o programa.</p>
<p class="western" align="justify">No início de 1945 os aliados se encontravam nas fronteiras da Alemanha a oeste, sul e a leste, assim a Kriegsmarine foi obrigada a abandonar suas escolas de treinamento de tripulações em Pillau, Dantzig e Gotenhafen, além de se ver obrigada a operar em portos dinamarqueses, noruegueses e alemães. À época a Kriegsmarine havia recebido 119 submarinos e 86 tripulações haviam recebido o treinamento antes do envio a combate, mas somente o U-2511 e o U-3008 realizaram missões de combate.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Não é possível determinar exatamente quantas unidades foram produzidas, pois quando do fim das hostilidades, muitas seções em diferentes estágios de montagem estavam sendo produzidas. Entre julho e dezembro de 1944 foram fabricadas 98 unidades do Tipo XXI. Entre janeiro e março de 1945 foram construídas outras 83 unidades, mas destas somente 12 foram entregues, as demais foram destruídas por ataques aéreos. Para evitar a captura pelo inimigo, pelo menos 61 unidades foram afundadas por suas tripulações, muitas outras foram afundadas aportadas.</p>
<p class="western" align="justify">Quando findou-se a guerra, o projeto chamou a atenção dos aliados, que trataram imediatamente de capturar diversos remanescentes para estudo. O &#8220;<em>U-2540</em>&#8220;, afundado em 1945 foi recuperado posteriormente e foi incorporado a Bundesmarine, a marinha de guerra da então Alemanha Ocidental, rebatizado &#8220;<em>Wilhelm Bauer</em>&#8220;, é o último remanescente dos Tipo XXI, sendo transformado em Museu Flutuante desde 1984.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">O &#8220;<em>U-3503</em>&#8221; foi estudado pela Suécia, o &#8220;<em>U-3017</em>&#8221; foi entregue à Grã-Bretanha e renomeado &#8220;<em>N-41</em>&#8221; permanecendo na ativa até 1949. O &#8220;<em>U-2518</em>&#8221; foi enviado à França e renomeado&#8221;<em>Roland Morillot</em>&#8220;, permanecendo em serviço até 1969. A US Navy (Marinha de Guerra dos EUA) capturou o &#8220;<em>U-2513</em>&#8221; e o &#8220;<em>U-3008</em>&#8220;, que permaneceram em serviço até 1954 e por fim a União Soviética, que recebeu oficialmente 4 unidades: &#8220;<em>U-3515</em>&#8220;, &#8220;<em>U-2529</em>&#8220;, &#8220;<em>U-3035</em>&#8221; e &#8220;<em>U-3041</em>&#8221; renomeados &#8220;<em>B-27</em>&#8221; a &#8220;<em>B-30</em>&#8220;, permanecendo na ativa até 1963.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-size: small;">Atualmente alguns dos projetos de submarinos ainda são baseados no Tipo XXI. Também podemos citar projetos derivados diretamente dos Tipo XXI, como os Classe Zulu, Wiskey e Víctor, da ex URSS .Temos também os americanos da Classe Náutilus e Albacore, os franceses da Classe Narval e os britânicos da Classe Explorer. Somados a estes temos também os espanhóis da Classe Galerna.</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-size: small;">Galeria:</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-size: small;">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/german_submarine_u_3008/' title='German_submarine_U_3008'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/German_submarine_U_3008-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="German_submarine_U_3008" title="German_submarine_U_3008" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/karl-doenitz-2/' title='Karl Doenitz'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Karl-Doenitz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Almirante Karl Dönitz" title="Karl Doenitz" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/tipo-xxi-construcao-2/' title='Tipo XXI - construcão'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Tipo-XXI-construcão-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tipo XXI - construcão" title="Tipo XXI - construcão" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/tipo-xxi-u3008-2/' title='Tipo XXI - U3008'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Tipo-XXI-U3008-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="U-3008, rebatizado USS U-3008 no pós guerra - 1948" title="Tipo XXI - U3008" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/tipo-xxi-afundado-3/' title='Tipo XXI-afundado'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Tipo-XXI-afundado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um dos diversos Tipo XXI afundados por suas tripulações" title="Tipo XXI-afundado" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/tipo-xxi-diagrama-3/' title='Tipo XXI-diagrama'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Tipo-XXI-diagrama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Diagrama Tipo XXI" title="Tipo XXI-diagrama" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/type_xxi-u-boat-2/' title='Type_XXI-U-boat'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Type_XXI-U-boat-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="U-boot Tipo XXI" title="Type_XXI-U-boat" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/u-3008-2/' title='U-3008-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/U-3008-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="U-3008 capturado" title="U-3008-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/2004-bremerhaven_u-boot-museum-sicherlich_retouched-2/' title='2004-Bremerhaven_U-Boot-Museum-Sicherlich_retouched'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/2004-Bremerhaven_U-Boot-Museum-Sicherlich_retouched-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="U-2540 - Wilhelm Bauer" title="2004-Bremerhaven_U-Boot-Museum-Sicherlich_retouched" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/elektroboot-tipo-xxi-a-alemanha-reiventa-o-submarino/tipo-xxi-seccao/' title='Tipo XXI - secção'><img src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/Tipo-XXI-secção.bmp" class="attachment-thumbnail" alt="Uma das secções que formavam o casco do Tipo XXI" title="Tipo XXI - secção" /></a>
</p>
<p></span></p>
<table style="text-align: left; width: 450px; height: 683px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="450">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="98"></col>
<col span="1" width="537"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="638" height="35">
<p class="western" align="center">Características Gerais</p>
</th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Classe</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western">”<em>Elektroboot” / Typ XXI</em></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Completados:</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western">118</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Tipo:</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western"><a href="file:///wiki/Submarine">Submarino</a></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Deslocamento:</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western">1621 ton standard<br />
2100 ton completamente carregado</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Comprimento:</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western">76,7 m (251 ft 8 in)</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Boca:</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western">8 m (26 ft 3 in)</p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Calado:</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western">5,3 m (17 ft 5 in)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="98">
<p class="western">Propulsão:</p>
</td>
<td width="537" valign="top">
<p class="western">Diesel/Elétrica<br />
2 motores 6 cilindros Diesel com supercharger MAN M6V40/46KBB, desenvolvendo 2000 CV (1,45MW) cada<br />
2 motores elétricos AEG GU365/30 duplo acionamento, desenvolvendo 2500 CV (1,85 MW) cada<br />
2 motores elétricos SSW GV232/28 de atuação silenciosa, desenvolvendo 113 CV (0,083 MW) cada</td>
</tr>
<tr>
<td width="98">
<p class="western">Velocidade:</p>
</td>
<td width="537" valign="top">
<p class="western"><em>Superfície</em>:<br />
15,6 kn (28,9 km/h) (diesel)<br />
17,9 kn (33,2 km/h) (elétrica)<br />
<em>Submerso</em>:<br />
17,2 kn (31, 9 km/h) (elétrico &#8211; normal)<br />
6,1 kn (11,3 km/h) (elétrico &#8211; atuação silenciosa)</td>
</tr>
<tr>
<td width="98">
<p class="western">Alcance:</p>
</td>
<td width="537" valign="top">
<p class="western"><em>Superfície</em>:<br />
15500 mn (28700 km) a 10 kn (19 km/h)<br />
<em>Submerso</em>:<br />
340 mn (630 km) a 5 kn (9,3 km/h)</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="98">
<p class="western">Tripulação:</p>
</td>
<td width="537">
<p class="western">58</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="98">
<p class="western">Armamento:</p>
</td>
<td width="537" valign="top">
<p class="western">6 tubos lançadores de torpedos de 533mm à proa – 23 torpedos ou 17 torpedos e 12 minas<br />
4 canhões 20 mm na vela</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sukhois na RFA</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/sukhois-na-rfa/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 22:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Bundesluftwaffe]]></category>
		<category><![CDATA[Cold War]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[RFA]]></category>
		<category><![CDATA[Sukhoi Su-20]]></category>
		<category><![CDATA[West Germany]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o ano de 1985, a “Bundesluftwaffe” (Força Aérea da Alemanha Ocidental), adicionou ao seu inventário duas aeronaves totalmente não usuais, tratava-se de dois aviões de fabricação soviética, “Sukhoi Su 20 Fitter C”. Estas duas aeronaves foram adquiridas do Egito, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/05/sukhois-na-rfa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;">Durante o ano de 1985, a “Bundesluftwaffe” (Força Aérea da Alemanha Ocidental), adicionou ao seu inventário duas aeronaves totalmente não usuais, tratava-se de dois aviões de fabricação soviética, “Sukhoi Su 20 Fitter C”. Estas duas aeronaves foram adquiridas do Egito, com a intenção de conduzir uma série de testes estáticos e de vôo sobre o “Fitter C”, para obter informações sobre o design, construção, performance e características de vôo. Oficiais civis e militares alemães tinham interesse particular nessas informações, uma vez <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>que A OTAN já havia iniciado o programa de re-equipamento, adotando o Panavia Tornado. O Tornado, com suas asas de geometria variável era agora o caça-bombardeiro padrão na Alemanha Ocidental, Inglaterra e Itália. A oportunidade de comparar o caça-bombardeiro soviético de linha de frente, equivalente ao Tornado, ao custo de apenas duas aeronaves, se mostrou excelente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<div><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<div id="attachment_512" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sukkoi-su-20-fitter-c.jpg"><img class="size-medium wp-image-512" title="sukkoi-su-20-fitter-c" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sukkoi-su-20-fitter-c-300x206.jpg" alt="Sukhoi Su-20 Fitter C, atualmente em exposição no Museu Berlin Gatow - Alemanha.  Foto: Christian Bremer" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Sukhoi Su-20 Fitter C, atualmente em exposição no Museu Berlin Gatow - Alemanha. Foto: Christian Bremer</p></div>
<div><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Os dois “Fitter C” foram desmontados e encaixotados no Egito antes de serem enviados à RFA. Uma das aeronaves foi remontada por especialistas do “Erprobungsstelle 61” na Base Aérea Manching, próxima a Munique, na Baviera, enquanto que a outra aeronave foi usada como ‘fornecedora’ de peças de reposição. As insígnias originais egípcias foram substituídas pelas insígnias da RFA, além de um número no nariz e o código “98+61” na fuselagem, entretanto, o esquema de camuflagem egípcio foi mantido.</p>
<p> </p>
<p></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;">Após terminarem os minuciosos exames técnicos no “Fitter C”, os primeiros testes de campo tiveram início no final do outono de 1985. Compreendidos por uma série de testes de vôo, muitos dos vôos tinham como finalidade obter informações específicas sobre performance e características de pilotagem do “Fitter”. Por parte dos militares havia um interesse particular em desenvolver táticas para serem usadas contras os “Sukhoi”, isso porque a OTAN via-se defronte a aproximadamente 4370 aeronaves táticas do Pacto de Varsóvia e uma quantidade considerável delas era composta por modelos mais antigos de “Fitters”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;">Os dois aviões foram comprados com seu armamento original, entretanto durante os vôos teste, o ‘98+61” jamais transportou seus mísseis ou disparou seus canhões. A existência dos <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>“Sukhoi Su 20 Fitter C” na RFA foi mantida em absoluto sigilo até o final de 1985, quando um repórter fotografou o “Fitter 98+61” e as imagens foram publicadas por inúmeras revistas. Em vista disso, o Departamento de Defesa da Alemanha Ocidental informou oficialmente que duas aeronaves haviam sido adquiridas ao Egito, mas pouquíssima informação adicional foi dada, mesmo com os constantes apelos e questionamentos da imprensa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<div><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<div id="attachment_511" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sukkoi-su-20-fitter-c-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-511" title="sukkoi-su-20-fitter-c-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/05/sukkoi-su-20-fitter-c-2-300x204.jpg" alt="Sukhoi Su-20R Fitter C, atualmente em exposição no Museu Berlin Gatow - Alemanha. Foto:Wojtek Kmiecik" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Sukhoi Su-20R Fitter C, atualmente em exposição no Museu Berlin Gatow - Alemanha. Foto:Wojtek Kmiecik</p></div>
<div><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">As avaliações continuaram até o verão de 1986, tento o “Su 20 98+61” executado 25 horas de vôo. A RFA recebeu e testou seu “Fitter” na mesma época em que a “Luftstreitkrafte” (Força Aérea da Alemanha Oriental) recebia seus primeiros “Sukhoi Su-22 Fitter K”.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Tais avaliações propiciaram à OTAN desenvolver técnicas específicas para combater os Fitters do Pacto de Varsóvia, caso da ocorrência de uma guerra na Europa.</p>
<p> </p>
<p></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; mso-ansi-language: EN-US;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; mso-ansi-language: EN-US;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; mso-ansi-language: EN-US;"><span style="font-family: Times New Roman;">Fonte: Squadron-Signal – Aviation In Action nº 90 – Sukhoi Fitters</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;">Trad. Livre: Adriano De Toni</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Condenado a cinco anos de prisão negacionista do Holocausto</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/condenado-a-cinco-anos-de-prisao-nagacionista-do-holocausto/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 20:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
		<category><![CDATA[Neonazismo]]></category>

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		<description><![CDATA[ VIENA, 28 de abril de 2009   O Tribunal Penal de Viena condenou hoje a cinco anos de prisão, o austríaco negacionista do holocausto, Gerd Honsik, detido em agosto de 2007 na cidade espanhola de Málaga e extraditado à Áustria. &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/condenado-a-cinco-anos-de-prisao-nagacionista-do-holocausto/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>VIENA, 28 de abril de 2009</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Tribunal Penal de Viena condenou hoje a cinco anos de prisão, o austríaco negacionista do holocausto, <strong>Gerd Honsik</strong>, detido em agosto de 2007 na cidade espanhola de Málaga e extraditado à Áustria.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
O júri determinou de forma unânime que o acusado era culpado do crime de “Negação do Holocausto Judeu durante a Segunda Guerra Mundial” e de por em dúvida a veracidade sobre a existência das câmaras de gás, o que segundo as leis austríacas, é considerado delito, conforme informou a rádio estatal ORF.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O juíz Andreas Böhm também, considerou agravante o fato de Honsik jamais demonstrar arrependimento e de prosseguir com suas atividades de apologia ao nazismo em território espanhol, por quase 15 anos.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
O acusado já havia sido condenado por motivos semelhantes em 1992, transcritos em seu livro “Indulto para Hitler”, no entanto conseguiu escapar da justiça, foragindo-se na Espanha, onde suas atividades divulgatórias não eram consideradas delito à época, no entanto e, 23 de agosto de 2007 acabou por ser detido em Málaga, por conta de um mandato internacional de prisão, emitido por um tribunal austríaco, depois que o juiz espanhol Baltasar Garzón entendeu que os motivos da condenação de Honsik na Áustria, incidiam no “Artigo 607 do Código Penal Espanhol, reformado em 1995.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
&#8220;É um dos líderes ideológicos Neonazistas&#8221;, assegurou o promotor Stefan Apostol, que o acusou de difundir, inclusive em escolas, o panfleto de apologia neonazista “Halt”.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
Apostol assegurou que Honsik era &#8220;um dos líderes dos revisionistas (do Holocausto)”, um falsificador da história que tenta através de seus textos, ressuscitar o pensamento nacional-socialista, com uma demagogia que encontra voz principalmente entre a população de pouca instrução.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O promotor também anunciou que recorreria da decisão, para que lhe seja imposta uma pena maior, enquanto o advogado de defesa, Herbert Schaller, também anunciou que que recorreria da decisão, por considerar intolerável que lhe imponham uma pena de cinco anos de prisão, por exercer seu direito de livre expressão. (sic).</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O juiz do caso negou o pedido da defesa, para a apresentação de material que respaldaria a posição ideológica do acusado, por considerar irrelevante para o caso.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
Quando foi pronunciada a sentença o acusado passou a gritar e a dar golpes na mesa, como sinal de protesto, atitude que se repetiu ao longo de todo o julgamento.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Antes de ser julgado (e condenado), Honsik.havia cumprido pena de dezoito meses, correspondentes à pena imposta em 1992 e então permaneceu em prisão preventiva à espera deste novo julgamento.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Fonte: EFE</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Encontrada garrafa com mensagem de prisioneiros de Auschwitz</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 16:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Auschwitz]]></category>
		<category><![CDATA[Polônia]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[  Operários que faziam reformas perto do campo de concentração nazista de Auschwitz, no sul da Polônia, encontraram uma garrafa com uma mensagem escrita por prisioneiros, em setembro de 1944, onde estão identidades e o local de nascimento de vários &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/encontrada-garrafa-com-mensagem-de-prisioneiros-de-auschwitz/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Operários que faziam reformas perto do campo de concentração nazista de Auschwitz, no sul da Polônia, encontraram uma garrafa com uma mensagem escrita por prisioneiros, em setembro de 1944, onde estão identidades e o local de nascimento de vários deles.</span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8220;Os trabalhadores demoliram um muro do porão de uma escola próxima ao que foi o campo de concentração, quando encontraram uma garrafa&#8221;, explicaram hoje à Agência Efe membros a direção do museu de Auschwitz.<br />
</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
&#8220;Acreditamos que eles arrancaram um pedaço de um saco de cimento para utilizar como papel e escrever a mensagem&#8221;, completaram.</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_503" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/28carta2.jpg"><img class="size-full wp-image-503" title="28carta2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/28carta2.jpg" alt="Carta encontrada por trabalhadores durante reforma" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Carta encontrada por trabalhadores durante reforma</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">
<p>O colégio onde foi feita a descoberta está em uma área que fez parte das instalações do campo há mais de 65 anos, um centro de matança onde se estima que mais de um milhão de pessoas foram assassinadas, em sua maioria judeus.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
Na nota, escrita por jovens prisioneiros com idades entre 18 e os 20 anos, se detalha a identidade de oito deles, sete poloneses e um francês, o número de identificação dado pelas autoridades nazistas e o local de nascimento.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p class="western" align="justify">
<p>O museu confirma que a garrafa e sua mensagem serão expostas no centro de visitação como parte do legado de Auschwitz, o campo de concentração mais letal do Nazismo.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">Fonte: Agência EFE / UOL News</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Surgem novas informações sobre o Holocausto</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/surgem-novas-informacoes-sobre-o-holocausto/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/surgem-novas-informacoes-sobre-o-holocausto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 19:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Croácia]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[The New York Times Ethan Bronner (Jerusalém)   Na cidade ucraniana de Berdicheve, as mulheres judias foram obrigadas a atravessar a nado um rio largo até afogarem-se. Em Telsiai, na Lituânia, crianças foram jogadas vivas em valas ocupadas pelos corpos &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/surgem-novas-informacoes-sobre-o-holocausto/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="credito-texto">The New York Times</div>
<div>Ethan Bronner (Jerusalém)</div>
<p> </p>
<p>Na cidade ucraniana de Berdicheve, as mulheres judias foram obrigadas a atravessar a nado um rio largo até afogarem-se. Em Telsiai, na Lituânia, crianças foram jogadas vivas em valas ocupadas pelos corpos dos seus pais assassinados. Em Liozno, na Belarus, judeus foram trancados em um estábulo no qual muitos morreram de frio.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">Apesar dos indivíduos que negam a existência do Holocausto, o mundo está informado a respeito do assassinato sistemático de cerca de seis milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial. As pessoas sabem o que se passou em Auschwitz e Bergen-Belsen; muitos ouviram falar das dezenas de milhares de judeus fuzilados na ravina ucraniana de Babi Yar. Mas pouco se sabe sobre as centenas, e talvez milhares, de campos menores de extermínio espalhados pela União Soviética, nos quais cerca de 1,5 milhão de judeus encontraram a morte.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Mas agora essa situação está mudando. No decorrer dos últimos anos, o museu do Holocausto e centro de pesquisa Yad Vashem, em Israel, vem investigando esses locais, examinando relatos soviéticos, alemães, de moradores locais e de judeus, e comparando os números e os métodos. O trabalho, coletado sob o título &#8220;As Histórias Não Relatadas&#8221;, está longe de terminar. Mas, para celebrar o Dia de Recordação do Holocausto, que começou na noite da segunda-feira (20/04), a pesquisa está sendo divulgada publicamente no site da instituição.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">&#8220;Certos lugares foram em grande parte negligenciados porque ficam em pequenas vilas e aldeias&#8221;, diz David Bankier, diretor do Instituto Internacional de Pesquisas Sobre o Holocausto em Yad Vashem. &#8220;Em muitos casos, os moradores locais desempenharam um papel-chave nos assassinatos. Provavelmente em uma proporção de dez moradores locais para cada alemão. Estamos tentando entender aquele homem que um dia jogava futebol com o vizinho judeu, e no outro dia participou do assassinato deste vizinho. Isso proporciona material para pesquisas sobre o genocídio em outros locais, como a África&#8221;.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Segundo a diretora do projeto, Lea Prais, para fins do trabalho um campo de extermínio é aquele que envolve a morte de pelo menos 50 pessoas. Os assassinatos começaram em junho de 1941, com a invasão alemã da União Soviética. Das repúblicas bálticas, no norte, ao Cáucaso, no sul, esquadrões da morte nazistas varreram as áreas.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">A primeira evidência do ocorrido foi obtida logo após a guerra por comitês de investigação soviéticos que se concentravam principalmente na descoberta de colaboradores anti-soviéticos.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p>As novas pesquisas comparam tais evidências com registros, diários e cartas de soldados alemães, bem como com relatos de testemunhas e dos poucos judeus sobreviventes, alguns dos quais saíram de valas cheias de cadáveres. Os pesquisadores dizem que em determinadas ocasiões os soviéticos pareceram exagerar, e que se chamou atenção para isso no site. Um dos objetivos do projeto é determinar com mais exatidão quantas pessoas foram mortas.</p>
<p> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Um caso pouco conhecido envolve um marinheiro alemão que filmou assassinatos em Liepaja, na Letônia. O filme é exibido há alguns anos no museu Yad Vashem. Mas o novo site traz um vídeo esquecido de 1981 com uma entrevista feita em 1981 com o marinheiro, Reinhard Wiener, que disse que era apenas um observador munido de uma câmera cinematográfica.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p>De acordo com parte do seu relato, &#8220;Depois que os guardas civis com tarjas amarelas nos braços gritaram mais uma vez, pude identificá-los como sendo guardas letonianos. Os judeus, que àquela altura eu fui capaz de reconhecer, foram obrigados a pular do caminhão. Entre eles estavam indivíduos deficientes e debilitados, que foram pegos com os demais. A princípio, eles tiveram que fazer uma fila, e depois foram obrigados a seguir para uma vala. Isso foi feito por soldados SS e guardas letonianos. Depois os judeus foram forçados a pular na vala e a correr ao longo dela até a sua extremidade, perfilando-se. Eles tiveram que ficar de pé com as costas voltadas para o pelotão de fuzilamento. Naquele momento, quando viram a vala, eles provavelmente sabiam o que aconteceria. Eles devem ter sentido o que lhes aguardava, porque logo abaixo já havia uma camada de corpos, sobre a qual foi colocada uma fina camada de areia&#8221;.</p>
<p> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Prais diz que uma das descobertas que mais a surpreenderam foi a forma como os judeus soviéticos que sobreviveram à guerra procuraram homenagear aqueles que pereceram. Em campos e praças de vilas distantes eles frequentemente exibiam a Estrela de Davi ou outro símbolo em homenagem aos mortos, apesar do temor das manifestações judaicas ostensivas na era soviética.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p>&#8220;O silêncio dos judeus na União Soviética não era tão silencioso assim&#8221;, diz ela.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">É difícil imaginar a magnitude da chacina da qual alguns deles escaparam. Um caso que Prais e seus colegas analisaram envolve aquilo que ocorreu em Krupki, na Belarus, onde uma comunidade judaica inteira de pelo menos mil pessoas foi eliminada em 18 de setembro de 1941.</p>
<p>Um soldado alemão que participou do assassinato em massa escrevia um diário que foi encontrado com o seu corpo pelos aliados, diz ela. No diário, o soldado contou que se ofereceu como um dos &#8220;15 homens de nervos fortes&#8221; convocados para eliminar os judeus de Krupki. &#8220;Todos estes têm que ser fuzilados hoje&#8221;, escreveu o soldado. Ele observou: &#8220;O tempo está cinzento e chuvoso&#8221;.</p>
<p>Os soldados disseram aos judeus que estes seriam deportados para trabalhar na Alemanha, mas, quando foram obrigados a entrar na vala, o destino real deles ficou evidente. Houve pânico. O soldado escreveu que os guardas tiveram dificuldade em controlar a multidão.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">&#8220;Dez tiros foram disparados; dez judeus caíram&#8221;, escreveu o soldado. &#8220;Isso continuou até todos serem mortos. Somente uns poucos mantiveram a compostura. As crianças agarravam-se às mães, as mulheres aos maridos. Não esquecerei esse espetáculo tão cedo&#8230;&#8221;.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><em>Tradução: UOL</em></p>
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		<title>Argentina quer expansão de seu território junto à ONU</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 16:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O governo da Argentina solicitou formalmente à Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira, a ampliação de seu território marítimo em 1,7 milhão de km², em uma tentativa de aumentar o limite de 4,8 milhões de km ² de leito &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/argentina-quer-expansao-de-seu-territorio-junto-a-onu/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> O governo da Argentina solicitou formalmente à Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira, a ampliação de seu território marítimo em 1,7 milhão de km², em uma tentativa de aumentar o limite de 4,8 milhões de km ² de leito e subsolo oceânicos que já pertencem ao país, informou o Ministério das Relações Exteriores argentino.</p>
<p class="western" align="justify">O território requisitado pelo país inclui as ilhas Malvinas (Falkland, para a Grã-Bretanha), Georgia e Sandwich do Sul, pelas quais a Argentina mantém uma disputa com os britânicos por mais de 170 anos.</p>
<p class="western" align="justify">A disputa culminou com a Guerra das Malvinas, em 1982, e a soberania argentina sobre estes territórios é uma das principais bandeiras da política externa do governo da presidente Cristina Kirchner. &#8220;A Argentina realizou um ato de afirmação soberana de seus direitos (&#8230;) para fixar de forma definitiva e obrigatória a extensão geográfica de todo o território nacional&#8221;, diz um comunicado divulgado pelo ministério.</p>
<p class="western" align="justify">&#8220;A usurpação britânica de 1833 e a ocupação ilegal de parte do território nacional argentino levaram a comunidade internacional a insistir que o Reino Unido deve negociar com a Argentina a solução para a disputa da soberania (das ilhas), expressamente reconhecida pelas Nações Unidas e outros organismos internacionais&#8221;.</p>
<p class="western" align="justify"><strong>&#8220;Trabalho científico&#8221;</strong><br />
Segundo o Ministério das Relações Exteriores do país, a documentação apresentada à Convenção da ONU sobre Direito do Mar (Convemar), nesta terça-feira, é um trabalho científico e técnico de &#8220;onze anos de defesa da soberania nacional&#8221;.</p>
<p class="western" align="justify">A solicitação reúne 840 kg de documentos e foi entregue à Comissão de Limites da Plataforma Continental da ONU &#8211; órgão técnico da Convemar.</p>
<p class="western" align="justify">Pela Convenção da ONU sobre Direitos do Mar, um país pode estabelecer o limite de sua plataforma até chegar a 200 milhas náuticas.</p>
<p class="western" align="justify">O governo argentino quer, no entanto, que seus direitos soberanos passem de 200 milhas para 350 milhas náuticas.</p>
<p class="western" align="justify">A Argentina solicita também os direitos sobre a exploração dos recursos naturais destes territórios.</p>
<p class="western" align="justify">A reclamação argentina à ONU inclui também o chamado Setor Antártico, que o país disputa com Grã-Bretanha e Chile.</p>
<p class="western" align="justify">No comunicado, o governo argentino ressaltou declarações do ministro das Relações Exteriores, Jorge Taiana, sobre a iniciativa.</p>
<p class="western" align="justify">&#8220;Nosso país realiza, desde 1998, um profundo e acabado trabalho científico e técnico com o critério mais conveniente para garantir a maior extensão possível (de território)&#8221;.</p>
<p class="western" align="justify">Fonte: Terra News</p>
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		<title>Compra de novos caças F-22 Raptor causa racha na USAF</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 14:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[F-22 Raptor]]></category>
		<category><![CDATA[US Air Force]]></category>
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		<description><![CDATA[21 de abril de 2009 Christopher Drew &#8211; The New York Times Estados Unidos   Altos oficiais da Força Aérea americana disseram segunda-feira que apóiam a decisão da administração Obama de comprar apenas mais quatro dos avançados caças F-22, tornando &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/compra-de-novos-cacas-f-22-raptor-causa-racha-na-usaf/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="foto_data">21 de abril de 2009</div>
<div id="foto_fonte">Christopher Drew &#8211; The New York Times</div>
<p><!-- fim imagem horiz -->Estados Unidos</p>
<p style="clear: left;"> </p>
<div id="attachment_493" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/two_f-22_raptor_in_flying.jpg"><img class="size-medium wp-image-493" title="two_f-22_raptor_in_flying" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/two_f-22_raptor_in_flying-300x235.jpg" alt="Dois Caças F-22 Raptor em vôo" width="300" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Dois Caças F-22 Raptor em vôo</p></div>
<p class="western" align="justify">Altos oficiais da Força Aérea americana disseram segunda-feira que apóiam a decisão da administração Obama de comprar apenas mais quatro dos avançados caças F-22, tornando menos provável que o Congresso insista em expandir sua produção. Anteriormente, a Força Aérea disse que precisava de mais 60 aeronaves, uma posição que criou expectativas de uma feroz batalha no Congresso para discutir o futuro do programa.</p>
<p class="western" align="justify">Legisladores da Geórgia, Connecticut e outros Estados com grandes fornecedores militares provavelmente ainda vão pressionar por mais aviões. Mas suas chances de sucesso são menores se a Força Aérea não estiver apoiando em silêncio seus esforços, disseram analistas militares.</p>
<p class="western" align="justify">Muitos funcionários do setor e oficiais reformados da Força Aérea disseram que não se surpreenderiam se a Lockheed Martin, principal fornecedora do avião, desistisse de sua campanha de lobby, que enfatiza quantos empregos seriam perdidos se a produção fosse interrompida. Sob o plano do governo, o Pentágono aceleraria os testes de outro caça da Lockheed Martin, o F-35, que planeja comprar em maiores quantidades.</p>
<p class="western" align="justify">Envolvidos no setor disseram que a companhia talvez não queira arriscar irritar a nova gestão, já que possui muitos outros lucrativos contratos de defesa. &#8220;Essa foi a primeira vez na história inteira do programa F-22 que a Lockheed não pôde contar com a requisição de mais F-22 de seu consumidor da Força Aérea&#8221;, disse Loren Thompson, consultor que assessora a Lockheed Martin e outros fornecedores militares. &#8220;E a companhia obviamente não pode pressionar tanto o Congresso como fazia no passado, porque não tem o consumidor do seu lado&#8221;, disse.</p>
<p class="western" align="justify">Douglas A. Birkey, diretor de relações governamentais da Air Force Association, um grupo de lobby, disse também esperar que a Lockheed Martin mude seu foco do F-22 para o F-35, também chamado de Joint Strike Fighter. O F-22 foi projetado para combate aéreo, enquanto o F-35 é mais orientado para alvos terrestres e foi produzido para ser mais barato.</p>
<p class="western" align="justify">A Lockheed Martin, maior fornecedora de defesa dos EUA, afirmou estar analisando as mudanças propostas na semana passada pelo secretário de Defesa Robert M. Gates. Logo após o anúncio de Gates, o chefe-executivo da Lockheed, Robert J. Stevens, disse em nota para os funcionários que, embora algumas das recomendações fossem desapontadoras, &#8220;eu aceito a decisão do secretário Gates de colocar os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar &#8211; acima dos interesses das agências, serviços e fornecedores &#8211; e vou apoiá-lo em todas as instâncias&#8221;.</p>
<p class="western" align="justify">A mudança na mentalidade sobre o F-22 foi detalhada segunda-feira no editorial publicado no <em>Washington Post</em>, de autoria de Michael Donley, secretário da Força Aérea, e do general Norton Schwartz, chefe de gabinete do serviço.</p>
<p class="western" align="justify">Antes do anúncio de Gates, os dois apoiavam fortemente o F-22, argumentando que a Força Aérea precisava do caça como uma salvaguarda contra a Rússia e a China e até para uma possível guerra contra o Irã. Eles defenderam a compra de 60 novas aeronaves, o que aumentaria a frota da Força Aérea para 243. Mas em seu artigo, Donley e Schwartz escreveram que &#8220;chegou a hora de mudar&#8221;.</p>
<p class="western" align="justify">Os dois disseram que com o contingenciamento dos gastos de defesa e a transferência de recursos para o Iraque e o Afeganistão, o orçamento &#8220;se tornou um jogo de soma zero&#8221;. Segundo eles, mais 60 caças F-22 custariam US$ 13 bilhões. Mesmo assim, acrescentaram: &#8220;Muito depende do sucesso do F-35, e é crucial manter o Joint Strike Fighter dentro do cronograma e do orçamento. Esta é a hora de fazer a transição da produção do F-22 para o F-35&#8243;.</p>
<div id="attachment_492" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/x-35.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-492" title="x-35" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/x-35-150x150.jpg" alt="O Experimental XF-35 Joint Strike em vôo" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">O Experimental XF-35 Joint Strike em vôo</p></div>
<p class="western" align="justify">Na semana passada, Gates havia anunciado que apoiava a produção de mais de 2,4 mil caças F-35. Funcionários da indústria disseram que o artigo esclareceu qualquer dúvida sobre a posição de Donley e Schwartz. Tanto Gates quanto seu predecessor, Donald Rumsfeld, tentaram interromper a produção do F-22 durante o governo Bush, apenas para descobrir que os antigos líderes da Força Aérea continuavam a defender o caça.</p>
<p class="western" align="justify">Na verdade, o ex-secretário da Força Aérea Michael Wynne, que despediu Gates em junho de 2008 em meio a conflitos sobre programas da Força Aérea, disse na segunda-feira que ainda acreditava que Gates estava assumindo riscos demais ao cancelar o F-22 e outros programas de armas de alta-tecnologia. Para ele, faria sentido comprar mais caças F-22 no caso de atraso do F-35.</p>
<p class="western" align="justify">No entanto, disse, se os atuais líderes do serviço dizem que não querem mais o avião, será mais difícil do que antes para os apoiadores no Congresso &#8220;superarem esse julgamento militar&#8221;.</p>
<p style="clear: left;"><em>Fonte: Terra News</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Embraer e FAB assinam acordo para desenvolvimento do transporte KC-390</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 18:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Força Aérea Brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[ Defesa investe em projeto de avião militar e depois deve comprar jatos de empresa que acaba de demitir 4,2 mil O governo vai aplicar entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões no programa do novo cargueiro militar da Embraer, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/embraer-e-fab-assinam-acordo-para-desenvolvimento-do-transporte-kc-390/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_488" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/kc-390.jpg"><img class="size-medium wp-image-488" title="kc-390" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/kc-390-300x225.jpg" alt="Mockup em escala do Embraer KC-390" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Mockup em escala do Embraer KC-390</p></div>
<p> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><em>Defesa investe em projeto de avião militar e depois deve comprar jatos de empresa que acaba de demitir 4,2 mil</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O governo vai aplicar entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões no programa do novo cargueiro militar da Embraer, o KC-390. Esse aporte inicial é equivalente a 5% do investimento na etapa de desenvolvimento. O detalhamento da participação será anunciado até abril. O Comando da Aeronáutica incluiu o jato médio de transporte no plano de longo prazo, que fixa metas até 2023.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O contrato de venda só entrará na pauta mais adiante. Todavia, os primeiros estudos do negócio consideram a encomenda de 22 a 30 aeronaves com entregas previstas a partir de 2015. O valor do pacote é estimado em US$ 1,3 bilhão.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A entrada da Força Aérea no empreendimento havia sido revelada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encontro entre sindicalistas e executivos da Embraer, no Palácio do Planalto, dia 4. A empresa demitiu 4,2 mil funcionários há três semanas. O processo do cargueiro pode ajudar a evitar novos cortes. Para o presidente da Embraer, Frederico Curado, &#8220;o KC-390 é um produto com muita chance de sucesso nas vendas internacionais; vai representar demanda por mão de obra de engenharia &#8211; e permitirá sustentar centenas de profissionais, que trabalharão nos primeiros seis anos de desenvolvimento e depois disso, por muito tempo&#8221;.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Com desenho novo e agora com capacidade para cumprir missões de reabastecimento em voo, mudanças especificadas em conjunto com especialistas do Comando da Aeronáutica, o KC-390 é um ambicioso projeto preparado para disputar um mercado internacional avaliado em 700 aviões dessa classe que serão trocados ou comprados até 2020 em 77 países. Um negócio, total, de US$ 13 bilhões.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Durante o Salão Aero India, em Bangalore, o diretor para o mercado asiático, Sérgio Bellato, disse que a corporação discute a venda de uma configuração civil da aeronave. Os prováveis clientes são a Federal Express (FedEx) e a DHL.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_489" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/kc-390-embraer.png"><img class="size-medium wp-image-489" title="kc-390-embraer" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/kc-390-embraer-300x195.png" alt="Concepção artísitca mostra KC-390 em vôo" width="300" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Concepção artísitca mostra KC-390 em vôo</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">O birreator adota um desenho avançado &#8211; a integração da asa alta foi reprojetada &#8211; com grande porta traseira e eletrônica digital de última geração. Voa a 850 km/hora. Cobre 6,3 mil km levando 12,5 mil quilos ou 2,4 mil km com 19 toneladas. Pode ser convertido em avião tanque e sairá da fábrica preparado para ser reabastecido &#8211; por outro KC-390.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O plano estratégico da FAB precisa expandir a sua frota de transporte rápido para atender ao conceito do Plano Nacional Estratégico que definiu a arquitetura de forças de deslocamento rápido para todo o País como padrão.Segundo Frederico Curado, presidente da Embraer, o programa do KC-390 exige recursos situados entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões. A empresa negocia parceria com corporações internacionais.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">As mudanças feitas no projeto são significativas. Foram determinadas pela agência tecnológica da Aeronáutica. Um certo número de &#8220;potenciais clientes selecionados&#8221; entrou na pesquisa.O KC-390 preserva pontos comuns com o modelo de passageiros o Emb-190/95 , para 122 passageiros, &#8220;em benefício da redução dos custos&#8221;, afirma Curado. Na última versão, a empenagem traseira, onde fica o leme, foi elevada e adotou o formato em T. Os motores devem ser mais potentes. A imagem mostra alterações para melhorar o fluxo aerodinâmico.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Peritos militares acreditam que o KC-390 tenha mais de 30 metros de comprimento, aproximadamente 29 metros de envergadura e 10 de altura. A carga útil é de 19 toneladas. A fuselagem abriga 64 paraquedistas equipados para combate ou 84 soldados de infantaria convencional. Há outros arranjos, combinando um blindado leve e 13 homens; ou suprimentos e dois veículos leves. A Aeronáutica quer, ainda, uma configuração para a retirada de feridos ou doentes em zonas de alto risco ou conflito.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O vice-presidente de Defesa, Orlando Ferreira Neto, considera a FAB &#8220;reconhecida por definir requisitos operacionais muito eficazes, o que tem resultado em produtos competitivos&#8221;. Na prática, significa que a escolha do KC-390 para substituir ao longo dos próximos 20 anos o Hércules C-130 como principal transportador da FAB vai alavancar as negociações junto a compradores externos.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">De acordo com o presidente da Embraer, Frederico Curado, o KC-390 vai exigir investimentos de UD% 1,3 bilhão ao longo de sete anos, quando a linha de montagem e dois protótipos do modelo estarão concluídos. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A Embraer estima um mercado externo potencial total de 700 cargueiros em um período de 15 anos. A fabricante brasileira pretende ter cerca de um terço desse total, o que representaria exportações de US$ 18 bilhões. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Também nesta terça-feira, a Embraer assinou acordo de US$ 140 milhões para modernizar 12 aviões da Marinha.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Fontes: </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Reuters/Terra: </span><a href="http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200904141911_RTR_1239735281nN14446331&amp;idtel"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200904141911_RTR_1239735281nN14446331&amp;idtel</span></a><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">=</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Força Aérea Brasileira: <a href="http://www.aer.mil.br/portal/capa/index.php?datan=08/03/2009&amp;page=mostra_notimpol">http://www.aer.mil.br/portal/capa/index.php?datan=08/03/2009&amp;page=mostra_notimpol</a></span></p>
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		<title>Programa Nuclear da Marinha – O Brasil em busca de seu primeiro SSN</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 14:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[SSN]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos Nucleares]]></category>

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		<description><![CDATA[ Não é de hoje que sabemos que o Brasil iniciou a longa data um programa para a criação de seu primeiro submarino nuclear. O programa originou-se em 1979, já nos anos finais do Regime Militar que governou o Brasil entre &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/programa-nuclear-da-marinha-%e2%80%93-o-brasil-em-busca-de-seu-primeiro-ssn/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span>Não é de hoje que sabemos que o Brasil iniciou a longa data um programa para a criação de seu primeiro submarino nuclear. O programa originou-se em 1979, já nos anos finais do Regime Militar que governou o Brasil entre os anos de 1964 e 1984.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>A intenção à época, era desenvolver as tecnologias necessárias para possibilitar a construção de um submarino de propulsão nuclear, empregando tecnologia totalmente nacional. Foram iniciados então no Centro Tecnológico da Marinha, localizado em São Paulo (CTMSP) os estudos para a produção de combustível nuclear e para o desenvolvimento do reator nuclear de água pressurizada, necessário para a propulsão de embarcações ou mesmo para a produção de energia elétrica.</span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>Mas uma série de fatores, entre eles severos problemas econômicos, fizeram com que o programa ainda não tenha apresentado enfim seus frutos. Os financiamentos foram ao longo dos anos se tornando cada vez mais escassos e a Marinha do Brasil, com seu orçamento global já reduzido passou a enfrentar um dilema, ou direcionava parte do orçamento destinado à renovação da frota ao PNM ou deixava o programa literalmente “ir por água abaixo”, abrindo mão do que já havia conseguido desenvolver e perdendo todo o investimento já feito no programa nuclear.</span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>Pois bem, a decisão da Marinha do Brasil foi a de desviar recursos destinados à renovação de sua frota e injetar estes recursos no PNM, mesmo que apenas para mantê-lo no nível em que já se encontrava, enquanto tentava em vão, captar mais recursos junto à União.</span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>Eis que em julho de 2007, um novo horizonte se abriu ao PNM, o então presidente da república, Sr. Luís Inácio “Lula” da Silva, anunciou que seriam destinados recursos para a retomada e conclusão do programa, uma vez que muito pior seria perder todo o investimento já feito ao longo destes 27 anos, sendo que os recursos foram garantidos no Orçamento da União do ano de 2008.</span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>O cerca de US$ 1,1 bilhão empregado até a data tiveram como fruto, além das tecnologias de produção de combustível nuclear, a construção de um modelo “não operacional” em escala, pois é exatamente a tecnologia para a construção de um reator de Água Pressurizada que falta ao Brasil. Com a retomada dos investimentos federais no PNM, foi estimado que o programa todo seria concluído em oito anos, portanto no ano de 2014, sendo que seria possível ao Brasil construir seu primeiro SSN totalmente nacional após esta data. O custo estimado para o término do projeto foi estimado em US$ 1 bilhão.</span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>Outro fator importante a ser considerado, foi a descoberta do imenso lençol de petróleo na costa brasileira, chamado comumente de “Pré-Sal”. Parte das divisas resultantes da exploração deste lençol podem ser empregadas para a modernização das forças armadas brasileiras, já a muito defasadas. </span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>O plano de reequipamento da marinha brasileira prevê o aprimoramento da força submarina, que hoje conta com quatro submarinos da Classe Tupi (IKL U-209/1400) e um submarino da Classe Tikuna (chamado também de <em>Improved Tupi, </em><span style="FONT-STYLE: normal">pois a grosso modo, trata-se basicamente de um IKL U-209/1400 melhorado) </span></span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>Um novo horizonte se abriu porém em 22 de dezembro de 2008, durante visita oficial do primeiro-ministro francês Nicolas Sarkozy, que assinou diversos acordos bilaterais de cooperação, sendo que um deles prevê a construção em território nacional, de quatro submarinos convencionais franceses do tipo DCNS Scorpene e o auxílio tecnológico para a construção de um submarino nuclear, muito provavelmente este adotando configuração do projeto Scorpene, a um custo estimado em R$ 8,5 bilhões (aproximadamente US$ 3,6 bilhões). Além deste acordo, será também construída uma base naval para manutenção/operação do SSN brasileiro. </span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span>O Acordo prevê também que a construção do estaleiro onde serão construídos os submarinos e de uma base naval, ambas construções realizadas pela empresa brasileira Odebrecht, com a supervisão francesa</span></p>
<p class="western">Se o acordo for executado na íntegra, o Brasil se tornará o primeiro país da América Latina e um dos poucos países do mundo a possuir uma embarcação com propulsão nuclear.</p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify">
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: x-small;">FONTES:</span></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: x-small;">DCNS:</span><span style="font-size: xx-small;"> </span><a href="http://www.dcnsgroup.com/dcns-wins-a-major-success-in-brazil.html"><span style="font-size: xx-small;">http://www.dcnsgroup.com/dcns-wins-a-major-success-in-brazil.html</span></a></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="justify"><span style="font-size: x-small;">Marinha do Brasil:</span><span style="font-size: xx-small;"> </span><a href="https://www.mar.mil.br/pnm/pnm.htm"><span style="font-size: xx-small;">https://www.mar.mil.br/pnm/pnm.htm</span></a></p>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0.5cm" align="left"><span style="font-size: x-small;">Site Oficial do Primeiro-Ministro da França:</span><span style="font-size: xx-small;"> </span><a href="http://www.premier-ministre.gouv.fr/chantiers/politique_etrangere_866/voyage_officiel_nicolas_sarkozy_62119.html"><span style="font-size: xx-small;">http://www.premier-ministre.gouv.fr/chantiers/politique_etrangere_866/voyage_officiel_nicolas_sarkozy_62119.html</span></a></p>
<p><a href="http://www.premier-ministre.gouv.fr/chantiers/politique_etrangere_866/voyage_officiel_nicolas_sarkozy_62119.html"></a></p>
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		<title>EUA anunciam plano para conter a pirataria no Índico</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/eua-anunciam-plano-para-conter-a-pirataria-no-indico/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 11:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pirataria]]></category>
		<category><![CDATA[Somália]]></category>

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		<description><![CDATA[A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, revelou nesta quarta-feira um plano para combater a pirataria no Golfo de Áden, no Oceano Índico &#8211; um importante e perigoso trecho da rota comercial entre a Europa e a Ásia. &#8220;Podemos estar &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/eua-anunciam-plano-para-conter-a-pirataria-no-indico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ingress">A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, revelou nesta quarta-feira um plano para combater a pirataria no Golfo de Áden, no Oceano Índico &#8211; um importante e perigoso trecho da rota comercial entre a Europa e a Ásia.</p>
<p>&#8220;Podemos estar lidando com um crime do século 17, mas precisamos de recursos do século 21 para combatê-lo&#8221;, disse ela.</p>
<p>O plano de Clinton inclui melhorar a situação na Somália, país de onde vem a maioria dos piratas. Ela disse que os Estados Unidos vão enviar um representante para a conferência de doadores para a Somália, em Bruxelas no dia 23.</p>
<p>Ela disse que o segundo ponto é aumentar a força multinacional que patrulha as águas da região.</p>
<p><strong>Responsabilidade </strong></p>
<p>Clinton disse ainda que a comunidade internacional deve trabalhar em conjunto para libertar navios capturados, prender e processar os piratas.</p>
<p>Além disso, a secretária de Estado americana disse que devem ser considerados meios de confisco do dinheiro dos criminosos do mar.</p>
<p>Outro ponto defendido por Hillary é que a responsabilidade do combate aos piratas seja dividido entre os governos e as empresas interessadas no transporte marítimo com segurança.</p>
<p>&#8220;Tenho orientado o departamento (de Estado) a trabalhar com donos de navios e a indústria de seguros para sanarmos as falhas nos mecanismos de autodefesa&#8221;, disse ela.</p>
<p><strong>Captura</strong></p>
<p>Também nesta quarta-feira, um navio francês que patrulha o Oceano Índico anunciou a captura 11 piratas nas proximidades da costa do Quênia.</p>
<p>Militares franceses disseram que o navio militar Nivose detectou uma grande embarcação pirata na terça-feira, a observou durante a noite e a atacou pela manhã.</p>
<p>O Nivose integra uma operação da União Europeia para proteger a travessia do Golfo do Áden, ao sul da Península Arábica.</p>
<p>O navio francês impediu ainda o ataque a um navio da Libéria, segundo os militares franceses.</p>
<p><strong>ONU</strong></p>
<p>O governo grego disse que um navio do país com 24 tripulantes, que havia sido sequestrado por piratas somalis em março, foi libertado nesta quarta-feira.</p>
<p>Não foi revelado se um resgate foi pago.</p>
<p>Cada vez mais navios vêm sendo atacados na região por piratas que buscam refúgio na costa da Somália.</p>
<p>Nesta semana, quatro navios foram capturados e outros, atacados.</p>
<p>Na manhã da quarta-feira, um navio americano que levava ajuda humanitária para a África foi atacado por piratas com granadas e armas automáticas.</p>
<p>O enviado da ONU para a Somália, Ahmedou Abdallah, disse que os ataques vêm ameaçando a paz internacional.</p>
<p>Ele pediu para que a comunidade internacional identifique e combata as pessoas que apoiam a pirataria.</p>
<p>Abdallah pediu ainda por ajuda para os pobres da Somália, país que não tem um governo central desde 1991. Muitos destes pobres estariam sendo explorados pelos piratas, segundo ele.</p>
<p>Fonte: BBC News &#8211; <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/04/090415_pirata_clinton_rc.shtml">http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/04/090415_pirata_clinton_rc.shtml</a></p>
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		<title>SSBN 941 &#8220;AKULA&#8221; &#8211; O tubarão soviético</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 20:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Akula]]></category>
		<category><![CDATA[Classe Typhoon]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[SSBN]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos Nucleares]]></category>
		<category><![CDATA[União Soviética]]></category>
		<category><![CDATA[URSS]]></category>

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		<description><![CDATA[ O maior submarino do mundo e certamente um dos mais temidos submarinos soviéticos da guerra-fria, os submarinos da classe Typhoon (embora o nome soviético/russo para esta classe seja Akula (Tubarão), a OTAN adotou a denominação Typhoon (Tufão), provavelmente em decorrência &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O maior submarino do mundo e certamente um dos mais temidos submarinos soviéticos da guerra-fria, os submarinos da classe Typhoon (embora o nome soviético/russo para esta classe seja <em>Akula</em> (Tubarão), a OTAN adotou a denominação <em>Typhoon</em> (Tufão), provavelmente em decorrência das palavras proferidas pelo premiê soviético Leonid Brezhnev, no ano de 1974, onde ele mencionava a construção de um novo SSBN chamado <em>Tayfun</em>. Importante salientar que esta classe de SSBN nada tem em comum com os submarinos SSN designados Akula pela OTAN, cuja denominação russa é Bars) impuseram grande temor às forças de defesa norte-americanas.</span></span></p>
<p class="western" align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"></span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Os submarinos Typhoon, que navegavam especialmente nas as águas gélidas do Atlântico Norte, não necessitavam submergir ou mesmo navegar para poder lançar seu impressionante arsenal nuclear composto por 20 mísseis MIRV de longo alcance (alcance de 10000 km) R-39 (também chamados SS-N-20), cada um transportando 10 ogivas de 2MT, e tendo como alvo os Estados Unidos. Era possível iniciar o lançamento de seu arsenal mesmo estando aportado, mais uma razão para estes submarinos serem extremamente temidos.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O projeto do submarino incluía características que lhe permitiam navegar tanto sob uma espessa camada de gelo, quanto navegar na superfície, rompendo a camada de gelo. Superfícies de controle de profundidade horizontais foram instalados na seção da proa e se retraíam para dentro do casco. Também foram instaladas superfícies de controle de profundidade nas laterais dos eixos das hélices. O sistema de equipamentos retráteis incluía dos periscópios (um par ao comandante e um para uso geral), rádio sextante, radar, mastros de rádio-comunicação, navegação e localização. Estes mastros eram instalados em uma célula na torre, célula esta que possuía cobertura reforçada para o rompimento de superfícies congeladas.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Os míssseis R-39 eram acomodados em duas fileiras de 10 mísseis cada, acomodados à frente da torre do submarino. Os Typhoon também contavam com um sistema de carregamento automático de seus seis tubos de torpedos dianteiros, que possuíam calibres de 533 e 650 mm.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A propulsão deste gigantesco barco era providenciada por dois reatores, cada um produzindo 190 MW. A velocidade máxima da embarcação podia atingir os 27 nós. Se compararmos o Typhoon com os submarinos nucleares soviéticos da primeira e segunda gerações, sua manobrabilidade era impressionante, mesmo com seu gigantesco deslocamento. Também podemos afirmar com certeza que o Typhoon é um dos submarinos soviéticos mais silenciosos já fabricados. Grande parte dessa redução se deve a um sistema pneumático de dupla absorção de impacto, a um novo sistema de transmissão através de engrenagens, a um novo sistema de isolamento acústico e a uma cobertura hidroacústica.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Cabe também citar que o Typhhon era equipado com um sistema hidroacústico &#8220;Slope&#8221;, que consiste em quatro estações hidroacústicas, capazes de engajar e rastrear acusticamente até 12 navios. Além disso o sistema do Typhoon contava com 2 antenas flutuantes, para a recepção de transmissões de rádio, dados sobre localização de alvos e sinais de navegação via satélite, essenciais para a navegação a grande profundidade e sob superfícies congeladas.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O desenvolvimento do submarino estratégico 941 foi autorizado em dezembro de 1972 e a 19 de dezembro de 1973, o governo soviético formalizou oficialmente a ordem para projetar e construir o SSBN 941. O projeto ficou a cargo do Escritório de Projetos Leningrado, atualmente Escritório Central de Projetos para Engenharia Marinha “Rubin”. Após extensos testes, o 941-&#8221;TK-208&#8243; foi lançado em setembro de 1980, sendo entregue à Frota Norte, em 12 de dezembro de 1981. Entre os anos de 1981 e 1989, seis submarinos da classe Typhoon entraram em serviço, tornando-se parte da 1ª Frotilha de Submarinos Nucleares da Frota Norte, baseada em Nyerpichya. Uma sétima embarcação foi iniciada, mas sua construção foi cancelada antes de sua conclusão.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Inicialmente esperava-se que os submarinos da classe Typhoon fossem modernizados, tendo seu sistema de lançamento D-19 substituído por outro mais moderno e passando a operar os mais modernos mísseis SS-N-28 Bark. O primeiro submarino a ser construído, o TK-208 Dmitry Donskoi, teve iniciadas as oprações de modernização em 1992, após um acidente com um de seus mísseis. Kuroedov, Comandande em Chefe da Marinha de Guerra da Rússia, ordenou pessoalmente a modernização do TK-208. Como o novo míssil SS-N-28 era 20 milímetros mais espesso que o SS-N-20, os tubos de lançamento tiveram que ser reconstruídos, a um custo de 10 bilhões de rublos (cerca de 292 milhões de dólares). Os SS-N-28 já estavam em fase de testes quando a Marinha russa preteriu o projeto em favor de um novo projeto, de criação do Moscow Teplotechnika Institute. O instituto de lobby junto ao Ministro da Defesa Sergei Ivanov, assim foi decidido modernizar o TK-208 para a utilização do novo míssil Bulava.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: center;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">A vida operacional destes submarinos era estimada entre 20 e 30 anos, mas para tal, fazia-se necessária uma modernização de seus equipamentos a cada 7 ou 8 anos, caso contrário a vida útil da embarcação cai para 10-15 anos. Em 1997, após o descomissionamento de dois Typhoon, os oficiais russos alegavam que seria possível operá-los sem modernizações pelo menos até 2007 (22-25 anos de vida útil)</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O Tratado Não-Lugar de Cooperação para Redução Nuclear, firmado entre os EUA e Rússia estabelecia como data limite o ano de 1999. para o desmantelamento de 25 embarcações da classe Delta, 5 embarcações da Classe Typhonn e uma embarcação da Classe Yankee, embarcações estas capazes de lançar juntas, mais de 400 mísseis e 1700 ogivas nucleares.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Por volta de junho de 2000, a Marinha Russa afirmava ter em operação 26 SSBN, transportando 2272 ogivas em seus 440 mísseis balísticos. A força consistia de 5 submarinos Typhoon, 7 submarinos Delta IV e 13 submarinos Delta III (obviamente que a soma destes submarinos resulta em 25 embarcações e não em 26), mas de acordo com um reporte de 1999, somente um submarino da classe Typhoon permanecia na ativa e estima-se que não mais que três estejam na reserva.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em janeiro de 2000, um reporte informava que 3 dos 6 Typhoon permaneceiam em serviço ativo, empregados principalmente para testes dos novos mísseis SS-N-28 Bark, contrariando o acordado no Tratado de Cooperação e a informação que o Bark havia sido cancelado por conta de falhas do projeto. Ao mesmo tempo a Marinha russa informava que 12 SSBN seria o número mínimo necessário para manter sua estrutura de defesa. </span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 2002. o comandante da Frota Norte da Marinha russa, informou que 3 submarinos Typhoon haviam sido desmantelados e dois Typhoon modernizados já estavam prontos para serem reincorporados pela marinha. O primeiro Typhoon modernizado a ser reincorporado foi o TK-208, que foi reativado após 10 anos.</span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Em 24 de maio de 2004, o almirante Gennady Suchkov, comandante da Frota Norte, ordenou o descomissionamento dos Typhoon remanescentes, uma vez que o pedido de modernização foi negado. O Almirante havia sido suspenso por Putin, sob a alegação de ser culpado pela morte de 10 tripulantes que morreram no naufrágio de um submarino descomissionado. Condenado a 4 anos de prisão, a sentença foi revogada no final de maio de 2004. </span></span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">As informações a respeito do real paradeiro dos submarinos da Classe Typhoon são controversas. Em 2006, as informações davam conta que o TK-208 era utilizado apenas como base para testes dos novos mísseis Bulava, o TK-20 permanecia na ativa, mas transportando apenas 10 mísseis, sem possibilidades de completamento, uma vez que as instalações de produção do SS-N-20 foram desmanteladas. E o TK-17 permanecia na ativa, mas sem transportar nenhum míssil. Em dezembro de 2006 foi iniciado o desmantelamento do TK-12, como financiamento dos EUA. O desmantelamento completo estava estimado para o final do ano de 2007 . </span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Informações mais recentes dão conta que apenas o TK-208 encontra-se na ativa, e os outros dois estão na reserva, em parte por causa de seu altíssimo custo operacional.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Galeria de Fotos</strong></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> 
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/ss-n-20/' title='SS-N-20'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/SS-N-20-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Míssil SS-N-20" title="SS-N-20" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/ss-n-20-1/' title='SS-N-20-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/SS-N-20-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Míssil SS-N-20" title="SS-N-20-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-16/' title='typhoon-16'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-16-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um SS-N-20 é disparado de um SSBN 941, durante exercícios" title="typhoon-16" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-15/' title='typhoon-15'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-15-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-15" title="typhoon-15" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-14/' title='typhoon-14'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-14" title="typhoon-14" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-13/' title='typhoon-13'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-13" title="typhoon-13" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-12/' title='typhoon-12'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-12" title="typhoon-12" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-11/' title='typhoon-11'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-11" title="typhoon-11" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-10/' title='typhoon-10'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-10" title="typhoon-10" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-9/' title='typhoon-9'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-9" title="typhoon-9" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-8/' title='typhoon-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-8" title="typhoon-8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-7/' title='typhoon-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-7" title="typhoon-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-6/' title='typhoon-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-6" title="typhoon-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-5/' title='typhoon-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-5" title="typhoon-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-4/' title='typhoon-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-4" title="typhoon-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-3/' title='typhoon-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-3" title="typhoon-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-2/' title='typhoon-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-2" title="typhoon-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/ssbn-941-akula-o-tubarao-sovietico/typhoon-1/' title='typhoon-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/typhoon-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="typhoon-1" title="typhoon-1" /></a>
</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="4" width="90%" bgcolor="#ffffff">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="77"></col>
<col span="1" width="179"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<th colspan="2" width="100%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Especificações</span></span></p>
</th>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Designação Soviética/Russa</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">941 Akula</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Designação OTAN</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Typhoon</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Início do Desenvolvimento</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Dezembro de 1973</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Projeto:</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Escritório Central de Projetos para Engenharia Marinha &#8220;Rubin&#8221;</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Projetista-chefe</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">S.H. Kovalev</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Construtores</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Estaleiro Nr. 402 Severodvinsk</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Período de Construção</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Março de 1977 a Setembro de 1989</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tempo de Serviço</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Dezembro de 1981 &#8211; Atualmente</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Número de Embarcações</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">7</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td rowspan="2" width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Armamento</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Sistema de lançamento D-19, contendo 20 mísseis R-39</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="70%" valign="top">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 tubos de torpedo de 650mm<br />
4 tubos de torpedo de 533mm</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%" height="26">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Propulsores</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 Reatores de água pressurizada, produzindo 190 MW cada<br />
2 turbinas a vapor de 50000 hp cada</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Propelentes</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">2 hélices de 7 pás de passo fixo</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Comprimento:</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">170-172 m </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Boca</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">23-23,3 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Calado</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">11-11,5 m</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Deslocamento</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Na Superfície: 23200-24500 ton<br />
Submerso: 33800-48000 ton</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Profundidade máxima de mergulho</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">500 metros</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Velocidade</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Superfície: 12-16 nós<br />
Submerso: 25-27 nós</span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tripulação</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">150 (50 oficiais)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="30%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tempo de missão</strong></span></span></p>
</td>
<td width="70%">
<p class="western"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">90-120 dias</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Coréia do Norte &#8211; O fim das negociações</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 14:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[14  de abril de 2009 Em um comunicado divulgado horas depois de o Conselho de Segurança da ONU ter condenado o lançamento de um foguete no início deste mês, o governo da Coreia do Norte afirmou nesta terça-feira que retomará &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/coreia-do-norte-o-fim-das-negociacoes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>14  de abril de 2009</p>
<p>Em um comunicado divulgado horas depois de o Conselho de Segurança da ONU ter condenado o lançamento de um foguete no início deste mês, o governo da Coreia do Norte afirmou nesta terça-feira que retomará seu programa nuclear e não participará mais de negociações sobre o desmantelamento de suas instalações atômicas.</p>
<p class="western" style="text-align: center;"></p>
<p class="western" align="justify">&#8220;A Coreia do Norte rejeita a ação injusta do Conselho de Segurança da ONU, que deliberadamente infringe a soberania do país e agride a dignidade do povo coreano&#8221;, diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores do país divulgado pela agência estatal KCNA.</p>
<p class="western" align="justify">O documento ainda afirma que o país não participará mais das negociações de seis partes (que ainda incluem Estados Unidos, China, Coreia do Sul, Rússia e Japão) sobre o fim de seu programa atômico e que irá restaurar suas instalações nucleares.</p>
<p class="western" align="justify">&#8220;A Coreia do Norte irá reforçar de todas as maneiras seu poder nuclear para autodefesa. Também tomará medidas para restaurar o estado original de suas instalações nucleares que foram desmanteladas por causa do acordo de seis partes&#8221;, diz o documento.</p>
<p class="western" align="justify"><strong>Conselho de Segurança</strong></p>
<p class="western" align="justify">Horas antes, nesta segunda-feira, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou de modo unânime o lançamento de um foguete, no último dia 5 de abril, pela Coreia do Norte.</p>
<p class="western" align="justify">Em um comunicado conjunto, os 15 membros do CS afirmaram ainda que irão reforçar as sanções contra a Coreia do Norte por causa do lançamento &#8211; que EUA, Japão e Coreia do Sul suspeitam que, na verdade, tenha sido o teste de um míssil de longo-alcance.</p>
<p class="western" align="justify">O governo de Pyongyang, no entanto, afirma que o lançamento tinha &#8220;fins pacíficos&#8221; e que o foguete carregava um satélite de telecomunicações.</p>
<p class="western" align="justify">O fato de o CS ter lançado um comunicado conjunto &#8211; apesar das restrições anteriormente manifestadas por China e Rússia &#8211; aumentou as esperanças de que as negociações de seis partes pudessem ser retomadas, o que foi rejeitado agora por Pyongyang.</p>
<p class="western" align="justify">Mesmo assim, segundo o correspondente da BBC em Seul, John Sudworth, apesar de o comunicado de Pyongyang ser forte, já houve outros contratempos nas negociações sobre o programa nuclear norte-coreano nos últimos seis anos.</p>
<p class="western" align="justify">Segundo Sudworth, muitos membros da comunidade diplomática acreditam que ainda há espaço para negociações e que a Coreia do Norte ainda pode ser persuadida a voltar a elas.</p>
<p class="western" align="justify">Fonte: BBC News</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>USS George Washington, o primeiro SSBN do mundo</title>
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		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/uss-george-washington-o-primeiro-ssbn-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[SSBN]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos Nucleares]]></category>
		<category><![CDATA[US Navy]]></category>

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		<description><![CDATA[ A guerra submarina foi modificada drasticamente em 1954, em favor dos EUA, com o surgimento do USS Nautilus, o primeiro submarino de propulsão nuclear do mundo. Enormes distância poderiam ser percorridas sem a necessidade de reabastecimento e o mais importante, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/uss-george-washington-o-primeiro-ssbn-do-mundo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A guerra submarina foi modificada drasticamente em 1954, em favor dos EUA, com o surgimento do USS Nautilus, o primeiro submarino de propulsão nuclear do mundo. Enormes distância poderiam ser percorridas sem a necessidade de reabastecimento e o mais importante, poderiam ser percorridas totalmente em submersão. </span></p>
<p class="western" align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Agora, os EUA mais uma vez se colocavam na vanguarda, desta vez criando um novo e terrível aprimoramento da arma submarina, a capacidade de transportar e lançar misseis nucleares balísticos de longo alcance. Com este aprimoramento, os EUA poderiam agora lançar ataques nucleares furtivos contra o inimigo, de qualquer parte do globo.</span></p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 31 de dezembro de 1957, o então presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower, autorizou a conversão de dois submarinos da classe “Skipjack”, para serem empregados como plataformas de lançamento de misseis FBM. Como a US Navy se comprometeria em respeitar o cronograma de lançamento destes submarinos, em 11 de fevereiro de 1958, a marinha decidiu por estender então o prazo para o lançamento de dois submarinos desta classe (que permaneceriam com as configurações originais), o USS Scorpion (SSN-589) e o não iniciado USS Sculpin (SSN-590).</span></p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Estes primeiros submarinos com capacidade para o transporte de misseis eram essencialmente submarinos Skipjack com o casco alongado, tendo um compartimento inserido entre as áreas de controle de navegação e a reator nuclear. Estes compartimentos se tratavam dos novos receptáculos “Sherwood Forest”, de 40 metros (130 pés). Assim como o USS Scorpion, os dois primeiros cascos alongados também foram construídos nas instalações da <em>Eletric Boat</em>, em Groton, Connecticut.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_446" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn598-col.jpg"><img class="size-medium wp-image-446" title="ssbn598-col" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn598-col-300x181.jpg" alt="USS George Washington - SSBN-598" width="300" height="181" /></a><p class="wp-caption-text">USS George Washington - SSBN-598</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">Por se tratarem de embarcações diferentes, os submarinos foram designados “Classe 598”, uma vez que o primeiro submarino deste tipo, o USS George Washington, recebeu a designação SSBN-598.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O termo SSBN refere-se à “<em>Ship Submersible Ballistic (Nuclear)</em>” (Embarcação Submergível Balística, com propulsão nuclear).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">O segundo submarino, o USS Patrick Henry, recebeu a designação SSBN-599.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Além destes, outros três submarinos foram encomendados, cada um destes construído em um estaleiro diferente: </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">USS Theodore Roosvelt (SSBN-600), construído nas instalações da Mare Island Naval Shipyard;</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">USS Robert E Lee (SSBN-601), construído nas instalações da Newport News Shipbuilding and Drydock Company; </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_441" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn-602.jpg"><img class="size-medium wp-image-441" title="ssbn-602" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn-602-300x99.jpg" alt="SSBN-602" width="300" height="99" /></a><p class="wp-caption-text">SSBN-602</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">USS Abraham Lincoln (SSBN-602), construído nas instalações da Portsmouth Naval Shipyard.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Na verdade, a autorização formal para a construção dos três primeiros submarinos foi assinada em 12 de fevereiro de 1958, através do Ato de Apropriação Suplementar FY 58. A construção no entanto já havia sido iniciada em janeiro de 1958, usando fundos “desviados&#8217; de outros programas da US Navy. </span></p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Em 1º de julho de 1958, os EUA criaram o “Décimo Quarto Esquadrão Submarino.</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Pouco tempo depois, em 29 de julho de 1958, a construção dos dois últimos submarinos foi autorizada.</span></p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_442" class="wp-caption alignright" style="width: 237px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/a-1_01.jpg"><img class="size-medium wp-image-442" title="a-1_01" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/a-1_01-227x300.jpg" alt="ICBM POLARIS A1, durante testes de lançamento" width="227" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">ICBM POLARIS A1, durante testes de lançamento</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">O USS George Washington (SSBN-598) iniciou sua primeira patrulha estratégica em 15 de novembro de 1960, transportando 16 misseis POLARIS A1, com alcance de 1200 milhas náuticas. Sua missão foi encerrada no dia 21 de janeiro de 1961, em New London, Connecticut, escoltado pelo tender USS Proteus (AS-19). O SSBN-598 ficaria posteriormente baseado em Pearl Harbor.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_445" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn-599.jpg"><img class="size-medium wp-image-445 " title="ssbn-599" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn-599-300x142.jpg" alt="SSBN-599" width="300" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">SSBN-599</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">O USS Patrick Henry (SSBN-599) partiu em sua primeira missão no dia 31 de janeiro de 1961, encerrando-a no dia 8 de março do mesmo ano, tendo como acompanhante o mesmo USS Proteus. O SSBN-599 foi então enviado à base americana de Holy Loch, na Escócia.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_443" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn598.jpg"><img class="size-medium wp-image-443" title="ssbn598" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssbn598-300x151.jpg" alt="USS George Washington - SSBN-598" width="300" height="151" /></a><p class="wp-caption-text">USS George Washington - SSBN-598</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif"></p>
<p class="western" align="justify">Em 2 de junho de 1964, o USS George Washington (SSBN-598), chegou à Charleston, Carolina do Sul, onde teve seus misseis POLARIS A1 removidos, seguindo então para as instalações da General Dynamics, Electric Boat Division, em Groton, Connecticut, onde receberia as modificações necessárias para operar os novos POLARIS A3.</p>
<p></font></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O USS Abraham Lincoln (SSBN-602) foi o último a ter removidos seus misseis POLARIS A1, em 14 de outubro de 1965.</span></p>
<p class="western" align="justify">
<span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No início dos anos de 1980, por conta dos tratados SALT II, os submarinos SSBN-598 </span><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">George Washington</span></em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">, SSBN-599 </span><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Patrick Henry</span></em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> e SSBN-601 </span><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Robert E Lee</span></em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> tiveram seus misseis removidos e foram reclassificados como submarinos de ataque, função em que serviram até seu descomissionamento.</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O USS George Washington foi descomissionado em 1985.</span></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Dados Técnicos:</strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="4" width="90%">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="77"></col>
<col span="1" width="179"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Construtores:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">General Dynamics Electric Boat Division; Newport News Shipbuilding; Mare Island; Portsmouth Naval Shipyard</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Propulsores:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">Reator nuclear de água pressurizada S5W acoplado a duas turbinas, desenvolvendo 15000 shp.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Comprimento:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">115,6 metros (381.6 feet)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Boca:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">10 metros (33 feet)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Deslocamento:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">Vazio 5400 tons<br />
Superfície: 5959-6019 tons<br />
Submergido: 6709-6888 tons</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Velocidade:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">Superfície: 20 knots<br />
Submergido: 25 knots</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Profundidade Testada:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">212 metros (700 feet)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western"><strong>Armamento:</strong></p>
</td>
<td width="70%" bgcolor="#ffffff">
<p class="western">16 misseis Polaris<br />
6 tubos de torpedo 21 pol.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>M103 &#8211; A resposta dos EUA ao IS-3</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 14:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[Infantaria]]></category>
		<category><![CDATA[Tanques]]></category>

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		<description><![CDATA[O tanque Pesado M103, com suas 65 toneladas, foi o mais pesado e mais armado tanque em serviço no US Army e nos US Marines durante a Guerra Fria Foi produzido pela Detroit Arsenal Tank Plant (a primeira planta nos &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/m103-a-resposta-dos-eua-ao-is-3/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></p>
<div id="attachment_438" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/m103-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-438" title="m103-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/m103-2-300x194.jpg" alt="MBT M103" width="300" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">MBT M103</p></div>
<p><font face="Verdana, sans-serif">O tanque Pesado M103, com suas 65 toneladas, foi o mais pesado e mais armado tanque em serviço no US Army e nos US Marines durante a Guerra Fria Foi produzido pela Detroit Arsenal Tank Plant (a primeira planta nos EUA criada para produzir propriamente tanques em massa). A primeira unidado do M103 foi aceita para o serviço no ano de 1957. Os últimos remanescentes do M103 permaneceram na ativa até 1974. A produção no entanto mal chegou às 400 unidades.</p>
<p></font></span> </p>
<p> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/m103-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-437" title="m103-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/m103-1-300x148.jpg" alt="m103-1" width="300" height="148" /></a>O M103 (assim como seu “primo” britânico Conqueror) foi criado em resposta aos novos e poderosos tanques soviéticos IS 3. Entretanto, apesar de todo seu poder, nunca foi usado em combate.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/m103_niemcy_1959_05.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-435" title="m103_niemcy_1959_05" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/m103_niemcy_1959_05-300x187.jpg" alt="m103_niemcy_1959_05" width="300" height="187" /></a>As variantes posteriores do M103 utilizaram muitos componentes dos tanques M47, M48 e M60, sendo que todos estes são considerados tanques médios. Lagartas, roletes e elementos de suspensão eram os mesmos, apenas com algumas modificações levando-se em conta o peso do M103. Já a transmissão e a motorização não recebiam modificações, impedindo assim que fosse obtida alguma potência extra, necessária para a movimentação do seu enorme peso, como resultado o tanque era relativamente sub propulsionado e o sistema de movimentação muito fraco.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Variantes:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103</strong> (criação 1957) 400 unidades produzidas</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103A1</strong> (criação 1959) 219 unidades convertidas. Novo sistema de mira (Steroscopic T52) e novo computador balístico T33. Uma metralhadora coaxial foi removida. Novo sistema elétrico para a torre. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103A2</strong> (criação 1964) 153 unidades convertidas. Adoção do motor diesel de 750 HP utilizado no M60, possibilitando assim de atingir até 480 km de alcance, porém a velocidade máxima não ultrapassava os 37 km/h. Novo sistema de mira XM2A</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Dados Técnicos</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Serviço:</strong> 1957 &#8211; 1974</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Fab</strong></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>ricante:</strong> Chrysler</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Unidades Produzidas:</strong> 400</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Variantes:</strong> M103A1, M103A2</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/dmm103-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-436" title="dmm103-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/dmm103-1-300x176.jpg" alt="dmm103-1" width="300" height="176" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Especificações:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Peso 65 toneladas</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Comprimento:</strong> 6,99 m</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Largura:</strong> 3.76 m</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Altura:</strong> </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">3.23 m</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Tripulação:</strong> 5 (comandante, artilheiro, piloto, 2 municiadores)</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Armamento Principal:</strong> Um canhão M58 de 120 mm, 34 projéteis</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Armamento Secundário:</strong> Duas metralhadoras M1919A4E1, calibre .30pol coaxiais e </span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Uma metralhadora M2 AA calibre .50</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Motorização:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103 e M103A1:</strong> Um motor Continental AV-1790, à gasolina, 12 cilindros, refrigerado a ar, desenvolvendo 810 hp.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103A2:</strong> Um motor Continental AVDS-1790-2, Diesel, 12 cilindros em V, refrigerado a ar, com TurboCharger duplo, desenvolvendo 750 hp.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Potência/Peso:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103:</strong> 12,4 hp/ton</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103A2:</strong> 11,5 hp/ton</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Transmissão:</strong>General Motors CD-850-4A ou 4B, 2 marchas à frente, 1 a ré</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Combustível:</strong> 710 litros</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Alcance Operacional:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103:</strong> 130 km</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103A2:</strong> 480km</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Velocidade:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103:</strong> 40 km/h (25 mph)</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>M103A2:</strong> 37 km/h (23 mph)</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Blindagem</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Casco:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Frontal:</strong> 100 a 130 mm</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Lateral:</strong> 76 mm. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Teto:</strong> 25 mm</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Torre:</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Traseira e união com casco:</strong> 250 mm</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Frontal:</strong> 180 mm </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Lateral:</strong> 76 mm </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Teto:</strong> 38 mm </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Fontes:</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Wikipédia</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">AFVDB &#8211; Americam Fighting Vehicle Data Base</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Battletanks</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Pancernika</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Global Security</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Patton-mania</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Submarino, a arma duplamente letal</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 15:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[Nautilus]]></category>
		<category><![CDATA[SSBN]]></category>
		<category><![CDATA[SSN]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos Nucleares]]></category>
		<category><![CDATA[URSS]]></category>

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		<description><![CDATA[ Desde o início do Século XX, o submarino era extremamente temido. Tamanho era o temor de um ataque submarino, que quando do confronto de 1905 entre a Rússia Imperial e o Japão, a marinha imperial russa mandou pintar silhuetas de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/submarino-a-arma-duplamente-letal/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Desde o início do Século XX, o submarino era extremamente temido. Tamanho era o temor de um ataque submarino, que quando do confronto de 1905 entre a Rússia Imperial e o Japão, a marinha imperial russa mandou pintar silhuetas de submarinos nos cascos de seus navios, temorizando enormemente os comandantes inimigos quanto a presença de submarinos. </span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mais tarde, durante a grande Guerra (1914-1918), o emprego em larga escala da arma submarina, principalmente por parte da Alemanha, levou as marinhas de guerra a repensarem suas estratégias. Mas as restrições tecnológicas da época também restringiam o emprego em maior escala destas armas. Foi com o advento da Segunda Guerra Mundial que o mundo realmente constatou, de forma assustadora, o poderio destrutivo do submarino. </span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No entanto, estas máquinas não eram letais somente para seus inimigos, elas eram letais também para suas tripulações. Da mesma maneira que ocorreu na Grande Guerra, no decorrer da Segunda Guerra Mundial foram desenvolvidas medidas anti-submarinos, que se comprovam no altíssimo índice de perdas destas embarcações na segunda metade da guerra.</span> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<div id="attachment_422" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssn-571.jpg"><img class="size-medium wp-image-422" title="ssn-571" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssn-571-223x300.jpg" alt="USS Nautilus - SSN 571" width="223" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">USS Nautilus - SSN 571</p></div>
<p class="western" align="justify">Em 1954, já na Guerra Fria, a guerra submarina seria transformada mais uma vez, a partir do comissionamento do submarino americano USS Nautilus (SSN-571), o primeiro submarino de propulsão nuclear do mundo. Este novo tipo de propulsão possibilitava percorrer gigantescas distâncias sem sequer precisar subir à superfície. Logo a URSS também criaria seus submarinos nucleares, uma medida necessária no contexto político/militar da época.</p>
<p> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O avanço da tecnologia também permitiu que estas novas belonaves pudessem submergir a profundidades cada vez maiores, dando maior proteção de navegação a elas.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Porém, este novo tipo de submarino também estava sujeito a falhas, e o pior de tudo, agora as tripulações corriam mais riscos, as chances de sobreviver em caso de acidentes em grandes profundidades é ínfima, e existia também um risco aterrorizante, o da contaminação radioativa. Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos da América perderam oficialmente dois submarinos nucleares, enquanto que a União Soviética perdeu três destas embarcações.</span> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<div id="attachment_424" class="wp-caption alignright" style="width: 243px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssn-593.jpg"><img class="size-medium wp-image-424" title="ssn-593" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssn-593-233x300.jpg" alt="USS Thresher - SSN-593" width="233" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">USS Thresher - SSN-593</p></div>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">No dia 10 de abril de 1963, o USS Thresher (SSN-593) afundou, durante testes de submersão em grande profundidade. Seis dias depois, o submarino foi encontrado, a 2560 metros de profundidade, toda a tripulação (129 pessoas) morreu.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<div id="attachment_423" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssn-589.jpg"><img class="size-medium wp-image-423" title="ssn-589" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/ssn-589-300x249.jpg" alt="USS Scorpion - SSN-589" width="300" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">USS Scorpion - SSN-589</p></div>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify">Em 22 de maio de 1968 foi a vez do segundo submarino americano, o USS Scorpion (SSN-589), desaparecer. As razões nunca foram reveladas. Dois anos depois o submarino foi encontrado, repousando a 4000 metros de profundidade. 83 pessoas morreram.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<div id="attachment_421" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/november-class.jpg"><img class="size-medium wp-image-421" title="november-class" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/november-class-300x139.jpg" alt="Submarino Soviético Classe November*" width="300" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">Submarino Soviético Classe November*</p></div>
<p class="western" align="justify">A União Soviética perdeu seu primeiro submarino nuclear no dia 10 de abril de 1970. O K-8 (Classe November), teve sérios problemas quando finalizara um exercício de combate. Parte da tripulação foi levada a bordo do navio de escolta, que o acompanhava. Na manhã do dia 11 de abril, o K-8 ficou totalmente inoperante e afundou, levando 52 homens para o fundo do mar, numa profundidade de 4680 metros. Os detalhes não foram revelados, até 1991, quando com o fim da URSS, diversos documentos secretos foram revelados.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<div id="attachment_418" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/yankee-class.jpg"><img class="size-medium wp-image-418" title="yankee-class" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/yankee-class-300x84.jpg" alt="Submarino Soviético Classe Yankee*" width="300" height="84" /></a><p class="wp-caption-text">Submarino Soviético Classe Yankee*</p></div>
<p class="western" align="justify">O K-219 (Classe Yankee) afundou em outubro de 1986, após uma explosão num dos compartimentos de misseis. O capitão não tendo outra alternativa, ordenou abandonamento do barco. Na manhã do dia 06 de outubro, o submarino entrou em colapso total, e afundou. 4 tripulantes morreram em virtude da explosão.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<div id="attachment_420" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/mike-class.jpg"><img class="size-medium wp-image-420 " title="mike-class" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/mike-class-300x176.jpg" alt="Komsomlets K-278 - Classe Mike*" width="300" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">Komsomolets K-278 - Classe Mike*</p></div>
<p class="western" align="justify">E em abril de 1989, o K-278 (Classe Mike) teve problemas elétricos, fazendo com que o submarino afundasse. Levou 41 tripulantes e o capitão ao fundo do mar. 30 tripulantes foram resgatados, mas 5 deles mortos.</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<div id="attachment_419" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/komsomolets-foto003.jpg"><img class="size-medium wp-image-419" title="komsomolets-foto003" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/komsomolets-foto003-300x275.jpg" alt="Naufrágio do K-278" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Naufrágio do K-278</p></div>
<p class="western" align="justify"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<div id="attachment_426" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/oscar_class_submarine_3.jpg"><img class="size-medium wp-image-426" title="oscar_class_submarine_3" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/oscar_class_submarine_3-300x236.jpg" alt="Submarino Classe Oscar II*, da mesma classe do K-141 Kursk" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">Submarino Classe Oscar II*, da mesma classe do K-141 Kursk</p></div>
<p> Provavelmente o mais famoso acidente com um submarino nuclear seja o do russo K-141 Kursk (já após a Guerra Fria), que afundou no dia 12 de agosto de 2000, sob circunstâncias no mínimo estranhas. O submarino afundou a uma profundidade de apenas 108 metros, toda a tripulação de 118 homens morreu. Os russos afirmam que toda a tripulação morreu instantes após o naufrágio, outras fontes afirmam que parte dos tripulantes sobreviveu por horas, na popa no submarino.</p>
<p> <span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Após o lançamento de um míssil, ocorreu uma explosão na proa, captada pelos centros de sismologia, com força de 1,5 Richter (potência em torno de 100-150kg de TNT), sugere-se que foi um torpedo que auto-detonou, colisão com outro submarino ou diversionismo!</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Poucos minutos após, outra explosão foi sentida, só que com potência muito superior (captada como tendo 3.5 richter (equivalente a mais de 3 toneladas de TNT)</span></p>
<p class="western" align="justify">A Rússia inicialmente não aceitou ajuda internacional, mas não conseguiu resgatar a embarcação(muito provavelmente, todos já estavam mortos, o mar estava gélido e não havia mais nenhum sistema de suporte ativo,além do que, uma explosão equivalente a 3+ toneladas de TNT, nessas condições é extremamente letal).</p>
<p class="western" align="justify"> </p>
<div class="mceTemp"> </div>
<div id="attachment_425" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/k-141-kursk.jpg"><img class="size-medium wp-image-425 " title="k-141-kursk" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/k-141-kursk-300x199.jpg" alt="O K-141 Kursk, após ser resgatado, no estaleiro de Roslyakovo" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">O K-141 Kursk, após ser resgatado, no estaleiro de Roslyakovo</p></div>
<p>Posteriormente uma equipe holandesa conseguiu chegar ao submarino e resgatar os corpos de 115 tripulantes. Em 2001 o submarino foi retirado de seu repouso e foi submetido a análises.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="western" align="center"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
</span><br />
* A nomenclatura dos submarinos soviéticos apresentados é a nomenclatura Padrão OTAN</p>
<p class="western">Texto: Adriano De Toni<br />
Fontes diversas</p>
<p class="western"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>MBT Osório &#8211; Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 10:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[ Tudo começou no início dos anos 80. O Exército Saudita começara a estudar propostas para um novo carro de combate, a fim de complementar seu arsenal, e no futuro substituir os carros AMX-30, franceses. Portanto, se tornaria espinha dorsal da &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> Tudo começou no início dos anos 80. O Exército Saudita começara a estudar propostas para um novo carro de combate, a fim de complementar seu arsenal, e no futuro substituir os carros AMX-30, franceses. Portanto, se tornaria espinha dorsal da cavalaria saudita. Como o equilíbrio de forças no Oriente Médio sempre foi muito delicado, os exércitos daqueles países tendem a ser enormes. No caso da Arábia Saudita, favorecida pelas suas grandes exportações de Petróleo, poderiam comprar os melhores equipamentos possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo apontava para a compra dos Leopard 2 alemães, que estavam entrando em produção para o exército alemão. Esse veículo era extremamente confiável, e uma geração à frente do Leopard atualmente usado pelo Exército Brasileiro. Entretanto, o governo da Alemanha Ocidental (lembre-se, são os anos 80, existem duas Alemanhas) recusou-se a vender os Leopard 2, alegando que não poderia vender armas avançadas a países de fora da OTAN.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso deixou os árabes com as calças na mão, não sabendo onde recorrer para obter um veículo de ponta, que pudesse ser-lhes entregue em grandes quantidades. Para os entendidos de mercado, isso é uma oportunidade de ouro, coisa que foi percebida aqui no Brasil. Entra em cena a Engesa.</p>
<p style="text-align: justify;">A Engesa (Engenheiros Especializados S/A) era a maior fabricante de blindados da América Latina. Estava obtendo sucesso com dois de seus produtos, os carros Cascavel e Urutu, usados pelo Exército Brasileiro e exportados, principalmente para o Oriente Médio, onde tomaram parte na guerra Irã-Iraque. Naqueles anos, eles viviam sua melhor fase. Sabendo da oportunidade, os brasileiros se agitaram, pensando em apresentar aos sauditas um tanque genuinamente brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretando, a Engesa ainda não desenvolvera nenhum veículo blindado sobre lagartas, e no caso do projeto, um MBT (Main Batlle Tank), eles possuíam experiência nula. Isso seria o equivalente a um fabricante de motocicletas querer construir um carro. Ainda por cima seu pessoal estava ocupado com outros projetos, o que tornaria difícil o desenvolvimento de um projeto deste porte, que demandaria quase todo o pessoal da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, eles decidiram por comprar algum projeto desenvolvido em outra empresa e construí-lo aqui, para mostrá-los aos Sauditas. Surgiu então uma proposta da empresa Alemã Tyssen-Henschel, que possuía um projeto chamado Leopard 3 e que estaria disposta a negociá-lo para os brasileiros. Só que o projeto era de um veículo de combate de infantaria muito semelhante ao TAM argentino, bem distante do conceito MBT. Os alemães recusaram-se a vender qualquer outra coisa senão o Leopard 3, o que tornara a negociação inviável, pois esse veículo pertencia a outro nicho, incapaz de competir com verdadeiros MBTs como o M1A1 Abrams americano.</p>
<p style="text-align: justify;">A recusa da parte dos brasileiros, os levou de volta a estaca zero. Uma segunda oportunidade apareceu novamente na Alemanha, pois a Porsche se interessou em desenvolver um MBT junto com a empresa brasileira. A Porsche possuía experiência nesse tipo de blindados, e para os brasileiros, seria um ótimo aprendizado. Mas, novamente a parceria não deu certo, dessa vez por determinação do governo alemão, que ordenou que a Porsche cancelasse o projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao ponto de partida, a Engesa tomou a decisão mais corajosa que se podia esperar: Decidiu desenvolver, por ela mesma o projeto do MBT. Nesse quadro, e pensando ter tido negociações satisfatórias com o EB, a Engesa determinou a seus engenheiros que desenvolvessem um projeto de MBT de 42 ton, vindo a investir US$ 50 milhões ao todo. Como haviam ao fundo pesadas mudanças políticas, o MBT EE-T1 Osório nem chegou a pertencer ao Exército Brasileiro, embora pudesse ter vindo a receber 1 Osório a cada 10 vendidos à Arábia Saudita, caso a Engesa tivesse vencido tal concorrência.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas as cifras não puderam ser obecedidas, o custo do projeto chegaria a US$ 100 milhões, gastos entre a concepção e os 3 primeiros e únicos protótipos (P-0, P-1 e P-2). O MBT EE-T1 Osório, nome dado em homenagem ao patrono da Cavalaria do Exército Brasileiro, tinha um design bastante avançado e sofisticado, com excelentes poder de fogo e mobilidade.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">A tecnologia obtida junto a fornecedores de diferentes origens era a melhor da época. Tanto que já contava com computador no controle de tiro, telêmetro laser e todo o sistema de armas era de primeira linha. O EE-T1 Osório foi oferecido ao mercado em 2 versões, as quais visavam atender a clientes de patamares financeiros diferentes A versão com canhão de 105 mm, mais acessível, seria a versão padrão para o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A versão com canhão de 120 mm e optrônicos mais avançados seria a direcionada para a concorrência da já rica exportadora de petróleo Arábia Saudita. O P-2 deveria ter recebido o nome EE-T2, mas isso nem chegou a acontecer, formalmente, tendo recebido um nome árabe, que era Al Fhad.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos táticos, tinha a vantagem de possuir uma silhueta baixa, o que somente o revelava ao inimigo a uma distancia inferior a 1 milha. Devido à poderosa e inovadora blindagem, seu baixo peso e motorização excelente lhe conferiam a melhor mobilidade da época nos mais adversos terrenos, próprio para engajamento a longas distâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">A euforia brasileira foi enorme. O contrato chegou a ser preparado com previsão de se construir inclusive uma linha de montagem na Arábia Saudita. Militares Sauditas vieram ao Brasil para receber treinamento em tecnologia de blindados (de repente um país que já fora essencialmente agrícola exportava tecnologia bélica). O Exército Brasileiro estava exultante, pois o contrato incluía no preço final um acréscimo de 10% para o Exército Brasileiro (assim, a cada dez unidades vendidas para os sauditas uma seria entregue ao Exército Brasileiro, paga pelos Árabes).</p>
<p style="text-align: justify;">O negócio era da ordem de 7,2 bilhões de dólares. Cada unidade do Osório de série custaria 1,2 milhão de dólares. O sucesso do Osório não tinha limites: Não satisfeito, em 1988 no Abu Dhabi, numa espécie de revanche o Osório tornou a derrotar os mesmos três adversários acrescidos do C-1 Ariete Italiano, mostrando que, no cenário mundial, o Osório era o veículo a ser batido. O mundo curvava-se ao poder brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O único veículo de sua categoria contra o qual o Osório não competiu foi contra os tanques russos. Eram os tempos de guerra fria, e não haviam muitos tanques russos por aí para se fazer comparativos. De qualquer forma, apanhando-se o melhor MBT russo da época contra o Osório, teríamos no mínimo um embate impressionante. Para atender a essa futura demanda, a Engesa planejava expandir seu parque em cerca de 1.200 metros quadrados, aumentar seu maquinário, expandir seu quadro em 500 ou mais funcionários, trazendo empregos, divisas e tecnologia. A vitória e as vendas para os sauditas eram dadas como certas, e uma pré-série começava a ser construída, para exportação.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros mercados ainda eram sondados: O Iraque se interessou no veículo (se o tivesse comprado, certamente os Abrahams teriam tido um bom trabalho para avançar pelo Iraque), tendo inclusive o ministro da defesa iraquiano vindo ao país para conhecer o carro. A Alemanha também mandou seu ministro para ver o que a recusa deles havia provocado.</p>
<p style="text-align: justify;">O EB continuou a prestar apoio e aval ao projeto, materializado, inclusive, com a ida do então ministro do Exército, general Leonidas Pires Gonçalves, à Arábia Saudita.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Quando o excelente e bilionário negócio parecia estar prestes a ser concretizado, revelou-se a faceta real deste tipo de mercado, a ENGESA desdenhara ou ingenuamente ignorava: o peso político dos Estados Unidos (que também providenciou apoio financeiro para a venda do Abrams) determinou o vencedor. Pressionada por situações conflituosas e cercada de potenciais inimigos, a dinastia saudita depositou sempre a sua continuidade, num apoio de Washington, em casos extremos, apesar de toda a sua capacidade bélica. Isso ficaria evidenciado em 1991, aquando a invasão do Kuwait pelo Iraque, o que representou o nocaute fatal nas pretensões da ENGESA.</p>
<p style="text-align: justify;">O Governo brasileiro ainda tentou apoiar a Engesa, mas o peso das dívidas foi insuportável, e levou-a à falência e à extinção de 6.000 empregos, em fevereiro de 1990, com dívidas de impressionantes US$ 507 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquela ocasião, vários veículos então na linha de montagem nem sequer foram terminados e a maioria foi vendida como sucata, caso até do P-3 da Arábia Saudita, que seria o máximo da série toda. Com isso, o EB voltou a adquirir material de segunda mão, velhos projetos, inclusive americanos, com os quais trata até hoje, em extensa defasagem tecnológica e operacional.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"> </p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Além do caso do Osório, diversos outros projetos foram perdidos por não contarem com um forte mercado nacional, que forneceria a base firme para o futuro de qualquer empresa do ramo.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"> </p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-turret/' title='MBT Osorio-Turret'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-Turret-150x150.gif" class="attachment-thumbnail" alt="Diagrama das duas torres desenvolvidas par ao Osório EE T-1 MBT" title="MBT Osorio-Turret" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-1/' title='MBT Osorio-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-1" title="MBT Osorio-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-2/' title='MBT Osorio-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-2" title="MBT Osorio-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-3/' title='MBT Osorio-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-3" title="MBT Osorio-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-4/' title='MBT Osorio-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-4" title="MBT Osorio-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-5/' title='MBT Osorio-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-5" title="MBT Osorio-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-6/' title='MBT Osorio-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-6" title="MBT Osorio-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-7/' title='MBT Osorio-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Osório EE T-1 MBT, aqui com canhão de 105mm" title="MBT Osorio-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-8/' title='MBT Osorio-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Osório EE T-1 MBT durante fase de testes no litoral brasileiro" title="MBT Osorio-8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-9/' title='MBT Osorio-9'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-9" title="MBT Osorio-9" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-10/' title='MBT Osorio-10'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="MBT Osorio-10" title="MBT Osorio-10" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-11/' title='MBT Osorio-11'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Osório EE T-1 MBT em fase de testes - nordeste brasileiro" title="MBT Osorio-11" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-12/' title='MBT Osorio-12'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Osório EE T-1 MBT em testes de fogo noturno" title="MBT Osorio-12" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/mbt-osorio-13/' title='MBT Osorio-13'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/04/MBT-Osorio-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto Publicitária - Osório EE T-1 MBT ao entardecer" title="MBT Osorio-13" /></a>

<p class="western" style="text-align: justify;"> </p>
<p>Fontes:<br />
DefesaBr<br />
Wikipédia<br />
MilitaryZone<br />
Armor Site (Fábio Prado)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/04/mbt-osorio-brasil/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>PanzerKampfWagem Maus</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 12:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Maus]]></category>
		<category><![CDATA[Panzer]]></category>
		<category><![CDATA[Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[Protótipo]]></category>
		<category><![CDATA[Wunder Waffen]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome “Maus” (camundongo), foi escolhido por ser a representação oposta ao verdadeiro tamanho deste tanque. Se este tanque tivesse sido produzido em série, teria sido o maior carro blindado já construído na história. Provavelmente esta era uma das “armas &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O nome “Maus” (camundongo), foi escolhido por ser a representação oposta ao verdadeiro tamanho deste tanque. Se este tanque tivesse sido produzido em série, teria sido o maior carro blindado já construído na história. Provavelmente esta era uma das “armas definitivas” que Hitler prometia ao povo, em seus discursos.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Ainda em 1942, Hitler atribuiu ao Dr. Ferdinand Porsche, a tarefa de projetar um verdadeiro “monstro”. O ‘Kampfkoloss” deveria ser armado com um canhão 7,5 cm KwK e um canhão 15 cm KwK, além de três MGs e ter uma blindagem bastante espessa. O fato do “Maus” transportar 200 projéteis para seu canhão 7,5cm KwK, esclarece o tamanho extremo da construção. Numa comparação, o panzer V “Panther” , também equipado com um canhão 7,5cm KwK, transportava 60 projéteis. Seu peso total chegava a 188 toneladas, o equivalente a 250% do peso de um “Jadgtiger”, que pesava 71 toneladas.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Tal peso tinha como conseqüência o consumo excessivo de gasolina e a baixa velocidade do veículo, mas existia ainda um outro problema, mais grave, mesmo a maioria das pontes ferroviárias mais fortes, tinham a capacidade máxima de carga em torno de 70 toneladas, o que tornava praticamente impossível ao “Maus” fazer a travessia de rios (somente algumas pontes na Alemanha suportariam tal carga), conseqüentemente, o “Maus” foi projetado para poder fazer a travessia submersa de cursos d’água, com até 8 metros de profundidade (ele seria puxado por outro Maus, através de cabos).</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O tanque tinha uma torre extremamente grande, saias espessas para proteção das lagartas e um consumo de combustível gigantesco. O sistema de movimentação era construído pela Skoda, a largura das lagartas chegava a 2/3 da largura total da estrutura. Para movimentar o tanque, a Daimler-Benz construiu um novo motor, com potência de 1200 CV, entretanto este motor não tinha força para movimentar as 188 toneladas na velocidade inicialmente planejada de 20 quilômetros horários. O tanque literalmente “rastejava”, atingindo uma velocidade máxima de 13 quilômetros horários.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mesmo se a guerra tivesse se estendido por vários meses, a Alemanha não teria recursos suficientes para produzir uma razoável força operacional deste gigante. O “Maus” correspondia mais a um “couraçado terrestre” do que a um carro de combate normal, não obstante, as novas cargas dos projéteis o tornava muito perigoso. Os dois protótipos iniciais receberiam o canhão 12,8cm Pak, que já era usado pelo “jadgtiger”. Este era o maior canhão antitanque de defesa já usado em uma guerra. Para os unidades posteriores, já estava projetado o uso do canhão 15 cm PaK e havia a possibilidade de se empregar o canhão 17 cm Pak. Inicialmente Porshe havia recebido o consentimento para produzir 150 unidades(!) deste tanque, o que foi posteriormente revisto, reduzindo este número para 11 unidades.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Até o final da guerra, somente duas unidades haviam sido produzidas, uma unidade em condições operacionais (V1) e uma segunda unidade ainda incompleta (V2), na qual faltava a torre e o motor. Sabe-se que foi emitida ordem para empregar a unidade operacional na defesa da unidade fabril, no entanto não existem relatos se chegou a entrar em combate. A única informação existente, é que sua tripulação destruiu o veículo (V1), utilizando cargas de explosivos. Seu casco ficou completamente destruído, enquanto que a torre pode ser “reconstituída”.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Ambas unidades foram capturadas pelo Exército Vermelho e enviadas à URSS, para testes. O Panzer “Maus” exposto no Museu de Blindados Kubinka, em Moscou, foi montado, utilizando a torre verdadeira (a torre foi só consertada externamente, seu interior está vazio) e o casco da unidade incompleta (V2). </span></p>
<p> </p>
<p>Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-14/' title='maus-14'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus, durante construção" title="maus-14" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-05/' title='maus-05'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-05-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1, durante testes. A torre ainda não estava concluída." title="maus-05" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-06/' title='maus-06'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-06-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus, durante testes. Note que não possui o tanque externo de combustível" title="maus-06" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-07/' title='maus-07'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-07-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus, durante testes" title="maus-07" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-11/' title='maus-11'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer &quot;Maus&quot; durante testes, provavelmente o V2" title="maus-11" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-12/' title='maus-12'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer &quot;MAUS&quot;, durante fase de testes. Note que a torre é apenas um simulacro" title="maus-12" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-08/' title='maus-08'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-08-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1, durante testes" title="maus-08" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-09/' title='maus-09'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-09-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1, durante testes" title="maus-09" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-01/' title='maus-01'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1" title="maus-01" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-04/' title='maus-04'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-04-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1, durante fase final de testes." title="maus-04" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-03/' title='maus-03'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-03-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1, durante fase final de testes." title="maus-03" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-02/' title='maus-02'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-02-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1, durante fase final de testes." title="maus-02" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-13/' title='maus-13'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer Maus V1. O Veículo foi destruído pela sua tripulação." title="maus-13" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/panzerkampfwagem-maus/maus-10/' title='maus-10'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/maus-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Panzer Maus quando de seu envio à URSS" title="maus-10" /></a>

<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Tipo/Função: Tanque Super Pesado<br />
Variantes: V</p>
<p><strong>Dados Técnicos: </strong><br />
Propulsão: Um motorDaimler-Benz MB509 Otto (1080CV) ou MB517 Diesel (120CV), 12 cilindros em V, refrigerado a água</p>
<p>Peso: 188 ton<br />
Capacidade de Combustível: 2700 litros (tanque interno)+1500 litros (tanque auxiliar externo)<br />
Consumo (litros/100km): 1400 (estrada) / 3100 (fora de estrada)<br />
Alcance: 192-300km (estrada) / 87-135km (fora de estrada)<br />
Vel. Máxima : 20 km/h (planejado) 13 km/h (em testes)</p>
<p>Blindagem:<br />
• Corpo:<br />
o Frontal: 200 mm/35°<br />
o Frontal do Artilheiro: 200 mm/55°<br />
o Lateral Inferior: 180+100 mm/90°<br />
o Lateral Superior: 180 mm/90°<br />
o Traseira: 180 mm/52-60°<br />
o Superior: 40-100 mm/0°<br />
o Assoalho: 40-80 mm/0°</p>
<p>• Torre :<br />
o Frontal: 240mm /aredondada<br />
o Lateral: 200 mm/60°<br />
o Traseira: 200 mm/83°<br />
o Superior: 40 mm/0°</p>
<p>Qtde. Fabricada :2 unidades (1 totalmente operacional)<br />
Tripulação: 6</p>
<p>Armamento Principal: Um canhão 12,8 cm KwK (Pak) 44 L/55 (apenas para o primeiro protótipo) Um canhão 15 cm KwK 44 L/38 (50) (produção em série)</p>
<p>Armamento secundário: Um canhão 7,5 cm KwK 44 L/36,5</p>
<p>Armamento anti-aéreo: Duas metralhadoras Mg 34, de 7,92mm</p>
<p>Munição: 32 projéteis 12,8 cm &#8211; protótipo (50 projéteis 15 cm &#8211; produção em série)<br />
200 projéteis 7,5 cm; 1000 projéteis 7,92mm</p>
<p>Pressão no solo: 1,45 kg/cm² (18,6 PSI)</p>
<p>Dimensões:<br />
o Comprimento Total: 10080 mm<br />
o Comprimento sem canhão: 9030 mm<br />
o Projeção do canhão: 1050 mm<br />
o Largura Total: 3670 mm<br />
o Circunferência da Torre Ø: 3000 mm<br />
o Altura Total : 3660 mm<br />
o Largura da lagarta: 1100 mm<br />
o Contato com solo: 5880 mm<br />
o Afastamento do solo: 570 mm</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vala Comum é descoberta na Eslovênia</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/vala-comum-e-descoberta-na-eslovenia/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 00:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Eslovênia]]></category>
		<category><![CDATA[Vala Comum]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=357</guid>
		<description><![CDATA[ZAGREB - Uma recente descoberta de milhares de cadáveres em uma mina abandonada, na Eslovênia, revelou a matança de soldados pró-nazistas e de seus familiares pelas mãos de iugoslavos que lutaram contra Hitler na Segunda Guerra Mundial. O achado mostra parte &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/vala-comum-e-descoberta-na-eslovenia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong id="brtpOlho">ZAGREB - Uma recente descoberta de milhares de cadáveres em uma mina abandonada, na Eslovênia, revelou a matança de soldados pró-nazistas e de seus familiares pelas mãos de iugoslavos que lutaram contra Hitler na Segunda Guerra Mundial. </strong></p>
<p></p>
<div><span id="brtpTexto">O achado mostra parte dos horrores do conflito, que acaba de ganhar uma nova cara com a abertura de uma vala na cidade de Huda Jama (Cueva Mala), onde acredita-se que estejam mais de 5 mil corpos, muitos deles mumificados.</span></div>
<div></div>
<p><span id="brtpTexto"></p>
<div id="attachment_356" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/vala-eslovenia.jpg"><img class="size-medium wp-image-356" title="vala-eslovenia" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/vala-eslovenia-300x224.jpg" alt="Os uniformes indicam que a maioria dos corpos era de militares" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Os uniformes indicam que a maioria dos corpos era de militares</p></div>
<p>&#8220;O que vimos até agora com segurança são uns 300 cadáveres mumificados, porém debaixo deles há dois poços com uma capacidade total de 500 metros cúbicos, em que devem se encontrar no mínimo mais 5 mil corpos&#8221;, afirmou Marko Strovs, um dos responsáveis pela descoberta.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p> </p>
<p> O investigador oficial de valas militares explicou que a mina abandonada estava sendo explorada desde agosto sob a suspeita de que o local esconderia uma vala comum de vítimas da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p> As primeiras investigações revelaram que as pessoas foram levadas vivas para o local e assassinadas com armas brancas, provavelmente, picaretas de mineração. Depois, foram cobertas com cal e a mina foi fechada com uma espessa camada de concreto para ocultar a matança.</p>
<p>&#8220;Por conta da grande quantidade de vítimas e da falta de oxigênio, muitos cadáveres estão mumificados, não se decompuseram por completo&#8221;, explicou Strovs. &#8220;Vimos pernas inteiras, partes de corpos&#8221;, relatou o investigador.</p>
<p>A dimensão da matança é tal que Joze Dezman, chefe da Comissão estatal para vítimas de guerra, considera que o local testemunhou um dos piores crimes da Segunda Guerra Mundial. &#8220;As vítimas foram forçadas a entrar, nuas, uns 400 metros dentro da montanha da mina, e ali foram assassinadas com diferentes armas brancas&#8221;, afirmou.</p>
<div id="attachment_355" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/vala-eslovenia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-355" title="vala-eslovenia-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/vala-eslovenia-2-300x224.jpg" alt="Vala comum descoberta na Eslovênia pode ter mais de 5 mil corpos" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Vala comum descoberta na Eslovênia pode ter mais de 5 mil corpos</p></div>
<p>De acordo com ele, &#8220;pelos restos mortais que vimos, parece que se trata de croatas e eslovenos. A julgar pelas botas dos soldados, em sua maioria foram militares, mas também há civis&#8221;.</p>
<p>Certos testemunhos históricos indicam que os cadáveres poderiam ser de militares eslovenos e croatas que combateram ao lado dos nazistas, assim como familiares e soldados alemães. Ainda em 1990, o historiador Roman Leljak revelou os crimes cometidos em Huda Jama em seu livro &#8220;As feridas vivas de Tehar&#8221;.</p>
<p>Agora, em declarações a veículos da imprensa local, ele acusou as autoridades de não mostrar interesse em revelar os crimes cometidos. &#8220;Sabemos exatamente quem cometeu os crimes. A unidade foi liderada pelo comandante Toni Anton Ricek. A matança foi promovida pela 1ª divisão eslovena da Defesa popular, pelo 2º batalhão da 3ª brigada&#8221;, assegurou.</p>
<p> A promotora eslovena Barbara Brezigar prometeu que visitará a vala e que os responsáveis serão responsabilizados pela Justiça ainda que estejam mortos. Essa é uma das 600 valas comuns com vítimas da Segunda Guerra Mundial na Eslovênia. A maior foi descoberta em 2007 em Tezno, no norte do país, com restos de mais de 15 mil vítimas do conflito, a maioria soldados croatas fascistas e seus familiares.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: EFE</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>H.M.S. Furious</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 22:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Carrier]]></category>
		<category><![CDATA[HMS Furious]]></category>
		<category><![CDATA[Porta-Aviões]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Navy]]></category>

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		<description><![CDATA[HMS Furious – Porta Aviões 1917-1948 Lema: Ministrat arma furor – A Fúria supre as armas     Quando nos referimos a navios de batalha modernos, equipados com canhões impressionantes, quase sempre nos vêm à mente os grandes encouraçados que &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/hms-furious/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 16pt; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;">HMS Furious – Porta Aviões 1917-1948</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Lema: Ministrat arma furor – A Fúria supre as armas</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Quando nos referimos a navios de batalha modernos, equipados com canhões impressionantes, quase sempre nos vêm à mente os grandes encouraçados que protagonizaram os combates navais na Segunda Grande Guerra. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Destes, o que certamente tinha o armamento principal mais impressionante, era o japonês Yamato, com seus 9 canhões de 460mm (18,1 pol.) de calibre, que causava espanto mesmo em 1944-45.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Porém o que quase ninguém tem conhecimento, é que muito tempo antes do Yamato, outro navio foi equipado com canhões de poder tão surpreendente*. Entretanto seu reconhecimento não se deu por causa de seu armamento, mas porque devido a visão futurista de alguns homens, acabaria por se tornar o núcleo do desenvolvimento da aviação embarcada e, figurar definitivamente na história.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Este é o “HMS Furious”, e esta é uma breve história sobre sua carreira</span></em></strong><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Como no caso de muitos outros navios que participaram da Grande Guerra, o “HMS Furious” nasceu das idéias do Lorde do Almirantado Fisher. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Após a eclosão da Grande Guerra, Winston Churchill assumiu o ministério da marinha, Fisher então com 73 anos de idade, já havia estado à frente do ministério de 1904 a 1910. Era um homem com vasto conhecimento de administração e desenvolvimento. Seus programas de modernização tornaram possível o grau de superioridade atingido pela Grand Fleet. O respeito para com Fisher era tamanho que suas decisões e idéias quase não enfrentavam oposições.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Fisher começara conceber ainda em 1908 um projeto, que vinha sendo desenvolvido com cautela, no entanto com o advento da guerra, o projeto ganhou a admiração e o entusiasmo de nada menos que o ministro da marinha, Winston Churchill, era o “Projeto Báltico”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O plano consistia em realizar três grandes desembarques de tropas, sendo que dois destes, contando com circunstâncias favoráveis, deveriam ser realizados na costa da Pomerânia, numa região distante menos de 90 quilômetros de Berlin, executados sob sólida cobertura naval e auxiliados por tropas russas. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Fisher defendia a idéia que um ataque direto à capital alemã, faria com que fossem retirados em torno de um milhão de soldados do fronte ocidental e, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>também obrigaria a Esquadra de Alto Mar alemã a ir em socorro, podendo ser surpreendida e destruída pela Royal Navy, encurtando a guerra.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Entretanto, não havia nenhum precedente de desembarques de tal vulto, tampouco qualquer departamento encarregado de realizar um estudo sobre o grau de oposição, necessidades operacionais ou outros requerimentos. Mas Fisher sempre se manteve confiante e como num lampejo premonitório, encomendou com grande precisão, muitas das embarcações exigidas para um assalto dessa espécie. Haviam minesweepers, minelayers, navios de desembarque, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>monitores e muitos outros tipos de embarcações. Foi precavido a tal ponto, que quando deixou o almirantado, em maio de 1915, haviam sido contratados nada menos que 612 embarcações, muitos delas à frente do pensamento naval da época. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Os Navios de Combate ideais segundo Fisher</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Fisher tinha verdadeira obsessão por navios extremamente velozes e pesadamente armados. Uma vez mantendo a superioridade nestes dois pontos, seriam capazes de enfrentar e afundar qualquer inimigo que tentasse se aproximar, antes mesmo que estes pudessem usar as próprias armas. Com base nesta idéia, foram encomendadas as três embarcações que deveriam concentrar o principal poder de fogo da expedição.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Especificações Principais: </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Velocidade e propulsão </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">A especificação de Fisher exigia que as embarcações pudessem atingir uma velocidade incomum, 32 knots (59 km/h), coincidentemente 7 knots (13 km/h) mais veloz que o “Esquadrão Veloz” da Battle Fleet. A recente invenção da turbina tornava isso teoricamente possível, com uma potência de 90’000 HP. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Armamento Principal </span></span></strong></p>
<div><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"></span></span></div>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<div id="attachment_351" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms_furious-a.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-351" title="hms_furious-a" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms_furious-a-150x150.jpg" alt="Armaneto principal do HMS Furious: Canhão de 18 polegadas" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Armaneto principal do HMS Furious: Canhão de 18 polegadas</p></div>
<div><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"></span></span></div>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Os dois primeiros navios, batizados de “HMS Courageous” e “HMS Glorious”, deveriam ter como armamento principal, quarto canhões de 15 polegadas (381mm), montados geminados em duas torres, já o terceiro navios, que viria a se chamar “HMS Furious”, deveria ser armado com dois verdadeiros monstros, dois canhões de 18 polegadas (457 mm), montados em torres simples, uma à frente e uma a ré.</p>
<div><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p></span></span></span></span><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Eram simplesmente os maiores canhões navais do mundo, capazes de disparar uma granada de uma tonelada e meia a uma distância superior a 32 quilômetros. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Isto causou muita controvérsia e muita oposição à idéia de adotar armas de tamanho calibre.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O peso total de cada torre era de 827 toneladas; cada canhão pesava 152 toneladas, a blindagem pesava 263 toneladas e as outras 412 toneladas eram para os equipamentos de movimentação.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O sistema de montagem e municiamento era em parte novo e parte combinação de princípios já utilizados nos navios equipados com canhões de 15 polegadas.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">&#8216;Por razões de segurança, estes canhões de 18 polegadas usavam a designação “15pol. Montagem &#8220;B&#8221;. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Artilheiros experientes apontaram para o fato que longos intervalos entre as salvas fariam com que as medidas de correção de alvo se tornassem ineficientes, além disso, a pouca quantidade de granadas disparadas reduziria a probabilidade de acertar diretamente o alvo. Após não ter tido sucesso em explicar porque da mudança na sua tão enfatizada idéia de combinar velocidade com ação, simplesmente rebateu as críticas afirmando:</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">“O Furious não foi construído para dar salvas, mas sim para Berlim. Seus canhões com suas enormes granadas foram construídos para que seja impossível aos alemães qualquer medida preventiva contra o desembarque de tropas na costa da Pomerânia. As granadas certamente vão explodir além do alcance da visão do homem, mas sua acuracidade será exata, criando crateras do tamanho da boca do Vesúvio ou do Etna e, conseqüentemente fica fácil imaginar os soldados do exército alemão correndo da Pomerânia para Berlim, a fim de salvarem suas vidas”.</span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">A configuração foi mantida à maneira de Fisher, mas foram realizadas modificações no projeto para permitir que em caso dos dois canhões de 18 polegadas não se mostrassem satisfatórios, pudessem ser substituídos por quatro canhões de 15 polegadas. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Dezoito tubos de torpedos de 21 polegadas (533mm), sendo que dois submersos, foram incorporados ao projeto. A respeito do seu grande tamanho e do seu armamento pesado, o Furious tinha muitas das principais características dos últimos cruzadores leves e, como tinha muitos componentes padronizados, sua construção era rápida e barata, a estimativa era de £1’180’000,00.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Mudança de planos</span></span></strong></p>
<div><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<div id="attachment_352" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms-furious-1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-352" title="hms-furious-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms-furious-1-150x150.jpg" alt="HMS Furious" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">HMS Furious</p></div>
<div><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Nunca se saberá se o HMS Furious seria bem sucedido na sua concepção original, pois nunca foi posto à prova. Algumas pessoas podem duvidar da eficiência da baixa cadência de fogo de seus pesados canhões, outros podem alegar que não suportaria o poder de fogo do inimigo, com sua pouca blindagem, mas em março de 1917 tudo mudou. Em virtude dos novos desenvolvimentos da guerra, foram dadas ordens para mudar completamente a concepção do navio, o “grande cruzador leve” se tornaria um “veloz porta-aviões”.</p>
<p> </p>
<p></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Havia sido aprovada ainda em 1916, uma ordem para que o Furious, assim como muitas outras unidades navais, transportassem dois aviões monopostos, em pequenos hangares na popa, mediante leves modificações de design das embarcações. Mas desta vez a função primária da embarcação seria a de transportar aeronaves, para tal, seriam necessárias mudanças maiores, para que pudessem ser transportados e operados aviões em maior quantidade. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Nos dias 15 e 31 de março de 1917 respectivamente, foram enviadas instruções aos responsáveis pelo estaleiro que realizou a construção do Furious, para que se realizassem as alterações necessárias, de modo que pudessem ser transportados quatro aeroplanos bipostos de reconhecimento e quatro caças monopostos.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Tais alterações envolviam: </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">1) O canhão de 18 polegadas a ré deveria ser removido;</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">2) Um grande hangar deveria ser construído, deveria ter portas na frente, além de sistema de iluminação, aquecimento e ventilação.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">3) O paiol deveria ser convertido para depósito de bombas. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">4) A plataforma de decolagem deveria ser construída sobre o teto do hangar. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">5) Deveriam ser construídas oficinas de carpintaria, além de um depósito para armazenar 600 latas de 10 litros cada, de combustível.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">6) O Capitão deveria ser instruído que não seria possível navegar em grandes velocidades, pois existiria o risco de dano à plataforma de decolagem. Só deveria fazer isso em caso de extrema necessidade.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Comissionamento e Testes</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms-furious-2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-353" title="hms-furious-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms-furious-2-150x150.jpg" alt="hms-furious-2" width="150" height="150" /></a>Foi dada grande prioridade para que o navio fosse prontamente completado para sua nova função. Os trabalhos de modificação foram concluídos em apenas um mês.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O HMS Furious foi comissionado em Walker-on-Tyne, no dia 26 de junho de 1917, pelo capitão <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Wilmot S. Nicholson. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Juntamente com a tripulação de 796 homens, juntaram-se outros 14 oficiais e 70 integrantes do Royal Naval Air Service, sob o comando do Comandante E. H. Dunning. Uma semana depois o Furious iniciava os testes no mar.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Havia muita ansiedade sobre os testes do Furious, isto porque seu irmão Courageous “balançava” muito em velocidades mais altas. Mas diferente de seus dois irmãos, o Furious tinha uma secção central mais larga, o que lhe proporcionava maior estabilidade. Nenhuma vez durante a faze de testes ou em qualquer outra ocasião durante sua longa carreira, o Furious teve algum problema causado por problemas estruturais, mesmo quando era acelerado a 31 knots (57,5 km/h), mantinha a velocidade sem problemas. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Juntando-se à Esquadra</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">No dia 04 de julho de 1917, os testes foram concluídos e o Furious se juntou então à Grand Fleet, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>em Scapa Flow, sendo inspecionado pelo almirante Beatty no dia 06 do mesmo mês.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms-furious-3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-349 alignright" title="hms-furious-3" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms-furious-3-150x150.jpg" alt="hms-furious-3" width="150" height="150" /></a>A respeito da grande aglomeração de encouraçados, cruzadores e destróieres, à época só haviam outros dois navios preparados para o transporte de aeronaves, o velho “Campania” e o lento Manxman, que tinham capacidade para transportar 11 e 8 aeronaves respectivamente. O HMS Argus podia atingir velocidades de até 21 knots (39 km/h) e transportar 18 aeronaves, mas só seria incorporado em outubro de 1918.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Em 1923 o Furious voltou ao estaleiro para ser submetido a extensas reformas, sendo completamente remodelado. Em 1925, quase dois anos depois finalmente foi concluído, tinha agora capacidade para 33 aeronaves. No ano de 1926, mais um marco na história da aviação embarcada e novamente o Furious estava presente, na noite do dia 06 de maio de 1926, foi realizado o primeiro pouso noturno num porta-aviões, dois Blackburn Dart pousaram alternadamente no Furious. Em 1933, por razões de segurança, passou a transportar apenas 30 aeronaves. Durante sua longa carreira operou aeronaves que se tornaram lendas da aviação, como o Sopwith Pup, Fairey Swordfish e Supermarine SeaFire, entre outras.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O “Egg Box” (Caixa de Ovos), como foi apelidado depois das mudanças, foi para a reserva e novamente reincorporado ao longo da década de 1930, passando inclusive por mais uma reforma concluída em 1939. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms_furious-4.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-350" title="hms_furious-4" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/hms_furious-4-150x150.jpg" alt="hms_furious-4" width="150" height="150" /></a>Permaneceu em serviço até o final da Segunda Guerra Mundial. Passou para a reserva ao em setembro de 1944, e foi descomissionado após o término da guerra, em 1945, sendo enviado para Loch Striven., servindo como navio-alvo para testes com explosivos lançados por aviões, depois passando a servir de alvo para para treinamento de artilharia. Em 1948 foi vendido para desmanche, sendo concluído o trabalho em 1954.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">NB</span></em></strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">: Tecnicamente os canhões do Yamato tinham 18,1 polegadas, enquanto os do Furious tinham 18 polegadas. Porém não era simplesmente esta 0,1 polegada (3mm) de diferença que tornava o canhão mais ou menos poderoso. Questões como carga de disparo, tipo de explosivo, alcance, peso da granada e outras é que realmente determinam qual armamento de fato tem mais poder. </span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Bibliografia: </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Warship Profile 23 – HMS Furious / Aircraft Carrier 1917-1948 Parte.1</strong>, C.A. Jenkins (Cmt OBE -RN) – Profile Publications Ltd, Inglaterra – 1972.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Warship Profile 23 – HMS Furious / Aircraft Carrier 1917-1948 Parte.2, </strong>C.A. Jenkins (Cmt OBE -RN) – Profile Publications Ltd, Inglaterra – 1972.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Anatomy of the ship &#8211; The Battleship Yamato</strong>, Janusz Skulski – Conway Maritime Press. Reino Unido &#8211; 1995</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Texto: Adriano De Toni</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Armas Químicas na Grande Guerra</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 22:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1900-1918]]></category>
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		<description><![CDATA[Historicamente, o uso de agentes químicos em combates, é conhecido desde a antiguidade. Existem relatos na China, do uso de gases asfixiantes (fumaça proveniente da queima de plantas com propriedades irritantes) por volta do Século IV A.C. No ocidente, os &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/armas-quimicas-na-grande-guerra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></span></div>
<p><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Historicamente, o uso de agentes químicos em combates, é conhecido desde a antiguidade. Existem relatos na China, do uso de gases asfixiantes (fumaça proveniente da queima de plantas com propriedades irritantes) por volta do Século IV A.C. No ocidente, os mais antigos relatos do uso de agentes químicos datam do Século V A.C. Durante as “Guerras do Peloponeso” (431 – 404 A.C), os espartanos preparavam fogueiras usando madeira, uma substância parecida com piche (provavelmente alcatrão) e pedras de enxofre. Quando os soldados atenienses se punham em avanço, as fogueiras eram acesas e o inimigo tinha que se dispersar para evitar a asfixia e mesmo para poderem ver o que estava à frente. Na Idade Média também teve uso, mas com o passar do tempo caiu em esquecimento. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O uso maciço de agentes químicos na Grande Guerra foi sem dúvida, uma triste reedição de tão antiga prática. Os gases usados variavam desde agentes irritantes, como o gás lacrimogêneo (e o mais severo deles, o gás mostarda), até gases letais, como o fosgênio.</span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
<h3 style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"><span class="mw-headline"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></span></h3>
<h3 style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"><span class="mw-headline"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Os primeiros ataques</span></span></h3>
<div><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </p>
<p></span></p>
<div id="attachment_1806" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/gasaanval.jpg"><img class="size-medium wp-image-1806" title="gasaanval" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/gasaanval-288x300.jpg" alt="" width="288" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">22 de abril de 1915. A Alemanha usa pela primeira vez agentes químicos em larga escala. Na foto um soldado corre ao largo da nuvem de cloro usando como proteção somente uma pequena máscara, provavelmente embebida em água.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Agentes químicos foram utilizados desde o início da Grande Guerra. É comumente atribuído aos alemães o primeiro uso destes agentes, no entanto existe uma controvérsia quanto a isso. Existem indícios de que quem primeiro utilizou agentes químicos foram os franceses em agosto de 1914. Eles teriam lançado contra tropas alemãs algumas granadas de gás lacrimogênio. A Alemanha retaliou em outubro de 1914, adicionando dianisidina clorosulforada ao TNT usado em suas granadas de fragmentação, estas granadas foram disparadas contra posições francesas em Neuve Chapelle. Porém a concentração era muito baixa e o fato mal foi noticiado.<a name="1915.2C_large_scale_use_and_lethal_gases"></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Mas foi mais tarde, no dia 31 de janeiro de 1915, que o uso em larga escala de agentes químicos realmente teve início. A Alemanha disparou 18000 granadas de artilharia, contendo gás lacrimogêneo (conhecido como T-Stoff e pertencentes ao grupo denominado <strong>Weisskreuz<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>- </strong>Cruz Branca), contra as posições russas no rio Rawka, a oeste de Varsóvia, durante a Batalha de Bolimov. Mas ao invés de se vaporizar, o agente químico congelou, falhando completamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O primeiro gás letal utilizado militarmente pela Alemanha foi o Cloro. O conglomerado alemão IG Farben vinha obtendo o cloro como um sub-produto em sua unidade de produção de corantes. Com a cooperação de Fritz Haber, do Instituto Kaiser Wilhelm,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>de Berlim, iniciaram então os desenvolvimentos de métodos para usar gás de cloro contra as trincheiras inimigas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">No dia 22 de abril de 1915, o exército alemão contava com 160 toneladas de gás de cloro, armazenadas em 5730 cilindros, ao norte de Ypres. Às 17:00 horas, quando a brisa da tarde começou a soprar, o gás foi liberado, criando uma nuvem verde acinzentada, que rapidamente se espalhou em direção às trincheiras francesas. As Tropas Coloniais Francesas, que guarneciam as trincheiras, abandonaram os postos, criando uma brecha de sete quilômetros de extensão na linha de defesa aliada. Entretanto, a infantaria alemã, que se ressentia de reforços, e também estava assustada com o gás, não soube explorar a ruptura das defesas inimigas antes da chegada de reforços canadenses e britânicos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Além dessa ocasião (que viria a se transformar na Segunda Batalha de Ypres), os alemães usaram armas químicas em mais três ocasiões. No dia 24 de abril foi usado contra a 1ª Divisão Canadense, no dia 02 de maio foi usado novamente e no dia 05 de maio, foi usado contra os britânicos na “Colina 60”. Naquele estágio da guerra, não existiam defesas contra gases. A respeito do ataque sofrido na Colina 60, consta oficialmente nos registros britânicos:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">“90 homens morreram envenenados por gás nas trincheiras; dos 207 levados às estações de socorro mais próximas, 46 morreram quase imediatamente e 12 morreram após longo sofrimento.”</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O gás de cloro é ineficiente como arma, por questões puramente técnicas:</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_1802" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/Poison_gas_attack.jpg"><img class="size-medium wp-image-1802" title="Poison_gas_attack" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/Poison_gas_attack-300x110.jpg" alt="" width="300" height="110" /></a><p class="wp-caption-text">Nuvem resultante do ataque com gases tóxicos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ele produz uma nuvem esverdeada perfeitamente visível, além de um odor muito forte, o que o torna de fácil detecção. Além disso, é solúvel em água, o que faz com que o simples fato de cobrir a boca e o nariz com um pano molhado,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>reduz drasticamente seus efeitos. À época pensava-se que era mais eficiente utilizar urina (ao invés de água) para molhar o pano que cobria o rosto, isto porque a amônia neutralizaria o cloro, mas posteriormente se descobriu que a combinação de amônia e cloro produz gases bastante tóxicos. O gás de cloro requer uma concentração de 1000 partes por milhão para ser fatal, destruindo o tecido pulmonar.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Mas mesmo com todas estas limitações, teve um bom efeito como Arma-de-terror. O simples sinal de uma nuvem de gás se movendo, servia para transmitir grande medo e preocupação a toda uma tropa entrincheirada. </span></p>
<p style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><a name="British_gas_attacks"></a><span class="mw-headline"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A guerra química se amplia</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Inicialmente os britânicos expressaram indignação para com a Alemanha, pelo uso de agentes químicos em Ypres, fato que foi inclusive motivo de discurso por parte de alguns oficiais. Porém o exército britânico acabou por adotar esta idéia com bastante entusiasmo, tendo realizado ataques empregando gases, numa quantidade superior a qualquer outro dos combatentes. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Um dos fatores que propiciou este tipo de ataque por parte dos britânicos, foram as condições metereológicas. No fronte oeste, a predominância dos ventos era de oeste para leste, favorecendo assim muito mais os ataques britânicos do que os ataques alemães.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_1803" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/British_infantry_advancing_at_Loos_25_September_1915.jpg"><img class="size-medium wp-image-1803" title="British_infantry_advancing_at_Loos_25_September_1915" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/British_infantry_advancing_at_Loos_25_September_1915-300x181.jpg" alt="" width="300" height="181" /></a><p class="wp-caption-text">Soldados britânicos avançam sob nuvem de gases tóxicos - Loos - 25 de setembro de 1915</p></div>
<p style="text-align: justify;">O primeiro uso de agentes químicos por parte dos britânicos ocorreu no dia 25 de setembro de 1915, na Batalha de Loos, mas em termos militares foi um desastre. Foram utilizadas 140 toneladas de Gás Cloro, (codinome <em>Red Star)</em>. O sucesso do ataque dependia de condições de vento favoráveis, mas ironicamente o vento mudou sua direção após o ataque ser iniciado e grande parte do gás se espalhou pela “Terra de Ninguém” e em alguns pontos acabou por voltar às trincheiras britânicas.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><a name="1915.2C_more_deadly_gases"></a><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A deficiência do Cloro logo seria suprida, ainda em 1915, pela introdução do Fosgênio, utilizado primeiramente pela França, sob coordenação do químico Victor Grignard. Incolor e com odor semelhante a “feno cortado”, era muito difícil de ser detectado, porém era bastante denso. Foi o segundo agente químico mais produzido durante a Grande Guerra. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O Fosgênio foi utilizado por ambos os lados, posteriormente os alemães, sob coordenação do químico Fritz Haber acrescentaram pequenas quantidades de Cloro para aumentar sua toxidade. Quando o Cloro era misturado em igual volume, possibilitava uma aspersão melhor do denso Fosgênio. A Entente denominava essa combinação de <em>White Star</em>, sendo que as granadas com essa mistura eram marcadas com uma estrela branca. O Fosgênio, como agente letal era tão poderoso quanto o Cloro, mas seus efeitos muito mais prolongados, chegando a causar distúrbios por até 48<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>horas após a exposição. Essa característica também o transformava num poderoso agente incapacitante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O primeiro ataque de Cloro combinado com Fosgênio (denominado <strong>Grünkreuz</strong> &#8211; Cruz Verde pelos alemães) contra tropas britânicas se deu no dia 19 de dezembro de 1915, em Nieltje , nas proximidades de Ypres, na Bélgica.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Foram lançadas 88 toneladas do produto contra as posições inimigas. Este ataque causou 1069 baixas, incluindo 69 mortes. </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<h3 style="margin: auto 0cm; text-align: justify;"><a name="1917.2C_Mustard_Gas"></a><span class="mw-headline"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">1917 &#8211; Surge o Gás Mostarda</span></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Os “Mostarda de Enxofre” ou simplesmente “Gás Mostarda” é um agente químico vesicante, utilizado como arma. Quando em sua forma pura, é incolor, inodoro e líquido à temperatura ambiente. Na forma comumente utilizada como arma química, tem coloração marrom-amarelada e tem um odor que lembra a mostarda.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">É conhecido por diversas nomenclaturas: HD, senfgas, Mostarda de Enfofre, Gás Vesiculoso, s-lost, lost, Kampfstoff LOST (a abreviação LOST refere-se aos nomes de Lommel e Steinkopf, que desenvolveram o processo de produção em massa durante a Grande Guerra, para a companhia alemã Bayer AG.), Cruz Amarela e Yperita. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Foi empregado pela primeira vez em julho de 1917, na “Terceira Batalha de Ypres”. Empregado inicialmente pelos alemães, foi apelidado pelos britânicos de <em>HS</em> (<em>Hun Stuff</em>). Ficou conhecido também como “Yperita” porque o local onde se deu seu uso foi nas proximidades de Ypres. Após o ataque os britânicos decidiram criar seu próprio arsenal de gás mostarda (mas o único meio que lhes era possível à época era o processo Despretz–Niemann–Guthrie ), que foi utilizado pela primeira vez em setembro de 1918, durante o ataque à Linha Hindenburg. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O gás era dispersado via aérea, em combinação com outros agentes químicos, o que lhe atribuía a coloração amarelada e o odor característico. Lançado através de granadas de artilharia, bombas aéreas, minas terrestres, morteiros, obuseiros e mesmo foguetes, teve uma taxa de letalidade de apenas 1% dos casos. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Sua principal efetividade era como agente incapacitante, uma vez que não existiam medidas de proteção eficazes contra a exposição deste agente. Mesmo que o soldado esteja utilizando uma máscara, o agente ataca a pele. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span class="postbody1"> </span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></span></div>
<p><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </p>
<p style="text-align: justify;">Uma característica deste tipo de agente químico é o surgimento imediato dos sintomas como vesículas e queimaduras. Em muitos casos, os efeitos continuavam a surgir até 12 horas depois da exposição. Apesar de não ser a intenção primária do uso deste tipo de agente, quando a exposição era elevada, se tornava letal, causando a morte entre 3 e 5 minutos, o que proporcionava ainda mais um estado de desorientação das tropas.</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<div><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></span></div>
<p><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Além disso permanece ativo por um longo período. Quando o gás contaminava as vestes e equipamentos de um soldado, os outros soldados que tinham algum contato com este, também eram envenenados. Quando absorvido pelo solo, permanecia ativo por diversas semanas, evaporando-se muito lentamente, mesmo à noite, o que obrigava soldados de regiões muito contaminadas a abandonarem suas posições. </span></span></p>
<p></span></p>
<p><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_1804" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/Mustard_gas_burns.jpg"><img class="size-medium wp-image-1804" title="Mustard_gas_burns" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/Mustard_gas_burns-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Soldado vitimado por Gás Mostarda - 1918</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os soldados expostos a este agente químico sofriam graves lesões nas áreas expostas, sofriam cegueira temporária, vômitos, tinham os pulmões afetados, geralmente causando inflamação nos brônquios, sofriam hemorragias internas e/ou externas, causadas pelo rompimento de veias, tinham a mucosa atacada, o que causava seu desprendimento e com isso mais sangramentos e uma dor insuportável. Era comum nos hospitais, vítimas deste tipo de envenenamento, serem abrigadas a ser amarradas à cama, tamanha a dor.</p>
<p></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Apesar de não ser a intenção primária do uso deste tipo de agente, quando a exposição era elevada, se tornava letal, causando a morte entre 3 e 5 minutos</span></span></p>
<h2 style="margin: 12pt 0cm 3pt; text-align: justify;"><span class="mw-headline"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-style: normal; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Baixas</span></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A letalidade das armas químicas era extremamente limitada, somente 3% das mortes em combate se deveram à ação dos gases. Em contrapartida, os totais de baixas não-fatais foram elevados e, sem dúvidas, as armas químicas incutiram um grande temor nas tropas, agindo muito mais como arma de efeito psicológico. Por ser possível desenvolver contramedidas eficazes contra ataques, era uma arma totalmente diferente das outras adotadas no mesmo período. Nos estágios finais da Guerra, o uso de armas químicas aumentou, entretanto sua efetividade diminuiu. </span></p>
<table class="MsoNormalTable" style="text-align: left; margin: 2.75pt 12pt 9.75pt 72pt; width: 428px; height: 251px; mso-cellspacing: 0cm; mso-table-lspace: 2.25pt; mso-table-rspace: 14.25pt; mso-table-bspace: 12.0pt; mso-table-anchor-vertical: paragraph; mso-table-anchor-horizontal: column; mso-table-left: left; mso-padding-alt: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt; mso-table-tspace: 5.0pt;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" rowspan="2" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: black;">Nação</span></strong></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 297pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" colspan="2" width="396">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: black; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Baixas causadas por agentes Químicos (estimadas)</span></strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1;">
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: black;">Fatais</span></strong></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: black;">Não fatais</span></strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 2;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Rússia</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">50,000</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">400,000</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 3;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Alemanha</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">10,000</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">190,000</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 4;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">França</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">8,000</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">182,000</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 5;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Grã-Bretanha</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">8,000</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">181,000</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 6;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Áustria-Hungria</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">3,000</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">97,000</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 7;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">EUA</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">1,500</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">71,500</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 8;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Itália</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">4,500</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">55,000</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 9; mso-yfti-lastrow: yes;">
<td style="background-color: transparent; width: 128.25pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="171">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Total</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 144pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="192">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">85,000</span></span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; width: 153pt; border: #e0dfe3; padding: 1.5pt;" width="204">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 6pt 0pt 0cm; text-align: justify; mso-element: frame; mso-element-frame-hspace: 2.25pt; mso-element-wrap: around; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-height-rule: exactly; mso-element-frame-vspace: 5.0pt;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">1,176,500</span></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="margin-left: 72pt; text-align: justify;"><span style="color: black; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Sociedade Thule</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 16:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
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		<description><![CDATA[A Thule-Gesellschaft (Sociedade Thule) foi fundada em 17 de agosto de 1918, por Rudolf von Sebottendorff. Este havia sido iniciado no ocultismo, no misticismo islâmico, na alquimia, no rosacrucianismo e em outros na Turquia, onde também havia sido iniciado na &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/03/a-sociedade-thule/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_1654" class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/thule.jpg"><img class="size-medium wp-image-1654" title="thule" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/03/thule-190x300.jpg" alt="" width="190" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Símbolo da Sociedade Thule</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Thule-Gesellschaft (Sociedade Thule) foi fundada em 17 de agosto de 1918, por Rudolf von Sebottendorff. Este havia sido iniciado no ocultismo, no misticismo islâmico, na alquimia, no rosacrucianismo e em outros na Turquia, onde também havia sido iniciado na maçonaria.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Um movimento para promover idéias da Sociedade Thule, entre trabalhadores industriais e para afastar o marxismo, foi criado em agosto de 1918, o “Círculo Político dos Trabalhadores”, tendo como presidente, o thulista Karl Harrer. Deste surgiria, em 1919, o Deutsche Arbeiter-Partei (Partido dos Trabalhadores Alemães).</span></p>
<p style="text-align: justify;">Um ano mais tarde, este se transformou no NSDAP, sob a liderança de Adolf Hitler. Nesta época já contava com membros como Rudolf Hess e Alfred Rosenberg, os quais foram os primeiros a quem Hitler viria a se aliar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Seu órgão da imprensa era o Müncher Beobachter (Observador de Munique) que se transformou mais tarde no Volkscher Beobachter (Observador do Povo). A sociedade Thule também era conhecida por seus estreitos laços com a sociedade secreta Germanenorden.</span></p>
<p style="text-align: justify;">A Germanenorden, era uma sociedade secreta na Alemanha, no início do século XX. Formada por diversos ocultistas alemães proeminentes em 1912, a ordem, cujo símbolo era a suástica, tinha uma estrutura fraternal hierárquica similar à da maçonaria livre. Pregou aos novos nacionais-socialistas a ideologia da superioridade da raça nórdica, o anti-semitismo e também outras filosofias do ocultismo, quase mágicas. Alguns dizem que o Deutsche Arbeiter-Partei (mais tarde NSDAP) quando sob a liderança de Adolf Hitler, era o braço político da organização, pois este refletia muito das ideologias, incluindo o uso da suástica.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Com a vitória do partido nazista, a tradição do ocultismo teve continuidade no terceiro reich, principalmente pelas SS, o próprio Reichsführer Himmler, era um estudante ávido do ocultismo. Um departamento de pesquisa das ciências ocultas, o Ahnernerbe foi criado em 1935, pelas SS, sob o comando do coronel Wolfram von Sievers. A pesquisa do ocultismo foi tão levada a sério, que levou investigadores das SS até o distante Tibete. Sievers, após sua execução em Nuremberg, teve um mantra tântrico, o Bardo Thodol, lido sobre seu corpo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O Nacional-socialismo e o Terceiro Reich, representaram a principal tentativa dos altamente esotéricos, de restabelecer uma cultura baseada nas Leis da Natureza, opondo-se às leis da anti-vida. Nada de tão ambicioso havia sido tentado, desde a criação da República Americana, por adeptos da maçonaria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">No que consistia as idéias internas da Sociedade Thule…</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Thule era o nome de uma lendária ilha situada extremamente ao norte do globo, similar à Atlântida, supostamente o centro de uma civilização perdida, altamente desenvolvida. A lenda dizia também que, nem todos os segredos desta civilização haviam sido perdidos; os segredos remanescentes eram guardados por anciãos altamente inteligentes, similares a “Mestres”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Os Iniciados poderiam verdadeiramente estabelecer contato com estes seres, por meio de rituais místicos de magia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Os &#8220;Mestres&#8221; ou &#8220;Anciãos&#8221;, supostamente poderiam dotar os Iniciados, com energia sobrenatural.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Com a ajuda destas energias, o objetivo do Iniciado, era criar uma raça de super-homens de linhagem ariana, que eliminariam todas as raças &#8220;inferiores&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Em 06 de abril de 1919, na Baviera, socialistas de esquerda e anarquista, proclamaram a “República Soviética da Baviera”. Os líderes desta república eram escritores que tinham pouca ou nenhuma experiência em administração. A vida em Munique tornou-se então caótica. As forças contra-revolucionárias, “Os Brancos”, compostos por vários grupos de soldados descomissionados, como os “Frei Korps”, equipados e financiados pela Sociedade Thule, derrotaram os sovietes bávaros em poucas semanas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos outros soldados descomissionados, estavam acampados fora dos locais de confronto, entre eles, estava Adolph Hitler. Depois que a república bávara foi derrotada, em maio, os superiores de Hitler o puseram para trabalhar na comissão que investigaria a revolução. Suas conclusões indicaram que muitos soldados e oficiais descomissionados eram simpatizantes do comunismo e do anarquismo. Foram então iniciados treinamentos anti-comunistas e seminários nas universidades, financiados pelo Reichswehr e por doadores confidenciais da Sociedade Thule.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto contribuiu, sobretudo, para uma desarticulação do serviço de inteligência do exército , no pós guerra, permitindo que grupos se infiltrassem para conter os comunistas enquanto estes ainda estavam enfraquecidos. Numa noite de setembro de 1919, Hitler estava presente no salão da cervejaria Sternecker, onde membros e simpatizantes partido dos trabalhadores haviam se reunido Escutou em silêncio a apresentação de Gottfried Feder, um membro da Sociedade Thule, que falou sobre o controle judeu o capital. Quando um dos membros do grupo chamou a atenção, ao dizer que a Bavária deveria “quebrar” o afastamento em relação ao descaso da Alemanha, em relação a isso, Hitler entrou em cena. Seu discurso deixou atônitos todos os que estavam presentes, com sua oratória altamente agressiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Depois de encerrado seu “discurso, o então presidente do partido, que também fora o fundador, Anton Drexler, convidou-lhe imediatamente a uma reunião do comitê do partido, que foi realizada alguns dias após, onde foi feito o pedido para que Hitler se tornasse membro do partido, responsável por discursos e propaganda.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Voltando um pouco no tempo, no ano de 1912, diversos ocultistas alemães, com inclinações anti-semitas radicais, decidiram-se criar uma sociedade&#8221;mágica&#8221;, que chamaram de “Ordem de Teutos” sendo que seus principais fundadores foram Theodor Fritsch, o publicitário de um jornal anti-semita, Philipp Stauff, pupilo do racista Guido Von List, e Hermann Pohl, que tornou-se o da ordem. (Pohl deixaria a ordem três anos mais tarde, para fundar sua própria ordem bizarra, a “Ordem Walvater Teutônica do Santo Graal”) A Ordem dos Teutos foi organizada com base nas linhas gerais dos maçons livres ou dos rosacrucianos, tendo graus diferidos de iniciação, somente eram aceitos candidatos à iniciação, que tivessem provas documentais de que eram descendentes de “arianos puros”.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Em 1915, Pohl uniu-se a Rudolf Blauer, que obteve um passaporte turco e aprendeu a meditação sufi. Também tinha interesse em astrologia e era um admirador de Lanz Von Liebenfels e de Guido Von List, ambos “patologicamente” anti-semitas. Blauer mudou seu nome para Rudolf Freiherr Von Seboottendorf. Era muito rico, embora a origem de sua fortuna fosse desconhecida, transformando-se no Grão-mestre da ordem Bávara e fundou a Sociedade Thule, com a aprovação de Pohl, em 1918.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Após a revolução comunista bávara de 1918, a Sociedade Thule transformou-se num centro de sub-cultura contra-revolucionária. Uma rede de espionagem foi organizada, bem como os devidos esconderijos. Os quartos do Clube Thule, transformaram-se em “ninhos da resistência” à revolução que implantara a República Soviética de Munique.<br />
Ao jornalista Karl Harrer foi dado o trabalho de fundar &#8220;um círculo político de trabalhadores&#8221;. Observou então, que os trabalhadores rejeitariam todo o programa que lhes fosse apresentado por um membro da classe conservadora &#8220;privilegiada&#8221;, entretanto, soube que um mecânico, chamado Anton Drexler, que trabalhava naquela ocasião na construção de estradas de ferro, era um anti-semita, um chauvinista e um proletário muito conhecido. Tendo Drexler como presidente formal, Harrer fundou o partido dos trabalhadores alemães, em janeiro de 1919</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O partido dos trabalhadores era somente uma de muitas associações, fundadas e controladas pela Sociedade Thule. A Thule foi a mãe do partido socialista alemão, conduzido por Julius Streicher. Hitler viria a transformou-se na personalidade mais proeminente no partido, causando o afastamento de Harrer e posteriormente levando seu presidente formal, Anton Drexler, ao campo secundário. Hitler preencheu as posições chaves com seus próprios amigos da sociedade Thule e do exército. Durante o verão de 1920, por sua sugestão, o partido foi rebatizado de Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP). O nome foi criado com o intuito de atrair igualmente nacionalistas e proletários.<br />
Era necessária também uma bandeira, a ser usada em conjunto com o novo nome, para dar força ao movimento. Entre muitos projetos, Hitler escolheu a bandeira sugerida pelo Dr. Krohn, que era membro também da Sociedade Thule: um campo vermelho com um círculo branco no centro, contendo uma suástica negra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><br />
Hitler queria transformar o partido em uma instituição de massificação de opiniões, mas Harrer e Drexler estavam hesitantes, em parte devido a situação financeiramente vulnerável da instituição. À época, a sociedade Thule não fornecia uma grande soma ao funcionamento do partido e, ninguém tinha experiência para a constituição de uma instituição de volume. Hitler organizou duas reuniões públicas, em cervejarias, criou panfletos e pôsteres, a fim de angariar fundos, massa não obteve muito êxito. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Toda esta situação mudou drasticamente no final de 1919, quando Hitler passou a contar com o apoio de Dietrich Eckart. A maioria dos biógrafos subestima a influência que Eckart exerceu em Hitler. Ele era um rico publicitário e também o redator-chefe de um jornal anti-semita. Eckart era também um ocultista e mestre de magia. Como Iniciado, Eckart passou a fazer parte do círculo interno da sociedade thule, bem como de outras ordens esotéricas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><br />
Não há nenhuma dúvida que Eckart, que havia sido alertado a respeito de Hitler, por outros membros da sociedade, ensinou a Hitler técnicas de auto-confiança, auto-projeção, oratória persuasiva, linguagem corporal e sofisticação discursiva. Com estas ferramentas, em um curto período de tempo, pôde Hitler, levar o partido dos obscuros ambientes de salões de bebidas a um movimento maciço. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><br />
Se não deve subestimar a influência do ocultismo em Hitler. Sua posterior rejeição aos massons livres, aos movimentos esotéricos de Theosofia e Anthrosofia, não significa necessariamente opinião contrária. Era sabido que, os círculos de ocultismo, eram coberturas para espionagem. As organizações de espionagem, sob o comando de Canaris e Heydrich, eram bem cientes destas formas de operação, neste ponto, particularmente o MI 5, da Grã-Bretanha, mantinha em sua agência de inteligência, um departamento de ocultismo. Que estas potenciais fontes de problemas fossem posteriormente “removidas” da vida nacional socialista, não significa necessariamente que Hitler e outras instituições secretas nacionais socialistas não foram influenciados por escritores sobre misticismo e ocultismo, como madame Blavatsky, Houston Stewart Chamberlain, Guido Von List, Lanz Von Liebenfels, Rudolf Steiner, George Gurdjieff, Karl Haushofer e Theodor Fritsch .</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Um visitante freqüente à prisão de Landsberg, onde Hitler escreveu “Mein Kampf”, era o general Karl Haushofer, um professor universitário e diretor do Instituto de Geopolítica de Munique. Haushofer, Hitler e Hess tiveram longas conversas juntos. Hess também manteve registros destas conversas. As demandas de Hitler para &#8220;o espaço vital alemão&#8221; no leste, às custas das nações de eslavas, foram baseadas nas teorias geopolíticas do professor Haushofer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><br />
Haushofer também tinha inclinação para o esoterismo. Como adido das forças armadas no Japão, tinha estudado o Zen-Budismo. Teve também iniciação com os lama tibetanos. Transformou-se no mentor &#8220;esotérico&#8221; de Hitler, substituindo Dietrich Eckart. Em Berlim, Haushofer havia fundado a Sociedade de Vril. O objetivo desta sociedade era explorar as origens da raça ariana e executar exercícios de concentração, para receber as forças de &#8220;Vril&#8221;. Haushofer fora aluno do mago e metafísico russo Gregor Ivanovich Gurdyev (George Gurdjieff).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><br />
Gurdjeiff e Haushofer mantiveram contatos com os grupos tibetanos secretos, que possuíram o segredo do &#8220;super-homens&#8221;. Os grupos também incluíam Hitler, Alfred Rosenberg, Himmler, Goring e o médico pessoal de Hitler, Dr. Morell. Sabe-se também que Aleister Crowley e Gurdjieff procuraram contatar Hitler. Os “poderes” incomuns de Hitler, tornam-se mais compreensíveis, observarmos que ele teve acesso às técnicas psicológicas &#8220;secretas&#8221; de grupos esotéricos. Haushofer ensinou-lhe as técnicas de Gurdjieff quais, por sua vez, foram baseados nos ensinos do Sufis e dos Lamas tibetanos, além de familiarizá-lo com a técnica Zen, da sociedade secreta japonesa dos “dragões Verdes”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><br />
Assim que o movimento nacional socialista obteve fundos suficientes, começou a organizar expedições regulares ao Tibete, e estas tiveram continuidade, quase sem interrupção até 1943. Uma das demonstrações que comprovavam o interesse dos nacionais- socialistas no Tibete, foi a adoção do mais poderoso e místico dos símbolos tibetanos, a suástica. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A suástica é um dos símbolos mais velhos da humanidade, sendo encontrado em fragmentos de cerâmica da Grécia, datada do século oitavo A.C. Foi usada também no Egito, na Índia e na China antiga. Os indígenas Navajo, da America do Norte, têm um teste tradicional da suástica. Os magos árabes também o usam. Em épocas mais recentes, foi incorporado às bandeiras de determinados países bálticos.<br />
A idéia para o uso da suástica, pelos nacionais-socialistas, veio de um dentista chamado Dr. Friedrich Krohn, que era um membro da ordem secreta Germanen. Krohn criou o design do símbolo realmente utilizado, com a suástica invertida, girando em sentido anti-horário. Como um símbolo solar, a suástica é tida como correta, se girando no sentido horário e, os budistas acreditavam que ela trazia boa sorte. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> A “suástica”, é uma palavra do idioma Sânscrito, que significa “boa sorte” e “bem estar”.De acordo com a Cabala e as teorias do ocultismo, se for invertido, invoca forças de poderes caóticos. E foi assim mesmo, que foi utilizado na bandeira nazista e nas insígnias do partido nacional-socialista, uma indicação para aqueles que puderam realmente ver, a verdadeira natureza do ocultismo no terceiro reich.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Fonte:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><a href="http://www.crystalinks.com/thule.html" target="_blank">Crystalinks</a></span></p>
<p></span></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Gigantesco Boeing B-15</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 14:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronaves Esquecidas]]></category>
		<category><![CDATA[Boeing XB-15]]></category>
		<category><![CDATA[Bombardeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Estadosu Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Cancelados]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 14 de abril de 1934, o U.S. Army Air Corps (Corpo Aéreo do Exército dos estados Unidos) emitiu a requisição solicitando um bombardeiro de longo alcance. Como características vitais estava o alcance de 8000 quilômetros (5000 milhas) e capacidade &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-gigantesco-boeing-b-15/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Em 14 de abril de 1934, o U.S. Army Air Corps (Corpo Aéreo do Exército dos estados Unidos) emitiu a requisição solicitando um bombardeiro de longo alcance. Como características vitais estava o alcance de 8000 quilômetros (5000 milhas) e capacidade de carga de 910 quilogramas de bombas (2000 lbs).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Uma das empresas a submeter um seu projeto foi a Boeing, apresentando seu “Model 294”. A comissão dos USAAC se mostrou suficientemente interessada no projeto, tanto que em 28 de junho de 1934, imitiu solicitação para a contrato que tinha como finalidade a construção de um modelo para teste em túnel de vento e a construção de um mockup, sob a designação XBLR-1 (Experimental Bomber, Long Range – Bombardeiro Experimental, Longo Alcance). O contrato foi aprovado em 29 de junho de 1935, para a construção de um XBLR-1, no entanto a designação “BLR” (Bomber Long Range)<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>seria extremamente limitada, então em julho do ano seguinte a aeronave foi redesignada XB-15. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_337" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/boeing_b-15-2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-337" title="boeing_b-15-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/boeing_b-15-2-150x150.jpg" alt="Boeing XB-15 durante testes de vôo" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Boeing XB-15 durante testes de vôo</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">O avião tinha estrutura similar aos outros modelos da Boeing à época, monoplano, asas a meia altura e construção semi-monocoque, além de ser inteiramente em metal. Projetado originalmente para ser equipado com quatro motores V-12 de refrigeração líquida Allison V-1710, durante a construção da aeronave os motores foram substituídos por quatro motores radiais de dupla estrela Pratt &amp; Whitney R-1830, de 1000 hp cada.</p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Sua velocidade de cruzeiro era de 245 km/h<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>(152 mph), desta maneira, para a aeronave percorrer os 8000 quilômetros de suas missões, seriam necessárias 33 horas de vôo. Em virtude disso, a aeronave foi projetada para ter quartos aquecidos e ventilados, com beliches para os tripulantes dormirem, uma cozinha e um banheiro. A raiz da asas era bastante espessa, possibilitando assim que um tripulante pudesse realizar pequenas manutenções e ajustes nos motores durante o vôo, por meio de uma passagem atrás das nacelas. O peso do avião era tanto, que foram necessários instalar duas rodas em cada perna do trem de pouso.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O armamento defensivo era bastante pesado para um bombardeiro na época, seis metralhadoras. Uma no nariz da aeronave, uma montada em uma torre na barriga, atrás da posição do piloto, uma montada no dorso, com rotação de 360 graus, uma em cada bolha atrás das asas e uma na barriga, atirando a ré. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/boeing_b-15-3.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-335" title="boeing_b-15-3" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/boeing_b-15-3-150x150.jpg" alt="boeing_b-15-3" width="150" height="150" /></a>Embora seu projeto fosse mais velho que o do “Model 299”, que viria a se tornar o B-17, o XB-15 (NS: 35-277)<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>realizou seu primeiro vôo dois anos mais tarde, em 15 de outubro de 1937, tendo Eddie Allen aos comandos. Este era o maior e mais pesado avião construído nos Estados Unidos. Mas logo alguns problemas se tornaram evidentes, os motores Pratt &amp; Whitney R-1830 eram fracos, fazendo com que a aeronave tivesse uma baixa performance.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Visando então a conclusão dos testes, o XB-15 foi enviado ao “2nd Bomb Group”, em agosto de 1938. Mesmo a aeronave apresentando sérios problemas de sub-propulsão, ela obteve alguns recordes mundiais, entre eles o transporte de uma carga de 2000 kg (4409 lbs) em um trajeto de 5000 quilômetros (3107 milhas) a uma velocidade de 267 km/h (166 mph). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"></div>
<p><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_336" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/boeing_b-15-1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-336" title="boeing_b-15-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/boeing_b-15-1-150x150.jpg" alt="Boeing XB-15 (XC-105) na Zona do Canal do Panamá" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Boeing XB-15 (XC-105) na Zona do Canal do Panamá</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">Em 1943 a aeronave foi convertida em aeronave de carga, sendo redesignada XC-105. Foram instaladas portas e o peso da aeronave aumentou para 41730 kg (92000 lbs). Suas missões eram especialmente na região do Canal do Panamá. O XC-105 foi desmantelado<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>no Campo Kelly, Texas, pouco antes do final da guerra.</p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O XB-15/XC-105 foi o único exemplar construído da aeronave. Mas mesmo assim, haviam sido encomendados dois exemplares, que deveriam ser equipados com motores Pratt &amp; Whitney R-2180 de 1400 hp, sob a designação Y1B-20. No entanto o projeto foi cancelado antes destes serem produzidos. </span></p>
<h2 style="margin: auto 0cm;"><span class="mw-headline"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> </span></span></h2>
<h2 style="margin: auto 0cm;"><span class="mw-headline"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Especificações (XB-15)</span></span></h2>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Propulsão: </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;" lang="PT-BR">4 motores radiais 14 cilindros em dupla estrela Pratt &amp; Whitney R-1830-11, desenvolvendo 850 hp a 2450 RPM a 1525 metros (5000 pés) de altitude.</span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Tripulação</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> 10 </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Envergadura:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"><span style="mso-spacerun: yes;">  </span>45,5 m (149 ft 0 in) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Comprimento:<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN; mso-bidi-font-weight: bold;" lang="EN">32,6 m (</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">87 ft 7 in) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Altura:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> 5,5 m (18 ft 0 in) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Superfície alar:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> 258 m² (2,780 ft²) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Peso &#8211; Vazio:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> 29484 kg (65,000 lbs) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">Peso &#8211; Carregado:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"> 31298 kg (69,000 lbs) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Peso Máximo de Decolagem:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> 34927 kg (77,000 lbs) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Velocidade Máxima: </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;" lang="PT-BR">320 km/h (200 mph / 170 nós)</span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Velocidade de Cruzeiro:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> 245 km/h<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>(152 mph <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>/ 132 nós)</span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Raio de Combate:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> 5500 km (3,400 milhas / 3,000 nm) </span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Teto:</span></strong><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;"> </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN; mso-bidi-font-weight: bold;" lang="EN">7830 m<strong> (</strong></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: EN;" lang="EN">18,900 ft)</span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Taxa de Ascenção:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> 3,4 m/s (670 ft/min)</span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Armamento:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> 3 metralhadoras .30 (7,62 mm) e 3 metralhadoras ,50 (12,7mm).</span></li>
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Carga de Bombas:</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> 5400 kg (12,000 lbs)</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>O avião a vapor dos irmãos Besler</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 15:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Propulsores]]></category>
		<category><![CDATA[1933]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Avião a Vapor]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Besler]]></category>
		<category><![CDATA[Motor a vapor]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde os primórdios da aviação, os inventores procuravam métodos para que suas aeronaves pudessem voar mais alto e mais longe, mas os obstáculos normalmente eram sempre os mesmos, o peso do motor e a capacidade de armazenamento de combustível. Eram &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Desde os primórdios da aviação, os inventores procuravam métodos para que suas aeronaves pudessem voar mais alto e mais longe, mas os obstáculos normalmente eram sempre os mesmos, o peso do motor e a capacidade de armazenamento de combustível. Eram necessários grandes motores para poder levar as aeronaves a grandes altitudes, que por sua vez necessitavam de grandes quantidades de combustível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Em 1929 o mundo foi sacudido pela quebra da bolsa de valores nos EUA, a economia mundial sentiu os efeitos, empresas faliram, as taxas de desemprego dispararam, a inflação atingiu todos os cantos do mundo. Foi então que em 1930, nos Estados Unidos, dois irmãos, George e Willian Besler, se dedicaram a desenvolver um sistema totalmente novo de propulsão aeronáutica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Trabalhando em uma oficina localizada em Emeryville (Califórnia), após diversos meses eles finalmente concluíram seu projeto, um motor a vapor, que pesava somente 82 quilogramas e que era capaz de produzir 150 cavalos-de-força (HP). O projeto do motor contou com a contribuição de Nathan C. Price, engenheiro especializado na fabricação de motores a vapor compactos, que patenteou o sistema.</p>
<p> </p>
<p></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O motor era de dupla ação, com dois cilindros dispostos em V. O cilindro que operava em alta pressão tinha 76 milímetros (3 polegadas ) de diâmetro. O cilindro que operava em baixa pressão tinha diâmetro de 133 milímetros (5 ¼ polegadas), o curso era de 76 milímetros (3 polegadas).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Usando óleo combustível vaporizado (óleo diesel), a fornalha liberava a incrível energia de 3 milhões de BTU por pé cúbico, uma marca impressionante. Um ventilador elétrico <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>direcionava este calor em direção a uma serpentina de 152 metros (500 pés) de comprimento, que circundava a caldeira, onde a água era então transformada em vapor. Um termostato controlava a temperatura e a pressão do vapor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O sistema foi então instalado em um “Travel Air 2000”, um biplano esporte, de 7,17 metros de comprimento e 9,44 metros de envergadura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A uma temperatura de 427 ºC, a pressão do vapor atingia cerca de 680 quilogramas (1500 lbs). Com uma pressão de 545 quilogramas (1200 lb), o motor desenvolvia potência de 150 hp<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>a 1625 RPM. Durante os testes chegou-se a conclusão que com 10 galões de água (cerca de 38 litros) era possível percorrer uma distância de 644 quilômetros (400 milhas). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Sob a fuselagem foi instalado um condensador, que à primeira vista parecia um radiador convencional, mas do ponto de vista do emprego de vapor, este permitia que fosse recuperado 90% do volume de água empregado na operação do motor. O vapor expelido pelo motor era empregado para pré-aquecer a água que retornava à caldeira, economizando assim combustível e permitindo manter a pressão mais facilmente. </span></p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Finalmente no dia 12 de abril de 1933, no aeroporto de Oakland, o Travel Air 2000 modificado pelos irmãos Besler realizou seu vôo inaugural, diante de uma platéia de espectadores e repórteres. Com William Besler aos controles, a aeronave iniciou o taxiamento e decolou. Os expectadores ficaram atônitos, pois não produzia o enorme ruído de uma aeronave convencional, apenas ouvia-se o silvo da hélice girando. Após atingir uma altitude de<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>60 metros, o piloto gritou para a platéia, que o ouviu e acenou. Willian Besler realizou três voltas de aproximadamente 5 minutos cada, sobre o aeródromo.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Após a terceira volta, ele pousou a aeronave e mais uma vez surpreendeu a todos. Após pousar, quando a aeronave estava praticamente parando, ele reverteu de imediato o motor e pôs a aeronave em movimento a ré. O emprego deste tipo de propulsão teria permitido entre outras coisas, o pouso em pistas diminutas sem o emprego de hélices de passo variável. Outra vantagem deste sistema seria a eliminação das grandes vibrações causadas pelos motores convencionais, possibilitando assim aos pilotos, um melhor controle das aeronaves.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Outras grandes vantagens do uso do óleo Diesel eram a praticamente anulação das explosões e incêndios de aeronaves por acidentes, uma vez que o óleo não é explosivo e necessita de uma chama significativa para queimar, e é claro, a economia, para percorrer uma distância de 160 quilômetros (100 milhas) o custo era de apenas 40 centavos de dólar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">As notícias do primeiro vôo de um avião a vapor correram os EUA e o mundo. As possibilidades de seu uso eram incríveis, tanto comercialmente quanto militarmente, um avião que pudesse voar produzindo um mínimo de barulho, poderia se ocultar por entre as nuvens e atacar o inimigo antes de ser descoberto.</span><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;" lang="PT-BR">Contudo a intenção do co-criador Nathan Price não era exatamente a de empregar seu motor em aviões. Ele queria atrair a atenção do público, para poder demonstrar o emprego do motor compacto a vapor em automóveis, como de fato foi feito. Pouco depois, a Boeing contratou Price e em 1936, decretou o fim de todos os projetos que envolvessem o uso de motores a vapor na aviação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;" lang="PT-BR">Galeria:</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;" lang="PT-BR">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/besler-2/' title='besler-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/besler-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Travel Air 2000, já equipado com o motor a vapor" title="besler-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/besler_brothers/' title='besler_brothers'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/besler_brothers-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Os irmãos George e Willian Besler posam em frente a seu avião" title="besler_brothers" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/besler-1/' title='besler-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/besler-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Travel Air 2000 equipado com o motor a vapor prapara-se para taxiar" title="besler-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/besler-3/' title='besler-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/besler-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Besler em vôo" title="besler-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/besler-4/' title='besler-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/besler-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Outra excelente imagem do Besler em vôo" title="besler-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/ps5/' title='ps5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/ps5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Caldeira e fornalha do sistema Besler" title="ps5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-aviao-a-vapor-dos-irmaos-besler/besler_engine/' title='besler_engine'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/besler_engine-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O motor a vapor empregado na aeronave" title="besler_engine" /></a>
</p>
<p></span></div>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;" lang="PT-BR"> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>1945: &#8216;Foi um milagre sair de Auschwitz&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 15:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Auschwitz]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrevivente]]></category>
		<category><![CDATA[Yehuda Bacon]]></category>

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		<description><![CDATA[Yehuda Bacon, nascido em Moravska Ostrava , na então Tchecoslováquia, tinha apenas 14 anos de idade quando ele e seu pai foram enviados ao complexo de Auschwitz-Birkenau, em dezembro de 1943. Sua mãe e sua irmã foram enviadas a outro &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/1945-foi-um-milagre-sair-de-auschwitz/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_314" class="wp-caption alignleft" style="width: 248px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/_40762109_yehudadouble238.jpg"><img class="size-full wp-image-314" title="_40762109_yehudadouble238" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/_40762109_yehudadouble238.jpg" alt="Yehuda Bacon três meses após a libertação e hoje" width="238" height="178" /></a><p class="wp-caption-text">Yehuda Bacon três meses após a libertação e hoje</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Yehuda Bacon, nascido em Moravska Ostrava , na então Tchecoslováquia, tinha apenas 14 anos de idade quando ele e seu pai foram enviados ao complexo de Auschwitz-Birkenau, em dezembro de 1943. Sua mãe e sua irmã foram enviadas a outro campo de extermínio, onde morreram apenas duas semanas antes da guerra terminar.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">
<div></div>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;" lang="PT-BR"></p>
<div id="attachment_315" class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/_40733639_bacondrawing238.jpg"><img class="size-full wp-image-315 " title="_40733639_bacondrawing238" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/_40733639_bacondrawing238.jpg" alt="Yehuda representou assim a execução de seu pai em Auschwitz" width="238" height="295" /></a><p class="wp-caption-text">Yehuda representou assim a execução de seu pai em Auschwitz</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">Seis meses depois de terem chegado à Auschwitz, o pai de Yehuda foi executado nas câmaras de gás. No pós guerra tentou em vão conscientizar as pessoas. Sessenta anos depois, contou sua história a sua filha Hanna White, jornalista da BBC.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><em><strong>&#8220;Eu lembro muito bem o dia em que saí de Auschwitz. </strong></em></span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;"><em><strong>18 de janeiro de 1945.”</strong></em> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Os russos estavam se aproximando e os alemães estavam esvaziando o campo, enviando todos para trabalhar em outros. Somente algumas centenas de prisioneiros foram deixados lá, nós sabíamos que seriamos mandados para outro lugar, mas não sabíamos para onde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Eu havia estado lá por um ano inteiro, assim eu tinha bons contatos com prisioneiros que tenham tarefas importantes, como os distribuidores de roupas. Estes haviam recebido ordens para entregar roupas para os prisioneiros que deixariam o campo. Era um milagre estas saindo de Auschwitz, mas nós não imaginávamos que estaríamos iniciando o que seria conhecido depois como “ a marcha da morte”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Nós não sabíamos que aqueles seriam os últimos meses da guerra, mas aqueles <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>foram os piores meses. Foi maravilhoso ter sobrevivido até maio de 1945. Mas eu tinha esperança. Eu sempre mantive a esperança, porque a esperança foi a única coisa que pude manter.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A Marcha a Mauthausen</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Nós marchamos por três dias inteiros, era inverno e fazia muito frio. Qualquer um que não pudesse continuar, que fosse para o fim da fila, era baleado, muitas pessoas foram mortas dessa maneira. Meus amigos e eu nos ajudamos uns aos outros, para nos mantermos de pé e em marcha, de dia e a noite.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Após a primeira “marcha da morte” ao campo Mauthausen na Áustria, eu disse a mim mesmo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">&#8220;Obrigado Deus por meu pai ter morrido na câmara de gás”</span></em><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Ele não teria condições de fazer a marcha que eu fiz, era horrível demais. Dois meses e meio depois, nós tivemos que fazer outra marcha da morte, desta vez para <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Gunskirchen, ainda na Áustria. O campo ficava no interior da floresta, não haviam alojamentos, comida, água ou roupas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Libertação</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Nós fomos libertados no dia 5 de maio. Naquela manhã os guardas abandonaram o campo, mas antes eles envenenaram toda a comida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Quando nós percebemos que os guardas haviam ido embora, corremos em direção ao depósito para procurar por comida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Eu encontrei uma enorme peça de manteiga, mas um outro prisioneiro, mais forte que eu , tentou me tirar a manteiga, por isso tratei logo de colocar no meu bolso. Eu não sabia que ele tinha uma lâmina, então ele cortou meu bolso e ficou com a manteiga, comendo-a em seguida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Mas eu me salvei não somente por não ter comido a manteiga envenenada, mas também porque como estávamos em um estado de inanição, eu teria morrido se comesse. Muitos prisioneiros foram em direção à vila mais próxima, onde os moradores lhes deram alimentos e morriam apenas por comer, porque seus corpos não estavam mais “habituados” com comida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Meu amigo Wolfie e eu nos pusemos a caminhar no sentido oposto, porque tivemos a idéia maluca de ir para a Suíça</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">. Não sabíamos o quão distante da Suíça estávamos, mas pensamos em achar a Cruz Vermelha e obter alguma informação. Após camiunharmos mais ou menos por uma hora, nos deparamos com soldados americanos que nos ajudaram. Sabíamos somente algumas palavras em inglês e pedimos “pão”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Os soldados nos disseram: “-Infelizmente não temos pão, nós somos os primeiros a chegar aqui, mas podemos lhes dar alguns bolinhos e alguns pedaços de queijo”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Felizmente para nós, não podíamos comer queijo, estávamos com febre tifóide, todo o corpo doía e estávamos com muita febre. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Os soldados haviam recebido ordens para não permanecer em contato com os prisioneiros, pois estes poderiam estar contaminados com diversas doenças. Felizmente um dos soldados era judeu e conseguimos conversar. Ele nos levou a um hospital em Steier. Falando em alemão ele ameaçou a equipe de funcionários do hospital com sua arma:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">“-É melhor estes garotos sobreviverem”</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A equipe do hospital católico foi muito amável conosco e nós nos recuperamos. Passados alguns dias no hospital, eu me olhei num espelho pela primeira vez em três anos<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>e fiquei horrorizado com minha própria cara. Mas lentamente eu me recuperei e parti para Praga.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Naquela época eu esperava que minha mãe e minha irmã estivessem vivas, mas posteriormente eu vim a saber que elas faleceram no campo de Stutthofem, na Polônia. Elas sobreviveram ao tifo, mas não receberam nenhum alimento e morreram de fome.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A tentativa de contar a história</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Após a guerra, eu dediquei minha vida a ser um artista &#8211; no início descrever através de histórias ilustradas, o que eu vivi durante a guerra.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Mais tarde eu percebi que ninguém estava interessado nessas histórias – nem na Europa, nem em</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> <span style="color: black;">Israel. Eu suponho que minhas histórias eram fortes demais, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>inacreditáveis, difíceis de entender ou apenas não queriam saber.</span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Ficavam quietos quando eu começava a lhes dizer algo. Eu pensava que contando as histórias , os povos aprenderiam e se comportariam mais melhor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Penso que como sobrevivente, sou obrigado de algum modo a contar a história dos que não sobreviveram, mas acontece que a história está além do meu controle. Espero que alguém algum dia aprenda com ele. Meus desenhos foram usados em seminários e livros sobre o holocausto. Eu autorizei seu uso na esperança que alguém pudesse aprender com eles.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Em Israel é celebrado anualmente um dia memória do holocausto, onde são exibidos filmes e realizadas leituras e assim por diante, algo um pouco exagerado em minha opinião.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> <span style="color: black;">Mas isso é principalmente para quem não viveu isso, para nós, os sobreviventes, vivemos diariamente com as lembranças, nós não temos que ter um dia especial.</span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Eu sei que algumas sobreviventes ficaram tomadas completamente pelo ódio aos alemães, mas eu agradeço as pessoas com quem convivi no pós guerra, quando cheguei à conclusão que você pode perdoar alguém que aceita sua própria culpa. Eu fui professor por 35 anos e tentei através do ensino, contar a minha história. Isto é mais construtivo do que se deixar tomar pela força destrutiva do ódio, que destrói principalmente o nosso interior. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Yehuda vive desde 1946 em Jerusalém &#8211; Israel, seu amigo Wolfie Adler também foi para Israel, tornou-se rabino e escreveu um livro com suas memórias. O soldado que encontrou os dois e os levou ao hospital chamava-se Stanley Leeper. Ele reconheceu Yehuda numa entrevista sobre o julgamento de Eichmann e se reencontrou com Yehuda. Leeper morreu nos anos de 1980.  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Fonte: BBC On this Day</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>SMS Viribus Unitis</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 16:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria-Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[Croácia]]></category>
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		<category><![CDATA[Viribus Unitis]]></category>
		<category><![CDATA[WWI]]></category>

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		<description><![CDATA[Última grande vítima da Grande Guerra, no mar Adriático foi a nau-capitânea da extinta esquadra Austro-Húngara, o encouraçado Viribus Unitis (lat. &#8221; Com forças unidas &#8221; – lema do imperador Franz Joseph I).         Ele não afundou &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Última grande vítima da Grande Guerra, no mar Adriático foi a nau-capitânea da extinta esquadra Austro-Húngara, o encouraçado Viribus Unitis (lat. &#8221; Com forças unidas &#8221; – lema do imperador Franz Joseph I). </span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1"> </span></span></div>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1"></span></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1"></p>
<div>Ele não afundou em combate, mas quando se encontrava no porto de Pola, tendo hasteada a bandeira croata em seu maestro (não a bandeira Austro-Húngara). Seu final trágico certamente merece atenção.</div>
<p><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1"><br />
No outono de 1918 (primavera no Hemisfério Sul), o Império Austro-Húngaro encontrava seu irremediável final. No dia 6 de outubro de 1918, foi criado o Conselho Nacional dos Eslovenos, Croatas e Sérvios (ECS), em Zagreb (em croata: Narodno Vijece Slovenaca, Hrvata i Srba &#8211; SHS).</span></span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">Os sérvios do conselho reprentavam os sérvios da Croácia, não da Sérvia. Até esta ocasião, a Croácia era parte do Império Austro-Húngaro. No daí 29 de outubro de 1918, o Conselho rompeu qualquer vínculo político e diplomático com a Áustria e com a Hungria. Após o rompimento, Croácia, Eslovênia e Bosnia se uniram em torno do Estado da ECS (Drzava SHS). O imperador Carlos I. (Karl I.) repassou toda a marinha mercante, marinha de guerra, portos, arsenais e fortificações navais do Império Austro-Húngaro ao Conselho da ECS. No dia 31 de outubro, no porto de Pulo, o hino do império foi tocado pela última vez. A bandeira branca e vermelha do império foi baixada em todos os navios do porto e o hino Gott erhalte unseren Kaiser (Deus receba nosso imperador) foi tocado postumamente. </span></span></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">O duro e impávido contra-almirante Miklos Horthy de Nagybanya, apontou a esquadra de guerra para os representantes do Conselho Nacional da ECS de Zagreb. </span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1"> </span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">E então…milhares de croatas no porto começaram a cantar o hino croata “Lijepa nasa”. Enquanto os croatas cantavam, húngaros, austríacos, eslovênos e muitos outros iniciaram sua jornada de volta ao lar, porque para eles a guerra havia terminado. Enquanto o hino era cantado, as bandeiras da Croácia eram hasteadas nos mastros dos navios. </span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">O homem que, por volta das 17:00 horas do dia 31 de outubro de 1918, recebera a frota, havia sido o comandante do SMS Viribus Unitis, ele se chamava Janko Vukovich de Podkapelski, era de Jezerana, em Lika. </span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1"> </span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">Ele era conhecido por sua capacidade e era respeitado pelos soldados e marinheiros. O Conselho da ECS o promoveu a Contra-Almirante e, enviou um comunicado aos governos da França, Reino Unido, Itália, EUA e Rússia, informando que o &#8220;Estado da ECS não estava de Guerra com nenhuma destas nação mencionadas e que o toda a marinha Austro-Húngara agora encontrava-se sobre seu comando&#8221;. </span></span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">Depois, à noite, enquanto as tripulações se encontravam celebrando em seus navios totalmente iluminados (havia sido assinado um cessar-fogo!), às 22:13, a torpedeira italiana MAS 95, a poucas milhas de Pula, lançou uma pequena embarcação nos arredores do porto. A embarcação, chamada Mignatta, transportava dois mergulhadores e duas minas de 200 kg. </span></span></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">Com a ajuda de agentes italianos em Pula, a embarcação passou através de todas as redes, barragens e outros obstáculos dispostos na entrada do porto. Chegaram ao ancoradouro e instantes antes do amanhecer, auxiliados pela iluminação dos navios, os mergulhadores Rossetti e Paolucci escolheram o maior navio que puderam ver, como sendo seu alvo. </span></span></div>
<p><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">Por volta das 05:00 horas da manhã, do dia 01 de novembro de 1918, eles foram vistos e um bote do Viribus Unitis os recolheu. Antes disso porém, os mergulhadores haviam colocado as minas sob a nau-capitânea e afundado sua própria embarcação. Quando foram levados a bordo, contaram aos aos oficiais e ao almirante, que haviam posto explosivos no navio. Em meio ao pânico, enquanto soava o alarme e centenas de marinheiros vasculhavam e batiam em cada local do navio que fosse possível plantar explosivos, os prisioneiros foram transferidos para o Tegetthoff. </span></p>
<p><span class="postbody1">Todas as atividades cessaram por causa de uma tremenda explosão. Os depósitos de carvão do navio estavam cheios, mas isto não reduziu o impacto. Às 06:10 horas, do dia 01 de novembro de 1918, a nau-capitânea de 21000 toneladas, o encouraçado Viribus Unitis, com a bandeira croata hasteada, emborcou, girou e afundou, levando consigo cerca de 300 tripulantes. </span></p>
<p><span class="postbody1">O almirante Janko Vukovich de Podkapelski, que havia se tornado o comandante da esquadra croata a apenas 12 horas, defronte os olhos terrificados do povo de Pula, permaneceu na ponte de comando, até os momentos finais de agonia do seu navio, pacificamente aguardando a morte. </span></p>
<p><span class="postbody1">Quatro dias após o naufrágio, tropas italianas entraram em Pula (França e Reino Unido permitiram que a Itália ocupasse grande parte da costa da Croácia, como recompensa por ter entrado na guerra ao seu lado). Mergulhadores italianos encontraram o navio , o partiram com explosivos e resgataram diversas partes. O mastro principal podia ser visto até meados da década de 1950, a apenas 15 metros de profundidade, mas acabou por desaparecer. Fora o mesmo mastro, onde na manha daquele fatídico dia primeiro de novembro, a bandeira da Croácia fora hasteada. </span></p>
<p><span class="postbody1">Ainda remanescem muitas partes do navio no fundo do porto, mas nunca foram retiradas por não apresentarem nenhum problema para a navegação dos navios que utilizam o porto. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody1">A pergunta se os italianos sabiam deste comunicado antes de efetuarem o ataque, nunca foi respondida. Os diversionistas voluntários, Raffaele  Rossetti e Raffaele Paolucci , conseguiram escapar durante a confusão. Eles retornaram à Itália como heróis nacionais, recebendo medalhas de ouro e 1’300’000 liras cada um. </span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span class="postbody1">Galeria de imagens:</span></span></p>
<p></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/viribus-unitis-4/' title='Viribus Unitis-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Viribus-Unitis-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viribus Unitis-4" title="Viribus Unitis-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/viribus-unitis-5/' title='Viribus Unitis-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Viribus-Unitis-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Culatra de um dos canhões do Viribus Unitis" title="Viribus Unitis-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/viribus-unitis-6/' title='Viribus Unitis-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Viribus-Unitis-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Visita do Marechal Friedrich" title="Viribus Unitis-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/viribus-unitis-pola/' title='Viribus Unitis-Pola'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Viribus-Unitis-Pola-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viribus Unitis em Pola" title="Viribus Unitis-Pola" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/viribus-unitis-3/' title='Viribus Unitis-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Viribus-Unitis-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tripulação do Viribus Unitis" title="Viribus Unitis-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/viribus-unitis/' title='Viribus Unitis'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Viribus-Unitis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Viribus Unitis adernando, visto pelo Toggethoff" title="Viribus Unitis" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/viribus-unitis-2/' title='Viribus Unitis-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Viribus-Unitis-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Viribus Unitis indo a pique. A linha escura na superfície da água são marinheiros" title="Viribus Unitis-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/raffaele-rossetti/' title='Raffaele Rossetti'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Raffaele-Rossetti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Raffaele Rossetti" title="Raffaele Rossetti" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/raffaele-paolucci/' title='Raffaele Paolucci'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Raffaele-Paolucci-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Raffaele Paolucci" title="Raffaele Paolucci" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/mignatta/' title='Mignatta'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Mignatta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Mignatta, o veículo que transportou os dois mergulhadores italianos a Pola" title="Mignatta" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/janko-vukovich-de-podkapelski/' title='Janko Vukovich de Podkapelski'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Janko-Vukovich-de-Podkapelski-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Almirante Janko Vukovich de Podkapelski" title="Janko Vukovich de Podkapelski" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/sms-viribus-unitis/pola-1-11-1918/' title='Pola - 1-11-1918'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Pola-1-11-1918-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Mapa detalhando a ação planejada contra o Viribus Unitis" title="Pola - 1-11-1918" /></a>
</p>
<p></span></span> </p>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<div><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </span></span></div>
<p><span class="postbody1"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"> </p>
<p></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Panzer V &#8220;Panther&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 10:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Blindados]]></category>
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		<category><![CDATA[Panther]]></category>
		<category><![CDATA[Panzer]]></category>
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		<category><![CDATA[Tanques]]></category>
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		<description><![CDATA[O Panther, assim como o Tiger, teve sua origem a partir dos protótipos avançados VK3001 e VK3002, da Daimler-Benz e da MAN, bem como os Durchwagen 1 &#38; 2 da Henschel. Após a primeira reunião sobre a criação de um &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Panther, assim como o Tiger, teve sua origem a partir dos protótipos avançados VK3001 e VK3002, da Daimler-Benz e da MAN, bem como os Durchwagen 1 &amp; 2 da Henschel. Após a primeira reunião sobre a criação de um oponente para o T-34 soviético, o trabalho avançou rapidamente e a 5 de julho de 1943, o Panther participava de sua primeira missão efetiva de combate. Muitos apresentaram defeitos estruturais nesta ocasião. As falhas foram sendo sanadas após a segunda e terceira missões, bem como nas subseqüentes. O “Panzer V Panther”, foi um dos mais formidáveis veículos já vistos nos campos de batalha. Com seu poderoso canhão de 75 milímetros, obteve a impressionante marca de destruição de 90% dos alvos enquadrados a 1000 metros de distância, outro fator para sua potencialidade era sua velocidade “cross-country” e sua blindagem afilada, semelhante à do T-34. As duas primeiras variantes, contudo, apresentavam um problema de incêndio na torre, que foi solucionado na variante G.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu emprego mais surpreendente foi durante a ofensiva das Ardenas, onde alguns Panther camuflados, juntamente com alguns M-10 americanos capturados, infiltraram-se na linha de frente americana e provocaram grande confusão, até serem descobertos. Após a descoberta, tentaram enfrentar a supremacia americana, mas acabaram todos destruídos. Embora tivessem uma grande potencialidade de combate, sempre foi dada maior importância aos tanques mais pesados Tiger e tiger II. Sem dúvidas, o Panther era, senão o melhor, mas um dos melhores tanques alemães da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Oficialmente, em novembro de 1942, foi entregue o pedido formal à MAN, para a fabricação seriada do Panzer V &#8220;Panther&#8221;, mas a variante inicial, não procedendo como costumeiramente, foifoi a variante &#8220;D&#8221;. Para a produção em série, foi utilizada uma transmissão mais forte, a Ak7-200, e um novo motor, que desenvolvia 700 CV. Entretanto, diversos problemas da fase de protótipo não foram sanados. Assim que entrou em ação, descobriu-se da maneira mais amarga, que muitas vezes o sistema de transmissão quebrava, os motores superaqueciam e as lagartas se partiam, além de outros pequenos inconvenientes, principalmente no sistema elétrico. Além de tudo isso, foi planejada uma produção mensal de 250 unidades, muito elevada para equipamento novo, ainda não testado devidamente. Como a capacidade produtiva da MAN não era suficiente para atingir essa meta, o trabalho de construção foi distribuído também à Henschel, Daimler-Benz e à MNH. Em julho de 1943 Hitler ordenou que as unidades já iniciadas da variante D fossem concluídas e que a produção desta variante fosse encerrada.</p>
<p> </p>
<p>Panzer V Ausf. A</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança a mais notável desta variante foi a adoção da terceira MG, além da modificação do sistema de transmissão, mais adequado às condições de operação do veículo. A torre foi modificada para oferecer maior proteção e maior campo de visão ao comandante. Foram implantadas também tubulações de refrigeração para o motor, mais adequadas. A partir de setembro de 1943, os &#8220;panther&#8221; passaram a receber uma camada de &#8220;Zimmeritpaste nonmagnetic&#8221;, uma pasta &#8220;anti-magnética&#8221; que supostamente protegeria os veículos contra as minas magnéticas anti-tanque. Um ano mais tarde sua produção foi encerrada. Nos anos de 1943-1944, foram produzidas 1768 unidades da variante A.</p>
<p> </p>
<p>Panzer V Ausf. G</p>
<p style="text-align: justify;">A variante G, que começou a ser produzida em fevereiro de 1944, teve algumas modificações, necessárias para a criação da série de &#8220;Jagdpanther&#8221;. as modificaçãoes foram basicamente nas placas de blindagem, que se tormaram mais espessas e de nova construção, o que possibilitou o aumento do espaço interno, possibilitando assim o aumento do depósito de projéteis para o canhão de 79 para 82 unidades. Além disso a abertura para a metralhadora do nariz foi alterada, o que deixou sua fabricação mais simples e rápida. Em agosto de 1944, foram produzidas 155 unidades do &#8220;Panzer V&#8221;, a maior produçao mensal já obtida deste veículo. Este número decaiu crescentemente, devido aos bombardeios aliados e à escassez crescente de material. Já em 1945, a produçao mensal deste tanque era de 25 unidades. Esta variante foi a mais fabricada, até a rendição em maio de 1945.</p>
<p> </p>
<p>Dados Técnicos:</p>
<p>Tipo/Função: Tanque Pesado<br />
Variantes: D, A, G</p>
<p>Propulsão:<br />
Ausf:D &#8211; Um motor( Maybach HL 230 inicialmente) Maybach HL 210, Otto, refrigerado a água, 12 cilindros em V, desevolvendo (650)700 CV.</p>
<p>Ausf:A &#8211; Um motor Maybach HL 210, Otto, refrigerado a água, 12 cilindros em V, desevolvendo 700 CV.</p>
<p>Ausf:G &#8211; Um motor( Maybach HL 230 inicialmente) Maybach HL 210, Otto, refrigerado a água, 12 cilindros em V, desevolvendo (650)700 CV.<br />
Peso:<br />
Ausf:D &#8211; 45 ton (torre 7,5 ton)<br />
Ausf:A &#8211; 45,5 ton (torre 7,5 ton)<br />
Ausf:G &#8211; 48,8 ton (torre 7,5 ton)</p>
<p>Tração: Por engrenagem de tração, 8 rodas cada lado</p>
<p>Vel. Máxima : 46 km/h (estrada) / 24 km/h (fora de estrada)<br />
Alcance:<br />
Ausf:D &#8211; 169 km (estrada) / 85 km (fora de estrada)<br />
Ausf:A &#8211; 177 km (estrada) / 89 km (fora de estrada)<br />
Ausf:G &#8211; 177 km (estrada) / 89 km (fora de estrada)</p>
<p>Blindagem:<br />
Corpo:<br />
Frontal: 80 mm/35°<br />
Frontal do Artilheiro:80 mm/35°<br />
Lateral Inferior:40 mm/90°<br />
Lateral Superior:40 mm/50°<br />
Traseira:40 mm/60°<br />
Superior:15 mm/0°<br />
Assoalho: 20+13 mm/0°</p>
<p>Torre :<br />
Frontal:80 mm/80°<br />
Lateral:45 mm/65°<br />
Traseira: 45 mm/62°<br />
Superior:15 mm/2-7°</p>
<p>Qtde. Fabricada :<br />
Ausf:D : 600 unidades<br />
Ausf:A : 1768 unidades<br />
Ausf:G : 3126 unidades</p>
<p>Tripulação:  5</p>
<p>Armamento Principal: Um canhão 7,5 cm KwK 42 L/70</p>
<p>Armamento secundário:<br />
Ausf:D : Uma MG 34, de 7,92mm, montada no nariz e uma MG34, de 7,92mm, coaxial, na torre</p>
<p>Ausf:A: Uma MG 34, de 7,92mm, montada no nariz, uma MG34 de 7,92mm, coaxial na torre e uma MG34, de 7,92mm, anti-aérea, montada na torre</p>
<p>Ausf:G: Uma MG 34, de 7,92mm, montada no nariz, uma MG34 de 7,92mm, coaxial na torre e uma MG34, de 7,92mm, anti-aérea, montada na torre<br />
Munição:<br />
Ausf:D : 79 projéteis de 75mm; 4104 projéteis de 7,92mm<br />
Ausf:A: 79 projéteis de 75mm; 4200 projéteis de 7,92mm<br />
Ausf:G: 82 projéteis de 75mm; 4200 projéteis de 7,92mm</p>
<p> </p>
<p>Imagens:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-101i-244-2323-28a/' title='Bild 101I-244-2323-28A'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-Fronte-Sul-reparos-Bundesarchiv-1944-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panther em reparos - fronte Sul" title="Bild 101I-244-2323-28A" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-101i-313-1001-26/' title='Bild 101I-313-1001-26'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-Italiano-Bundesarchiv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther na Itália" title="Bild 101I-313-1001-26" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-101i-711-0427-04/' title='Bild 101I-711-0427-04'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-Oberst-Karl-Lorenz-Bundesarchiv-1944-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bild 101I-711-0427-04" title="Bild 101I-711-0427-04" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzerkampfwagen-v-panther-ausf-g-sperber-fg-1250/' title='Panzerkampfwagen V Panther Ausf G Sperber FG 1250'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzerkampfwagen-V-Panther-Ausf-G-Sperber-FG-1250-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther Ausf G Sperber equipados com FG 1250" title="Panzerkampfwagen V Panther Ausf G Sperber FG 1250" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-183-h26258/' title='Bild 183-H26258'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panther-V-Panther-Bundesarchiv-1943-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Diversos Panther sendo carregados numa composição para envio ao Fronte" title="Bild 183-H26258" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-2/' title='Panzer V Panther'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther" title="Panzer V Panther" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-101i-244-2324-09/' title='Bild 101I-244-2324-09'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-Hungria-Bundesarchiv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther desfilando após captura na Hungria" title="Bild 101I-244-2324-09" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-101i-088-3743a-15/' title='Bild 101I-088-3743A-15'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-Russia-Bundesarchiv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther - Rússia" title="Bild 101I-088-3743A-15" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-a-5t-wiking/' title='Panzer V Panther ausf A - 5t wiking'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-A-5t-wiking-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf A  - 5ª Divisão Panzer SS - Wiking" title="Panzer V Panther ausf A - 5t wiking" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-d/' title='Panzer V Panther ausf D'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-D-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf D" title="Panzer V Panther ausf D" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-d-2/' title='Panzer V Panther ausf D-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-D-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf D" title="Panzer V Panther ausf D-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-d-3/' title='Panzer V Panther ausf D-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-D-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf D" title="Panzer V Panther ausf D-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-101i-726-0202-06a/' title='Bild 101I-726-0202-06A'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-D-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther - Rússia" title="Bild 101I-726-0202-06A" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-d-79th/' title='Panzer V Panther ausf D - 79th'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-D-79th-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf D - destruído pela 79ª Divisão de infantaria americana - 1945" title="Panzer V Panther ausf D - 79th" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-g-2/' title='Panzer V Panther ausf G-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-G-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf G - França - 1944" title="Panzer V Panther ausf G-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-g-3/' title='Panzer V Panther ausf G-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-G-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf G" title="Panzer V Panther ausf G-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-183-p0213-501/' title='Bild 183-P0213-501'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-G-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bild 183-P0213-501" title="Bild 183-P0213-501" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/panzer-v-panther-ausf-g-cuckoo/' title='Panzer V Panther ausf G Cuckoo'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-ausf-G-Cuckoo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther ausf G &quot;Cuckoo&quot;, utilizado pelas forças de defesa da alemanha Ocidental - 1946" title="Panzer V Panther ausf G Cuckoo" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/panzer-v-panther/bild-101i-244-2321-34/' title='Bild 101I-244-2321-34'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Panzer-V-Panther-Fronte-Sul-Bundesarchiv-1944-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer V Panther - Fronte Sul" title="Bild 101I-244-2321-34" /></a>

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		<title>Oficial: Submarinos nucleares britânico e francês colidem no Atlântico</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 15:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha 1946-Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Atlântico]]></category>
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		<category><![CDATA[Propulsão Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Submarinos]]></category>

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		<description><![CDATA[Londres (AFP) — Um submarino nuclear francês e um submarino nuclear britânico colidiram no meio do Atlântico no início do mês de fevereiro. Embora tenha sido um incidente muito embaraçoso, não apresentou nenhum risco mais grave. De acordo com o &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/oficial-submarinos-nucleares-britanico-e-frances-colidem-no-atlantico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Londres (AFP) — Um submarino nuclear francês e um submarino nuclear britânico colidiram no meio do Atlântico no início do mês de fevereiro. Embora tenha sido um incidente muito embaraçoso, não apresentou nenhum risco mais grave.</p>
<div id="attachment_271" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/hms-vanguard-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-271" title="hms-vanguard-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/hms-vanguard-1-300x240.jpg" alt="HMS Vanguard" width="300" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">HMS Vanguard</p></div>
<p class="western" align="justify">De acordo com o reportado, o submarino nuclear “HMS Vanguard” e o submarino nuclear francês “Le Triomphant” colidiram enquanto navegavam submersos em águas profundas, em meio ao oceano Atlântico, no dia 4 de fevereiro. A colisão causou danos mas não pôs em risco as embarcações. Cada submarino mede aproximadamente 150 metros de comprimento e tem a capacidade de transportar até 16 mísseis nucleares.</p>
<p class="western" align="justify">Embora já houvesse sido noticiado pela imprensa britânica, somente no dia 16 de fevereiro foi feito pronunciamento oficial, onde foi então confirmando o noticiado. O Primeiro Lorde do Almirantado, almirante “Sir” Jonathan Band, concedeu entrevista coletiva para falar a respeito do ocorrido. Quando foi indagado sobre o que os submarinos estariam fazendo, a resposta foi:</p>
<p class="western" align="justify">“<em>-Os submarinos estavam realizando patrulhas&#8230;rotineiras no Atlântico”.</em></p>
<p class="western" align="justify">Continuando a entrevista ele respondeu aos repórteres:</p>
<p class="western" align="justify">“<em>-Recentemente, os dois submarinos mencionados colidiram em baixíssima velocidade. Ambos os submarinos tiveram danos leves, permanecendo seguros e não houveram feridos”</em></p>
<p class="western" align="justify">“<em>-Nós podemos confirmar (afirmar) que nossa embarcação sofreu apenas avarias leves e que o incidente não oferece riscos nucleares, o HMS Vanguard retornou à base Faslane, a oeste da Escócia no sábado, por seus próprios meios, onde está sendo reparado”. </em></p>
<div id="attachment_270" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/le-triomphant-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-270" title="le-triomphant-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/le-triomphant-1-300x214.jpg" alt="Le Triomphant" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Le Triomphant</p></div>
<p class="western" align="justify">A França por sua vez realizou seu primeiro anúncio oficial no dia 6 de fevereiro, o Ministro da Defesa da França, havia dito que o “Le Triomphant” havia colidido com um objeto enquanto submergia, provavelmente um contâiner afundado. Após o incidente teria retornado à base em Ile-Longue, próxima a Brest, no noroeste de França. Na segunda-feira, dia 16, o Porta-Voz da marinha francesa, Capitão Jerome Erulin, confirmou à AFP o envolvimento do submarino britânico:</p>
<p class="western" align="justify">“<em>-Este é o primeiro incidente deste tipo ocorrido em mais de 400 patrulhas realizadas” </em></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">Foi ouvido o especialista em assuntos militares do famoso grupo “Jane&#8217;s”, Stephen Saunders, e este afirmou que existem três causas possíveis para o incidente:</p>
<p class="western" align="justify">1ª) Um possível erro de procedimento: A OTAN possui um sistema de “Gerenciamento Marítimo”, idealizado justamente para evitar este tipo de incidente. Os submarinos deveriam estar sob este gerenciamento, mas como a França não faz parte da estrutura do comando militar da OTAN, não informa sobre suas embarcações.</p>
<p class="western" align="justify">2ª) Os submarinos não puderam ser detectados um pelo outro por causa da altíssima tecnologia empregada para tornar os submarinos “indetectáveis pelo inimigo”</p>
<p class="western" align="justify">3ª) Simplesmente azar, dois submarinos estarem na mesma área, na mesma profundidade e navegando em sentidos opostos</p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">Embora tenha enumerado três possíveis causas, Sauders acredita que o problema tenha sido de procedimentos:</p>
<p class="western" align="justify">“<em>-Os danos, além de embaraçosos, têm que ser reparados. Não tenho a menor dúvida que uma série de procedimentos técnicos serão investigados, estes submarinos não poderiam estar no mesmo lugar ao mesmo tempo” </em></p>
<p class="western" align="justify">
<p class="western" align="justify">França e Grã-bretanha são duas das cinco nações que confirmam o uso de embarcações nucleares. A França atualmente conta com 3 submarinos nucleares e um quarto submarino será comissionado em 2010. Já a Grã-Bretanha tem maior capacidade naval nuclear e já planejava uma modernização no sistema de navegação de seus submarinos, chamado Trident, a um custo de 20 bilhões de libras esterlinas (30 bilhões de dólares / 22 bilhões de euros).</p>
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		<title>O Colossal Schwerer Gustav 800mm</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 23:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Artilharia]]></category>
		<category><![CDATA[Canhão Ferroviário]]></category>
		<category><![CDATA[Dora]]></category>
		<category><![CDATA[Fronte Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Krupp]]></category>
		<category><![CDATA[Schwerer Gustav]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastopol]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1935, o OKH conduziu testes para determinar quais os calibres de artilharia que poderiam ser suficientes contra as fortificações da Linha Maginot, na França, que era de grande interesse para os planejadores militares alemães.           &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">Em 1935, o OKH conduziu testes para determinar quais os calibres de artilharia que poderiam ser suficientes contra as fortificações da Linha Maginot, na França, que era de grande interesse para os planejadores militares alemães.</span></span></div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;"><span class="postbody"> </span></div>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O departamento de projetos da Krupp iniciou então os projetos de possíveis canhões de 600, 800 e 1000 mm de diâmetro. Quando em 1936 Hitler visitou as intalações da Krupp, os projetos foram inteligentemente apresentados, fazendo com que Hitler ordenasse a imadiata construção do protótipo para testes. O protótipo para testes seria de 600mm.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem paciência para testes ou desenvolvimentos, foi posteriormente determinada a especifficação para a construção, especificação essa que a Krupp tentou modificar, pois tencionava fabricar o colossal 1000mm.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Em 1937, o projeto para o canhão de 80 cm demonstrou estar satisfatório e no mesmo ano, a ordem final para começar a construção foi dada ao Professor (diplomado em Engenharia) Erich Müller.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de muita experiência anterior em projetos e produção de canhões K12 e K5, o &#8220;Gustav&#8221;foi um projeto difícil de ser construído e muitos problemas foram causados pelo tremendo tamanho e peso da arma.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu peso total era de 1.350 toneladas; comprimento total de 42,97 metros; a largura era de 11,6 metros; o cano media 32,48 metros de comprimento e pesava 400 toneladas, sendo que somente a culatra pesava incríveis 110 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify;">A data de “batismo” (Primavera de 1940) não pôde ser cumprida e, como resultado, a invasão na França foi iniciada sem este canhão, a Linha Maginot seria eventualmente flanqueada e tomada intacta.</p>
<p style="text-align: justify;">O ataque sobre Gibraltar nunca aconteceu, sendo mais uma proposta de objetivo que foi eliminada.</p>
<p style="text-align: justify;">O cano foi concluído somente em 1941 e testado no campo de testes Hillersleben, no período compreendido entre 10 de setembro e 6 de outubro de 1941, e em Rügenwalde de 25 de novembro a 5 de dezembro de 1941.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1942 a arma ficou completa para ação em Rügenwalde, sendo transferida para o Grupo de Exércitos do Sul, para ação em Sebastopol, Rússia.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A ordem para a ação em Sebastopol foi dada pessoalmente para o comando da unidade do canhão pelo Coronel-General Halder, Chefe do Estado-Maior Geral alemão. O &#8220;Gustav experimentou seus efeitos de combate somente em Sebastopol, atirando 48 granadas em 7 alvos, em 5 dias de fogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 5 de junho de 1942, seus 8 primeiros tiros foram disparados contra baterias costeiras distantes 25 km do canhão, demolindo os alvos. No mesmo dia, 6 tiros desmontaram a Fortaleza Stalin, de concreto. No dia seguinte, 6 de junho, 7 granadas demoliram o Forte Molotov.</p>
<p style="text-align: justify;">Na baía Severnaya, um paiol a 30 metros sob as águas foi explodido com 9 granadas.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 7 de junho, 7 tiros foram atingir as distantes fortificações chamadas pelos alemães de “Süd-westspitze” &#8211; colinas do Sudoeste. Em 11 de junho, 5 tiros atingiram o Forte Sibéria e no dia 17 de junho foi a vez do Forte Maxim Gorki e de sua bateria de costa, atingidos pelos últimos 6 tiros do “Dora”, disparados da região da Criméia.</p>
<p style="text-align: justify;">Somando-se estes 48 tiros aos de salvas de testes, de demonstração e de treinamento, consta ter realizado perto de 300 disparos.</p>
<p style="text-align: justify;">Três ou quatro composições ferroviárias transportavam as equipes de construção para o canhão e a carreta (cerca de 1.000 homens) e um trem carregado de ferroviários, que completava a posição de tiro e linhas especiais em 3 a 6 semanas, usando aproximadamente 1.500 homens da região como trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção do canhão completo exigiu diversas cargas de componentes, transportadas em diversos trens.</p>
<p style="text-align: justify;">A carreta inferior foi transportada em duas cargas, enquanto que cinco cargas foram necessárias para acomodar a parte superior da carreta e dos componentes do cano.</p>
<p style="text-align: justify;">As sete cargas pesavam cerca de 700 toneladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estavam incluídos nos trens de construção: guindastes e 250 homens da bateria de apetrechos do canhão, eletricistas e assentadores de trilhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do imenso tamanho , os componentes pré-fabricados permitiam que o canhão e a carreta fossem montados em três dias.</p>
<p style="text-align: justify;">
O guindaste da munição e a elevação do cano eram operados eletricamente, o aríete e o bloco da culatra eram operados hidraulicamente.A movimentação da arma era feita por duas locomotivas Diesel de 1.000 H.P., localizadas na carreta inferior; elas moviam o canhão ao longo da curva de tiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A arma completa deslocava-se sobre duas linhas de estrada de ferro paralelas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;"><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">A cápsula (cartucho) e o projétil mediam 6,79 metros e os de alto explosivo mediam 8,26 metros. Apenas o projétil de alto explosivo pesava 4,8 toneladas. Havia três cargas de propulsão que variavam de 1,85 a 2 toneladas.</span></span></div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;"><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">No instante do tiro, a força do recuo chegava a 64 toneladas, resultando num rebaixamento dos trilhos em 3 a 5 cm.</span></span></div>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">
<div><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">A unidade de artilharia pesada da qual pertencia o “Gustav” tinha a seguinte composição: um Quartel General; uma Bateria Comando com uma Seção de Controle de Tiro; um Pelotão de Inteligência Reforçado;um Pelotão de Medição com quatro unidades com equipamento infravermelho; e uma unidade de Cartografia; e a tropa da Bateria de Elevação, de Serviços e Remoção do Canhão, com um total de 500 homens.</span></span></div>
<p style="text-align: justify;"><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">As tropas auxiliares de apoio, tais como as tropas de construção; destacamento de fogo antiaéreo; 20 engenheiros da fábrica Krupp; destacamento de lançamento de fumaça reforçado; duas companhias de guarda romenas; unidade de Polícia Militar; tropa de patrulha com cães amestrados; mais uma seção de helicóptero e cobertura de caças da Luftwaffe, perfazendo um total de 3.870 homens.</p>
<p>Cada tiro necessitava de 350 homens, porque a velocidade de boca do canhão e a pressão da culatra era medida, e a carga propelente para o próximo tiro era cuidadosamente escolhida em ordem para continuar os disparos dos projéteis ao alvo com uma dispersão de erro de 1% (um por cento).</p>
<p>Para respeitar a tradição de batizar os grandes canhões com o primeiro nome dos membros da família de Krupp, o 80cm K(E) foi chamado de Gustav, em homenagem ao diretor mais idoso, Gustav Krupp von Bohlen und Halbach. O nome completo é &#8220;Schwerer Gustav&#8221; (Gustav pesado) e foi chamado &#8220;Dora&#8221; pela guarnição responsável pela arma, da mesma forma que guarnições dos morteiros &#8220;Karl-Mörser, de 600mm, os apelidaram de &#8220;Adão e Eva&#8221;, &#8220;Pai e Filho&#8221;, Thor e Odin&#8221;.</p>
<p>Foram construidos dois destes &#8220;monstros&#8221; mas só um foi realmente usado, a designação {80cm K (E)&#8221;Schwerer Gustav&#8221;] significa:</p>
<p>80cm: diâmetro (800mm)</p>
<p>K: Indicação do tipo de arma, no caso Kanone (canhão).</p>
<p>(E): Neste caso dá a indicação do tipo específico da arma &#8220;Eisenbahngeschütz&#8221; que significa &#8220;canhão ferroviário&#8221;.</p>
<p>Schwerer Gustav: nome dado pelo fabricante.</p>
<div><span style="font-size: x-small;"><br />
Seu preço ficou em torno de RM 10&#8217;000&#8217;000,00, que não é exatamente um valor tão elevado assim se compararmos com o preço de um Panzer VI ausf H &#8220;Tiger&#8221;. O Tiger custava RM 250&#8217;000,00, ou seja, dava para ter comprado 40 unidades com este valor.<br />
Em termos de material (peso), era possível construir apenas 25 Tiger (56 ton) com o material usado para um &#8220;Gustav&#8221; (1376 ton).</span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: x-small;">Já se compararmos com estes (o numero de unidades relativas ao valor do Gustav está entre parenteses).</span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: x-small;">Panzer III = RM 96&#8217;200,00 (104 un)<br />
Panzer IV = RM 103&#8217;500,00 (96 un)<br />
Panzer V = RM 117&#8217;000,00 (85 un)</span></div>
<p></span><span style="font-size: x-small;"> </p>
<p></span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><br />
Seu preço ficou em torno de RM 10&#8217;000&#8217;000,00, que não é exatamente um valor tão elevado assim se compararmos com o preço de um Panzer VI ausf H &#8220;Tiger&#8221;. O Tiger custava RM 250&#8217;000,00, ou seja, dava para ter comprado 40 unidades com este valor.<br />
Em termos de material (peso), era possível construir apenas 25 Tiger (56 ton) com o material usado para um &#8220;Gustav&#8221; (1376 ton).</span></div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Já se compararmos com estes (o numero de unidades relativas ao valor do Gustav está entre parenteses).</span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: x-small;">Panzer III = RM 96&#8217;200,00 (104 un)<br />
Panzer IV = RM 103&#8217;500,00 (96 un)<br />
Panzer V = RM 117&#8217;000,00 (85 un)</span></div>
<p><span style="font-size: x-small;"> </p>
<p></span></p>
<p>Galeria:<br />

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt21/' title='doramt21'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt21-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt21" title="doramt21" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/sg-1/' title='SG-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/SG-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SG-1" title="SG-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/sg-2/' title='SG-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/SG-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SG-2" title="SG-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/sg-3/' title='SG-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/SG-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SG-3" title="SG-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/sg-4/' title='SG-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/SG-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SG-4" title="SG-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/sg-5/' title='SG-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/SG-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SG-5" title="SG-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/sg-6/' title='SG-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/SG-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SG-6" title="SG-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt1/' title='doramt1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt1" title="doramt1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt2/' title='doramt2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt2" title="doramt2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt3/' title='doramt3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt3" title="doramt3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt4/' title='doramt4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt4" title="doramt4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt5/' title='doramt5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt5" title="doramt5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt6/' title='doramt6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt6" title="doramt6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt7/' title='doramt7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt7" title="doramt7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt8/' title='doramt8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt8" title="doramt8" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt9/' title='doramt9'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt9" title="doramt9" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt10/' title='doramt10'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt10" title="doramt10" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt11/' title='doramt11'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt11" title="doramt11" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt12/' title='doramt12'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt12" title="doramt12" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt13/' title='doramt13'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt13" title="doramt13" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt14/' title='doramt14'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt14" title="doramt14" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt15/' title='doramt15'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt15-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt15" title="doramt15" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt16/' title='doramt16'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt16-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt16" title="doramt16" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt17/' title='doramt17'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt17-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt17" title="doramt17" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt18/' title='doramt18'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt18-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt18" title="doramt18" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt19/' title='doramt19'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt19-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt19" title="doramt19" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/doramt20/' title='doramt20'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/doramt20-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="doramt20" title="doramt20" /></a>
</p>
<p><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=BxuW8gG8Hfg&amp;feature=related">Schwerer Gustav Disparando</a></span></span></span></span></p>
<p><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">Mais info sobre o tema:<br />
<a href="http://www.railwaygun.co.uk/" target="_blank"><span style="font-size: x-small; color: #006699;">http://www.railwaygun.co.uk</span></a><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><a href="http://html2.free.fr/canons/dora.htm" target="_blank"><span style="font-size: x-small; color: #006699;">http://html2.free.fr/canons/dora.htm</span></a><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><a href="http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Lab/1167/edora.html" target="_blank"><span style="font-size: x-small; color: #006699;">http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Lab/1167/edora.html</span></a><span style="font-size: x-small;"> </span></span></span></p>
<p><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/225/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Kalinin K-7, a Fortaleza Voadora soviética</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 01:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[1933]]></category>
		<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza Voadora]]></category>
		<category><![CDATA[Kalinin]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Secretos da URSS]]></category>
		<category><![CDATA[Protótipo]]></category>
		<category><![CDATA[URSS]]></category>

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		<description><![CDATA[Este gigantesco avião multi-tarefas foi projetado no início dos anos de 1930, pelo ex-piloto da Grande Guerra, Konstantine Alekseyevich Kalinin O projeto inusitado, previa o emprego de novas tecnologias e materiais na construção, entre eles destacamos o emprego de tubos &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="background: #f8fcff; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Este gigantesco avião multi-tarefas foi projetado no início dos anos de 1930, pelo ex-piloto da Grande Guerra, K</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: RU;" lang="RU">onstantine Alekseyevich Kalinin</span></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O projeto inusitado, previa o emprego de novas tecnologias e materiais na construção, entre eles destacamos o emprego de tubos aço cromo-molibdênio soldado (estrutura central). A fuselagem era feita de chapas de duralumínio.</span></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"> </p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<p style="text-align: justify; background: #f8fcff;">Suas asas de seção elíptica tinham a impressionante envergadura de 53 metros, com uma superfície alar de 452 metros quadrados. A espessura das asas no centro da aeronave era de impressionantes 2,33 metros, medida esta necessária para as acomodações dos passageiros. No interior das imensas asas estavam instalados nada menos que 14 tanques de combustível.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">O trem de pouso consistia de dois imensos flutuadores dotados de rodas acopladas a amortecedores hidro-pneumáticos, utilizados pela primeira vez em uma aeronave soviética. Os pneus adotados foram os americanos “Goodyear”, isto porque a indústria soviética de pneumáticos não tinha ainda a capacidade de produzir pneus daquele tamanho. Este arranjo do trem de pouso possibilitava assim o pouso e decolagem em terra e água.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">A tripulação consistia de doze pessoas; dois pilotos, navegador, operador de rádio e mecânico ficavam acomodados na cabine, os outros sete tripulantes ficavam em seções ao longo da aeronave e se comunicavam entre si via interfone. </span></p>
<p></span></p>
<p> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;">Após testes realizados em túnel de vento, o projeto foi considerado adequado e autorizado para a fabricação de uma aeronave. A produção dos tubos de aço teve início nas instlação da siderúrgica de Dnepropetrovsk. Além disso foram adquiridos tubos de aço da Suécia, ao custo de 100’000 rublos-ouro. Uma comissão do governo, encarregada de avaliar o andamento do projeto, observou em 1932 que o uso de aço cromo-molibdênio representava um enorme passo para o aprimoramento da indústria soviética de metalurgia e aeronáutica.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Haviam dois projetos para o emprego da aeronave na função de transporte de passageiros.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Um projeto previa a capacidade de transporte de 128 pessoas a uma distância de até 5000 quilômetros, enquanto que o outro projeto previa a instalação de 16 luxuosas cabines, para a acomodação de 64 pessoas, que entre as comodidades poderiam desfrutar de bebidas e drinques preparados num bar, além de jantares servidos em um salão<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>de festas. Já a versão militar seria equipada com nada menos que oito canhões de 20 milímetros e oito metralhadoras de 7,62 milímetros. Sua capacidade de carga dependeria da distância percorrida em vôo, podendo alcançar até 2400 quilômetros com carga de 6000 quilogramas (com o uso de tanques externos) ou entre 9900e 16600 quilogramas de bombas em missões normais.</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">No dia 21 de agosto de 1933, às 6 horas da manhã, o Kalinin K-7 iniciou os procedimentos para seu primeiro vôo, tendo aos comandos o piloto de testes M.M. Gromov, com Kalinin (irregularmente) sentado no posto do co-piloto. Assim que iniciou o taxiamento, o piloto elogiou a aeronave, de comandos leves, que respondiam rapidamente aos movimentos. Após realizar seu primeiro vôo, toda a tripulação recebeu felicitações e Kalinin recebeu uma punição simbólica por participar ilegalmente do vôo. </span></p>
<p></span></p>
<p> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;">Tais foram os elogios à aeronave, que Kalinin recebeu ordens para produzir mais dois aviões, um na configuração civil e outro na configuração militar. Mas o período de alegrias estava por terminar, a medida que testes de vôo foram realizados, as <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>deficiências do projeto começaram a surgir, sendo a principal delas a excessiva trepidação.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Algumas alterações foram sendo realizadas após cada novo teste. No dia 20 de novembro de 1933 o K-7 realizou seu último teste na fábrica de Kharkov, sendo então enviado a Moscou, onde foi planejado novo vôo no dia seguinte. Seu 11º Vôo (e último) ocorreu em 21 de novembro, o K-7 com 20 pessoa as bordo decolou para mais um teste, onde era pretendido medir a performance da aeronave (o teste teria 5 horas de duração). Após um procedimento de recuperação após um mergulho de 40 graus, a aeronave não respondeu aos comandos e colidiu contra o solo, 15 pessoas morreram. </span></p>
<p></span></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Uma comissão especial para investigar as causas do acidente, foi criada. Estavam nela os mais proeminentes especialistas aeronáuticos da URSS. Após algumas investigações a comissão concluiu que o acidente deveu-se às severas vibrações, vibrações estas ocasionadas pelo “motor extra” adicionado por Kalinin, para compensar a baixa potÊncia dos motores AM-34. Não haviam provas concretas que sustentassem esta afirmação, mas alguém deveria ser punido. </span></p>
<p style="text-align: justify; background: #f8fcff;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Em 1935 o governo soviético percebeu que havia cometido um terrível engano quanto ao projeto. As aeronaves receberam então a designação de “Conservadas”, que extra-oficialmente significava “Abandonadas”. O projeto foi então cancelado, mas para manter o segredo, as fotografias foram confiscadas e todo pessoal envolvido na sua fabricação foi interrogado, além das testemunhas oculares dos testes. Já Kalinin foi convocado a prestar esclarecimentos, na verdade deveria provar que a União Soviética realmente necessitada de uma aeronave como o K-7. Ele teve que fazer isto por diversas vezes, até que em 1938 foi preso acusado de traição, desaparecendo depois disso, provavelmente tendo sido executado. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"></span></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Galeria:</span></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;">
<div style="background: #f8fcff; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7-proto/' title='Kalinin K-7 proto'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7-proto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Protótipo em nmadeira do Kalinin K-7, mostrando sua configuração original" title="Kalinin K-7 proto" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7-proto2/' title='Kalinin K-7 proto2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7-proto2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Protótipo em madeira do Kalinin K-7, mostrando as passagens para manutenção" title="Kalinin K-7 proto2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7_3/' title='Kalinin K-7_3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7_3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kalinin K-7_3" title="Kalinin K-7_3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7_4/' title='Kalinin K-7_4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7_4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kalinin K-7_4" title="Kalinin K-7_4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7_5/' title='Kalinin K-7_5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7_5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kalinin K-7_5" title="Kalinin K-7_5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7_6/' title='Kalinin K-7_6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7_6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kalinin K-7_6" title="Kalinin K-7_6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7_7/' title='Kalinin K-7_7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7_7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kalinin K-7_7" title="Kalinin K-7_7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/kalinin-k-7-a-fortaleza-voadora-sovietica/kalinin-k-7_8/' title='Kalinin K-7_8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/Kalinin-K-7_8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kalinin K-7_8" title="Kalinin K-7_8" /></a>
</p>
<p></span></div>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </p>
<p></span></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"> </span></p>
<p style="background: #f8fcff; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Dados Técnicos:</span></p>
<div>
<table class="MsoNormalTable" style="width: 100%; border-collapse: collapse; background: white; mso-border-alt: outset #6699CC .75pt; mso-padding-alt: 1.5pt 1.5pt 1.5pt 1.5pt;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0;">
<td style="background-color: transparent; width: 135pt; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; border: #6699cc 1pt inset; padding: 1.5pt;" width="180">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Tripulação:</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #6699cc 1pt inset; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;" colspan="2">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">12</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Passageiros</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;" colspan="2">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">128</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 2;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Motorização:</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;" colspan="2">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">7 motores AM-34 V-12, desenvolvendo 750 hp cada</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 3;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;" colspan="3">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Pesos</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 4;">
<td style="border-bottom: #6699cc 1pt inset; border-left: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; width: 135pt; border-top: #e0dfe3; border-right: #6699cc 1pt inset; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;" width="180">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">    Decolagem</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">38000 kg</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">83776 lb</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 5;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">    Vazio</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">24400 kg</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">53793 lb</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 6;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;" colspan="3">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;"> Dimensões</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 7;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">   Envergadura</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">53,0 m</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">173 ft 11 in</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 8;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">   Comprimento</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">28,0 m</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">91 ft 10 in</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 9;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">   Superfície Alar</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">454,0 m<sup>2</sup></span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">4886.81 sq ft</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 10;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;" colspan="3">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;"> Performance</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 11;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">    Vel. Máxima</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">234 km/h</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">145 mph</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 12;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">    Vel. Cruzeiro</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">180 km/h</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">112 mph</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 13;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">    Teto</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">5000 m</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">13100 ft</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 14; mso-yfti-lastrow: yes;">
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #6699cc 1pt inset; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">   Alcance</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">3030 km</span></p>
</td>
<td style="border-right: #6699cc 1pt inset; border-top: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; border-bottom: #6699cc 1pt inset; background-color: transparent; mso-border-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-left-alt: inset #6699CC .75pt; mso-border-top-alt: inset #6699CC .75pt; padding: 1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">1883 milhas</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="background: #f8fcff; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="background: #f8fcff; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Fontes:</span></p>
<ol type="1">
<li class="MsoNormal" style="background: #f8fcff; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">Aviastar: <a href="http://www.aviastar.org/air/russia/kalinin_k-7.php"><span style="color: #800080;">http://www.aviastar.org/air/russia/kalinin_k-7.php</span></a></span></li>
<li class="MsoNormal" style="background: #f8fcff; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Wikipédia.org: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kalinin_K-7"><span style="color: #800080;">http://en.wikipedia.org/wiki/Kalinin_K-7</span></a></span></li>
<li class="MsoNormal" style="background: #f8fcff; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Airwar : <a href="http://www.airwar.ru/enc/bww1/k7.html">http://www.airwar.ru/enc/bww1/k7.html</a></span></li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Pesado A7V Alemão</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 10:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infantaria 1900-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[A7V]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Blindados]]></category>
		<category><![CDATA[Infantaria]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Vollmer]]></category>
		<category><![CDATA[Tanques]]></category>

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		<description><![CDATA[O exército imperial alemão já bastante desgastado se vê pressionado pelo novo equipamento de combate do inimigo, o Carro de Combate, que foi habilmente chamado de “Water Tank (Tanque de Água)” para ludibriar os serviços de espionagem alemães. A Alemanha &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-pesado-a7v-alemao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;">O exército imperial alemão já bastante desgastado se vê pressionado pelo novo equipamento de combate do inimigo, o Carro de Combate, que foi habilmente chamado de “Water Tank (Tanque de Água)” para ludibriar os serviços de espionagem alemães.</p>
<p>A Alemanha consegue capturar algumas unidades dos tanques britânicos e franceses e, depois de análises, percebe que necessita com certa urgência de veículos similares em campo.</p>
<div id="attachment_202" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-202" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-pesado-a7v-alemao/a7v-4/"><img class="size-medium wp-image-202" title="a7v-4" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/a7v-4-300x138.gif" alt="A7V" width="300" height="138" /></a><p class="wp-caption-text">A7V</p></div>
<p><font size="2">A resposta alemã se dá em 1918, com a criação do pesado A7V. O nome provavelmente refere-se ao departamento responsável “<span style="font-style: italic;">Allgemeines Kriegsdepartement 7 Abteilung Verkehrswesen</span>” (&#8220;Departamento Geral de Guerra 7 – Divisão de Transportes&#8221;), porém algum estudiosos crêem que o “V” tenha sido usado por causa do projetista, o Capitão Joseph Vollmer.</p>
<p></font></span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: x-small;"><a rel="attachment wp-att-203" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-pesado-a7v-alemao/a7v-5/"><img class="alignright size-medium wp-image-203" title="a7v-5" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/a7v-5-300x147.gif" alt="a7v-5" width="300" height="147" /></a>Na Alemanha o veículo era chamado “Sturmpanzer-Kraftwagen” (algo como “Veículo-Motor Blindado de Assalto&#8221;). Foram encomendados 100 veículos para a primavera de 1918 (outono no Hemisfério Sul), mas somente 20 destes veículos foram entregues. Estes poucos tanques viram ação de março a outubro de 1918, além é claro de terem sido os únicos tanques alemães produzidos na Grande Guerra a terem se tornado operacionais.</p>
<p>A tripulação era normalmente composta por 16 soldados e dois oficiais: Comandante, Piloto, Mecânico, Mecânico/Balizador, 6 Artilheiros (metralhadora), 6 Municiadores (metralhadoras), Artilheiro (canhão) e Municiador (canhão). </span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">A versão “fêmea” do A7V tinha 8 metralhadoras MG08/15, sendo que as duas adicionais eram montadas no lugar do canhão de 57 milímetros. Não se sabe ao certo se alguma unidade foi convertida ou se foi fabricada originalmente nesta configuração, porém é sabido somente que o chassi nr. 501 foi usado em combate nesta configuração. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Apesar de utilizarem placas de blindagem com espessura de 20mm nas laterais e 30mm na parte frontal, estas não eram de aço temperado. Suportavam sem problemas disparos de metralhadoras ou fuzis, mas não resistiam a impactos de calibres maiores. A proteção deste tipo de material é comparada às blindagens mais finas de tanques do mesmo período, que utilizavam placas de aço temperado.</p>
<p>Sua velocidade em estrada era equivalente a seus pares contemporâneos, mas seu desempenho fora-de-estrada era muito pobre. Além disso, a pouca altura em relação ao solo (entre 200 e 400 mm), fazia com que a tarefa de cruzar campos enlameados ou esburacados fosse praticamente impossível de ser realizada. Uma característica do projeto fazia com que houvesse um ponto cego de aproximadamente 10 metros para o artilheiro do canhão, o que dificultava combates a curta distância. Mas em contrapartida, em terreno aberto podia ser usado com mais sucesso, dispondo de poder de fogo muito superior a seus contemporâneos.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Combate</span><br />
O A7V teve seu primeiro uso em combate no dia 21 de março de 1918, quando foram enviados ao norte do Canal de St.Quentin. Auxiliaram a conter um ataque britânico de pequenas proporções.</p>
<div id="attachment_199" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-199" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-pesado-a7v-alemao/a7v-1/"><img class="size-medium wp-image-199" title="a7v-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/a7v-1-300x209.jpg" alt="A7V" width="300" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">A7V</p></div>
<p>O primeiro combate de “Tanque  X  Tanque” de história teve lugar no dia 24 de abril de 1918, quando três tanques A7Vs (incluindo o tanque nr 561, chamado &#8220;Nixe&#8221;) participavam de uma ação juntamente com a infantaria, quando acidentalmente se depararam com três tanques britânicos Mark IV (dois destes versão “Fêmea” e um versão “Macho”, equipado com um canhão de 6 libras) nas proximidades de Villers-Bretonneux.</p>
<p>Durante a batalha, tanques de ambos os lados foram danificados. De acordo com relatos do comandante do Mark IV “Macho”, o Segundo–Tenente Frank Mitchell, os Mark fêmeas (armados somente com metralhadoras) recuaram após serem avariados por cargas AP.</p>
<p>Eles não tinham condições de danificar os tanques alemães usando apenas metralhadoras. Mitchell então revidou o ataque, disparando três vezes contra o tanque de vanguarda alemão, ocasionando a morte de 5 tripulantes a pondo-o fora de ação. Após o ataque, retirou-se disparando a esmo contra a infantaria alemã.</p>
<p>Os dois A7V restantes também se retiraram. Momentos depois de Mitchell deixar o combate, sete tanques médios Whippet engajaram os alemães. Quatro dos Whippet foram postos fora de combate, não se sabe ao certo se estavam tentando perseguir os tanques alemães. Já o Mark IV de Mitchell recebeu um disparo de morteiro, danificando a lagarta e foi abandonado O A7V alemão danificado foi posteriormente recuperado pelas forças alemãs.</p>
<div id="attachment_200" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-200" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-pesado-a7v-alemao/a7v-2/"><img class="size-medium wp-image-200" title="a7v-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/a7v-2-300x225.jpg" alt="A7V &quot;Mephisto&quot;" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A7V &quot;Mephisto&quot;</p></div>
<p>Todos os A7V disponíveis foram postos em ação naquele dia, porém os resultados foram limitados: Dois atolaram em buracos e diversos apresentaram problemas com os motores ou com o armamento. Após um contra-ataque, três A7V cairam em mãos dos aliados: Um sem condições de ser utilizado foi desmantelado, um foi utilizado pelos franceses como alvo para testes de munições e o terceiro (chamado Mephisto) foi entregue aos australianos.</p>
<p>O A7V não foi considerado satisfatório pelos alemães e assim sendo foram criados outros projetos de tanques (como o the Oberschlesien, o K-Wagen e a Série LK), entretanto a guerra terminou antes que estes pudessem ser fabricados.<br />
A última utilização do A7V se deu em outubro de 1918, no mês seguinte a guerra terminou e diversos foram desmantelados. Pelo menos um (possivelmente dois) A7V modificado, chamado &#8216;Hedi&#8217; foi usado pelos Freikorps para conter uma manifestação de civis ocorrida em Berlin no ano de 1919.</p>
<p>Os alemães utilizaram na Grande Guerra menos de cem Carros de Combate, em sua maioria veículos franceses e britânicos capturados, chamados Beutepanzer.</p>
<p>A extremamente baixa e limitada produção de tanques alemães muito pouco pôde contribuir nos resultados do campo de batalha. A França produziu mais de 3600 unidades de seu maravilhoso FT-17, a Grã-Bretanha produziu mais de 2500 de seus Mark.</p>
<div id="attachment_201" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-201" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/02/o-pesado-a7v-alemao/a7v-3/"><img class="size-medium wp-image-201" title="a7v-3" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/02/a7v-3-300x225.jpg" alt="A7V &quot;Mephisto&quot;" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A7V &quot;Mephisto&quot;</p></div>
<p><font size="2">O A7V Mephisto enviado à Austrália se encontra em exposição no Queensland Museum em Brisbane, Australia. É o último exemplar original dos 20 A7V produzidos.</p>
<p>Uma réplica do A7V &#8220;Wotan&#8221; encontra-se no Deutsches Panzermuseum em Munster, Alemanha.</p>
<p>O canhão de um A7V (possivelmente do *504 &#8220;Schnuck&#8221;) s eencontra no Imperial War Museum North em Manchester, Grã-Bretanha.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Lista dos A7V produzidos</span><br />
•501 Gretchen: Desmantelado pelos aliados em 1919 (versão Fêmea).<br />
•502: Desmantelado pela Alemanha em Outubro de 1918.<br />
•503: Desmantelado pela Alemanha em Outubro de 1918.<br />
•504 Schnuck: Perdido em Fremicourt no dia 31 de agosto de 1918.<br />
•505 Baden I: Desmantelado pelos aliados em 1919.<br />
•506 Mephisto: Perdido em Villers-Bretonneux no dia 24 de abril de 1918, recuperado pelos australianos e atualmetne se encontra no Queensland Museum de Brisbane, Australia.<br />
•507 Cyklop: Desmantelado pelos aliados em 1919.<br />
•525 Siegfried: Desmantelado pelos aliados em 1919.<br />
•526: Desmantelado pela Alemanha no dia 01 de junho de 1918.<br />
•527 Lotti: Perdido em Pompelle Fort no dia 01 de junho de 1918.<br />
•528 Hagen: Perdido em Fremicourt no dia 31 de agosto de 1918.<br />
•529 Nixe 2: Perdido em Remis no dia 31 de maio de 1918, recuperado posteriormente pelos americanos e desmantelado em 1942, no Aberdeen Proving Grounds Museum.<br />
•540 Heiland: Desmantelado pelos aliados em 1919.<br />
•541: Desmantelado pelos aliados em 1919.<br />
•542 Elfriede: Perdido em Villers-Bretonneux no dia 24 de abril de 1918<br />
•543 Hagen, Adalbert, König Wilhelm: Desmantelado pelos aliados em 1919.<br />
•560 Alter Fritz: Perdido em Iwuy no dia 11 de outubro de 1918.<br />
•561 Nixe: Desmantelado pela Alemanha em 24 de abril de 1918<br />
•562 Herkules: Desmantelado pela Alemanha depois de 31 de agosto de 1918<br />
•563 Wotan: Desmantelado pelos aliados em 1919., uma réplica de&#8221;Wotan&#8221; foi feita no final dos anos 80, amplamente baseada no &#8220;Mephisto&#8221;, encontra-se no Panzermuseum em Munster, Alemanha.<br />
•564: Desmantelado pelos aliados em 1919.</p>
<p></font></span><br />
<span style="font-size: x-small;">Projetista: Joseph Vollmer<br />
Unidades Produzidas: 20</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Especificações</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Peso</span> 30 a 33 toneladas<br />
<span style="font-weight: bold;">Comprimento</span> 7,34 m<br />
<span style="font-weight: bold;">Largura</span> 3,10 m<br />
<span style="font-weight: bold;">Altura </span>3,30 m</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Tripulação</span>: 18</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Blindagem:</span><br />
Lateral:20 mm<br />
Frontal:30mm<br />
Superior:15mm</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Armamento Principal: </span>Um Canhão Maxim Nordenfeldt 57/L26 (algumas unidades utilizaram canhões capturados russos de 57mm).</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Armamento Secundário:</span> 6 metralhadoras MG08/15 de 7,92 mm</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Munição:</span> 180 projéteis de 57 mm e 10 a 15 mil de 7,92 mm</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Motorização:</span> 2 motores Daimler, de 4 cilindros, desenvolvendo 100HP cada</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Alcance:</span> 35 km</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Velocidade Máxima:</span><br />
15 km/h na Estrada<br />
5 km/h fora-de-estrada </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A batalha de Spartivento &#8211; 27 de novembro de 1940</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 15:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[17 de novembro]]></category>
		<category><![CDATA[1940]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Teulada]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
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		<category><![CDATA[Mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Regia Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Navy]]></category>
		<category><![CDATA[Spartivento]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[O porta-aviões HMS Furious foi enviado ao porto de Tokoradi, no Golfo de Guiné, para entregar diversos Hurricanes, em dezembro de 1940. De lá, após a longa viagem via continente africano, o navio alcançaria as bases britânicas no Egito. Entretanto &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">O porta-aviões HMS Furious foi enviado ao porto de Tokoradi, no Golfo de Guiné, para entregar diversos Hurricanes, em dezembro de 1940. De lá, após a longa viagem via continente africano, o navio alcançaria as bases britânicas no Egito. Entretanto infelizmente, haviam ocorrido também grandes perdas de materiais e de pessoal técnico e, sem estas pessoas e materiais, as aeronaves mal poderiam operar. Para providenciar a imediata e necessária reposição, a Grã-Bretanha criou a Operação Collar, que tinha como finalidade transferir pessoal da RAF e equipamentos, através do Mar Mediterrâneo, a bordo de cruzadores e de navios velozes.</span><br />
</span></p>
<p>A Operação Collar teve início no dia 12 de novembro, quando os cruzadores HMS Manchester e HMS Southampton partiram da Grã-Bretanha, juntamente com o New Zealand Star. Ao mesmo tempo, outro comboio partida, composto pelo transporte Franconia e pelos navios mercantes Clan Forbes e Clan Fraser.</p>
<p>Em Gibraltar, o HMS Manchester e o HMS Southampton embarcaram os 1370 técnicos da RAF, originalmente embarcados no Franconia. Em seguida seguiram ao encontro do Clan Forbes, Clan Fraser e do New Zealand Star, que já haviam cruzado o estreito. Os dois navios mercantes limitavam-se a aportar em Malta. Já o New Zealand Star seguiria viagem a partir de Malta com a escolta reforçada pelo destróier HMS Hotspur e pelas corvetas Gloxinia, Hyacinth, Peony e Salvia. O grupo de escolta passou então a ser denominado “Força F”.</p>
<p>Uma vez o comboio tendo entrado no Mediterrâneo, o vice-almirante Somerville partiu de Gibraltar com sua “Força H&#8221;, que para os efeitos da Operação Collar passou a se chamar “Força B&#8221;. Era composta pelo porta-aviões HMS Ark Royal (tendo embarcados 12 Skua, 12 Fulmar e 30 Swordfish), pelo cruzador de batalha HMS Renown, pelos cruzadores HMS Sheffield e HMS Despatch, além de nove destróieres.</p>
<p>Quando o comboio composto pela “Força F” tomou rumo próximo à costa da África do Norte, a “Força B” proporcionou cobertura. Ao mesmo tempo em que estas manobras se davam no lado ocidental do Mediterrâneo, a frota do almirante Cunningham iniciou movimentação no lado oriental do Mediterrâneo.</p>
<p>No dia 23 de novembro, o comboio M.W.4, composto pelo transporte Breconshire e pelos cargueiros Memnon, Clan Ferguson e Clan Macaulay, partiram de Alexandria para Malta, escoltados pelos cruzadores HMS Calcutta e HMS Coventry e por quatro destróieres da “Força D”. A cobertura deste comboio se deu pela “Força C”, composta pelo encouraçado HMS Ramillies, porta-aviões HMS Eagle, cruzador pesado HMS Berwick, cruzadores leves HMS Orion (capitânea), HMS Ajax e HMS Sydney, além de outros sete destróieres. A oeste de Malta, o HMS Ramillies e o HMS Berwick receberam ordens para deixarem a “Força C” e se juntarem à “Força H&#8221; (o HMS Ramillies deveria se juntar à Home Fleet para escoltas no Atlântico e o HMS Berwick iria se juntar à “Força K” em Freetown).</p>
<p>Quando o comboio M.W.4 e as Forças &#8220;C&#8221; e &#8220;D&#8221; dirigiam-se a Malta, ao norte de Creta, o grupo principal da Frota do Mediterrâneo, sob o comando do almirante Cunningham, denominado “Força A”, partiu de Alexandria, no dia 25 de novembro, para encontrar-se com a “Força B” e o comboio “Collar”, ao sul da Sardenha. A “Força A” era composta pelo porta-aviões HMS Illustrious, encouraçados HMS Warspite e HMS Malaya, além de oito destróieres.</p>
<p>A “Força A” se uniu em mar, ao 3º Esquadrão de Cruzadores, composto pelo cruzador pesado HMS York e pelos cruzadores leves HMS Glasgow e HMS Gloucester.<br />
Na manhã do dia 26 de novembro, o HMS Illustrious, o HMS Glasgow, o HMS Gloucester e mais 4 destróieres deixaram a “Força A” para lançarem um ataque aéreo contra a base italiana de Portolago, na Ilha de Lero.</p>
<p>Ao contrário do que Winston Churchill havia dito, a esquadra italiana não havia sido destruída pelo ataque a Taranto, ocorrido na noite do dia 11 de novembro e, no dia 26 o vice-almirante Camponi partiu de Nápoles com uma força composta por dois encouraçados, seis cruzadores pesados e quatorze destróieres, para interceptar o comboio “Collar”.</p>
<p>Neste dia o comboio M.W.4 aportava Malta em segurança, enquanto que o HMS Ramillies e o HMS Berwick, agora em companhia do cruzador leve HMS Newcastle continuavam sua viagem de retorno junto à “Força H” e, a Frota do Mediterrâneo iniciava seu retorno a Alexandria. A situação se manteria assim até a manhã do dia 27 de novembro, quando Somerville soube que uma força italiana estava no mar.</p>
<div id="attachment_168" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-168" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/manchester/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-168" title="manchester" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/manchester-300x177.jpg" alt="manchester" width="300" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">HMS Manchester</p></div>
<p>Os britânicos tinham uma significativa vantagem em fogo pesado, contando com quatorze canhões de 381mm (15 pol) no HMS Ramillies e no HMS Renown, contra apenas nove canhões de 381mm (15 pol) no Vittorio Veneto, entretanto este último tinha o auxílio de 10 canhões de 320mm (12,6 pol) do Giulio Cesare. Em contrapartida, os italinos dispunham de seis cruzadores equipados com canhões de 203mm (8 pol), enquanto que os britânicos contavam com apenas um. Os cruzadores HMS Manchester, HMS Sheffield e HMS Southampton eram todos equipados com canhões de 152mm (6 pol).</p>
<div id="attachment_158" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><a rel="attachment wp-att-158" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/campioni1/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-158" title="campioni1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/campioni1-300x244.jpg" alt="campioni1" width="180" height="146" /></a><p class="wp-caption-text">Vice-Almirante Campioni</p></div>
<p>O Vice-Almirante Campioni, aparentemente concluiu que um confronto com o inimigo não se daria em condições favoráveis aos italianos. Estavam ainda sofrendo a quebra da moral devido aos acontecimentos de duas semanas antes. Além disso, quando Campioni soube que o HMS Ark Royal também participava da força britânica, ficou extremamente preocupado.</p>
<div id="attachment_154" class="wp-caption alignright" style="width: 175px"><a rel="attachment wp-att-154" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/adm-somerville1/"><img class="size-full wp-image-154" title="adm-somerville1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/adm-somerville1.jpg" alt="Almirante Somerville" width="165" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Almirante Somerville</p></div>
<p>Sommerville, por outro lado, tinha bem claras suas ações. Sua missão era defender o comboio e, para isso teria que atacar os italianos. Às 1145, Sommerville foi informado que a frota italiana se encontrava a apenas 50 milhas a frente. Quinze minutos antes disso já havia ordenado que seus navios entrassem em formação de batalha.<br />
O HMS Sheffield ia à frente, seguido pelo HMS Southampton, HMS Newcastle, HMS Manchester e HMS Berwick; O HMS Renown vinha a cinco milhas dos cruzadores. O HMS Ark Royal, junto com os destróieres HMS Jaguar e HMS Kelvin, operavam separadamente e começaram lançando um grupo de Swordfish para atacar com torpedos os navios italianos.</p>
<p>O HMS Ramillies, capaz de desenvolver apenas 20 nós, ficou para trás, ficando numa posição intermediária entre o comboio e os cruzadores (comandados pelo vice-almirante Holland). Ele e os destróieres HMS Faulknor, HMS Firedrake, HMS Forester, HMS Fury e HMS Encounter, estavam encarregados de defender o comboio contra um possível ataque com torpedos por parte dos destróieres italianos.</p>
<div id="attachment_165" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-165" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/hms_dispatch1/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-165 " title="hms_dispatch1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/hms_dispatch1-300x144.jpg" alt="HMS Dispatch" width="300" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">HMS Dispatch</p></div>
<p>O velho cruzador HMS Despatch, os destróieres HMS Duncan, HMS Hotspur e HMS Wishart e mais quatro corvetas, permaneceram junto ao comboio.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_172" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-172" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/trento_11/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-172" title="trento_11" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/trento_11-300x202.jpg" alt="trento_11" width="300" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">RN Trento</p></div>
<p>Às 1207 a frota italiana foi avistada: primeiro a fumaça, depois os mastros e finalmente as silhuetas dos cruzadores pesados Pola, Fiume a Gorizia. Eles vinham acompanhados por quatro destróieres. Em seguida, a três milhas a oeste deste grupo, foi avistado o segundo grupo de cruzadores pesados, composto pelo Trento, Trieste e Bolzano, e os encouraçados a 12 milhas a este-noroeste.</p>
<p>A esta altura Campioni tomou a decisão crítica: “Não engajar o inimigo”. Desde que partira de Nápoles, estava decidido a não entrar em batalha se as condições não fossem francamente favoráveis à força italiana. Seus dois encouraçados eram os dois únicos operacionais na esquadra italiana e estes não deveriam ser postos em perigo. Às 1207 ele ordenou que os cruzadores pesados retornassem e se juntassem aos encouraçados, porém a ordem chegou tarde demais ao vice-almirante Iachino, a bordo do Pola, que já estava manobrando para engajar os cruzadores britânicos.</p>
<p>Durante este fase, Sommerville pode organizar livremente suas próprias forças, Campioni por sua vez, pedia instruções a Roma via rádio, um detalhe da diferença organizacional entre as duas marinhas. Esta troca de mensagens encontrou um fértil campo de interpretações posteriormente. Alguns historiadores, assim como o respeitado almirante Fioravanzo, dizem que as comunicações são uma prova da intenção de engajar o inimigo. Outros historiadores, como Francesco Mattesini descrevem da seguinte maneira: “Enquanto Roma instruía Campioni a tentar evitar o combate, Iachino já disparava seus canhões&#8221;.</p>
<div id="attachment_163" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-163" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/fiume_21/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-163 " title="fiume_21" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/fiume_21-300x233.jpg" alt="RN Fiume" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">RN Fiume</p></div>
<p>As 1222, o cruzador pesado Fiume abriu fogo contra os cruzadores britânicos. Imediatamente todos os três cruzadores do grupo abriram fogo. De acordo com as informações italianas, os navios britânicos encontravam-se a 23500 (12,7 milhas náuticas).</p>
<p> </p>
<div id="attachment_169" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-169" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/pola_11/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-169 " title="pola_11" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/pola_11-300x202.jpg" alt="RN Pola" width="300" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">RN Pola</p></div>
<p>Os cruzadores Pola e o Fiume, engajaram principalmente o HMS Berwick. Este, junto com HMS Manchester, HMS Sheffield e HMS Newcastle, engajaram os cruzadores da 3ª Divisão (Bolzano, Trento e Trieste), enquanto que o HMS Southampton enquadrava sua mira no grupo do Pola.</p>
<div id="attachment_164" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-164" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/hms-berwick1/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-164 " title="hms-berwick1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/hms-berwick1-300x132.jpg" alt="HMS Berwick" width="300" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">HMS Berwick</p></div>
<p>As 1222, o HMS Berwick recebeu um impacto de uma Granada de 203mm (8 pol) na torre Y, colocando-a for a de ação e matando 7 tripulantes. Pouco tempo depois, as 1235, recebeu outro impacto, desta vez no alojamento dos oficiais, mas não houve nenhuma baixa. Mesmo com estes dois impactos diretos, o Berwick não reduziu seu fogo, tendo entrado em combate feroz, que durou todo o resto da batalha, contra um dos cruzadores do grupo do Pola.</p>
<div id="attachment_166" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-166" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/hms_renown/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-166 " title="hms_renown" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/hms_renown-300x158.jpg" alt="HMS Renown" width="300" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">HMS Renown</p></div>
<p>As 1224 o HMS Renown entrou na batalha abrindo fogo contra o Trento, a uma distância de 21600 metros. Seis salvas caíram muito próximas ao navio italiano, levantando colunas de água. Este mesmo sem ser avariado valeu-se da cortina de fumaça e se evadiu da batalha.</p>
<div id="attachment_153" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-153" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/zara_11/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-153" title="zara_11" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/zara_11-300x191.jpg" alt="zara_11" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">RN Zara</p></div>
<p>Durante a batalha, o destroier Lanciere foi atingido diversas vezes, ficando imobilizado por algum tempo. A tripulação conseguiu reparar o necessário para poder se mover novamente e antes de ser novamente atingido. Levantou uma cortina de fumaça e partiu em direção à base. Seu atacante, o HMS Manchester, passou a atacar o Zara.</p>
<div id="attachment_170" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-170" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/ramillies1/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-170 " title="ramillies1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/ramillies1-300x143.jpg" alt="HMS Ramillies" width="300" height="143" /></a><p class="wp-caption-text">HMS Ramillies</p></div>
<p>O HMS Ramillies abriu fogo às 1226, mas como ainda se encontrava muito distante, seus canhões não tinham alcance suficiente para acertar qualquer barco italiano.</p>
<div id="attachment_156" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-156" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/bolzano_11/"><img class="size-medium wp-image-156 " title="bolzano_11" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/bolzano_11-300x156.jpg" alt="RN Bolzano" width="300" height="156" /></a><p class="wp-caption-text">RN Bolzano</p></div>
<p>Assim, o HMS Renown era a única plataforma britânica de fogo pesado útil no combate, sendo que seu principal alvo foi o Bolzano.</p>
<p>As 1230, Iachino finalmente recebeu ordens para abandonar a batalha. Ele ordenou que os navios aumentassem a velocidade para 30 nós e se juntassem aos encouraçados o mais depressa possível.</p>
<p>A esta altura dos acontecimentos, um comboio francês denominado “F” criou grande confusão para os navios britânicos. Quando os cruzadores da 3ª Divisão italiana levantaram a cortina de fumaça, dois navios de passageiros franceses estavam entrando na área. Assim que a fumaça começou a se dissipar, o Renown acreditando que se tratavam de dois navios italianos, enquadrou-os com seus canhões, mas felizmente pouco antes de abrir fogo, o almirante Sommerville reconheceu a silhueta dos dois navios, que estavam desesperadamente tentando se mover para fora da zona de combate. O final poderia ter sido catastrófico, pois os dois navios franceses estavam completamente lotados com soldados e civis.</p>
<div id="attachment_173" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-173" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/veneto_51/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-173" title="veneto_51" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/veneto_51-300x150.jpg" alt="veneto_51" width="300" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">RN Vittorio Veneto</p></div>
<p>A situação era agora crítica para os italianos. Iachino atacava o inimigo, mas logo os pesados canhões do HMS Renown poderiam fazer a batalha pender para os britânicos. Felizmente para Iachino, por volta das 1300, inimigo estava dentro do alcance de fogo do Vittorio Veneto, que prontamente disparou dezenove cargas, em sete salvas. Assim que os cruzadores britânicos perceberam que estavam sob fogo pesado, rapidamente se retiraram sob a proteção Renown.</p>
<p>Campioni manobrou então sua frota e partiu para sua base. Ao todo, a batalha durara 54 minutos. O comboio &#8220;Collar&#8221; chegou a Malta a salvo, sem nenhum outro incidente, o vice-almirante Somerville posteriormente teve que responder a um inquérito militar por não ter perseguido a força italiana. Acabou sendo exonerado.</p>
<div id="attachment_174" class="wp-caption aligncenter" style="width: 217px"><a rel="attachment wp-att-174" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-batalha-de-spartivento-27-de-novembro-de-1940/mapt21/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-174" title="mapt21" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/mapt21-207x300.jpg" alt="mapt21" width="207" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mapa do deslocamento das forças navais Italianas e Britânicas</p></div>
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		<title>PzKpfW I &#8211; Os blindados ressurgem na Alemanha</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 23:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Infantaria 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
		<category><![CDATA[Heer]]></category>
		<category><![CDATA[Panzer]]></category>

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		<description><![CDATA[O Panzer I, já era um tanque obsoleto quando do seu desenvolvimento, desenvolvido como veículo de treinamento e de segunda linha de combate. Mas devido aos atrasos na produção do Panzer III e IV, foi empregado também na linha de &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Panzer I, já era um tanque obsoleto quando do seu desenvolvimento, desenvolvido como veículo de treinamento e de segunda linha de combate. Mas devido aos atrasos na produção do Panzer III e IV, foi empregado também na linha de frente. Seu armamento não era perigoso a outros tanques, a não ser que tivessem uma blindagem tão fina quanto ele. Sua blindagem podia ser vencida por armas de menores calibres; uma MG, sob boas circunstâncias de tiro, poderiam perfurá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Era visível que seu remanescimento, devido à sua velocidade, fosse visto de maneira desagradável pelas suas tripulações. Mas as forças armadas puderam ganhar experiências valiosas, durante a guerra civil espanhola. Foi usado junto à Legião CONDOR. Além disso, como já era sabido que seu armamento não era suficiente, em algumas oficinas espanholas, foram fabricados canhões de 20mm, que eram posteriormente instalados no lugar do MGs. dessa maneira podiam aliar sua potencialidade cross-country com um armamento mais eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O Panzer I representou a maior parte a maior das forças alemãs, durante as primeiras blitzkriegs. Entretanto necessitou sempre o auxílio dos tanques maiores, a fim de poder suplantar os pequenos tanques poloneses.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de suas fraquezas o Panzer I era um tanque importante. Era barato e podia ser construído em grande quantidade. Com ele, era possível manter ativas as divisões blindadas, além disso, era de excelente importância no treinamento de novas tripulações de tanques alemãs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenvolvimento </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O escritório para rearmamento do exército, adquiriu junto a empresa britânica Vickers, um pequeno tanque Carden-Lloyd, em 1932. Em testes realizados com este, foi decidido produsir uma versão similar, sem o canhão de 20mm, pois considerou-se mais apropriado uma torre com dias metralhadoras. Assim sendo, foi ordenada a construção de um veículo de 5.4t, com torre giratória, para treinamento. As metralhadoras deveriam ter o calibre de 7,92mm, a motorização seria Daimler-Benz e o resto do conjunto seria fabricado pela Krupp.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro protótipo foi entregue em fevereiro de 1934. Após 4 meses de testes intensivos, foi ordenada a fabricação de 150 unidades, sob a designação IA. Por motivos políticos (não demonstrar que o Tratado de Versailles estava sendo desobedecido), o veículo recebeu uma designação &#8220;Sdkfz 101&#8243;,um nome código, neste caso como sendo um veículo agrícola, em caso de consulta dos documentos por ocasião de uma inspeção internacional. Adicionalmente foi emitida uma nova ordem de produção, aumentando a quantidade produzida pra 300 unidades.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Variantes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Panzer I Ausf. A (Ausführung A)<br />
</strong>Seu peso era de exatamente as 5.4t exijidas, devido ao uso da blindagem de somente 13 mm. Sua maior desvantagem era a baixa blindagem, mas com a adoção de um motor Krupp de 57 CV, atingia uma velocidade de até 37km/h. Além disso era equipado com um rádio de ondas curtas, para a comunicação com outros tanques. Este conjunto de velocidade e comunicação teve uma importante significância para o sucesso das primeiras blitzkriegs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Panzer I Ausf. B</strong><br />
O Panzer I foi modernizado facilmente, Foi instalado mais um rodete em cada lado, foi equipado com um novo motor, porém agora o tanque era mais pesado, mas apesar disso a velocidade máxima agora era de 40 km/h. A variante B, foi iniciada em 1935. Uma vez que o desenvolvimento dos Panzer III e IV ainda estava atrazado, a produção do Panzer IB era importante. Manteve-se em produçao até 1939, quando então tinha atingido a quantia de 1500 unidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Panzer I Ausf. C</strong><br />
A variante C, transformou-se num tanque aero-transportável. Sua blindagem foi suplementada em 30 milímetros. A fim de mover razoavelmente esta carga adicional, um motor mais potente foi instalado, o Maybach HL45P, que atingia 50 km/h, a pesar de seu peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em janeiro de 1941 o tanque foi requisitado por Krauss Maffei, mas foi entregue somente em julho de 1942. A situação da guerra tinha mudado crucialmente, assim sendo, o uso da torre do Panzer II, com um canhão de 20mm era sem sentido. Conseqüentemente não surpreende que o desenvolvimento, no verão de 1941, fora retardado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Panzer I Ausf. E/F</strong> variante D, foi desenvolvida como tanque da apoio da infantaria. Manteve o armamento padrão dos Panzer I. Porém sua blindagem foi aumentada para 80 milímetros. O conjunto de tração e motorização foram modificados para mover essa carga. O motor de 150 CV, da variante C, atingia somente 25 km/h nessa condição. O primeiro protótipo foi terminado em junho 1940. Após testes de campo, o tanque foi considerado um desastre. Após 12, dos 30 exemplares que deveriam ser produzidos inicialmente, estarem comcluídos, o pedido foi cancelado. Todos os 12 tanques construídos foram usados na linha de frente do Fronte Oriental.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O fato de serem obsoletos levou a Alemanha a empregar seus chassis para a criação de  dois outros veículos, o <strong>Flakpanzer I</strong>, que nada mais era do que um Flak montado sob a base de um PzKpfW I.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> O outro veículo foi o  primeiro de seus Jadgpanzers. o <strong>Panzerjäger I Bizon</strong>. </p>
<p> </p>
<p> Galeria:</p>
<p> 
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/bild-183-b14898/' title='Bild 183-B14898'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-ausf-A-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer I ausf A - ao fundo prisioneiros britânicos - Calais -França - 1940" title="Bild 183-B14898" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-1/' title='Panzer I-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Parada militar com diversos Panzer I - Alermanha - 1936" title="Panzer I-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-2/' title='Panzer I-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer I-2" title="Panzer I-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-3/' title='Panzer I-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer I-3" title="Panzer I-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-4/' title='Panzer I-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PanzerKampfWagen I, equipado com canhão de 20mm" title="Panzer I-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-5/' title='Panzer I-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer I-5" title="Panzer I-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-6/' title='Panzer I-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer I-6" title="Panzer I-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-7/' title='Panzer I-7'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Panzer I durante a Guerra Civil Espanhola" title="Panzer I-7" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/panzer-i-8/' title='Panzer I-8'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Panzer-I-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Soldados seguem na retaguarda de um Panzer I, durante guerra dos balcâs (note as dimensões do tanque em relação aos soldados)" title="Panzer I-8" /></a>
</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Dados Técnicos:</p>
<table style="width: 467px; height: 1440px;" border="1" cellspacing="2" width="467">
<tbody>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 380px; height: 128px;" border="0" cellspacing="2" width="380">
<tbody>
<tr>
<td width="131"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Propulsão:</span></strong></em></span></td>
<td width="507">
<table style="width: 274px; height: 70px;" border="0" width="274" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Um motor boxer, Krupp M305, desenvolvendo 57 CV.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Um motor Maybach NL38 TR, desencolvendo 100 CV.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Um morot Maybach HL45P, desenvolvendo 150 CV.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 376px; height: 80px;" border="0" cellspacing="2" width="376">
<tbody>
<tr>
<td width="132"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Peso:</span></strong></em></span></td>
<td width="506">
<table style="width: 276px; height: 70px;" border="0" width="276" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">5.4 t </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">5.8 t </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">8.0 t </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 376px; height: 80px;" border="0" cellspacing="2" width="376">
<tbody>
<tr>
<td width="132"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Tração:</span></strong></em></span></td>
<td width="506">
<table style="width: 271px; height: 70px;" border="0" width="271" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">N/D</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">N/D</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">N/D</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 373px; height: 80px;" border="0" cellspacing="2" width="373">
<tbody>
<tr>
<td width="133"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Vel. Máxima :</strong></em></span></td>
<td width="505">
<table style="width: 270px; height: 70px;" border="0" width="270" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">37 km/h </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">40 km/h </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">79 km/h </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 384px; height: 80px;" border="0" cellspacing="2" width="384">
<tbody>
<tr>
<td width="132"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Raio de Ação:</strong></em></span></td>
<td width="506">
<table style="width: 272px; height: 70px;" border="0" width="272" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">145 km </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">140 km </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">300 km </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 382px; height: 278px;" border="0" cellspacing="2" width="382">
<tbody>
<tr>
<td width="133"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Blindagem:</strong></em></span></td>
<td width="505">
<table style="width: 268px; height: 268px;" border="1" width="268" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421">
<table style="width: 153px; height: 70px;" border="0" width="153">
<tbody>
<tr>
<td width="86"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Dianteira:</span></td>
<td width="204"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">13 mm</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Lateral :</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">13 mm</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Torre:</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">13 mm</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td>
<table style="width: 150px; height: 70px;" border="0" width="150">
<tbody>
<tr>
<td width="86"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Dianteira:</span></td>
<td width="204"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">13 mm</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Lateral :</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">13 mm</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Torre:</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">13 mm</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td>
<table style="width: 149px; height: 70px;" border="0" width="149">
<tbody>
<tr>
<td width="86"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Dianteira:</span></td>
<td width="204"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">30 mm</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Lateral :</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">20 mm</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Torre:</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">N/D</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 374px; height: 80px;" border="0" cellspacing="2" width="374">
<tbody>
<tr>
<td width="134"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em><strong>Qtde. Fabricada :</strong></em></span></td>
<td width="504">
<table style="width: 266px; height: 70px;" border="0" width="266" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">818</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">675</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">40</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 374px; height: 80px;" border="0" cellspacing="2" width="374">
<tbody>
<tr>
<td width="135"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Tripulação:</span></strong></em></span></td>
<td width="503">
<table style="width: 262px; height: 70px;" border="0" width="262" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">3</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">3</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">3</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 380px; height: 128px;" border="0" cellspacing="2" width="380">
<tbody>
<tr>
<td width="135"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Armamento Principal:</span></strong></em></span></td>
<td width="503">
<table style="width: 265px; height: 70px;" border="0" width="265" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Duas MG 13, de 7.92mm, montadas na torre</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Duas MG 13, de 7.92mm, montadas na torre</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Uma EW141 MG</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 382px; height: 112px;" border="0" cellspacing="2" width="382">
<tbody>
<tr>
<td width="134"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Armamento secundário:</span></strong></em></span></td>
<td width="504">
<table style="width: 270px; height: 70px;" border="0" width="270" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Nenhum</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Nenhum</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Uma Mg 34, de 7..92mm ( Coaxial)</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table style="text-align: left; width: 376px; height: 112px;" border="0" cellspacing="2" width="376">
<tbody>
<tr>
<td width="135"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Munição:</span></strong></em></span></td>
<td width="503">
<table style="width: 271px; height: 70px;" border="0" width="271" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="69"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: A</span></td>
<td width="421"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">1525 projéteis </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: B</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">2250 projéteis </span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ausf: C</span></td>
<td><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">N/D</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/pzkpfw-i-os-blindados-ressurgem-na-alemanha/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O Massacre de Katyn</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/o-massacre-de-katyn/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/o-massacre-de-katyn/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 23:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[execução]]></category>
		<category><![CDATA[Katyn]]></category>
		<category><![CDATA[Polônia]]></category>
		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?p=97</guid>
		<description><![CDATA[01 de setembro de 1939, a Alemanha invade a Polônia e deflagra a segunda guerra mundial. A 17 de setembro do mesmo ano, as tropas soviéticas cruzam a fronteira oriental da Polônia, sob o pretexto de pretensa proteção ao povo polonês, &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/o-massacre-de-katyn/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></span></span></div>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">01 de setembro de 1939, a Alemanha invade a Polônia e deflagra a segunda guerra mundial. A 17 de setembro do mesmo ano, as tropas soviéticas cruzam a fronteira oriental da Polônia, sob o pretexto de pretensa proteção ao povo polonês, mas na verdade estavam assumindo parte da Polônia que lhes cabia, segundo o acordado no &#8220;Pacto Nazi-Soviético de Não Agressão&#8221;. Aproximadamente quinze mil oficiais das forças armadas polonesas, foram enviados aos campos de prisioneiros de NKVD, na URSS, situados em Kozielsk, Starobielska e Ostashkov</div>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Por diversos meses, os prisioneiros de guerra poloneses, foram interrogados por agentes do NKVD, principalmente sobre educação e orientação política. Alguns oficiais mais velhos foram também interrogados sobre sua participação na guerra polaco-soviética, ocorrida em 1920.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<div><span lang="PT-BR"> </span></div>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></div>
<p> </p>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></div>
<p> </p>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></span></span></div>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<div id="attachment_99" class="wp-caption aligncenter" style="width: 415px"><a rel="attachment wp-att-99" href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/?attachment_id=99" target="_blank"><img class="size-full wp-image-99 " title="katyn-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-1.jpg" alt="Vala comum  - Floresta de Katyn" width="405" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">Vala comum - Floresta de Katyn</p></div>
<div><span lang="PT-BR"> </span></div>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></div>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Aproximadamente no mês de março de 1940, os interrogatórios terminaram e, uma ordem secreta foi emitida aos três campos de prisioneiros, para que todos os prisioneiros fossem mortos. A documentação mostra que Stalin e Beria foram os responsáveis por ordenar as execuções. Durante a evacuação dos três acampamentos, grupos de 200 a 300 prisioneiros eram enviados a um destino &#8220;desconhecido&#8221;, localizado na floresta de Katyn. No início de maio de 1940, todos os prisioneiros poloneses tinham sido removidos dos acampamentos e toda a correspondência com as famílias cessou. Então, ninguém mais soube nada a respeito daqueles oficiais Na verdade todos foram brutalmente assassinados na floresta de Katyn. As execuções terminaram em 10 de maio de 1940.</span></span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Quando a correspondência dos prisioneiros cessou, em maio 1940, suas famílias criaram esforços cada vez mais frenéticos para obterem informações de seus familiares. Uma das fictícias histórias fornecidas por Stalin era de que eles estariam &#8220;construindo estradas&#8221;. Em outra ocasião, quando o general Anders estava criando uma divisão polonesa para lutar contra os alemães, perguntou pessoalmente a Stalin o destino dos oficiais, este respondeu simplesmente: &#8220;fugiram&#8221;, então quando Anders pressionou pedindo para onde, Stalin respondera:<span style="mso-tab-count: 1;">         </span>&#8220;Para<span style="mso-tab-count: 1;">   </span>a<span style="mso-tab-count: 1;">         </span>Manchúria&#8221;</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><br />
<span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">A 13 de abril de 1943, a seguinte informação era transmissão pelos alemães<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>via Berlim: &#8220;De Smolensk vem a notícia que a população nativa revelou às autoridades alemãs o ponto onde foram realizadas execuções maciças secretas. Os bolcheviques assassinaram 10.000 oficiais poloneses. As autoridades alemãs fizeram uma descoberta horrível. Encontraram uma cova medindo 28 metros de comprimento (86pés), 16 metros de largura (52 pés) e de profundidade de 12 metros, onde estavam depositados os corpos de aproximadamente 4.000 oficiais poloneses.</span></span></div>
<div><span lang="PT-BR"> </span></div>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<div id="attachment_923" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-923" title="katyn-3" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-31-300x221.jpg" alt="Foto alemã mostra &quot;modus operandi&quot; das execuções, sempre um tiro na nuca!" width="300" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Foto alemã mostra &quot;modus operandi&quot; das execuções, sempre um tiro na nuca!</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></div>
<p> </p>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></span></span></div>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Todos uniformizados, em alguns casos em uniforme completo, todos os corpos tinham uma perfuração por projétil de pistola na nuca. A busca e a descoberta de outras covas continuam.&#8221;. Em resposta, a URSS negou veementemente sua participação nas execuções e responsabilizou os alemães.</p>
<div><span lang="PT-BR"> </span></div>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></div>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Durante o julgamento de criminosos de guerra, ocorrido em Nuremberg, entre 1945 e 1946, a URSS pressionou para que os alemães também fossem acusados pelo massacre em Katyn. Muitos suspeitaram das intenções e iniciaram trabalhos com o intuito de revelar a verdade. Em setembro de 1951, o congresso dos EUA criou um comitê com uma tarefa específica: Conduzir uma investigação e um estudo dos fatos, das evidências e circunstâncias do massacre da floresta de Katyn. Em julho de 1952, o comitê apresentou seu relatório, onde atribuiu formalmente a responsabilidade do fato à URSS, mediante analise das evidências. Apesar das novas evidências, a URSS seguiu negando a participação na tortura e no assassinato, em alguns casos de forma excessivamente brutal, dos prisioneiros. </span></span></p>
<p></span></span> </p>
<div id="attachment_925" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-51.jpg"><img class="size-medium wp-image-925" title="katyn-5" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-51-300x153.jpg" alt="Testemunhas acompanha a retirada dos corpos" width="300" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Testemunhas acompanha a retirada dos corpos</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></div>
<p> </p>
<div><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></span></span></div>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Em um estranho esforço para expor a verdade sobre o massacre na floresta de Katyn, os alemães levaram para o local um grande número de civis locais, incluindo também dois oficiais de exército americanos que haviam sido capturados e eram prisioneiros de guerra. Um relatório com as conclusões de um dos oficiais, o coronel Van Vliet, o qual afirmava que o massacre havia sido realmente de responsabilidade soviética, recebeu a identificação de &#8220;TOP SECRET&#8221; e &#8220;desapareceu&#8221; .</p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><br />
Com o início do colapso da URSS em 1989, criou-se uma atmosfera favorável para que a verdade fosse revelada finalmente. Em 1991, Gorbachev num ofício ao governo polonês, admitiu oficialmente a culpa da URSS, pelo massacre ocorrido em 1940. Em 1992, Boris Yeltsin apresentou os documentos secretos originais, sobre a Polônia, incluindo as sentenças de morte assinadas por Stalin e Beria. O mundo soube finalmente a verdade: a União Soviética aniquilou os oficiais para se livrar de uma potencial oposição política, para assim poder dar continuidade aos planos de ocupação da Polônia e estabelecer um governo servil após a guerra. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<div style="text-align: center;">
<div><span lang="PT-BR"></span></div>
<p><span lang="PT-BR"></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_926" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-61.jpg"><img class="size-medium wp-image-926" title="katyn-6" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-61-300x212.jpg" alt="Como os corpos eram encontrados em geral" width="300" height="212" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Como os corpos eram encontrados em geral</dd>
</dl>
</div>
<div style="text-align: center;"> </div>
<div style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O horror de o que aconteceu foge à compreensão humana. Nos campos de prisioneiros, os guardas chamaram os homens por seus nomes e os mandavam recolher seus pertences, fazendo-os acreditar que estariam indo para casa. Dia após dia, entre 200 e 300 homens eram enviados em trens, para sua viagem final. Uma vez os trens chegando na floresta, os prisioneiros eram levados de caminhão até o interior da floresta, então uma corda era amarrada em torno de seus pescoços e suas mãos eram amarradas para trás, geralmente com arame farpado.</span></span></span></div>
<p> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<div id="attachment_924" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-41.jpg"><img class="size-medium wp-image-924" title="katyn-4" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-41-300x232.jpg" alt="Detalhe das mãos" width="300" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe das mãos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Eram levados até onde as covas já estavam previamente escavadas, onde então tinham a cabeça puxada para trás e a boca era enchida com serragem, afim de silenciar seus gritos. Em seguida eram baleados de maneira precisa e rápida, para que seus corpos caíssem na vala, sem que os executores tivessem que postá-los. Seu sangue misturado com o solo transformou esse episódio num dos mais incompreensíveis do século. Está praticamente fora de nossa compreensão o desespero, a falta de esperança e o horror que aqueles que pereceram lá sentiram. Não tinham cometido nenhum crime e estavam sendo despojados dos últimos restos da decência humana, condenados a silenciar antes de serem mortos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div id="attachment_922" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-21.jpg"><img class="size-medium wp-image-922" title="katyn-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-21-300x278.jpg" alt="Execução" width="300" height="278" /></a><p class="wp-caption-text">Execução</p></div>
<p style="text-align: justify;">Todos os oficiais poloneses, incluindo reservistas, intelectuais e profissionais, dentre eles médicos, advogados, contadores, professores universitários, jornalistas, atletas, padres (entre eles o padre católico Zielkoski, que foi encontrado junto a seus poucos pertences, um Terço e a Bíblia Sagrada) e o rabino de Varsóvia, compartilharam do mesmo fim. A elite intelectual da Polônia foi destruída pela mão de ferro da NKVD.</p>
<div id="attachment_927" class="wp-caption aligncenter" style="width: 206px"><a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-71.jpg"><img class="size-medium wp-image-927" title="katyn-7" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/katyn-71-196x300.jpg" alt="Corpo do Padre Zielkoski" width="196" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Corpo do Padre Zielkoski</p></div>
<p>Fonte:</p>
<p>V. Abarinov, The Murderers of Katyn (1992); W. Materski, ed., Katyn: Documents<br />
of Genocide (tr. 1993); A. Paul, Katyn (1996).</p>
</div>
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		<title>A Espada de Stalingrado</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 14:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha de Stalingrado]]></category>
		<category><![CDATA[Condecorações]]></category>
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		<description><![CDATA[Os anos iniciais da Segunda Guerra Mundial se apresentaram especialmente funestos às nações européias. Restava somente a Grã-Bretanha de pé, lutando sozinha o Eixo. O Japão golpeava no Oriente, a Alemanha atacava pelos céus e pelo mares, buscando o estrangulamento &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os anos iniciais da Segunda Guerra Mundial se apresentaram especialmente funestos às nações européias. Restava somente a Grã-Bretanha de pé, lutando sozinha o Eixo. O Japão golpeava no Oriente, a Alemanha atacava pelos céus e pelo mares, buscando o estrangulamento de bens britânicos e a pouco tempo a Itália se unira ao esforço alemão, concentrando-se especialmente na África e Mediterrâneo. Mesmo poderosa, a Grã-Bretanha havia sofrido severas derrotas, destacando a retirada de Dunquerque em 1940 como uma das mais dramáticas.</p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">Enquanto a Grã-bretanha lutava para não sucumbir à máquina alemã, a Alemanha voltou suas atenções para sua recente aliada, a União Soviética. Em 1941 o mundo percebeu que a aliança não passou de um artifício para ganhar tempo, a URSS estava sob severo ataque, as forças alemãs avançavam incansavelmente adentro do território soviético, parecia que mais uma nação cairia frente a poderosa Alemanha de Hitler.</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 14.15pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">No entanto, em 1942 a sorte da guerra mudou, a Alemanha falhara em conquistar a URSS, sua máquina de guerra emperrou em Stalingrado. Um raio de esperança iluminou o mundo, a Alemanha sofrera uma pesada derrota, era possível vencer a máquina de guerra do Reich.</span></p>
<p class="Contedodatabela" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 14.15pt;">
<div class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">Winston Churchill, o Primeiro-Ministro britânico à época, não simpatizava com Stalin, mas concluiu que a Grã-Bretanha deveria se utilizar do ganho político desta vitória em benefício próprio. Juntamente com o rei George VI da Inglaterra, foi tomada a decisão de demonstrar a<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>gratidão britânica à União Soviética,<span style="mso-spacerun: yes;">   </span>por sua bravura e sacrifício contra o inimigo comum, através da entrega de um presente simbólico. Após diversos debates, foi decidido que o presente seria uma espada comemorativa.</span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">Dicidido então que seria entregue uma espada, foi entregue em 1943 a<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>R. M. Y. Gleadowe, antigo professor de arte de Oxford, a incumbência de traças as linhas do objeto. Para a criação das linhas da espada, foi tomada como base a “Espada do Cruzado”, uma espada longa de dois gumes, empunhada com as duas mãos. O desenho foi então apresentado ao rei George VI e este o aprovou pessoalmente. Um comitê de nove integrantes do “Goldsmiths Hall” (algo como Cãmara dos Armeiros) encarregou-se de supervisionar a fabricação<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>da arma, para tal buscou encontrar os melhores armeiros da Inglaterra para tal empreitada. Coube à<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>famosa “Wilkinson Sword” o trabalho de forjar a espada.</span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"> </span></div>
<div><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"> </span></div>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"> </p>
<p></span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">Dois ferreiros especializados na fabricação de espadas foram os responsáveis por esta tarefa. O ferreiro-chefe era Tom Beasley. Nascido em 1860, trabalhava no ofício desde os 8 anos de idade, quando ajudava seu pai na forja, a família de Beasley tinha tradição na fabricação de espadas desde o ano de 1700 (este fato foi mencionado ao Embaixador Soviético em 1946, por ocasião de uma exibição da espada. Beasley foi apresentado na ocasião como o “Homem que produziu a Espada de Stalingrado”. O embaixador o convidou a visitar a Rússia, mas Beasley recusou o convite, dizendo apenas que já havia recebido sua recompensa pela tarefa. Tom faleceu em 1950, aos 90 anos de idade) . O ajudante de Beasley nesta importante tarefa era Sid Rouse (em 1944 os cidadão de Stalingrado presentearam os dois ferreiros que criaram a espada. Sid Rouse recebeu um livro contendo numerosas fotos da espada. Livro este que que hoje pertence a seu neto John Dixon, que mantém viva a tradição de fabricar espadas).</span></p>
<div><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;">O aço especial para a confecção da lâmina foi fornecido pela Sanderson Brothers e Newbould de Sheffield.</p>
<div class="mceTemp">
<p>A lâmina contêm gravada a<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>inscrição “TO THE STEEL-HEARTED CITIZENS OF STALINGRAD, THE GIFT OF KING GEORGE THE SIXTH, IN TOKEN OF HOMAGE OF THE BRITISH PEOPLE.” <span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">(AOS CIDADÃOS DE CORAÇÃO-DE-AÇO DE STALINGRADO, O PRESENTE DO REI GEORGE VI, COMO SÍMBOLO DA HOMENAGEM DO POVO BRITÂNICO). Esta inscrição está gravada também em sirílico, na outra face da lâmina de 36 polegadas (914mm). </span></p>
</div>
<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;"> <span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">O guarda-mão tem 10 polegadas (254mm) de comprimento e é feito em prata maciça. As extremidades do guarda-mão têm como acabamento uma cabeça de leopardo. A empunhadura (para duas mãos) é feita com um fio de ouro enrolado e seu acabamento é feito com cristal de rocha.A bainha foi feita com pele de cordeiro persa, tingido de carmim e com acabamentos em prata. Também recebeu o escudo real britânico e três estrelas de cinco pontas em ouro, cravejadas com rubis. A espada tem comprimento total de 1,25 metro (4 pés) e demorou três meses para ser concluída. </span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">A espada foi exibida em diversas cidades britânicas, como Belfast, Birmingham, Bristol, Cardiff, Coventry e Londres, onde foi exposta no “Goldsmiths Hall” e no V&amp;A Museum. Também foi exibida em Manchester, Sheffield e na Catedral de Winchester. A entrega da espada foi realizada pelo Primeiro-Ministro Winston Churchill, no salão de festas da Embaixada Soviética em Teerã, por ocasião da “Conferência de Teerã, realizada no dia 29 de novembro de 1943. </span></p>
<div><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"> </p>
<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;">Churchill passou a espada às mãos de Joseph Stalin, num ato que visava honrar a heróica defesa de Stalingrado, que a recebeu e e ao que tudo indica, beijou sua bainha. Em seguida a entregou ao Marechal Klementi Voroshilov, a quem coube a honra de empunhá-la. Durante a entrega estavam presentes também o presidente dos EUA, Franklin D.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Roosevelt, além de diversos chefes militares dos EUA, URSS e Reino Unido.</p>
<p></span></span></p>
<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;">
<div><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"></span></div>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;" lang="PT-BR"> </p>
<p class="Contedodatabela" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 14.15pt;">A “Espada de Stalingrado” se encontra exposta no Museu Panorâmico da Batalha de Stalingrado, em Volgogrado (ex Stalingrado) &#8211; Rússia. Além da espada entregue, foram feitas posteriormente mais três cópias idênticas. Uma delas se encontra exposta no Wilkinson Museum, em Acton, Londres. Outra cópia foi entregue ao Sr. Cardiner – chefe da missão americana na Inglaterra. Cardiner manteve a espada em seu poder e a espada acabou esquecida após sua morte. Alguns anos depois, a espada foi entrada pelo neto de Cardiner, que entrou em contato com a Wilkinson, para maiores informações a para que esta o auxiliasse na venda do artefato. Esta cópia encontrava-se à venda no ano de 2007 (aparentemente ainda não foi vendida). A terceira cópia encontra-se em exibição pública no <span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">Military Intelligence Museum, nas proximidades de Shefford, em Bedfordshire, Inglaterra</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;" lang="PT-BR">Mais imagens podem ser encontradas no site:<br />
<a href="http://www.gotavapen.se/gota/artiklar/fs/new/stalingrd/stalingrad_eng.htm">http://www.gotavapen.se/gota/artiklar/fs/new/stalingrd/stalingrad_eng.htm</a></span></p>
<p></span> </p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/stalingrad-sword-1/' title='Stalingrad Sword-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Stalingrad-Sword-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Espada de Stalingrado" title="Stalingrad Sword-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/stalingrad-sword-5/' title='Stalingrad Sword-5'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Stalingrad-Sword-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A Espada de Stalingrado original, entregue à URSS  foto: Robert Wilkinson Latham" title="Stalingrad Sword-5" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/stalingrad-sword-2/' title='Stalingrad Sword-2'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Stalingrad-Sword-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fixação dos detalhes em prata" title="Stalingrad Sword-2" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/grepp900/' title='grepp900'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/grepp900-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe da empunhadura  foto:Robert Wilkinson Latham" title="grepp900" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/leopard/' title='leopard'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/leopard-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe do Guarda-Mão   foto:Robert Wilkinson Latham" title="leopard" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/klinga900/' title='klinga900'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/klinga900-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Inscrição gravada na lãmina da espada   foto:Robert Wilkinson Latham" title="klinga900" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/slida/' title='slida'><img width="150" height="95" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/slida-150x95.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bainha da Espada de Stalingrado - foto:Robert Wilkinson Latham" title="slida" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/tombeasley/' title='tombeasley'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/tombeasley-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O experiente ferreiro Tom Beasley" title="tombeasley" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/team600/' title='team600'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/team600-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Os designes da Espada de Stalingrado. O homem que segura a espada é Jack Wilkinson Latham - foto: Robert Wilkinson Latham" title="team600" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/stalingrad-sword-6/' title='Stalingrad Sword-6'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Stalingrad-Sword-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cerimônia de entrega da Espada de Stalingrado" title="Stalingrad Sword-6" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/stalingrad-sword-3/' title='Stalingrad Sword-3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Stalingrad-Sword-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cerimônia de entrega da Espada de Stalingrado. Aqui vemos o presidente Roosvelt segurando a espada em suas mãos." title="Stalingrad Sword-3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/stalingrad-sword-4/' title='Stalingrad Sword-4'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/Stalingrad-Sword-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Primeiro Ministro Sir winston Churchill entrega a Espada de Stalingrado ao Marechal Stalin, durante a Conferência de Teerã, em 1943. A foto foi publicada em 1944, pelo jornal &quot;The Illustrated London News&quot;" title="Stalingrad Sword-4" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/a-espada-de-stalingrado/jwl_stlgrd600/' title='jwl_stlgrd600'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/jwl_stlgrd600-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="John Wilkinson Latham segura uma das cópias da Espada de Stalingrado, exposta no Museu Wilkinson - Foto: Robert Wilkinson Latham" title="jwl_stlgrd600" /></a>

<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;"> </p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://www.gotavapen.se/gota/artiklar/fs/new/stalingrd/stalingrad_eng.htm">http://www.gotavapen.se/gota/artiklar/fs/new/stalingrd/stalingrad_eng.htm</a> </p>
<p class="Contedodatabela" style="margin: 0cm 0cm 14.15pt; text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bristol Brabazon</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/bristol-brabazon/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/bristol-brabazon/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 12:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Airliner]]></category>
		<category><![CDATA[Brabazon]]></category>
		<category><![CDATA[Bristol]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bristol Type 167 Brabazon foi um airliner gigante, projetado pela companhia britânica Bristol Aeroplane Company para uso em rotas aéreas transatlanticas entre o Reino Unido e os Estados Unidos. O protótipo desta gigantesca aeronave foi finalizado em 1949. comercialmente foi &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/bristol-brabazon/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-78 alignright" title="bristol_brabazon-1" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/bristol_brabazon-1-300x160.jpg" alt="bristol_brabazon-1" width="300" height="160" />O <strong>Bristol Type 167 Brabazon</strong> foi um airliner gigante, projetado pela companhia britânica Bristol Aeroplane Company para uso em rotas aéreas transatlanticas entre o Reino Unido e os Estados Unidos. O protótipo desta gigantesca aeronave foi finalizado em 1949. comercialmente foi um fracasso, pois seu custo operacional era extremamente alto. Embora suas dimensões sejam comparáveis às do Boeing 747, tinha capacidade para transportar apenas 100 passageiros. A curta vida do Bristol Brabazon foi encerrada em 1953 quando a aeronave foi desmantelada.</p>
<h2> </h2>
<h2><span class="editsection">Desenvolvimento</span></h2>
<p>Em 1943, foi criado um comitê do governo britânico, liderado pelo Lord Brabazon of Tara, com a finalidade de avaliar as necessidades do mercado aeronáutico civil. este comitê, chamado de Brabazon Committee (devido a seu líder) emitiu um memorando, conhecido como &#8221;Brabazon Report&#8221;, solicitando a construção de três dos quatro projetos estudados. o Type I era um enorme avião de passageiros para vôos transatlânticos, o Type III era um pequeno avião de passageiros, para ser empregado em rotas domésticas e o Type IV era um avião de passageiros movido à jato, capaz de atingir os 800 km/h.  Os Type I e IV foram considerados muito importantes para a indústria, especialmente o Type IV, que colocaria a Grã-Bretanha na vanguarda mundial do transporte aéreo.</p>
<p>A Bristol já tinha alguma experiência em projetos de aeronaves gigantes. Em 1942 o Ministério da Aeronáutica britânico havia emitido as especificações para a criação de um bombardeiro super-pesado e a Brishad adaptou então um projeto próprio de 1937, que seria reequipado com os mais poderosos motores Bristol Centaurus . A aeronave teria um alcance de 8000 quilômetros ( 5000 milhas), com envergadura de 69 metros (225 pés), o bombardeiro teria 8 motores &#8220;empurrando&#8221;  a aeronave ( configuração &#8220;pusher&#8221;, onde os motores são montados virados para trás e as hélices empurram a aeronave, ao inves de &#8220;puxá-la&#8221; como nas configurações tradicionais). Posteriormente o Ministério da Aeronáutica decidiu cancelar o projeto e continuar com o desenvolvimento do AVRO Lancaster.</p>
<p>Um ano depois da publicação do &#8221;Brabazon Report&#8221; a Bristol estava apta a atender o requerimento do Type 167, utilizando seu projeto mais uma vez adaptado para as novas especificações. Após avaliar o projeto, o Comitê  Brabazon autorizou um contrato para a fabricação de dois protótipos. o projeto final foi publicado em novembro de 1944.  Com uma envergadura de 70,1 metros (11 metros a mais que o Boeing 747) e comprimejnto de 53,9 metros, o Type 167 seria equipado com oito motores radiais  Bristol Centaurus  de 18 cilindros, montados aos pares.</p>
<p>No entanto o conceito do viagem do Comitê Brabazon era muito diferente do esperado para uma aeronave. O Comitê julgou que viagens transatlânticas eram desconfortáveis em aeronaves de passageiros convencionais, por isso a aeronave deveria proporcionar a cada passageiro conforto comparável ao de um transatlântico. A fuselagem deveria ter 7,6 metros de diâmetro (1,5 metro maior que ado Boeing 747). Internamente haveriam dois andares inteiros para uso dos passageiros, com 80 leitos fechados (cabines de 6 metros quadrados), restaurante, sala de cinema com 37 lugares, recreio e bar.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-81" title="bristol_brabazon-4" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/bristol_brabazon-4-300x234.jpg" alt="bristol_brabazon-4" width="300" height="234" />A construção teve início em outubro de 1945 e se transformou num desafio enorme devido às dimensões da mesma e da grande quantidade de equipamentos e itens não convencionais. Foram criadas unidades hidráulicas especiais para operar as gigantrescas superfícies de controle da aeronave, também foi a primeira aeronave a ter 100% de seus controles servo controlados. <img class="alignright size-medium wp-image-77" title="bristol_brabazon-5" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/bristol_brabazon-5-300x204.jpg" alt="bristol_brabazon-5" width="300" height="204" />Também não haviam hangares ou pistas de pouso capazes de comportar o Type 167, as enormes pistas de 610 metros (2000 pés) não eram suficientemente grandes para a decolagem, sendo necessário criar uma pista de 2440 metros (8000 pés).</p>
<p>Em 1946 foi decidido que o segundo protótipo deveria utilizar os turbo-propulsores Bristol Coupled Proteus no lugar dos menos potentes motores radiais Centaurus, aumentando assim sua velocidade de cruzeiro de 420 para 530 km/h (260 para 330 mph) e reduzindo seu peso em cerca de 4500 quilogramas. a nova aeronave seria capaz de cruzar o Atlântico em apenas 12 horas.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-80" title="bristol_brabazon-3" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/bristol_brabazon-3-300x129.jpg" alt="bristol_brabazon-3" width="300" height="129" />O Type 167 Mk.I, registro G-AGPW, realizou seu primeiro taxiamento em dezembro de 1948 e realizou seu primeiro vôo em 4 de setembro de 1949, com a duração de 25 minutos, o piloto de testes da Bristol, comandante Bill Pegg percorreu uma distância de 100 quilômetros a uma altitude de 980 metros (3000 pés), a uma velocidade de 257 km/h.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-79" title="bristol_brabazon-2" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2009/01/bristol_brabazon-2-300x242.jpg" alt="bristol_brabazon-2" width="300" height="242" />Quatro dias depois foi apresentado no Show Aéreo de Farnborough. Em 1950 realizou várias demonstrações aéreas e em 1951 foi apresentado no Show Aéreo de Paris.  Mas apesar de tudo, não houveram compradores para a aeronave. BOAC inicialmente interessada, desistiu da compra por considerar a aeronave muito dispendiosa, além do fato de que devido a alguns problemas apresentados, a aeronave nunca recebeu o certificado de operacionalidade.</p>
<p>Em 1952 , após ter consumido 3,4 milhões de libras em seu desenvolvimento (equivalente a 53,4 milhões de libras no ano 2000, com as devidas correções monetárias) o projeto foi su´penso. Em outubro de 1953 a aeronave foi desmantelada, tendo realizado apenas 400 horas de vôo. Partes da aeronave estão expostas no  <span style="color: #002bb8;">Bristol Industrial Museum</span> e no <span style="color: #002bb8;">Museum of Flight</span> da Escócia.</p>
<p>Mesmo que considerado como um elefante branco, o desenvolvimento do Brabazon serviu para desenvolver a infraestrutura aeronáutica britânica e desenvolver também seu parque industrial.</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vídeo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=miRV-SgYx7Q"><strong><span style="color: #0000ff;">http://www.youtube.com/watch?v=miRV-SgYx7Q</span></strong></a></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;"><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/miRV-SgYx7Q" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/miRV-SgYx7Q" /></object></span></strong></p>
<p><span class="editsection"><strong>Características</strong></span></p>
<ul>
<li><strong>Capacidade:</strong> 100 passengeiros</li>
<li><strong>Comprimento:</strong> 54 m</li>
<li><strong>Envergadura:</strong> 70 m</li>
<li><strong>Altura:</strong> 515 m </li>
<li><strong>Peso Vazio:</strong> 65820 kg</li>
<li><strong>Máximo de Decolagem:</strong> 130,000 kg</li>
<li><strong>Motores:</strong> 8×Bristol Centaurus, 2650 hp cada</li>
<li><strong>Velocidade máxima:</strong> 480 km/h</li>
<li><strong>Velocidade de cruzeiro: </strong>400 km/h</li>
<li><strong>Alcance: </strong> 8900 km</li>
<li><strong>Teto operacional: </strong>7600 m (25000 pés)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>10 de Junho de 1942 &#8211; o &#8220;assassinato&#8221; de Lídice</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/10-de-junho-de-1942-o-assassinato-de-lidice/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 10:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos 1929-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Crime de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lídice]]></category>
		<category><![CDATA[Tchecoslováquia]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 27 de maio de 1942, o SS Obergruppenführer Reinhard Heydrich, sofreu um atentado nas imediações da pequena Lídice, realizado por agentes da resistência tcheca. Estes agentes haviam recebido treinamento na Grã-Bretanha e haviam retornado à Tchecoslováquia especialmente para &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2009/01/10-de-junho-de-1942-o-assassinato-de-lidice/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;">No dia 27 de maio de 1942, o SS Obergruppenführer Reinhard Heydrich, sofreu um atentado nas imediações da pequena Lídice, realizado por agentes da resistência tcheca. Estes agentes haviam recebido treinamento na Grã-Bretanha e haviam retornado à Tchecoslováquia especialmente para assassinarem Heydrich. <img class="alignright" title="Reynhard Heydrich" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0f/Bundesarchiv_Bild_152-50-10%2C_Reinhard_Heydrich.jpg" alt="" width="259" height="187" /></span><br />
</span></p>
<p>Os agentes dispararam contra o carro de Heydrich, para obrigá-lo a reduzir a velocidade, em seguida jogaram uma bomba, que explodiu ferindo-o mortalmente. Apesar dos gravíssimos ferimentos, Heydrich ainda conseguiu sair do carro, sacar sua pistola e disparar contra seus assassinos, antes de desmaiar no local.</p>
<p>Reinhard Heydrich foi socorrido e sobreviveu por diversos dias, mas morreu no dia 4 de junho, devido ao envenenamento causado pelos estilhaços da bomba, partículas de metal do automóvel e por partículas de seu próprio uniforme, que não puderam ser retiradas devido à gravidade dos ferimentos.</p>
<p>Em Berlim, os nazistas o sepultaram em um elaborado funeral, com todas honrarias de um herói. Hitler referiu-se a ele como “O Homem do Coração de Ferro”.</p>
<p><span class="postbody"><span style="font-size: x-small;"><img class="alignleft" title="Massacre de Lídice" src="http://www.zchor.org/LIDICE.JPG" alt="" width="332" height="200" /></span></span>Imediatamente após o atentado, a Gestapo e a SS iniciaram uma perseguição aos agentes tchecos. Qualquer pessoa que fosse suspeita de ser um agente da resistência ou de ter qualquer espécie de participação no assassinado de Heydrich era caçada. Foram presos e mortos mais de 1000 acusados. Além disso, 3000 judeus foram deportados dos guetos para serem executados em Theresienstadt. Em Berlim, no dia da morte de Heydrich, em represália pelo atentado, 500 judeus foram presos, sendo que 152 deles foram executados.</p>
<p>Sob o pretexto de que haviam abrigado os assassinos, Hitler ordenou que a pequena Lidice, fosse “riscada do mapa”, deveria se completamente destruída e todos os mapas do Reich fossem re-impressos, não constando mais a pequena vítima, para que fosse esquecida pela história.</p>
<p>Num dos mais infames atos da Segunda Grande Guerra, todos os homens e garotos com idade acima de 16 anos foram fuzilados.</p>
<p>As mulheres foram deportadas para o campo de concentração de Ravensbrück, onde seriam posteriormente exterminadas e as noventa crianças que Vivian na vila foram enviadas ao campo de concentração de Gneisenau, onde posteriormente seriam mandadas para orfanatos nazistas, por terem traços arianos (cor dos olhos, cor do cabelo&#8230;).</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.historyplace.com/worldwar2/ww2-pix/lidice2a.jpg" alt="" width="328" height="225" />A vila teve seus prédios completamente destruídos, um a um, para que não houvessem traços de que ali havia existido uma cidade. As plantações foram destruídas e foi espalhado óleo e sal na terra, para que nada mais nascesse naquele lugar.</p>
<p>A pequena Lídice foi reconstruída após o final da guerra, mas não no mesmo lugar&#8230;lá foi erguido um momunento para que as futuras geraçãoes não se esqueçam do ocorrido e para que talvez nunca mais volte a ocorrer um fato tão dantesco.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A URSS entra na era do Jato</title>
		<link>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/</link>
		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 14:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Propulsores]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Jato]]></category>
		<category><![CDATA[Jet Gênesis]]></category>
		<category><![CDATA[Lyulka]]></category>
		<category><![CDATA[URSS]]></category>

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		<description><![CDATA[Das quatro formas de propulsão à reação, não demorou muito tempo para se perceber que o turbojato demonstrava um equilíbrio entre desempenho e autonomia, mas neste campo, os soviéticos estavam atrasados em relação aos ingleses e alemães.   O novo &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Das quatro formas de propulsão à reação, não demorou muito tempo para se perceber que o turbojato demonstrava um equilíbrio entre desempenho e autonomia, mas neste campo, os soviéticos estavam atrasados em relação aos ingleses e alemães.</span></span></span></span></span></span></div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O novo propulsor chamou a atenção de Stalin, que tinha certo fascínio por novas tecnologias, especialmente a aviação. Ele então imediatamente deu ordens para que o novo propulsor fosse desenvolvido e que deveria estar operacional para dezembro de 1940. Em 1938 Lyulka foi transferido para o SKB-1, um departamento de estudos especializado no estudo de propulsores a gás, situado em Leningrado. Como era de se esperar, devido ao pouco conhecimento de materiais e tecnologias de fabricação, o propulsor de Lyulka apresentou diversos problemas e, durante um teste de acionamento acabou destruído.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">No ano de 1939, Lyulka inicia então o desenvolvimento de um novo propulsor, que deveria desenvolver 525 kg de empuxo, o RD-1 (não confundir com o RD-1 de Glouchko). Diferente do antecessor, o RD-1 era um propulsor de fluxo axial. A construção do primeiro protótipo do propulsor foi iniciada em 1940, entretanto os primeiros testes com o novo motor deveriam ocorrer somente em 1941. Em virtude da invasão alemã, os trabalhos foram temporariamente suspensos e finalmente em 1943, quando o propulsor estava aproximadamente 70% concluído, Stalin ordenou que o projeto fosse cancelado. Não seria a tecnologia que iria vencer a guerra, mas sim a força.<span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em abril de 1943, Lyulka estava novamente de mudança, desta vez fora enviado ao departamento de estudos do l’OKB-293, do construtor Bolkhovitinov. Lá ele continua suas pesquisas acerca de jatos e propõe a construção de um propulsor capaz de atingir os 1500 kg de empuxo, denominado RTD-1/VDR-2, que jamais saiu da prancheta. Independentemente, o engenheiro Gudkov (que propôs o uso em um e LaGG-1) iniciou o projeto de um avião a reação utilizando seu propulsor, o Gu-VRD. Essa atitude, aliada a outros projetos que surgiam, acabou por influenciar diretamente a criação do TsIAM (Instituto Central de Motores de Aviação) tendo Lyulka no comando.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio de 1944 as autoridades soviéticas ordenaram a Lyulka a criação de um turboreator capaz de desenvolver 1250 kg de empuxo e que deveria estar operacional em março de 1945. Lyulka iniciou os trabalhos no início de 1945 apresentou propulsor denominado S-18. O S-18 era um propulsor de fluxo axial de oito estágios. O propulsor realizou os primeiros testes estáticos em março de 1945 e se tornou o primeiro turbojato soviético a realmente funcionar. Mas tornou-se evidente que o novo propulsor estava atrasado em anos em relação aos propulsores alemães, em especial aos Junkers Jumo 004, e que não poderia ser usado prontamente para equipar uma aeronave.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo momento, os soviéticos haviam capturado instalações na Alemanha e finalmente puderam por as mãos nos propulsores que equipavam os jatos Me-262, Ar-234 e He-162. De posse desses propulsores, os construtores Yakovlev, Mikoyan, Lavotchkine e outros, puderam rapidamente equipar seus primeiros protótipos.</p>
<p style="text-align: justify;">Correndo contra o tempo, Lyulka conseguiu a aprovação de um teste comparativo entre seu S-18 e um Jumo 004. O propulsor soviético tinha um empuxo superior e seu peso era inferior ao alemão, mas sua durabilidade era inferior, devido ao atraso tecnológico da metalurgia soviética no tocante a ligas resistentes a altas temperaturas. As pás do S-18 não eram resistentes o suficiente para que a turbina pudesse ser utilizada para equipar uma aeronave operacional.  </p>
<p style="text-align: justify;">Um dos primeiros projetos soviéticos de aviões a jato foi um projeto de Lavotchkine, em 1943. O projeto consistia na instalação de um RD-1 na fuselagem um LaGG-3. O projeto não teve continuidade justamente pela indisponibilidade do propulsor, mas Lavotchkine continuou a tratar do projeto de uma aeronave jato propulsada, o La-VRD, apresentado em fevereiro de 1944.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">No início de 1946, um decreto do conselho ministerial soviético, ordenava o desenvolvimento de uma versão operacional do S-18. O novo propulsor foi denominado TR-1 e deveria atingir os 1600 kg de empuxo. A concepção do TR-1 se deu entre janeiro e abril de 1946 e o primeiro teste estático ocorreu no dia 09 de agosto do mesmo ano. Nos testes o motor desenvolveu um empuxo real de 1300kg, mas mesmo assim Lyulka foi condecorado com a “Ordem de Lênin” e a “Medalha <span style="mso-spacerun: yes"> </span>de Stalin” por esta realização.</span></span></span></span><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"> </span></span></span></span></div>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O propulsor fez seu primeiro teste de vôo montado em um North-American B-25 ( ?!), acoplado em um pilone sob a fuselagem. No dia 28 de maio de 1948, o caça birreator Sukhoï Su-11 fez um vôo de demonstração perseguindo um bombardeiro Ilyushin Il-22, sendo que ambos estavam propulsionados pelas TR-1. Estes foram os primeiros aviões soviéticos a voarem com jatopropulsores de concepção nacional.</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Lyulka iniciou rapidamente o desenvolvimento de uma versão aprimorada, o TR-1A, este sim desenvolvendo 1600 kg de empuxo e com vida útil de 35 horas. O propulsor mostrou-se mais potente que os BMW 003 e que os Jumo 004 (e suas cópias RD-10 e RD-20), mas tinha potência inferior aos propulsores britânicos contemporâneos e apresentava um consumo muito elevado. Por estas razões, o TR-1A foi cancelado em 1948 e os trabalhos foram voltados ao desenvolvimento de um novo projeto, o TR-2, capaz de atingir 2500 kg de empuxo. Este também acabou por ser cancelado quando os britânicos forneceram aos soviéticos a tecnologia dos propulsores Rolls-Royce Nenê, que foram copiados e produzidos em série na URSS sob a designação RD-45. </span></span></span></p>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Archip Lyulka continuou o desenvolvimento de propulsores. O TR-3 de 4600 kg de empuxo e outros como os AL-5 e AL-7. Porém não existem relatos dos seus propulsores terem sido utilizados nos primeiros jatos de Lavotchkine, somente a partir do La-190 (O TR-1 deveria equipar o La-154, mas esta aeronave nunca foi construída).</span></span></span></p>
<p><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR" lang="PT-BR"></span></p>
<p>Galeria:
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/lulka/' title='Lulka'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/Lulka-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Arkhip Mikhailovich Lyulka" title="Lulka" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/lyulka_rd-1/' title='lyulka_rd-1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/lyulka_rd-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Diagrama do propulsor Lyulka RD-1" title="lyulka_rd-1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/lyulka_tr1/' title='lyulka_tr1'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/lyulka_tr1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Propulsor Lyulka TR-1" title="lyulka_tr1" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/sukhoi_su11_01/' title='sukhoi_su11_01'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/sukhoi_su11_01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sukhoi Su 11, equipado com propulsores Lyulka TR-1" title="sukhoi_su11_01" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/lyulka_tr1a/' title='lyulka_tr1a'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/lyulka_tr1a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Propulsor Lyulka TR-1A" title="lyulka_tr1a" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/lyulka_tr3/' title='lyulka_tr3'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/lyulka_tr3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Propulsor Lyulka TR-3" title="lyulka_tr3" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/a-urss-entra-na-era-do-jato/lyulka_al-7f_turbojet/' title='Lyulka_AL-7F_turbojet'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/Lyulka_AL-7F_turbojet-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Propulsor Lyulka AL-7F (em esposição em Cracóvia - Polônia)" title="Lyulka_AL-7F_turbojet" /></a>
</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>Fontes:</p>
<p>X-Planes &#8211; <a href="http://xplanes.free.fr/lavo/arl-2.html">http://xplanes.free.fr/lavo/arl-2.html</a></p>
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		<title>Deutsches Bundesarchiv &#8211; 100&#8217;000 fotos históricas</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 12:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Século XX]]></category>

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		<description><![CDATA[O Deutsches Bundesarchiv (Arquivo Federal Alemão) foi criado em 1952 e está situado em Koblenz, Rheinland-Pfalz. Mediante um projeto alemão de divulgação de infoirmação, o Deutsches Bundesarchiv doou à Wikipédia 100&#8217;000 fotos históricas. Existem também algumas gravuras datadas do período &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/deutsches-bundesarchiv-100000-fotos-historicas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Deutsches Bundesarchiv (Arquivo Federal Alemão) foi criado em 1952 e está situado em <a title="Koblenz" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Koblenz">Koblenz</a>, Rheinland-Pfalz.</p>
<p>Mediante um projeto alemão de divulgação de infoirmação, o Deutsches Bundesarchiv doou à Wikipédia 100&#8217;000 fotos históricas. Existem também algumas gravuras datadas do período da unificação alemã.</p>
<p>Pelo que nos informa a Wiki, ainda não foram categorizadas todas as imagens, cerca de 40&#8217;000 já estão devidamente organizadas de acordo com a orientação do Deutsches Bundesarchiv.</p>
<p>Link Deutsches Bundesarchiv: <a href="http://www.bundesarchiv.de/">http://www.bundesarchiv.de/</a></p>
<p>Link Wikipédia: <a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Images_from_the_German_Federal_Archive">http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Images_from_the_German_Federal_Archive</a></p>
<p> </p>
<p>São diversas categorias de pesquisa:<br />
Ano a ano (Year by Year), por país (by country), por fotógrafo (by photographer, etc</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><img title="A histórica chegada do famoso Zeppelin sobre trilhos a Berlim na manhã do dia 21 de junho de 1931" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/04/Bundesarchiv_Bild_183-R98029%2C_Schienenzeppelin_in_Berlin.jpg" alt="" width="576" height="800" /><p class="wp-caption-text">A histórica chegada do famoso Zeppelin sobre trilhos a Berlim na manhã do dia 21 de junho de 1931</p></div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Bom proveito a todos!!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pulqui I e II- As flechas argentinas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 21:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1946 - Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Pós Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[Jet Gênesis]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pulqui]]></category>
		<category><![CDATA[Pulqui II]]></category>

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		<description><![CDATA[Por um breve momento (entre 1946 e 1956), a Argentina esteve no seleto grupo do desenvolvimento aeronáutico mundial. A série “Pulqui” de aviões de caça era um empreendimento de destaque, para introduzir a indústria argentina em uma era completamente nova. &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Por um breve momento (entre 1946 e 1956), a Argentina esteve no seleto grupo do desenvolvimento aeronáutico mundial. A série “Pulqui” de aviões de caça era um empreendimento de destaque, para introduzir a indústria argentina em uma era completamente nova.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A denominação “Pulqui” (Flecha, no idioma Mapuche local) foi usada realmente para dois diferente aviões, que nada tinham em comum, exceto pela propulsão à jato.</span></p>
<h3></h3>
<h3><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">IAe.27 Pulqui I</span></h3>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Imediatamente após o fim da Segunda Guerra Mundial, o governo argentino optou por um programa que previa uma rápida expansão de sua força aérea. Sob forte iniciativa governamental, a ‘Fábrica Militar de Aviones” (Fábrica Militar de Aviões) em  Córdoba (também chamada Instituto Aerotécnico) foi encorajada para através de auxílio de projetistas de origem estrangeira, projetar e desenvolver um avião a jato nacional.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No dia 28 de maio de 1946, chegou à Argentina o engenheiro francês Émile Dewoitine. No dia 26 de junho de 1946, a Secretaria de Aeronáutica o contratou, para que junto a uma equipe de engenheiros argentinos, no Instituto Aerotécnico, projetasse uma aeronave a reação.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O Instituto Aerotécnico estava sob comando do diretor Juan Ignacio San Martín, que designou a equipe de Dewoitine, juntamente com os engenheiros argentinos E. Cardeilhac, Norberto Morchio e Humberto Riccciardi, para trabalhar na Divisão de Projetos Especiais Nº 1, dedicada à pesquisa e desenvolvimento de aeronaves de alta velocidade.</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ainda em 1946 um projeto foi aprovado e em setembro iniciaram a fabricação das principais partes da aeronave. </span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A aeronave era basicamente uma alteração do avião a pistão Dewoitine 560. Foi então construído um modelo de madeira em escala 1:1, que foi submetido a testes no túnel de vento da Fabrica Militar de Aviones. Finalmente no dia 09 de agosto de 1947, decolando da pista da Escola de Treinamento de Pára-quedistas, em Córdoba, sob comando do então Primeiro-Tenente Edmundo Weiss, o “IAe 27 Pulqui I” fez seu primeiro vôo, que teve uma duração inferior a 10 minutos, mas transformou a Argentina no nono país a possuir uma aeronave jato propulsada de sua própria fabricação.</span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Após seu vôo teste, foi decidido diminuir a envergadura em 75 centímetros, com o propósito de aumentar assim a velocidade final. Essa alteração possibilitou que a aeronave atingisse 720km/h, mas mesmo assim a velocidade estava muito aquém dos estimados 850 km/h.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Logo após o primeiro vôo, Weiss realizou um vôo a 22 de setembro de 1947, saindo de Moron, na província de Buenos Aires, com destino a Buenos Aires capital, para fazer uma demonstração de vôo ao presidente da república. Após esta ocasião, Weiss realizou novos vôos a partir de Moron nos dias 09 e 10 de dezembro de 1947.</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Durante os vôo de teste, a aeronave mostrou-se seriamente sub-propulsada e apresentou baixa performance de vôo. Aliado a isso havia também a complexidade de manutenção e operação (quando o programa foi abandonado, Émile Dewoitine retornou à Europa).</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O avião fez sua apresentação oficial no dia 08 de outubro de 1948, desta vez pilotado pelo tenente aviador Luis Valoni, piloto de testes do IAME. Após essa data, realizou vôos ocasionais, sob comando de diversos pilotos, até março de 1956, quando foi retirado definitivamente de serviço.</span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Infelizmente, observou-se que a inquestionável experiência de Dewoitine na construção de aeronaves à pistão não era suficiente para o projeto de uma aeronave que usasse uma propulsão revolucionária nem para resolver os novos desafios aerodinâmicos. O caça era de construção inteiramente metálica, equipado com um trem-de-pouso triciclo, mas o formato das asas era convencional e os estabilizadores ‘Dewoitine’ apresentavam problemas de fixação quando a aeronave estava em alta velocidade. A propulsão consistia de um único propulsor Rolls-Royce Derwent, montado na traseira da aeronave.</span></p>
<p> </p>
<p>  </p>
<p lang="pt-BR"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><strong>Dados Técnicos</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Propulsão:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> Um Jato Propulsor Centrífugo Rolls &#8211; Royce Derwent 5, desenvolvendo 1633 kg de empuxo.<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Envergadura:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 10,50 m;<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Comprimento:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 9,69 m;<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Altura: </strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR">3,39 m;<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Superfície alar:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 19 m².<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>PESO:</strong></span></span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Vazio:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 2 358 kg;</span></span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Máximo na decolagem:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 3 600 kg.</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Velocidade  máxima: </strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR">720 km/h;<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Velocidade de cruzeiro: </strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR">600 km/h;<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Velocidade de aterrissagem:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 150 km/h.<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Taxa de ascensão:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 25 m/s.<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Teto de serviço:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 14 000 m.<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Autonomia de vôo:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 1,5  hora<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Alcance:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 900 km (a 600km/h)<br />
</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Armamento (proposto):</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 4 canhões de 20mm,  montados no nariz.</span></span></span></p>
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">Entretanto, apesar dos infortúnios, a Argentina não cessou o programa de desenvolvimento de caças e passou a trabalhar noutro projeto, o ‘Pulqui II’.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">IAe.33 Pulqui II</span></span></strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">Por um convenio entre os governos da Argentina e Grã-Bretanha, a Fuerza Aérea Argentina recebeu 100 caça-bombardeiros &#8220;Gloster Meteor IV”. A velocidade e poder de fogo, superavam a performance do “IAe 27 Pulqui I”, assim sendo foi feita a análise para a construção de um novo modelo derivado desse protótipo, capaz de satisfazer diversas necessidades de combate. A intenção era futuramente substituir os Meteor por esta aeronave de fabricação nacional. </span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify">
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR">Os trabalhos tiveram início no final de 1947, os projetistas da F.M.A haviam iniciado a criação do ante-projeto de uma nova aeronave, denominada IAe-33. Como característica principal, este avião deveria ter asas enflexad</span></span>as, ter um propulsor mais poderoso que seu antecessor, o cockpit deveria ser do tipo ‘bolha’ e a empenagem deveria ser baixa.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">Quando este projeto foi apresentado aos dirigentes da F.M.A., também estava presente o projetista alemão Kart Tank e seu secretário Neumann, que haviam sido contratados após o término da Segunda Grande Guerra, juntamente com um grupo de pilotos e técnicos alemães. Tank, mostrando interesse no projeto, fez uma série de considerações, e mostrou ali mesmo, o projeto de uma aeronave criada ainda durante a guerra, tratava-se do Ta-183. Isto gerou uma grande troca de idéias e chegaram à conclusão que o projeto de Tank teria maior manobrabilidade em grandes altitudes, enquanto o projeto argentino era de maior velocidade ao nível do mar.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">Como resultado desta reunião, o então responsável pela F.M.A., Brigadeiro Juan Ignacio San Martín, decidiu formar duas equipes, uma alemã, liderada por Tank, e outra argentina liderada pelo engenheiro Norberto Morchio. Cada equipe deveria elaborar um prometo e estes então seriam submetidos a análise de San Martín (que era engenheiro também). Finalmente, quando os projetos foram apresentados, o design de ambos era praticamente igual. As principais diferenças eram: o sistema de aterragem e o diâmetro da secção central da fuselagem.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">A fuselagem projetada pelos técnicos argentinos tinha menor diâmetro, e isto somado á menor área de arrasto, proporcionava maior performance, mas limitava a capacidade de armazenamento de combustível e conseqüentemente seu alcance e autonomia. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">Já quanto ao trem de aterrissagem, a equipe de técnicos alemães previam a retração dos mesmos para o interior das asas, por meio de um complexo sistema, enquanto a equipe de técnicos argentinos optou por um sistema mais simples, que retraía o trem para dentro da fuselagem central. Finalmente acabou-se por decidir em adotar o design projetado pela equipe alemã, com o trem de pouso do prometo da equipe argentina. Segundo as palavras dos projetistas argentinos, eles não usaram o projeto do Ta-183 como base para o desenvolvimento do Pulqui, mas sim o inverso ocorreu, modificaram o projeto argentino para este ficar mais semelhante ao projeto alemão. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Para se assegurar  da segurança do materiais e componentes que seriam utilizados nos novos aviões, e também realizar testes estáticos, também foram necessárias substanciais modificações no “Instituto Aeronáutico&#8221;. Foi construído um túnel de vento, que por suas características, era o mais moderno da América do Sul.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Uma vez terminada a construção do primeiro protótipo, ele foi destinado para ensaios estáticos, no chegando a voar. Tampouco se sabe a com certeza se este protótipo acabou sendo perdido em testes ou qual foi seu verdadeiro destino. Isto porque foi submetido a rigorosos testes, para comprovar se poderia resistir às duras condições de combate que poderia ter que enfrentar.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">No segundo protótipo foi instalada então a turbina Rolls Royce Nene II, para seu vôo inaugural, no dia 16 de junho de 1950, pilotado pelo Capitão Edmund Weiss. Este avião apresentava vibrações ao atingir a velocidade de 700 km/h. Por causa disso, foi decidido fazer uma série de modificações na aeronave. Uma vez terminadas, o próprio Tank realizou os vôos de teste, em outubro do mesmo ano. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="es" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;">Em vôos teste, o Capitão Weiss superou a barreira dos 1000 km/h., por precaução, o Comando da Força Aérea decidiu que para a demosntração, a velocidade máxima não deveria ser superior a 900 Km/h. A seu pedido, Kurt Tank foi o piloto que realizou o vôo de demonstração pública.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A apresentação pública do “I A e 33 Pulqui II” foi realizada no “Aeroparque Porteño”, no dia 08 de fevereiro de 1951. Estavam presentes o Presidente da República Gral. Juan D. Perón, funcionarios, deputados e o Corpo Diplomático Extrangeiro, com os adidos militares de suas embaixadas. Mas também havia se reunido uma grande multidão, desejosa em observar as manobras do jato argentino que podia atingir velocidades próximas da velocidade do som.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="text-indent: 0.09cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A decolagem foi feita de forma normal e logo após se realizaram diversas manobras, que permitiram revelar a manobrabilidade do avião, o Pulqui II iniciou uma prolongada &#8220;subida&#8221; até não poder mais ser visto no céu. Todos presentes, sem distinção, haviam seguido com grande interesse as evoluções da aeronave e agora buscavam no horizonte a silhueta do avião, quando de repente este apareceu, mergulhando sobre a cabeceira da pista e estabilizando-se a 50 metros de altitude, percorrendo a extensão da pista a 900km/h. A súbita aparição do bólido que a tão baixa altitude, passou diante dos olhos dos espectadores, junto com um rugido ensordecedor, acabou por causar uma euforia coletiva nos espectadores, que ovacionaram prontamente o espetáculo, gerando um ruído quase tão ensurdecedor quanto o próprio avião. A capacidade da nova aeronave, aliada sem dúvida alguna à perícia do piloto, constituiu um espetáculo único, pois até então não havia sido realizada uma exibição semelhante com um avião de fabricação nacional.</span></p>
<p style="text-indent: 0.09cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="text-indent: 0.09cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span lang="pt-BR">Em 1951 foi feito convite a um grupo de pilotos de caça da FAA para voar com o Pulqui II. Num destes vôos, sob comando do capitão Vedania Manuwal, uma das asas dobou-se, devido à falha em um dos elementos de fixação. Mesmo ele tendo ejetado, acabou por perder a vida no acidente. O avião acabou totalmente destruído.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O terceiro protótipo foi terminado em 1952, já incorporando importantes melhorias na sua aerodinâmica. A empenagem havia sido redesenhada e os comandos eram mais estáveis em vôo. Entretanto, em outubro do mesmo ano,  quando realizava um vôo sob o comando de Otto Behrens, a aeronave acabou  destruída quando, quando o piloto (que morreu no acidente)  não conseguiu tirar  a aeronave de uma  turbulência a baixa altitude.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">A partir do quarto protótipo, acreditava-se que a aeronave finalmente seria produzida em série. Esta aeronave tinha armamento, a cabine era pressurizada e possuía ‘gun camera’.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Os Vôos teste foram realizados pelo capitão Jorge Doyle, atingindo  1080 km/h em mergulho. Como ele mesmo descreveu:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 1cm; margin-right: 1cm;" align="center"><strong>“</strong><strong><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR">O Pulqui tinha pouca potência, a (turbina) Nene II era pequena. Embora atingisse 700 km/h em vôo nivelado, a aeronave podia resistir a muito mais!”</span></span></strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="center"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="center"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;">Por motivos políticos e financeiros, o projeto todo foi encerrado. Previa-se inicialmente a construção de 12 aeronaves de pré-série, posteriormente esperava-se a produção em série desta, provavelmente 100 unidades.  Os técnicos estrangeiros se foram, o Pulqui II nunca entrou em produção.  A pesar de ter ensinado importantes lições para os técnicos aeronáuticos argentinos, foi um final melancólico para um projeto, que por curto período, colocou a Argentina junto ao seleto grupo da vanguarda do desenvolvimento aeronáutico internacional.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Dados Técnicos:</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>TIPO:</strong> Caça monoposto</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><br />
<strong>Propulsão:</strong> Uma turbina Rolls-Royce &#8220;Nene 2&#8243;, desenvolvendo 2.267 kg de empuxo.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Envergadura: </strong>10,60 m</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Comprimento:</strong> 11,68 m</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Altura:</strong> 3,50 m</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Superfície alar:</strong></span></span><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 25,10 m²</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Peso:</strong></span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Vazio:</strong> 3.600 kg;</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Máximo de decolagem:</strong> 5.550 kg.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><br />
<strong>Velocidade máxima:</strong> 1050 km/h a 5.000 m</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Velocidade de cruzeiro:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 960 km/h</span></span></span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Taxa de Ascensão:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 29,80 m/s</span></span></span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Teto de Serviço:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 11600 m</span></span></span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Autonomia:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 2 h 20min</span></span></span><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Alcance:</strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> 2030 km.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"><strong>Armamento: </strong></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR">Quatro canhões Hispano Suiza MK5 de 20 mm</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> </span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana;"><span lang="pt-BR"> </span></span></span></p>
</div>
<pre style="TEXT-ALIGN: center"><span style="font-family: Verdana; mso-ansi-language: DE;" lang="DE"><strong>TABELA COMPARATIVA MiG 15 x IAe.33</strong></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana; mso-ansi-language: DE;" lang="DE"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana; mso-ansi-language: DE;" lang="DE"><span style="font-size: x-small;"><span style="mso-spacerun: yes;">                 </span>.<span style="mso-spacerun: yes;">                           </span>MiG 15 BIS<span style="mso-spacerun: yes;">                 </span>IAe 33 Pulqui II
</span></span><span style="font-family: Verdana; mso-ansi-language: DE;" lang="DE"><span style="font-size: x-small;">_____________________<span style="mso-spacerun: yes;">   </span>_________________<span style="mso-spacerun: yes;">   </span>_______________________</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Propulsão<span style="mso-spacerun: yes;">                           </span>VK-1, 2721kg empuxo<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>RR Nenê II – 2267 kg empuxo</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Envergadura<span style="mso-spacerun: yes;">                       </span>10,06 m<span style="mso-spacerun: yes;">                      </span>10,60 m</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Superfície alar<span style="mso-spacerun: yes;">                    </span>23,7 m²<span style="mso-spacerun: yes;">       </span><span style="mso-spacerun: yes;">                </span>25,10 m²<span style="mso-spacerun: yes;">   </span></span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Comprimento<span style="mso-spacerun: yes;">                     </span>11,05 m<span style="mso-spacerun: yes;">                       </span>11,68 m</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Altura<span style="mso-spacerun: yes;">                                </span>3,4 m<span style="mso-spacerun: yes;">                          </span>3,5 m</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Peso Vazio<span style="mso-spacerun: yes;">                         </span>3680 kg<span style="mso-spacerun: yes;">                       </span>3600 kg</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Peso Máximo Decolagem<span style="mso-spacerun: yes;">      </span>6125 kg<span style="mso-spacerun: yes;">                       </span>5550kg</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Velocidade Máxima<span style="mso-spacerun: yes;">            </span>1075 Km/h<span style="mso-spacerun: yes;">                   </span>1050 km/h</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Teto de Serviço<span style="mso-spacerun: yes;">                </span>15515 m<span style="mso-spacerun: yes;">                      </span>11600 m</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Alcance<span style="mso-spacerun: yes;">                           </span>1625 km<span style="mso-spacerun: yes;">                    </span><span style="mso-spacerun: yes;">   </span>2030 km</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">Armamento<span style="mso-spacerun: yes;">                       </span>2x23mm; 1x37mm<span style="mso-spacerun: yes;">          </span>4x20mm</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;"><span style="mso-spacerun: yes;">                                       </span>+ 500 kg bombas</span></span></pre>
<pre><span style="font-family: Verdana;" lang="PT-BR"><span style="font-size: x-small;">_____________________<span style="mso-spacerun: yes;">   </span>_________________<span style="mso-spacerun: yes;">   </span>_______________________</span></span></pre>
<p> </p>
<p>Galeria:</p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-27-02/' title='iae-27-02'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-27-02-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-27 &quot;Pulqui&quot;" title="iae-27-02" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-27-01/' title='iae-27-01'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-27-01-150x150.gif" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-27 Pulqui - acidentado" title="iae-27-01" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-27-03/' title='iae-27-03'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-27-03-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-27 &quot;Pulqui&quot; em vôo" title="iae-27-03" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-27-04/' title='iae-27-04'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-27-04-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-27 &quot;Pulqui&quot;, em exposição no Museu Nacional da Indústria - Córdoba" title="iae-27-04" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/k_tank/' title='k_tank'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/k_tank-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Kurt Tank" title="k_tank" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/pulqui_engine/' title='pulqui_engine'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/pulqui_engine-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe do propulsor do IAE-33 &quot;Pulqui II&quot;" title="pulqui_engine" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-01/' title='iae-33-01'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-33-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-33 &quot;Pulqui II&quot; em exposiçaõ no Museio Nacional da Indústria - Córdoba (foto: Marcelo J. Rivera)" title="iae-33-01" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-02/' title='iae-33-02'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-33-02-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-33 &quot;Pulqui II&quot; em exposiçaõ no Museio Nacional da Indústria - Córdoba (foto: Marcelo J. Rivera)" title="iae-33-02" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-03/' title='IAE-33-03'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/IAE-33-03-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Maquete em madeira do IAE-33 &quot;Pulqui II&quot;" title="IAE-33-03" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-04/' title='iae-33-04'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-33-04-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-33 &quot;Pulqui II&quot;" title="iae-33-04" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-05/' title='iae-33-05'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-33-05-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-33 &quot;Pulqui II&quot;" title="iae-33-05" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-06/' title='iae-33-06'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-33-06-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-33 &quot;Pulqui II&quot; em vôo" title="iae-33-06" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-07/' title='IAE-33-07'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/IAE-33-07-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-33 &quot;Pulqui II&quot;" title="IAE-33-07" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/pulqui-i-e-ii-as-flechas-argentinas/iae-33-08/' title='iae-33-08'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iae-33-08-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IAE-33 &quot;Pulqui II&quot; em vôo" title="iae-33-08" /></a>

<div class="mceTemp"> </div>
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		<item>
		<title>I.A.R. 80 &#8211; O Falcão Romeno</title>
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		<comments>http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/iar-80-o-falcao-romeno/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 20:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1919-1945]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Eixo]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Romênia]]></category>
		<category><![CDATA[WWII]]></category>

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		<description><![CDATA[  A história da aviação da Segunda Guerra Mundial é dominada quase inteiramente pelos aviões de cinco países: EUA, Grã-Bretanha, Alemanha, Japão e União Soviética.  Embora um pequeno número de aeronaves de combate de outras nações tenham sido projetados, a &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/iar-80-o-falcao-romeno/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: justify;">A história da aviação da Segunda Guerra Mundial é dominada quase inteiramente pelos aviões de cinco países:<br />
EUA, Grã-Bretanha, Alemanha, Japão e União Soviética.</p>
<p> Embora um pequeno número de aeronaves de combate de outras nações tenham sido projetados, a maioria destes tinham performance pobre e viram pouca ação. O romeno IAR.80<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>é uma exceção à regra.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span> </p>
<div id="attachment_18" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-18 " title="iar-80" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iar-80.jpg" alt="I.A.R 80" width="288" height="214" /><p class="wp-caption-text">Réplica do I.A.R 80 em exposição</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Quando foi introduzido, poderia tornar obsoletos muitos caças contemporâneos, e venceria mesmo até alguns dos projetos mais avançados da Alemanha, em competições individuais. Foi a espinha dorsal dos grupos romenos de caças por alguns anos e obteve vitórias surpreendentes contra a USAAF.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Especificações básicas:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<table class="MsoNormalTable" style="mso-cellspacing: 1.5pt;" border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Companhia:</span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Industria Aeronautica Românã (IAR)</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Projetista:</span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Ion Grosu </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 2;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Ano:</span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">1938</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 3;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Descrição:</span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Monoplano de asas baixa, com sistema convencional de controle de vôo.</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 4;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Fuselagem:</span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">A seção central da fuselagem é circular, tornando-se oval atrás do cockpit onde incorpora o encosto do piloto. A disposição geral da fuselagem é muito semelhante á do F4U.</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 5;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Asas:</span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">As asas são basicamente retangulares, com leve inclinação para frente. As aletas surpreendentemente pequenas eram instaladas num ponto localizado a mais ou menos <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>1/3 <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>da extensão da asa, onde então se iniciavam os flaps, super-dimensionados, que iam até as pontas arredondadas das asas </span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 6; mso-yfti-lastrow: yes;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Outros detalhes:</span></span></p>
</td>
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 0.75pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">O canopy era tipo “bolha”, muito semelhante ao do F4U ou Malcom, o arco com o ‘meio’ da bolha deslizava para trás. O motor e a asa ficam deslocados em direção à frente da fuselagem, mas o cockpit fica todo da metade da fuselagem para trás. O trem de pouso principal era instalado nas asas<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>e ’dobrava’ em direção à barriga da aeronave e o trem da cauda era um simples esqui fixo à fuselagem.</span></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<h2 style="margin: auto 0cm;"><span style="mso-ansi-language: EN-US;"><span style="font-size: large; font-family: Times New Roman;"> </span></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 18pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman;">Desenvolvimento</span></span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Apesar da constante concorrência da polonesa PZL, uma equipe de projetos da IAR, conduzida pelo<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Dr. Ion Grosu, continuou<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>trabalhando num projeto de um caça.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Ele estava convencido que o design com asas baixas, inovador no IAR. 24, representava um design muito melhor que o design de asas adotados pela PZL, que muitas vezes referia-se como “Asa polonesa”. A equipe<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>estudou <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>então o novo caça PZL, analisando como incorporar neste o design das asas do IAR.24, surgia assim o IAR.80. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">O projeto era uma verdadeira mistura de características. A seção da cauda foi usada foi a do P.24, e era da construção semi-monocoque. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Também adotado do P.24 era o nariz da aeronave, incluindo o motor e seu sistema de instalação, além do design da capota. A <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>fuselagem da parte inferior do motor até o cockpit era inteiramente nova, consistindo de um tubo de aço soldado, recoberto por placas de duralumínio. As asas eram montadas logo atrás do motor e tinham o mesmo design das usadas no IAR.24. O interior do cockpit, seus instrumentos e os armamentos eram todos provenientes de fornecedores estrangeiros. A aeronave tinha um projeto considerado mais moderno que os poloneses e finalmente a equipe havia criado um avião que podia vencer o melhor modelo da PZL. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Times New Roman;">Protótipos</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span lang="PT-BR">Os trabalhos no primeiro protótipo do IAR.80 iniciaram-se após meados de 1937, originalmente tinha o cockpit aberto e o motor adotado, um<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>IAR K14-III C32, que desenvolvia 870 hp, nada mais era do que o G</span><span style="mso-ansi-language: FR;" lang="FR">nome-Rhône</span><span lang="PT-BR"> 14K II Mistral Major, produzido sob licença. O protótipo foi produzido lentamente e seu primeiro vôo ocorreu somente após meados de 1938, tendo o piloto Dimitru &#8220;Pufi&#8221; Popescu <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>aos controles. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span lang="PT-BR">Os vôos-teste de protótipo se mostraram impressionantes, o avião atingia a velocidade de<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>510km/h <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>a <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>4000m de altitude (317mph a 13,000pés), o que era altamente respeitável à época. In comparação com o<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>P.24E, que era pelo menos<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>450kg mais leve e era 80km/h mais lento, usando o mesmo motor. </span><span style="mso-ansi-language: EN-US;">O avião provou ser “dócil” e altamente manobrável.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><img class="alignright size-full wp-image-21" title="iar80_09" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iar80_09.jpg" alt="iar80_09" width="630" height="455" />Um número de pequenos problemas apareceu durante a fase de testes e estes foram sanados no ano seguinte. Para<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>aumentar a potência, o projeto recebeu a nova versão do motor K14-III, a C36, que desenvolvia 930hp, entretanto este novo motor era significativamente mais pesada que a C32, por isso houve a necessidade de aumentar o comprimento da fuselagem<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>para trazer o centro de gravidade para trás, em relação às asas. O espaço extra na fuselagem teve então um bom uso, pois possibilitou o aumento dos tanques de combustível, aumentando a capacidade para 4551 litros (100 galões). As asas foram aumentadas e a cauda foi revisada, para eliminar o suporte de apoio.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Uma vez que foi aumentado o espaço atrás do motor, o cockpit foi movido mais para trás. Esta configuração teve um efeito negativo, pois o piloto não tinha visibilidade além do nariz do avião quando estava taxiando. Foi nessa ocasião que foi introduzido o canopy<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>tipo ‘bolha” .</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span lang="PT-BR">O protótipo reformulado foi testado competitivamente contra os novos Heinkel He 112, que recentemente haviam sido comprados pela Romênia e, eram possivelmente os primeiros de um grande numero que se pretendia adquirir. Não obstante, o He 112 era mais moderno e mais pesadamente armado (duas metralhadoras e dois canhões de 20mm), o IAR.80 entretanto superou o He 112 completamente em todos os outros aspectos avaliados. A </span><acronym><span style="mso-ansi-language: RO;" lang="RO">FARR</span></acronym><span lang="RO"> </span><span lang="PT-BR">ficou impressionada e encomendou 100 dos novos caças a 18 de dezembro de 1939, Os pedidos adicionais do He 112, além dos 30 originalmente encomendados, foram cancelados. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p> </p>
<h2 style="MARGIN: auto 0cm"><span style="mso-ansi-language: EN-US">IAR.80</span></h2>
<p> </p>
<p> </p>
<div id="attachment_20" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-20" title="iar_80s_nearest_to_and_farthest_from_camera_and_iar_80bs_somewhere_over_either_a_romania_or_b_the_soviet_union_in_1942" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/iar_80s_nearest_to_and_farthest_from_camera_and_iar_80bs_somewhere_over_either_a_romania_or_b_the_soviet_union_in_1942-300x175.jpg" alt="Grupo de IAR 80 e IAR 80B sobrevoando a fronteira Romenia-Rússia" width="300" height="175" /><p class="wp-caption-text">Grupo de IAR 80 e IAR 80B sobrevoando a fronteira Romenia-Rússia</p></div>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A produção do IAR.80 deveria iniciar imediatamente, mas os testes anteriores provaram qie o armamento consistia de um sério problema. O protótipo tinha instaladas apenas duas metralhadoras de fabricação belga “<span style="mso-ansi-language: FR" lang="FR">Fabrique Nationale</span><span lang="PT-BR"> 7.92mm”, uma modificação licenciada da Browning 30 cal. <span style="mso-spacerun: yes"> </span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span lang="PT-BR">Esta configuração se mostrou claramente leve demais para uso em combate. Foi proposto o uso de seis dessas armas, mas a invasão alemã à Bélgica e Holanda em 1940, encerrou todo o comércio da FN, assim sendo não era razoável usar um armamento que não teria o fornecimento continuado. A produção da aeronave não foi iniciada até definir a solução a este problema.</span></p>
<p>  <span lang="PT-BR">A questão manteve-se insolúvel até novembro de 1940, quando então a Romênia aliou-se ao Eixo e os alemães ‘prontificaram-se’ a enviar metralhadoras FN para a produção do IAR 80. Em vista disso, o IAR 80 não foi posto em produção até Janeiro de 1941, entretanto, o primeiro lote de 20 unidades só foi entregue a meados de fevereiro. Infelizmente, a quantidade de metralhadoras enviadas não era suficiente para equipar os aviões como havia sido proposto (6 x FN 7,62mm) e foram instaladas apenas 4 metralhadoras por aeronave. O lote inicial de caças foi entregue aos pilotos romenos, mas eles o consideraram ‘com<span style="mso-spacerun: yes">  </span>pouca potência e poder de fogo”. Para aumentar a potência das aeronaves, foram então instalados os motores <span style="mso-spacerun: yes"> </span>K14-IV C32, de 960hp, nas<span style="mso-spacerun: yes">  </span>30 aeronaves subseqüentes, mas mesmo assim, não foi possível<span style="mso-spacerun: yes">  </span>compensar o baixo poder de fogo. </span></p>
<h4 style="MARGIN: auto 0cm"><span lang="PT-BR">Especificações Técnicas</span></h4>
<p style="text-align: justify;">
<table class="MsoNormalTable" style="mso-cellspacing: 1.5pt" border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0">
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Motor: </span></span></p>
</td>
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Um motor radial de dupla estrela (14 cilindros) IAR K14-IV C32, refrigerado a ar, desenvolvendo 960hp (716kW) <span style="mso-spacerun: yes"> </span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1">
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Dimensões: </span></span></p>
</td>
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="mso-ansi-language: EN-US"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Envergadura :10,7m (32ft 1in)<br />
Comprimento: 8.9m (32ft)<br />
Altura 3.6m (11ft 10in) </span></span></span></td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 2">
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Peso: </span></span></p>
</td>
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Vazio: <span style="mso-spacerun: yes"> </span>1780kg (3,924lbs)<br />
Carga Máxima: 2250kg (4,960lbs) </span></span></span></td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 3">
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Área alar: </span></span></p>
</td>
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-family: Times New Roman;"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">16m</span></span><sup><span style="FONT-SIZE: 10pt" lang="PT-BR">2</span></sup><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"> </span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 4">
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Performance: </span></span></p>
</td>
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Velocidade Máxima: 510km/h a 4000m (317mph a 13,000ft)<br />
Teto de service: 10500m (34,500ft)<br />
Alcance: 940km (573 milhas) </span></span></span></td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 5; mso-yfti-lastrow: yes">
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Armamento: </span></span></p>
</td>
<td style="BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-RIGHT: 0.75pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; PADDING-LEFT: 0.75pt; PADDING-BOTTOM: 0.75pt; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0.75pt; BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BACKGROUND-COLOR: transparent" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Quatro FN (Browning) 7.92mm com 500 projéteis cada uma, montadas nas asas. </span></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jet Gênesis &#8211; O incrível Coanda 1910</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 19:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano De Toni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação 1903-1918]]></category>
		<category><![CDATA[Coanda]]></category>
		<category><![CDATA[Jato]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a antiguidade o homem sonhava em voar como os pássaros, através dos séculos muitos tentaram realizar esse sonho. No início do Século XX finalmente o homem conseguiu seu intento, era possível voar em um engenho mais pesado que o ar, sem &#8230; <a href="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/jet-genesis-o-incrivel-coanda-1910/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Desde a antiguidade o homem sonhava em voar como os pássaros, através dos séculos muitos tentaram realizar esse sonho. No início do Século XX finalmente o homem conseguiu seu intento, era possível voar em um engenho mais pesado que o ar, sem ter que depender de gigantescos balões de ar quente ou de algum tipo de gás.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mas mesmo sendo tão recente, a história da aviação é bastante controversa.  Os irmãos Wright (EUA) afirmaram terem sido os primeiros a voar em um aparelho mais pesado que o ar, no ano de 1903, embora não existam comprovações a esse respeito além do testemunho de um pequeno grupo de pessoas que afirmaram terem observado tal feito.  Além disso o engenho dos irmãos Wright não decolava somente por conta de seus meios, ele dependia do auxílio de uma catapulta que o arrastava por um longo trilho. Já no ano de 1906 coube a um brasileiro, Alberto Santos Dumont, realizar o primeiro vôo público. Tal feito ocorreu na França, sob o olhar atento de testemunhas oculares e das lentes de fotógrafos que registraram a façanha.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Mas o gênesis da aviação nem de longe lembra os gigantescos aviões de passageiros de nossos dias, nem os ágeis e velozes caças militares. Eram aparelhos rústicos, contruidos normalmente com tubos de aço recobertos por lona ou tela. Seus motores de pouca potência eram levados aos extremos para alçarem vôo e, quando no ar, as aeronaves não atingiam grandes velocidades, raramente ultrapassando a barreira dos 100 quilômetros horários.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">No entanto o que muitos desconhecem é que quando a aviação ainda estava engatinhando, um inventor romeno criou aquilo que futuramente seria chamado de &#8220;avião a jato&#8221;. Essa é sua história&#8230;</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Henri Marie Coandã nasceu em Bucareste &#8211; Romênia, no dia 07 de junho de 1886. Filho de um matemático, teve boa instrução. Como ocorria com a maioria dos jovens à época, Coanda alistou-se na artilharia, tendo deixado as forças-armadas em 1905. Em 1909 mudou-se para Paris, onde foi trabalhar na recém criada  </span><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">École Nationale Superieure d&#8217;Ingenieurs en Construction Aéronautique</span></em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"> (Escola Nacional Superior de Engenharia em Construção Aeronáutica) onde trabalhou com grandes engenheiros de sua época, entre eles Gustav Eiffel.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 1910 apresentou um modelo experimental, o Coanda-1910. Era um avião revolucionário em muitos aspetos. Como principal fato repousa o fato de estar sendo atualmente reconhecido como o primeiro avião com propulsão a reação, tendo feito seu primeiro vôo em 1910, em outras palavras, 27 anos antes de Heinkel, Campini e Whittle, quem foram consideradas  &#8217;os pais do vôo a jato’. Outras inovações para à frente de seu tempo incluíam:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Asas construídas totalmente em aço, ao invés de madeira;</span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Slats móveis na borda à frente da asa, para aumentar a elevação;</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">As asas superior e inferior tinham envergaduras diferentes e a asa superior, de maior envergadura, era posicionada à frente da asa inferior. Isto reduziu o arrasto aerodinâmico entre as duas superfícies. Cerca de 10 anos depois, este arranjo foi &#8220;re-inventado&#8221; sob a denominação Sesquiplan, tendo sido empregado nos aviões Fokker,  Brequet e Potez;</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O combustível e o lubrificante foram armazenados internamente na asa superior reduzindo assim o tamanho da fuselagem (que era feita em aço e madeira compensada) e seu arrasto.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="text-align: justify; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O propulsor, um &#8220;Air-Reactive Engine&#8221; (motor Ar-reativo), era composto por um motor à gasolina Clerget, de quatro cilindros, refrigerados a água, desenvolvendo 50 HP, que operava a 1000 rpm, conectado a uma caixa de transmissão e esta a um compressor, que operava a 4000 rpm. À frente do compressor estava acoplado um dispositivo chamado por Coanda de obturador (muito semelhante à íris de uma câmera fotográfica). Este obturador, acionado pelo piloto, controlava a quantidade de ar que entrava no compressor. O ar do compressor era então injetado nas “Salas de Queima” (câmaras de combustão construídas em forma de anel, que eram dispostas nas laterais da fuselagem). Nestas câmaras eram então misturados os gases do escapamento do motor Clerget e combustível, que eram inflamados, resultando numa grande expansão de gases muito quentes. Os gases eram então expelidos por tubos de aço, instalados nas laterais do avião, produzindo então o empuxo de 220kg, muito maior que se o motor a pistão acionasse uma hélice.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">O avião foi exposto na Segunda Exibição Aeronáutica Internacional, em Grand Palais – Paris, em outubro de 1910. Causou grande interesse nas pessoas, porque ninguém jamais havia visto algo como aquilo antes (nem nos próximos 30 anos).  Após a exibição ter sido encerrada em 10 de dezembro de 1910, Henri Coanda levou seu avião para Issy-Les-Moulineaux, era ele pretendia testar o motor, os resultados são descritos com as palavras do próprio Henri Coanda:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> <em>“</em><em><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Era dia 16 de dezembro de 1910. Eu não tinha intenção de voar neste dia. Minha intenção era checar a operação do propulsor em terra, mas o calor do jato que voltava pra mim era muito maior do que eu esperava, assim fiquei preocupado com a possibilidade do avião se incendiar. Por isso, eu me concentrei em ajustar o propulsor e não percebi que o avião ganhava velocidade rapidamente. Então eu olhei pra frente e vi os muros de Paris se aproximando rapidamente. Não havia nenhum tempo para parar ou para fazer a volta e eu decidi tentar corrigir a rota e continuar. Infelizmente eu não tinha nenhuma experiência de vôo e não usei os controles do avião. O avião pareceu fazer uma curva repentina e descer, colidindo com o solo. Primeiramente a asa esquerda bateu no solo e então o avião deu uma cambalhota. Eu não estava usando cinto de segurança e desta maneira, felizmente fui jogado longe da aeronave, que se incendiou&#8221;.</span></span></em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Após este acidente, Henri Coanda não conseguiu financiamentos para reconstruir e desenvolver sua invenção, o projeto foi então encerrado e Coandã passou a se dedicar a outros estudos. Em 1930 descobriria o chamado &#8220;Efeito Coanda&#8221;, que versa sobre as características dos fluidos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">Gustav Eiffel declarou a respeito de Henri Coanda:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><br />
<strong> <em>&#8220;Este moço deveria ter nascido trinta anos depois”.</em></strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">De fato, Coanda estava à frente de seu tempo.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Galeria:</strong></p>

<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/jet-genesis-o-incrivel-coanda-1910/coanda/' title='coanda'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/coanda-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Henri Marie Coanda" title="coanda" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/jet-genesis-o-incrivel-coanda-1910/coanda1910a/' title='coanda1910a'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/coanda1910a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Coanda 1910" title="coanda1910a" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/jet-genesis-o-incrivel-coanda-1910/coanda1910b/' title='coanda1910b'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/coanda1910b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Coanda 1910" title="coanda1910b" /></a>
<a href='http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2008/12/jet-genesis-o-incrivel-coanda-1910/coanda1910c/' title='coanda1910c'><img width="150" height="150" src="http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/wp-content/uploads/2008/12/coanda1910c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Coanda 1910" title="coanda1910c" /></a>

<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Dados Técnicos:</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Propulsor:</strong> 1 propulsor  “Ar-reativo” Coanda, produzindo 220 kg de empuxo ao nível do mar</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Envergadura:</strong> 10,30 m</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Comprimento:</strong> 12,50 m</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><strong>Altura: </strong>2,75 m</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Fontes:</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a title="Allstar" href="http://www.allstar.fiu.edu/aero/coanda.htm" target="_blank">Allstar</a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.unseenromania.com/culture/henri-coanda-father-of-the-jet.html" target="_blank">Unseen Romania</a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Henri_Coand%C4%83" target="_blank">Wikipedia.org</a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://airminded.org/2005/10/07/jet-aircraft-of-the-belle-epoque/" target="_blank">Airminded</a></p>
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